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Encontro empresarial debate oportunidades econômicas em Taguatinga

Empresários e profissionais liberais de Taguatinga participaram, nesta terça-feira (19), do encontro “Transformando desafios em oportunidades”. Junto a gestores do Governo do Distrito Federal, o grupo falou do crescimento da cidade, das realizações que o governo tem feito na região e da necessidade de melhoria da infraestrutura urbana. Empresários e profissionais liberais de Taguatinga se reuniram com gestores do GDF para debater o desenvolvimento da região administrativa | Fotos: Divulgação/ Segov O secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, falou da importância de Taguatinga para o Distrito Federal e da força empresarial da cidade. “Aqui é uma máquina de fazer empresas, uma máquina de construir empresários e uma máquina de construir cidadão. A cidade foi crescendo, foi virando essa metrópole, grandes empresários de Brasília saíram daqui”, disse o secretário. “Nos primeiros quatro anos da gestão Ibaneis, nós investimos R$ 8 bilhões em todas as regiões administrativas. São 3.800 obras. Estamos com planejamento de mais R$ 10 bilhões para esses quatro anos” José Humberto Pires de Araújo, secretário de Governo O gestor deu ênfase aos investimentos do GDF em todo o Distrito Federal para atender as necessidades da comunidades. “Nós temos investido no DF. Nos primeiros quatro anos da gestão Ibaneis, nós investimos R$ 8 bilhões em todas as regiões administrativas. São 3.800 obras. Estamos com planejamento de mais R$ 10 bilhões para esses quatro anos”, pontuou. Acerca das solicitações apresentadas por melhorias na área de zeladoria e obras públicas, José Humberto disse: “Todas as pautas apresentadas são mais do que justas, os investimentos que estão sendo feitos são pesadíssimos. Temos orgulho de ter aqui a maior obra viária que foi construída nesses últimos anos no Brasil, que é o nosso Túnel Rei Pelé. Vamos olhar com carinho, olhar com todo cuidado”. O secretário informou ainda que o governo trabalha para equalizar as diferenças entre as áreas sul e norte da cidade, de forma a permitir igual desenvolvimento. Justo Magalhães Moraes, empresário do ramo de confecção há mais de 60 anos em Taguatinga, foi um dos participantes do encontro. De acordo com ele, o GDF tem investido em obras fundamentais, mas é necessário voltar os olhos para pontos específicos como a mobilidade urbana e melhorias para o Pistão Sul. “Sabemos da grandiosidade das obras que estão sendo feitas por todo o Distrito Federal, são investimentos altíssimos. Mas existem algumas prioridades e Taguatinga é a maior delas, porque é a cidade mais antiga” Justo Magalhães Moraes, empresário do ramo de confecção “Sabemos da grandiosidade das obras que estão sendo feitas por todo o Distrito Federal, são investimentos altíssimos. Mas existem algumas prioridades e Taguatinga é a maior delas, porque é a cidade mais antiga. Sempre foi a força motora do desenvolvimento do Distrito Federal. Precisamos ter um olhar maior por parte do governo”, ponderou o empresário. Para Sebastião Maluf, médico e empresário do ramo hospitalar, o encontro serviu para juntar forças empresariais em prol da cidade, com a gestão pública fazendo um papel fundamental nesse desenvolvimento. “Trazer representantes do governo para ouvir a comunidade, fortalece o propósito do governador Ibaneis Rocha, permitindo uma gestão descomplicada, simples e próxima da sociedade. Sem dúvida, as cidades melhoram quando a gestão pública atua, mas há a necessidade de mais ações de zeladoria e investimentos de infraestrutura. É notada a atuação do administrador na nossa cidade. São muitas as melhorias que tivemos aqui, próximas ao hospital. Penso que governo, administração e empresariado fazem a diferença na sociedade quando se unem para desenvolver as empresas e as cidades, trazendo serviços melhores para a sociedade”, disse. Encontro permitiu colher novas opiniões que poderão ser efetivadas em políticas públicas para melhorar a vida do empresariado e da população de Taguatinga O administrador regional de Taguatinga, Renato Andrade, afirmou que a cidade está recebendo mais recursos na gestão de Ibaneis Rocha e a ideia do encontro foi apresentar as ações feitas pelo GDF nos últimos anos, além de colher novas opiniões que possam ser efetivadas em políticas públicas para melhorar a vida do empresariado e da população. Andrade destacou a força econômica da cidade e os investimentos feitos pela atual gestão. “Taguatinga é a cidade que mais tem empreendedores no Distrito Federal. É a nossa capital econômica, são 28 mil CNPJs ativos. Só em 2023, foram abertas seis mil novas empresas na nossa cidade, foram gerados 62 mil novos empregos com carteira assinada, o que demonstra que estão olhando aquilo que estamos fazendo. Taguatinga receberá uma nova cara e logo os frutos vão começar a aparecer. Tudo o que foi apresentado aqui hoje está no nosso radar e será feito”, disse. O encontro foi realizado no auditório Instituto Santa Marta de Ensino e Pesquisa e contou com a presença do presidente da Caesb, Luís Antônio Almeida Reis, além de outros gestores. *Com informações da Secretaria de Governo

