Escola Classe 502 do Itapoã Parque celebra cultura da paz com famílias de alunos
A Escola Classe (EC) 502, localizada no Itapoã Parque, abriu as portas na manhã deste sábado (16) para celebrar a cultura da paz e a participação familiar na vida escolar. A Festa da Família reuniu famílias, crianças e todo o corpo da escola e contou com apresentações dos meninos e meninas, além de uma feira empreendedora feminina, com as mães da comunidade escolar. Celina Leão enfatizou o diferencial da EC 502 do Itapoã Parque: “Esta é uma escola referência, uma escola criada no nosso governo, que atende a inclusão, uma escola toda preparada” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “A gente quer melhorar, porque a gente sabe que pode melhorar; a gente pode ter o que é de melhor naquilo que é público” Governadora Celina Leão A governadora Celina Leão também participou da festa e ressaltou que a qualidade deve ser a marca do serviço público. “Esta é uma escola referência, uma escola criada no nosso governo, que atende a inclusão, uma escola toda preparada”, declarou. “São quatro refeições feitas aqui, espaço para alunos com altas habilidades”, prosseguiu. “Temos também alunos com TEA [transtorno do espectro autista] acolhidos por essa escola. Eu acredito que todos os pais aqui conhecem a qualidade desta escola, dos professores. E a gente quer melhorar, porque a gente sabe que pode melhorar; a gente pode ter o que é de melhor naquilo que é público. Quero entregar o melhor para as pessoas. Não é porque é público que tem de ser de qualquer jeito.” A chefe do Executivo local aproveitou a ocasião para anunciar melhorias na saúde e infraestrutura locais, como a construção de uma unidade básica de saúde (UBS) do tipo 2 e a entrega de uma unidade provisória em 15 dias para garantir que a população não fique sem atendimento na porta de casa. Além disso, Celina destacou o programa GDF na Sua Porta e outros equipamentos públicos levados ao Itapoã Parque por este GDF, como quadras de campo sintético, parquinhos, faixas de pedestre, reforma de paradas de ônibus e o futuro projeto de uma vila olímpica. Paula Augusto, diretora da EC 502: “Quando eu trago a família para a escola, eu trago tudo que eles têm de melhor e a gente cultiva aqui o melhor. A gente não cultiva aqui as dificuldades” A celebração da cultura da paz ocorre durante todo o ano letivo. O foco é combater a violência e promover a integração entre alunos, professores e responsáveis. A Escola Classe 502 atende mais de 800 alunos e é um polo de inclusão, contando com cerca de 70 crianças com laudos especiais. Acolhimento e empreendedorismo materno Laene Paiva, mãe de um aluno: “A escola nos abraça, a gente tem o ambiente para expor nossos produtos, além de ser uma maneira de estar com nossos filhos” A diretora da escola, Paula Augusto, explicou que levar a família ao ambiente escolar transforma a realidade dos estudantes: “Quando eu trago a família para a escola, eu trago tudo que eles têm de melhor e a gente cultiva aqui o melhor. A gente não cultiva aqui as dificuldades. O GDF vem nos ajudando há oito anos. Tivemos um avanço muito grande tanto na merenda, na estrutura física da escola, quanto no nosso laboratório de informática”. [LEIA_TAMBEM]Um dos grandes diferenciais do evento foi o espaço dedicado às mães empreendedoras da própria escola, que puderam expor e vender os produtos. Para a empresária Laene Paiva, mãe de um aluno do segundo período da alfabetização, a iniciativa é fundamental para mulheres que precisam conciliar o trabalho com a maternidade. “A escola nos abraça, a gente tem o ambiente para expor nossos produtos, além de ser uma maneira de estar com nossos filhos”, relatou. Para a moradora do Itapoã Parque, a integração enche as crianças de orgulho. “O meu filho fica superempolgado. Ele fica falando para os coleguinhas: ‘mamãe vende pijama, mamãe é empresária’.” Pais presentes Pai de dois filhos gêmeos que estudam na escola, Maycon Pereira ressaltou: “A importância hoje da família é ajudar os professores, estar sempre aqui juntamente com os professores para contribuir para a melhoria das crianças” A participação ativa não se restringe às mães. Maycon Pereira, porteiro e pai de alunos gêmeos de 8 anos, faz questão de acompanhar a rotina escolar de perto e atuar como um parceiro da gestão. “A importância hoje da família é ajudar os professores, estar sempre aqui juntamente com os professores para contribuir para a melhoria das crianças”, refletiu. Satisfeito com o aprendizado e a evolução dos filhos, ele deixou um conselho para os demais responsáveis da comunidade: “Pais, estejam sempre presentes com seus filhos. Ensinem a seus filhos o caminho onde devem andar corretamente: estudar, para que mais na frente eles colham o fruto do ensino”.
