Roteiro cultural no DF tem teatro, percussão, exposições e atividades de férias
Teatro em Arniqueira, percussão em Ceilândia, exposições em museus e atividades de férias em biblioteca compõem a agenda cultural do Distrito Federal entre esta quinta-feira (23) e a próxima quarta-feira (29). O roteiro também inclui oficinas, clubes de leitura, aulas abertas, cinema universitário, apresentações musicais e a abertura de uma mostra dedicada a artistas de diferentes territórios da Amazônia. Em Arniqueira, o espetáculo Estranhoíntimo será apresentado de quinta-feira (23) a domingo (26), com entrada gratuita. A montagem parte da fusão das dramaturgias Amores Surdos, de Grace Passô, e Leão no Aquário, de Vinícius de Souza, para abordar relações familiares marcadas por afeto, conflito, convivência e distanciamento. As apresentações serão na administração regional da cidade (ADE Conjunto 02, lotes 33/34). Na quinta e na sexta-feira (24), as sessões ocorrerão às 20h. No sábado (25) e no domingo (26), haverá apresentações às 18h e às 20h. O espetáculo Estranhoíntimo estará em cartaz em Arniqueira, de quinta a domingo | Foto: Jordana Mascarenhas/Divulgação Em Ceilândia, a Praça da Feira Central recebe, no sábado, o evento Batukenjé Orquestrado: Percussão Itinerante no DF. A atividade é gratuita e tem classificação livre. A agenda combina apresentações da Orquestra Percussiva Batukenjé e oficinas de iniciação à percussão afro-brasileira, ministradas pelo mestre Celin du Batuk, com apoio de monitores. A programação em Ceilândia será dividida em dois períodos: Manhã Das 10h30 às 11h: apresentação da Orquestra Percussiva Batukenjé Das 11h às 12h: oficina gratuita de iniciação à percussão Tarde Das 14h às 14h30: apresentação da Orquestra Percussiva Batukenjé Das 14h30 às 15h30: oficina gratuita de iniciação à percussão A atividade Batukenjé Orquestrado: Percussão Itinerante, na Praça da Feira Central de Ceilândia, combina apresentações da Orquestra Percussiva Batukenjé e oficinas de iniciação à percussão afro-brasileira | Foto: Divulgação No Espaço Cultural Renato Russo, as atividades desta quinta-feira se distribuem pela Galeria Rubens Valentim, pelo Galpão das Artes, pela Sala de Atividades, pela Sala Multiúso, pelo Galpão Hugo Rodas e pelo Teatro de Bolso. A agenda do dia inclui exposição de estudantes das oficinas em artes plásticas e visuais, oficina de cenografia do Festival Inclusivo, aulas de dança com Ricardo Lira e aulas de teatro 60+ do Grupo Viva a Vida, além do espetáculo Meduza, do Grupo Âmago. Na sexta-feira, o espaço terá exposição na Galeria Rubens Valentim, oficina de pintura com Roberta Camargo, oficina de pandeiro e espetáculo Maurice, no Galpão Hugo Rodas. No fim de semana, a agenda inclui o Festival Carona de Cinema Universitário, o projeto Em Cantos, com Célia Porto, o Sarau 8 ou 80 e novas sessões do espetáculo Maurice. A relação completa de atividades, salas e horários está disponível no site do espaço. O Espaço Cultural Renato Russo tem programação variada durante toda a semana | Foto: Agência Brasília Na Biblioteca Nacional de Brasília, a exposição Sertões segue no segundo andar até 31 de julho. A semana também terá visitas guiadas, contação de histórias, oficinas, cursos, clubes de leitura, sessão de psicodrama, patinação urbana e projeção mapeada na fachada. No Museu Nacional da República, parte das salas passa por troca de exposições ao longo da semana. Permanecem disponíveis ao público a mostra Dípticos, Arte e Curadoria, na Galeria 2, até 9 de agosto; Muído em Aleijo ou Aleijo em Miúdos, na Galeria 3, até 30 de agosto; e O Thyssen Está de Visita, na área externa, até domingo. No Museu de Arte de Brasília (MAB), entre domingo (20) e segunda-feira (27), seguem a mostra de longa duração do acervo do MAB, na galeria principal; Marés e Respiro, de Ingrid Haubrich, na Sala da Contemplação; e Rejuntes Afetivos, de Isabel Becker, na Sala Multiúso. A galeria temporária e o hall estão em período de montagem para a exposição Poéticas Paranaenses — MAC-PR. O Museu Vivo da Memória Candanga mantém, até 31 de julho, exposições como Poeira, Lona e Concreto; A Importância da Mulher na Construção da Nova Capital; Candangos e Pioneiros: Ernesto Silva e Edson Porto; A Construção de Brasília — Fotografias de Jankiel Gonczarowska (1956–1970); Cerrado de Pau de Pedro; e Brasília Memória Viva — Fotografias de Joaquim Paiva. No Museu Vivo, as Oficinas Saber Fazer ensinam corte e costura, bordado, crochê, tricô e reciclagem de jeans Também no Museu Vivo, as Oficinas Saber Fazer funcionam de segunda a