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alunos da rede pública do DF

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Educação participa do Encontro Nacional + Ciência na Escola

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) participa do Encontro Nacional + Ciência na Escola no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), realizado entre os dias 24 e 26 de março. Promovida em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o Ministério da Educação (MEC) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a iniciativa reúne 14 escolas da rede pública de ensino do DF e mais centenas de instituições dos 26 estados brasileiros. O programa visa a criar espaços de prototipagem e inovação, os chamados "laboratórios maker" nas escolas da rede pública, priorizando estudantes dos anos finais do ensino fundamental, especialmente os de instituições de ensino localizadas em áreas de alta vulnerabilidade social. Prestigiaram a cerimônia de abertura autoridades como a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos; a secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá; o presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, Olival Freire; a diretora de Apoio à Gestão Educacional da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação, Anita Stefani, representando o ministro da Educação, Camilo Santana, além de diretores e reitores de universidades federais brasileiras.  Autoridades reúnem-se para celebrar a abertura do Encontro Nacional + Ciência na Escola | Foto: Jotta Casttro/Ascom SEEDF A secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, destacou a importância da oportunidade para os estudantes da rede pública. “É uma honra representar o DF num encontro que aponta para o futuro do Brasil. O programa + Ciência na Escola transforma a escola em espaço de criação, colocando estudantes no centro da experimentação, curiosidade e inovação. É preciso dizer com clareza que, não existe educação de qualidade no século XXI sem letramento científico digital”.  Serão investidos R$ 200 milhões no programa, com a instalação de laboratórios em quase duas mil escolas, beneficiando um milhão de estudantes brasileiros. O programa prevê a criação de ambientes estruturados, que possibilitem aos estudantes desenvolver ideias em projetos colaborativos, inovadores e críticos, incentivando o letramento digital e o aprendizado científico por meio da prática e da experimentação, contemplando ações voltadas também à formação de professores. Além do investimento nos laboratórios, serão oferecidas bolsas do CNPq para os coordenadores estaduais e de redes, estudantes e docentes das unidades participantes, especialistas convidados e alunos de graduação e pós-graduação, no âmbito de atividades de extensão.  Para a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, a união entre educação e ciência amplia horizontes. “Nós sabemos que a educação e a cultura científica contribuem para a formação de uma sociedade com mais capacidade de compreender e apropriar-se dos benefícios da ciência e tecnologia. O conhecimento nos liberta! Então, quando o jovem coloca a mão na massa, não está apenas aprendendo a ciência, está desenvolvendo autonomia, pensamento crítico e novas possibilidades de futuro”, declarou. O professor de robótica Marcos Caldeira e a estudante Amanda de Jesus Santos, do CED Vargem Bonita, trabalharão no laboratório maker Mais ciência na prática Uma das escolas da capital impactadas pelo programa é o Centro Educacional (CED) Vargem Bonita. O professor de robótica e coordenador do laboratório maker, Marcos Caldeira, explicou como esse programa poderá ser utilizado. “Nós fomos convidados pela Universidade de Brasília (UnB) para participar desse edital em abril de 2024. Juntos, fornecemos informações e provamos que o CED Vargem Bonita tem condições de receber o laboratório maker. Temos uma agrofloresta, então, precisamos de trituradores para fazer uma composteira; para o ensino fundamental, é importante uma impressora 3D... Vamos desenvolver projetos voltados à melhoria da comunidade também, já que na nossa região a produção de hortaliças é alta”.  As estudantes da escola, Maria Eduarda Lacerda e Amanda de Jesus Santos, ambas de 14 anos, são monitoras do CED Vargem Bonita e estão empolgadas com o projeto do laboratório. “Estou com expectativa muito alta! Toda vez que falam de ciência e escola, eles arrasam! Como estamos no 9º ano e já vamos sair da escola, queremos deixar exemplo, um caminho, uma trajetória”, reforçou Maria Eduarda.  Já Amanda complementou. “Com esse recurso, podemos ajudar a escola, inclusive nos traz mais responsabilidade, educação financeira e eu acho importante. Queremos que o projeto cresça para expandir essas ideias para a comunidade e para mais escolas também”.   *Com informações da SEEDF

