Guará apresenta planejamento estratégico com foco em inclusão, inovação e monitoramento de indicadores
A Administração Regional do Guará apresentou nesta quarta-feira (24) o planejamento estratégico institucional da unidade, em reunião com servidores no auditório da sede administrativa. O documento estabelece diretrizes, metas e indicadores que orientarão a atuação da gestão nos próximos ciclos, com foco em modernização administrativa e melhoria dos serviços públicos. A apresentação foi conduzida pela servidora Margareth Leles, gestora de Políticas Públicas e Gestão Governamental. Ela destacou o objetivo central do planejamento. “O principal objetivo do planejamento estratégico do Guará é contribuir para que a cidade permaneça como referência em qualidade de vida no Distrito Federal”, afirmou. O planejamento está estruturado a partir da missão de representar o Governo do Distrito Federal (GDF) na Região Administrativa do Guará, atuando como elo entre a população e os órgãos da administração pública direta e indireta na execução de políticas públicas no território. A visão institucional é manter a administração regional da cidade como referência em excelência na gestão pública, com serviços voltados à acessibilidade e à qualificação dos serviços prestados à população. Entre os eixos estruturantes do plano estão pessoas, inovação e tecnologia, com ênfase na qualificação permanente de servidores, modernização de processos internos e fortalecimento da capacidade administrativa da unidade. O modelo adota a gestão baseada em resultados como princípio central, utilizando indicadores para monitorar continuamente metas, acompanhar a execução das ações e avaliar o desempenho institucional. O acompanhamento permanente desses dados permitirá revisões periódicas e ajustes de rota, garantindo maior eficiência, transparência e efetividade na implementação das políticas públicas. Durante o evento, o chefe de gabinete da administração, José Manoel Neto, destacou o caráter de continuidade e consolidação dos resultados. “Esta gestão é temporária, mas os resultados permanecerão por décadas no Guará, garantindo eficiência e a prestação de serviços públicos de excelência para a população”, afirmou. O modelo adota a gestão baseada em resultados como princípio central, utilizando indicadores para monitorar continuamente metas, acompanhar a execução das ações e avaliar o desempenho institucional | Foto: Divulgação/Administração Regional do Guará Resultados práticos O processo de construção do planejamento estratégico institucional da Administração Regional do Guará foi iniciado em 2023, com o objetivo de estruturar diretrizes de gestão de médio e longo prazo para o órgão. Nos últimos meses, diversas ações previstas no planejamento vêm sendo executadas de forma gradual, com impactos diretos na melhoria da infraestrutura e na qualificação dos serviços públicos. Entre os exemplos recentes estão a reforma do Teatro de Arena, a reforma da Casa da Cultura e a manutenção em diversos parquinhos e quadras esportivas por toda a cidade. O coordenador de Administração Geral, Obras e Manutenção, Rodrigo Alves, destacou que o planejamento já se reflete essas entregas concretas. “Um outro resultado prático desse processo é a revitalização do prédio-sede da administração. Além disso, tivemos a construção da nova Biblioteca Pública do Guará, que certamente será um dos marcos desta gestão”, afirmou. *Com informações da Administração Regional do Guará
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Programa Trilha do Gestor fortalece lideranças na Saúde
