Para manutenção na rede, áreas de Ceilândia ficarão sem água nesta terça (22)
A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) realizará, nesta terça-feira (22), serviços de manutenção para melhoria do sistema de abastecimento de água em Ceilândia. Os trabalhos estão previstos para ocorrer das 9h às 21h. As áreas abrangidas pelos serviços serão: Setor N Norte, nas QNN 16, EQNN 18/20, QNN 18, QNN 20, EQNN 20/22, QNN 22, EQNN 22/24, QNN 24, EQNN 24/26, QNN 26, QNN 28, QNN 30, QNN 32 e QNN 34; CNN 1, CNN 2, QNN 4, EQNN 4/6, QNN 6, EQNN 6/8, QNN 8, EQNN 8/10, QNN 10, QNN 11, QNN 12 e QNN 14. A suspensão também afetará as quadras QNN 13, QNN 17, EQNN 17/19, QNN 19, QNN 19/21, QNN 21, EQNN 21/23, QNN 27 e QNN 29, além do Posto de Saúde Número 04, da Unidade Básica de Saúde 10, do Hospital Anchieta (Unidade Ceilândia) e da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) – Hospital Cidade do Sol. A normalização do fornecimento de água ocorrerá de forma gradual após o término dos trabalhos. Todo consumidor do serviço de abastecimento deve ter caixa-d’água com capacidade correspondente ao consumo médio diário, conforme estabelece o artigo 50 da Resolução nº 14, de 27 de outubro de 2011, da Adasa. Durante a execução do serviço, a orientação é para que a população faça consumo consciente de água, já que o volume utilizado individualmente impacta diretamente o abastecimento coletivo. Para mais informações, basta ligar para o telefone 115.
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Canal recuperado garante água para produção de 60 famílias de Brazlândia
Depois de mais de dez anos convivendo com a falta de água nos períodos mais críticos do ano, produtores rurais da região do Pulador, em Brazlândia, passam a viver uma nova realidade. A recuperação do Canal do Pulador substituiu 2,5 quilômetros do antigo canal aberto por tubulações de Pead, garantindo que a água chegue de forma eficiente às 38 propriedades atendidas pelo sistema e reduzindo perdas por infiltração, evaporação e vazamentos. A obra representa mais do que uma reforma na infraestrutura de irrigação. Ela garante segurança hídrica para cerca de 60 famílias produtoras, fortalece a produção de alimentos, otimiza o uso de um recurso cada vez mais escasso e cria novas oportunidades de geração de renda no campo. Uma das beneficiadas é a produtora rural Maria de Lourdes, 77 anos. Há anos ela enfrentava as dificuldades provocadas pela escassez de água. Agora, além de manter a produção de morango, já faz planos para diversificar a atividade. "Todo ano a água acabava. E, sem água, como é que a gente produz? A gente sofria com isso há mais de dez anos. Agora estou muito feliz. Comecei a produzir morangos e vou poder continuar. Já pretendo até criar peixes quando o tanque for instalado." Além da nova tubulação, o projeto prevê a instalação de 38 reservatórios revestidos com geomembrana, dos quais três já foram implantados. Os tanques permitirão armazenar água nas propriedades para utilização nos períodos de maior necessidade e também abrirão espaço para a piscicultura, criando uma nova alternativa de renda para os produtores. Para o presidente da Emater-DF, Cleison Duval, investir em infraestrutura hídrica significa garantir o futuro da produção rural. A obra garante segurança hídrica para cerca de 60 famílias produtoras, fortalece a produção de alimentos, otimiza o uso de um recurso cada vez mais escasso e cria novas oportunidades de geração de renda no campo | Foto: Divulgação/Emater-DF "Água é o principal insumo da agricultura. Quando investimos em obras como essa, estamos garantindo que esse recurso chegue ao produtor com mais eficiência, reduzindo desperdícios e assegurando melhores condições para produzir alimentos durante todo o ano. Essa é uma ação que fortalece a agricultura familiar, preserva os recursos hídricos e leva mais segurança para quem vive da produção", destaca. Segundo o presidente da Associação dos Produtores do Pulador, Demétrio Martins, a recuperação representa a retomada da capacidade produtiva da região. "O canal funcionava de forma muito precária. Muitas chácaras deixaram de plantar porque a água não chegava. Agora teremos condições de voltar a produzir. Tenho certeza de que esta região vai se consolidar como um grande polo produtor", afirma. A administradora regional de Brazlândia, Luciana Lima, destacou que o crescimento da área rural exige investimentos capazes de garantir o uso eficiente da água. "Antes havia água em abundância e poucas propriedades. Hoje a realidade é outra. A comunidade cresceu e os recursos naturais ficaram mais disputados. Essa canalização é fundamental porque mantém a área rural viva. É a água que garante boas condições para o plantio e permite que Brazlândia continue sendo um dos grandes celeiros de produção do Distrito Federal." O subsecretário de Desenvolvimento Rural