sexta-feira, com atividades de corte e costura, bordado, crochê, tricô, reciclagem de jeans, cursos, exposições e palestras. O projeto Poéticas da Meia-Noite — Fechaduras Abertas ocorre de segunda a sábado, das 9h às 13h. Aos sábados e domingos, há curso de capacitação em Técnicas de Resgate da Autoestima, das 8h às 17h. A atividade Aventura de Educação Ambiental, do Grupo de Escoteiros Hokma Guará — 35º DF, está prevista das 9h às 12h. O Museu Vivo da Memória Candanga fica na Via Epia Sul, Setor Juscelino Kubitschek, Lote D, Núcleo Bandeirante. O pessoal do Baque Dandalunda comanda atividades como o projeto Sonhos em Movimento, na Casa do Cantador Na Casa do Cantador, a semana terá ensaio e ações formativas do Baque Dandalunda na segunda-feira; aulas de balé do projeto Sonhos em Movimento na quarta, quinta e sexta-feira; e ensaio de canto do Coral Levando a Vida na quinta-feira. No domingo, o espaço recebe confraternização com feijoada e samba, das 8h às 18h. A Casa do Cantador fica na QNN Quadra 32, Área Especial G, Ceilândia Sul. O Memorial dos Povos Indígenas ficará fechado para visitação até terça-feira (28), por causa da troca de exposições. A abertura da Exposição dos Povos da Floresta está marcada para terça, das 19h às 21h. A visitação começa na quarta-feira (29) e segue até 27 de setembro, de terça a domingo, das 9h às 17h, com entrada gratuita. A mostra reúne fotografias, pinturas, esculturas, instalações, curtas-metragens, registros audiovisuais e experiências em realidade virtual de artistas indígenas, povos tradicionais e criadores de diferentes territórios da Amazônia. Entre os nomes presentes estão Gustavo Caboco, Paula Sampaio, Will Arehj Gavião, Graciano Wauto Am, Marcela Bonfim, Alexis Bastos, Fred Bastos, Alexandre Rotuno, Saulo de Souza, Rafael Prado, Evandro Câmara, Bototo, Avener Prado, Isaías Miliano, Pedro Macuxi, Kaiwino Wiz, Vinícius Kenede, Caripoune Yermollay, Ya Juarez, Keyla Palikur, Thay Ptit, Hugo Figueiredo e Gilson Tupinambá. Além das obras expostas, a agenda da Exposição dos Povos da Floresta inclui curtas-metragens de Rondônia, Roraima, Amapá e Pará e quatro experiências em realidade virtual. A mostra também terá recursos de acessibilidade, como intérpretes de Libras e audiodescrição das obras por QR Code.
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Fim de semana tem Festival Cultural Europeu, Brasília Game e cultura cerratense
O Festival Cultural Europeu no Museu de Arte de Brasília (MAB), o Brasília Game Festival no Estádio Nacional Mané Garrincha e o I Festival de Gastronomia e Cultura Cerratense estão entre os destaques da agenda cultural e turística do Distrito Federal deste fim de semana até o dia 20. A programação reúne cinema, games, gastronomia, exposições, oficinas e atividades formativas em diferentes pontos da capital. Lançamento do jogo de RPG A tale of silent depths é uma das atrações do Brasília Game Festival | Foto: Divulgação No MAB, o Festival Cultural Europeu movimenta o sábado (16), das 11h às 18h, com contação de histórias, cooking show, apresentações musicais, flamenco, estandes de países europeus e área gastronômica. A programação inclui participação do Coral Cantus Firmus, show da cantora Georgia Alô, apresentação do grupo Courant d’Art e atividades promovidas pelo Instituto Cervantes e pelo Goethe-Zentrum Brasília. A entrada é gratuita, com sugestão de doação de 1 kg de alimento não perecível para participação em sorteios. O museu fica no SHTN, Trecho 1, Projeto Orla, Polo 3, Lote 5. Na área gamer, o Brasília Game Festival ocupa o Estádio Nacional Mané Garrincha entre sexta-feira (15) e domingo (17), das 11h às 20h. Um dos destaques será o lançamento do jogo A tale of silent depths e do livro Profundezas silenciosas: a garota que via além, inspirados no universo do RPG desenvolvido pela Crit42 Studio. A programação inclui ainda campeonatos, concursos de cosplay e mostra de jogos independentes. O estádio fica no Eixo Monumental, SRPN. O grupo Pé de Cerrado faz show na Casa Baco, no Casapark, durante o I Festival de Gastronomia e Cultura Cerratense | Foto: Toninho Tavares/Divulgação A gastronomia regional ganha espaço no I Festival de Gastronomia e Cultura Cerratense, no sábado, das 14h às 22h, na Casa Baco, Casapark. O evento reúne feira de produtos regionais, oficinas, aula-show gastronômica, apresentação de catira, vivência em ritmos e danças do oeste africano, DJ Psylohat, Nãnan Quarteto e show do grupo Pé de Cerrado. A entrada é gratuita. O Casapark fica no SGCV Sul, Lote 22. O Memorial dos Povos Indígenas apresenta a mostra