O atendimento prestado aos pacientes nas unidades administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) também passa pela formação de lideranças preparadas para conduzir equipes, organizar fluxos de trabalho e tomar decisões que impactam diretamente a assistência. Com esse objetivo, o instituto promoveu, nesta terça-feira (9), mais uma etapa do programa Trilha do Gestor, voltado para o desenvolvimento de lideranças assistenciais da rede. Participaram do encontro gestores dos hospitais Regional de Santa Maria e de Base | Foto: Divulgação/IgesDF “Momentos como este ajudam a desenvolver competências essenciais, como escuta ativa, tomada de decisão e condução das equipes de forma justa e equilibrada” Niedja Bartira, gerente de Gestão do Cuidado do IgesDF O encontro, na sede administrativa do IgesDF, reuniu gestores do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) em um ciclo de formação sobre liderança, processos institucionais e desenvolvimento humano. A iniciativa é conduzida pela Superintendência de Pessoas (Supes), por meio do Núcleo de Cultura, Desenvolvimento e Comunicação Interna (NUCDC), dando continuidade à formação iniciada em janeiro deste ano. Representando o diretor de Atenção à Saúde, Edson Gonçalves, idealizador do programa, a gerente de Gestão do Cuidado, Niedja Bartira, enfatizou que a formação vai além da qualificação técnica: “Liderar exige preparo constante e sensibilidade para lidar com pessoas. Nem sempre existe um manual que ensine alguém a ser gestor. Por isso, momentos como este ajudam a desenvolver competências essenciais, como escuta ativa, tomada de decisão e condução das equipes de forma justa e equilibrada”. O programa Criado para desenvolver competências gerenciais, humanas e técnico-assistenciais, o Trilha do Gestor busca preparar lideranças para os desafios da gestão em saúde. A proposta parte do entendimento de que gestores mais qualificados contribuem para equipes mais organizadas, fluxos mais eficientes e atendimentos mais seguros e humanizados para os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). O programa combina encontros presenciais e atividades em ambiente virtual, com apoio da Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep). [LEIA_TAMBEM]Mediadora da formação, a analista do NUCDC Izabelle Fernandes resumiu: “Planejamos cada encontro para oferecer ferramentas práticas que auxiliem os gestores na condução das equipes e na compreensão dos processos institucionais que fazem parte do dia a dia da assistência”. A programação também destacou a importância da integração entre as áreas e do conhecimento dos processos institucionais. “Quando os gestores conhecem melhor os processos e atuam de forma integrada, conseguimos desenvolver estratégias mais eficientes e gerar impactos positivos para quem mais importa: os pacientes atendidos pelo SUS”, avaliou o assessor da Coordenação de Planejamento Estratégico do IgesDF, Túlio Cavallini. Entre os participantes estava a chefe do Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar do HRSM, Camila Araújo, que assumiu recentemente uma função de liderança na unidade. “Com iniciativas como essa, conseguimos acelerar nossa adaptação às novas funções, pois o programa oferece ferramentas importantes para enfrentar os desafios do dia a dia”, afirmou. “Quando saímos da zona de conforto e assumimos novos desafios, também encontramos oportunidades de crescimento”.
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Saúde registra crescimento de 33% nas cirurgias eletivas em um ano
A Secretaria de Saúde (SES-DF) registrou um dos maiores avanços recentes na realização de cirurgias eletivas. Entre 2024 e 2025, o número de procedimentos cresceu 33,3%, passando de 41.501 para 55.320 cirurgias — um aumento de 13.819 procedimentos em apenas um ano. Resultados obtidos, avalia o subsecretário de Planejamento em Saúde, Rodrigo Vidal, “refletem o esforço conjunto de toda a rede de saúde do Distrito Federal” | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Os dados refletem o fortalecimento da rede pública de saúde com os investimentos do Governo do Distrito Federal (GDF) na ampliação do acesso da população aos serviços especializados do Sistema Único de Saúde (SUS). “Estamos transformando dados em ações concretas para ampliar o acesso da população aos procedimentos cirúrgicos e fortalecer cada vez mais o SUS no DF”, afirma o subsecretário de Planejamento em Saúde, Rodrigo Vidal. Planejamento estratégico [LEIA_TAMBEM]O crescimento foi impulsionado principalmente pelas cirurgias ambulatoriais, que