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GDF reforça a saúde de Planaltina com inauguração de reforma do pronto-socorro e aumento de vagas para exames com novo tomógrafo 

Na manhã desta segunda-feira (15), a governadora Celina Leão entregou as obras de modernização do pronto-socorro do Hospital Regional de Planaltina (HRPL) e um novo aparelho de tomografia para a unidade de saúde. “Essa reinauguração dá mais qualidade de vida, dá mais estrutura para os nossos servidores”, disse a governadora Celina Leão | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília “Eu faço sempre questão de estar conversando com os nossos profissionais de saúde para ver onde a gente precisa melhorar” Governadora Celina Leão As medidas, que tiveram investimento inicial de R$ 1 milhão em contratos de manutenção, adequaram a unidade para atender uma população estimada em quase 219 mil habitantes, além de moradores de municípios goianos do Entorno, como Água Fria e Formosa. As ações ocorreram durante a passagem do programa GDF na Sua Porta pela cidade. Em visita às novas instalações do HRPL, Celina destacou o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com a saúde pública. “Essa reinauguração dá mais qualidade de vida, dá mais estrutura para os nossos servidores”, afirmou. “Aqui tudo foi redimensionado." Salas renovadas e leitos com suporte adequado às necessidades dos pacientes fazem parte das mudanças   A governadora detalhou as mudanças: “Os leitos todos têm suporte adequado, desde a parte de internação até a parte também das salas de emergência — além do tomógrafo, que, por determinação nossa, vamos ter em todos os hospitais. Eu faço sempre questão de estar conversando com os nossos profissionais de saúde para ver onde a gente precisa melhorar. Toda semana nós temos inaugurações e informes na área da saúde, e isso já é visível, inclusive nas cirurgias, pois nós começamos a fazer cirurgias eletivas no privado para tirar a pressão da rede”. Demanda 122 mil Número de atendimentos de emergência registrados no HRPL em 2025 Projetado originalmente em 1976 para atender uma população de 35 mil pessoas, o hospital hoje lida com uma demanda cerca de seis vezes maior, absorvendo 10% de todos os atendimentos de emergência da Secretaria de Saúde (SES-DF) — chegando a registrar quase 122 mil em 2025. A reforma contemplou 100% das áreas do pronto-socorro e modernizou completamente as redes elétrica, hidráulica e de gases medicinais, além de garantir a climatização de todos os boxes e consultórios com recursos de emendas parlamentares. Com as readequações e a eliminação de gargalos históricos, a expectativa é que o tempo de permanência do paciente na emergência seja reduzido. A otimização dos fluxos deve gerar um ganho estimado de 15% a 20% na capacidade de resposta do hospital em horários de pico, sem a necessidade de expansão da área construída. “Com uma estrutura totalmente revitalizada e ampliada, a gente está cuidando desse paciente no momento em que ele mais precisa” Juracy Lacerda, secretário de Saúde A reestruturação também permitiu a ampliação de leitos: a pediatria passou de oito para dez camas no total, e a clínica médica saltou de quatro para sete leitos no box de emergência, além de contar com 19 leitos de observação. Durante os trabalhos, um plano de contingência permitiu o funcionamento do setor em um bloco provisório, o que garantiu zero dias de desassistência à população. Conforto e segurança O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, frisou que o objetivo central da intervenção foi ampliar o conforto e a segurança dos pacientes: “Com uma estrutura totalmente revitalizada e ampliada, a gente está cuidando desse paciente no momento em que ele mais precisa. Quem procura um pronto-socorro está com algum problema, com dor em um grau elevado, então tem que ter garantida a segurança e um ambiente humanizado”. Para a diretora do HRPL, Keyla Blair de Oliveira, a entrega do espaço representa um