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Pesquisa traça impacto dos jogos de azar na população do DF
Com o objetivo de analisar os impactos dos jogos de azar na população que vive na capital do país, o Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), em parceria com a Secretaria da Família (Sefami-DF), lança o estudo “Apostadores no Distrito Federal Diagnóstico comportamental e sociodemográfico”. A pesquisa identifica as modalidades de jogos praticadas, os motivos que levam as pessoas a fazerem apostas e os impactos sociais, financeiros e de saúde entre cidadãos maiores de 18 anos. Estudo foca os impactos dos jogos de azar na estrutura das famílias | Arte: IPEDF “Este estudo é fundamental para compreender um fenômeno que vem se intensificando e que possui impactos diretos na vida das famílias, especialmente no que se refere ao endividamento e à vulnerabilidade social” Manoel Barros, diretor-presidente do IPEDF O levantamento também avalia a percepção de pessoas que não participam dessas atividades. Os dados foram coletados por meio de questionários aplicados por pesquisadores uniformizados em locais de grande circulação, abrangendo todas as regiões administrativas do Distrito Federal. As informações, que permanecem sem identificação dos respondentes, foram analisadas segundo critérios como gênero e faixa de renda. “Os jogos de azar, especialmente no ambiente digital, deixaram de ser apenas uma prática recreativa e passaram a gerar impactos reais na vida das famílias, como endividamento, conflitos familiares e adoecimento emocional”, avalia o secretário da Família, Rodrigo Delmasso. “O estudo inédito nos permite compreender quem são os apostadores no DF, onde estão e como esse comportamento afeta a dinâmica familiar. Com dados técnicos, o GDF poderá formular políticas públicas preventivas, voltadas à educação financeira, à saúde mental e ao fortalecimento das famílias, protegendo especialmente os mais vulneráveis.” Políticas públicas Por sua vez, o diretor-presidente do IPEDF, Manoel Barros, afirma: “O IPEDF tem como missão produzir informações qualificadas para orientar a tomada de decisão no âmbito das políticas públicas. Este estudo é fundamental para compreender um fenômeno que vem se intensificando e que possui impactos diretos na vida das famílias, especialmente no que se refere ao endividamento e à vulnerabilidade social. Ao oferecer dados objetivos e territorializados, a pesquisa contribui para que o poder público atue de forma preventiva e baseada em evidências”. [LEIA_TAMBEM]Segundo a diretora de Estudos e Políticas Sociais do IPEDF, Marcela Machado, a pesquisa responde a uma demanda crescente por informações qualificadas sobre o tema. “Com a rápida expansão das plataformas de jogos online e o fácil acesso às apostas, torna-se fundamental produzir um diagnóstico consistente sobre o perfil dos apostadores e sobre as possíveis consequências desse hábito na vida financeira, social e na saúde da população”, aponta. “O estudo permite compreender melhor esse fenômeno no contexto específico do Distrito Federal e subsidiar políticas públicas que consigam dar conta da problemática que envolve as apostas”. O objetivo do estudo é compreender o comportamento, as motivações e o perfil sociodemográfico dos apostadores (considerando gênero, renda e faixa etária) com mais de 18 anos. Dados gerais indicam que, no Brasil, a maior parte dos apostadores em plataformas de bets concentra-se entre jovens de 16 a 34 anos, embora também haja um volume expressivo de apostas entre aposentados. A pesquisa constitui uma resposta direta ao crescimento do endividamento associado aos jogos de azar e contribuirá para a construção de um diagnóstico específico da realidade da capital federal. Veja os dados apurados. *Com informações do IPEDF