apresentaram alta de 41,85%, saindo de 19.958 para 28.311 procedimentos. Já as cirurgias com necessidade de internação também avançaram de forma significativa, com aumento de 25,37%, totalizando 27.009 procedimentos em 2025. Em 2024, foram 21.543. “Os números refletem o esforço conjunto de toda a rede de saúde do Distrito Federal e evidenciam a importância do planejamento estratégico aliado ao acompanhamento permanente dos indicadores assistenciais”, reforça o subsecretário. Ampliação A rede própria da SES-DF liderou a produção cirúrgica no período e respondeu por 36,5% do total de procedimentos realizados em 2025. O desempenho representa crescimento de 107,1% em relação ao ano anterior. A ampliação das cirurgias eletivas integra a estratégia da secretaria para reduzir filas de espera, acelerar o acesso da população aos procedimentos especializados e fortalecer a assistência pública no Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Nova versão do sistema GestãoDF facilita decisões de governo
A partir de agora, o Sistema Integrado de Monitoramento e Gestão do Distrito Federal (GestãoDF) passa a atuar como Data Lake Governamental, um repositório centralizado de grande volume de dados que, por anos, estiveram dispersos entre diferentes sistemas e secretarias. A iniciativa, que transforma informação bruta em inteligência administrativa, foi lançada nesta segunda (10), em evento na Escola de Saúde Pública do DF. Celina Leão: “Estamos vivendo a terceira onda da revolução industrial, a tecnológica e da inteligência artificial (IA), e não é mais possível que uma área, como a saúde, tenha 22 programas e um não converse com outro” | Fotos: Vinícius de Melo/Seec-DF “Compartilhar dados é primordial para se tomar decisões. Então, a partir de janeiro, todos os secretários deste governo vão ter que compartilhar no novo GestãoDF o que estão fazendo”, comentou a vice-governadora Celina Leão. “Estamos vivendo a terceira onda da revolução industrial, a tecnológica e da inteligência artificial (IA), e não é mais possível que uma área, como a saúde, tenha 22 programas e um não converse com outro”, argumentou ela. A vice-governadora disse estar dando “autoridade política” para esse tipo de iniciativa e lembrou que sonha em ver o Estado se relacionando com o cidadão na ponta, com canais como o WhatsApp. “Vejamos a situação dos autistas no DF: como planejar algo para esse segmento se não sabemos onde eles estão, do que precisam? Como tomar decisões sem dados?”, questionou. Agora, o GestãoDF passa a ser ponto central de integração dos dados oficiais do DF. A tecnologia que automatiza essa cadeia permite o monitoramento e a análise de indicadores estratégicos em tempo real. O acesso é restrito aos gestores de projetos, programas e obras, e em abril ficará à disposição também nos celulares. Daniel Izaias de Carvalho fez um apelo aos gestores: "Façam relatórios, compartilhem, monitorem suas ações" O secretário de Economia, Daniel Izaias de Carvalho, reforçou a necessidade do uso massivo de dados para um planejamento estratégico eficiente e comentou que a presença da vice-governadora no lançamento era um sinal claro da importância do instrumento. “Por isso, apelo aos gestores: façam relatórios, compartilhem, monitorem suas ações. Assim, poderemos fazer planejamentos mais estratégicos”, ressaltou. “O Data Lake, que reorganiza essas fontes diversas em uma arquitetura única, marca o início de uma era”, diz o secretário-executivo de Gestão da Estratégia, Otávio Veríssimo Sobrinho. A ausência de integração dificultava decisões estratégicas, segundo o gestor, pois cada órgão operava em silos, falando uma “linguagem” própria. “O desafio vencido pelo GestãoDF foi justamente o de transformar essa informação fragmentada em um ecossistema inteligente, onde decisões são ágeis, assertivas e embasadas em evidências”, ressalta ele. O Data Lake faz convergir informação, estratégia e inovação, transformando-as em inteligência governamental articulada. O trabalho de modernização da plataforma, segundo Veríssimo, não teve custo adicional — só o salário dos servidores da Secretaria-executiva de Gestão da Estratégia, liderados pelo chefe da unidade de gestão do projeto, Zenon José da Silva Júnior. Intuição e evidências [LEIA_TAMBEM]O GestãoDF é um catalisador da mudança: as decisões deixam de ser intuitivas para se tornarem baseadas em dados vivos. Por exemplo, relatórios automáticos, algoritmos com capacidade de previsão e painéis de risco acabam criando um ambiente de governança baseada em evidências. O leque de benefícios é amplo. As decisões, por exemplo, passam a ser mais rápidas e rastreáveis. Haverá, com o novo sistema, uma coerência estratégica entre os planos governamentais. O plano da Seec é que o governo saia da reatividade para a ação estratégica baseada em evidência, que gere resultados concretos e preste contas com transparência e confiança. *Com informações da Secretaria de Economia do DF
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Frutas ao alcance: Programa de arborização do DF muda a relação entre a população e as áreas verdes
Quem anda pelas ruas do Distrito Federal pode ter a grata surpresa de se deparar com uma verdadeira feira de frutas frescas – mangas, amoras, abacates, jacas, araticuns, cajuzinhos do cerrado, carambolas, graviolas e uvas do Pará. Na capital, essas delícias não estão restritas às prateleiras dos mercados; elas estão presentes nas áreas verdes e estão ao alcance de todos, gratuitamente. Desde novembro, mais de 5 mil árvores frutíferas foram plantadas em diversas cidades do DF | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília A grande presença de árvores frutíferas no DF não é por acaso. Elas representam 15% do programa de arborização da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). Tudo é feito com planejamento: o plantio ocorre no período chuvoso, entre novembro e fevereiro, garantindo as melhores condições para o crescimento das mudas. Até agora nesta temporada, mais de 5 mil árvores frutíferas foram plantadas, deixando as cidades não só mais verdes, mas também mais saborosas. “Do total plantado, reservamos de 15% a 25% para espécies frutíferas das mais variadas”, explica Raimundo Silva, diretor de Cidades da Novacap. Segundo Silva, a relação da Companhia com a arborização de Brasília é histórica. “Desde o início do programa, a Novacap é responsável pelo planejamento e execução da arborização, realizando levantamentos técnicos, produção de mudas nos viveiros e coleta de sementes em um raio de 400 km de Brasília”, detalha Silva. As espécies escolhidas são adaptadas ao clima e ao solo do Distrito Federal, com destaque para os frutos do Cerrado, como araticum, cajuzinho e pequi. Manga, amora, abacate, jaca, graviola… As espécies escolhidas são adaptadas ao clima e ao solo do Distrito Federal Plantio responsável Cada planta tem uma fisiologia específica e por isso a semeadura deve seguir um planejamento estratégico. “O abacateiro, por exemplo, é uma árvore muito grande; então, não é recomendado plantá-lo perto de redes elétricas”, explica Matheus Marques Dy Lá Fuente, assessor da Diretoria de Cidades no Departamento de Parques e Jardins da Novacap. Outra questão é a proximidade de vias de circulação de pedestres e veículos ou de estacionamentos. “A Novacap busca um manejo consciente e sustentável no cultivo das árvores frutíferas, evitando o plantio indiscriminado. Nosso compromisso é educar a população para uma ação consciente. Se desejar plantar, procure a Companhia, que fornecerá todas as orientações”, aponta Matheus. Diversidade e benefícios A colheita das frutas é livre e as árvores são cultivadas sem agrotóxicos. O Plano Piloto, por ser a área mais arborizada, concentra a maior quantidade de árvores frutíferas. Não há um censo oficial, mas a estimativa é que abacateiros, mangueiras, jaqueiras e árvores de frutas cítricas sejam predominantes. Muitas dessas foram inicialmente plantadas pela Novacap, e outras, pela própria população. Moradora do Cruzeiro, Isis Alonso costuma apanhar frutas quando sai para passear pela cidade: “Perto da minha casa tem um pé de amora e eu