Participe da campanha de vacinação antirrábica neste sábado (22)
Depois de passar pela zona rural, a Campanha de Vacinação Antirrábica de Cães e Gatos chega, neste sábado (22), às áreas urbanas do Distrito Federal. A imunização gratuita contra a raiva é fundamental para proteger animais e prevenir a transmissão da doença para seres humanos. Até o fim do mês, a intensificação das ações contra a raiva ocorre aos sábados em diferentes regiões administrativas. De segunda a sexta, pontos fixos da Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses (Dival) e dos núcleos regionais de vigilância ambiental (Nuval) permanecem em funcionamento. A lista completa com os locais e horários de atendimento está disponível neste link. A vacina pode ser administrada em cães e gatos a partir dos três meses de idade e deve ser renovada a cada ano. A imunização evita o contágio com o vírus da raiva, extremamente letal tanto para os animais quanto para os humanos. A vacina pode ser administrada em cães e gatos a partir dos três meses de idade e deve ser renovada a cada ano | Foto: Divulgação Proteção A campanha já estava prevista mesmo antes da confirmação da ocorrência de raiva em um cão na região do Lago Norte. Até então, o DF não registrava casos da doença em cães desde 2000 e em gatos desde 2001. Apesar disso, o vírus continua circulando em animais silvestres, especialmente morcegos. Após a confirmação do caso, as equipes da Vigilância Ambiental em Saúde realizaram as medidas previstas nos protocolos, incluindo o bloqueio vacinal na área e a orientação dos moradores sobre os cuidados necessários. Se houver acidentes com animais, a orientação é que a pessoa busque uma unidade de saúde — seja hospital ou unidade básica de saúde (UBS).
Ler mais...
Vacinação antirrábica para cães e gatos começa neste sábado (15/8)
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Campanha de Vacinação Antirrábica Animal começa no próximo sábado (15/8). A vacinação protege cães e gatos contra a raiva e contribui para prevenir a transmissão da doença aos seres humanos. A dose é gratuita e deve ser aplicada anualmente. A campanha será realizada em três sábados consecutivos, contemplando as áreas rural e urbana do Distrito Federal. No dia 15/8, a vacinação ocorre prioritariamente na zona rural. Nos dias 22 e 29 de agosto, todos os locais de atendimento serão em zonas urbanas. A lista completa com os locais de vacinação, com endereços e horários, está disponível neste site. A campanha será realizada em três sábados consecutivos, contemplando as áreas rural e urbana do Distrito Federal | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde Meu bichinho pode ser vacinado? A imunização é indicada para cães e gatos saudáveis a partir dos três meses de idade. Animais vacinados em anos anteriores também precisam receber a dose anual para manter a proteção contra o vírus. Fêmeas prenhes ou em período de lactação podem ser vacinadas. Nesses casos, recomenda-se um manejo cuidadoso para evitar estresse durante o atendimento. Cães e gatos que estiverem doentes, sob tratamento veterinário ou em recuperação de cirurgias devem aguardar a plena recuperação antes de receber a vacina. Animais com alterações de comportamento ou outros sinais suspeitos de raiva não devem ser levados aos pontos de vacinação. Nesses casos, o tutor deve buscar orientação veterinária e comunicar a Vigilância Ambiental. Após a aplicação da dose, o animal pode se alimentar, beber água e tomar banho normalmente. Em dias quentes, a orientação é mantê-lo hidratado durante o período de espera e evitar a exposição excessiva ao sol. Transporte e segurança Para garantir a segurança durante a vacinação, os tutores devem seguir as orientações para o deslocamento até os pontos de atendimento: — Cães devem ser conduzidos com coleira e guia curta. Animais de grande porte, agressivos ou sujeitos a regras específicas devem usar focinheira e equipamentos de segurança adequados; — Gatos devem ser transportados em caixas apropriadas e seguras. Sempre que possível, também é recomendado o uso de coleira e guia. *Com informações da Secretaria de Saúde
Ler mais...