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Expoabra 2025 tem estande de adoção com pets castrados e vacinados
Histórias de abandono e resgate vão ganhar um novo capítulo durante a 33ª edição da Expoabra. Durante este sábado (30) e domingo (31), além do próximo fim de semana (6 e 7 de setembro), cães que viveram nas ruas estarão em busca de um novo lar no estande especial de adoção instalado no Parque de Exposições Granja do Torto. A iniciativa é da Secretaria Extraordinária de Proteção Animal (Sepan-DF), que organiza o espaço para conectar os animais a futuros adotantes. Cães e gatos, já castrados, estão à espera de novos tutores na Expoabra | Foto: Divulgação “A participação na Expoabra reforça o compromisso da Secretaria de Proteção Animal em incentivar a adoção responsável”, afirma o titular da pasta, Cristiano Lopes da Cunha. “Para isso, contamos com a atuação da rede dos protetores do DF, que luta diariamente pela saúde e bem-estar animal. Nosso objetivo é abrir caminhos para que esses animais encontrem novos lares e recebam os cuidados e o carinho que merecem.” Adoção responsável Cada cão passou por um processo de cuidado antes de chegar à feira. Além do acolhimento temporário, todos foram castrados e vacinados contra a raiva e doenças múltiplas. Os animais também foram microchipados e avaliados por veterinários. O objetivo é garantir que cheguem prontos para uma nova vida cercados de segurança e afeto. [LEIA_TAMBEM]Para adotar, é preciso ter mais de 18 anos, apresentar comprovante de residência e documento de identidade com foto, além de preencher e assinar um termo de responsabilidade. Os interessados também recebem orientações sobre os cuidados necessários com os animais. Feira aberta ao público A 33ª edição da Expoabra segue até 7 de setembro com a expectativa de receber cerca de 100 mil visitantes. A feira tem entrada gratuita e reúne atrações ligadas ao agronegócio, cultura e lazer. Trata-se de iniciativa conjunta do Serviço Social Autônomo Parque Granja do Torto (PGT) com as secretarias de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) e de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento (Seagri-DF), com o apoio de diversos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), empresas privadas e organizações e associações de criadores de animais e de produtores rurais. R$ 9 milhões Montante movimentado pela Expoabra na edição de 2024 “Além de ser um evento que exalta o agronegócio do Distrito Federal e região, a 33ª Expoabra é também um ponto de encontro da família brasiliense”, enfatiza o diretor-executivo do PGT, Luciano Mendes. “Poder contar com a Feira de Adoção de Pets dentro da Expoabra é promover o amor, é criar uma ponte para esse momento em que um animal ganha uma nova família e essa família passa a ter um novo membro”, prossegue o gestor. “Dessa forma, ficamos muito felizes em fazer com que esta edição da Expoabra deixe essa marca, fique na história dessas famílias que vierem a sair daqui com um novo integrante.” Agronegócio e cultura Em 2024, a Expoabra movimentou R$ 9 milhões em negócios, e a expectativa para este ano é superar os resultados. A exposição agropecuária reúne produtores, criadores, empresários, pesquisadores, instituições e o público em geral para experiências ligadas ao agronegócio, com atividades pecuárias, comerciais, técnicas, culturais e gastronômicas, além de shows de artistas nacionais. Em 4 de setembro, o palco fica por conta de Pablo, o ídolo da sofrência, que divide a noite com a dupla Edson e Hudson e com o Galã do Piseiro. No dia seguinte haverá show da dupla Guilherme & Benuto, do icônico Amado Batista e de Evoney Fernandes, o pai da seresta. As apresentações se encerram no sábado (6), com Binho Seresteiro, seguido por atrações anunciadas como surpresa. Os artistas locais também têm espaço de destaque na Expoabra, no happy hour, com shows todos os dias.
