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Grupo é criado para aprimorar gestão das Farmácias de Alto Custo

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) criou, nesta terça-feira (25), o Grupo de Intervenção e Apoio à Gestão das Farmácias de Alto Custo. A iniciativa tem como objetivo otimizar e padronizar os processos de atendimento nas unidades do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF) da Asa Sul, de Ceilândia e do Gama. Instituído pela Ordem de Serviço nº 26/2026, o grupo vai atuar na identificação de gargalos e no acompanhamento de indicadores relacionados ao funcionamento das três unidades. Entre as prioridades estão a análise dos tempos de espera e da formação de filas, com identificação das causas de eventuais demoras no atendimento e na entrega de medicamentos. A equipe técnica também vai avaliar a força de trabalho, buscando adequar a distribuição dos profissionais às necessidades de cada unidade e acompanhar a produtividade. Na área de logística, serão monitorados o abastecimento e os níveis de estoque, com medidas preventivas para reduzir o risco de desabastecimento. Entre as prioridades das novas medidas estão a análise dos tempos de espera e da formação de filas | Foto: Divulgação/Agência Saúde-DF Outra frente de atuação será a padronização dos processos de trabalho, com a harmonização dos procedimentos adotados nas três Farmácias de Alto Custo do DF. Gestão baseada em indicadores O trabalho será orientado pelo acompanhamento sistemático de indicadores de desempenho. A proposta é identificar antecipadamente problemas assistenciais, administrativos ou logísticos e, a partir desse diagnóstico, estabelecer planos de ação específicos para cada situação. Vinculado à Assessoria de Gestão Estratégica da Subsecretaria de Assistência Farmacêutica e Logística (SAFLOG), o grupo terá caráter temporário e permanecerá em atividade pelo período necessário ao aprimoramento da gestão e do funcionamento das unidades. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Café com Projetos reúne 300 participantes para debater metodologias de gestão no DF

Expandir a cultura de gerenciamento de projetos dentro do Distrito Federal, trocar experiências e disseminar boas práticas aplicadas à realidade do setor público. Esses foram os objetivos do Café com Projetos, evento promovido nesta quinta-feira (9) pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) em parceria com o Project Management Institute (PMI-DF), no auditório do Sedes Colab, na 515 Norte. Encontro reuniu representantes de órgãos do GDF e da iniciativa privada, além de especialistas na área de gestão de projetos | Foto: Divulgação/Sedes-DF  Cerca de 300 pessoas participaram do encontro, entre servidores de órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), da iniciativa privada e especialistas da área — convidados para conduzir a palestra “Gestão de Projetos na Prática”, que apresentou os conceitos fundamentais e exemplos, e o painel “Tecnologia e IA na Gestão de Projetos”, que discutiu o uso da inteligência artificial e os impactos na gestão de projetos. “Entendemos que é importante a Sedes promover eventos como esse para que os nossos servidores se empoderem e conheçam práticas inovadoras de gestão que podem ser aplicadas para qualificar o atendimento ao público, o planejamento de ações e a tomada de decisão” Jackeline Canhedo, secretária de Desenvolvimento Social em exercício “Na etapa de iniciação, as ferramentas de inteligência artificial podem colaborar no planejamento, no desenvolvimento, por exemplo, de um plano de comunicação, de um cronograma, de uma estrutura analítica de projetos: é a automação, utilizando a IA, para tomada de decisão baseada em dados”, explica o presidente do PMI-DF, Matheus Rocha. “A prática que os palestrantes trouxeram mostra que os desafios vão existir, mas que há possibilidade de gestão para fazer boas entregas nos projetos.” Eficiência ampliada A gestão de projetos utiliza ferramentas tecnológicas para otimizar fluxos de trabalho e aumentar a eficiência e eficácia dos processos dentro de uma empresa ou órgão público, com resultados mais consistentes. “Entendemos que é importante a Sedes promover eventos como esse para que os nossos servidores se empoderem e conheçam práticas inovadoras de gestão que podem ser aplicadas para qualificar o atendimento ao público, o planejamento de ações e a tomada de decisão”, ressalta a secretária de