DF oferece quase 250 postos de vacina em dia de proteção para toda a família
As famílias do Distrito Federal tiveram, neste sábado (18), uma grande oportunidade de proteção à saúde. Enquanto mais de 100 locais ofereceram imunizantes como parte do Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação, outros 135 postos em áreas urbanas participaram da campanha distrital de vacinação antirrábica de cães e gatos. Crianças e adolescentes de até 15 anos são o público-alvo das ações de vacinação em outubro em todo o país, mas adultos também puderam atualizar a caderneta vacinal. Dia D de vacinação no DF contou com quase 250 postos preparados para imunizar toda a família, incluindo os pets | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF O pequeno Lucas Araújo, 9 anos, aprendeu a lição acompanhado da família. Enquanto se protegia contra o HPV (papilomavírus humano), viu o pai receber a vacina contra a covid-19. "Proteger a saúde da nossa família é também uma forma de amor", definiu Rubens Renato Araújo, 49. Da Administração Regional do Riacho Fundo II, a família seguiu para Samambaia, onde seria a vez da cadelinha Nita vacinar-se contra a raiva. "Todo mundo tem que estar com as vacinas em dia. A Nita também! Isso serve de proteção a ela e a nós", ressaltou a tutora Luciana Oliveira, 44. O pequeno Lucas Araújo se vacinou contra o HPV, enquanto o pai se imunizou contra a covid-19 A poucos quilômetros dali, no Núcleo Regional de Vigilância Ambiental do Recanto das Emas, outro grupo já cumpria o segundo compromisso do dia. Dengosa, Simba e Nicole — dois gatos e uma cadela — estavam com as filhas e o esposo de Valquíria Villas Boas, 38. Natasha, 12, que mais cedo havia recebido a vacina dT (dupla bacteriana adulto), contra difteria e tétano, segurava a cadela. "Hoje é o dia de proteger a família inteira", resumiu a matriarca. [LEIA_TAMBEM]Cobertura vacinal A estratégia de atualização da caderneta de crianças e adolescentes menores de 15 anos se estende ao longo de outubro. Além do público-alvo da campanha, terão ênfase a vacinação contra o sarampo e o resgate de não vacinados com o imunizante contra o HPV. Já a campanha anual de vacinação antirrábica de cães e gatos representa um período estratégico para as ações de Vigilância Ambiental em Saúde. A proposta é vacinar 40% da meta anual neste mês. No próximo sábado (25), postos serão instalados em áreas urbanas não contempladas nesta etapa. Já em 1º de novembro, para concluir, as equipes avançarão pelas zonas rurais. Os gatos Dengosa e Simba e a cadela Nicole receberam vacina antirrábica no Núcleo Regional de Vigilância Ambiental do Recanto das Emas Dia D Milhares de salas de vacinação estão abertas em todo o país para atender o público. Representantes do Ministério da Saúde estiveram simultaneamente em diversas capitais. No Distrito Federal, a campanha contou com a participação do ministro da saúde, Alexandre Padilha, que participou de evento no Riacho Fundo II. "Agradeço a parceria com o GDF [Governo do Distrito Federal], com as equipes de vacinação e de vigilância, que estão sempre conosco. Hoje, estamos com 35 mil salas de vacinação espalhadas por todo o país", disse. O superintendente da Região de Saúde Centro-Sul, Ronan Araújo, reafirmou o compromisso do DF com a imunização de toda a população: "Temos muita atenção com a cobertura vacinal e buscamos melhorar cada vez mais nosso atendimento. Vamos vacinar, proteger e cuidar do futuro". *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
Ler mais...
Campanha contra a raiva espera imunizar 160 mil cães e gatos em outubro no DF
O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Saúde (SES-DF), promove de sábado (11) a 1º de novembro uma campanha de vacinação antirrábica. A iniciativa ocorre em todas as regiões administrativas e mobiliza equipes nos 14 núcleos de Vigilância Ambiental do DF, onde a vacina fica disponível gratuitamente durante todo o ano. A ideia é fomentar a imunização e alcançar a meta de vacinar, pelo menos, 160 mil cães e gatos. De acordo com a médica-veterinária Marcelle Farias dos Santos de Oliveira, da Secretaria de Saúde, além de gratuita, a vacinação contra a raiva é obrigatória. “Todos os tutores precisam vacinar seus animais. A imunização é oferecida pelo SUS e pode ser feita tanto durante a campanha quanto fora dela, nos pontos fixos da Vigilância Ambiental”, explica. A prevenção contra a raiva em animais domésticos deve ser contínua para que os casos no DF continuem raros | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF A médica revela que o prazo da campanha foi ampliado para assegurar mais um fim de semana de atendimento nas áreas rurais. “Inicialmente a ação estava prevista para terminar em 25 de outubro, mas decidimos estender até 1º de novembro justamente para alcançar melhor essas regiões”, afirmou. Importância da imunização O vírus da raiva ainda circula no Distrito Federal, principalmente entre morcegos e outros mamíferos silvestres. Mesmo sem casos recentes em animais domésticos ou em humanos, a Secretaria de Saúde reforça que a prevenção deve ser contínua. “A vacinação dos cães e gatos cria uma barreira entre as pessoas e os animais silvestres que podem estar contaminados. Quando o animal de estimação está imunizado, ele interrompe a cadeia de transmissão da doença”, explica Marcelle. Um animal infectado pode tornar-se agressivo, apresentar salivação intensa, dificuldade para engolir, falta de coordenação motora e, em seguida, paralisia e morte A raiva é uma doença viral que provoca encefalite aguda e tem letalidade próxima de 100%. Afeta todos os