Território da diversidade | Foto: Divulgação No Memorial dos Povos Indígenas, a exposição Território da diversidade entra nos últimos dias de visitação, em cartaz até sábado, com objetos, artefatos, fotografias e painéis sobre povos indígenas do Brasil. O espaço também recebe a oficina Pintura Indígena em Tecido, com Patrícia Kamayurá, sábado e domingo, das 13h às 18h. O memorial fica no Eixo Monumental Oeste, Praça do Buriti, em frente ao Memorial JK. No circuito das artes visuais, a Galeria Rubem Valentim mantém em cartaz até o dia 24 a exposição Superfície interna, primeira individual da artista Lydia Daza, com obras produzidas entre 2023 e 2026. A galeria fica no Espaço Cultural Renato Russo, na CRS 508, Bloco A, Loja 72, Asa Sul. Filmes do Ghibli Fest, centrado em produções japonesas, podem ser vistos no Cine Brasília | Foto: Divulgação O Museu Nacional da República mantém em cartaz, até 14 de junho, a mostra Entre traços e tramas: na tessitura do tempo, de Maurício Rolo. A exposição reúne trabalhos construídos a partir de linhas, cores e formas geométricas, em diálogo com arte contemporânea, biologia e matemática. O museu fica no Setor Cultural Sul, Lote 2, próximo à Rodoviária do Plano Piloto. No Cine Brasília, a programação da semana inclui o Ghibli Fest Parte 2, até o dia 27, com filmes do estúdio japonês, além de sessões especiais ao longo do mês. O cinema fica na EQS 106/107, Asa Sul. Em Planaltina, o Complexo Cultural recebe no domingo, às 20h, o stand-up Enterrado vivo, com Léo Lins. O espaço fica na Avenida Uberdan Cardoso, Setor Administrativo, Lote 2.
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Curta ‘O Futuro é Indígena’ celebra a força e sensibilidade da infância ancestral
O Memorial dos Povos Indígenas apresenta neste sábado (25), às 10h, o curta-metragem O Futuro é Indígena, obra que retrata a infância como força política e poética no contexto da luta dos povos originários. O filme acompanha Xiwariru, uma menina de sete anos da etnia javaé, durante o 20º Acampamento Terra Livre (ATL) de 2024 — o maior encontro de povos indígenas do país. O cotidiano de uma criança indígena em meio a rituais do Acampamento Terra Livre é o foco do filme | Foto: Divulgação Com narrativa sensível, o documentário revela o cotidiano da criança em meio às marchas, rituais e encontros que compõem o ATL. A partir de sua perspectiva, o curta apresenta uma nova forma de ver o mundo indígena, em que o futuro se desenha na continuidade das tradições e na presença ativa das novas gerações. Financiado pela Lei Paulo Gustavo, o filme apresenta uma equipe composta exclusivamente por mulheres — entre elas, mulheres indígenas, negras e com deficiência —, reafirmando o compromisso com a diversidade e a representatividade no audiovisual. Afetividade A diretora Julia Pá é conhecida por mergulhar nas comunidades que retrata, construindo relações de afeto e confiança com seus personagens. Em O Futuro é Indígena, ela amplia essas conexões para o público, promovendo empatia e reflexão sobre o papel das mulheres e das infâncias na resistência cultural. “Essa produção é um exemplo do poder transformador da cultura quando ela nasce do território e da vivência real”, avalia o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes. “A Lei Paulo Gustavo tem possibilitado que vozes historicamente silenciadas encontrem espaço e reconhecimento. O Futuro é Indígena traduz isso com beleza e verdade, reafirmando o compromisso do Distrito Federal com a diversidade e o protagonismo dos povos originários.” A exibição integra a programação cultural do Memorial dos Povos Indígenas, espaço dedicado à valorização das culturas ancestrais e à promoção de diálogos entre diferentes tradições. A entrada é gratuita. Serviço O Futuro é Indígena → Sábado (25), às 10h, no Memorial dos Povos Indígenas, com com interpretação em Libras. Exibição gratuita e aberta ao público, mediada pelo Educativo do Memorial. → 25 a 31: Exibição mediada pelo Educativo do Memorial em horários exclusivos para estudantes. Agendamento de visitas de escolas: arandueducativo@gmail.com / 61 99882-7400. *Com informações da Secec-DF
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Cinema itinerante, capital da moto e festival de animes fazem parte das atrações deste fim de semana no DF