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Governo do Distrito Federal paga terceiro lote do Cartão Material Escolar
O Governo do Distrito Federal (GDF) pagou, nesta terça-feira (18), o terceiro lote do programa Cartão Material Escolar (CME) 2025. O CME 2025 contempla 200 mil alunos da rede pública, totalizando um investimento de R$ 58 milhões. Quem ainda não possui o cartão pode retirá-lo em alguma agência do BRB no período de 1º a 4 de abril | Foto: André Amendoeira/SEEDF A iniciativa, uma das principais políticas de apoio educacional do DF, tem como objetivo garantir que os estudantes de famílias de baixa renda adquiram materiais escolares novos e de qualidade. Este lote contempla novos beneficiários e estudantes que já utilizam o cartão. Os responsáveis que ainda não possuem o cartão físico poderão retirá-lo nas agências do Banco de Brasília (BRB) entre 1º e 4 de abril. Basta consultar o local de retirada no site ou aplicativo do GDF Social, a partir da próxima semana. Quem tem direito? O benefício é concedido automaticamente a estudantes entre 4 e 17 anos, regularmente matriculados na rede pública e pertencentes a famílias beneficiárias do programa Bolsa Família. A lista de contemplados pode ser consultada no site e no aplicativo do GDF Social ou pelo telefone 156. Os valores pagos variam conforme a etapa de ensino: são R$ 320 para estudantes da educação infantil e R$ 240 para estudantes do ensino médio. Papelarias credenciadas Em 2025, o número de estabelecimentos credenciados para a compra de materiais escolares também foi ampliado. A lista completa pode ser acessada no site da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). *Com informações da Secretaria de Educação
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Taxas de acompanhamento das condicionalidades do Bolsa Família no DF chegam a 90%
Com a criação do Comitê Gestor Intersetorial do Programa Bolsa Família do DF, em pouco menos de um ano, o Governo do Distrito Federal (GDF) atingiu taxas de acompanhamento acima de 90% nas condicionalidades da educação e de 85% na saúde, superando médias nacionais. Isso significa que as famílias beneficiárias do programa que vivem no DF com crianças e adolescentes estão sendo acompanhadas de perto. Comitê, criado há um ano, faz o acompanhamento das famílias assistidas | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “São medidas essenciais para garantir o crescimento saudável das crianças e adolescentes e a concessão do benefício como um complemento de renda importante para as famílias em vulnerabilidade” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social Os dados são da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), pasta que coordena o comitê, composto também pelas secretarias de Saúde (SES-DF) e de Educação (SEE-DF). O comitê, que atua em âmbito distrital, completou um ano de funcionamento na última sexta-feira (14). “As condicionalidades são os compromissos previstos em lei que as famílias têm que cumprir para receber o benefício do Bolsa Família”, lembra a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “São medidas essenciais para garantir o crescimento saudável das crianças e adolescentes e a concessão do benefício como um complemento de renda importante para as famílias em vulnerabilidade social do DF.” Condicionalidades Na área de saúde, as crianças menores de sete anos devem cumprir o calendário de vacinação e fazer acompanhamento do estado nutricional (peso e altura), e as gestantes precisam fazer o pré-natal. Descumprimento de condicionalidades pode incorrer em advertência, bloqueio e até cancelamento do programa Já na área de educação, crianças, adolescentes e jovens devem frequentar a escola. A frequência escolar mensal mínima varia de acordo com a idade: 60% para beneficiários de 4 a 6 anos incompletos e 75% para beneficiários de 6 a 18 anos incompletos que não tenham concluído a educação básica (ensino fundamental e ensino médio). A família pode apresentar justificativas para o descumprimento – como um atestado médico para mostrar por que o aluno faltou a mais aulas do que o permitido – ou até mesmo procurar apoio para uma situação de vulnerabilidade que esteja enfrentando. O descumprimento dessas condicionalidades pode gerar desde advertência, bloqueio até o cancelamento do Bolsa Família. Educação 91% Índice de acompanhamento de famílias com crianças e adolescentes de 6 a 15 anos no DF O aumento na taxa de acompanhamento na educação, de fevereiro a novembro de 2024, referente às famílias com crianças de quatro a cinco anos de idade, foi de 84,3%, superando a média nacional de 80,9%. O crescimento foi de 28,1%, desde a criação do comitê, em fevereiro do ano passado. Já nas famílias com crianças e adolescentes de 6 a 15 anos, o índice alcançado foi de 91,2%, um crescimento de 5,3%, comparado ao anterior, de 88,4%. E, no parâmetro de adolescentes de 16 e 17 anos, o DF alcançou 86% frente à média nacional de 81,2%, crescimento de 4,9%, após intervenções do comitê. Saúde Em relação à saúde, a taxa de acompanhamento para crianças menores de sete anos referente ao segundo semestre de 2024, foi de 85,5%, um crescimento de 18,4% desde a criação do comitê. O Comitê Gestor Intersetorial do Programa Bolsa Família do DF é responsável por supervisionar o cumprimento das condicionalidades, monitorar as famílias em descumprimento, articular com outras instâncias a oferta de ações para emancipar as famílias beneficiadas pelo Bolsa Família no Distrito Federal e estimular o controle social do programa, apoiando o Conselho de Assistência Social do Distrito Federal (CAS-DF) nas atribuições de acompanhar, avaliar e fiscalizar a execução do programa. Em 2024, o comitê promoveu reuniões periódicas para elaborar ações que fortalecem o acompanhamento de condicionalidades no DF. Visando à capacitação contínua de profissionais e à construção de estratégias territorializadas de atendimento e monitoramento das condicionalidades, foram realizadas duas edições do Encontro Intersetorial de Condicionalidades do Programa Bolsa Família. “O objetivo dos encontros é fazer essa articulação entre as áreas técnicas dessas regiões administrativas próximas e pensar em estratégias para aumentar o acompanhamento das famílias e verificar o cumprimento das condicionalidades – por exemplo, identificar as demandas das equipes, quais locais que precisam desse reforço no acompanhamento, entre outros pontos”, explica a coordenadora substituta de Transferência de Renda e Benefícios da Sedes-DF, Karleany Gonçalves. *Com informações da Sedes-DF
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Beneficiários do Prato Cheio começam a retirar os cartões nesta segunda (27)
Nesta segunda-feira (27), a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) começa a entregar 1.808 cartões destinados aos novos beneficiários de fevereiro do programa Cartão Prato Cheio. Esses documentos devem ser retirados nas agências do Banco de Brasília (BRB). Cartões podem ser retirados nas agências do BRB | Foto: Divulgação/BRB São nove parcelas de pagamento do benefício emergencial. “Ao término desse ciclo, as famílias beneficiadas deixam o programa, permitindo que novas famílias ingressem para receber o auxílio”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. O programa Cartão Prato Cheio atende 100 mil famílias, garantindo um crédito mensal de R$ 250 para a compra de alimentos. Este ano, a Sedes-DF incluiu 8.725 novas famílias no programa, entre pessoas que receberão o auxílio pela primeira vez e outras que já participaram de ciclos anteriores. Para se inscrever, o cidadão deve agendar atendimento em alguma unidade do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) ou em outros postos públicos de assistência social. Para verificar se foi contemplada, a pessoa precisa acessar o site do GDF Social. Já aos beneficiários de ciclos anteriores, basta continuar utilizando o mesmo cartão para receber o auxílio. Os novos cartões serão entregues seguindo a ordem alfabética do nome dos beneficiários; veja, abaixo, o cronograma de distribuição. – Iniciais de A a C: segunda(27) – Iniciais de D a H: terça (28) – Iniciais de I a L : quarta (29) – Iniciais de M a Q: quinta (30) – Iniciais de R a Z: sexta (31). *Com informações da Sedes-DF