mamíferos, inclusive seres humanos. Um animal infectado pode tornar-se agressivo, apresentar salivação intensa, dificuldade para engolir, falta de coordenação motora e, em seguida, paralisia e morte. A veterinária alerta que a imunização é necessária mesmo para animais que vivem em ambiente fechado. “Muita gente acredita que o gato de apartamento está protegido por não sair de casa. Mas já registramos casos de morcegos entrando em apartamentos, inclusive em andares altos. Como não há como saber se esse morcego está infectado, o risco existe”, explicou a especialista. Segundo Marcelle, o ideal é vacinar todos os cães e gatos, independentemente de o animal sair ou não de casa. “Mesmo quem mantém o bicho dentro de casa deve vacinar. É uma camada adicional de proteção tanto para o tutor quanto para o animal”, afirma. Animais que ficam em casa também devem ser vacinados para a proteção deles e dos tutores Podem receber a vacina animais com mais de três meses de vida, incluindo fêmeas gestantes ou em fase de amamentação. Para garantir a segurança durante o procedimento, os pets devem ser levados com coleira, focinheira ou caixa de transporte, conforme o porte. Os tutores precisam ser maiores de 18 anos e apresentar documento de identidade. O serviço não é cobrado. Em caso de suspeita da doença, é importante deixar o animal em observação durante dez dias, em local seguro, para que ele não fuja nem ataque pessoas ou outros animais. Caso não seja possível observá-lo em casa, deve-se encaminhá-lo ao canil da Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde. Onde vacinar Durante a campanha, os pontos de vacinação são divulgados semanalmente no site da Secretaria de Saúde, com datas, horários e endereços. Já os núcleos de Vigilância Ambiental funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e mantêm a vacina disponível durante todo o ano. A Administração Regional do Guará oferecerá um drive-thru, das 9h às 17h. O dispositivo também atenderá pedestres, garantindo a imunização de todos os animais levados pelos tutores. "Há muitos anos não registramos casos em animais domésticos ou em pessoas, e queremos que continue assim. A imunização é o que garante isso" Marcelle Farias dos Santos de Oliveira, veterinária Marcelle reforça o convite aos tutores: “Vacinar o seu cachorro ou gato é fundamental para manter a raiva afastada do Distrito Federal. Há muitos anos não registramos casos em animais domésticos ou em pessoas, e queremos que continue assim. A imunização é o que garante isso.” Serviço Campanha de vacinação antirrábica — de 11 de outubro a 1º de novembro; Público-alvo: cães e gatos a partir de 3 meses de idade; Locais: núcleos de Vigilância Ambiental e pontos itinerantes; confira no site da SES-DF; Vacina gratuita.
Ler mais...
Vigilância Ambiental vacina 542 animais contra a raiva em Vicente Pires
A equipe do Núcleo Regional de Vigilância Ambiental em Saúde (Nuval) do Guará esteve no sábado (16) em Vicente Pires, onde vacinou 542 animais contra a raiva em um pet shop da região. A ação itinerante faz parte do trabalho dos Núcleos Regionais de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde (SES) e integra a campanha anual de vacinação antirrábica, voltada para cães e gatos. “O objetivo é garantir a imunização dos pets, reduzindo a circulação do vírus da raiva. Embora não haja registros recentes em cães, o vírus ainda pode estar presente em animais silvestres. Queremos alcançar pelo menos 80% de cobertura da população animal do DF”, explicou a agente de Vigilância Ambiental (AVA) do Nuval do Guará, Lidiane Pires. Vacina antirrábica deve ser aplicada anualmente em cães e gatos a partir dos três meses de idade | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Entre os tutores que compareceram à ação estava o servidor público Heanes Medeiros, 49 anos, que levou a gatinha Juma, 10 meses, para vacinar. “Essa iniciativa é muito importante para a proteção dos nossos pets. A gente cria como se fossem filhos, então precisamos ter esse cuidado não só com a saúde deles, mas também com a dos nossos familiares”, disse. [LEIA_TAMBEM]Além de Vicente Pires, a SES também levou a vacinação antirrábica a pontos estratégicos de Santa Maria e Sobradinho. Ao longo do ano, o imunizante segue disponível nos 15 Núcleos Regionais de Vigilância Ambiental em Saúde e na Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde. Os endereços e horários podem ser consultados no site da pasta. Prevenção A vacina antirrábica deve ser aplicada, anualmente, em cães e gatos a partir dos três meses de idade, inclusive em fêmeas prenhas ou em período de amamentação. O intervalo de 12 meses deve ser respeitado tanto para a primeira dose quanto para as demais aplicações. Não é necessário agendamento, basta que o tutor, maior de idade e com documento de identidade, leve o animal com coleira, focinheira ou caixa de transporte, conforme o porte. Pepita, 12 anos, também recebeu a dose de proteção. Para o tutor, Leonardo Martins, 52 anos, o cuidado deve ser contínuo. “Ela está comigo há muitos anos e é parte da família. Manter a vacinação em dia é essencial e ações como essa precisam acontecer com mais frequência.” Heanes Medeiros levou a gatinha Juma, de 10 meses, para vacinar Doença A raiva é uma doença infecciosa viral aguda, que acomete mamíferos e pode ser transmitida aos humanos pela mordedura, lambedura ou arranhadura de animais infectados com o vírus. A vacinação de cães e gatos continua sendo a forma mais eficaz de prevenir a circulação do vírus e proteger a saúde de todos. *Com informações da Secretaria de Saúde
Ler mais...