Desenvolvimento Social em exercício, Jackeline Canhedo. O subsecretário de Governança, Inovação e Educação Permanente, Rodrigo Freitas, reforça: “Esse tipo de evento garante troca de experiências e apresenta propostas de uso da inteligência artificial no setor público, com aplicação de conceitos e metodologias de projetos que enriquecem a política pública de assistência social”. Gestão de projetos [LEIA_TAMBEM]O projeto é um esforço temporário — com início, meio e fim —  para entregar um produto, serviço ou resultado que a organização precisa. A gestão de projetos garante que esse resultado ocorra de forma planejada, estruturada para agregar o valor que o negócio precisa. A partir do planejamento, fundamental para o sucesso do projeto, cria-se uma estrutura que será trabalhada e definem-se quais são as atividades e o que é preciso fazer para cumprir essas metas. “As ferramentas apoiam o time do projeto a ter essa visibilidade do que precisa ser feito e quando precisa ser realizado”, aponta Matheus Rocha. “Com a gestão desse projeto, é possível acompanhar quando tem um risco que pode atrapalhar a entrega, ter um replanejamento de datas para cumprir o cronograma. Essas ferramentas ajudam o gerente de projetos a ter essa previsibilidade do que vai ser entregue, se há riscos, para que, se tiver ameaças, ele tenha condições de agir previamente e garantir que não haja prejuízo. Entre as ferramentas mais conhecidas estão o MS Project, Monday.com, ClickUp, Kanban e o Trello, que é muito utilizado pela simplicidade.”   *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

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IgesDF alcança 77% das metas em 2025 e fortalece gestão com foco no cidadão

Planejar, acompanhar resultados e corrigir fluxos antes que os problemas virem crise. Essa tem sido a linha de ação do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), que completou, em 2025, o primeiro ano de execução do seu planejamento estratégico com avanços concretos na gestão e reflexos diretos no atendimento à população. Ao longo do ano, o instituto atingiu mais de 77% das metas estipuladas, realizou 12 reuniões operacionais, promoveu mais de 30 análises críticas, acompanhou mais de 40 indicadores estratégicos e estruturou quatro mapas de prioridades, ferramenta que organiza objetivos e direciona ações para cada área. Os resultados foram apresentados durante o Encontro de Balanço Estratégico 2025, realizado nesta terça-feira (10), que reuniu gestores para avaliar forças e fragilidades no comparativo entre 2024 e 2025 e alinhar os próximos passos do IgesDF. Promovido pela Coordenação de Planejamento Estratégico da Superintendência de Qualidade e Melhoria Contínua, o encontro marcou um momento simbólico de amadurecimento institucional. Para o superintendente de Qualidade e Melhoria de Processos do IgesDF, Clayton Sousa, o primeiro ciclo foi decisivo para ajustes e aprendizado. Promovido pela Coordenação de Planejamento Estratégico da Superintendência de Qualidade e Melhoria Contínua do IgesDF, o encontro marcou um momento simbólico para a Instituição | Foto: Divulgação/IgesDF “Foi um ano de muita calibração. Ajustamos rotas ao longo do caminho e tiramos lições importantes para avançar em 2026. A saúde é um sistema complexo e, por muito tempo, fomos levados apenas a apagar incêndios. O planejamento é o caminho para mitigar crises e alcançar resultados mais sustentáveis”, afirma. Gestão mais madura e orientada por indicadores Clayton destaca que investir em planejamento é fundamental para romper ciclos históricos de improviso na gestão pública. “Sem planejamento, ficamos presos à lógica de resolver problemas pontuais, sem mudar a realidade estrutural. A partir de 2026, o IgesDF passará a acompanhar cerca de 300 metas em todas as unidades, com processos contínuos de calibração ao longo do ano e maior peso para aquelas com maior impacto assistencial”, completa. O balanço estratégico evidenciou a evolução da maturidade gerencial do instituto, com análises mais qualificadas de forças e fragilidades. Para o diretor de Atenção à Saúde, Edson Gonçalves, a mudança já é perceptível no dia a dia das equipes. “Hoje, gestores e equipes conhecem suas metas, entendem o contrato de gestão e questionam resultados. Em 2024, isso não existia. O instituto evoluiu rapidamente, saindo da análise de números absolutos para discutir qualidade, valor e resultado assistencial”, avalia. Resultados