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Jovens cientistas do DF vão apresentar pesquisas em Harvard e MIT

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Com o apoio do Governo do Distrito Federal, dois estudantes brasilienses de 12 anos vão representar o DF em um dos principais encontros internacionais voltados à ciência e à saúde. Lucas Freitas Vieira e Rafael Kessler Ferreira foram convidados para ser palestrantes do Global Health Catalyst Summit 2026, entre os dias 16 e 22 de setembro, nos Estados Unidos, com atividades em Harvard e no Massachusetts Institute of Technology (MIT). Para a governadora Celina Leão, a missão representa uma oportunidade de ampliar o acesso de jovens cientistas a experiências internacionais. “Quando chegamos (ao governo), eles já tinham o convite, tinham sido classificados, mas não tinham como ir. Recorremos à FAPDF [Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal] e criamos essa oportunidade. Vamos ter dois grandes trabalhos sendo apresentados. Isso pode mudar a saúde pública não só aqui do Distrito Federal, mas do Brasil e do mundo”, destacou a chefe do Executivo. Celina Leão ressalta a importância de o GDF investir em jovens cientistas: "Isso pode mudar a saúde pública não só aqui do Distrito Federal, mas do Brasil e do mundo" | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília A participação foi viabilizada por meio de uma articulação entre o Governo do Distrito Federal (GDF), a FAPDF e a iniciativa privada. O patrocínio da viagem é da Cotidiano Aceleradora de Startups.   “É um grande orgulho ter esses dois jovens em Harvard e no MIT, apresentando pesquisas autorais. Elon Musk e Mark Zuckerberg também eram jovens de altas habilidades e, aos 12 anos, fizeram suas primeiras empresas. Por que não pensar que eles podem ser os futuros grandes empreendedores?”, indagou o presidente da FAPDF, Leonardo Reisman. Segundo o CEO da Cotidiano Aceleradora de Startups, Henrique Guimarães, essa missão traz uma oportunidade estratégica de contribuir para a inovação no país. “Essas crianças têm a vontade de construir e transformar por meio da ciência e da matemática. Se ampliarmos essa iniciativa para um programa, isso pode trazer para Brasília um novo movimento de inovação”, ressaltou. De Brasília para o mundo Lucas Freitas Vieira, de 12 anos, é estudante do primeiro ano do ensino médio e está adiantado três anos na trajetória escolar. Morador do Altiplano e estudante de uma escola particular de Sobradinho, recebeu o diagnóstico de altas habilidades e superdotação em 2024. “Meu projeto é sobre criptografia quântica para proteger dados médicos de pacientes, sejam imagens ou prontuários utilizando chaves geradas a partir de medição em computador quântico”, explicou. Lucas Freitas Vieira criou uma criptografia quântica para proteger dados médicos de pacientes O pai de Lucas, Leonardo Vieira, de 46 anos, conta que o interesse do filho por tecnologia surgiu cedo. “A gente sempre soube que ele tinha um potencial diferenciado. Ver esse potencial se transformar em resultado, com apoio e adaptações, é motivo de muito orgulho”, disse o militar. Também aos 12 anos, Rafael Kessler Ferreira, morador de Taguatinga, vai apresentar no Global Health Catalyst um modelo matemático original para processamento digital de imagens médicas de alta precisão. “Eu criei a Fórmula Kessler. Minha pesquisa é o processamento digital de imagens médicas, baseada em uma formulação matemática própria”, explicou. Rafael Kessler Ferreira dá nome à Fórmula Kessler, processamento digital de imagens médicas A mãe de Rafael, Roberta Munique Ferreira, conta que o interesse do filho pelos números surgiu ainda na primeira infância. “Com 5 anos, ele começou a escrever números de um até 10 mil. Essa oportunidade é incrível porque será a primeira viagem internacional do Rafael. Ele vai falar sobre o que gosta, sobre ciência, e teve a chance de ter um mentor que o conduziu nessa pesquisa”, agradeceu.

