Com investimento de R$ 2,9 milhões, GDF leva asfalto ao acesso da escola do Incra 9
Estudantes, professores e moradores do Incra 9 passaram a contar, nesta segunda-feira (8), com um acesso asfaltado entre a BR-070 e a escola pública da comunidade, no Setor de Chácaras Alexandre Gusmão, em Ceilândia. Com investimento de R$ 2,9 milhões, a obra integra o Caminho das Escolas, programa do GDF voltado para a pavimentação de vias próximas a unidades de ensino em áreas rurais do Distrito Federal. Durante a entrega da obra, a governadora anunciou: “Já temos pedidos para outros dois trechos, que estão em elaboração, com o objetivo de concluir a pavimentação no Incra 8 e no Incra 9, com apoio de deputados e da bancada federal, que também destinou recursos” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Com mais uma rua pavimentada, avançamos no cercamento de toda essa área”, comemorou a governadora Celina Leão, que acompanhou a entrega da obra. “Já temos pedidos para outros dois trechos, que estão em elaboração, com o objetivo de concluir a pavimentação no Incra 8 e no Incra 9, com apoio de deputados e da bancada federal, que também destinou recursos. Esse é um esforço conjunto para garantir dignidade à população que vive no campo. Os alunos passam a chegar à escola com mais conforto, sem poeira ou lama, mesmo diante das duas estações bem marcadas da região, seca e chuva. A melhoria também preserva os ônibus e contribui para uma melhor qualidade de vida para todos.” Área rural Trecho da obra concluída liga a BR-070 à escola, atendendo diretamente a comunidade do Incra 9 A intervenção contemplou pavimentação, drenagem, sinalização horizontal e vertical e obras complementares no trecho de acesso à unidade de ensino. O trecho liga a BR-070 à unidade escolar e atende diretamente a comunidade do Incra 9, formada por estudantes, famílias, professores, trabalhadores da educação e moradores da área rural de Ceilândia. “Ações como essa mostram a força desse governo que não faz obra somente nas cidades, mas também na área rural, que tem uma carência muito grande”, pontuou o presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur Júnior. “E essa entrega é ainda mais importante quando é na porta de uma escola, com crianças que sofrem na seca e na chuva. Isso é, inclusive, uma questão de saúde para a comunidade escolar, que agora não lida mais com as doenças causadas pela poeira.” [LEIA_TAMBEM]A escola atende cerca de 500 estudantes. Pela manhã, recebe turmas da educação infantil e do ensino fundamental I; à tarde, alunos do ensino fundamental II; e, à noite, estudantes do ensino médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA). A obra faz parte do pacote de intervenções do Caminho das Escolas em Ceilândia. A emenda federal de bancada destinada ao conjunto de obras soma R$ 22,4 milhões e contempla também acessos a outras unidades de ensino da área rural. Caminho das Escolas O Caminho das Escolas foi criado para melhorar o deslocamento de alunos, professores e servidores da educação em áreas rurais. Segundo a Secretaria de Governo (Segov-DF), o programa já havia viabilizado 29,2 km de acessos pavimentados a escolas rurais desde 2020, com previsão de chegar a 42,9 km após a conclusão das obras em andamento. Andreia Gomes, que mantém uma ONG no local: “O asfalto fez muita diferença para a gente. A gente respirava poeira. Então, essa melhoria não beneficia só os alunos, mas também quem trabalha aqui” Moradora da região, Andreia Gomes, de 57 anos e mantenedora de uma ONG de proteção animal, destacou a importância da obra para a comunidade: “O asfalto fez muita diferença para a gente. Antes, com a passagem dos ônibus, havia muita poeira. A gente respirava poeira. Então, essa melhoria não beneficia só os alunos, mas também quem trabalha aqui. Há várias ONGs aqui na região, e foi muito importante para todos nós”. Eron Lopes, organizador de eventos: “Antes, o Incra 9 parecia uma região abandonada. Esse asfalto foi o que de melhor aconteceu para a comunidade. Trouxe dignidade para todos nós” Também morador do Incra 9, o organizador de eventos Eron Lopes, 60, também ressaltou o impacto