Setembro em Flor leva informação e acolhimento a pacientes do Hospital de Base
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Conversas sobre prevenção e felicidade fizeram parte de uma tarde diferente para cerca de 50 mulheres em tratamento contra o câncer no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Nesta quarta-feira (23/9), o Setembro em Flor abriu espaço para compartilhar experiências, esclarecer dúvidas e falar sobre questões que fazem parte da vida das pacientes para além das consultas e dos procedimentos. O Setembro em Flor é uma campanha de conscientização sobre os cânceres ginecológicos, que incluem os tumores do colo do útero, endométrio, ovário, vulva e vagina. A mobilização busca ampliar o acesso à informação sobre prevenção, fatores de risco, sinais e sintomas dessas doenças. No Hospital de Base, a ação foi realizada em parceria pela Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília, Hospital Sírio-Libanês e Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), com conversas, dinâmicas, lanches e momentos de convivência. Para a gestora da Rede Feminina, Larissa Bezerra, os assuntos foram escolhidos por serem relevantes para as mulheres que participam da iniciativa. “Nós trazemos assuntos acessíveis, com uma didática tranquila, que foram escolhidos por serem relevantes para as pacientes. Falamos de felicidade, sexualidade, prevenção, tudo em um ambiente leve e cheio de afeto”, explica. O Setembro em Flor abriu espaço para compartilhar experiências, esclarecer dúvidas e falar sobre questões que fazem parte da vida das pacientes para além das consultas e dos procedimentos | Foto: Divulgação/IgesDF Cuidado além do tratamento A coordenadora de projetos do Sírio-Libanês, Thalita Aquino, explica que a proposta considera diferentes dimensões da vida das mulheres durante o tratamento oncológico. “É muito importante olhar para a paciente como um todo, e pensamos nessa iniciativa para que elas possam tirar o foco das frustrações causadas pela doença e consigam encarar a vida com um pouco mais de leveza”, conta. Entre as participantes estava Ana de Souza Barcelos, paciente do Hospital de Base desde 2017. No encontro, ela se identificou com experiências compartilhadas por outras mulheres. “Foi muito maravilhoso, fiquei emocionada. Pude ver que várias outras mulheres também sofrem o que eu sofro. Aprendi muito!”, relata. *Com informações do IgesDF
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SUS completa 36 anos com histórias que mostram a importância da saúde pública
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Descobrir uma doença depois de meses buscando respostas. Fazer um exame que afasta a necessidade de uma cirurgia. Encontrar profissionais que oferecem atenção em meio a uma internação. Experiências como essas ajudam a traduzir, para além dos números, a presença do Sistema Único de Saúde (SUS) na vida dos brasileiros. Neste sábado (19/9), a Lei nº 8.080, que regulamentou a organização e o funcionamento do SUS, completa 36 anos. Sancionada em 19 de setembro de 1990, a legislação consolidou princípios e diretrizes do sistema de saúde previsto pela Constituição Federal de 1988. No Distrito Federal, unidades administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) fazem parte dessa rede. No cotidiano dos serviços, histórias de pacientes e familiares mostram diferentes formas pelas quais a assistência se torna presente justamente quando alguém mais precisa. Waldemar Rodrigues de Rezende procurou o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) depois de passar meses em tratamento na rede privada para uma suposta infecção urinária, mas uma investigação clínica mais aprofundada identificou um tumor na próstata | Fotos: Divulgação/IgesDF Aos 68 anos, Waldemar Rodrigues de Rezende procurou o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) depois de passar meses em tratamento na rede privada para uma suposta infecção urinária. Na unidade, uma investigação clínica mais aprofundada identificou um tumor na próstata, permitindo que ele recebesse o acompanhamento adequado. “Do administrativo à assistência, eu não tive problema algum, pelo contrário: encontrei pessoas carismáticas, prestativas, resolutivas e atenciosas. Se eu não tivesse vindo para este hospital, talvez não tivesse descoberto o tumor”, relata. João Carvalho, 48, morador de Sobradinho II, chegou a uma unidade de pronto atendimento (UPA) com dores na região abdominal e suspeita inicial de apendicite. Depois