marco no cuidado com a comunidade: “É dignidade. Foi reformado tudo no pronto-socorro, box infantil, box adulto, sala de espera, todos os consultórios, tudo informatizado, tudo com mais aconchego para a população. Foi aumentado o número de leitos, e agora temos isolamento, área para PcD, banheiros amplos, classificação de risco”. Para quem vive a realidade do hospital, a mudança estrutural também foi impactante. É o caso do mestre de obras Luis Marreiro, de 50 anos, que acompanhou de perto a evolução do espaço, relembrou dificuldades passadas e comemorou a nova estrutura que será oferecida aos pacientes e profissionais. O mestre de obras Luis Marreiro acompanhou os trabalhos: “A gente chegar a um ambiente em que a gente possa ser bem-atendido, que tenha condições que nem hoje vai ter aqui; é maravilhoso, porque antigamente não tinha isso” “Isso aqui estava em uma situação precária”, relatou. “[O atendimento, antes] não era muito bom. Hoje a gente tem condições de chamar médicos para cá, porque tem um ambiente agradável para eles trabalharem. Essa reforma é primordial, porque a gente chegar a um ambiente em que a gente possa ser bem-atendido, que tenha condições que nem hoje vai ter aqui; é maravilhoso, porque antigamente a gente não tinha isso”. Mudanças [LEIA_TAMBEM]As intervenções físicas foram além dos consultórios e leitos, contemplando também a acessibilidade e a infraestrutura de base do hospital. A fachada e as entradas de acesso passaram por uma reforma completa, ganhando novas rampas para pedestres e veículos de emergência. Internamente, todos os sistemas foram totalmente substituídos e adequados às normas vigentes — o que, do ponto de vista financeiro e sustentável, reduz perdas, evita manutenções corretivas frequentes e gera economia de recursos. A readequação dos espaços destinados a triagem, estabilização e apoio multiprofissional também foi redesenhada para melhorar a circulação de pacientes e profissionais, diminuindo pontos de congestionamento e os riscos de contaminação cruzada. A reforma garantiu, ainda, a aquisição de novos itens, como carrinhos de curativos, cadeiras para consultórios e 45 novas poltronas para os acompanhantes, renovando 100% dos assentos da emergência. Na ala pediátrica, a reestruturação permitiu ainda a criação de uma sala de medicação com capacidade para atender até quatro crianças simultaneamente.  

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Com novas estações, Metrô-DF vai transportar até 180 mil pessoas por dia

O Governo do Distrito Federal (GDF) segue investindo em mobilidade: desde 2019, foram inauguradas três novas estações do Metrô-DF — duas no Plano Piloto e uma em Águas Claras —  e novos pontos de embarque e desembarque sairão do papel nos próximos anos. A população terá acesso a mais duas paradas em Samambaia, que já estão em construção, e duas em Ceilândia, em fase de licitação. Investimentos no Metrô-DF resultaram em benefícios para mais de 5 mil usuários | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Nos últimos anos, o investimento do GDF na ampliação do Metrô-DF superou R$ 119,3 milhões. Parte dos recursos foi aplicada na construção das estações 106 Sul e 110 Sul, no Plano Piloto, inauguradas em setembro de 2020, e Estrada Parque, em Águas Claras, entregue em setembro do mesmo ano. Somados, os investimentos nos espaços chegam a R$ 42 milhões, que resultaram em aumento de 5 mil novos usuários no movimento diário. R$ 319 milhões Total de investimentos previstos para ampliação do Metrô-DF A outra parte do montante é referente às obras de expansão de Samambaia. De acordo com a Companhia do Metropolitano do DF (Metrô-DF), o investimento previsto para as obras chega a R$ 319 milhões, dos quais R$ 77.689.253,96 já foram executados. Atualmente, há frentes simultâneas de terraplenagem, drenagem, estruturas, contenções, sistemas complementares e intervenções especiais, com geração de cerca de 350 empregos, diretos e indiretos. Dez reeducandos