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GDF define 1º sábado de agosto como o Dia da Caminhada nas Trilhas Ecológicas

O Governo do Distrito Federal (GDF) vai instituir oficialmente o 1º sábado de agosto como o Dia da Caminhada nas Trilhas Ecológicas do Distrito Federal. O decreto será assinado no próximo domingo (14), durante a programação da Caminhada Ecológica do Meio Ambiente, no Parque Ecológico de Águas Claras. A medida integra as ações desenvolvidas pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) e pelo Sistema Distrital de Trilhas Ecológicas Caminhos do Planalto Central (CPC) e busca fortalecer políticas públicas voltadas para educação ambiental, para o uso sustentável das áreas naturais e para a ampliação do acesso da população às trilhas ecológicas do DF. A programação também inclui plantio simbólico de mudas nativas do Cerrado, atividades educativas, ações de sensibilização ambiental, realização do Desafio das Águas (partida de voleibol) e atos institucionais relacionados à agenda ambiental do Distrito Federal. O decreto reconhece as trilhas ecológicas como instrumentos de educação ambiental, lazer, turismo sustentável, promoção da qualidade de vida e valorização do Cerrado. A iniciativa também pretende incentivar o uso consciente desses espaços, ampliar ações de sensibilização ambiental, estimular atividades ao ar livre e fortalecer a utilização das unidades de conservação e áreas verdes existentes no território distrital. Mais do que instituir uma data comemorativa, a medida busca consolidar uma política pública permanente capaz de ampliar o acesso da população às experiências de contato com a natureza, incentivar práticas sustentáveis e fortalecer a cultura ambiental em diferentes regiões do Distrito Federal. Decreto reconhece as trilhas ecológicas como instrumentos de educação ambiental, lazer, turismo sustentável, promoção da qualidade de vida e valorização do Cerrado | Fotos: Divulgação Sema/DF Para o secretário do Meio Ambiente, Rafael Santana, a instituição da data reforça o papel das trilhas como ferramenta de aproximação entre a população e o Cerrado. "As trilhas ecológicas aproximam as pessoas da natureza, promovem educação ambiental e ajudam a ampliar o conhecimento sobre a importância da conservação do Cerrado. A criação desta data fortalece uma política pública que incentiva o uso responsável dos nossos parques, unidades de conservação e áreas verdes", afirmou. A governadora Celina Leão ressalta o papel das trilhas ecológicas na formação de uma cultura de preservação ambiental. "As trilhas ecológicas são uma excelente ferramenta de conscientização ambiental, pois permitem que as pessoas conheçam melhor o Cerrado e compreendam a importância da conservação dos nossos recursos naturais. Quando a população participa dessas experiências, fortalece-se também o compromisso coletivo com a proteção do meio ambiente e com a construção de um futuro mais sustentável", afirmou. "A criação desta data fortalece uma política pública que incentiva o uso responsável dos nossos parques, unidades de conservação e áreas verdes" Rafael Santana, secretário do Meio Ambiente Além de instituir uma data comemorativa, a proposta busca consolidar uma agenda permanente voltada à sustentabilidade, à participação social e à valorização do patrimônio ambiental do Distrito Federal. Entre os objetivos da medida estão o fortalecimento do ecoturismo, a promoção de hábitos saudáveis, a ampliação das atividades educativas e o incentivo à ocupação responsável dos espaços naturais. O Distrito Federal possui uma rede de parques, unidades de conservação, áreas protegidas e corredores ecológicos que integram o bioma Cerrado. Nesse contexto, o Sistema Distrital de Trilhas Ecológicas Caminhos do Planalto Central atua na integração dos percursos existentes e na ampliação do acesso da população às experiências de contato com a natureza. "As trilhas ecológicas são uma excelente ferramenta de conscientização ambiental, pois permitem que as pessoas conheçam melhor o Cerrado e compreendam a importância da conservação dos nossos recursos naturais" Celina Leão, governadora Iniciativa também pretende incentivar o uso consciente desses espaços, ampliar ações de sensibilização ambiental, estimular atividades ao ar livre A proposta do sistema é conectar trilhas em diferentes regiões do DF, fortalecer a governança colaborativa e estimular a utilização desses espaços como instrumentos de educação ambiental, recreação e conservação. Segundo a Sema-DF, as trilhas também contribuem para a sensibilização ambiental ao aproximar moradores e visitantes dos ecossistemas locais e incentivar práticas voltadas à preservação dos recursos naturais. A assinatura do decreto ocorrerá durante a Caminhada Ecológica do Meio Ambiente, evento aberto à participação popular. A atividade contará com percursos acessíveis e sustentáveis, permitindo a participação de famílias, crianças, idosos, pessoas com deficiência, esportistas e praticantes de atividades ao ar livre. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF)