sempre colho para fazer geleia” Além de embelezar a cidade, as árvores frutíferas oferecem frutas frescas, sombra e um clima mais ameno para quem circula pelas ruas e avenidas de Brasília. Além disso, aves como periquitos, tucanos e outras espécies frequentam os pomares, principalmente nas quadras do Plano Piloto. As plantas também têm o poder de humanizar a cidade, reconectando a população com prazeres simples, como colher frutas no pé e descobrir novos sabores. Essa prática incentiva o uso dos espaços públicos, tornando a convivência urbana mais leve e agradável. Durante os passeios pelo Cruzeiro, região onde mora, Isis Alonso, 19 anos, costuma apanhar algumas frutas. “Perto da minha casa tem um pé de amora e eu sempre colho para fazer geleia”, conta. As mangas também são uma preferência da estudante, para fazer suco. “A fruta do pé é muito mais gostosa do que as que vendem no mercado”, observa. “É muito bom ter um jardim comunitário perto de casa”, opina Isis. Durante as andanças por Brasília, o aposentado Pedro Jeferson Bueno, 70, também costuma colher frutas, principalmente manga e abacate. “Normalmente levo para instituições como igrejas e para pessoas que estão passando por alguma necessidade”, relata. Na opinião dele, ter frutas à disposição na capital federal é positivo, principalmente para quem precisa; são alimentos que podem matar a fome de alguém”, observa.
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Gestores do Hospital de Base participam de oficina de Matriz Swot
Gestores do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) receberam, na terça-feira (25), a visita de representantes da Superintendência de Qualidade e Melhoria Contínua de Processos (Sumec) para a realização de uma oficina de Matriz Swot e planejamento estratégico do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). A Matriz Swot é uma estratégia de gestão usada para identificar os pontos fortes e fracos de uma empresa. Os colaboradores do HBDF foram reunidos para discutir, identificar e debater os pontos fortes e as fracos do hospital e do instituto, bem como analisar possíveis ameaças e identificar as oportunidades que vão ajudar a orientar a revisão do planejamento estratégico do IgesDF. Na reunião, gestores do Hospital de Base e representantes do IgesDF debateram pontos em que podem melhorar o planejamento estratégico | Fotos: Pollyana Cabral/ IgesDF O superintendente do Hospital de Base, Guilherme Porfírio, aproveitou a oportunidade para falar sobre a importância da oficina: “Com o planejamento estratégico será possível dar uma identidade mais forte ao hospital, levantando a bandeira da alta complexidade”. Assessor técnico da Sumec, Luiz Fillipe Rodrigues orientou os participantes da oficina a respeito da revisão anual do planejamento estratégico quadriênio 2024-2027 e mostrou os resultados da pesquisa de percepção sobre o IgesDF realizada com todos os colaboradores do instituto. “Essa pesquisa foi fundamental para entender os desafios para concretizar a nossa estratégia”, disse Luiz Fillipe. Os presentes foram divididos em grupos para que fossem realizadas trocas de experiências e debates, ao mesmo tempo, em que faziam sugestões dentro das quatro opções da matriz. “Cada vez mais, vamos trabalhar os indicadores com vocês, trabalhar os métodos de gestão, análise crítica e desenvolver os planos de ação importantes para dirimir os problemas”, encerrou Guilherme Porfírio. O mesmo modelo de oficina já foi realizado com as equipes de gestores do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e da Unidade Central de Administração (Ucad). A programação prevê mais uma edição na próxima semana, agora com os gestores das unidades de pronto atendimento (UPAs). *Com informações do IgesDF
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Gestores de Saúde participam de oficina para debater planejamento estratégico