da obra para a comunidade: “Antes, o Incra 9 parecia uma região abandonada. Era inadmissível ter uma escola tão próxima da rodovia e ainda em estrada de chão. Esse asfalto foi o que de melhor aconteceu para a comunidade. Trouxe dignidade para todos nós”. Escola Classe 15 Antes da entrega do acesso asfaltado no Incra 9, a governadora Celina Leão visitou a Escola Classe 15 de Ceilândia, única unidade da região que oferece ensino integral em tempo integral para cerca de 530 estudantes do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental. “Em Ceilândia, muitas mães trabalham; então, com o ensino integral, elas podem deixar seus filhos em um lugar seguro onde estão aprendendo e se desenvolvendo” Mariângela Rolim, diretora da Escola Classe 15 de Ceilândia Com jornada de dez horas diárias e 530 alunos matriculados, a escola desenvolve projetos nas áreas de educação financeira, informática, esporte e cultura, além de acumular premiações em iniciativas pedagógicas e de alimentação escolar. A unidade também recebeu recentemente um novo parquinho, instalado após pedido feito por uma aluna à governadora. A diretora da Escola Classe 15 de Ceilândia, Mariângela Rolim, enfatizou o papel do ensino integral para a comunidade, tanto no desenvolvimento pedagógico e segurança nutricional das crianças quanto no apoio que oferece às famílias. “Quando a criança passa mais tempo na escola, ela tem mais tempo para se desenvolver”, avaliou. “Os projetos que temos, de horta, educação física e outros, potencializam a aprendizagem”, enumerou a diretora. “Nesse cenário, são os meninos que ganham, porque uma escola que atende crianças durante dez horas consegue atender as famílias também. Em Ceilândia, muitas mães trabalham; então, com o ensino integral, elas podem deixar seus filhos em um lugar seguro onde estão aprendendo e se desenvolvendo.” Na agenda, a governadora Celina Leão anunciou a construção de um vestiário para atender a comunidade escolar. Para a secretária de Educação, Iêdes Braga, esses espaços chegam em uma boa hora. “Com a construção dos vestiários feminino e masculino, essas crianças vão poder tomar banho”, lembrou. “Também vamos fazer uma parceria com a CEB que vai resolver o problema da rede elétrica das escolas, porque muitas unidades não suportam ar-condicionado e outras demandas”.
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GDF investiu R$ 7,4 milhões em recuperação de quase 10 mil km de estradas rurais nos últimos anos
Nos últimos anos, o Governo do Distrito Federal (GDF) intensificou as ações de manutenção e recuperação de estradas rurais. Entre 2019 e 2026, foram recuperados cerca de 9,5 mil quilômetros de vias em diferentes regiões do campo, com investimento superior a R$ 7,4 milhões. As intervenções buscaram aprimorar as condições de deslocamento, facilitar o escoamento da produção agrícola e ampliar a segurança nas áreas rurais. Secretarias, administrações regionais e outros órgãos importantes do GDF investem na manutenção das estradas rurais | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília As ações de manutenção das estradas rurais envolvem diversos órgãos do GDF, como as secretarias de Governo (Segov-DF) e de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), bem como o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), administrações regionais e a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). De acordo com o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, o trabalho é permanente e busca ampliar a infraestrutura definitiva em pontos estratégicos. “Em um período de muitas chuvas, naturalmente as estradas rurais sofrem muito”, aponta. “Cada vez que o governo entra com uma infraestrutura definitiva, amplia a economia, reduz o desperdício da produção e melhora a qualidade de vida das pessoas que vivem no campo”. Crescimento 1.700 km Total de estradas rurais do DF recuperadas em 2025 Os números mostram uma evolução gradual no volume de serviços ao longo dos anos. Em 2019, foram recuperados 1.144 quilômetros de estradas. A soma subiu para 1.320 km em 2020 e foi de 1.245 km em 2021. Em 2022, foram 1.054 km recuperados, incluindo 