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Programação de férias do Planetário de Brasília tem exposições, oficinas e atividades gratuitas

O Planetário de Brasília está com uma programação especial para o período de férias escolares. Até 2 de agosto, o espaço contará com atrações gratuitas para toda a família. Atividades interativas, educativas e culturais aproximam a população do conhecimento científico e despertam a curiosidade, incentivando o interesse pela ciência, tecnologia e inovação de forma acessível e divertida. Exposições e demonstrações do funcionamento do cosmos fazem parte dos destaques do Planetário, que tem entrada gratuita | Foto: Divulgação Um dos destaques é a exposição Universo espacial: a Terra é azul, que celebra os 20 anos da Missão Centenário e apresenta a trajetória do astronauta brasileiro Marcos Pontes. A mostra apresenta ainda a evolução do Programa Espacial Brasileiro (PEB), com a exibição de objetos históricos da missão, informações sobre satélites e parcerias internacionais na área espacial. Outra dica são as sessões imersivas na cúpula do planetário, de terça a domingo, às 11h, 14h30, 16h, 17h e 18h. Além disso, o público poderá participar de um ciclo de palestras na cúpula do planetário, às 15h, abordando temas atuais da exploração espacial. O público também terá acesso aos telescópios, para observação do céu, em dois dias específicos Nesta quarta-feira (22), é a vez de A importância dos satélites: como os satélites conectam e protegem a Terra; na quinta (23), o tema é Satélites educacionais: pequenos satélites, grandes descobertas – a ciência espacial nas escolas; e, na sexta (24), Alcançando a órbita: a ciência por trás dos foguetes e motores espaciais, aproximando o público das principais inovações e avanços da tecnologia espacial.  Neste fim de semana (25 e 26) e no próximo (1º e 2 de agosto), sempre das 9h às 11h30 e das 14h às 17h, haverá workshops voltados para a divulgação científica e a exploração espacial. Nos dias 29 deste mês e em 1º de agosto, telescópios estarão disponíveis para observação do céu, em atividades diurnas e noturnas, sujeitas às condições climáticas. Já nos dias 30 e 31 deste mês, o Sesc Oceanário proporcionará uma imersão em 360 graus pelos oceanos, rios e lagos por meio de um domo inflável digital. Programação de férias ⇒ Período: até 2 de agosto ⇒ Local: Planetário de Brasília Luiz Cruls — Setor de Divulgação Cultural, Eixo Monumental ⇒ Funcionamento: terça-feira a domingo, das 8h às 19h ⇒ Sessões na cúpula: 11h, 14h30, 16h, 17h e 18h ⇒ Entrada gratuita.     

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Colônia de férias com atividades gratuitas sobre astronomia abre inscrições 

O Planetário de Brasília está com inscrições abertas para a colônia de férias Universo em Jogo: Desbravando a Astronomia, que será realizada durante o mês de julho. A 12ª edição da programação oferece experiência educativa e divertida para crianças de 6 a 12 anos, utilizando jogos, oficinas e atividades práticas para despertar o interesse pela ciência.  Proposta da colônia de férias é estimular o pensamento crítico das crianças, a criatividade, o raciocínio lógico e a interação com os outros participantes | Foto: Divulgação  A iniciativa busca proporcionar uma imersão no universo da astronomia por meio de atividades lúdicas que estimulam o pensamento crítico, a criatividade, o raciocínio lógico e a interação entre os participantes, incentivando o aprendizado longe das telas e fortalecendo a convivência em grupo. As inscrições estão abertas até o próximo domingo (12) e devem ser feitas pela plataforma do Planetário.  A programação será dividida em duas turmas. Entre os dias 14 e 17 de julho, a colônia receberá crianças de 6 a 8 anos, com atividades como jogo astronômico de tabuleiro, oficina Nebulosa no Pote, sessões na cúpula do Planetário, visita à exposição Universo Espacial: A Terra é Azul e lançamento de foguetes. Já entre 21 e 24 de julho, será a vez das crianças de 9 a 12 anos, que participarão de uma programação adaptada à faixa etária, incluindo atividades sobre escala de distância e tamanho no universo, além das sessões na cúpula, exposição e lançamento de foguetes. Cada turma contará com 25 vagas por dia. Durante toda a programação, os participantes também terão momentos de convivência, atividades colaborativas e experiências interativas que tornam o aprendizado mais envolvente. A proposta pedagógica utiliza os jogos de tabuleiro como ferramenta para desenvolver habilidades como estratégia, cooperação, respeito às regras e resolução de problemas, promovendo o letramento científico de forma dinâmica. Serviço: ⇒ 12ª Colônia de Férias do Planetário de Brasília ⇒ Inscrições: de 6 a 12 de julho ⇒ Faixa etária: 6 a 12 anos ⇒ Períodos das atividades:  ♦ 14 a 17 de julho – crianças de 6 a 8 anos  ♦ 21 a 24 de julho – crianças de 9 a 12 anos ⇒ Horário: das 8h às 12h  