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Aberta licitação para obras nas trilhas do Parque Nacional de Brasília

A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) abriu licitação pública para a contratação de empresa de engenharia especializada na execução de obras de sinalização e infraestrutura ambiental nas trilhas dos Macacos e da Capivara, no Parque Nacional de Brasília. O objeto contempla a implantação de estruturas de madeira, como decks elevados, áreas de descanso e rampas de acesso, além da elaboração e execução de sinalização interpretativa, incluindo placas educativas interativas, bem como a remoção da sinalização existente. Licitação pública vai contratar empresa de engenharia para execução de obras de sinalização e infraestrutura ambiental nas trilhas dos Macacos e da Capivara | Foto: Divulgação/ICMBIO A concorrência será presencial e está marcada para 29 de janeiro, às 10h, na sede da Terracap, no Setor de Áreas Municipais (SAM), Bloco F, atrás do Anexo do 7Palácio do Buriti. A sessão ocorrerá na Sala 24, no subsolo do edifício. O critério de julgamento será o de menor preço, ou seja, vencerá a licitação a empresa que apresentar a proposta mais vantajosa para a administração pública. [LEIA_TAMBEM]O credenciamento do representante deverá ser realizado até o dia 28 de janeiro, às 17h, exclusivamente pelo e-mail cplic@terracap.df.gov.br. A entrega dos envelopes deverá ocorrer no dia 29 de janeiro, antes da abertura da sessão. O edital e demais documentos da Licitação Presencial nº 29/2025 estão disponíveis aqui. Mais informações podem ser obtidas pelo call center da Terracap, no telefone (61) 3350-2222, ou pelo chat online disponível no portal da agência. O atendimento é prestado de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. *Com informações da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap)

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Corpo de Bombeiros reforça orientações de segurança e cuidados básicos para práticas de atividades em áreas naturais