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GDF e empresários juntos pelo desenvolvimento

Na noite desta quinta (11), o governador Ibaneis Rocha, acompanhado da primeira-dama, Mayara Noronha Rocha, e de diversos integrantes de secretarias e órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), participou de um jantar com cerca de 500 empresários do DF. O evento, que aconteceu próximo ao Polo JK – área de desenvolvimento econômico de Santa Maria, também registrou a intenção do governo local de regularizar a situação de todos os empreendimentos do Pró-DF. “O GDF, agora, vai poder solucionar efetivamente 100% dos problemas históricos do Pró-DF I e Pró-DF II”, discursou o diretor de Regularização Social e Desenvolvimento Econômico da Terracap, Leonardo Mundim, ao apresentar algumas partes do texto, que deve seguir para análise dos deputados distritais nos próximos dias. “Este evento comemora o cumprimento das metas estabelecidas no início do Governo Ibaneis Rocha quanto à regularização do Pró-DF, e também marca o começo de uma nova fase de avanços a serem implementados, com mais instrumentos para o alcance de soluções com a merecida segurança jurídica”, completou. Durante o evento, o chefe do Executivo local conversou com representantes do setor produtivo, estreitando a relação entre GDF e empresariado | Foto: Renato Alves / Agência Brasília  “Tem muita coisa ainda para ser feita, não só com essa atualização desse projeto do Pró-DF, mas também no desenvolvimento das áreas, no crescimento da infraestrutura e ainda na oferta de mais áreas para que os empresários do Distrito Federal possam expandir a suas empresas. Nós temos que pensar no crescimento empresarial do Distrito Federal”, acrescentou o governador Ibaneis Rocha Durante o evento, o chefe do Executivo local conversou com representantes do setor produtivo, estreitando a relação entre GDF e empresariado, importante para o desenvolvimento econômico local e para a geração de emprego e renda, principalmente agora durante a retomada gradual e constante da economia. “Passamos quase dois anos com uma dificuldade muito grande, com muitas restrições e, mesmo assim, conseguimos manter a maioria das empresas do DF em funcionamento”, comentou o governador, ao falar sobre os impactos que a pandemia apresentou à sociedade. “Vamos continuar apoiando as empresas para que possamos retomar todos os empregos que foram perdidos durante a pandemia”, finalizou. O empresário Fábio Portela, um dos presentes ao evento, elogiou as medidas que o governo tomou durante o período crítico da pandemia. “O GDF foi muito sensível ao setor produtivo, não estagnado o comércio e liberando, nos momentos oportunos, as nossas atividades. Somos muito gratos ao governo, tivemos um Refis que deu muita tranquilidade, não tivemos problema na retomada das atividades”, avaliou. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Márcio Faria Júnior, destacou o planejamento da pasta neste momento de retomada da economia. “O DF é um terreno fértil, estamos fomentando o desenvolvimento econômico e o empreendedorismo na nossa cidade. Estamos trabalhando para atrair novas empresas e novos investidores para cá, resgatar as empresas que perdemos no passado e, principalmente, fortalecer as que aqui estão”, ressaltou.  