de permanecer internado por alguns dias, foi encaminhado ao HRSM para realizar uma tomografia do abdômen. O exame descartou a suspeita e afastou a necessidade de cirurgia. “Esta investigação foi importante para esclarecer a causa dos sintomas que eu sentia e evitar um procedimento desnecessário”, conta João. Jonatas Carvalho de Oliveira precisou do HBDF após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) Aos 31 anos, Jonatas Carvalho de Oliveira precisou do HBDF após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC). Ele permaneceu internado por duas semanas para observação e recebeu atendimento da equipe de neurologia. “Fui atendido pelos melhores neurologistas do país e, assim que subi ao quarto, tive um excelente tratamento. Percebi que, apesar de algumas mazelas, é possível, sim, contar com a saúde pública de Brasília”, relata. O alcance do SUS vai muito além da assistência hospitalar. O sistema reúne serviços que vão da atenção primária aos atendimentos de média e alta complexidade, além de ações de vacinação, vigilância em saúde, transplantes, urgência e emergência. Embora mais de 52 milhões de brasileiros tenham plano de saúde, a maior parte da população depende exclusivamente dos serviços públicos. Segundo estudo da República.org, elaborado com base em dados do DataSUS, 75,3% dos habitantes do país utilizam exclusivamente os serviços oferecidos pelo SUS. IgesDF é 100% SUS No Distrito Federal, o IgesDF integra a rede pública de saúde e realiza atendimento 100% pelo Sistema Único de Saúde. O Instituto administra o Hospital de Base do Distrito Federal, o Hospital Regional de Santa Maria, o Hospital Cidade do Sol e 13 unidades de pronto atendimento. Os serviços atendem usuários do SUS de acordo com os fluxos da rede pública e o perfil assistencial de cada unidade. É nessa estrutura que histórias como as de Waldemar, João e Jonatas ajudam a mostrar, para além dos números, como o sistema está presente na vida de quem precisa de assistência. *Com informações do IgesDF
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Controle da asma vai além da medicação e começa dentro de casa
Assim que as temperaturas começam a cair, e o ar fica mais seco, Adelma Pereira da Silva já sabe que precisa redobrar os cuidados. Asmática desde a infância, ela convive com falta de ar, crises respiratórias e noites difíceis quando a doença não está controlada. A experiência da paciente reflete a realidade de milhões de brasileiros e reforça o alerta do Dia Nacional de Controle da Asma, celebrado neste domingo (21). A asma é uma das doenças respiratórias crônicas mais comuns no mundo e afeta cerca de 10% da população. Embora não tenha cura, pode ser controlada com tratamento adequado, permitindo que os pacientes tenham qualidade de vida e mantenham suas atividades normalmente. A pneumologista Nancilene Melo, do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), explica que o acompanhamento correto faz toda a diferença. Adelma Pereira da Silva é asmática desde a infância e convive com falta de ar, crises respiratórias e noites difíceis quando a doença não está controlada | Foto: Divulgação IgesDF “Quando tratada corretamente, a asma costuma ser uma doença tranquila e a pessoa pode levar uma vida completamente normal. Sem acompanhamento, porém, o processo inflamatório pode evoluir para quadros graves e até levar à morte”, alerta. Entre os sintomas mais comuns da doença estão falta de ar, chiado no peito, sensação de aperto no tórax e respiração curta e acelerada. Segundo a especialista, fatores como mudanças climáticas, poeira, mofo, ácaros, fumaça e odores fortes podem desencadear ou agravar as crises. “Assim que esfria, a respiração piora muito. Quando estou usando a medicação corretamente, o impacto é menor, mas mesmo assim procuro evitar sair de casa nessas épocas”, relata Adelma. “Quando tratada corretamente, a asma costuma ser uma doença tranquila e a pessoa pode levar uma vida completamente normal. Sem acompanhamento, porém, o processo inflamatório pode evoluir para quadros graves e até levar à morte” Nancilene Melo, pneumologista Como evitar as crises De acordo com Nancilene Melo, o tratamento inclui o uso regular de medicamentos inalatórios à base de corticoides, muitas vezes associados a broncodilatadores, que atuam diretamente no controle da inflamação e ajudam a prevenir agravamentos. Além da adesão ao tratamento medicamentoso, a médica destaca que o controle do ambiente é fundamental para evitar crises. “Não