A falta de planejamento e a desatenção a cuidados básicos figuram entre os aspectos observados pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) como os principais riscos em práticas de atividades em áreas naturais. Por esse motivo, a corporação decidiu reforçar as orientações de segurança para praticantes que pretendem desbravar a natureza. Uma das primeiras orientações é sempre procurar fazer trilha com alguma companhia | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília De acordo com a tenente Letícia Medeiros Alves Frinhani, do CBMDF, trilhas não devem ser encaradas como passeios improvisados. “Antes de sair, a pessoa precisa definir o percurso, avaliar o grau de dificuldade, verificar o horário e observar as condições do tempo”, aponta. “Em ambiente natural, qualquer imprevisto pode se agravar rapidamente”. Um dos primeiros pontos destacados pela oficial é a recomendação de nunca fazer trilhas sem alguma companhia: “É fundamental avisar alguém sobre o trajeto escolhido e o horário previsto de retorno. Essas informações são essenciais caso seja necessário acionar o socorro”. Clima e ambiente Entre os fatores de risco mais relevantes estão as condições climáticas, sobretudo em trilhas próximas a rios e cachoeiras. A tenente Letícia chama a atenção para a possibilidade de cabeça-d’água, fenômeno em que o nível do rio sobe de forma repentina, mesmo sem chuva no local. “Mudança na cor da água, aumento da correnteza ou descida de galhos e folhas são sinais claros de perigo e exigem saída imediata”, orienta. “Se a pessoa não consegue se mover, o ideal é que alguém permaneça com ela, garantindo segurança e abrigo, enquanto outra busca ajuda, sempre evitando expor mais pessoas ao risco” Tenente Letícia Frinhani, do CBMDF  Ela reforça que não se deve insistir no percurso diante desses sinais: “A decisão precisa ser rápida; esperar pode colocar a vida em risco”. Também é recomendado evitar trilhas no fim da tarde ou à noite e priorizar saídas nas primeiras horas do dia, quando há mais tempo de luz natural e melhores condições de visibilidade. Comunicação limitada e decisões corretas Outro aspecto observado pelo Corpo de Bombeiros é a limitação de comunicação em áreas remotas. Muitas trilhas não possuem sinal de telefonia móvel, o que dificulta o pedido de ajuda em situações de emergência. “Por isso, o planejamento prévio é essencial”, explica a tenente. “Em percursos mais longos ou isolados, pode ser necessário o uso de equipamentos de comunicação”. Em caso de acidente, a orientação é avaliar a condição da vítima antes de qualquer deslocamento. “Se a pessoa não consegue se mover, o ideal é que alguém permaneça com ela, garantindo segurança e abrigo, enquanto outra busca ajuda, sempre evitando expor mais pessoas ao risco”, orienta. Áreas naturais e trilhas podem trazer ocorrências que exijam atuação de equipes do Corpo de Bombeiros | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Nesse contexto, a tenente Letícia lembra que as ocorrências em trilhas e áreas naturais costumam exigir a atuação de equipes multidisciplinares do Corpo de Bombeiros, formadas por profissionais com diferentes atribuições, como bombeiros militares especializados em salvamento, atendimento pré-hospitalar e busca em ambientes naturais. “São situações que envolvem vítima, terreno e tempo de resposta, por isso o atendimento não depende de uma única função, mas da integração entre diferentes áreas de atuação”, pontua. As equipes atuam de forma coordenada desde a avaliação inicial do estado da vítima, passando pelos cuidados imediatos de saúde, até a definição da melhor estratégia de acesso e retirada, sempre considerando as condições do terreno. “O objetivo é garantir um atendimento seguro e eficaz, tanto para a pessoa atendida quanto para os profissionais envolvidos”, detalha a tenente. “A análise do cenário orienta todas as decisões”. O Corpo de Bombeiros também