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Mais de R$ 170 milhões de empréstimo a empresas do Distrito Federal

Uma linha de financiamento oferecida pelo Governo do Distrito Federal (GDF) tem dado um respiro a centenas de empresários que enfrentam as dificuldades econômicas geradas pela pandemia. Por meio do Fundo Constitucional do Centro-Oeste na modalidade empresarial (FCO Empresarial), já foram contratados até agosto cerca de R$ 175 milhões por centenas de empresas do DF e da Região Integrada de Desenvolvimento Econômico (RIDE). [Olho texto=”“O objetivo desse fundo é permitir que as empresas possam estar bem, gerando, além de lucros para o empresário, emprego e renda”” assinatura=”Márcio Faria Jr., secretário de Desenvolvimento Econômico” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) é uma das responsáveis por gerir os aportes financeiros e compõe o Conselho de Financiamento à Atividade Produtiva (Cofap), que aprova os investimentos. O conselho já analisou até o momento 78 cartas-consulta – que são as propostas das empresas – totalizando um valor de financiamento de R$ 292 milhões em 2021. Esse valor total ainda depende de trâmites bancários para ser usado pelo empresariado. São investimentos voltados para as áreas de comércio e serviços, infraestrutura econômica, indústria e turismo. O efeito no mercado de trabalho é direto: a previsão é de que cerca de 7 mil empregos diretos e quase 11 mil empregos indiretos já tenham sido criados até o momento, segundo estimativa da SDE. “O objetivo desse fundo é permitir que as empresas possam estar bem, gerando, além de lucros para o empresário, emprego e renda. Podemos dizer que o DF é um local de ‘terras férteis’ e a linha de financiamento ajuda e muito”, pontua o secretário de Desenvolvimento Econômico, Márcio Faria Jr. Os clientes do FCO Empresarial no DF são micro, pequenas e médias empresas. Segmentos dos mais variados segmentos, como academias, clínicas médicas, usinas fotovoltaicas, lojas da construção civil, entre outros. Dos mais de R$ 170 milhões emprestados, 93% foram destinados ao setor de comércio e serviços, 6% para a indústria e 1% para o turismo. [Numeralha titulo_grande=”7 mil” texto=”empregos diretos e quase 11 mil indiretos já foram criados até o momento” esquerda_direita_centro=”direita”] Clínicas equipadas com o financiamento Um dos beneficiados pelo aporte financeiro foi o empresário Alcides Bolgue, 67. Ele está entre os proprietários de um laboratório clínico com 12 unidades espalhadas pelo DF, em cidades como Sobradinho, Taguatinga e no Plano Piloto. Adquiriu a linha de crédito e entrou com uma contrapartida financeira de 10% do montante. O investimento serviu para a compra de equipamentos novos para os laboratórios. “Foi um ótimo suporte para a gente em plena pandemia, para que possamos aprimorar os nossos equipamentos de análise clínica. Passamos a fazer o teste para a detecção da covid-19 e era preciso investir”, relata Bolgue. “Esse fundo do FCO é essencial para o desenvolvimento do Centro-Oeste, ao propiciar investimentos na área de serviços e comércio. Já havia usado em outra empresa do nosso grupo”, diz. Segundo o empresário, 60 funcionários trabalham em seus laboratórios. Para contratar a linha de financiamento, o empresário deverá apresentar sua proposta de financiamento diretamente no BRB, Banco do Brasil ou no Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Sobre o FCO O Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO) completa 32 anos de existência em 2021. Ao longo de sua trajetória, o fundo atingiu em financiamentos um valor expressivo de mais de R$ 100 bilhões em contratações na região Centro-Oeste, representados por 1,1 milhão de operações. Ele possui as seguintes linhas de financiamento: FCO Empresarial, FCO Rural, FCO para Financiamento Estudantil e FCO para Financiamento de micro e minigeração de energia elétrica para pessoa física. Dá suporte financeiro, além de gerar empregos em empreendimentos localizados nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.

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GDF ajuda empresas a superarem e crescerem durante a crise