do sistema penitenciário prestam serviços na empreitada, em conformidade com a Lei nº 4.652/2011. O diretor-presidente do Metrô-DF, Handerson Cabral, explica que a expansão de Samambaia já estava prevista desde a concepção original do metrô, há cerca de 30 anos. A retomada do projeto ganhou força a partir de 2023. “Já existia uma decisão do governo de preparar a infraestrutura da expansão de Samambaia”, lembra. “Conseguimos finalizar a licitação e começamos as obras entre março e abril de 2025”. “São iniciativas extremamente importantes para a mobilidade urbana do Distrito Federal” Handerson Cabral, diretor-presidente do Metrô-DF De acordo com ele, quando a ampliação dos ramais de Samambaia e Ceilândia for concluída, o metrô deverá receber mais 25 mil passageiros diariamente, com aumento de 5,9 km de via. “São iniciativas extremamente importantes para a mobilidade urbana do Distrito Federal”, enfatiza. Hoje, o Metrô-DF tem extensão de 42,3 quilômetros e transporta 160 mil usuários diariamente em média. Com as novas paradas nas duas cidades, o percurso passa para 48,2 quilômetros, e serão transportados cerca de 180 mil passageiros por dia.   Linha 2 Além das novas estações, o Metrô-DF planeja a construção da Linha 2, conectando a população da área sul do Quadradinho ao Plano Piloto. Serão atendidas cidades como Santa Maria, Gama, Riacho Fundo II, Recanto das Emas, Núcleo Bandeirante, Candangolândia, Cruzeiro e Plano Piloto, com integração a pontos estratégicos como a Rodoviária do Plano Piloto e a Esplanada dos Ministérios.  Atualmente, estão sendo elaborados os Estudos Preliminares de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTea) do empreendimento metroferroviário. “A próxima etapa é a modelagem econômica e financeira, junto ao anteprojeto de engenharia, para que a gente possa realizar a licitação dessa obra”, adianta Handerson Cabral. “A determinação da governadora Celina Leão é que isso seja feito o mais rápido possível, porque temos uma demanda de passageiros tão grande como a que atendemos hoje nas regiões de Ceilândia e Samambaia”. [LEIA_TAMBEM]Conforme informações do Metrô-DF, a Linha 2 deverá ter aproximadamente 60 quilômetros de extensão, consolidando um eixo de transporte moderno, eficiente e integrado. A ampliação está alinhada ao plano de governo e aos objetivos institucionais da companhia, além de integrar as diretrizes do Plano de Desenvolvimento do Transporte Público Sobre Trilhos do Distrito Federal (PDTT-DF). A capacidade projetada é de cerca de 130 mil passageiros por dia, com cerca de 50 mil usuários no horário de pico da manhã. Além disso, a estimativa preliminar de investimento necessário varia entre R$ 13,4 bilhões e R$ 20,4 bilhões, a depender do traçado e das soluções técnicas adotadas — parâmetros que serão definidos nas próximas etapas dos estudos. Samambaia e Ceilândia O projeto da expansão de Samambaia engloba duas novas paradas (estações 35 e 36) partindo do terminal da cidade, bem como de três subestações retificadoras de energia (SRs) e a infraestrutura complementar necessária à ampliação da operação do sistema metroviário. O empreendimento acrescentará aproximadamente 3,6 quilômetros de via a partir da Estação Samambaia, estendendo-se até o subcentro oeste do bairro, nas proximidades da 1ª Avenida Sul, importante eixo de conexão entre as áreas norte e sul. 7 mil m² Total aproximado de área construída para a expansão das estações de Samambaia  Em conjunto, as duas novas estações somam aproximadamente 7 mil metros quadrados de área construída. As novas unidades estarão situadas em regiões estratégicas, próximas à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Samambaia, ao Centro Olímpico e Paralímpico (COP) da cidade e novos complexos habitacionais, sendo a Estação 36 concebida como terminal operacional do trecho de expansão. A expectativa é que os novos pontos de embarque e desembarque da região administrativa atraiam de 12 a 15 mil usuários por