Do ronco dos motores a sessões de cinema sob as estrelas e apresentações culturais para toda a família, o fim de semana no Distrito Federal oferece experiências para todos os gostos. Com o tradicional Capital Moto Week, festivais geek, cinema inflável e outros eventos culturais, a cidade se transforma em um grande palco de lazer e diversidade, com boa parte da programação gratuita e integralmente incentivada pelas secretarias de Turismo (Setur), Esporte e Lazer (SEL) e Cultura e Economia Criativa (Secec). Os brasilienses contam, ainda, com os programas Lazer para Todos e Vai de Graça para facilitar o deslocamento e garantir o acesso gratuito às atrações. Neste final de semana, o Zoológico também está oferecendo entrada gratuita no sábado, além do domingo. Confira a agenda cultural e não fique de fora! Cinema O projeto Cinema Inflável exibirá filmes como Pantera Negra em Brazlândia | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Com uma tela de 10 m x 6 m, o cinema ao ar livre chega a Brazlândia nesta sexta-feira (25). No projeto Cinema Inflável, a exibição de filmes é gratuita e beneficia sete regiões administrativas do DF e cinco cidades de Goiás, com sessões, bate-papos, saraus e atividades recreativas. Com apoio institucional do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Governo (Segov), a iniciativa gratuita já recebeu aproximadamente 6 mil pessoas e conta com distribuição de pipoca, refrigerante e atividades promovidas por pontos de cultura locais. A programação é de sexta a domingo, sempre a partir das 18h, com término das atividades às 21h30. Entre as obras exibidas neste fim de semana estão Pantera Negra, na sexta-feira (25); Elementos, no sábado (26); e O Auto da Compadecida, no domingo (27). Mais informações podem ser encontradas no Instagram do projeto. Não é necessário retirar ingresso e a classificação indicativa é livre, mas é importante observar a orientação de cada filme. Os lugares não são marcados e podem ser ocupados por ordem de chegada. É permitido levar lanches para consumir no local, banheiros serão disponibilizados pela organização do evento e não é permitida a comercialização de alimentos e bebidas. A programação do Cine Brasília tem títulos para todos os gostos | Foto: Divulgação Há também a programação do Cine Brasília para preencher o fim de semana de quem curte a telona, exibindo o clássico Taxi Driver, de Martin Scorsese, e a estreia de F1 - O Filme, protagonizado por Brad Pitt. O espaço exibe, ainda, uma sessão inclusiva neste sábado (26), às 14h, com o filme Estou me Guardando para Quando o Carnaval Chegar. A programação completa pode ser consultada pelo site do equipamento público. Capital do rock Entre os eventos de rock que ocuparão Brasília neste fim de semana, está um dos favoritos de quem curte um passeio em duas rodas: a 22ª edição do Capital Moto Week começa nesta quinta-feira (24) e transforma Brasília na maior Cidade da Moto da América Latina pelos próximos 10 dias, até 2 de agosto. O festival deve atrair cerca de 800 mil pessoas de 22 países e movimentar R$ 60 milhões na economia local, gerando 17 mil postos de trabalho diretos e indiretos. Além de exposições, o Capital Moto Week terá shows de nomes como Samuel Rosa e Angra Mais de 1.800 motoclubes de todo o Brasil e do mundo já confirmaram presença no Parque de Exposições da Granja do Torto, onde o evento reúne 107 shows distribuídos em cinco palcos temáticos, com headliners como Paralamas do Sucesso, Biquíni, Capital Inicial, Samuel Rosa, Angra e a banda canadense Magic!. “O Capital Moto Week é fundamental para nossa cadeia produtiva de turismo, especialmente quando falamos do passeio motociclístico, que se tornou um dos nossos produtos turísticos mais atrativos”, destaca o secretário de Turismo, Cristiano Araújo. "É um festival que valoriza a cultura, fomenta a economia e o turismo, gera emprego e renda. O Capital Moto Week é o coroamento dessa vocação natural de Brasília para o rock", observa o secretário. O festival oferece entrada gratuita para pessoas com deficiência (PCD), tradução simultânea em Libras, kits sensoriais para neurodivergentes e a Vila do Bem, que oferece atendimentos gratuitos de saúde e serviços profissionais. "O Capital Moto Week é fundamental para nossa cadeia produtiva de turismo, especialmente quando falamos do passeio motociclístico, que se tornou um dos nossos produtos turísticos mais atrativos" Cristiano Araújo, secretário de Turismo Os ingressos estão disponíveis na plataforma parceira do evento (bilheteriadigital.com/capital-moto-week). A programação deste final de semana e outras informações estão disponíveis no site oficial do evento. Mais uma opção para os fãs de rock estará em cartaz no Espaço Cultural Renato Russo, no domingo (27), com uma programação gratuita que mistura música, arte, inclusão e a história de Brasília. O