Brasília é a capital mais segura do país, com redução histórica do número de homicídios
O Distrito Federal alcançou a primeira colocação nacional nos indicadores de crimes letais no primeiro trimestre de 2026. O resultado considera a soma de homicídios e mortes a esclarecer por 100 mil habitantes, metodologia baseada em dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O levantamento colocou o DF na liderança tanto entre as unidades da Federação quanto entre as capitais brasileiras com a menor taxa do país. Os dados mostram que, no primeiro trimestre deste ano, o DF registrou taxa de 5,58 mortes por 100 mil habitantes entre as unidades da federação. Santa Catarina aparece logo atrás, com 5,63. Entre as capitais, Brasília alcançou índice de 5,61 e liderou o ranking nacional, seguida por Curitiba (10,05) e Campo Grande (10,39). O levantamento colocou o DF na liderança tanto entre as unidades da federação quanto entre as capitais brasileiras com a menor taxa do país | Foto: Arquivo/Agência Brasília Segundo o secretário de Segurança Pública interino, Alexandre Patury, esse resultado está ligado a um conjunto de ações adotadas na segurança pública do DF. “Hoje temos mais policiais nas ruas, atuação diária nas regiões administrativas, trabalho direcionado no combate às manchas criminais, uso de ferramentas como o DF 360 e participação intensiva da comunidade por meio dos Conselhos Comunitários de Segurança. Existe todo um ecossistema que contribuiu para essa redução”, afirmou o chefe da pasta durante a assinatura da ordem de serviço para construção da nova Policlínica da Polícia Civil (PCDF), nesta sexta-feira (15). Durante o evento, Patury explicou que o resultado não considera apenas os homicídios registrados. O levantamento também inclui os chamados casos de mortes a esclarecer — situações em que ainda não foi definida a causa da morte. “Temos 42 homicídios no DF e zero a esclarecer. Nós sabemos o nome e sobrenome de cada caso. Estávamos em segundo lugar, no primeiro trimestre agora de 2026, e agora alcançamos o primeiro lugar. Passamos Santa Catarina e Florianópolis”, destacou. Os dados mostram que, no primeiro trimestre deste ano, o DF registrou taxa de 5,58 mortes por 100 mil habitantes entre as unidades da federação | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Mais segurança pública A redução dos crimes letais acompanha outros indicadores positivos da segurança pública. Os roubos no transporte coletivo do DF caíram 52% em 2025. Ao longo do ano, foram registrados 111 casos, contra 230 em 2024. Além disso, 15 regiões administrativas não tiveram nenhuma ocorrência, segundo dados do 2º Anuário de Segurança Pública do DF. Os números mostram o avanço das ações de segurança e das mudanças adotadas no sistema de transporte, que têm contribuído para reduzir os crimes e aumentar a segurança da população.
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Abril tem menor número de homicídios e crimes contra a vida em 23 anos
O conjunto de políticas adotadas pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), com ações regionalizadas e integradas no âmbito do programa DF Mais Seguro, faz com que o Distrito Federal mantenha a queda dos crimes violentos contra a vida (CVLIs). O cenário de decréscimo se mantém nos últimos três anos, de forma consecutiva. Ano passado, por exemplo, a capital do país teve o menor índice de homicídios dos últimos 45 anos, ou seja, foi possivelmente o ano menos violento da história desde 1977. As forças de segurança estão atuando de forma cada vez mais regionalizada, com estratégias voltadas para cada tipo de crime ou desordem | Fotos: Divulgação/SSP-DF Levantamento realizado pela secretaria mostra que em abril deste ano o número de vítimas de CVLIs – que englobam homicídios, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte – foi de 18 casos. No comparativo com o mesmo mês de 2021 – ano de redução recorde –, a queda chega a 41,9% (de 31 para 18), o menor desde 2000. No acumulado do quadrimestre foi registrado o mesmo cenário: menor número de CVLIs e de homicídios dos últimos 23 anos. De 120 registros de CVLIs, em 2021, para 89 este ano (-25,8%). Isso significa 31 vidas salvas no período. [Olho texto=”“A Segurança Pública vem aperfeiçoando os processos de gestão, integrando ainda mais as ações entre as forças de