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Alunos de escola do Lago Norte iniciam formação em robótica e inovação tecnológica

Alunos do 6º e 7º anos do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 1 do Lago Norte, que integra o modelo de gestão compartilhada entre as secretarias de Segurança Pública (SSP-DF) e de Educação (SEEDF), participaram da primeira aula de robótica no Parque Tecnológico de Robótica de Brasília (PaTec). As aulas são ofertadas por meio de uma iniciativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e do Instituto Eixos de Gestão. Com um robô assistente (à direita), alunos assistem às aulas e desenvolvem noções importantes de tecnologia | Fotos: Divulgação/SSP-DF “Quando aproximamos nossos estudantes de ambientes de inovação, despertamos talentos, ampliamos horizontes e fortalecemos fatores de proteção social” Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública A atividade marcou a participação da escola nas ações do projeto, que também contempla estudantes dos colégios cívico-militares do Itapoã, de Ceilândia e da Estrutural. Ao todo, mais de mil vagas estão sendo ofertadas aos alunos dessas unidades, em atividades realizadas no contraturno escolar. “Quando aproximamos nossos estudantes de ambientes de inovação, despertamos talentos, ampliamos horizontes e fortalecemos fatores de proteção social”, afirma o secretário de Segurança Pública, Alexandre Patury. “A gestão compartilhada busca oferecer oportunidades que contribuam para o desenvolvimento integral dos jovens, preparando-os para os desafios do futuro e incentivando o protagonismo, a criatividade e a construção de novos projetos de vida”, ressalta. Durante aproximadamente três horas, os estudantes participaram de oficinas de montagem e programação de robôs, treinamento em circuito de drones e atividades voltadas à cultura maker, sempre acompanhados por monitores especializados. A programação incluiu ainda a apresentação da estrutura do parque, com laboratórios de montagem, programação e testes, onde os robôs desenvolvidos pelos participantes são submetidos a desafios práticos, além da demonstração dos robôs mascotes do espaço. Parcerias Logística do curso é disponibilizada pelo Parque Tecnológico de Robótica de Brasília (PaTec)  “Proporcionar aos nossos alunos o contato com tecnologias que, muitas vezes, não fazem parte de seu cotidiano é uma experiência extremamente enriquecedora e capaz de ampliar perspectivas”, relata a subsecretária das Escolas de Gestão Compartilhada, Maria das Graças Costa. “Continuaremos buscando parcerias com o poder público e com a iniciativa privada, a fim de oferecer novos projetos em diferentes áreas, despertar talentos e ampliar o universo de oportunidades dessas crianças e jovens.” “Ver a curiosidade e o entusiasmo de cada um reforça que estamos no caminho certo, aproximando os jovens da tecnologia e mostrando que o futuro da inovação começa com oportunidades como essa”Gustavo Araújo, presidente do PaTec Toda a logística é disponibilizada pelo PaTec, que oferece lanche durante a permanência no local e transporte para buscar os estudantes nas escolas e levá-los de volta ao término das atividades. Isso garante acesso às oficinas sem comprometer a rotina escolar, uma vez que todas as atividades acontecem no período de contraturno. “Ver a curiosidade e o entusiasmo de cada um reforça que estamos no caminho certo, aproximando os jovens da tecnologia e mostrando que o futuro da inovação começa com oportunidades como essa”, avalia o presidente do PaTec, Gustavo Araújo. “Queremos que todos saiam daqui inspirados, descobrindo que a tecnologia e a robótica podem transformar ideias em oportunidades reais.” Imersão O Parque Tecnológico de Robótica foi concebido como um ambiente de aprendizagem prática e imersiva, aproximando estudantes das áreas de ciência, tecnologia, inovação e programação. Durante oito meses, os participantes terão acesso a conteúdos de robótica educacional, programação, pilotagem de drones e cultura maker, utilizando kits de alta tecnologia que integram hardware avançado e software proprietário para o desenvolvimento das atividades. [LEIA_TAMBEM]A vice-diretora do CEF 1 do Lago Norte, Franciscarla Ventura, enfatiza que essa vivência amplia as oportunidades para os alunos. “Aumenta o contato deles não só com a tecnologia, mas também com esse mundo novo da robótica”, aponta. “É muito gratificante poder dar essa oportunidade para os estudantes e fortalecer com eles esse vínculo de incentivo pelo futuro deles”. Além da formação tecnológica, os alunos que se destacarem poderão integrar equipes para representar suas escolas em competições de robótica no Distrito Federal e em outros estados.    *Com informações da Secretaria de Segurança Pública