64 km dentro do programa Porteira para Dentro, voltado a vias internas das propriedades rurais. Em 2023, o total passou para 1.278 km, sendo 227 km pelo mesmo programa. O maior volume foi registrado em 2024, com 1.802 km de estradas coletivas recuperadas e 232 km dentro das propriedades. Já em 2025, foram 1.700 km recuperados, incluindo 248 km do Porteira para Dentro. Além da manutenção das vias, o GDF também executou obras de drenagem e estruturação das estradas rurais. Nos sete anos, foram construídos 2.350 peitos de pombo — estruturas que ajudam a direcionar a água da chuva —, além de 990 novos bolsões de drenagem e a recuperação de outros 115. Impacto real A comunidade rural do Distrito Federal reúne mais de 50 mil pessoas que vivem e trabalham no campo. De acordo com o secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do DF, Rafael Bueno, as estradas rurais são fundamentais para garantir a conexão entre os produtores e os centros de comercialização. “As estradas rurais são importantes canais de escoamento e interligação entre o produtor rural, a cidade e as escolas”, enfatiza Rafael Bueno. “Quando fazemos esse trabalho de manutenção, garantimos a trafegabilidade para que aquilo que foi produzido com tanto esforço chegue em perfeitas condições ao consumidor final.” O secretário lembra que o trabalho também contribui para o transporte escolar e para reduzir o tempo de deslocamento dos moradores da zona rural. Didárcio Barros, produtor rural em Água Quente, comemora a ação do GDF: “Eu gastava em torno de R$ 30 mil a R$ 40 mil nessa estrada, só para manter esses 800 metros de subida. Agora, quando a estrada precisa de reparo, o órgão público vem com as máquinas. Acabaram o sofrimento e o prejuízo” | Foto: Matheus Borges/Agência Brasília O resultado de todo esse investimento aparece na rotina de quem vive e trabalha no campo. Produtor rural na região de Água Quente, Didárcio Milhomens Barros, de 68 anos, relata que a melhoria das condições das vias reduziu prejuízos e facilitou a logística da produção de aves. “Com a estrada boa, o cliente vem e pega direto, sem problema. Agora está muito melhor para transitar” Jurandi Silva, produtor do Incra 9 “A recuperação dessas estradas impacta muito, porque a infraestrutura para nós é essencial”, afirma. “Nessa granja, entra carreta o tempo todo; a cada 60 dias, entram 48 carretas só para pegar os frangos, fora os caminhões de ração que chegam todos os dias. Se não tiver estrada, a gente sofre, como estávamos sofrendo antes das intervenções.” Ele lembra que o período de chuvas provocava danos frequentes: “Eu gastava em torno de R$ 30 mil a R$ 40 mil nessa estrada, só para manter esses 800 metros de subida. Eram caminhões derrapando e atolando, daí a gente tinha que puxar com trator. Agora, quando a estrada precisa de reparo, o órgão público vem com as máquinas. Acabaram o sofrimento e o prejuízo”. Também produtor rural na região do Incra 9, Jurandi Barroso da Silva, 59, reforça a importância da recuperação das estradas para o escoamento da produção e o acesso de clientes às propriedades: “Quando a estrada está ruim, alguns clientes não vêm. A gente acaba perdendo venda ou tem que arrumar outro transporte para levar a mercadoria. Com a estrada boa, o cliente vem e pega direto, sem problema. Aqui passa ônibus escolar. Quando a estrada está ruim, ele atola e as crianças não conseguem ir para a escola. Agora está muito melhor para transitar”. Preservação ambiental [LEIA_TAMBEM]Além da manutenção tradicional, o GDF passou a adotar novas metodologias na recuperação das estradas. Entre elas está o uso de Resíduo da Construção Civil (RCC) e cascalho obtido com autorização ambiental, transformado em material de base para reforçar o solo das vias rurais. O coordenador da área rural do programa GDF Presente, William Lima da Silva, aponta que a prioridade é garantir vias seguras para moradores, estudantes e produtores. “Esse material ajuda a dar mais estabilidade para a estrada e melhorar a segurança viária”, avalia. “A prioridade é o caminho da escola, o escoamento da produção rural e o deslocamento dos moradores”. Na região