Em busca da retomada da economia do Distrito Federal, o Governo do Distrito Federal (GDF), juntamente com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do DF (Senai-DF), entregou, na nesta quarta-feira (14), certificados a empresas que participaram do programa DF+ Produtivo. Mais de 40 empresários solicitaram, gratuitamente, a consultoria oferecida pelo Senai para otimizar e melhorar as linhas de produção de seus negócios. No total, o DF pretende atender 400 empresas dentro do DF+ Produtivo, que está sob coordenação da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), por meio da Fundação de Apoio à Pesquisa do DF (FAP-DF), com foco na inovação e na modernização para o setor produtivo. “O grande diferencial é oferecer isso para os empresários, neste momento em que qualquer centavo pode representar o não fechamento de uma empresa”, explicou a gerente do projeto no Senai, Alessandra Machado. De acordo com ela, o aumento de produtividade por meio na diminuição do desperdício significa, a médio prazo, mais rendimentos para a empresa. “Trabalhamos dentro das empresas a organização de base. Identificamos onde o empresário está perdendo, diminuímos e até eliminamos o desperdício e, assim, a empresa passa a produzir mais. Este é o caminho da sustentabilidade e da produtividade”, completou Alessandra. O DF pretende atender 400 empresas dentro do DF+ Produtivo, que está sob coordenação da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), por meio da Fundação de Apoio à Pesquisa do DF (FAP-DF), com foco na inovação e na modernização para o setor produtivo | Fotos: Vinícius Melo/Agência Brasília Quem, efetivamente, teve a oportunidade de participar do DF+ Produtivo nesta primeira fase, aprovou. “O objetivo do programa, quando começamos, era aumentar 20% da produtividade na empresa, mas já conseguimos um aumento de 60%”, destacou a gerente de produção de uma empresa do setor de alimentos, Deborah Monteiro. “Conseguimos excelentes resultados, de mais de 40%. Nem acredito que isso esteja acontecendo”, disse a proprietária de outra empresa, no setor de vestuário, Cecília Albina. Produtividade, emprego e renda A consultoria é aplicada por técnicos do Senai-DF, que utilizam metodologias modernas para cada empresa, com o objetivo de aumentar a produtividade e reduzir os custos dos empreendimentos. “Programas como este são muito importantes porque, efetivamente, vemos retorno para a sociedade, com a geração de emprego e renda”, enfatiza o presidente da FAP-DF, Marco Antônio Costa Júnior. O DF + Produtivo é voltado ao ganho de produtividade. O foco é a redução de desperdícios como atividades sequenciais desnecessárias, estoque excessivo, má utilização do capital humano e tempo de espera em vão. Cada consultoria levará, em média, de três a quatro meses. A meta é que as empresas tenham aumento de no mínimo 20% de produtividade após a intervenção do Senai-DF. “Porém, já foi alcançado 70% neste ganho”, destaca o presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra-DF) e presidente do Conselho do Senai-DF, Jamal Jorge Bittar. “Esta é uma ação muito bem-sucedida”, completou. Investimento e incentivo ao empresário O secretário de Tecnologia e Inovação, Gilvan Máximo, lembrou que o DF tem hoje o maior programa de capacitação técnica do Brasil, pelo qual já passaram mais de 1,8 mil pessoas. E ressaltou que “jovens estão entrando para o mercado graças à capacitação”. “Estamos investindo onde precisa ser investido e incentivando os empresários do Distrito Federal”, finalizou. O governador em exercício, Paco Britto, reforçou a importância de atender os empresários da capital e colocá-los em posição de igualdade com os demais empreendedores nacionais. “Estamos investindo em aumento de produtividade, gerando redução de custos neste momento tão difícil, de crise gerada pela pandemia, e isso é vital para as empresas”, afirmou Paco. De acordo com ele, “o governo está cuidando dos empresários, sem deixar de preservar vidas”. “Esta é uma determinação do governador Ibaneis Rocha”, pontuou. DF+ Produtividade O Senai-DF realiza consultoria usando a metodologia de manufatura enxuta (lean manufacturing) em um processo produtivo, baseada na redução dos desperdícios mais comuns: superprodução, tempo de espera, transporte, excesso de processamento, inventário, movimento e defeitos. O tempo de atendimento é de 120 horas por empresa. Cerca de 48 empresas já passaram pelo programa, que não tem custos ao empresário. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Podem ser atendidos diversos ramos de empreendimentos, que vão desde os de alimentos; artefatos, cimento e concreto; construção civil; vestuário, entre outros. O DF + Produtivo é voltado ao ganho de produtividade. A meta é que as empresas tenham aumento de, no mínimo, 20% de produtividade após a intervenção do Senai-DF. Mas a média no ganho da produtividade já chega a 53%, segundo dados da instituição. Para participar, as empresas devem realizar a autoavaliação para a avaliação de Maturidade (detectar que os processos se encontram em níveis distintos e que cada um pode ser avaliado para identificar qual o seu início no ciclo de melhoria contínua). Para mais informações, mande um e-mail para dfmais.senai@sistemafibra.org.br.