reforça que o uso de equipamentos adequados e a adoção de condutas preventivas ajudam a reduzir riscos e facilitam a atuação das equipes em caso de emergência. Equipamentos simples fazem diferença Calçados próprios para trilha, com solado antiderrapante, ajudam a reduzir o risco de escorregões e quedas em terrenos irregulares. Água em quantidade suficiente também é indispensável, já que nem sempre há pontos de apoio ao longo do percurso. Além disso, itens simples podem ser decisivos em uma emergência, indica a tenente: “O apito facilita a sinalização em locais de difícil acesso. O cobertor térmico ajuda a proteger contra o frio enquanto o socorro não chega. Um kit básico de primeiros socorros permite lidar com situações iniciais”. Vivência prática confirma as orientações Acostumada a correr em trilhas, a professora Patrícia Arruda recomenda: “Existe uma regra clara na trilha: nunca deixar ninguém para trás. Se alguém tem dificuldade, a gente para, pergunta se essa pessoa precisa de algum auxílio e ajuda” | Foto: Acervo pessoal Corredora de trilhas, a professora de educação física Patrícia Faim Arruda conta que os cuidados indicados pelos bombeiros fazem parte da rotina de quem pratica a modalidade com regularidade. “Existe uma regra clara na trilha: nunca deixar ninguém para trás”, enfatiza. “Se alguém tem dificuldade, a gente para, pergunta se essa pessoa precisa de algum auxílio e ajuda”. Uma das orientações importantes é contar com o acompanhamento de um guia  Ela relata já ter presenciado acidentes, como torções e fraturas durante eventos organizados. “Em muitos trechos não há sinal de celular, então alguém fica com a pessoa machucada enquanto outra procura a equipe de apoio ou tenta acionar o socorro”, ilustra. Segundo Patrícia, a diferença entre trilhas organizadas e expedições independentes está na estrutura disponível. “Em eventos, há equipes distribuídas ao longo do percurso; em expedições, não há esse suporte imediato, o que exige ainda mais preparo”, observa. “Se você não conhece a trilha , contrate um guia local. Nunca se aventure! É importantíssimo contar com um guia experiente para fazer a trilha com segurança”. Preparo físico também é segurança Como professora, Patrícia pontua que o preparo físico deve ser encarado como parte da prevenção. “Trilha envolve terreno irregular, subida longa e muita altimetria”, atenta. “O corpo precisa estar preparado para esse esforço”. Ela recomenda fortalecimento muscular e treino cardiorrespiratório, além de exercícios específicos, como esteira inclinada e escadas, para simular as exigências do percurso. “Quando a pessoa não se prepara, o risco de queda, exaustão e lesão aumenta”, diz a especialista. Calçado, vestuário e outros detalhes A escolha do calçado é outro ponto sensível. “Nunca faça trilha com tênis novo”, adverte Patrícia. “O ideal é usar um calçado já amaciado, testado em treinos”. Segundo ela, bolhas e ferimentos nos pés podem comprometer a continuidade do percurso. [LEIA_TAMBEM]Patrícia também recomenda atenção ao tipo de meia: “Meias de algodão devem ser evitadas porque retêm umidade e aumentam o atrito. As meias próprias para corrida ou trilha secam mais rápido e protegem melhor a pele”, diz. Conduta coletiva e responsabilidade ambiental Além da segurança individual, a conduta coletiva é decisiva. “Trilha não é competição; é preciso respeitar o ritmo do grupo e tomar decisões pensando na segurança de todos”, afirma Patrícia. O cuidado com o meio ambiente também integra as orientações. “Tudo o que a pessoa leva para a trilha deve voltar com ela. Não deixar lixo é uma regra básica”, reforça. Ao reunir orientações técnicas do Corpo de Bombeiros e a experiência de quem pratica a atividade, o alerta é direto: trilha exige preparo, atenção e responsabilidade. “Planejamento e decisões corretas fazem toda a diferença para que a trilha seja uma experiência segura”, conclui a tenente Letícia.  