de Água Quente, exemplifica ele, cerca de 10 a 15 quilômetros de vias receberam intervenções recentes. Outro ponto importante é o sistema de drenagem. Em vez de apenas nivelar o terreno, as equipes passaram a construir estruturas que direcionam a água da chuva para bolsões laterais. “Hoje há um trabalho para retirar essa água da estrada por meio de peitos de pombo e bolsões”, esclarece o secretário de Agricultura. “Essa água infiltra no solo, ajuda a recarregar o lençol freático e ainda aumenta o tempo entre uma manutenção e outra”. Caminho das Escolas Paralelamente à recuperação das estradas de terra, o GDF também investe na pavimentação de trechos estratégicos por meio do programa Caminho das Escolas. Entre 2019 e o início de 2026, foram recuperados ou pavimentados em torno de 52 quilômetros de vias, com investimento de cerca de R$ 69,7 milhões. “Quando pavimentamos uma via de terra, melhoramos o acesso de toda a comunidade escolar, diminuímos o tempo de deslocamento e proporcionamos mais segurança e qualidade de vida às crianças, pais e professores” Fauzi Nacfur Júnior, presidente do DER-DF O presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur Júnior, reforça que a iniciativa reflete diretamente no acesso dos estudantes às escolas. “O programa Caminho das Escolas é de suma importância por seu impacto social”, valoriza. “Quando pavimentamos uma via de terra, melhoramos o acesso de toda a comunidade escolar, diminuímos o tempo de deslocamento e proporcionamos mais segurança e qualidade de vida às crianças, pais e professores”, ressalta. Para o secretário-executivo da Seagri-DF, Pedro Paulo Gama, as ações vão além da mobilidade e têm papel estratégico no desenvolvimento do campo. “A correta manutenção das estradas rurais é muito importante na vida do produtor rural, não só para o trânsito das pessoas e transporte escolar, mas também para o escoamento da produção, evitando desperdício de mercadoria e prejuízos com veículos”, reforça. “A atuação conjunta entre os órgãos permite uma resposta mais ampla às demandas dos inúmeros núcleos rurais do DF”.
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Ponte no Incra 9, na zona rural de Ceilândia, será reformada
A ponte sobre o riacho localizado no Incra 9, na região rural de Ceilândia, começa a passar por obras de recuperação estrutural a partir desta terça-feira (14). A ação é uma parceria entre a Administração Regional da cidade, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), a Secretaria de Obras e Infraestrutura e a Novacap, com o objetivo de garantir mais segurança na travessia. Após a detecção de falhas estruturais, a ponte localizada no Incra 9, na zona rural de Ceilândia, passará por reforma; obras começam nesta terça (14) | Foto: Divulgação/Administração de Ceilândia Após vistorias técnicas, foram identificadas falhas estruturais que exigem intervenção imediata. Por esse motivo, a ponte precisará ser interditada totalmente durante o período de obra. Em caso de chuvas intensas ou imprevistos técnicos, os trabalhos poderão ser temporariamente suspensos para preservar a qualidade do serviço e a segurança dos operários. [LEIA_TAMBEM]“Essa é uma obra muito esperada pela comunidade e uma das prioridades da nossa gestão. Temos um compromisso com cada morador da região rural e estamos atuando com responsabilidade e rapidez para entregar uma ponte totalmente segura e resistente. É um trabalho que representa o cuidado e o respeito da administração com quem vive e trabalha nessa área tão importante para Ceilândia”, destacou o administrador regional, Dilson Resende. Durante a execução das obras, o trânsito será desviado por rotas alternativas devidamente sinalizadas, garantindo o deslocamento seguro de veículos, pedestres, viaturas e ambulâncias. Confira na imagem abaixo o trecho que será usado pelos motoristas durante a reforma: Imagem: Administração de Ceilândia A Administração Regional de Ceilândia reforça que os transtornos temporários são necessários para assegurar melhorias permanentes e reitera o compromisso em continuar cuidando da infraestrutura e da qualidade de vida de quem vive na região rural.