que chegam ao cidadão Os avanços do planejamento estratégico já refletem diretamente no atendimento à população. Um dos destaques é a ouvidoria, que reduziu em 48% o prazo médio de resposta aos usuários, passando de 20 dias, limite máximo previsto na Lei nº 13.460/2017, para 10,3 dias. Essa lei estabelece regras de proteção e defesa dos direitos do cidadão que utiliza serviços públicos. No eixo de governança e integridade, mais de 4 mil colaboradores participaram de capacitações em compliance, termo usado para definir ações voltadas ao cumprimento de normas e à prevenção de irregularidades, um crescimento de 27% em relação a 2024. Já na comunicação institucional, o IgesDF registrou aumento expressivo no engajamento digital. O alcance nas redes sociais saltou de 65,5 milhões para 79,9 milhões, registrando crescimento de 22% na interação com a população. Ensino, pesquisa e inovação em alta A área de ensino e pesquisa também apresentou resultados significativos em 2025. O instituto publicou mais de 150 artigos científicos e ampliou em 19% os recursos captados pela Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep), alcançando R$ 1,5 milhão em investimentos, um acréscimo de R$ 260 mil a mais do que no ano anterior. Para a titular da Diep, Emanuela Dourado, o planejamento estratégico foi essencial para engajar equipes e fortalecer a cultura institucional. “Muitas equipes sequer conheciam o contrato de gestão. Com o planejamento, passaram a entender seu papel dentro da Instituição. Isso gerou engajamento, motivação e uma competitividade saudável”, destaca. Guardiões das metas e próximos passos Outro ponto de destaque do ciclo 2025 foi a atuação dos Guardiões das Metas, grupo responsável por acompanhar e apoiar a execução das metas estratégicas nos setores. Segundo o coordenador de Planejamento Estratégico do IgesDF, Luiz Fillipe Rodrigues, a iniciativa aproximou o planejamento da rotina operacional das unidades. “Com os aprendizados do primeiro ano, o IgesDF inicia 2026 em um novo patamar de maturidade, com foco na gestão por indicadores, maior integração entre áreas, planejamento financeiro, orçamentário e de compras, além do aumento da eficiência assistencial”, finaliza. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Nova presidente do Conselho de Educação do DF toma posse defendendo mais inclusão na rede de ensino

Tomou posse, nesta quinta-feira (5), a nova presidente do Conselho de Educação do Distrito Federal (CEDF), Eliana Moysés Mussi, que comandará a instituição no biênio de 22 de dezembro de 2025 a 21 de dezembro de 2027. A vice-presidência será exercida por Erenice Natália Soares de Carvalho. A cerimônia simbólica marcou o início de uma gestão que promete intensificar o debate sobre políticas educacionais inclusivas. “Quando falamos de rede pública e rede privada, precisamos pensar na articulação de um sistema de ensino verdadeiramente inclusivo. É fundamental que todas as instituições tenham clareza sobre o que está determinado nas normatizações e que isso seja incorporado a um sistema mais amplo, que considere todo o ensino e dialogue com as forças governamentais e privadas para concretizar o objetivo final: a inclusão”, afirmou a presidente Eliana Moysés Mussi. Eliana Moysés Mussi: "É fundamental que todas as instituições tenham clareza sobre o que está determinado nas normatizações e que isso seja incorporado a um sistema mais amplo, que considere todo o ensino e dialogue com as forças governamentais e privadas para concretizar o objetivo final: a inclusão" | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Durante a posse, foi apresentado um relatório sobre educação especial no sistema de ensino do Distrito Federal, produzido pela presidente eleita em parceria com a técnica Renata Antunes de Souza. O documento apontou conquistas e desafios da área. A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, destacou a evolução das políticas de inclusão nas últimas décadas. “Temos uma boa discussão para fazer. No final dos anos 1990 e início dos anos 2000, buscava-se um mecanismo para garantir que as escolas privadas recebessem crianças com deficiência. Hoje, nenhuma escola pode mais recusá-las. Houve avanços importantes, mas ainda precisamos avançar mais. Esse diálogo é essencial para que possamos, juntos, fortalecer ainda mais a inclusão, especialmente diante de novos desafios que surgem ao longo do tempo", avaliou. "Essas articulações