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Terceiro lote do Cartão Uniforme Escolar para novos beneficiários é creditado

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) creditou, nesta segunda-feira (9), o terceiro lote do Cartão Uniforme Escolar, favorecendo 6.919 estudantes. O novo lote atende alunos cujos responsáveis retiraram o cartão, mas ainda não haviam recebido o crédito. Neste ano, o Programa deve beneficiar, ao todo, 412 mil alunos, com 2,8 milhões de peças do uniforme escolar em 656 escolas, totalizando um investimento total de R$ 113.196.000. O recurso é destinado a todos os estudantes regularmente matriculados na rede pública de ensino até 2025. Não há critério de renda, o que garante um crédito de R$ 282,99, por aluno para a compra de uniformes nas malharias credenciadas do DF. Nos casos das famílias com mais de um estudante contemplado, será emitido apenas um cartão por responsável, reunindo o valor total dos créditos. A subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais (Suape) da SEEDF, Fernanda Mateus, explica a importância da atenção com os prazos e com o uso correto do benefício. “Os pais e responsáveis devem ficar atentos ao cronograma e aos prazos para a retirada dos cartões. Após a entrega, é importante lembrar que o desbloqueio dos créditos deve ser feito pelo aplicativo BRB Social para que o benefício possa ser utilizado normalmente.” O recurso é destinado a todos os estudantes regularmente matriculados na rede pública de ensino até 2025 | Foto: André Amendoeira/SEEDF Cada estudante tem direito às sete peças que compõem o uniforme escolar: três camisetas de manga curta, duas bermudas, uma calça e um casaco. É importante ressaltar que a concessão ocorre de forma automática, desde que os dados cadastrais do estudante e do responsável estejam atualizados na secretaria da respectiva escola. O Cartão Uniforme Escolar amplia a autonomia das famílias, facilita o planejamento das compras e contribui para a organização do início do ano letivo. O programa funciona de forma semelhante ao Cartão Material Escolar e a outros benefícios sociais, garantindo mais autonomia, agilidade e respeito às necessidades de cada família. Após o crédito ser liberado, o responsável pode comprar as peças do uniforme em qualquer loja credenciada pela Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF). As lojas terão máquinas habilitadas pelo BRB para garantir a segurança da compra. Lembrando que o cartão só pode ser usado para adquirir o kit do uniforme escolar. Colégios cívico-militares Para os colégios cívico-militares, a previsão é que o primeiro lote seja creditado no dia 24 de março. Em 2026, a SEEDF atenderá a 29.733 estudantes das 25 escolas de gestão compartilhada, com 208.131 peças do uniforme escolar, somando um investimento de R$ 5.064.973,70.   *Com informações da SEEDF

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Projeto Planetário Itinerante leva astronomia e tecnologia a estudantes de escolas públicas de Santa Maria

O projeto Planetário Itinerante, fruto de uma parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e a Associação das Empresas Fomentadoras do Bem-Estar, leva ciência e tecnologia às instituições de ensino do Distrito Federal. A iniciativa democratiza o acesso ao conhecimento astronômico por meio de experiências interativas gratuitas, voltadas a estudantes da rede pública. Ao integrar educação e inovação no ambiente escolar, o projeto estimula o interesse pelas carreiras científicas e contribui para a formação intelectual de crianças e jovens de forma acessível. Entre os dias 22 de fevereiro e 13 de março, as atividades ocorrerão em nove unidades de Santa Maria, abrangendo o Centro de Ensino Médio 417, o Centro Educacional Santa Maria, os Centros de Ensino Fundamental 104, 201, 403 e 315, os Centros Educacionais 416 e 310, além do Centro de Ensino Médio 404. A programação inclui sessões educativas de astronomia, palestras e oficinas práticas que utilizam simuladores e jogos educativos para abordar temas como sustentabilidade e tecnologia. O cronograma integra ciência e tecnologia de maneira fluida, expandindo o papel do Planetário de Brasília como instrumento de educação e inclusão. O Planetário Itinerante aproxima a ciência do cotidiano dos alunos, transformando a escola em um espaço de descoberta e encantamento | Foto: Divulgação/Secti-DF O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, destaca que a descentralização do conhecimento é o caminho para despertar novas vocações e tornar a ciência um bem comum a todos os cidadãos. "O Planetário Itinerante é uma ferramenta estratégica para a popularização da ciência em nossa capital. Ao levar o conhecimento para além dos centros tradicionais, proporcionamos aos estudantes uma vivência que pode definir vocações e fortalecer o aprendizado de forma lúdica e impactante. Nosso compromisso é garantir que a inovação chegue a todos os cantos do DF, tornando o saber científico um patrimônio acessível", afirma o secretário. O Planetário Itinerante aproxima a ciência do cotidiano dos alunos, transformando a escola em um espaço de descoberta e encantamento. A iniciativa promove inclusão social e educacional, reforçando o compromisso de levar o saber técnico para além dos centros tradicionais. Com estruturas adaptadas e a presença de intérpretes de Libras, o projeto assegura a participação plena de todos os estudantes, consolidando a vivência científica como uma ferramenta de transformação e fortalecimento de valores educativos.   *Com informações da Secti-DF