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Linhas de ônibus de Brazlândia têm alterações para atender Incra 9
Os usuários do transporte público coletivo na região do Incra 9, em Brazlândia, contarão com duas viagens adicionais a partir desta quinta-feira (28). A linha 0.404 terá uma partida extra às 5h14 e a linha 0.411 terá uma viagem adicional às 7h10. Esses horários correspondem às saídas dos veículos na plataforma Veredas. A partir desta quinta (28), usuários do transporte público coletivo do Incra 9 contarão com duas viagens adicionais na parte da manhã | Foto: Divulgação/Semob-DF O aumento das viagens foi possível com a transferência de horários de outras linhas. A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) determinou o ajuste nas linhas para adequar o atendimento na região. O horário das 5h14 foi transferido da linha 0.400 para a linha 0.404, e o horário das 7h10 foi transferido da linha 411.2 para a linha 0.411. O secretário titular da Semob, Zeno Gonçalves, explicou que a pasta está monitorando as linhas de ônibus de Brazlândia para oferecer os melhores deslocamentos e horários aos usuários do transporte coletivo. “Fizemos algumas alterações devido à reversão do trânsito na BR-070, com o objetivo de reduzir o tempo de viagem para o Plano Piloto. Agora, estamos ajustando essas viagens de acordo com o monitoramento da demanda”, explicou o secretário. O atendimento do transporte coletivo aos moradores da região do Incra 9 (DF-180) também conta com as linhas 0.402, 402.1 e 402.7, que juntas oferecem 47 viagens por dia. Por essas linhas, os usuários podem acessar a rede de linhas que operam em Ceilândia e o Metrô-DF, completando seus deslocamentos com o benefício da integração tarifária e operacional. Além disso, segundo Zeno, a Semob está concluindo o planejamento de uma nova linha de integração de Brazlândia para o centro de Ceilândia, passando pelo Setor O, que deverá entrar em operação em dezembro. “Serão mais oito veículos na frota que atende à região, passando pela DF-180, e que atenderão também aos Incras 8 e 9”, disse. O horário das 5h14 foi transferido da linha 0.400 para a 0.404, e o horário das 7h10 foi transferido da linha 411.2 para a 0.411 Novos horários Com as intervenções que começam a valer nesta quinta (28), as linhas alteradas contam com os seguintes horários de viagens no período da madrugada e da manhã: → Linha 0.400 Manhã: 7h02 | 8h14 | 9h26 | 10h38 | 11h14 → Linha 0.404 Madrugada: 4h38 | 5h14 → Linha 0.411 Madrugada: 4h40 | 5h | 5h20 Manhã: 7h10 → Linha 411.2 Madrugada: 5h35 | 5h50 Manhã: 6h15 | 6h40 | 8h | 9h | 9h40 *Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal
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Curso de macramê incentiva empreendedorismo de moradoras da área rural de Ceilândia
Treze moradoras do Incra 9, área rural de Ceilândia, concluíram nesta segunda-feira (18) o curso de macramê promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Distrito Federal (Senar-DF), em parceria com a administração regional da cidade. O conhecimento foi transmitido em 40 horas de aula, sempre das 8h às 17h, em que as participantes puderam ter momentos de interação social ao aprender os conceitos básicos da arte de tecelagem manual a partir de nós, franjas e barras. O grupo se reuniu na casa da pedagoga Cássia Teles, 28 anos, que também participou da formação. “Antes, a gente tinha que se deslocar