interinstitucionais são fundamentais para promover ações e políticas inclusivas de forma integrada, assegurando desde o apoio à saúde até a efetiva inclusão no ambiente escolar" Hélvia Paranaguá, secretária de Educação A secretária também ressaltou a importância de parcerias interinstitucionais para ampliar a segurança e o acolhimento nas escolas. “Em relação à Lei Lucas, implementada pela Lei nº 13.722/2018, firmamos parceria com o Corpo de Bombeiros. Essas articulações interinstitucionais são fundamentais para promover ações e políticas inclusivas de forma integrada, assegurando desde o apoio à saúde até a efetiva inclusão no ambiente escolar”, completou Hélvia Paranaguá. A nova gestão do Conselho de Educação do DF sinaliza prioridade para o fortalecimento das políticas de inclusão e o aprimoramento do diálogo entre as redes pública e privada de ensino. *Com informações da Secretaria de Educação  

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Sete anos do IgesDF consolidam o Hospital de Base como referência em alta complexidade

Nesta sexta-feira (30), o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) completa sete anos de existência. Nesse período, o instituto consolidou o Hospital de Base, maior unidade pública do Centro-Oeste, como referência em atendimento de alta complexidade. O hospital vem passando por um processo contínuo de reorganização de fluxos, modernização da estrutura e ampliação da capacidade assistencial, com impacto direto no atendimento à população. Ambulatório da unidade hospitalar, só em 2025, registrou média de 34 mil atendimentos mensais | Foto: Alberto Ruy/IgesDF Ao longo desses sete anos, o IgesDF organizou processos, qualificou a gestão e criou condições para que o Hospital de Base funcione  com mais segurança e foco no atendimento ao cidadão”, afirma o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro. Para o superintendente do Hospital de Base, Paulo Saad, o modelo adotado contribuiu diretamente para a melhoria da assistência: “A padronização de rotinas e a reorganização dos fluxos assistenciais permitiram entregar um serviço mais resolutivo à população”. Ambulatórios e atendimento  Aquisição de tomógrafos, aparelhos de ressonância magnética, angiógrafos e acelerador nuclear ampliou a capacidade do hospital Com mais de 50 especialidades médicas, o ambulatório do Hospital de Base prestou uma média de 34 mil atendimentos por mês, apenas em 2025. Nos últimos anos, a unidade recebeu melhorias voltadas ao conforto dos pacientes e à organização do fluxo, como a instalação de novos assentos, cadeiras longarinas e telas informativas. Outro avanço importante foi a inauguração de um centro de infusão e de um bloco de oncologia, com 11 consultórios, o que dobrou a capacidade de atendimento ambulatorial. A unidade também passou a contar com equipamentos modernos para diagnóstico e tratamento, como tomógrafos, aparelhos de ressonância magnética, angiógrafos e acelerador nuclear. Nesse contexto de ampliação da assistência especializada, o hospital também entregou uma nova sala de hemodinâmica, voltada a procedimentos cardíacos e vasculares, com ampliação de leitos e salas de procedimentos, reforçando a segurança e a capacidade de resposta da unidade. Cirurgias, trauma e alta complexidade Referência na rede pública do Distrito Federal, o centro cirúrgico do Hospital de Base realizou mais de 15 mil cirurgias no último ano, em 17 especialidades diferentes. O número de salas cirúrgicas em funcionamento aumentou de seis para 16, ampliando a capacidade de atendimento, especialmente em cirurgias oncológicas. [LEIA_TAMBEM]Entre os investimentos estão a aquisição de aparelhos de alta tecnologia, como o equipamento de litotripsia extracorpórea por ondas de choque, utilizado para fragmentar cálculos renais sem necessidade de cirurgia, e o arco cirúrgico, essencial para procedimentos com visualização interna em tempo real. Outro marco foi a retomada das cirurgias cardíacas de peito aberto. Desde 2019, cerca de 1.600 procedimentos desse tipo já foram realizados na unidade, ampliando o acesso da população a tratamentos de alta complexidade. A adoção do projeto Lean, metodologia voltada à organização dos fluxos e à redução de desperdícios no centro cirúrgico, também contribuiu para tornar a agenda mais previsível, eficiente e segura. Desde a implementação, o hospital ampliou a capacidade de execução de procedimentos. No pronto-socorro, o fortalecimento