Rock Cultural – 1ª Edição terá shows, exibição de documentários, exposições, feiras de artistas locais e bate-papos para a população, das 14h às 19h30. Entre as atrações está Philippe Seabra, da banda Plebe Rude, além da Banda Fuzo e DJ Maraskin. Moda e teatro O Espaço Cultural Renato Russo, localizado na 508 Sul, também recebe entre os dias 26 e 27 mais uma edição da Varanda It's Time Brechó, que une moda sustentável e consumo consciente. Com peças a partir de R$ 10, o evento reunirá diversos expositores oferecendo peças únicas e cheias de história em um ambiente acolhedor com música. Ressaltando a cultura indígena, o Memorial dos Povos Indígenas promove neste sábado (26), às 15h, a contação da história O Guerreiro Celeste. Inspirada na tradição oral do povo Tapuia, a história aborda temas como espiritualidade, resistência, natureza e renascimento. Ao final da contação, será realizada uma oficina de confecção de peças com sementes brasileiras (colares, pulseiras ou amuletos), simbolizando a continuidade dos saberes, a conexão com a terra e a força espiritual da natureza. O Memorial dos Povos Índigenas recebe a contação de história O Guerreiro Celeste | Foto: Divulgação E-sports e animes A segunda etapa do Cerrado Cup chega ao JK Shopping neste fim de semana. O circuito itinerante de e-sports do DF já teve mais de 300 inscrições e ocorre até 27 de julho, com classificatórias de sexta a domingo. O projeto oferece competições de alto nível, ações interativas e estrutura acessível para jogadores de todas as idades e perfis — incluindo crianças, amadores, profissionais e pessoas com deficiência (PCD). O circuito itinerante de e-sports do DF já teve mais de 300 inscrições | Foto: Divulgação As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site oficial do evento, em que também estão disponíveis os regulamentos de cada jogo. Além das disputas, o público poderá participar das arenas livres, das 10h às 22h — como a Arena Just Dance, a Arena Corrida com simuladores realistas, a nostálgica Arena Fliperama e o Museu do Videogame Retrô, com consoles clássicos dos anos 1980 até os anos 2010. Já para os fãs da cultura pop japonesa, o Anime Summit 2025 reúne a maior convenção de animes no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade entre os dias 25 e 27 de julho. A programação é diversificada e inclui a final da segunda edição da Liga Brasileira de Cosplay (LBC). Os visitantes poderão desfrutar de atrações como o Artist’s Alley, concursos de Cosplay, uma praça de alimentação variada e a presença de artistas como Ayumi Miyazaki, Feh Dubs, JILUKA e Kaya. Além disso, diversas lojas e expositores estarão presentes, oferecendo produtos dessa expressiva cultura japonesa e experiências para os fãs. O evento oferece recursos de acessibilidade como audiodescrição, plataformas elevadas, rampas, intérpretes de Libras e fones abafadores, além de meia-entrada social mediante a doação de 1kg de alimento não perecível ou um mangá em bom estado. Os ingressos estão disponíveis na plataforma parceira do evento. Lazer Para Todos Os domingos e feriados ganharam um novo significado para as famílias brasilienses, com a implementação do programa Lazer Para Todos, do GDF. A iniciativa garante entrada gratuita ao Jardim Botânico de Brasília e ao Zoológico de Brasília, espaços importantes de entretenimento da capital. Neste final de semana, o Zoo também está oferecendo entrada gratuita no sábado, além do domingo. E, durante o mês de julho, que coincide com as férias escolares, o espaço também vai funcionar todas as segundas-feiras. Atualmente, a entrada para o Jardim Botânico de Brasília (JBB) custa R$ 5 por pessoa. O local funciona de terça-feira a domingo, das 9h às 17h. Já no Zoológico de Brasília, o ingresso varia entre R$ 5 (meia-entrada) e R$ 10 (inteira). O local fica aberto de terça-feira a domingo e nos feriados, das 8h30 às 17h. Vai de Graça Lançado no final de fevereiro, o benefício do GDF permite a gratuidade nos ônibus e no metrô aos domingos e feriados. Linhas que atendem o Jardim Botânico de Brasília aos domingos → 0.147: São Sebastião (Residencial do Bosque)/L2 Sul/Rodoviária do Plano Piloto; → 0.181: São Sebastião (Residencial do Bosque)/Paranoá/Itapoã/Lago Sul (QI 23); → 0.186: São Sebastião/Lago Sul (Ponte das Garças)/Rodoviária do Plano Piloto; → 181.2: São Sebastião (Residencial do Bosque)/Lago Sul (Gilberto Salomão); → 183.2: São Sebastião (Vila do Boa)/Condomínios (Esaf-Big Box); → 183.6: São Sebastião (Residencial do Bosque)/Morro da Cruz/São Francisco/Mangueiral; → 183.7: São Sebastião (Capão Comprido — João Cândido — Itaipu — Condomínio Estrada do Sol); → 197.3: São Sebastião (Bairro São Francisco Qd. 09 — QI 23)/Rodoviária do Plano Piloto (Ponte JK). Linhas que atendem o Zoológico de Brasília aos domingos → 0.089: Ceilândia (M2 Norte e Sul)/Taguatinga (Avenida Comercial Norte/Avenida Centro)/Guará/Faculdade Euroamericana/Samdu Norte → 0.160: Núcleo Bandeirante (Zoológico)/Rodoviária do Plano Piloto (Eixo) → 0.172: Riacho Fundo I (EPNB)/Rodoviária do Plano Piloto (Zoológico – Eixo) → 0.373: Samambaia Norte (2ª Avenida)/Rodoviária do Plano Piloto (EPNB-Eixo) → 0.809: Recanto das Emas/Rodoviária do Plano Piloto (Eixo) → 0.821: Samambaia Sul (1ª Avenida)/Rodoviária do Plano Piloto (EPNB) → 0.825: Samambaia Sul (2ª Avenida)/Rodoviária do Plano Piloto (EPNB) → 154.2: Guará e Guará II/Rodoviária do Plano Piloto → 336.1: Setor P Sul/Rodoviária do Plano Piloto → 373.2: Samambaia Norte (1ª Avenida)/Rodoviária do Plano Piloto (EPNB) → 813.2: Recanto das Emas (EPNB – Epia)/W3 Sul – Norte → 870.1: Riacho Fundo II (QS 18 — Caub II)/Rodoviária do Plano Piloto (Eixo) → 870.7: Recanto das Emas (Qd. 800)/Rodoviária do Plano Piloto – via Eixo
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Memorial dos Povos Indígenas promove contação da história 'O Guerreiro Celeste'
O Memorial dos Povos Indígenas, por meio do projeto Educativo Arandu: Ouvir o Tempo, realiza uma atividade de contação de história, seguida de oficina, com entrada gratuita e aberta a todos os públicos, em 26 de julho, às 15h. A narrativa escolhida é O Guerreiro Celeste, conduzida por MuritiTapuia, arte-educadora indígena que une oralidade, ancestralidade e práticas artísticas como ferramentas de fortalecimento cultural. Inspirada na tradição oral do povo Tapuia, a história aborda temas como espiritualidade, resistência, natureza e renascimento. Por meio da jornada do guerreiro Viatã, que enfrenta forças sombrias nos céus para libertar seu povo e permitir seu renascimento sob a luz de Kwarasy (o sol), a narrativa convida o público a refletir sobre os ciclos da vida e os saberes indígenas. Inspirada na tradição oral do povo Tapuia, a história aborda temas como espiritualidade, resistência, natureza e renascimento | Foto: Divulgação/Secec-DF Ao final da contação, será realizada uma oficina de confecção de peças com sementes brasileiras (colares, pulseiras ou amuletos), simbolizando a continuidade dos saberes, a conexão com a terra e a força espiritual da natureza. O projeto Arandu: Ouvir o Tempo é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC). Serviço Contação de história: “O Guerreiro Celeste” e oficina de confecção de peças com sementes brasileiras. Data: 26 de julho (sábado) Horário: 15h Local: Memorial dos Povos Indígenas Entrada gratuita Público-alvo: Crianças, jovens e adultos interessados em cultura indígena, oralidade e arte-educação *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)
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Projeto propõe uma jornada pelos espaços de patrimônio do DF
No Dia Internacional dos Museus, comemorado neste 18 de maio, um projeto desenvolvido por professores e estudantes da Universidade Católica de Brasília (UCB) ganha destaque ao lançar luz sobre histórias pouco conhecidas e ampliar o acesso aos espaços de herança cultural do Distrito Federal. Intitulado Museus, Patrimônio e Direito à Memória, o trabalho é coordenado pelo professor Gustavo Menon e financiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), por meio do edital de Demanda Espontânea 2022, com o fomento de R$ 177 mil. Alunos de diversos cursos da Universidade Católica participaram da visita guiada | Foto: Divulgação/FAPDF A iniciativa integra ensino, pesquisa e extensão, reunindo estudantes de diferentes cursos da UCB em visitas técnicas a museus e instituições culturais da capital. O objetivo é refletir criticamente sobre o papel dos acervos museológicos e sua relação com o direito à cidade, à cidadania e à memória coletiva. “Muitos dos nossos alunos, sobretudo os que moram em regiões como Ceilândia e Taguatinga, nunca haviam entrado no Congresso Nacional ou em museus centrais de Brasília”, afirma Menon. “O projeto rompe essas barreiras geográficas e simbólicas, tornando o acesso à cultura um direito real.” Patrimônio acessível e memória plural Os participantes visitaram espaços como o Museu Nacional da República, o Memorial dos Povos Indígenas, o Museu do Voto (TSE), o Palácio Itamaraty e o Memorial JK. Durante os percursos, acompanhados pelas equipes educativas, os estudantes participaram de dinâmicas