segurança, com o uso da tecnologia e inteligência, para seguir reduzindo os crimes violentos contra a vida no Distrito Federal”” assinatura=”Júlio Danilo, secretário de Segurança Pública” esquerda_direita_centro=”direita”] O número de vítimas de homicídio em abril também é o menor dos últimos 23 anos, desde 2000, quando foram registrados 41 casos, 25 casos a mais que abril deste ano, com 16. Em comparação a abril do ano passado, a queda foi de 44,8%, saindo de 29 para 16 vítimas. No acumulado do ano, a redução de vítimas desse crime é de 27,7%, de 112 para 81. Houve também diminuição de 7,7% nas tentativas desse tipo de crime no acumulado dos primeiros quatro meses, de 196 para 181 registros. No latrocínio, crime que vem recebendo atenção especial da segurança pública, houve dois casos a menos no quadrimestre deste ano no comparativo com o mesmo período do ano passado: de oito para seis casos. “A Segurança Pública vem aperfeiçoando os processos de gestão, integrando ainda mais as ações entre as forças de segurança, com o uso da tecnologia e inteligência, para seguir reduzindo os crimes violentos contra a vida no Distrito Federal”, afirma o secretário de Segurança Pública do DF, Júlio Danilo. “Estamos atuando de forma cada vez mais regionalizada, com estratégias voltadas para cada tipo de crime ou desordem que impactam, direta ou indiretamente, a segurança e a qualidade de vida da população. O alto percentual de resolução de crimes, o enfrentamento ao tráfico de drogas e ao porte ilegal de armas feito pelas nossas polícias, além do tempo de resposta do Corpo de Bombeiros no atendimento às vítimas, estão sendo muito importantes nesse processo”, destaca o secretário. O DF registrou queda de 20,5% nos CVLIs ano passado, com 325 casos (em 2020, foram 409): terceira maior redução no país, atrás apenas do Acre e de Sergipe Destaque nacional O DF foi destaque no cenário nacional na redução dos CVLIs em 2021. De acordo com levantamento do Monitor da Violência, parceria do portal G1 com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e com a Universidade de São Paulo (USP), o DF registrou queda de 20,5% nos CVLIs ano passado, com 325 casos. Em 2020, foram 409 crimes. Essa redução foi a terceira maior no país, atrás apenas do Acre e de Sergipe, com 38% e 26,1%, respectivamente. Violência contra a mulher Nos primeiros quatro meses deste ano, foram registrados no DF quatro casos de feminicídio, 50% a menos que no mesmo período de 2021. O enfrentamento a esse tipo de crime é prioridade para o GDF e para a SSP-DF, que lançou em março do ano passado o programa Mulher Mais Segura, reunindo uma série de iniciativas voltadas à violência de gênero. [Olho texto=”Desde 2019 houve ampliação dos canais de denúncia dos crimes contra a mulher, por meio da Delegacia Eletrônica, do Maria da Penha Online, da nova Delegacia Especial de Atendimento à Mulher e da campanha Meta a Colher, entre outras” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “Nosso trabalho não é para a redução em si. É para que não haja nenhum crime dessa natureza no DF. Por isso vamos trabalhar, inovar e nos integrar cada vez mais em programas voltados a essa temática. Implementamos, ano passado, uma tecnologia inovadora, um dispositivo que monitora, simultaneamente, vítima e agressor, estabelecendo uma distância segura entre eles, impedindo que o agressor se aproxime, e alertando a vítima da aproximação dele”, afirma o secretário Júlio Danilo. Houve ainda redução de um caso (de 23 para 22) nas tentativas de feminicídio e de 10% nas ocorrências de estupro. Os casos de violência doméstica relacionados à Lei Maria da Penha passaram, no quadrimestre, de 5.450 ocorrências em 2021, para 5.437 no mesmo recorte deste ano (-0,2%). Cabe destacar que desde 2019 houve ampliação dos canais de denúncia desses crimes por meio da Delegacia Eletrônica, do Maria da Penha Online, inauguração de nova Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam 2), campanha Meta a Colher, entre outras. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Crimes contra o patrimônio Quatro, dos seis crimes contra o patrimônio (CCPs), monitorados de forma prioritária pela SSP-DF, marcaram queda em abril e nos primeiros quatro meses de 2021. O roubo em residência obteve a maior redução no acumulado do ano, de 31%, de 142 para 98 ocorrências em todo o DF. No roubo em comércio houve 27,5% de redução. Os roubos de veículo e a transeunte marcaram queda de 25,1% e 4,9%, respectivamente. Os furtos em veículo e os roubos a transporte coletivo tiveram aumento de 23,8% e 40% no período. Com o retorno das atividades e das aulas após o período de restrição da pandemia, teve que haver uma adaptação para conter o retorno de algumas práticas criminosas. A SSP-DF desenvolve ações específicas para o enfrentamento de cada crime, como o roubo em transporte coletivo, por exemplo. Um grupo de trabalho já identificou os dias, horários e locais em que os casos são mais recorrentes. As polícias Civil (PCDF) e Militar (PMDF) já estão atuando na identificação e prisão de possíveis grupos ou criminosos reincidentes nestes crimes. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do DF
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Fevereiro tem o segundo menor número de homicídios
Balanço feito pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) revela que os 44 homicídios registrados no mês de fevereiro deste ano formam o segundo melhor índice para o mês desde 2010, quando foram registrados 42 casos. Em fevereiro do ano passado foram 28 casos, marca histórica e a menor desde que o índice passou a ser medido. Entretanto, atípica se comparada à série histórica. As vítimas de Crimes Violentos Letas Intencionais (CVLIs) de fevereiro, que agrupam homicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte, também marcaram o segundo menor número da década, com 47 casos, ficando atrás somente do mesmo mês de 2019. Esses dados ganham ainda mais relevância se for levado em conta que, já em janeiro de 2020, a Secretaria de Segurança Pública comemorou a marca de menor índice de homicídios dos últimos 21 anos no Distrito Federal. [Olho texto=”“Quando analisado o número absoluto de vítimas deste crime, no ano passado o DF teve o menor número mortes em 25 anos”” assinatura=”Anderson Torres, secretário de Segurança Pública” esquerda_direita_centro=”direita”] Para o secretário de Segurança Pública, Anderson Torres, as reduções das mortes de 2019 superaram a meta estipulada, o que torna o desafio ainda maior para este ano. “Fechamos 2019 com a significativa marca de menor índice de homicídios em 35 anos. Nunca se obteve uma taxa assim, desde que o índice passou a ser medido. Quando analisado o número absoluto de vítimas deste crime, no ano passado o DF teve o menor número mortes em 25 anos.” Em relação ao perfil das vítimas e agressores, o estudo constatou que 77,8% dos autores de homicídios identificados em fevereiro deste ano tinham antecedentes criminais. Em relação às vítimas, 69,5% tinham antecedentes. A conjunção desses fatores coloca boa parte dos envolvidos nos crimes em um provável grupo de risco elevado, e com baixa possibilidade de atuação de prevenção por parte das forças de segurança. É o caso, por exemplo, dos homicídios decorrentes do chamado “acerto de contas” entre criminosos. Vítima e autor se conheciam em 73,7% dos crimes registrados mês passado. O levantamento revelou ainda que a arma de fogo foi empregada em 68% dos casos. Metas e resultado Uma das medidas estratégicas implementadas pela SSP-DF para conter a criminalidade foi, desde o início do ano passado, a estipulação de metas e a cobrança de resultados até o ano de 2022. No ano passado, por exemplo, o objetivo era a taxa de 13,4 mortes para cada cem mil habitantes nos 12 meses. Porém, a taxa foi menor: 13 mortes por 100 mil. Esse é quase o número que precisa ser alcançado neste ano, que é de 12,9/100 mil. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Sabemos que, como este ano estaremos competindo com o ano passado, o desafio será ainda maior. Vamos intensificar o trabalho para atingir a meta deste ano e superar os ótimos índices de 2019”, destacou o Secretário Torres. * Com informações da Secretaria de Segurança Pública
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Outubro registra menor número de homicídios em 20 anos