da linha de cuidado ao trauma consolidou o Hospital de Base como referência nesse tipo de atendimento. Recentemente, o centro de trauma da unidade foi recomendado para receber uma certificação nacional de excelência, reforçando o compromisso com a qualidade assistencial e a segurança do paciente. Internação e cuidado multiprofissional “Seguiremos investindo em pessoas, processos e tecnologia para fortalecer essa referência da saúde pública no Distrito Federal” Cleber Monteiro, presidente do IgesDF Os 11 andares de internação passaram por melhorias estruturais e organizacionais desde 2019, com impacto direto no conforto e na segurança de pacientes e profissionais. A ampliação das equipes e a atuação integrada de profissionais de diferentes áreas fortaleceram o cuidado multiprofissional. A criação de um serviço específico de geriatria e a implantação da função de enfermeira rotineira em todas as especialidades contribuíram para a organização do cuidado, o acompanhamento de indicadores assistenciais e a articulação entre as equipes. “Os avanços do Hospital de Base mostram que uma gestão eficiente gera resultados concretos para a população”, enfatiza Cleber Monteiro. “Seguiremos investindo em pessoas, processos e tecnologia para fortalecer essa referência da saúde pública no Distrito Federal.”   *Com informações do IgesDF

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IgesDF completa sete anos e fortalece a urgência e emergência com modelo de gestão

Esperar menos por atendimento, encontrar unidades mais organizadas, realizar exames com mais rapidez e receber cuidado com mais respeito — essas mudanças ajudam a traduzir, no dia a dia da população, o impacto do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), que completa sete anos em 2026, consolidado como referência de um novo modelo de gestão na saúde pública e como um dos principais pilares da rede de urgência e emergência. Criado para dar mais agilidade, eficiência e capacidade de resposta à saúde pública, o instituto ampliou atendimentos, modernizou unidades, reorganizou fluxos assistenciais e fortaleceu o cuidado prestado à população. Ao longo desse período, também incorporou tecnologia para acelerar diagnósticos e ampliar a resolutividade do Sistema Único de Saúde (SUS) no DF. O presidente do instituto, Cleber Monteiro (primeiro à direita), ressalta: “O IgesDF foi criado justamente para dar agilidade aos processos, permitir decisões mais rápidas e garantir que o cuidado chegue no tempo certo ao paciente” | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF  “A saúde não é estática; ela é dinâmica, urgente e lida com vidas”, enfatiza o presidente do instituto, Cleber Monteiro. “O IgesDF foi criado justamente para dar agilidade aos processos, permitir decisões mais rápidas e garantir que o cuidado chegue no tempo certo ao paciente.” Instituída pela Lei Distrital nº 6.270, de 30 de janeiro de 2019, a organização surgiu a partir da transformação do Instituto Hospital de Base do Distrito Federal (IHBDF), criado em 2017. A proposta foi garantir maior autonomia administrativa e financeira para unidades estratégicas da rede pública, permitindo mais rapidez em compras, contratações e na manutenção de serviços essenciais. Desde 2019, esse modelo passou a ser associado à reorganização de processos e ao fortalecimento de serviços em áreas críticas, com reflexos diretos na experiência do usuário e na capacidade de resposta da rede, especialmente em períodos de alta demanda. Expansão da rede  Nos primeiros anos de atuação, a gestão do IgesDF foi ampliada para o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e para as unidades de pronto atendimento (UPAs). A expansão fortaleceu a rede de urgência e emergência do Distrito Federal, com padronização de processos, reforço das equipes e melhorias na infraestrutura das unidades que funcionam como porta de entrada do SUS. A partir de 2021, novas UPAs passaram a operar em regiões como Ceilândia, Paranoá, Brazlândia e Riacho Fundo II. Com funcionamento 24 horas, essas unidades aproximaram o atendimento da população, reduziram a sobrecarga dos hospitais regionais e contribuíram para a diminuição do tempo de espera. “A ampliação das UPAs leva a assistência mais perto de quem precisa, com mais resolutividade para os usuários do SUS”, pontua o vice-presidente do IgesDF, Rubens Pimentel. Investimentos em tecnologia e infraestrutura marcaram a atuação do IgesDF logo