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Novo Refis segue para a Câmara Legislativa

Fruto de construção conjunta com a Câmara Legislativa (CLDF), o Governo do Distrito Federal (GDF) enviou nesta quarta-feira (14) para apreciação do Legislativo o novo projeto do Programa de Regularização Fiscal do Distrito Federal (Refis). Em ano de dificuldades econômicas causadas pela pandemia de Covid-19, a proposta vai permitir que o setor empresarial regularize débitos tributários e, assim, ajude na retomada da economia local com geração de empregos e renda. O texto já foi protocolado na CLDF. [Olho texto=”“Chegamos a um bom termo. Foi um projeto construído com todos os deputados e é neste espírito de união que fazemos o encaminhamento desse Refis, que vai ser fundamental para os empresários”” assinatura=”Ibaneis Rocha, governador do DF” esquerda_direita_centro=”centro”] No início da tarde, o governador Ibaneis Rocha reuniu-se com deputados da base, secretários de governo e representantes do setor produtivo para assinar o texto final. Na ocasião, o chefe do Executivo destacou a contribuição dos parlamentares e a importância do programa. [Olho texto=”“Se não ousarmos e não dermos desconto no valor principal, não vamos criar condições de trazer esses contribuintes para a regularidade”” assinatura=”André Clemente, secretário de Economia” esquerda_direita_centro=”centro”] “Chegamos a um bom termo. Foi um projeto construído com todos os deputados e é neste espírito de união que fazemos o encaminhamento desse Refis, que vai ser fundamental para os empresários – especialmente os micro e pequenos, que são os que mais empregam e precisam reabrir”, defendeu. [Olho texto=”“Esse processo de recuperação da economia será mais rápido com a aprovação do Refis, e sinto que os deputados estão mais conscientes disso”” assinatura=”Jamal Bittar, presidente da Fibra” esquerda_direita_centro=”centro”] Mais inovador e arrojado do que os que já foram apresentados, o novo texto do programa de refinanciamento garante desconto inclusive sobre o valor principal da dívida – em outras edições, a redução atingia exclusivamente juros e multas. Na prática, a alteração impacta mais fortemente o montante da dívida e facilita a recuperação de débitos antigos de contribuintes. “Se não ousarmos e não dermos desconto no valor principal, não vamos criar condições de trazer esses contribuintes para a regularidade. É a única forma de recuperar créditos muito antigos”, destacou o secretário de Economia, André Clemente. Mais crédito Entre os principais pontos da nova proposta está o limitador de dívidas até o montante de R$ 100 milhões; descontos escalonados, de 50% a 95%, conforme o número de parcelas escolhido para pagamento; e, ainda, a possibilidade de pagamento dos débitos em até 120 vezes. “Veja que o crédito para o empresário nunca foi mais necessário do que agora. E para ter crédito precisa estar em situação regular”, afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), Jamal Bittar, que também participou do encontro no Buriti. “Esse processo de recuperação da economia será mais rápido com a aprovação do Refis, e sinto que os deputados estão mais conscientes disso. Sem o Refis fica impossível contratar mais, ou até mesmo manter os empregos que oferecemos hoje.” Também participaram da reunião os deputados distritais Roosevelt Vilela, Hermeto, José Gomes, Valdelino Barcelos, Jorge Viana, Jaqueline Silva, Fernando Fernandes e Reginaldo Sardinha, além dos secretários Gustavo Rocha (Casa Civil), José Humberto Pires (Governo), Vanessa Mendonça (Turismo) e Weligton Moraes (Comunicação). Texto final em parceria Para facilitar a aprovação do projeto na Câmara Legislativa, de modo a permitir que o contribuinte possa aderir o quanto antes ao programa, o texto-base foi mantido. Contudo, a proposição ganhou uma série de inovações alinhadas com os deputados distritais. Uma delas foi o teto da dívida, no valor de R$ 100 milhões, para que o contribuinte tenha acesso ao desconto no valor principal. Também por sugestão dos distritais foram incluídos no programa os débitos