de leitura crítica dos acervos e debateram temas como diversidade, democracia, relações étnico-raciais e direitos humanos. A análise documental envolveu fichas de exposição e questionários aplicados durante as visitas. A metodologia utilizada foi a pesquisa-ação, com os próprios pesquisadores atuando de forma participativa e reflexiva nos encontros. “Este projeto está profundamente alinhado à missão da FAPDF de promover a ciência como instrumento de transformação social. Ao incentivar a reflexão crítica sobre a memória e o patrimônio cultural, contribuímos para uma sociedade mais consciente, plural e democrática — em que o conhecimento gerado nas universidades chega efetivamente às pessoas e aos territórios”, enfatiza o presidente da FAPDF, Marco Antônio Costa Júnior. Olhar para além do Plano Piloto Na segunda fase do projeto, os organizadores pretendem expandir o roteiro formativo para regiões fora do Plano Piloto, incluindo locais simbólicos como o Catetinho — primeira residência oficial do presidente Juscelino Kubitschek — e o Museu Vivo da Memória Candanga, que homenageia os trabalhadores que ergueram Brasília. Além disso, há planos para ampliar as parcerias com universidades como a UnB, a UnDF, e órgãos como o Iphan e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secom-DF), com foco na formulação de políticas públicas que valorizem o patrimônio cultural e promovam a inclusão. Contra o silêncio e a exclusão O projeto também assume uma postura crítica frente aos processos de patrimonialização que, historicamente, excluíram memórias de povos indígenas, comunidades negras, quilombolas e trabalhadores migrantes — como os candangos. “É preciso questionar a história oficial e abrir espaço para outras narrativas, muitas vezes silenciadas pelos discursos dominantes”, pontua Gustavo Menon. [LEIA_TAMBEM] A proposta está em sintonia com os princípios da nova museologia, que propõe práticas mais participativas, plurais e engajadas socialmente. “O museu não é apenas um lugar de conservação de objetos, mas um espaço vivo de debate, pertencimento e transformação social”, acrescenta Menon. Resultados e legado O projeto já resultou em um repositório digital, onde estão disponíveis os registros das visitas, reflexões e materiais didáticos produzidos. O site funciona como um espaço de memória coletiva e também como instrumento de ensino para futuras turmas. Acesse o projeto.
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Memorial dos Povos Indígenas recebe exposição Território da Diversidade
O Memorial dos Povos Indígenas, em parceria com a Aldeia Multiétnica, traz a Brasília, até o fim do ano, a exposição Território da Diversidade, um conjunto de objetos, artefatos, fotografias e painéis informativos sobre os povos Krahô, Mebengokre, Fulni-ô, Mehinako, Waurá, Kamaiurá, Yawalapiti, Mbya Guarani, Xavante e Kariri-Xocó. A mostra leva o público a explorar essa riqueza, oferecendo um olhar atento para a sociodiversidade dos povos indígenas que habitam nosso território muito antes da formação do Estado brasileiro. Cada um desses povos carrega uma história singular de resistência, conhecimento e relação com a terra, manifestadas em suas práticas culturais, línguas, rituais e modos de vida. Na exposição ‘Território da Diversidade’, o público poderá aprender mais sobre a cultura dos povos Krahô, Mebengokre, Fulni-ô, Mehinako, Waurá, Kamaiurá, Yawalapiti, Mbya Guarani, Xavante e Kariri-Xocó | Fotos: Divulgação/Secec Mais do que uma exposição de objetos e imagens, Território da Diversidade é um convite à reflexão. A mostra propõe um encontro com os saberes tradicionais e os desafios contemporâneos enfrentados pelos povos indígenas, destacando sua luta pelo reconhecimento de direitos, pela preservação de seus territórios e pelo respeito à sua autonomia. Ao percorrer o Memorial, o visitante é convidado a perceber a presença indígena para além do passado, compreendendo-a como parte fundamental da construção do presente e do futuro do Brasil. Entre cores, formas, sons e narrativas, a exposição celebra a diversidade linguística, os saberes e fazeres que enriquecem nossa identidade coletiva. “A exposição oferece à opinião pública uma verdade e uma referência para formarem suas conclusões” Davi Terena, gerente do Memorial dos Povos Indígenas Para Davi Terena, gerente do museu e indígena da etnia Terena do Mato Grosso do Sul, o principal objetivo da exposição é informar sobre a diversidade dos povos. “A exposição é para informar sobre a cultura e história, mostrando a realidade dos indígenas. Oferece à opinião