após a fase mais crítica da pandemia  Pouco tempo após sua criação, o instituto enfrentou um dos maiores desafios da história da saúde pública: a pandemia da covid-19. Nesse período, a unidade ampliou rapidamente leitos de UTI, contratou profissionais em caráter emergencial e adquiriu equipamentos essenciais, como respiradores e monitores. A capacidade de resposta ágil foi decisiva para garantir assistência à população em um cenário de colapso do sistema de saúde em todo o país. “Foi um momento de decisões difíceis e urgentes”, relembra Cleber Monteiro. “Cada leito aberto e cada profissional contratado representavam uma chance real de salvar vidas”. Com a superação da fase mais crítica da pandemia, o IgesDF intensificou os investimentos em tecnologia e infraestrutura. A aquisição de equipamentos de alta complexidade, como tomógrafos e ressonâncias magnéticas, ampliou a capacidade diagnóstica das unidades e contribuiu para a redução das filas por exames. Paralelamente, o IgesDF reforçou os programas de cirurgias eletivas para enfrentar a demanda reprimida, alcançando volumes históricos de procedimentos. “Mais tecnologia e melhores fluxos significam mais cirurgias realizadas, menos cancelamentos e mais qualidade no cuidado ao paciente”, explica o diretor de Atenção à Saúde, Edson Ferreira. Desempenho estratégico Em 2024, a incorporação do Hospital Cidade do Sol (HSol) marcou mais um avanço na expansão do instituto. A unidade passou a desempenhar papel estratégico no atendimento hospitalar, especialmente no suporte a pacientes clínicos e na retaguarda da rede, contribuindo para desafogar hospitais de maior complexidade. Sob a gestão do IgesDF, o hospital teve reorganização dos fluxos assistenciais, ampliação da capacidade de atendimento e fortalecimento das equipes multiprofissionais. Idealizado pela primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha (E), o programa Humanizar já fazia parte do instituto antes da Lei nº 15.126, que atualizou os princípios do SUS e instituiu a atenção humanizada como diretriz obrigatória Além das mudanças estruturais, a humanização do atendimento consolidou-se como eixo permanente da gestão. Projetos voltados ao acolhimento, à melhoria da ambiência hospitalar e à escuta qualificada dos pacientes passaram a integrar a rotina das unidades, impactando diretamente a forma como o cidadão é recebido no sistema público de saúde. Em abril de 2025, a Lei nº 15.126 atualizou os princípios do SUS e instituiu a atenção humanizada como diretriz obrigatória nos serviços de saúde. Quando a mudança entrou em vigor, o IgesDF já vivenciava essa realidade por meio do programa Humanizar, idealizado pela primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha. Reorganização de fluxos “Humanizar é compreender que o paciente chega fragilizado e precisa ser acolhido com respeito, empatia e cuidado” Anucha Soares, gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente Anucha Soares, gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente do IgesDF, ressalta: “O instituto estava à frente do seu tempo. Quando a lei mudou, o Humanizar já era uma realidade consolidada. Outras instituições nos procuram para entender como estruturamos esse modelo. Humanizar é compreender que o paciente chega fragilizado e precisa ser acolhido com respeito, empatia e cuidado”. Ao completar sete anos no Distrito Federal, o instituto apresenta resultados que refletem modernização e reorganização da rede. Nos últimos dois anos, obras, novos equipamentos e ajustes nos processos assistenciais fortaleceram o atendimento no Hospital de Base (HBDF), no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), no Hospital Cidade do Sol (HSol) e nas 13 UPAs. No HBDF e no HRSM, a reorganização dos fluxos cirúrgicos aumentou a produtividade e reduziu cancelamentos. A instalação de equipamentos, como ressonância magnética, vídeo eletroencefalograma e angiógrafos, ampliou a autonomia das unidades e acelerou diagnósticos. Reformas modernizaram setores críticos, administrativos e refeitórios, preparando os hospitais para maior complexidade assistencial. No HRSM e no HSol, adaptações estruturais fortaleceram serviços existentes e ampliaram o escopo de atendimentos. [LEIA_TAMBEM]A tecnologia também ganhou protagonismo com a expansão da teleconsulta nas UPAs, encurtando encaminhamentos e elevando a resolutividade. Sistemas de videomonitoramento reforçaram a segurança, e o agendamento