não tributários. “A gente tem um entendimento de que o texto está equilibrado. E devemos colocá-lo em apreciação, nos próximos dias, a depender do presidente [da CLDF] Rafael Prudente”, avaliou um dos principais articuladores da proposta, o distrital Roossevelt. Segundo o deputado, o sentimento na Casa legislativa é de que a aprovação é “algo necessário para o bem da economia do DF”. “Estamos bem otimistas que o governo sairá vitorioso, porque se trata de um tema que vai ajudar os empresários a se recuperar da crise”, vislumbrou o parlamentar. Entenda o projeto O projeto de lei complementar, de autoria do Poder Executivo, homologa o Convênio ICMS 155, de 10 de outubro de 2019, e instituiu o Refis-DF 2020. O convênio foi ratificado pelo Ato Declaratório Confaz nº 15, de 25 de outubro de 2019, que autoriza unidades federadas a instituir programas de anistia de débitos fiscais relativos ao Imposto Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O novo Refis se adequa à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e à Lei nº 5.422/2014, que obriga que as políticas fiscais, tributárias e creditícias do governo sejam acompanhadas da avaliação do respectivo impacto econômico. Pelas regras do texto poderão ser incluídos no Refis 2020 os débitos de fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2018, assim como os saldos de parcelamentos referentes a fatos geradores ocorridos até a mesma data. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O parcelamento – ou seja, a adesão ao Refis – só é homologado com o pagamento da primeira parcela. Após esse primeiro pagamento, o contribuinte pode retirar certidão positiva com efeito de negativa. Sem certidões negativas da Receita, ou positivas com efeito de negativas, instituições financeiras não liberam crédito às empresas, que também ficam impedidas de participar de licitações. A adesão poderá ser feita pela internet (site da Secretaria de Economia), pelo telefone 156 (opção 3), nos postos do Na Hora e nas agências da Receita do DF. Para ter acesso ao desconto no valor principal da dívida, o débito não poderá exceder a R$ 100 milhões. O Refis incentiva a regularização de débitos tributários e não tributários de competência do DF, mediante: 1. Redução do valor principal do imposto atualizado nas seguintes proporções: a) 50% do seu valor para débitos inscritos em dívida ativa até 31 de dezembro de 2002; b) 40% do seu valor para débitos inscritos em dívida ativa entre 1° de janeiro de 2003 e 31 de dezembro de 2008; c) 30% do seu valor para débitos inscritos em dívida ativa entre 1° de janeiro de 2009 e 31 de dezembro de 2012. 2. Redução de juros e multas, inclusive as de caráter moratório, nas seguintes proporções: a) 95% do seu valor, para pagamento à vista ou em até 5 parcelas; b) 90% do seu valor, para pagamento em 6 a 12 parcelas; c) 80% do seu valor, para pagamento em 13 a 24 parcelas; d) 70% do seu valor, para pagamento em 25 a 36 parcelas; e) 60% do seu valor, para pagamento em 37 a 48 parcelas; f) 55% do seu valor, para pagamento em 49 a 60 parcelas; e g) 50% do seu valor, para pagamento em 61 a 120 parcelas. O Refis 2020 aplica-se aos débitos relativos ao: ? Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias (ICM) e ao Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS); ? Regime Tributário Simplificado do Distrito Federal (Simples Candango); ? Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), inclusive o devido pelos profissionais autônomos e sociedades uniprofissionais de que tratam o artigo 90, parágrafos 1º e 3º, e o artigo 94 do Decreto-Lei nº 82, de 26 de dezembro de 1966; ? Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU); ? Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA); ? Imposto sobre a Transmissão Inter Vivos de Bens Imóveis por Natureza ou Acessão Física e de Direitos Reais sobre Imóveis (ITBI); ? Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis ou Doação de Bens e Direitos (ITCD); ? Taxa de Limpeza Pública (TLP); ? Débitos não-tributários, na forma do regulamento.   * Com informações da Secretaria de Economia