dia. Segundo estudo apresentado pelo Metrô-DF, o número equivaleria à redução, nas pistas, de 3.225 automóveis/dia (considerando 1,3 passageiros/veículo) ou 62 ônibus alongados/dia (considerando 90 passageiros/veículo). O aposentado José Lamartine, morador da Expansão do Setor O, comemora: “Vai ficar ainda melhor, com menos complicações e ainda mais rápido” Região administrativa mais populosa do DF, Ceilândia também ganhará mais duas paradas. O processo de licitação para expansão do ramal foi reaberto pelo Metrô-DF em março deste ano. O projeto compreende 2,3 quilômetros de vias partindo da Estação Ceilândia até às margens da rodovia BR-070. O trecho terá dois novos pontos de embarque e desembarque: uma nas imediações da UPA e outra próxima ao COP da cidade, atendendo cerca de 15 a 18 mil passageiros por dia. Morador da Expansão do Setor O, o aposentado José Lamartine, de 72 anos, aprova a construção de novas estações. “Eu uso muito pouco, mas é [um serviço] muito importante para todos, principalmente lá para o Setor O”, afirma. “Vai ficar ainda melhor, com menos complicações e ainda mais rápido”. Pedro Ícaro Barroso, fotógrafo, usa diariamente o metrô: “É superinteressante e necessário termos essa expansão, principalmente dos locais que são mais afastados do Plano Piloto, como Gama e Santa Maria” O sistema metroviário faz parte do dia a dia do fotógrafo Pedro Ícaro Barroso, 29, que mora no Itapoã e utiliza os trens para chegar em compromissos do lado oeste do DF, principalmente Taguatinga e Ceilândia. “É superinteressante e necessário termos essa expansão, principalmente dos locais que são mais afastados do Plano Piloto, como Gama e Santa Maria”, aponta. “Com a expansão das linhas de metrô, vai facilitar demais”. Mais tecnologia e conforto  Uma das facilidades implantadas foi a antecipação do horário de abertura das estações para as 5h30  Além das grandes obras de infraestrutura e expansão, o Metrô-DF tem investido em modernização tecnológica. Entre as principais entregas estão a implantação do pagamento por aproximação diretamente nas catracas, a substituição e ampliação dos validadores, o uso de QR Code no lugar dos bilhetes de papel e painéis informativos com horários de chegada e partida dos trens em todas as 27 estações. Destaca-se também o lançamento do aplicativo, que permite acompanhar em tempo real o funcionamento do sistema e o horário das linhas. Disponível para os sistemas Android e iOS, a ferramenta conta com a aba Achados e Perdidos, facilitando a devolução dos itens encontrados nos trens e estações, e a aba Segurança, que oferece suporte a denúncias em tempo real. Outra mudança importante foi o novo horário de operação, com abertura das estações às 5h30, meia hora mais cedo do que antes, e o funcionamento estendido até 21h30 aos domingos — o expediente encerrava às 19h —, atendendo um pedido antigo dos usuários.  

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Em Taguatinga, unidade móvel de saúde amplia acesso à tomografia

Em parceria com o Ministério da Saúde e a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS), a Secretaria de Saúde (SES-DF) inaugurou, nesta segunda-feira (6), a Unidade Móvel de Imagem. Instalada na Central de Radiologia de Taguatinga, a estrutura faz parte do programa federal Agora Tem Especialistas, que tem como focos a redução de filas e o atendimento humanizado. O objetivo é ampliar o acesso a exames de alta complexidade no Distrito Federal.  Maria Conceição de Oliveira fez exame para investigar sinusite crônica: “O atendimento foi ágil e tranquilo”, relata | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF  “Além de aproximar o serviço da população, a unidade representa o compromisso da Secretaria de Saúde com a prevenção e com o diagnóstico precoce — ambos são pilares fundamentais para uma saúde pública mais eficiente e mais humana”, enfatiza a superintendente da Região de Saúde Sudoeste, Márcia Rodrigues.  