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Acompanhe a cerimônia de sanção do PL que institui o programa Cartão Uniforme Escolar

 

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Alunos da rede pública do DF se preparam para a Olimpíada Nacional de Eficiência Energética

Alunos da rede pública do Distrito Federal participaram, nessa segunda-feira (15), da mobilização para a 4ª edição da Olimpíada Nacional de Eficiência Energética (ONEE) 2025. O lançamento regional ocorreu no Centro Educacional (CED) 03 de Sobradinho e reuniu estudantes e professores para discutir práticas de consumo consciente e incentivar a participação dos estudantes e educadores nessa iniciativa voltada para a educação sustentável. A olimpíada é promovida anualmente no âmbito do Programa de Eficiência Energética (PEE) da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e conta com a parceria de 48 distribuidoras de energia em todo o país. No DF, a Neoenergia Brasília é a responsável por apoiar a realização e investir na formação de jovens para o uso responsável da energia. “Essa parceria é fundamental para trabalharmos com os estudantes novas formas de consumo, aproveitando melhor os equipamentos e valorizando a eficiência energética”, destacou a diretora de Educação em Tempo Integral da SEEDF, Érica Martins. “Queremos que nossos alunos compreendam a importância da sustentabilidade e apliquem isso em seu dia a dia", complementa.  Encontro reuniu estudantes e professores com o objetivo de ampliar o engajamento da rede de ensino do DF na iniciativa educacional | Foto: Divulgação/SEEDF Educação que transforma A ONEE 2025 pretende envolver 500 mil estudantes de escolas públicas e privadas em todo o Brasil, com foco nos alunos do 8º e 9º anos do ensino fundamental. O objetivo é aproximar os jovens de temas como sustentabilidade, consumo consciente, uso eficiente de equipamentos e compreensão da matriz energética brasileira. A programação traz atividades que unem aprendizado e diversão: palestras, jogos, desafios práticos e dinâmicas interativas, que tornam os conteúdos técnicos mais acessíveis. Para a coordenadora da ONEE no Instituto Crescer, Ana Clara Lopes Borges, o impacto vai além da sala de aula. “A discussão sobre eficiência energética ajuda a formar uma geração mais inovadora e sustentável. Os estudantes levam esse conhecimento para suas vidas e compartilham com suas famílias.”[LEIA_TAMBEM] O diretor do CED 03 de Sobradinho, Clenilson Cortez, celebrou a iniciativa. “Nossa escola tem tradição em competições acadêmicas, como a Olimpíada Brasileira de Matemática e o Circuito de Ciência. Receber a ONEE fortalece essa cultura e amplia a consciência dos estudantes sobre o uso responsável da energia.” Como participar As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 30 de setembro pelo site oficial. Além dos prêmios para os estudantes, os professores participantes terão acesso a um curso de formação exclusivo.  Serviço Calendário da ONEE 2025 30 de setembro: fim das inscrições 6 a 10 de outubro: Fases 1 e 2 (desafios gamificados e prova) 20 de outubro: divulgação dos resultados 5 e 6 de novembro: Fase 3 e cerimônia de premiação, em Brasília   *Com informações da Secretaria de Educação