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Paranoá é o novo foco das ações do ‘Adote Uma Praça’

Cidade será mais uma das beneficiárias do programa, criado para estreitar parceria entre governo e comunidade | Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília A Administração Regional do Paranoá leva à cidade, nesta sexta-feira (18), às 9h30, o programa Adote Uma Praça, em um evento na quadra poliesportiva do Conjunto 21. Para evitar aglomeração, será obrigatório o cumprimento de medidas como o uso de máscara e o distanciamento de, no mínimo, 1,5 metro entre as pessoas. Coordenado pela Secretaria de Projetos Especiais (Sepe), o Adote Uma Praça tem como objetivo firmar parcerias com empresários e moradores do Distrito Federal para a manutenção e recuperação de praças, jardins, balões rodoviários, estacionamentos, canteiros de avenidas, pontos turísticos, monumentos, parques infantis e pontos de encontro comunitário (PECs) – todos esses, espaços de uso livre da comunidade. Participação aberta “Se o cidadão ou o empresário encontrar um espaço público e quiser cuidar dele, pode apresentar um requerimento, no caso de uma adoção menor, ou um projeto na Região Administrativa onde fica o local”, explica o secretário de Projetos Especiais, Everardo Gueiros. “Também pode procurar a nossa secretaria, que vamos analisar e estudar a proposta para que tudo seja feito de acordo com as normas do Distrito Federal”. A pessoa física ou jurídica que firmar o termo de cooperação poderá instalar placas com mensagens indicativas informando ser adotante. O espaço ficará recuperado para uso e integração dos moradores. Por meio do programa, informa o secretário, já foram “adotados” vários pontos, inclusive o Setor Hospitalar Sul. “Lá é a maior benfeitoria feita dentro do Adote”, destaca o secretário. Desde que foi instituído, em fevereiro de 2019, o Adote Uma Praça não para. O primeiro termo assinado foi o do estacionamento do Hospital Brasília. Até hoje, são 66 pedidos de adoção de moradores de várias regiões do DF. Desse montante, 36 foram assinados, 17 projetos foram entregues, 18 se encontram em fase final de entrega e 21 ainda em estão análise. A proposta já envolve a participação de 18 regiões. Assim, o Adote Uma Praça funciona de modo a contribuir para maior integração entre governo e comunidade, ajudando a ampliar o sentido de cidadania e preservação dos logradouros públicos entre moradores e empresários. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] #AOVIVO | Lançamento do projeto Adote uma Praça, no Paranoá. Participe: 🎥 https://t.co/62gmu2KuzH — Agência Brasília (@AgenciaBrasilia) September 18, 2020 * Com informações da Ascom do Paranoá e da Sepes  

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BRB volta a operar pelos recursos do FCO Empresarial

O Banco de Brasília (BRB) voltou a operar com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) para o setor empresarial, por meio da linha de financiamento FCO Empresarial. O objetivo é promover o desenvolvimento de atividades produtivas e econômicas do DF e Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (Ride) nos setores de desenvolvimento industrial, infraestrutura econômica, turismo, ciência, tecnologia e inovação e comércio e serviço. O FCO Empresarial é voltado a empresas de todos os portes, do setor produtivo privado, que desejem iniciar, ampliar e modernizar seus empreendimentos. Com recursos do fundo, é possível apoiar investimentos como construção e reforma de imóveis e aquisição de máquinas, equipamentos, móveis, utensílios e veículos. Além disso, há a possibilidade de financiar matéria-prima, insumos, formação de estoque, capital de giro associado ou dissociado ao investimento. Os recursos do BRB disponíveis para o financiamento dos projetos por meio do FCO podem chegar a R$ 200 milhões. Setor produtivo “Como Banco de Brasília e da região, a retomada da operação do FCO é de extrema importância para o BRB”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. “Ela representa o foco do BRB no desenvolvimento e apoio ao setor produtivo, que é nossa razão primeira de ser. Além disso, reforça nosso portfólio junto aos clientes, principalmente em um momento adverso como o da pandemia da Covid-19.” [Olho texto=”“A retomada da operação do FCO representa o foco do BRB no desenvolvimento e apoio ao setor produtivo, que é nossa razão primeira de ser”” assinatura=”Paulo Henrique Costa, presidente do BRB” esquerda_direita_centro=”centro”] O FCO Empresarial oferece taxas de juros baixas – 7,4% ao ano (pós-fixada) –, além de condições especiais e prazos adequados às necessidades do cliente. O empresário conta, ainda, com bônus de adimplência de 15% sobre os juros; prazos de carência e pagamentos alongados (aderentes ao investimento); financiamento de até 100% do valor do investimento; e possibilidade de utilização da garantia do Fundo de Aval do Sebrae (Fampe). * Com informações do BRB