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Reunião debaterá políticas públicas voltadas para as famílias
No dia 30 de outubro, às 10h, a Secretaria da Família e Juventude do Distrito Federal (SEFJ-DF) realiza a 5ª Reunião do Fórum Distrital de Famílias Sustentáveis, no auditório da secretaria, localizado no Setor Comercial Sul, Quadra 04, Edifício Luiz Carlos Botelho, 6° andar, Asa Sul. O Fórum é um colegiado formado pela sociedade civil e o governo, com o objetivo de acompanhar as políticas públicas voltadas para as famílias. É o primeiro órgão desta natureza do Brasil onde discute-se acerca das desafios que as famílias enfrentam e a proposição de políticas públicas. Além disso, o Fórum elabora propostas de metas e indicadores para o anteprojeto de Lei Complementar que institui o Plano Distrital da Família (PDF), que está em discussão dentro do Governo. A proposta está dividida em 17 eixos temáticos, que contemplam as áreas de habitação, novas tecnologias, educação, saúde, segurança, meio ambiente, transporte, acessibilidade, esporte e lazer entre outras pautas importantes. O Fórum é um colegiado formado pela sociedade civil e o governo, com o objetivo de acompanhar as políticas públicas voltadas para as famílias | Foto: Divulgação/SEFJ-DF “O Plano Distrital da Família, o PDF, garante os direitos das famílias, com base nas consultas públicas que fizemos. Todos os órgãos do GDF estão participando com as suas propostas. O Fórum Distrital também faz contribuições, com elaborações de propostas feitas pela população. Estamos buscando ações que gerem resultados nos próximos anos, na questão de qualidade de vida das famílias do DF, com estudo e troca de experiências”, destaca o gestor da Secretaria da Família e Juventude, Rodrigo Delmasso. O Fórum segue as diretrizes apresentadas na Declaração de Veneza de Cidades Inclusivas para Famílias Sustentáveis e tem por objetivo tratar acerca dos desafios e das demandas das famílias. Dentre as ações atribuídas destacam-se a realização das Conferências Distritais de Políticas Públicas para Famílias Sustentáveis, com o acompanhamento e análise do processo de implementação das deliberações feitas nesses ambientes. Também haverá o acompanhamento junto à Câmara Legislativa do DF da tramitação de projetos legislativos relativos à Declaração de Veneza. *Com informações da SEFJ-DF
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Cartão Gás completa três anos com mais de R$ 125 milhões investidos
Um dos programas de proteção social do Governo do Distrito Federal (GDF), o Cartão Gás completa três anos neste sábado (10). Mais de R$ 125,2 milhões já foram investidos no benefício, destinado a famílias em situação de vulnerabilidade social a fim de garantir a segurança alimentar desta população. O auxílio financeiro de R$ 100 é pago de dois em dois meses para aquisição de botijões de gás liquefeito de petróleo (GLP) de 13 kg. Cerca de 90% dos beneficiários do Cartão Gás são mulheres. Mais de R$ 125,2 milhões já foram investidos no benefício, destinado a famílias em situação de vulnerabilidade social a fim de garantir a segurança alimentar desta população | Foto: Arquivo/Agência Brasília Atualmente, são atendidas 70 mil famílias. Neste mês, foram investidos R$ 6.999.900 no programa, com a emissão de 3.601 novos cartões. Conforme a Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes), pasta responsável pela gestão do programa, cerca de 90% dos beneficiários são mulheres. A dona de casa Irene Souza Marques, 52 anos, recebe o benefício desde a criação. Moradora do Itapoã, ela salienta a importância do subsídio para o orçamento familiar: “Nós usamos o gás para tudo. De manhã, para fazer o café; depois para almoçar e jantar. Não tem como viver sem gás, então, quando falta o dinheiro, temos