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Projeto vai oferecer exame de vista e óculos a alunos da rede pública do DF

A Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), por meio do Instituto de Cidadania e Desenvolvimento Social (Incide), vai levar às crianças matriculadas da rede de ensino pública do ensino fundamental do Distrito Federal (DF) o projeto Visão para Todos, que disponibilizará exames de vista e consultas médicas gratuitos, diagnosticando doenças refrativas como miopia, astigmatismo, hipermetropia. Projeto vai oferecer 2.100 atendimentos gratuitos para os alunos matriculados no fundamental I em escolas de São Sebastião, Riacho Fundo, Itapoã, Ceilândia e Taguatinga | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília A iniciativa também incluirá a doação de óculos com lentes corretivas àqueles que necessitarem, além de executar atividades culturais aos beneficiados nas respectivas escolas. O extrato do termo de fomento que formaliza a ação foi publicado nesta sexta-feira (20) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). No total, serão oferecidos 2.100 atendimentos gratuitos para os alunos matriculados no fundamental I, que abrange a faixa etária entre 5 a 14 anos, em escolas de São Sebastião, Riacho Fundo, Itapoã, Ceilândia e Taguatinga. Ainda, está prevista a doação de pelo menos 1.550 óculos com lente de grau para alunos necessitados. Idealizado pelo empresário e ex-deputado Carlos Tabanez, o Visão para Todos terá um investimento total de R$ 700 mil, recursos viabilizados por emendas parlamentares dos deputados distritais Robério Negreiros e Martins Machado. O projeto entrou em vigor no dia 18 deste mês, data em que o termo foi assinado, e seguirá até 27 de junho de 2025. O projeto também fomenta o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ao promover a saúde, garantir o direito à educação de qualidade e contribuir para a igualdade de oportunidades e proteção das crianças e adolescentes participantes do projeto. De acordo com a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, a iniciativa alinha-se diretamente com a missão da Sejus, que visa à promoção integral dos direitos das crianças e adolescentes. “Ao garantir acesso à saúde ocular e contribuir para a igualdade de oportunidades, o projeto fortalece o compromisso da pasta, através da Subsecretaria de Políticas para Crianças e Adolescentes (Subpca) com a inclusão social e educacional, garantindo que cada aluno tenha condições adequadas para aproveitar plenamente o ambiente escolar”, disse. Os atendimentos iniciarão com o ano letivo escolar de 2025 nas seguintes escolas: → Escola Classe Kanegae – Colônia Agrícola Riacho Fundo I, 01 Fazenda Sucupira – Riacho Fundo → Escola Classe Agrovila São Sebastião – Q100 Conjunto Q AE 01 – Bairro Vila Nova → Escola Classe 02 de Itapoã – Qd 378 – Conjunto L – Ae 03 – Itapoã → Escola Classe 52 de Taguatinga – Qnm 38 Ae 01, Taguatinga Norte → Escola Classe 16 de Ceilândia – EQNO 04/06, Área Especial, Ceilândia *Com informações da Sejus-DF  

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Rede pública de ensino do DF auxilia estudantes na transição escolar