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Publicadas diretrizes da Fepecs para fortalecer produção científica no DF

Foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) nesta terça-feira (30) a Política Institucional de Ciência, Tecnologia e Inovação (Picti) da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), que estabelece as diretrizes para fortalecer a produção científica, incentivar a inovação e ampliar a integração entre ensino, pesquisa, extensão, assistência e gestão. A normativa é dividida em cinco eixos: pesquisa em saúde; inovação em saúde; educação, formação e extensão; propriedade intelectual e transferência de tecnologia, e governança e financiamento. Para a diretora-executiva da Fepecs, Vanessa Guimarães, a nova política reforça o compromisso institucional com a produção de conhecimento voltada às necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS). "O avanço acelerado das transformações científicas e tecnológicas, aliado às crescentes demandas por soluções inovadoras em saúde pública, exige que instituições formadoras tenham diretrizes claras para orientar suas ações”, disse. Com essa política, “a Fepecs fortalece sua atuação como referência na produção científica aplicada às necessidades do SUS, promovendo maior integração entre ensino, pesquisa, inovação e assistência", afirma a Vanessa. A gestora ainda explica que a formalização da política representa também um avanço na organização institucional, já que ela estabelece uma estrutura capaz de possibilitar mais segurança jurídica, transparência e eficiência à execução de projetos, além de fortalecer a articulação com instituições parceiras e ampliar as oportunidades de captação de recursos. O instrumento permite um planejamento contínuo, com metas, indicadores e avaliação de resultados | Foto: Divulgação/Fepecs A coordenadora de pesquisa e comunicação científica da Escola de Saúde Pública do DF (ESP-DF) Ana Godoy ressalta que “a política de ciência, tecnologia e inovação representa um marco para a Fepecs e suas escolas”. Segundo ela, “a partir da política, estudantes, docentes e pesquisadores terão ainda mais oportunidades de desenvolver e aplicar a ciência em todas as etapas da formação, do ensino técnico à pós-graduação, com foco na inovação, na tecnologia e na extensão voltadas para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS)”. Além disso, a política fortalece a integração entre ensino, pesquisa e serviço, permitindo que o conhecimento produzido seja transformado em produtos e soluções mais assertivas, inovadoras e resolutivas para os desafios cotidianos enfrentados pelos serviços de saúde. O instrumento permite um planejamento contínuo, com metas, indicadores e avaliação de resultados. Entre os principais objetivos da Picti estão o fortalecimento da cultura da inovação, o incentivo ao desenvolvimento de soluções tecnológicas e organizacionais para os serviços de saúde, a regulamentação da gestão da propriedade intelectual e das parcerias institucionais, além da promoção de pesquisas alinhadas às prioridades do Distrito Federal. Nesse sentido, a política também contribui para o alinhamento da Fepecs às legislações relacionadas ao tema em níveis federal e distrital, fortalecendo sua capacidade de desenvolver projetos estratégicos para a melhoria das políticas públicas de saúde. *Com informações da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs)

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Biotech XP transforma o Planetário de Brasília em palco de inovação