O programa iniciou a distribuição escalonada de unidades móveis em outubro de 2025. Cerca de 50 carretas estão em operação em todo o Brasil, com atendimentos voltados à saúde da mulher, oftalmologia e exames de imagem. Atendimento [LEIA_TAMBEM]Dedicada exclusivamente à realização de tomografias computadorizadas (sem contraste e sem sedação), a unidade funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h, com capacidade para processar cerca de 80 exames por dia. O resultado fica disponível em até dois dias, acessado por um QR code entregue ao paciente após o procedimento.  A tomografia computadorizada permite visualizar com precisão órgãos, ossos e tecidos do corpo. O exame auxilia no diagnóstico de diversas condições, o que aumenta as chances de tratamentos mais eficazes. Pacientes de todo o DF poderão ser atendidos, por meio de convocação da Central de Regulação Ambulatorial (Cera).  Maria da Conceição de Oliveira, de 39 anos, fez exame para investigar uma sinusite crônica e gostou do atendimento: “A assistência foi rápida e tranquila. Achei a estrutura muito organizada”. Maria de Lourdes Rodrigues, 79, também foi atendida rapidamente. “Gostei de ter sido chamada tão cedo”, lembra. “Preciso desse exame para dar continuidade ao meu tratamento”. *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Hospital de Base reorganiza rotinas internas, reduz espera e amplia leitos

Menos tempo de espera, atendimento mais organizado e ampliação de leitos pediátricos já fazem parte da nova rotina do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). A unidade, administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), vem promovendo mudanças estruturais e organizacionais que tornam o serviço mais ágil, eficiente e humanizado para a população. Nos últimos meses, o hospital revisou rotinas internas e passou a acompanhar de forma mais próxima os resultados do atendimento. O objetivo é identificar pontos de melhoria e agir com rapidez, garantindo mais segurança ao paciente e melhor funcionamento dos serviços. Novos leitos pediátricos ajudam a ampliar a capacidade de internação do hospital | Foto: Divulgaçao/IgesDF “Antes, eu passava o dia inteiro aguardando atendimento. Agora, fui atendido até antes do horário marcado” Victor Guilherme, empresário Segundo a coordenadora de Melhoria Contínua do IgesDF, Isabel Lima, esse acompanhamento constante permite ajustes mais eficientes. “Quando avaliamos os resultados com frequência, conseguimos identificar dificuldades e fazer correções com mais agilidade”, afirma. “Isso se reflete em um atendimento mais organizado e seguro para o paciente.” Uma das principais mudanças foi a implantação do agendamento por horário marcado no ambulatório. Desde 1º de julho de 2025, todas as especialidades atendem exclusivamente com consultas previamente agendadas. Com isso, os pacientes passaram a comparecer ao hospital apenas no horário indicado, evitando longas esperas e aglomerações. “O ambiente ficou mais tranquilo e acolhedor, e isso melhora a experiência do paciente e também as condições de trabalho das equipes”, enfatiza Isabel Lima. O microempresário Victor Hugo da Penha Guilherme, que faz acompanhamento na nefrologia do HBDF, já percebeu a diferença: “Antes, eu passava o dia inteiro aguardando atendimento. Agora, fui atendido até antes do horário marcado”. Outra melhoria foi a possibilidade de agendar o retorno com até seis meses de antecedência. Assim, o paciente já sai da consulta com a próxima data definida, fortalecendo a continuidade do tratamento. Agilidade no atendimento [LEIA_TAMBEM]Além da reorganização das consultas, o hospital também reforçou sua estrutura física. A criação de novos leitos pediátricos ampliou a capacidade de internação e trouxe mais rapidez na acomodação das crianças que precisam de cuidados hospitalares. Os leitos atendem pacientes que não necessitam de UTI, mas precisam permanecer internados para acompanhamento médico, o que ajuda a manter a terapia intensiva disponível para os casos mais graves. Segundo o chefe da UTI Pediátrica do HBDF, Abdias Aires, a ampliação trouxe mais equilíbrio ao funcionamento da unidade. “Com esses leitos, conseguimos atender as crianças que precisam de internação clínica e deixar a UTI reservada para situações de maior complexidade”, explica.  “Conseguimos ampliar o número de treinamentos e incluir mais pacientes no programa de diálise peritoneal; isso fortalece o tratamento domiciliar e oferece mais autonomia às famílias ”Ana Maria Steffens, chefe do Serviço de Enfermagem de Terapia Renal Substitutiva do HBDF O serviço de diálise peritoneal também passou por melhorias. As consultas, que antes ocorriam no mesmo andar das internações, passaram a ser realizadas em espaço próprio no ambulatório, mais adequado e confortável. A sala de treinamento foi ampliada para receber pacientes e acompanhantes, facilitando o aprendizado do tratamento que pode ser feito em casa. Treinamentos De acordo com Ana Maria Steffens, chefe do Serviço de Enfermagem de Terapia Renal Substitutiva do HBDF, as mudanças trouxeram resultados concretos. “Conseguimos ampliar o número de treinamentos e incluir mais pacientes no programa de diálise peritoneal; isso fortalece o tratamento domiciliar e oferece mais autonomia às famílias”, avalia. O setor também passou a contar com telefone exclusivo para orientações, facilitando a comunicação e reduzindo a necessidade de deslocamentos desnecessários ao hospital. Além disso, esses pacientes passaram a ter prioridade no acesso à unidade.  De forma geral, as melhorias estruturais e organizacionais tornaram o atendimento mais ágil, confortável e eficiente, reforçando o compromisso do Hospital de Base em oferecer assistência cada vez mais qualificada à população.   *Com informações do IgesDF  

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Atenção ambulatorial tem acréscimo de 1,3 milhão de procedimentos 

Os serviços da rede pública de saúde do Distrito Federal tiveram aumento de produção no segundo quadrimestre deste ano. A Secretaria de Saúde (SES-DF) registrou um acréscimo de quase 1,3 milhão de procedimentos na atenção ambulatorial e mais de 2,5 mil na atenção hospitalar em relação ao período anterior — 6,36% e 3,37%, respectivamente. Esses dados foram apresentados na última quinta-feira (4), na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), como parte do Relatório Detalhado do Quadrimestre Anterior (RDQA), que englobou dados dos meses de maio a agosto deste ano. Resultados do quadrimestre foram apresentados durante sessão na Câmara Legislativa do DF | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF “Manutenções preventivas e corretivas realizadas de forma regular reduzem o tempo de inoperância dos aparelhos, aumentam sua vida útil e garantem maior confiabilidade nos diagnósticos e procedimentos” Shirlene de Almeida, diretora de Engenharia Clínica da Secretaria de Saúde Segundo a coordenadora de Atenção Especializada à Saúde da SES-DF, Julliana Macêdo, esse aumento nos serviços oferecidos deve-se a fatores como reorganização dos fluxos, ampliação da capacidade instalada e uso de ferramentas de gestão que qualificam a regulação e reduzem a demanda reprimida. “Para a população, isso se traduz em acesso ampliado, diagnósticos mais rápidos, tratamentos oportunos e uma rede mais resolutiva e eficiente”, resume. Neste contexto de estruturação e reorganização da atenção especializada ambulatorial e hospitalar, o percentual de vagas de hemodiálise reguladas superou em mais de 9% a meta estabelecida para o segundo quadrimestre. “São ganhos muito concretos: menos tempo de espera, acesso mais justo e transparente, mais segurança para pacientes crônicos que dependem de tratamento contínuo”, define Julliana.  