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Explore o Quadrado: Aventure-se nas cachoeiras e trilhas do DF

Artes: Fábio Nascimento/Agência Brasília Com a chegada da seca, nada melhor do que explorar as maravilhas naturais que o Distrito Federal tem a oferecer. Em meio ao Cerrado brasiliense, as opções de cachoeiras e trilhas são um convite irresistível para quem busca aventura e contato com a natureza durante as férias escolares de julho. No Quadradinho, o desafio começa na escolha: são tantas opções que é difícil decidir por onde começar. Para os amantes de trilhas, o Complexo de Cachoeiras Poço Azul, em Brazlândia, é um verdadeiro playground. O local fica a cerca de 50 minutos do centro de Brasília e tem percursos que variam de leves caminhadas a desafios mais radicais. Ao redor do DF existem diferentes cachoeiras, algumas relativamente próximas ao centro da capital | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília Guia e especialista em trilhas no DF, Wendel Ferreira afirma que o complexo de cachoeiras Poço Azul, que tem cerca de 20 pontos de quedas-d’água, é ideal para receber pessoas de qualquer faixa etária e para aumentar a qualidade de vida. O guia Wendel Ferreira, especialista em trilhas, observa: “Você passa a ter uma preocupação com a sustentabilidade, o cuidado com a natureza” | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília “Hoje a gente vive uma rotina muito acelerada, em que ninguém tem tempo para nada, com muita tecnologia”, observa. “Hoje, para ter uma melhor qualidade de vida, você precisa se desconectar, e aqui é o local ideal para isso. Você se desconecta, renova as energias para ter uma semana mais agradável.” Wendel conta que sempre teve contato com a natureza – outro atrativo indescritível que espaços como esse proporcionam. “Você passa a ter uma preocupação com a sustentabilidade, o cuidado com a natureza”, aponta. “Não adianta nada a gente ter riqueza se a gente não tiver a natureza”. Medianeira Costa, do Grupo de Caminhadas Brasília: “Basta ter boa vontade e sair da zona de conforto. Temos um paraíso ao redor de Brasília” | Foto: Acervo pessoal Com a mesma proposta de facilitar o acesso às belezas naturais do DF, a naturopata e esteticista Medianeira Costa é voluntária no Grupo de Caminhadas Brasília, que atende mais de 15 mil pessoas. “Eu vim para Brasília em 1998 e tive vontade de conhecer a natureza local”, conta. “Quando você começa, não quer parar mais”. Para quem quer começar a se aventurar no mundo das trilhas, ela tem uma sugestão: “Basta ter boa vontade e sair da zona de conforto. Temos um paraíso ao redor de Brasília”. Ela indica ainda um local para caminhadas e para um mergulho antes de voltar para casa: a Cachoeira do Buriti. Localizada a mais ou menos 30 km do centro do DF, o local é muito procurado pelos banhistas por ser mais profundo e ter poucas pedras. Principais trilhas e cachoeiras no DF Parque Água Mineral Para quem gosta da prática de esporte em contato com a natureza, o parque dispõe de duas trilhas de pequena a média dificuldade: a da Capivara –  indicada para crianças (sempre acompanhadas por um responsável) e com duração aproximada de 20 minutos de trilha – e a da Cristal Água, para caminhada de 1 hora a 3h40 – e mountain bike, com 20 minutos a 1h30 de bicicleta, conforme o percurso escolhido. A fauna é diversificada, composta por espécies raras ou ameaçadas de extinção, como lobo-guará, tatu-canastra, tamanduá, jaguatirica e ouriço-caixeiro, além de espécies endêmicas como gralha-do-campo e papagaio-galego. Cachoeira do Tororó Cachoeira do Tororó | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Localizada a cerca de 35 quilômetros do centro de Brasília, dentro da região do Jardim Botânico, a cachoeira do Tororó é famosa pelas águas cristalinas e por sua vegetação nativa da região. O lago da cachoeira é raso e ideal para adultos ou crianças. Para os mais aventureiros, há opções de rapel e trilhas em meio à mata. Cachoeira Gruta Rio de Sal Em Brazlândia, a menos de 70 quilômetros do Plano Piloto, a cachoeira Rio de Sal tem várias grutas repletas de galerias com rochas que já estiveram submersas em algum momento da história. Cachoeira Saia Velha A cachoeira Saia Velha é uma das mais próximas a Brasília, a 35 quilômetros do Plano Piloto, localizada dentro do Águas Correntes Park, em Santa Maria. É bastante conhecida pelas piscinas naturais de águas cristalinas. Cachoeira do Gancho Outra dica próxima a Brasília é a cachoeira do Gancho, em Sobradinho, localizada a quase 39 quilômetros do centro da capital. A área é formada por três cachoeiras e uma piscina natural com águas cristalinas. Complexo Poço Azul Complexo de cachoeiras Poço Azul | Foto: Matheus F. Souza/Agência Brasília Localizado a cerca de 50 quilômetros do centro de Brasília, em Brazlândia, o complexo Poço Azul conta com mais de 20 cachoeiras e trilhas de pequena, média e grande dificuldade. O local é considerado o mais popular do Distrito Federal por proporcionar um espetáculo de cores com os tons esmeralda e azul, garantindo uma experiência saudável. Cachoeira Véu de Noiva A cachoeira Véu de Noiva é uma das mais conhecidas da região de Brazlândia por ter uma área ampla para o banho e piscinas naturais mais profundas, ideais para o mergulho. As piscinas naturais são cristalinas com tons verdes e azuis, além de toda a mata nativa ser preservada. Dicas e cuidados Para melhor aproveitar os momentos de aventura pela natureza do Quadradinho, é importante observar algumas outras recomendações abaixo.  ⇒ Esteja atento: pedras e irregularidades são comuns na trilha e nas cachoeiras. Por isso, muito cuidado para evitar quedas e machucados ⇒ Evite fazer trilha sozinho: se possível, sempre opte por um guia, que, conhecendo a região, fará com que sua experiência seja mais tranquila e proveitosa ⇒ Cuidado com a pele e vestimentas: o uso de protetor solar é obrigatório. Além disso, o uso de roupas leves e longas também ajuda na hora do passeio; ⇒ Hidrate-se: ao fazer trilha, beba bastante água e alimente-se ao longo do percurso. Arte: Fábio Nascimento/Agência Brasília  