No DF, Zoonoses é referência para receber animais com doenças transmissíveis aos humanos
Localizada no Noroeste, próximo ao Hospital da Criança, a Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses (Gvaz) é a unidade da Secretaria de Saúde (SES-DF) especializada no acolhimento de cães, gatos e outros animais que representem risco à saúde pública, como leishmaniose e raiva. “Nosso foco é atuar com animais para a proteção da saúde humana”, explica a gerente de Zoonoses, Camila Rodrigues. A Zoonoses também oferece vacinação contra raiva para cães e gatos | Foto: Sandro Araújo/Arquivo Agência Saúde Tutores de cães e gatos com sintomas de leishmaniose ou raiva, ou com laudo médico veterinário que registre suspeita ou confirmação para essas doenças, podem levar seus pets à Zoonoses para acolhimento ou, se necessário, ao procedimento de eutanásia. “É um momento ruim, mas pensamos que estamos diminuindo o sofrimento daquele animal”, afirma a gerente. Exames e testagem As duas veterinárias da equipe também são responsáveis por macacos, micos ou morcegos mortos recolhidos pela Zoonoses. Nesses casos, são feitos exames para avaliação laboratorial para confirmar raiva ou febre amarela. No local, podem ser deixados cães e gatos que estejam com suspeita de raiva ou que tenham tido contato com morcegos, por exemplo. Nessas situações, os animais são acolhidos para observação por até dez dias e, caso se mantenham saudáveis, são devolvidos aos seus tutores. A Zoonoses também é uma das unidades da SES-DF que oferecem vacinação contra a raiva para cães e gatos ao longo de todo o ano, serviço também disponível nos núcleos regionais de vigilância ambiental. No caso da leishmaniose, a unidade faz a testagem de animais. Transmitida pelo mosquito-palha, a doença atinge tanto seres humanos quanto cachorros e, assim como a raiva, pode levar à morte de ambos. Não é acolhimento O subsecretário de Vigilância à Saúde da SES-DF, Fabiano dos Anjos, ressalta que o papel da Zoonoses é a prevenção de doenças. “Não são oferecidos serviços como recolhimento de cães agressivos ou acolhimento de animais em situação de rua, abandonados, machucados ou em situação de maus-tratos”, orienta. “Todo o nosso foco é voltado para assegurar a saúde humana”. A Zoonoses também não faz eutanásia em animais por conta de outras doenças, não efetua castração de pets nem a contenção de animais em ações da polícia. *Com informações da Secretaria de Saúde
Ler mais...