Metas superadas [LEIA_TAMBEM]Grandes esforços têm sido feitos em direção à modernização da gestão em saúde. Neste quadrimestre, o indicador relacionado à cobertura de equipamentos priorizados pela assistência, de baixa e média complexidade, com contrato de manutenção preventiva e corretiva, ultrapassou 70% – superando em mais de 15% a meta prevista para este ano. Acerca dos cuidados de alta complexidade, a meta definida pelo Plano Distrital de Saúde (PDS) 2024-2027 já havia sido alcançada no primeiro quadrimestre de 2025, com 85,5% dos equipamentos com contrato vigente. A medida tem impacto direto na disponibilidade e na segurança dos atendimentos à população, detalha a diretora de Engenharia Clínica da SES-DF, Shirlene de Almeida. “Manutenções preventivas e corretivas realizadas de forma regular reduzem o tempo de inoperância dos aparelhos, aumentam sua vida útil e garantem maior confiabilidade nos diagnósticos e procedimentos”, explica. “Mais equipamentos funcionando significa mais atendimentos realizados e mais segurança para pacientes e profissionais.” Monitoramento e transparência A apresentação do RDQA tem o objetivo de prestar contas e tornar público o acompanhamento e monitoramento das metas, dos indicadores e das ações realizadas pela SES-DF. Nesse caso, o relatório oferece um retrato dos resultados alcançados com base nas metas pactuadas na Programação Anual de Saúde (PAS). Como instrumento de planejamento, a PAS operacionaliza as intenções expressas no PDS, com o objetivo de anualizar as metas previstas para o quadriênio 2024-2027. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Cartão Prato Cheio será ampliado para 18 meses e mais 30 mil famílias serão incluídas

Governo do Distrito Federal · CARTÃO PRATO CHEIO SERÁ AMPLIADO PARA 18 MESES E MAIS 30 MIL FAMÍLIAS SERÃO INCLUÍDAS O Governo do Distrito Federal (GDF) anunciou, no início de abril, a ampliação do Cartão Prato Cheio; iniciativa passará a atender 130 mil famílias e terá o tempo de concessão estendido de nove para 18 meses. O Cartão Prato Cheio, iniciativa voltada para a segurança alimentar, passará a atender 130 mil famílias e terá o tempo de concessão estendido para 18 meses | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF O GDF destacou que, anteriormente, o atendimento às famílias em situação de vulnerabilidade era feito principalmente por meio da distribuição de cestas básicas. Era um programa que alcançava menos de sete mil pessoas. A entrega de cestas para quem busca o primeiro atendimento e está em situação emergencial foi mantida, mas durante a pandemia surgiu a ideia do Prato Cheio, que hoje beneficia 100 mil famílias e será ampliado. Criado em caráter emergencial em 2020, durante a pandemia de covid-19, o Cartão Prato Cheio foi pensado para atender pessoas em situação de vulnerabilidade social. Desde então, o programa já assistiu cerca de 650 mil famílias e recebeu um investimento total de R$ 900 milhões por parte do Governo do Distrito Federal (GDF). O benefício mensal é de R$ 250, destinado à compra de alimentos. Em 2024, os recursos aplicados no Cartão Prato Cheio somaram R$ 292 milhões | Foto: Divulgação/Sedes-DF Histórico do programa Inicialmente, o benefício previa repasses de no mínimo R$ 170 por três meses. Em seguida, foi ajustado para R$ 250, com duração de nove meses. Na fase de lançamento, em 2020, 30 mil famílias foram beneficiadas. Já em 2021, o período de repasse foi ampliado para seis meses, atendendo 40 mil famílias. No ano seguinte, o ciclo passou a ser de nove meses, alcançando 87 mil famílias. Esse modelo foi mantido em 2023 e 2024, com o número de atendidos subindo para 100 mil. Os aportes financeiros também cresceram. Em 2021, ano em que o programa se tornou lei, foram investidos R$ 51 milhões. Em 2024, os recursos aplicados somaram R$ 292 milhões. As famílias beneficiadas estão majoritariamente distribuídas em 11 regiões administrativas do DF: Ceilândia (14,8%), Planaltina (11,2%), São Sebastião (9,7%), Itapoã (8,5%), Sobradinho e Sobradinho II (7,3%), Taguatinga (5,7%), Santa Maria (5,4%), Paranoá (4,8%), Gama (4,8%) e Recanto das Emas (4,2%). As demais regiões concentram os 7,8% restantes dos atendidos.