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Jardim Botânico divulga trilhas especiais para celebrar 39º aniversário

O Jardim Botânico de Brasília (JBB) está completando 39 anos com uma programação imperdível para quem ama a natureza. Entre 5 e 10 de março, a população de Brasília poderá desbravar as belezas naturais do Jardim Botânico, que tem um toque de história, com construções antigas e sítios arqueológicos. Na programação do evento também constam oficinas de artesanato, educação ambiental, shows e espetáculos de teatro. As inscrições para as atividades precisam ser realizadas com antecedência pelo formulário de inscrição disponível no site do JBB | Foto: Divulgação/Jardim Botânico Serão oferecidas duas trilhas especiais para a data que envolvem exercícios físicos com conhecimento e podem ser realizadas em família. As inscrições para as atividades precisam ser feitas com antecedência pelo formulário disponível no site do JBB. Trilha de Imersão no Cerrado A Trilha de Imersão no Cerrado percorrerá, nos dias 6 e 7 de março, a tradicional Trilha Krahô do Jardim Botânico de Brasília. Esse caminho usa o nome para homenagear os povos indígenas krahôs que já viveram na região do JBB e hoje vivem ao norte do Tocantins. A trilha, que tem cerca de dois quilômetros, passa por duas fitofisionomias (tipos de vegetação presentes em um determinado bioma) do Cerrado: o típico, caracterizado pelas árvores baixas, inclinadas e tortuosas, com ramificações irregulares e retorcidas, e a mata de galeria, com uma das 25 nascentes já catalogadas no JBB. O passeio será guiado por educadores ambientais do Jardim Botânico de Brasília e mediado com temas ligados ao cerrado e a história do JBB, com duração de 1h30 a 2h. Para esta ação, as inscrições são limitadas e poderão ser realizadas com antecedência pelo formulário disponível no site do JBB. Caminhada Sensorial A Caminhada Sensorial permite aos participantes uma percepção mais aguçada do Jardim Botânico de Brasília. A ideia da caminhada é oferecer aos participantes uma experiência sensorial: visão, com visitação ao Jardim Evolutivo; audição, no Orquidário; olfato, no Jardim de Cheiros; e o paladar, na degustação de quitutes feitos com frutos do Cerrado no Jardim Japonês. O passeio ocorrerá em 10 de março, domingo, com credenciamento às 9h para inscritos com antecedência no formulário do projeto. “A Caminhada Sensorial vai ser uma experiência muito rica de reconexão com a natureza. Nossos visitantes terão novas percepções sobre as belezas presentes no JBB”, disse a educadora ambiental Ana Beatriz que estará na equipe de guias das ações. Confira o mapa oficial de trilhas. Para a programação oficial, clique aqui. *Com informações da Administração Regional do Jardim Botânico  