O Planetário de Brasília foi palco, nesta terça-feira (23), do lançamento oficial do Biotech XP, iniciativa que tem como missão democratizar o acesso ao conhecimento científico por meio de experiências interativas, gratuitas e acessíveis para toda a população do Distrito Federal. O evento é uma parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Instituto Oriens, e reuniu centenas de participantes ao longo do dia, com destaque para mais de 200 crianças que vivenciaram atividades tecnológicas e educativas com foco em ciência, inovação e sustentabilidade.   Iniciativa apresenta a crianças e ao público em geral, de forma divertida, temas fundamentais para o futuro, como biotecnologia, biodiversidade, sustentabilidade e inovação tecnológica | Foto: Divulgação/Secti-DF “Quando conseguimos transformar o conhecimento científico em uma experiência acessível, interativa e divertida, despertamos a curiosidade e criamos novas possibilidades para o futuro” Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação   Com o propósito de transformar a ciência em uma experiência prática, acessível e compreensível para diferentes públicos, a iniciativa busca aproximar jovens, estudantes, famílias e educadores de temas fundamentais para o futuro, como biologia, biotecnologia, biodiversidade, sustentabilidade e inovação tecnológica.  “A ciência precisa estar cada vez mais próxima das pessoas, principalmente das novas gerações. Quando conseguimos transformar o conhecimento científico em uma experiência acessível, interativa e divertida, despertamos a curiosidade e criamos novas possibilidades para o futuro. A Secti tem trabalhado para ampliar iniciativas como essa, que estimulam a inovação, fortalecem a educação científica e aproximam a população das oportunidades geradas pela tecnologia”, destacou o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Rafael Vitorino.  Um dos grandes destaques da programação foi a Zona de Alta Tecnologia, espaço que proporcionou experiências imersivas por meio de simuladores e recursos de realidade virtual. As crianças puderam experimentar o Simulador de Asa Delta New Action e o Simulador de Montanha Russa com óculos VR 360°, atrações que combinaram entretenimento, adrenalina e conceitos relacionados à percepção humana, tecnologia e inovação.   Show educativo e divertido: apresentação da startup Einstein Jr. conquistou o público infantil Participação ativa das crianças [LEIA_TAMBEM]Outro momento marcante do lançamento foi a apresentação da startup Einstein Jr., que conquistou o público infantil com um show educativo e divertido, promovendo a ciência de forma lúdica e estimulando a participação ativa das crianças em atividades de aprendizagem.  Além da disseminação do conhecimento, o projeto pretende fortalecer a cultura científica no Distrito Federal, ampliar o acesso da comunidade a experiências de educação não formal e incentivar o desenvolvimento do pensamento crítico e da consciência ambiental. A expectativa é contribuir para a formação de uma sociedade mais informada, participativa e preparada para os desafios contemporâneos relacionados à ciência, tecnologia e sustentabilidade.  Para a Secti-DF, a realização do Biotech XP representa mais um avanço na missão de aproximar a ciência, a tecnologia e a inovação da sociedade, criando ambientes que incentivam a aprendizagem, despertam talentos e promovem a inclusão científica. Ao apoiar iniciativas como essa, a secretaria reforça seu compromisso em levar conhecimento de qualidade para diferentes públicos do Distrito Federal e contribuir para a construção de um futuro mais inovador, sustentável e conectado.  *Com informações da Secti-DF

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Museu de Ciências Naturais do Zoológico de Brasília é reaberto após reforma