O número de vítimas de homicídios em outubro deste ano foi o menor desde o ano 2000. No comparativo com outubro de 2018, a redução foi de 27% – de 48 para 35 casos. O levantamento feito pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP/DF) revela ainda queda de 13,2% neste crime nos dez meses deste ano em relação a 2018, de 385 para 334 vítimas. O número de vítimas de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) foi menor nos dez primeiros meses deste ano em relação a 2018, de 417 para 359 (-13,9%). Com isso, 58 vidas foram preservadas no período. Os CVLIs reúnem homicídio, feminicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte. O secretário de Segurança Pública do DF, Anderson Torres, destacou que o resultado é fruto do trabalho das forças policiais que, baseadas em levantamentos produzidos pela SSP/DF, estudam a dinâmica, o dia, o local e a hora em que cada crime tende a ser recorrente. “A integração entre elas tem entregado ótimos índices, que são o produto final das diversas ações pontuais como revistas a veículos, apreensões de armas de fogo e identificação rápida de autores, levando, consequentemente, à elucidação rápida de crimes”, esclareceu Torres. Houve também queda no crime de latrocínio, quando o motivo do homicídio é o roubo, de 24 para 21 no comparativo dos dez meses de 2018/19. Os casos de lesão corporal seguido de morte, no mesmo recorte, caíram pela metade, de oito para quatro vítimas. Sobre dados relativos à produtividade policial, foram registradas, de janeiro a abril, 2.311 ocorrências de tráfico de drogas e 802 de posse/porte ilegal de arma de fogo. Crimes contra o patrimônio Todos os seis Crimes Contra o Patrimônio (CCPs), monitorados de forma prioritária pela SSP/DF, marcaram queda de 13% nos primeiros dez meses de 2019. Dos crimes analisados, o roubo em residência foi a modalidade com maior queda, 24,4% de queda em relação ao mesmo período do ano passado. De 516 para 390 registros, representando 126 ocorrências a menos. O roubo em comércio obteve redução de 23,9%, na comparação dos dez primeiros meses deste ano com 2018: de 1.526 para 1.161 ocorrências em todo o DF, 365 casos a menos. No roubo em transporte coletivo houve 6,1% de redução no mesmo período. O furto em veículo e os roubos de veículo e a pedestre caíram 14,9%, 15,3% e 11,7%, respectivamente. Após ações integradas das forças de segurança, direcionadas por estudos de manchas criminais produzidas pela SSP/DF, a incidência do roubo a coletivo caiu 5,8% no mês passado, na comparação com outubro de 2018. Os 97 registros foram a segunda menor marca do ano, atrás apenas do mês de fevereiro, com 90 ocorrências. Foto: Agência Brasília/Arquivo O Comandante da PMDF, coronel Julian Pontes, que tem buscado novas formas de aumentar o número de policiais nas ruas, ressaltou que esses números refletem o compromisso da PMDF na importante missão de preservar a ordem pública. “Estamos trabalhando continuamente para promover um aumento do policiamento ostensivo em diversas regiões – e essas ações impactam diretamente na solidificação e reforço da sensação de segurança por parte da sociedade. Para nós é uma satisfação já poder entregar os primeiros resultados”, destacou o coronel Pontes Violência contra a mulher De acordo com estudo elaborado pela Subsecretaria de Gestão da Informação (SGI), vinculada à SSP/DF, no mês de outubro os feminicídios caíram de quatro para um caso no comparativo com 2018. No acumulado deste ano, janeiro a outubro, houve 27 crimes desta natureza contra 25 em 2018, mesmo período. [Numeralha titulo_grande=”84% ” texto=”dos crimes de Feminicídio no DF aconteceram dentro de casa, em contexto de violência no ambiente familiar” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Como um convite à sociedade a repensar a máxima “em briga de marido e mulher não se mete a colher”, a SSP/DF lançou a campanha #MetaaColher. O projeto busca expor o papel de responsabilidade de cada cidadão como engrenagem importante na cruzada contra o feminicídio. Com o slogan “A melhor arma contra o Feminicídio é a colher”, o movimento se pauta em estatísticas levantadas SSP/DF. Uma delas constatou que, até setembro deste ano, 84% dos crimes de Feminicídio no DF aconteceram dentro de casa, em contexto de violência no ambiente familiar. Os registros de estupros diminuíram 15,3% de janeiro a outubro deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado. Em 2018 foram 619 casos, 371 deles cometidos contra vulnerável. Este ano foram 524, sendo 308 contra vulnerável. Cabe destacar, ainda, que de acordo com estudos da SSP/DF, cerca de 80% dos casos de estupro de vulnerável acontecem no interior das residências. * Com informações da SSP/DF