até Ceilândia ou Brazlândia, e fazer o curso aqui facilitou tudo. Aprendemos os nós principais e agora poderemos trabalhar em peças personalizadas. Foram momentos únicos, algo que eu, que moro aqui há 24 anos, nunca tinha vivido”, contou. O conhecimento foi transmitido em quatro encontros em que as participantes puderam ter momentos de interação social ao aprender os conceitos básicos da arte de tecelagem manual a partir de nós, franjas e barras | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília A produtora rural Neiaria Barreto, 44 anos, acrescentou que a oportunidade inseriu as mulheres em um novo mercado de trabalho. “É algo que podemos colocar à venda e agregar em outros trabalhos. Uma toalha com macramê, por exemplo, tem o valor diferente de uma toalha comum, é algo diferenciado e feito à mão, não por uma máquina”, detalhou. “Faço outras coisas, como pintura em tela e peças com palitinhos de jornal, e é sempre bom aprender coisas novas. Já comecei uma bolsa e quero fazer suportes de plantas e para pets, porque vejo que tem gente interessada.” Quem ensinou o beabá do macramê foi a instrutora Idalina Rodrigues, que se dedica há mais de duas décadas ao trabalho. “Sabendo fazer os nós, elas podem criar várias peças – cangas, bolsas, cintos, tapetes… Ensinei os primeiros passos e agora elas podem trabalhar e ganhar dinheiro com isso, fazendo um pano de prato, um suporte para planta. Depois, no avançado, a gente vai melhorar ainda mais o trabalho delas”, disse. Todo o material utilizado foi disponibilizado gratuitamente pelo Senar-DF. Pedagoga Cássia Teles: “Antes, a gente tinha que se deslocar até Ceilândia ou Brazlândia, e fazer o curso aqui facilitou tudo” Impulso O administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, enfatizou o papel do curso no fortalecimento da economia familiar: “O governo faz a sua parte e a sociedade civil organizada e o terceiro setor também. Esse somatório de força é muito importante, ainda mais no caso deste curso, já que o artesanato ajuda na composição da renda familiar. Geralmente, o marido trabalha vendendo serviços, fazendo plantio, enquanto a esposa cuida dos filhos e, com o macramê, pode agregar na renda da família.” A gerente de Apoio à Área Rural da Administração Regional de Ceilândia, Ana Paula Rosado, ressaltou o trabalho contínuo de inclusão e qualificação profissional na região: “Muitas vezes os moradores e agricultores têm dificuldade em acessar os serviços do governo, e a administração, junto com os demais órgãos, atua para fazer a promoção do desenvolvimento rural. Temos trabalhos de melhoria da qualidade de vida e inclusão social para famílias da área rural, além de cursos, oficinas, palestras e eventos com o objetivo de promover a interação entre a comunidade, proporcionando lazer, união e renda.” Vinculado à Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o Senar-DF desenvolve ações de incentivo à agricultura familiar e qualificação profissional para empreendimentos rurais. “O Senar-DF tem treinamentos que vão desde o cultivo de hortas e artesanato ao treinamento de tratorista e de uso de drone. Nós vamos até às comunidades, evitando que os moradores tenham que se deslocar e trazendo a vivência deles para os cursos. As capacitações têm certificação, e o produtor pode atuar na própria propriedade ou buscar o mercado de trabalho”, esclarece o analista mobilizador da entidade, Edvan de Oliveira.