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Inaugurada usina de energia fotovoltaica no DF

O governador em exercício, Paco Britto, representou o governador Ibaneis Rocha durante almoço comemorativo do Grupo Levvo, nesta sexta-feira (28) no Clube Naval de Brasília. O evento oficializa a inauguração, no DF, de uma unidade de energia fotovoltaica da organização empresarial, que atua, com destaque, no ramo alimentício. Na ocasião, foram também celebrados os 20 anos de história do grupo e o lançamento do programa de oficina de costura Mais Renda, de geração de renda e sustentabilidade. A fundadora e presidente do grupo, Laura Oliveira, anunciou com exclusividade, durante contagem regressiva e ao som de fogos de artifício, a ligação da usina, cortando simbolicamente a fita inaugural da Levvo Energia. Paco Britto falou aos presentes sobre geração de empregos para o Distrito Federal. Também citou a Frente Parlamentar de Energia e sua função de ajudar os microempreendedores. “Quero parabenizar todos empreendedores. O governo do Distrito Federal quer ajudar e trabalhar com vocês. Não desistam do Distrito Federal e do Brasil. Somos um país pungente”, destacou. Paco aproveitou para agradecer a presença do senador Izalci Lucas, por “chancelar todas as emendas para o crescimento e o desenvolvimento do DF”. Com a criação da usina, a empresa terá energia solar fotovoltaica em cerca de 70% de seus pontos de venda. O método consiste no uso de energia limpa e renovável, reforçando o compromisso de não emitir gases tóxicos. “Pensando no pilar sustentabilidade do grupo, sempre tivemos o compromisso de pensar no próximo, e por isso a Levvo Energia surgiu”, ressaltou Laura Oliveira. “Precisamos cuidar do planeta hoje e pensando nas futuras gerações. Minha expectativa é inspirar pessoas a realizar a transformação social com foco em sustentabilidade, bem-estar e geração de renda, pois com renda qualquer indivíduo garante cidadania.”  Presente ao evento, o secretário de Governo, José Humberto, chamou a presidente do grupo de “uma incomodadora do bem”, referindo-se à história de luta e realizações da empresária mato-grossense. Também participaram do almoço os secretários do Desenvolvimento Econômico, Rui Coutinho; da Juventude, Léo Bijos; da Mulher, Éricka Filippeli; o presidente da Companhia Energética de Brasília (CEB), Edison Garcia; empresários do setor e líderes religiosos, entre outros convidados.  O grupo Há 20 anos no mercado, o Grupo Levvo é uma organização empresarial que, resultante de empreendimentos bem-sucedidos da Levvo Comércio de Alimentos, atua como franquia McDonald’s, abrangendo 25 pontos de vendas localizados em diversas regiões administrativas, como Taguatinga, Águas Claras e Ceilândia. Além do Distrito Federal, a empresa opera em unidades na região de Valparaíso em Goiás, com sete restaurantes e 18 quiosques de sorvetes. Além da Levvo Comércio, a corporação é formada também pelo Levvo Instituto e a Levvo Energia. Pensando no crescimento econômico sustentável, o Levvo Energia, mais recente lançamento do grupo, já chega com duas usinas de energia fotovoltaica, ocupando uma área de quatro hectares localizados em uma área rural do entorno do Distrito Federal. Uma gera 1 megawatt (MWp) e a outra, 500 quilowatts (kWp), totalizando 1.5 megawatts pico (MWp) – valores que podem equivaler ao abastecimento de cerca de 2,3 mil casas do programa Minha Casa Minha Vida. “Entendemos ser esse um passo extremamente relevante, não só pela sustentabilidade, mas também pela contribuição na qualidade e na segurança energética do Brasil e do Distrito Federal”, destacou a presidente da empresa. Já o Levvo Instituto atua de maneira a agregar e estimular a transformação social das comunidades em que atua, criando programas de geração de renda e sustentabilidade, como a oficina de costura Mais Renda. O instituto tem projetos que trabalham com o reaproveitamento de uniformes, roupas – como o programa Jeans do Bem – e banners, criando novos produtos como porta-óculos, sacolas, mochilas, estojos e nécessaires, entre outros itens que geram economia e cidadania para todos os envolvidos na cadeia de produção e de consumo. * Com informações do Grupo Levvo

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