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Ação integrada de segurança pública reduz índices criminais no DF
Criado em 2015, o programa Viva Brasília – Nosso Pacto pela Vida tem reduzido os índices de criminalidade no Distrito Federal. Além do impacto no combate à violência, as ações integram também políticas de prevenção e de aproximação da polícia com a comunidade. Uma das frentes do programa, está no mapeamento das desordens urbanas – como mato alto, espaços públicos em má condições e falta de iluminação pública. As demandas chegam a partir da participação social junto com os Conselhos Comunitários de Segurança Pública (Consegs) ou pelos articuladores territoriais. Os moradores apresentam as principais demandas relacionadas à segurança da região ou que tenham impacto nessa área e o problema é encaminhado aos órgãos competentes para avaliação e solução. As informações são acompanhadas de perto pelo programa Viva Brasília – Nosso Pacto pela Vida. O que não for resolvido na instância local dos Consegs, segue para os encontros das regiões integradas de segurança pública. Se ainda assim não forem concluídas, as demandas vão para o Comitê Executivo – formado pelo secretário da Segurança Pública e da Paz Social, comandantes-gerais e diretores-gerais das forças de segurança. A depender do caso, os assuntos podem também ser tratados na última esfera, o Comitê Gestor do Pacto pela Vida, que é presidido pelo governador do DF e conta com a participação de outras autoridades. Para o subsecretário de Gestão da Informação, da pasta da Segurança Pública, Marcelo Durante, as intervenções feitas por meio do mapeamento das desordens urbanas contribuem para a diminuição da criminalidade. “Na medida em que os órgãos de governo cumprem com suas obrigações e deixam a rua mais iluminada, limpa, além de lidar com os problemas sociais, a gente consegue ter um ambiente que constrange o criminoso” pontua Durante. Entre as atuações estão: Administrações regionais Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis) Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) Serviço de Limpeza Urbana (SLU) Instituto Brasília Ambiental (Ibram) Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) Companhia Energética de Brasília (CEB) Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos De acordo com Durante, as regiões que apresentaram maior índice de solução de desordens até agosto deste ano foram: Taguatinga (70%); Riacho Fundo I e II (65%) e Guará (59%). [Olho texto='”Na medida em que os órgãos de governo cumprem as obrigações e deixam a rua mais limpa e iluminada, além de lidar com os problemas sociais, a gente consegue ter um ambiente que constrange o criminoso”‘ assinatura=”Marcelo Durante, subsecretário de Gestão da Informação” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para quem queira colaborar com o mapeamento, as datas das reuniões dos conselhos comunitários de segurança pública são divulgadas no site da Secretaria da Segurança Pública do DF. Programas Sociais O trabalho de conscientização e prevenção com os programas sociais das forças de segurança integram o programa Viva Brasília – Nosso Pacto pela Vida. De janeiro de 2015 a dezembro de 2018, mais de 200 mil pessoas foram atendidas por projetos de governo. Entre os projetos contemplados pelo programa está o Viva Brasília nas Escolas, que visa desenvolver ações para diminuir a criminalidade com envolvimento de jovens. São prioridades do projeto a aproximação das forças de segurança nas unidades de ensino e a capacitação de profissionais nas temáticas de: Mediação de conflitos Policiamento comunitário Conhecimento dos sistemas de garantias de direitos e deveres Além disso, há outras ações como o Picasso não Pichava, Esporte à Meia Noite e Bombeiro Mirim. Confiança nas forças de segurança Para monitorar o trabalho dos órgãos de segurança pública e estabelecer uma política mais eficaz, o Viva Brasília conta com a escuta da população sobre a atuação dos serviços de emergência. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A pesquisa de satisfação serve como parâmetro para medir a qualidade dos serviços prestados e a sensação de medo dos brasilienses. Em julho deste ano, 5 mil pessoas avaliaram os órgãos de segurança e 90% consideraram o atendimento satisfatório. Em janeiro, esse índice era de 88%, e em março, de 89%. Redução de homicídios e crimes contra patrimônio O Distrito Federal reduziu 41% da taxa de homicídios em comparação com 2014. Os dados são do balanço estatístico dos índices de criminalidade, monitorado pelo Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida. A expectativa da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social é que, até o fim do ano, esse índice chegue a 42%. De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2018, o DF é a terceira unidade da Federação com a menor incidência de homicídios. Os crimes contra patrimônio, que incluem roubo de veículo, em residência, a pedestres, em comércio e em transporte coletivo, além de furto em veículo, tiveram redução de 22% entre 2014 e 2018. Edição: Vannildo Mendes
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Distrito Federal apresenta o menor índice de criminalidade dos últimos 32 anos
O Distrito Federal vai fechar o ano com queda de 42% na taxa de homicídios em relação a 2014. Quando levados em conta os Crimes Violentos Letais Intencionais – que incluem homicídio, lesão corporal e latrocínio, a redução chega a 41,5%. Os dados levam em conta a projeção para o mês de dezembro. O Distrito Federal vai fechar o ano com queda de 42% na taxa de homicídios em relação a 2014. O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, participou da apresentação do balanço divulgado pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social nesta quinta-feira (6). Foto: Tony Winston/Agência Brasília O balanço estatístico dos índices de criminalidade, monitorado pelo Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida, foi divulgado pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, apresentado em entrevista coletiva com a presença do governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, nesta quinta-feira (6) no Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), na Asa Norte. Se considerado o período de janeiro a novembro, houve redução de 37,3% das ocorrências. Os números de homicídios decresceram de 664, em 2014, para 416, em 2018. Os crimes letais intencionais tiveram queda de 37,1%. Foram 711 de janeiro a novembro de 2014, contra 447 no mesmo período deste ano. “Se relacionarmos com os mesmos indicadores de 2014, nesta gestão, 785 vidas foram preservadas. No trânsito, tivemos 416 mortes evitadas no acumulado de 2015 a 2018, se comparado ao período referente, de 2011 a 2014. Lembrando que na mesma época houve mais de 200 mil registros de veículos”, detalhou Rollemberg. [Olho texto='”Se relacionarmos com os mesmos indicadores de 2014, nesta gestão, 785 vidas foram preservadas. No trânsito, tivemos 416 mortes evitadas no acumulado de 2015 a 2018, se comparado ao período referente, de 2011 a 2014″‘ assinatura=”Rodrigo Rollemberg, governador de Brasília” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O Distrito Federal é a terceira unidade da Federação com a menor incidência de homicídios, de acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2018. Crimes contra o patrimônio também caíram em 2018 Os crimes contra patrimônio, que incluem roubo de veículo, roubo em residência, roubo a pedestre, roubo em comércio, roubo em transporte coletivo e furto em veículo, tiveram redução de 16,2% quando comparados ao mesmo período de 2014. Foram 47.615 registros em 2018. Centro Integrado de Operações de Brasília O secretário da Segurança Pública, Cristiano Barbosa Sampaio, destacou a criação do Ciob, em 2018, entre as principais conquistas da atual gestão. A estrutura deu lugar à antiga Central Integrada de Atendimento e Despacho (Ciade). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Ele ressaltou a ampliação das ações nas demandas da segurança pública, mobilidade urbana, fiscalização e prestação de diversos serviços públicos. “É o nosso maior marco. A partir do Ciob passamos a ter 22 órgãos atuando de forma permanente, no lugar de sete”. Desde janeiro de 2015, foram cadastradas 42,1 mil ocorrências, 1,1 mil manifestações e atendidas mais de 120 mil pessoas. Somente de julho a outubro de 2018, o centro de operações monitorou 1.115 eventos. Entre os destaques estão o 8º Fórum Mundial da Água, o fechamento do lixão da Estrutural, a greve dos caminhoneiros e, atualmente, o planejamento das ações relacionadas à posse presidencial de 2019. Edição: Marcela Rocha