O fim de um ano letivo e o começo de um novo representam um desafio para muitos alunos da educação básica. Algumas vezes, a mudança inclui uma nova escola, uma nova rotina escolar, novos colegas e professores. Para orientar profissionais de ensino público e estudantes nesse processo, a Secretaria de Educação (SEEDF) lançou o Caderno Orientador – Transição escolar: trajetórias na educação básica do Distrito Federal, que apresenta diretrizes e sugestões, didaticamente organizadas, para institucionalizar ações referentes a essa temática, tendo em vista uma educação acolhedora, sustentável e efetiva no âmbito da rede pública de ensino do Distrito Federal. Ângelo Gabriel foi conhecer a nova escola em que vai estudar: “Para mim, essa mudança é parte da nossa evolução, porque nós estamos no quinto ano e agora vamos para o sexto, e isso é ter sucesso, né?” | Foto: Mary Leal/SEEDF Na Coordenação Regional de Ensino do Núcleo Bandeirante, quando a transição ocorre dentro da mesma unidade escolar, no caso dos centros educacionais (CEDs), há orientações, informativos, reuniões com pais e responsáveis para que, junto com os estudantes, eles compreendam a importância de participação da família nesse processo. No caso das escolas classe e centros de ensino fundamental, as orientações incluem conversas junto à comunidade e, sempre que possível, contato entre as unidades escolares para trocas de experiências. Percurso escolar “O avanço de uma etapa escolar para outra representa a evolução das aprendizagens dos estudantes e o encontro com o novo”, explica a subsecretária de Educação Básica da SEEDF, Iêdes Soares Braga. “Novos professores, novos colegas, novos espaços! Neste contexto, torna-se fundamental o desenvolvimento de ações que venham contribuir para a melhor adaptação dos estudantes a fim de que se sintam acolhidos e encorajados a seguir, com sucesso, todo o seu percurso escolar.” [Olho texto=”Manual lançado pela Secretaria de Educação traz dicas sobre o processo de transição escolar ” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] A transição escolar ganhou espaço nas discussões e nos estudos educacionais, especialmente pela possibilidade de sua relação com a reprovação e com a evasão escolar, evidenciando a necessidade de ações que viabilizem minimizar os possíveis impactos decorrentes da transição entre as etapas e modalidades da escolarização, bem como de outras formas de transição que ocorrem no espaço escolar. Por isso, o manual traz orientações e dicas práticas sobre os diferentes processos de transição dentro do ambiente escolar, uma vez que as transições não se referem apenas ao início ou ao final de um ano letivo, mas ocorrem constantemente em diversos momentos, como na chegada de um novo estudante ou na mudança da educação infantil para o ensino fundamental. Nova fase No caso dos estudantes da Escola Classe 3 de Ceilândia, a mudança inclui uma instituição nova. Eles estão terminando o  quinto ano e, em 2024, vão estudar no Centro de Ensino Fundamental (CEF) 16, também em Ceilândia.  [Olho texto=”“Não é mais a tia, agora são professores. E é importante eles terem essa vivência, esse conhecimento do novo, do que virá” ” assinatura=”Kelly Patrícia Menezes de Souza, coordenadora da EC 3 de Ceilândia” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Na semana passada, os alunos que farão o sexto ano em 2024 fizeram uma visita guiada pela nova escola. O encontro teve como objetivo ambientar os estudantes com a nova escola, bem como ajudá-los a compreenderem suas novas responsabilidades e deveres. Pai de Artur, aluno do quinto ano, Denilson Pereira Rodrigues Cardoso manifestou boa expectativa com essa mudança na vida do filho: “Para ele, é uma novidade. Agora ele vai sair de um professor regente e terá vários professores, então ele está muito ansioso, e a gente está procurando fazer essa escolha da melhor maneira. Ele tem muitos colegas que vão vir para cá. Além disso, essa nova escola fica mais próxima da nossa casa, e tudo isso conta”. A transição escolar é um momento em que os estudantes começam a entrar em uma etapa mais desafiadora de suas vidas, ressaltou a coordenadora da EC 3 de Ceilândia, Kelly Patrícia Menezes de Souza. “Para as crianças, é uma nova etapa, é uma mudança que vai acontecer; afinal, na escola classe, eles são acostumados a ter um professor, com dinâmica própria, e agora, vão para uma escola maior, com estudantes maiores, vão aumentar a quantidade de professores e novas disciplinas”, avalia. “Então, é importante acontecer esse projeto para que eles não sofram esse impacto de uma vez. Não é mais a tia, agora são professores. E é importante eles terem essa vivência, esse conhecimento do novo, do que virá.” Crescimento [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Se, para alguns alunos, o clima é de nervosismo com a nova escola, para outros, a mudança significa evolução e crescimento. É o caso de Ângelo Gabriel Gonzalez Rodrigues, 11. “Para mim, essa mudança é parte da nossa evolução, porque nós estamos no quinto ano e agora vamos para o sexto, e isso é ter sucesso, né?”, afirmou, durante a visita à escola. “E vir aqui hoje, conhecer minha próxima escola, me deixou bem tranquilo, porque ela é grande e bonita, além da quadra de esportes que é grande também e muito legal”, completou. A turma foi recebida pela pedagoga do CEF 16 de Ceilândia, Denise Vilar, que fez um passeio por todas as partes da escola, mostrando as áreas comuns e as salas de aula, criando um clima de cordialidade entre os futuros membros da unidade. “A transição escolar é um momento cheio de novidades, e, por isso, pode ser desafiador para as crianças”, enfatizou Denise. “São muitas as mudanças, como novas amizades, professores, ambientes e responsabilidades. Tudo isso se transforma num enorme processo de aprendizado e descobertas”. Conheça o Caderno Orientador – Transição escolar: trajetórias na educação básica do Distrito Federal. *Com informações da SEE-DF