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Após 50 anos de espera, governo leva asfalto ao Incra 9, em Ceilândia
“Eu não estava acreditando que isso ia acontecer. Quando vi que realmente tinha gente trabalhando aqui, jogando massa asfáltica na porta da minha casa, eu percebi que era verdade.” O relato é da autônoma Mércia da Silva, de 29 anos, que compartilha a satisfação de ver o pedido atendido junto a outros 650 produtores da região — que há décadas reivindicam a pavimentação no Incra 9, em Ceilândia. Para levar o tão aguardado asfalto aos moradores de lá, este Governo do Distrito Federal (GDF) investiu mais de R$ 2 milhões. “Eu moro aqui há mais de 50 anos, e toda vida era estrada de chão. A gente já correu muito atrás de alguém para melhorar nossa situação aqui e nunca nos ouviram. Agora, finalmente trouxeram essa obra para nós”, agradeceu o aposentado Sebastião Araújo Rabelo, 69. De um total de 1,6 quilômetro, a obra já foi executada em 600 metros, chegando até a porta da casa do autônomo Wellington da Silva, 34. “Eu aguardo por esse dia há muito tempo. As pessoas prometiam o asfalto e não cumpriam. Me falaram dessa obra no ano passado, mas eu nem acreditei. Quando o maquinário chegou, vi que estava acontecendo”, comemorou. Mércia da Silva, autônoma: “Eu não estava acreditando que isso ia acontecer. Quando vi que realmente tinha gente trabalhando aqui, jogando massa asfáltica na porta da minha casa, eu percebi que era verdade” | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A obra é tocada pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), com recursos próprios. O trecho a receber o pavimento vai da BR-070 até o final do Centro Educacional Incra 9 — instituição de ensino que acolhe aproximadamente 600 estudantes. “Essa era uma obra solicitada havia muito tempo, e conseguimos colocá-la agora no cronograma. Os serviços são executados diretamente pelo departamento. Além da terraplenagem, faremos pavimentação, drenagem, sinalização horizontal e vertical”, detalhou o engenheiro e chefe do 5º Distrito Rodoviário, Eli Câmara. De acordo com o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, o pavimento vai garantir mais conforto e segurança aos produtores agrícolas, além de toda a comunidade escolar: “Vai resolver muitos dos problemas que temos aqui, como poeira e erosões. O ideal é asfaltar as vias ao redor da escola, para que fique totalmente acessível”.
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Carreta do Na Hora chega a 26 mil atendimentos realizados
Lançada em fevereiro de 2022, a Unidade Móvel do Na Hora já promoveu 26.465 atendimentos à população. Também chamada de Carreta do Na Hora ou Na Hora Móvel, a iniciativa busca facilitar o acesso do cidadão, especialmente aqueles que vivem nas regiões mais distantes e vulneráveis do Distrito Federal, aos serviços de órgãos parceiros. Vinculado à Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) e coordenado pela Subsecretaria de Modernização do Atendimento Imediato ao Cidadão, o programa já passou por diversas regiões administrativas. “Concentrar em um mesmo local serviços prestados por órgãos públicos aos cidadãos é desburocratizar. A Sejus-DF trabalha para facilitar a vida da população do DF e o Na Hora permite agilidade e conforto. É priorizar a cidadania”, afirma a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. População de cidades onde não há posto do Na Hora pode ser atendida nas unidades móveis do projeto | Foto: Renato Alves/ Agência Brasília De fevereiro a dezembro do ano passado, a carreta promoveu 16.696 atendimentos em 36 eventos itinerantes, realizados em Samambaia, Ceilândia, Sol Nascente, Recanto das Emas, Itapoã, São Sebastião, Estrutural, Planaltina, Mestre D’armas, INCRA 9, Varjão, Guará, Jardim Botânico, Taguatinga, entre outras cidades. Já neste ano, de janeiro ao primeiro final de semana de setembro, a unidade esteve em 15 eventos itinerantes em diferentes regiões administrativas por meio do programa GDF Mais Perto do Cidadão. No total, foram 9.769 atendimentos. Quem procura a carreta busca serviços variados, como a confecção das carteiras de identidade e de trabalho; emissão do CPF; regularização de serviços de água e energia; orientação