adianta tomar todos os medicamentos corretamente e conviver diariamente com mofo ou outras fontes de irritação respiratória. O tratamento e os cuidados com o ambiente precisam caminhar juntos”, afirma. Na rotina de Adelma, a limpeza da casa é uma das principais estratégias para reduzir os sintomas. “Preciso tirar a poeira e limpar as superfícies todos os dias. Troco a roupa de cama a cada três dias, mesmo quando não está suja, e ainda assim as crises costumam ser mais intensas durante a noite. Eu preciso dormir usando oxigênio”, conta. Entre as orientações dos especialistas para manter a doença sob controle estão: Utilizar a medicação conforme prescrição médica; Evitar contato com poeira, mofo e ácaros; Manter os ambientes limpos e ventilados; Não fumar e evitar exposição à fumaça; Realizar acompanhamento médico regular; Evitar o contato com produtos e odores que provoquem irritação respiratória. [LEIA_TAMBEM]Referência para casos de difícil controle O Hospital de Base oferece atendimento especializado para pacientes com asma de difícil controle. Essa classificação é destinada aos casos em que a doença permanece sem controle mesmo após o uso correto das medicações e a adoção das medidas recomendadas para reduzir os fatores de risco ambientais. “São situações em que, mesmo com ajustes no tratamento e aumento das doses dos medicamentos, ainda não se obtém um controle satisfatório da doença”, explica a pneumologista. Adelma está entre os pacientes acompanhados pelo serviço especializado do HBDF. Além dos medicamentos utilizados diariamente em casa, ela recebe mensalmente aplicações de medicamentos específicos para auxiliar no controle da doença. Atualmente, o Distrito Federal conta com cerca de 27 centros de referência para atendimento de pessoas com asma, distribuídos entre hospitais regionais e unidades de saúde. Esses serviços oferecem diagnóstico, acompanhamento especializado e acesso à medicação. Para ingressar na rede de atendimento, a porta de entrada é a Unidade Básica de Saúde (UBS), responsável pela avaliação inicial e pelo encaminhamento dos pacientes quando necessário. Para Adelma, o tratamento adequado representa muito mais do que o controle dos sintomas: significa qualidade de vida. “Sem os remédios é um sofrimento muito grande, fica difícil viver. Quando consigo seguir o tratamento completo, até o som da minha respiração melhora”, comemora. *Com informações do IgesDF
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Mega Bazar no Hospital de Base começa nesta terça com mais de 10 mil produtos
Mais de 10 mil produtos entre roupas, calçados, brinquedos, acessórios e artigos para o lar estarão à venda a partir desta terça-feira (16) no jardim do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Promovido pela Rede Feminina de Combate ao Câncer, o Mega Bazar busca arrecadar recursos para apoiar as atividades desenvolvidas pela instituição. Coordenadora da Rede Feminina, Larissa Bezerra explica que o bazar foi organizado após o recebimento de um grande volume de doações nos últimos dias. Segundo ela, a escolha do local também foi pensada para ampliar o acesso dos pacientes. Entre os produtos disponíveis estão utilidades domésticas, casacos, roupas e acessórios em excelente estado de conservação | Fotos: Divulgação/IgesDF “Geralmente realizamos o bazar no ambulatório, mas desta vez optamos pelo jardim para facilitar a participação dos pacientes internados e de seus acompanhantes”, afirma. Além de contribuir para a manutenção das atividades da instituição, a iniciativa busca tornar o ambiente hospitalar mais acolhedor. Um dos nossos objetivos é trazer mais movimento e energia para o jardim, tornando o espaço ainda mais agradável para quem passa por aqui”, destaca a coordenadora. Entre os produtos disponíveis estão utilidades domésticas, casacos, roupas e acessórios em excelente estado de conservação. Os pagamentos podem ser feitos em dinheiro, Pix, cartão de débito ou crédito, com possibilidade de parcelamento em até dez vezes sem juros. “Um dos nossos objetivos é trazer mais movimento e energia para o jardim, tornando o espaço ainda mais agradável para quem passa por aqui” Larissa Bezerra, coordenadora da Rede Feminina de Combate ao Câncer Parte dos produtos à venda foi doada pelo mastologista do HBDF, Mauro Passos. O médico conheceu o trabalho da Rede Feminina em 2010, quando começou a atuar no hospital, e contribui com doações desde então. “Os pacientes se sentem muito acolhidos pelo trabalho da