O Museu de Ciências Naturais do Zoológico de Brasília voltou a receber visitantes neste sábado (16), após reforma do espaço expositivo, ampliação da acessibilidade e reorganização do acervo. No evento, também foram inaugurados um espaço esportivo, banheiros reformados, a apresentação do Plano Diretor de Ordenamento Territorial do Zoológico (Pdot) e o lançamento do programa Tratador Mirim. Compartimentos restaurados exibem farto material sobre os animais, a maioria dos quais já passou pelo próprio zoo | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília “O zoo é um ambiente de memória. A gente se lembra da família, dos pais, dos amigos, dos piqueniques” Rafael Santana, secretário do Meio Ambiente O secretário de Meio Ambiente, Rafael Santana, destacou o vínculo afetivo dos brasilienses com o Zoológico e o papel educativo do museu: “O zoo é um ambiente de memória. A gente se lembra da família, dos pais, dos amigos, dos piqueniques. Esse espaço vem para realçar essa memória, com animais taxidermizados, todos reais, e experiências para a criançada e para toda a família”. Criado em 1994, o Museu de Ciências Naturais é uma das estruturas de educação ambiental mais tradicionais do Zoológico de Brasília. Além de animais taxidermizados, o local tem esqueletos e materiais conservados em meio líquido, permitindo ao público conhecer características de espécies nativas e exóticas, bem como temas ligados à biodiversidade, à evolução dos vertebrados e à conservação da fauna. Wallison Couto, diretor-presidente do Zoológico: “Fizemos algumas adaptações, trouxemos mais animais, mais interatividade e mais acessibilidade para o público. Está bem diferente e mais divertido para as crianças também”  Segundo o diretor-presidente da Fundação Jardim Zoológico de Brasília, Wallison Couto, o museu foi preparado para oferecer uma visita mais acessível e interativa. “Para nós é um prazer imenso ter reaberto o museu”, declarou. “Fizemos algumas adaptações, trouxemos mais animais, mais interatividade e mais acessibilidade para o público. Está bem diferente e mais divertido para as crianças também”. Entre as principais novidades está o esqueleto da girafa Yvelize, que viveu no Zoológico até 2018 e morreu aos 7 anos, após uma cirurgia de emergência para tratar uma torção intestinal. Preservada ao longo dos anos para integrar o acervo, a peça tem 4,30 metros de altura e passa a ser uma das atrações do museu. Entre as peças biológicas disponíveis, esqueletos bem-conservados também são exibidos no espaço científico  O acervo reúne quase 200 peças biológicas em diferentes formas de conservação, como materiais preservados em meio líquido. Wallison explicou que o roteiro foi organizado em três etapas: “Tem a parte osteotécnica, a parte que mostra a evolução dos animais e do ser humano e, por último, uma parte de sensibilidade, de interação e de toque”. O diretor-presidente também ressaltou que boa parte das peças é formada por animais que viveram no próprio Zoológico. “A maioria dos animais é daqui do zoo mesmo”, detalhou. “Não é porque o animal morreu que a gente perde esse contato com ele. A gente traz para o museu, e a população consegue continuar vendo esses animais aqui no zoológico”. Educação ambiental Maria Luíza do Nascimento, aluna do Colégio Militar Dom Pedro II, elogiou a coleção: “É legal para as crianças aprenderem sobre os bichos e, no futuro, se quiserem, cuidar deles” O novo percurso será acompanhado por educadores ambientais, com conteúdos sobre evolução dos vertebrados, biodiversidade e parentesco evolutivo entre seres humanos e outros primatas. As visitas ocorrerão de terça-feira a domingo, das 9h às 12h e das 13h30 às 16h. A estudante Maria Luíza Pereira do Nascimento, de 9 anos, aluna do 5º ano do Colégio Militar Dom Pedro II, saiu impressionada com o tamanho do esqueleto da girafa. “Foi muito legal”, comentou. “É muito grande. Eu não dou nem a perna da girafa. É legal para as crianças aprenderem sobre os bichos e, no futuro, se quiserem, cuidar deles”. [LEIA_TAMBEM]A secretária da Mulher, Gisele Ferreira, ressaltou o uso do Zoológico como espaço de aprendizagem e convivência para famílias: “Quando você traz as escolas e as crianças, elas aprendem na prática. Aqui une conhecimento, meio ambiente e cuidado com a família”. Novas estruturas Além do museu, o Zoológico inaugurou um novo espaço esportivo, com quadra para diferentes modalidades e atividades de convivência. Também foram reformados os banheiros próximos ao recinto dos rinocerontes, em uma das áreas de circulação do parque. O Zoológico de Brasília fica na Avenida das Nações, Via L4 Sul. O parque funciona de terça-feira a domingo e feriados, das 8h30 às 17h. Aos domingos e feriados, a entrada é gratuita.  