Zoonoses disponibiliza seis cães para adoção
A Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses da Secretaria de Saúde (SES-DF) está com seis cães disponíveis para adoção. Os animais passaram por exames de leishmaniose, receberam vacina antirrábica e tratamento contra pulgas e carrapatos. Os seis animais estão saudáveis e aptos para a adoção. Visitas podem ser feitas na própria Zoonoses, de segunda a sexta-feira, das 11h às 16h | Foto: Divulgação/Zoonoses Os interessados em adotar um dos animais devem comparecer a Zoonoses, de segunda a sexta-feira, das 11h às 16h. Para iniciar o processo, é necessário que o novo tutor seja maior de 18 anos e assine um termo de responsabilidade. No momento da adoção, são repassadas orientações sobre guarda responsável e medidas de prevenção e controle de doenças, além de ser possível indicar o desejo de castrar o animal, gratuitamente. Além de promover adoções, a Zoonoses também se dedica ao cuidado de animais recolhidos. Em 2024, foram resgatados 52 cães e gatos; destes, 27 encontraram um novo lar e 16 retornaram aos seus tutores. Responsabilidade A médica veterinária da Zoonoses Marcelle Farias dos Santos de Oliveira reforça que a adoção de um animal também implica em alguns custos. “Além da alimentação, os tutores devem realizar exames anuais, aplicar vacinas regulares e administrar vermífugos. No caso dos cães, é necessário ainda o uso de produtos contra pulgas, carrapatos e repelentes de flebótomos, conhecidos como mosquito-palha, que transmite o parasita da leishmaniose visceral canina”. A recomendação da profissional é levar anualmente o animal ao médico veterinário para realizar exames de rotina e a imunoprofilaxia, um procedimento que previne cães e gatos contra doenças infecciosas. Outra dica é a utilização de coleiras com inseticidas que contenham repelentes. *Com informações da SES-DF
Ler mais...
Julho Dourado levanta a importância de vacinar os pets e prevenir zoonoses
Este mês, um brilho especial ilumina a saúde pública e animal no Distrito Federal. Com o Julho Dourado vem a campanha de conscientização e prevenção das zoonoses, doenças transmitidas de animais para humanos. Em um cenário onde a interação entre pessoas e seus pets é cada vez mais intensa, a iniciativa se destaca pela relevância ao promover ações educativas, vacinas, e cuidados veterinários essenciais. Entre os cuidados básicos, a imunização regular não só protege os animais individualmente, mas também ajuda a evitar a propagação dessas doenças na comunidade e protege a saúde pública. Com o intuito de zelar pela saúde animal, o Governo do Distrito Federal (GDF) disponibiliza a vacina antirrábica por meio do Centro de Zoonoses do DF, um serviço gratuito disponível nos 15 postos de vigilância ambiental espalhados pelo Distrito Federal. Entre os cuidados básicos, a imunização regular não só protege os animais individualmente, mas também ajuda a evitar a propagação dessas doenças na comunidade e protege a saúde pública | Arte: Fábio Nascimento/Agência Brasília Para a médica veterinária da Zoonoses Marcelle Farias, as vacinas polivalentes e a vacina antirrábica são essenciais para proteger os bichinhos contra várias doenças contagiosas e potencialmente fatais. “A vacinação é uma responsabilidade que o tutor tem que ter. Não apenas contra a raiva, mas também contra outras doenças, porque as vacinas protegem outros animais e as pessoas no geral”, observa. A especialista chama a atenção para outras doenças que podem afetar os pets, como a leptospirose – uma entre outras enfermidades que podem ser prevenidas pela vacina múltipla ou polivalente que, embora a rede pública não ofereça, está disponível em redes privadas e é muito importante para a saúde dos animais. Já as dermatites, otites, erliquioses (causadas por carrapatos) e outras doenças que afetam os bichinhos podem ser evitadas por meio de cuidados gerais, como manter os antiparasitários em dia, promover uma boa imunidade para os animais e proteger os ouvidos dos pets na hora do banho, evitando a entrada de água. Manter a vacinação em dia pode ajudar na prevenção de várias doenças dos pets | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Atendimento e adoção responsável O Centro de Zoonoses do Distrito Federal é um órgão vinculado à Secretaria de Saúde do DF (SES) que atua no diagnóstico, observação e recolhimento dos animais doentes, ofertando a aplicação de vacinas e também animais domésticos para adoção. A instituição trabalha com objetivo de promover também a saúde humana, contanto com programas de prevenção de zoonoses como a leptospirose, febre amarela, febre maculosa e principalmente a raiva. “Atendemos para observar se o cão está com raiva ou com suspeita de leishmaniose. O tutor leva o animal para fazermos testes e o diagnóstico e, se o animal apresentar sinais de raiva, temos várias abordagens. Uma delas é a observação in loco”, explica Marcelle. Para acionar o atendimento da Zoonoses, é preciso abrir uma ouvidoria pelo contato (61) 3449-4434 e anexar as documentações necessárias. O anexo de documentos pode ser realizado via WhatsApp ou pelo e-mail zoonosedf@gmail.com. Além disso, a unidade disponibiliza animais domésticos para adoção responsável, contando atualmente com oito cachorros e um gato. Para adotar, o interessado deve ter mais de 18 anos e ir até a unidade com um documento de identificação. Em seguida é necessário preencher um formulário de responsabilização e, após a análise da documentação, é feita uma entrevista com o possível tutor para que o animalzinho possa ganhar um novo lar.
Ler mais...