Rede. Poder contribuir de alguma forma é algo que me traz grande satisfação”, avalia. Larissa ressalta que os produtos serão repostos diariamente, garantindo novidades ao longo de toda a semana. “Vale a pena visitar o bazar mais de uma vez, porque vamos colocar produtos novos todos os dias”, comenta. Os pagamentos podem ser feitos em dinheiro, Pix, cartão de débito ou crédito, com possibilidade de parcelamento em até dez vezes sem juros O evento segue até sexta-feira (19), sempre das 8h às 17h, e é aberto ao público. Para acessar o local, é necessário realizar cadastro na entrada principal do prédio de internação do HBDF. Os produtos que não forem comercializados ao final da ação serão destinados a outras instituições. *Com informações do Iges/DF
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Cirurgiões aprendem a usar nova tecnologia para tratar fraturas nas costelas
Fraturas nas costelas estão entre as lesões mais dolorosas e difíceis de tratar, já que a região da caixa torácica não pode ser totalmente imobilizada por causa da respiração. Para aprimorar o atendimento oferecido aos pacientes nesses casos, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) iniciou, nesta quinta-feira (21), uma capacitação sobre o uso de um novo material utilizado para estabilizar os ossos torácicos com mais precisão e segurança. Profissionais acompanham procedimento de forma remota | Foto: Divulgação/IgesDF O curso foi voltado a cirurgiões torácicos e dividido em duas etapas. Na parte teórica, os profissionais receberam orientações sobre o funcionamento da tecnologia e suas aplicações no tratamento de pacientes com fraturas nas costelas. Já na etapa prática, acompanharam uma cirurgia realizada no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) em um paciente com fraturas crônicas. “Você consegue moldar as peças que podem ser fixadas em diferentes tamanhos, o que torna o tratamento mais dinâmico e personalizado” Antônio Bonaparte, chefe da Cirurgia Torácica do HBDF O chefe da Cirurgia Torácica do HBDF, Antônio Bonaparte, explica que o diferencial da tecnologia está na adaptação do material à anatomia de cada paciente. “Você consegue moldar as peças que podem ser fixadas em diferentes tamanhos, o que torna o tratamento mais dinâmico e personalizado”, afirma. Segundo o especialista, o novo sistema também pode proporcionar mais conforto durante a recuperação e reduzir riscos no pós-operatório. “A vantagem é uma recuperação mais rápida e segura, com menos dor e menos complicações no pós-operatório”, explica Bonaparte. Os profissionais interessados também puderam acompanhar o procedimento de forma remota, ampliando o alcance da capacitação e permitindo a participação simultânea de equipes de diferentes setores. [LEIA_TAMBEM]Para o enfermeiro do Núcleo de Educação Permanente (Nudep), Aécio Donizetti, a formação antecipa a preparação técnica dos profissionais para quando o material passar a ser utilizado na rede. “É algo que vai beneficiar muito a população. A ideia é que, quando o material estiver disponível, os profissionais já estejam capacitados para utilizá-lo com segurança e eficiência”, destaca Donizetti. O cirurgião José Ribas, especialista em fraturas nas costelas e professor da Universidade de São Paulo (USP), também participou da atividade e ressaltou a importância da incorporação da tecnologia ao Sistema Único de Saúde (SUS). “Essa é uma das tecnologias mais modernas disponíveis atualmente para tratar fraturas nas costelas e pode trazer mais conforto e recuperação mais rápida aos pacientes”, afirma. A ação contou com apoio do Núcleo de Tecnologias Educacionais (Nuted) e do Núcleo de Educação Permanente (Nudep), ambos vinculados à Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep). *Com informações do IgesDF
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Paciente oncológico do Hospital de Base ganha festa de aniversário surpresa