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Público da Via Sacra vai contar com reforço no transporte

Quem for participar da Via Sacra no Morro da Capelinha, em Planaltina, vai contar com reforço de ônibus para assistir ao evento nesta sexta-feira (18). A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) reativa quatro linhas do transporte público coletivo – 504.2, 504.3, 609.2 e 617.1 – para que esses passageiros possam se deslocar até o local. Todos as linhas  com destino à Rodoviária do Plano Piloto receberão reforço nas viagens | Foto: | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “É importante lembrar que os acessos a essas linhas serão gratuitos, visto que o Vai de Graça vai se estender entre os dias 17 e 21”, orienta o secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves. “Todas as linhas das demais regiões administrativas com destino à Rodoviária do Plano Piloto também serão reforçadas. Os passageiros podem fazer integração com a linha 617.1 para chegar à festividade.” A 504.2 e a 504.3 têm origem em Sobradinho II, passando pelo Mestre d’Armas e pela DF-230, respectivamente, até o Morro da Capelinha, enquanto a 617.1, sai da Rodoviária do Plano Piloto (box 3 da Plataforma Superior), passando pelo Eixo Norte. Os passageiros também podem ter acesso à circular 609.2, que sai de Planaltina e vai até o local do evento. As linhas vão funcionar entre as 10h e as 22h, e as saídas serão operadas de acordo com a demanda.  Veja abaixo as linhas ativadas para a Vida Sacra do Morro da Capelinha. ⇒ 504.2 – Sobradinho II/Sobradinho QD 01 BR-020/Mestre d’Armas/Morro da Capelinha ⇒ 504.3 – Sobradinho II/Sobradinho/DF-230/Morro da Capelinha ⇒ 609.2 – Planaltina/Morro da Capelinha ⇒ 617.1 – Rodoviária do Plano Piloto/Eixo Norte/Morro da Capelinha. *Com informações da Semob-DF

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Hospitais de Base e Regional de Santa Maria recebem novos leitos para atendimento pediátrico

Atendendo a uma solicitação da Secretaria de Saúde (SES-DF), o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) está abrindo novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTI Pediátrica) no Hospital de Base (HBDF) e leitos de Unidade de Cuidados Intermediários Pediátricos (Ucip) no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). A iniciativa tem o propósito de atender a alta demanda por conta da sazonalidade infantil para síndromes respiratórias. Aquisição dos equipamentos amplia a oferta de atendimento, em especial durante a sazonalidade infantil de síndromes respiratórias | Foto: Divulgação/IgesDF “Todo o processo de mudança e ajuste dos aparelhos foi estrategicamente montado para garantir a segurança, o conforto e o bom tratamento dos pacientes” Guilherme Porfírio, superintendente do HBDF No Hospital de Base, que já contava com 20 leitos de UTI Pediátrica, foram criados mais dez leitos exclusivos para atender casos mais graves de crianças com síndromes respiratórias. “O Hospital de Base sempre está a postos para atender as necessidades da Secretaria de Saúde do DF; diante disso, estamos fazendo uma ação temporária, enquanto durar a sazonalidade das síndromes respiratórias”, afirma o superintendente do HBDF, Guilherme Porfírio. Para que fosse possível adquirir esses novos leitos, o HBDF recebeu o empréstimo de berços pediátricos do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) e monitores do Hospital da Criança de Brasília (HCB). “Todo o processo de mudança e ajuste dos aparelhos foi estrategicamente montado para garantir a segurança, o conforto e o bom tratamento dos pacientes”, explica Guilherme. Reforço O esforço para a criação de novos leitos vem para que seja possível ajudar a população do Distrito Federal a enfrentar com menor impacto e mais qualidade a sazonalidade infantil de síndromes respiratórias. “A ideia é deixar esses leitos para o atendimento pediátrico enquanto durar a sazonalidade”, complementa o médico. Já no Hospital Regional de Santa Maria, está sendo organizada a abertura de 15 leitos de Ucip que são considerados como semi-intensivos. “São leitos destinados a pacientes semicríticos que precisam de cuidados intensos, porém de gravidade intermediária, que necessitam de monitorização e avaliação contínua”, detalha a superintendente do HRSM, Eliane Abreu. Os 15 novos leitos de Ucip do HRSM ficarão localizados no primeiro andar da unidade, onde já funcionam as enfermarias de pediatria e a Unidade de Cuidados Prolongados Pediátricos (UCPPed). “Foi feita uma compra emergencial, e estamos aguardando a chegada dos itens necessários para montar a Ucip”, afirma Eliane. “Estamos unindo todos os esforços para garantir o atendimento de todas as crianças que buscam atendimento médico em nossas unidades”. *Com informações do IgesDF

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