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Professor da rede pública do DF visita maior acelerador de partículas do mundo na Suíça

Levar o nome da educação pública do Distrito Federal a um dos maiores centros de pesquisa científica do mundo é motivo de orgulho para o professor Felipe Lemos Cabral, do Centro Educacional (CED) do Lago Sul. Escolhido entre mais de 100 candidatos de todo o país, o docente de física participa, na Suíça, de um programa internacional no Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire (CERN), instituição que abriga o maior acelerador de partículas do planeta, o Grande Colisor de Hádrons (LHC). A programação começou dia 17 de abril e segue até 27, com sete dias de atividades presenciais. Nesse período, os participantes visitam instalações científicas, acompanham palestras, oficinas práticas e atividades culturais. O professor conheceu de perto o LHC e dois dos principais experimentos em funcionamento no local: o LHCb e o CMS, equipamentos que contribuíram para a descoberta do bóson de Higgs, em 2012, um dos marcos da física moderna. Felipe Lemos Cabral: "entendi a responsabilidade de representar o Brasil e o Distrito Federal, além de trazer esse conhecimento para a nossa realidade" | Foto: Arquivo Pessoal “Foi um momento de muita alegria e expectativa. Também entendi a responsabilidade de representar o Brasil e o Distrito Federal, além de trazer esse conhecimento para a nossa realidade. Acredito que a minha trajetória profissional contribuiu para a seleção, com destaque para a experiência em eventos científicos, atuação em sala de aula nas escolas públicas do DF, gestão escolar e participação no Programa de Escola Intercultural Bilíngue do DF (Pebi)”, afirma Felipe. Para explicar de forma simples o que acontece em um acelerador de partículas, o professor resume que o objetivo é estudar a matéria que forma o universo. “O acelerador de partículas busca entender do que tudo é feito e como funciona. Ele estuda estruturas menores que um átomo, usando altas energias e colisões entre partículas”, explicou. Detector de partículas do CERN, na fronteira entre Suíça e França, integra o Grande Colisor de Hádrons, maior acelerador de partículas do mundo e referência em pesquisas científicas | Foto: Divulgação/CERN Educação inovadora A estudante Sara Cerri, de 18 anos, do 3º ano do ensino médio do CED Lago Sul, falou sobre a importância do incentivo oferecido pelo professor Felipe e destacou a paixão dela pela física, área que pretende seguir no futuro. “Sou apaixonada pela disciplina e pretendo estudar essa área no futuro. Gosto de entender o que está acontecendo ao meu redor, como as coisas funcionam e os movimentos do mundo. Também quero agradecer ao professor Felipe, que sempre me incentiva, me ajuda muito e está ao meu lado sempre que preciso.” A aluna Giovanna Rosa, de 17 anos, acredita que a experiência internacional vivida pelo professor Felipe Lemos levará benefícios para toda a escola. Para ela, o contato com novas culturas, ideias e formas de ensino amplia a visão de mundo e fortalece a educação pública. “Essa experiência do professor Felipe vai agregar muito para a escola e para os estudantes, porque ele vai voltar com novos conhecimentos e novas formas de ensinar. Quando a gente tem contato com outras culturas e outras realidades, aprende coisas que talvez nunca conheceria aqui. Eu vivi isso no Reino Unido e sei o quanto essa troca amplia a nossa visão de mundo e inspira novas conquistas pessoais, acadêmicas e profissionais”, afirma ela, que participou da primeira edição do projeto Pontes pelo Mundo. Estudantes do CED do Lago Sul, ao lado do diretor Vitor Rios, celebram a participação de Felipe Lemos Cabral em programa internacional de Física na Suíça | Foto: André Amendoeira, Ascom/SEEDF. Para o diretor do CED do Lago Sul, Vitor Rios, a participação de Felipe Lemos Cabral no programa internacional reforça o compromisso da escola com uma educação inovadora e conectada com o mundo. Segundo ele, o professor atua na unidade desde 2024, tendo uma boa relação com os estudantes e abertura para novas práticas pedagógicas. “Felipe chegou à escola em 2024 e rapidamente se destacou pelo trabalho com os alunos e pela disposição em buscar novas possibilidades de ensino. Temos certeza de que essa vivência internacional, com contato com professores de vários países e com a Física de ponta, vai enriquecer ainda mais as suas aulas. Aqui, valorizamos metodologias ativas, projetos e o protagonismo estudantil, em que o aluno também pesquisa e constrói conhecimento com a orientação do professor.” Ao retornar ao Brasil, o professor pretende compartilhar o conhecimento com estudantes e colegas da rede pública. “Essa experiência é transformadora. Estou mais preparado para aproximar a pesquisa científica dos meus alunos e mostrar novas possibilidades de carreira e estudo”, disse. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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