O aniversário de 58 anos de Edson Belizário da Silva ficará gravado em sua memória de uma forma especial. Internado no Hospital de Base Distrito Federal (HBDF) onde realiza tratamento oncológico e aguarda fechamento de diagnóstico de um problema na coluna, Edson ganhou uma festa de aniversário inesquecível. “Nunca tive uma festa de aniversário dessas. Só tenho a agradecer”, disse Edson Belizário da Silva, paciente oncológico do Hospital de Base | Foto: Alberto Ruy/IgesDF Organizada pela Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília, a festa teve como tema o time do Flamengo, a grande paixão de Edson. Emocionado com a surpresa, ele se divertiu recebendo toda a família na Casinha da Rede. “Nunca tive uma festa de aniversário dessas. Só tenho a agradecer. E a família reunida é o que eu queria”, declarou. A filha de Edson, Jéssica Batista da Silva, de 33 anos, agradeceu a homenagem e elogiou o tratamento que seu pai tem recebido no Hospital de Base. “Ele tem sido muito bem cuidado e assistido. Achei linda essa homenagem”, disse. Estiveram presentes na festa, além da esposa de Edson, os seus filhos e filhas, netos e netas, além de seus irmãos e irmãs. Edson ganhou a festa temática e o jogo de dominó após a coordenadora da Rede Feminina de Combate ao Câncer conversar com a esposa do paciente | Foto: Alberto Ruy/IgesDF Além de organizar a festa, a Rede Feminina também comprou um presente muito desejado por Edson: um jogo de dominó. O voluntariado também conseguiu a doação de um colete postural que ajuda Edson a manter a coluna firme para que ele consiga ficar sentado. Segundo a coordenadora da Rede Feminina, Larissa Bezerra, a missão do voluntariado é ajudar esses pacientes a enfrentarem a doença e o tratamento. “Quando o Nildo, irmão do Edson, me perguntou se poderíamos cantar parabéns para ele, nós resolvemos organizar a festinha”, conta. Após conversar com a esposa de Edson e descobrir sua paixão pelo Flamengo e seu desejo de ganhar o jogo de dominó, bastava colocar em ação o plano de realizar a celebração. “O nosso maior sentimento nesse momento foi impulsionar esse paciente a continuar enfrentando as suas dores, enfrentando o seu tratamento, mas sem esquecer de que ele pode sim realizar sonhos ainda, de que ele pode viver momentos mágicos. A Rede Feminina é isso. Compartilhar, fazer acontecer e despertar a alegria, o sonho e o sorriso de todos os nossos pacientes”, finalizou. *Com informações do IgesDF
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Projeto Humanizar contribui para a prevenção de infecções hospitalares no HBDF
Em uma iniciativa integrada, o Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar (NCIH) convidou a equipe do projeto Humanizar para que os auxiliares de humanização pudessem realizar o acolhimento de visitantes e acompanhantes de pacientes internados na UTI do Hospital de Base com o objetivo de orientar sobre a prevenção de bactérias multirresistentes. Os profissionais do projeto Humanizar foram treinados para fazer a orientação dos visitantes e acompanhantes da UTI do 3º andar sobre a Cartilha de Controle de Infecção Hospitalar | Foto: Divulgação/IgesDF “Temos um grande desafio em conter as bactérias multirresistentes no hospital como um todo. As unidades mais desafiadoras são as UTIs, pois os pacientes com frequência utilizam acessos vasculares centrais e tubos orotraqueais, o que aumenta o risco de infecção por bactérias hospitalares”, conta o infectologista e coordenador da NCIH, Julival Ribeiro. “A orientação e o cumprimento do que está na cartilha é o que garante a segurança e o rápido restabelecimento de nossos pacientes e interrompe o ciclo de transmissões” Letícia Angelo, chefe do Núcleo de Humanização Como estes pacientes estão em estado grave, muitos recebem visitantes e acompanhantes que desejam estar com eles neste momento tão difícil. De acordo com o infectologista, se não forem orientados adequadamente, estes visitantes podem se contaminar com bactérias multirresistentes e propagá-las para outros pacientes internados, ou até para o ambiente domiciliar. “Por essa razão criamos a Cartilha de Controle de Infecção Hospitalar, desenvolvida como parte do Projeto de Pesquisa que o HBDF tem com o Center for Diseases Control and Prevention (CDC) dos EUA. Essa cartilha é entregue a todos, visando orientar os visitantes e acompanhantes a como minimizar estes riscos de contaminação e transmissão”, explica Julival. Integração com o Núcleo de Humanização Porém, o NCIH, junto com a equipe assistencial das UTIs, percebeu que apesar da cartilha ter sido escrita para o público em geral em linguagem acessível, muitos visitantes estavam tão apreensivos e fragilizados com a situação crítica do seu familiar que não abriam o folheto. “A partir desta percepção, se fez necessário pensar em novas estratégias para acolher e pedimos ajuda ao projeto Humanizar”, contou Julival. O Humanizar tem como madrinha a primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha Rocha, e visa o acolhimento humanizado dos pacientes e seus acompanhantes nas unidades geridas pelo IgesDF