pública uma verdade e uma referência para formarem suas conclusões, em que passado e presente são recursos para a melhor compreensão do momento atual, e mostrando uma grande quantidade de conjunto de bens que integram o patrimônio brasileiro e mundial”, explicou. [LEIA_TAMBEM] O subsecretário do Patrimônio Cultural, Felipe Ramón, destacou que “trazer essa mostra é uma forma de reconhecer que a diversidade cultural é um patrimônio vivo, essencial para a construção de uma sociedade mais justa e plural”. Serviço Exposição Território da Diversidade Memorial dos Povos Indígenas (em frente ao Memorial JK) Terça a domingo, das 9h às 17h Livre para todos os públicos Entrada gratuita *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa
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Fim de semana em Brasília tem programação cultural gratuita e despedida do Carnaval
Brasilienses e turistas terão diversas opções de cultura e lazer neste fim de semana. Com programações que incluem exposições artísticas, sessões de cinema acessíveis e a famosa ressaca de Carnaval, o que não falta é atração para quem não quer ficar em casa. Espiritualidade e relação territorial são inspirações da mostra Sarã, ãbakoháy ~ug hãhãw: Raízes, Memórias e Território, no Memorial dos Povos Indígenas | Fotos: Divulgação No Memorial dos Povos Indígenas, a exposição Imenu: Arte Visual Kaxuyana e Tiriyó, idealizada pela artista indígena Bárbara Rehkayie Kaxuyana, traz 30 pinturas que retratam grafismos e desenhos tradicionais dos povos kaxuyana e tiriyó. As obras foram criadas em oficinas realizadas na aldeia Santo Antônio, onde jovens e anciãos compartilharam histórias e técnicas ancestrais. Pinturas da exposição Imenu: Arte Visual Kaxuyana e Tiriyó também integram a programação do Memorial dos Povos Indígenas Tendo como base as tintas sobre tecidos de algodão cru, as pinturas conectam passado e presente, ressaltando a cultura desses povos originários. A mostra fica em cartaz até o dia 23 deste mês, podendo ser visitada de terça a domingo, das 9h às 17h. Também no Memorial dos Povos Indígenas, a exposição Sarã, ãbakoháy ~ug hãhãw: Raízes, Memórias e Território, da artista Uakyrê Pankararu Braz, reúne 20 obras que exploram a espiritualidade e a relação dos povos pankararu e pataxó com seus territórios. Criadas com lápis de cor, giz de cera, canetinhas e tinta guache, as ilustrações destacam a importância das mulheres indígenas como guardiãs da tradição. Assim como Imenu, essa mostra faz parte do edital de incentivo às exposições temporárias do Memorial, com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). Baby é a atração do Cine Brasília neste sábado, em sessão gratuita com audiodescrição e tradução para Libras Para os amantes da sétima arte, o Cine Brasília promove sessão acessível neste sábado (8), às 14h, com o filme Baby. A sessão contará com audiodescrição no sistema de som, tradução para Libras e legendas descritivas projetadas na tela, garantindo inclusão para pessoas com deficiência auditiva e visual. O longa-metragem narra a trajetória de Wellington, um jovem recém-saído de um centro de detenção juvenil que encontra novas formas de sobrevivência em São Paulo ao lado de Ronaldo, em uma história de amor e conflitos. A entrada é gratuita, por ordem de chegada. Para a criançada, o CarnaPati é diversão garantida em São Sebastião, no domingo E, para se despedir oficialmente das festividades carnavalescas, o bloco Carnapati organiza uma ressaca de Carnaval especial também no sábado, das 8h às 13h, no estacionamento do Eixo Cultural Ibero-americano, antiga Funarte. O evento gratuito contará com um espaço dedicado para receber e adotar animais de estimação. Na programação cultural, o destaque vai para o espetáculo Saltimbancos Músicos de Bremen, com sessões às 9h e 11h, e a apresentação do jovem DJ Rei, que animará o público infantil com um repertório especial. Outras atrações não deixarão o folião esquecer o Carnaval durante este final de semana. Veja abaixo aonde ir para aproveitar a saideira da festa. Sábado (8) ⇒ Bloco Vamos Fullgil: 15h às 22h, no estacionamento do Eixo Cultural Ibero-Americano, Plano Piloto ⇒ Vai com as Profanas: 14h às 22h, na Galeria dos Estados, Plano Piloto Domingo (9) ⇒ CarnaFamília: 16h às 23h, em São Sebastião (Rua 1, Quadra 7, Lote 20, Residencial do Bosque) ⇒ Bloco Carnaval Delas: 15h às 22h, na Praça São Sebastião, Setor Tradicional de Planaltina ⇒ Bloco Manga Botânica: 14h às 22h , no Parque Vivencial Jardim Botânico, Jardim Botânico.
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