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) promoveu, nesta terça (25), mais uma edição das oficinas de Matriz Swot e Planejamento Estratégico. Colaboradores se reuniram para discutir, identificar e debater os pontos fortes e as fraquezas, analisar as ameaças e identificar as oportunidades que vão orientar a revisão do planejamento estratégico do instituto no quadriênio 2024-2027. Durante o encontro, gestores discutiram formas de aperfeiçoar as estratégias de trabalho | Foto: Divulgação/IgesDF “Essa pesquisa foi fundamental para entender os desafios para concretizar a nossa estratégia”, afirmou o assessor técnico da Superintendência de Qualidade e Melhoria Contínua de Processos (Sumec) do IgesDF, Luiz Fillipe Rodrigues. “A integração entre planejamento estratégico e tecnologia é fundamental para alcançarmos nossos objetivos e superarmos os desafios que enfrentamos”, reforçou o superintendente de Tecnologia de Informação do instituto, Deilton Silva. “É essencial que todas as áreas do IgesDF estejam alinhadas e trabalhando em conjunto para alcançarmos um futuro mais eficiente, inovador e centrado no paciente.” Com o resultado da oficina, será possível pensar em objetivos, processos e indicadores estratégicos, lembrou o superintendente de Qualidade e Melhoria Contínua de Processos, Clayton Sousa. “Para tudo o que identificarmos como fraquezas, teremos que criar uma série de ações e estratégias para poder dirimi-las e, quem sabe, transformar essas fraquezas em forças”, acentuou o gestor. As equipes dos hospitais de Base e Regional de Santa Maria (HRSM) já participaram dessa oficina – que tem mais uma edição programada para a próxima semana, com os gestores das unidades de pronto atendimento (UPAs). *Com informações do IgesDF
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DF participa de encontro nacional de instituições de pesquisa e estatística
O Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) esteve presente no 1° Encontro Nacional do Sistema de Contas Regionais sobre a Nova Base 2021, realizado entre os dias 6 e 10 de maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro (RJ). Encontro, no Rio de Janeiro, reuniu representantes dos institutos de pesquisa e estatística de todo o país | Foto: Divulgação/IPEDF O evento reuniu equipes técnicas de órgãos estaduais de estatística e instituições de pesquisa participantes do Projeto Sistema de Contas Regionais (SCR), com o objetivo de discutir a mudança do ano base para o cálculo do Produto Interno Bruto (PIB), que é um dos principais indicadores econômicos para analisar o desempenho da economia, sendo utilizado no desenvolvimento de pesquisas, na avaliação setorial e no planejamento estratégico no âmbito governamental, entre outros fins. O Distrito Federal foi representado no projeto pela equipe da Diretoria de Estatística e Pesquisas Socioeconômicas do IPEDF. A coordenadora de Análise Econômica e Contas Regionais, Adrielli Santana, e as economistas da Gerência de Contas Regionais Euripedes Regina Oliveira e Sandra Regina Andrade ressaltaram a importância do Projeto SCR e da parceria entre as unidades da Federação, DF e o IBGE. A coordenadora destacou a parceria entre o instituto e o IBGE. “O evento reforça a importância nacional do projeto, do diálogo e troca de conhecimentos entre as equipes do SCR e a busca por incorporar as mudanças na economia no cálculo do PIB. Há quase três décadas a parceria entre o IPEDF, antiga Codeplan, e o IBGE vem se fortalecendo para fornecer estatísticas de qualidade para a sociedade”, disse Adrielli. O Sistema de Contas Regionais fornece estimativas do PIB de cada um dos estados brasileiros e do DF, pelas óticas da produção e da renda, coerentes, comparáveis entre si e compatíveis com os resultados do Sistema de Contas Nacionais (SCN). O PIB pela ótica da produção abarca o valor adicionado bruto das atividades econômicas, somado aos impostos líquidos de subsídios sobre o produto. Já a ótica da renda soma as remunerações dos fatores de produção, que incluem os salários dos trabalhadores, o rendimento misto bruto, o excedente operacional bruto, além dos impostos líquidos de subsídios sobre a produção e importação. *Com informações do IPEDF
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