ambulatorial no HBDF tornou o fluxo mais organizado e previsível. Paralelamente, o Distrito Federal iniciou seu maior ciclo de expansão das UPAs, com seis unidades em obra e uma em contratação, totalizando 20 UPAs em funcionamento 24 horas em áreas de alta demanda. O cuidado humanizado seguiu avançando. Programas voltados à escuta e ao acolhimento de públicos sensíveis passaram a integrar a rotina assistencial. No HRSM, ambientes sensoriais melhoraram o atendimento de crianças com transtorno do espectro autista (TEA). Nas UPAs, o programa Humanizar aproximou equipes e usuários, enquanto a retaguarda psiquiátrica contribuiu para a redução do tempo de permanência em crises. Administração integrada Com isso, o IgesDF marca seu sétimo ano com uma rede mais estruturada, tecnológica e próxima da população. Os avanços se refletem no cotidiano de quem depende do SUS, com mais previsibilidade nas cirurgias, melhor distribuição das urgências pela cidade, ambientes mais adequados para públicos específicos e melhores condições de trabalho para os profissionais. “Quando falamos em sete anos do IgesDF, falamos de pessoas, de profissionais que sustentaram a saúde do DF nos momentos mais críticos e de pacientes que tiveram suas vidas transformadas por esse trabalho”, conclui Cleber Monteiro.   *Com informações do IgesDF

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Dos livros às festas populares: apoio do GDF transforma a cultura da capital

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) é uma instituição que vai muito além de organizar shows ou exposições: ela é um pilar fundamental para preservar memória, fomentar talentos, promover diversidade cultural e gerar emprego e renda para milhares de brasilienses. De acordo com o titular da pasta, Claudio Abrantes, a Secec-DF é mais do que uma secretaria: é agente de transformação. “Funciona como ponte entre recursos públicos, iniciativa privada, artistas e o cidadão. Seu trabalho molda o presente da cultura brasiliense — e planta sementes para um futuro em que cultura, identidade e democracia estejam mais entrelaçadas”, ressaltou. Para quem passa pela cidade, mesmo sem notar — nos livros que lê, no museu que visita, no teatro reformado — muitos benefícios que hoje parecem invisíveis são frutos de programas, editais e políticas cujos reflexos ecoam na vida de muitos. De acordo com o titular da pasta, Claudio Abrantes, a Secec-DF é mais do que uma secretaria: é agente de transformação | Fotos: Divulgação/Secec-DF Veja o que a Secec-DF oferece: Apoio a projetos culturais A Secec-DF mantém diversos programas de incentivo cultural, entre eles o Fundo de Apoio à Cultura (FAC), o Programa de Incentivo Fiscal à Cultura (LIC), os Termos de Fomento e o Programa Conexão Cultura DF. Esses mecanismos permitem que artistas, coletivos e produtores culturais realizem desde pequenas iniciativas locais até projetos maiores com circulação nacional e internacional. Espaços culturais sob gestão própria A Secec-DF administra espaços que são vitais para fruição, aprendizado e convivência cultural, como a Biblioteca Pública de Brasília, a Biblioteca Nacional de Brasília, museus, galerias, centros culturais, entre outros. Esses espaços oferecem não apenas acervo e eventos, mas também atividades educativas, leitura, pesquisa e acesso gratuito para a população. Preservação do patrimônio físico e imaterial Investimentos regulares têm sido feitos para manter e recuperar bens culturais, garantir segurança, acessibilidade e preservar acervos culturais. Exemplos são obras no Memorial dos Povos Indígenas, sinalização, sistemas de combate a incêndio, iluminação, reformas em equipamentos culturais e restauro de espaços importantes. A Secec-DF mantém diversos programas de incentivo cultural, entre eles o Fundo de Apoio à Cultura (FAC) Impactos positivos para a sociedade brasiliense Descentralização e acesso democrático à cultura A Secec-DF tem buscado levar ações culturais e recursos para além do Plano Piloto, contemplando diversas regiões administrativas (RAs). Editais próprios têm linhas específicas que favorecem a interiorização das oportunidades. Espaços culturais são mantidos em regiões diversas, oferecendo acesso facilitado para quem mora longe do centro de Brasília. Políticas de formação, educação e identidade Além de entretenimento, a Secec-DF investe em programas de formação, leitura, educação patrimonial e cultural, inclusão, ações afirmativas, celebrações