como o Hospital Cidade do Sol, o Hospital de Base, o Hospital Regional de Santa Maria e as unidades de pronto atendimento (UPAs). Após visitas nas UTIs e conversas com os visitantes e acompanhantes, os profissionais do Humanizar foram treinados para fazer a orientação dos visitantes e acompanhantes da UTI do 3º andar sobre a cartilha. “Os visitantes recebem uma breve orientação sobre o conteúdo do material e sua relevância, visto que o não cumprimento coloca seu ente querido em risco e compromete sua recuperação. A orientação e o cumprimento do que está na cartilha é o que garante a segurança e o rápido restabelecimento de nossos pacientes e interrompe o ciclo de transmissões”, explica a chefe do Núcleo de Humanização, Letícia Angelo. A cartilha tem sido bem recebida, principalmente na primeira visita. Em caso de reincidências, os usuários já conhecem o procedimento. A entrega é feita na chegada do familiar, momento em que são coletados os dados para identificação na recepção da UTI. Segundo Julival, já se pode observar uma melhora importante da adesão às medidas de controle pelos visitantes. Segundo Letícia, diversos resultados positivos são esperados daqui para frente, tanto no nível clínico quanto no nível organizacional e psicológico. “Além da redução das taxas de infecção e da resistência antimicrobiana, nossa expectativa é que essa abordagem realize uma melhora no bem-estar do ecossistema hospitalar, proporcionando um ambiente seguro a todos”, conclui Letícia. *Com informações do IgesDF
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IgesDF fortalece atendimentos de saúde à população com admissão de 84 profissionais
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) deu início a 2025 com um importante passo para reforçar a qualidade do atendimento à população: a primeira integração do ano para novos colaboradores. O evento, realizado nesta segunda-feira (6) no auditório do PO700, marcou a chegada de 84 profissionais que atuarão nas unidades gerenciadas pelo instituto, como o Hospital de Base (HBDF), o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), o Hospital Cidade do Sol (HSol), as unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e o Centro de Distribuição e Logística, no SIA. Graças à agilidade e eficiência do modelo de gestão do IgesDF, que permite contratações rápidas e direcionadas às necessidades do sistema de saúde, as novas admissões incluem profissionais como médicos especialistas, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, farmacêuticos, agentes de humanização, maqueiros, técnicos em nutrição e laboratório, além de assistentes e analistas administrativos. Novas admissões do IgesDF incluem profissionais como médicos especialistas, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas e farmacêuticos | Foto: Alberto Ruy/IgesDF A integração, que aconteceu das 8h30 às 17h, foi projetada para apresentar o instituto, seus valores e diretrizes, além de abordar aspectos administrativos, como o acesso ao Sistema Eletrônico de Informações (SEI) e prontuários de pacientes. Palestras sobre segurança no trabalho, controle de infecção hospitalar e experiência do paciente destacaram a importância de uma atuação baseada na humanização e na excelência. Para a gerente geral de Pessoas, Elaine Silvestre, o processo de integração é essencial para consolidar o engajamento dos novos colaboradores. “A integração vai além de receber um novo colaborador, é uma oportunidade de transmitirmos conhecimentos e ferramentas que assegurem o bom desempenho de suas funções. Também reforçamos as políticas do IgesDF, que têm como foco a qualidade e a governança, essenciais para um atendimento humanizado e eficiente”, destacou. A gerente de Desenvolvimento Humano, Nildete Dias, reforçou o papel estratégico da integração: “Esse momento é fundamental para sanar dúvidas sobre o funcionamento do instituto e questões legais. Ele prepara os novos colaboradores para iniciarem suas atividades com segurança e clareza, alinhados aos valores do IgesDF.” “Estou muito feliz por fazer parte do IgesDF. Desde o início, senti que fui acolhida de forma especial, e participar dessa integração foi fundamental para entender as normas, diretrizes, direitos e deveres como colaboradora. Isso nos dá segurança para começar essa nova etapa com confiança e foco no atendimento à população,” afirmou Vânia da Silva, uma das novas integrantes da equipe. *Com informações do IgesDF
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