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Zoo terá trilha do ‘Caminhada nos Parques’. Saiba como participar

A Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB) participará, no domingo (23), a partir das 7h30, do projeto Caminhada nos Parques. O objetivo é promover a prática de caminhadas, a preservação ambiental e a valorização das unidades de conservação e de outras áreas de relevância ambiental do Distrito Federal. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O projeto, organizado pelo Grupo de Caminhadas Brasília (GCB), terá o tema Na trilha, pelo Cerrado e pelas Águas e reunirá trilheiros em mais de 30 parques e unidades de conservação do DF. No Zoológico de Brasília, os participantes irão percorrer a trilha Córrego Guará Zoo. Ela foi trabalhada ao longo do semestre com ações da FJZB, que envolveu exploratória e limpeza do córrego, com a participação de alguns parceiros. Toda a comunidade é convidada, e os interessados podem se inscrever neste link e pelas redes sociais do GCB. *Com informações da FJZB

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Palco de lazer e preservação do cerrado, Jardim Botânico inova atividades

Queridinho dos brasilienses, o Jardim Botânico de Brasília (JBB) oferece uma gama de atividades tão diversificadas quanto às espécies da flora que habitam esse importante espaço de preservação na capital. De terça a domingo, das 9h às 17h, a população pode ver, sentir, ouvir e percorrer as dezenas de espaços ali instalados. De jardins a restaurantes, cafés a orquidários e bromeliários, o Jardim Botânico tem renovado suas atividades ao longo dos anos, bem como seus espaços físicos. [Numeralha titulo_grande=”R$ 5″ texto=”É o valor do ingresso no Jardim Botânico” esquerda_direita_centro=””] Para quem quer reunir a família para uma refeição e um momento de lazer, é possível levar o próprio alimento e ocupar uma das áreas do Jardim, como o Espaço Oribá, onde famílias celebram aniversários com frequência. Há também três restaurantes/cafés, o Jardim Bom Demais – famoso pelas toalhas de mesa na área externa junto às árvores –, o Caliandra Café e a Cura Cozinha Orgânica, que enriquecem o espaço com um menu aberto a memórias afetivas. Os fãs de açaí também encontram refúgio no Jardim no Espaço Gourmet, e também é possível levar produtos orgânicos vendidos em quiosques. O Jardim Botânico de Brasília abre suas portas para visitação pública de terça-feira a domingo, inclusive feriados, das 9h às 17h, com entrada permitida até às 16h30. Ciclistas e pedestres têm entrada gratuita entre 7h30 e 8h50, convidados a percorrer uma ou mais das seis trilhas do local. Espaço abre de terça a domingo, inclusive feriados, das 9h às 17h. Entrada é permitida até 16h30. Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília A entrada custa R$ 5 por pessoa, com pagamento apenas em dinheiro, e há gratuidade para crianças de até 12 anos de idade incompletos, maiores de 60 anos e pessoas com deficiência. Moradora de São Paulo, Vanessa Santiago é habitué do Jardim Botânico e tem como espaços preferidos o Bistrô Bom Demais e o Jardim Japonês. Neste sábado (4), ela aproveitou para revisitá-los. “Adoro ver a diferença da vegetação, da época de seca para agora, com menos seca. Sempre venho, tomo café, fico no piquenique e depois venho ao orquidário”, conta. Já o casal Felippe da Conceição e Hellen Cristina levou o filho Vitor Matheus para conhecer o Jardim Botânico. ‘Toda a vida morei no DF e nunca tinha vindo e hoje sugeri de estar aqui, é um espaço interessante e tranquilo, a natureza importa”, comenta Hellen Cristina em sua primeira visita. A quem se encanta com o cerrado e quer levar presentes aos familiares e amigos, a loja Artesanato Botânico comercializa produtos locais, como roupas e objetos de decoração. O local foi aberto em setembro de 2021, pela atual gestão. O museu vivo também guarda atividades para absorver sua boa energia. Aos sábados, das 10h às 11h, o professor Edivaldo Ximenes dá aulas gratuitas de tai chi chuan. As aulas ocorrem no Circuito de Equilíbrio, ao lado do Jardim Japonês. O instrutor garante que o local é especial. “A conexão com a natureza aqui é muito forte, trabalhamos muito questões energéticas e, ao final da prática, fazemos uma meditação desligada, sempre voltada para a saúde e o bem-estar”, comenta o professor. Professor de tai chi chuan, Edivaldo Ximenes dá aulas gratuitas aos sábados. Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Também tem sido comum o JBB receber atividades de parceiros externos, que levam informativos e ações para dentro da área de preservação. Até 18 de fevereiro, a Neoenergia estará no local com um veículo para a prática de atividades interativas e dicas de como economizar energia. A Unidade Móvel Educativa (UME) é equipada com geração fotovoltaica, eólica e experimentos interativos, o que tem atraído público ao local. Inaugurado em 1985, o Jardim Botânico de Brasília é uma área protegida vinculada à Secretaria de Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema). A instituição é responsável pela preservação do cerrado e, para isso, desenvolve pesquisas e atividades científicas em sua estação ecológica, além de programas de educação ambiental orientados para a conservação da biodiversidade.