culturais locais (festivais, cultura popular, manifestações artísticas regionais) que ajudam a fortalecer a identidade brasiliense. Programas institucionalizados, como o Concertos Didáticos, visam integrar escolas e espaços culturais no processo de ensino, sensibilizando novos públicos. Programas de incentivo mais importantes · LIC (Lei de Incentivo à Cultura): permite que empresas destinem parte do ICMS ou ISS para patrocinar projetos culturais aprovados, com regras definidas para inscrição, execução e prestação de contas. Em 2025, há um valor de mais de R$ 14 milhões destinado a esse programa. · Conexão Cultura DF: edital contínuo que apoia circulação cultural, intercâmbio, capacitação, residências artísticas, participação em eventos nacionais e internacionais. · FAC (Fundo de Apoio à Cultura): um dos principais instrumentos, com editais diversos, apoio direto (a fundo perdido), recolhimento e destinação de recursos públicos para agentes culturais, linguagem plural e ações descentralizadas. · PNAB (Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura): fomenta a cultura de forma contínua (não emergencial), com repasses federais para estados, DF e municípios, para apoiar trabalhadores da cultura, entidades, coletivos, pessoas físicas/jurídicas, em diferentes manifestações culturais. No caso da PNAB-DF, há um Plano de Aplicação de Recursos (PAR) anual, aprovado com participação cultural, consulta pública, que define metas, valores, atividades. · LPG (Lei Paulo Gustavo): criada durante a pandemia para mitigar impactos no setor cultural, ao mesmo tempo em que é usada como mecanismo de fomento cultural federal. Para a LPG, o DF recebeu recursos para distribuir entre editais culturais (audiovisual e demais áreas). Há uso de cotas afirmativas e inclusão de grupos minoritários no DF sob a LPG para garantir equidade. Além de entretenimento, a Secec-DF investe em programas de formação, leitura, educação patrimonial e cultural, inclusão, ações afirmativas, celebrações culturais locais Por que a Secec-DF é essencial mesmo quando “não se vê”? Mesmo que algumas ações da Secec-DF passem despercebidas no dia a dia, seus efeitos são estruturais: · Manter bibliotecas funcionando, museus abertos, acervos preservados: são serviços públicos que sustentam cultura, memória, leitura e aprendizagem. · Declarar editais, financiar projetos locais e decidir quem pode participar: isso garante que a cultura seja plural, representativa, diversa - e não apenas centralizada. · Possibilitar renda para artistas, artesãos, técnicos culturais, fornecedores de serviços culturais: quando um show acontece, quando um livro é lançado, quando uma oficina é ofertada, centenas de pessoas entram em ação. · Fomentar identidade, autoestima e pertencimento: quando jovens veem a sua cultura reconhecida, quando tradições populares são valorizadas, quando cultura local entra na sua região — isso muda a forma como se vê o lugar onde vive. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)

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Publicado edital sobre gestão compartilhada do Espaço Cultural Renato Russo

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) publicou, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quinta-feira (7), a homologação do Edital 13/2025. O documento formaliza o chamamento público de organizações da sociedade civil (OSCs) para, em parceria com a pasta, executar a gestão compartilhada, o programa pedagógico e formativo, a programação e as operações do Espaço Cultural Renato Russo pelo período de 36 meses. O valor de referência ou de teto estimado no edital é de R$ 6,5 milhões | Foto: Divulgação/Secec-DF Compete à OSC vencedora planejar e organizar as atividades culturais da programação oficial do espaço, além de estruturação, desenvolvimento e execução de programa pedagógico/formativo adequado ao perfil e às diretrizes do equipamento. Devem ser levadas em conta atividades que estimulem a formação permanente e continuada, a pesquisa, experimentação e criação artística, a promoção e difusão cultural, entre outros itens especificados no edital. O valor de referência ou de teto estimado no edital é de R$ 6,5 milhões, com a seguinte previsão da Lei Orçamentária Anual: R$ 2,5 milhões do exercício de 2025, R$ 2 milhões do exercício de 2026 e R$ 2 milhões do exercício de 2027. *Com informações da Secec-DF  

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