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Desempenho de gestão é destaque em encontro do Movimento Brasil Competitivo
Matéria atualizada com o link correto do Índice de Desafios da Gestão Estadual. O documento publicado anteriormente era apenas do Distrito Federal. O encontro anual do Movimento Brasil Competitivo apresentou nesta quarta-feira (5) o Índice de Desafios da Gestão Estadual nos últimos três anos. Indicadores de eficiência foram apresentados nesta quarta (5), em São Paulo, pelo governador Rodrigo Rollemberg. Distrito Federal lidera índice nacional com a redução de homicídios e de mortes no trânsito. Foto: MB Competitivo/Divulgação O Distrito Federal aparece em primeiro lugar com a melhor qualificação de gestão e qualidade de vida em 2018. Em segundo e terceiro lugares, estão São Paulo e Santa Catarina, respectivamente. A redução das taxas de homicídios e de mortes no trânsito ganharam destaque. O evento, que ocorreu em São Paulo, reuniu lideranças políticas dos setores público e privado para debater questões estruturais para a melhoria da governança e da gestão da administração pública. O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, destacou algumas das melhorias em seu mandato e agradeceu pela parceria com o Movimento Brasil Competitivo. Para ele, o Brasil Competitivo foi fundamental para identificar os problemas mais graves e urgentes e definir uma estratégia de governo que pudesse enfrentar todos os desafios. Sobre o indicador, Rollemberg ressaltou a implementação do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) em todos os órgãos da administração pública, os avanços na segurança pública e na saúde. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] “Tivemos a maior redução de homicídios do Brasil, 41% em relação a 2014. Estamos com a menor taxa no DF nos últimos 30 anos”, salientou o governador. Quanto aos indicadores de trânsito, Rollemberg citou o menor número de mortes na história em 2017. A implementação do Instituto Hospital de Base e o aumento da cobertura da atenção primária com a Estratégia Saúde da Família também foram apresentados. “Adotamos um novo modelo de gestão no nosso Hospital de Base, aplicando o modelo do Hospital Sarah Kubitschek, o que permitiu em 10 meses de funcionamento dobrar o rendimento e aplicar metas.” De acordo com o presidente do Movimento Brasil Competitivo, Claudio Gastal, o estudo vai além da avaliação de governo. “Serve de mapeamento do que precisa ser melhorado e de quais soluções precisam ser pensadas”, pontuou. O que é o Movimento Brasil Competitivo Associação civil de direito privado, sem fins lucrativos ou econômicos, de interesse público, o Movimento Brasil Competitivo estimula o debate e iniciativas para o avanço na transformação ampla do País que contribuam para o crescimento econômico e sustentável. Dessa forma, coloca à disposição dos setores empresarial e público a capacidade de mobilização para promover a discussão e construir soluções que resultem na melhoria dos serviços ofertados à sociedade. Veja a íntegra do Índice de Desafios da Gestão Estadual e a situação do DF. Edição: Raquel Flores
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Polícia Militar forma 149 oficiais
A Polícia Militar do Distrito Federal formou mais 149 oficiais. A solenidade de encerramento do curso de habilitação de oficiais administrativos, especialistas e músicos 2018 ocorreu na noite desta quinta-feira (22), na Academia de Polícia Militar de Brasília. Cerimônia na noite desta quinta (22) contou com a presença do governador de Brasília. Foto: Renato Araujo/Agência Brasília O governador Rodrigo Rollemberg participou da formatura e foi homenageado pela turma com uma placa de agradecimento. “Sou extremamente grato pelo espírito público que vocês demonstraram ao longo dos últimos quatro anos. O Distrito Federal tem a menor taxa de homicídio dos últimos 30 anos, e as cidades devem isso a cada um de vocês.” Os novos oficiais passaram por treinamento de cerca de 180 dias, com carga horária de 750 horas e aulas presenciais em 40 disciplinas. Eles vão exercer atividades de operações de policiamento e serviços administrativos. Edição: Raquel Flores
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