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Rota turística de Brazlândia oferece atrativos para todos os gostos

Aos 89 anos, completados em 5 de junho deste ano, Brazlândia é um polo turístico. A cidade oferece opções de lazer e entretenimento para todos os gostos, desde ecoturismo e turismo de aventura, com mais de 100 cachoeiras, a grandes eventos gastronômicos e religiosos. Em novembro de 2021, a Secretaria de Turismo (Setur) incluiu a região administrativa na Coleção de Rotas Brasília, ao lado de Planaltina e Ceilândia, por meio do programa Turismo em Ação. O miniguia pode ser acessado no site da Setur e reúne 14 pontos turísticos representativos da cidade. Para a advogada Maria Célia Costa, as melhores trilhas e cachoeiras estão no Poço Azul, aonde vai toda semana | Fotos: Renato Araújo/Agência Brasília “Quando olhamos para uma região desta forma, estamos estruturando a cidade no setor hoteleiro, dos restaurantes, de serviços executivos. É uma oportunidade de melhoria para o morador local. Em Brazlândia, temos muitas trilhas, templos e eventos que saúdam a produção agrícola dos moradores”, explica o secretário-executivo de Turismo, Gustavo Assis. [Olho texto=”Responsável por 60% da produção agrícola do DF, a cidade conquista os visitantes com eventos tradicionais, como as festas da Goiaba e do Morango e a Folia do Divino” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Natureza A cerca de 50 quilômetros de Brasília, é possível encontrar verdadeiros tesouros ecológicos. Isso porque Brazlândia, que tem apenas 7% de área urbana, reúne mais de 100 cachoeiras, trilhas, cordilheiras e propriedades rurais capazes de conquistar todos os tipos de visitantes. A rota turística da cidade selecionou as trilhas do Capão da Onça e cachoeiras da nova área do Parque Nacional de Brasília, na Área de Proteção Ambiental (APA) de Cafuringa – Ribeirão Cupins-Mumunhas, no Poço Azul; Ribeirão Dois Irmãos, na Chapada Imperial e na Fazenda Barra do Dia; Rio da Palma e seus córregos, além das trilhas Bica de Lata e Geladeira e o Bosque dos Eucaliptos e Samambaias, na Floresta Nacional de Brasília (Flona). A advogada Maria Célia Costa, 40 anos, conhece bem os caminhos em meio à natureza em Brazlândia. Para ela, as melhores trilhas e cachoeiras estão no Poço Azul. “É uma experiência desafiadora para o corpo, pois as trilhas contam com pequenas escaladas, subidas e descidas e várias travessias. As primeiras cachoeiras são acessíveis e, inclusive, têm espaços para descanso e contemplação da natureza ao som da água”, afirma. “É o meu refúgio, meu esconderijo. Vou para lá uma vez por semana ou a cada 15 dias, nem que seja para dar um simples mergulho”, Brazlândia, que tem apenas 7% de área urbana, reúne mais de 100 cachoeiras, trilhas, cordilheiras e propriedades rurais capazes de conquistar todos os tipos de visitantes Apaixonada por ecoturismo, Maria Célia faz questão de divulgar o potencial de Brazlândia. “As pessoas costumam pensar que Brazlândia se resume apenas à Festa do Morango, mas, na verdade, conta também com turismo de aventura, com cachoeiras e um rico meio ambiente que dá para se usufruir de forma consciente, preservando a natureza”, pontua.[Olho texto=”Para os fiéis, outro destaque é o Santuário Arquidiocesano Menino Jesus, segundo maior templo católico do Brasil” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Tradição Responsável por 60% da produção agrícola do DF, a cidade conquista os visitantes com festas tradicionais. Em abril, ocorre a Festa da Goiaba, enquanto entre o fim de agosto e o começo de setembro é a vez da Festa do Morango. Nas duas ocasiões, há uma gama variada de produtos feitos com base nas duas frutas, como geleias, compotas, doces, cervejas e itens estéticos, além dos alimentos in natura. Este ano foi a primeira vez que a balconista Leticia do Espirito Santo, 23 anos, participou da festança. Nascida no Maranhão, ela se mudou para Brazlândia em 2020 com a família. “Fui com meu esposo e a minha filha e aproveitamos demais. Comi de tudo e ainda levei para casa, pois é tudo de qualidade. Ano que vem já quero ir de novo”, diz a jovem. Há ainda a Folia do Divino, na qual se misturam cultos religiosos e festejos profanos. O encontro é realizado na última semana de julho desde a década de 1930, quando a cidade foi criada. A folia é formada por momentos de reza, dança e cantoria, encerrando com uma missa campal, venda de comidas, bebidas e lembrancinhas da festa. A Floresta Nacional de Brasília (Flona) tem atrativos como as trilhas Bica de Lata e Geladeira e o Bosque dos Eucaliptos e Samambaias Para os fiéis, outro destaque é o Santuário Arquidiocesano Menino Jesus, segundo maior templo católico do Brasil. A construção foi motivada pela chegada a Brazlândia da obra de arte Imagem Peregrina do Menino Jesus, em 1972. O templo impressiona em números e beleza: com capacidade para 15 mil pessoas, a estrutura tem seis pavimentos, três torres e uma cúpula com 33 metros de altura. Há ainda a escultura da Sagrada Família no altar e vitrais que iluminam o interior da igreja. [Olho texto=”“Brazlândia é uma das cidades mais culturais e turísticas de Brasília. Com a Casa do Turismo, queremos estruturar mais atrações e impulsionar o artesanato da cidade, servindo como local de venda para esses empreendedores, além de tirar dúvidas dos turistas”” assinatura=”Valdeci Duarte, gerente de Cultura da administração regional” esquerda_direita_centro=”direita”] A aposentada Maria de Lurdes Ferreira, 73, frequenta o santuário há mais de 50 anos e percebe o valor histórico e turístico do espaço. “É um local sagrado. As pessoas gostam de vir e conhecer, principalmente aquelas mais religiosas. Aos fins de semana, muitos saem de suas casas e vêm celebrar a missa conosco. Minhas duas filhas, que moram em Águas Claras, fazem isso”, conta. Outras opções A seleção turística de Brazlândia é composta ainda pelo Lago Veredinha, o Parque Veredinha, as atividades de artesanato e  a Casa do Turismo. A última foi inaugurada em abril de 2021 para consolidar a cidade como um ponto multicultural. O espaço abriga um Centro de Atendimento ao Turista (CAT) e expõe, de modo permanente, fotografias históricas e peças de artesanato produzidas por moradores. “Brazlândia é uma das cidades mais culturais e turísticas de Brasília. Com a Casa do Turismo, queremos estruturar mais atrações e impulsionar o artesanato da cidade, servindo como local de venda para esses empreendedores, além de tirar dúvidas dos turistas. Nossa cidade deve ser valorizada”, finaliza o gerente de Cultura da administração regional, Valdeci Duarte.

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