jurídica; disponibilização de serviços do Departamento de Trânsito (Detran), da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedes); do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Receita Federal e Procon; entre outros. [Olho texto=”“Concentrar em um mesmo local serviços prestados por órgãos públicos aos cidadãos é desburocratizar” esquerda_direita_centro=”direita”] A estrutura móvel é formada por 14 pontos de atendimento; um ponto de autoatendimento; porta com elevador de acessibilidade PcD; banheiro e copa para uso dos servidores; uma sala de TI; gerador com autonomia de 6h; ar-condicionado; além de mobiliário e equipamentos modernos. Próximos eventos A Unidade Móvel do Na Hora estará presente no Assentamento 26 de Setembro, nos dias 29 e 30 de setembro. Para outubro, estão previstos atendimentos no Paranoá, nos dias 13 e 14, e no Sol Nascente, de 26 a 28. Gama e Água Quente recebem a carreta em novembro, enquanto Samambaia e Ceilândia serão contempladas em dezembro. Na Hora [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Com 21 anos de existência, completados em junho deste ano, o Na Hora soma mais de 42 milhões de atendimentos. Em um único local, a população encontra vários órgãos públicos que ofertam serviços de cidadania. Atualmente, há oito unidades espalhadas pelo DF que funcionam em locais de grande circulação e de fácil acesso, reunindo 26 órgãos parceiros. Veja endereços e telefones aqui. Além da Carreta do Na Hora, outras duas iniciativas promovem acesso da população aos serviços públicos. O projeto Na Hora Cidades descentraliza os serviços de autoatendimento nas administrações regionais de São Sebastião, Planaltina, SCIA/Estrutural e Recanto das Emas. Já o Alô Na Hora, é mais um canal de agendamento para os serviços presenciais, que pode ser acionado pela Central de Atendimento ao Cidadão do Distrito Federal – Central 156, opção 8.
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Renovação de mais de 7 km de estradas de terra beneficia 570 estudantes
Cerca de 7,5 km de estradas de terra serão recuperados para benefício da comunidade e estudantes do Incra 9, na área rural de Ceilândia. Em mais uma ação do programa Caminho das Escolas, o GDF Presente, a Secretaria de Agricultura e a Novacap estão renovando as estradas que atravessam a região, em especial nas glebas 3 e 4 do Núcleo Rural Alexandre Gusmão. Equipes trabalham para a renovação de estradas de terra e melhorar a mobilidade de moradores e estudantes | Fotos: Divulgação/GDF Presente A vila fica situada próxima a duas rodovias movimentadas da capital, a BR-070 e a DF-180. E o Centro Educacional (CED) Incra 9 atende a moradores de todas as idades, tanto do Alexandre Gusmão quanto de comunidades vizinhas, como Bela Vista. E não é pouca gente. São 570 estudantes dos ensinos fundamental, médio, anos iniciais e da Educação para Jovens e Adultos (EJA). E, para que 12 ônibus escolares possam circular ali, as vias precisam estar em ordem. “Praticamente 90% dos alunos usam o transporte escolar. Se a estrada não estiver em boas condições, fica inviável”, conta o diretor Márcio Régis de Oliveira. “Esse cuidado é muito importante, até mesmo para evitar que os alunos faltem as aulas”. Um caminhão-pipa da Novacap está sendo usado para reduzir a poeira das vias Para a ação, serão usados resíduos da construção civil (RCC) doados pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Após a patrolagem e o nivelamento da pista de terra, o material é assentado pelos operários. Um caminhão-pipa da Novacap também está sendo usado para baixar a poeira das vias. Segundo o coordenador do Polo Rural do GDF Presente, Manoel Castro, a situação das vias estava precária, com muitas valas e atrapalhando a mobilidade no local. Os dois sentidos da pista sofrerão ação das máquinas. De acordo com o administrador de Ceilândia, Claudio Rodrigues, esse tipo de serviço não para, seja na seca, seja em tempo de chuvas. “A área de campo precisa de uma atenção especial do Estado. Trata-se de melhorar a infraestrutura para garantir a mobilidade a esses moradores e aos estudantes, além de ser um cuidado especial para evitar prejuízos com as enxurradas”, finaliza.
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