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Curso orienta estudantes de Ceilândia sobre segurança pública

O curso Promotor de Segurança Cidadã, realizado pela Secretaria de Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF) em Ceilândia, conscientizou estudantes da rede pública de ensino sobre segurança pública. O evento ocorreu nesta quinta (19) e sexta-feira (20) com o objetivo de sensibilizar, capacitar e transformar a visão dos jovens sobre o papel crucial que desempenham na prevenção da violência contra meninas e mulheres. O encontro, que contou com a apresentação da Orquestra Sinfônica da Escola de Música de Brasília no encerramento, foi realizado no Teatro Newton Rossi, no Sesc da região. Cerca de 420 adolescentes de 12 escolas de ensino médio da Ceilândia participaram da capacitação. Estudantes aprenderam, em dois dias de palestras, sobre temas como gerenciamento de conflitos, enfrentamento de violência doméstica e cyberbullying | Foto: Divulgação/SSP-DF Foram realizadas palestras sobre a construção da autoconfiança, identificação, prevenção e combate à violência de gênero, enfrentamento ao tráfico de meninas e mulheres, reconhecimento e ruptura de ciclos de namoro abusivo, gerenciamento de conflitos e enfrentamento da violência doméstica e familiar, além de conscientização sobre crimes cibernéticos e cyberbullying. Para o coordenador de Programas Comunitários da Subsecretaria de Prevenção à Criminalidade (Suprec) da SSP-DF, Henrique Neuto Tavares, a capacitação é essencial para que os estudantes se tornem defensores da igualdade de gênero e agentes de mudança em suas comunidades. “O curso de Promotor de Segurança Cidadã representa uma oportunidade única para nossa juventude se tornar agentes ativos na prevenção da violência contra meninas e mulheres. Ao capacitá-los com conhecimento e conscientização, estamos fortalecendo a proteção dos direitos e a preservação de vidas”. A palestrante e coordenadora de Políticas Públicas e Sociais da Suprec, Marina Rodrigues, o objetivo do curso não é apenas informar, mas também inspirar os jovens a se atuarem na construção de comunidades mais seguras e inclusivas. “O empoderamento pessoal não é apenas sobre adquirir poder, mas sobre usar esse poder para impactar positivamente nossas próprias vidas e as vidas daqueles ao nosso redor”. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A aluna do Centro de Ensino Médio (CEM) 9, Erica Bruno, 18 anos, acredita que o curso foi uma oportunidade de conscientizar os estudantes. “Achei importante para nossa formação, pois apesar de termos acesso a tantas informações, nunca sabemos tudo sobre determinados assuntos. Por isso foi tão importante assistir palestras com especialistas”. Já Thandressya Thayssa, de 17 anos, também do CEM 9, ressaltou os temas abordados. “Achei importante, pois foram abordados temas que os jovens não estão acostumados a ouvir ou acham que nunca serão vítimas. Além disso, falaram do empoderamento de meninas e meninos, que é muito importante para nossa autoestima, para nos amarmos como somos”. O curso Promotor de Segurança Cidadã já ocorreu em outras regiões administrativas, como Sobradinho, Recanto das Emas e Taguatinga. Estão previstas outras 12 edições do projeto para 2024. *Com informações da SSP-DF

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