que tirar de outras contas. Mas com o auxílio, isso mudou. É uma ajuda muito grande, faz a diferença no final do mês.” “É um valor importantíssimo para o orçamento das famílias mais vulneráveis justamente por complementar a renda, por não fazer as famílias optarem pela compra de um alimento ou do botijão de gás para cozinhá-lo” Mayara Noronha Rocha, primeira-dama do Distrito Federal Outra beneficiária do programa é a autônoma Ana Paula Silva, 38. Mãe solo de quatro filhas, ela conta que o gás é usado para a alimentação da família e para a venda de bolos. “A gente usa muito gás aqui em casa e eu nem sempre tenho o dinheiro para comprar quando acaba. Então, o cartão me ajuda muito, ainda mais porque hoje em dia um botijão custa caro, já encontrei por mais de R$ 120”, relata. O Cartão Gás foi instituído pelo GDF como medida de enfrentamento das consequências sociais e econômicas decorrentes da pandemia de covid-19. Inicialmente, a previsão era de que o benefício durasse apenas 18 meses, mas o governo transformou a iniciativa em lei, garantindo a segurança alimentar de milhares de famílias. “É um valor importantíssimo para o orçamento das famílias mais vulneráveis justamente por complementar a renda, por não fazer as famílias optarem pela compra de um alimento ou do botijão de gás para cozinhá-lo”, salienta a primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha Rocha, que estava à frente da Sedes na época do lançamento do projeto. A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, enfatiza que o auxílio garante às famílias autonomia e segurança nutricional: “É um programa que faz muita diferença na vida das pessoas, tendo em vista que a crise econômica dos últimos anos e a inflação fizeram com que muitas perdessem poder de compra. Ter o gás de cozinha em casa significa ter uma alimentação mais saudável, em que as famílias podem fazer ‘comida de verdade’ do jeito que os filhos gostam, caseira e saudável.” O Cartão Gás foi instituído pelo GDF como medida de enfrentamento das consequências sociais e econômicas decorrentes da pandemia da covid-19 | Foto: Divulgação/Sedes Critérios de participação A entrada no auxílio ocorre de forma automática, conforme os critérios de priorização e disponibilidade orçamentária. Além disso, o cidadão contemplado só perde o benefício se deixar de atender aos critérios estabelecidos. “A seleção dos contemplados é automática, cruza os dados do Cadastro Único dos usuários com os critérios do programa”, enfatiza Ana Paula Marra. “Então, é importante que as pessoas se atentem aos critérios e mantenham seus cadastros atualizados nos Centros de Assistência Social. Frequentemente, recebemos mensagens dizendo que não foi contemplado e, quando vamos investigar, geralmente a pessoa não atende ao critério de renda, reside fora do DF, entre outros.” Para concorrer ao benefício, é necessário atender aos seguintes requisitos: – Ter inscrição no Cadastro Único – Renda familiar per capita de até meio salário mínimo – Declarar comprometimento de renda com a aquisição do GLP de 13 kg (informação preenchida durante a entrevista do CadÚnico) – Morar no Distrito Federal e ter idade igual ou superior a 16 anos. O cidadão pode verificar se está entre os novos beneficiários do programa por meio de consulta no site GDF Social. No portal, é possível obter informações sobre a agência do Banco de Brasília (BRB) onde vai retirar o cartão, sendo imprescindível que a busca seja feita apenas pelo titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. O beneficiário tem dois meses para retirar e desbloquear o seu cartão. Caso perca o prazo, haverá o desligamento no programa e a necessidade de novo atendimento socioassistencial. O valor deve ser pago exclusivamente às revendedoras cadastradas junto ao GDF e só contempla a aquisição de vasilhames para uso doméstico. O cadastro e a fiscalização dos estabelecimentos comerciais são feitos pela Sedes. Veja aqui o endereço das revendedoras.
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