da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), Paulo de Oliveira Barboza, também participou da inauguração e ressaltou que a obra é resultado da integração entre diferentes órgãos do Governo do Distrito Federal e os produtores rurais. O engenheiro-agrônomo e extensionista da Emater-DF, Rildon Oliveira, que acompanhou todo o processo de recuperação, explicou que o antigo canal, utilizado havia mais de três décadas, já não conseguia atender à demanda dos produtores. "Era um sonho antigo da comunidade. O canal era aberto e apresentava muitas perdas por infiltração. A água simplesmente não chegava às propriedades localizadas no final do sistema. Agora isso muda completamente. As 38 chácaras passarão a receber água de forma igualitária, com muito mais eficiência e sem desperdícios", disse. Atualmente, o Distrito Federal possui cerca de 65 canais de irrigação, que somam mais de 240 quilômetros de extensão e abastecem mais de mil propriedades rurais. Desse total, mais de 150 quilômetros já foram recuperados por meio da substituição dos antigos canais abertos por tubulações, reduzindo perdas de água e tornando a irrigação mais eficiente. A obra foi executada em parceria entre a Emater-DF, a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), a Novacap, a Administração Regional de Brazlândia e a Associação dos Usuários do Canal do Pulador. O investimento de R$ 320 mil na aquisição dos materiais foi viabilizado por emenda parlamentar do deputado distrital Iolando. *Com informações da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF)
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Carnaval: veja dicas para manter a hidratação na folia
Calor intenso, muita animação e horas seguidas de festa fazem parte do Carnaval no Distrito Federal. Para aproveitar a folia com disposição e evitar mal-estar, como a desidratação, a Secretaria de Saúde (SES-DF) reúne orientações simples que ajudam os foliões a manter o corpo bem hidratado ao longo das comemorações. Durante os dias de festa, são comuns ambientes muito cheios e exposição ao sol, fatores que aumentam o calor e facilitam a perda de líquidos. Portanto, a hidratação deve ser frequente na rotina dos foliões. “A água é fundamental, mas pode ser intercalada com água de coco, sucos naturais e bebidas isotônicas, que ajudam a repor os eletrólitos perdidos com o suor”, orienta a gerente de Nutrição da SES-DF, Carolina Gama. Durante os dias de carnaval, a perda de líquidos pelo suor é maior, principalmente em ambientes cheios e sob o sol | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Segundo a gestora, o álcool também aumenta a perda de líquidos pela urina. “A desidratação decorrente do consumo de bebidas alcoólicas, sem a devida reposição hídrica, pode causar confusão mental, dor de cabeça, sensação de fraqueza, cansaço, sonolência, tontura, queda da pressão, náuseas e vômitos”, elenca. Além dos líquidos, a alimentação contribui diretamente para a hidratação. Frutas ricas em água — como melancia, melão, abacaxi, laranja e morango — são boas aliadas. “As refeições devem priorizar alimentos mais leves e saudáveis, como cereais integrais, feijão, ovos, carnes magras, legumes, verduras e frutas, evitando preparações muito gordurosas, que dificultam a digestão”, aconselha a especialista. [LEIA_TAMBEM]Fique atento Também entram na lista de alertas os cuidados sanitários. A diretora da Vigilância Sanitária da SES-DF, Márcia Olivé, chama a atenção para a procedência da água e dos alimentos consumidos durante a folia. “É importante beber apenas água tratada, filtrada ou mineral engarrafada, sempre verificando se a embalagem está lacrada e dentro da validade”, afirma. Olivé reforça que, ao comer na rua, é importante evitar pratos muito manipulados, gordurosos e preparações com molhos, recheios e coberturas. Se for consumir molhos, prefira os industrializados, em embalagens do tipo sachê. “Alimentos preparados sem atenção às precauções sanitárias adequadas e sem controle de qualidade podem sofrer contaminação e provocar vômitos, diarreia e agravar a desidratação”. Água de coco, sucos e frutas como melancia e abacaxi podem ser bons aliados na hidratação do corpo para uma folia mais segura Atendimento Caso o folião apresente redução grave da consciência ou da coordenação motora, é preciso procurar atendimento médico de urgência nos prontos-socorros, como unidades de pronto atendimento (UPAs) e emergências dos hospitais da rede mais próximos. Em caso de perda completa da consciência, é necessário acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) por meio do número 192. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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Estudantes do sistema prisional apresentam projetos de tratamento de água no Circuito de Ciências do DF
Uma página inédita foi escrita na história da 14ª etapa regional do Circuito de Ciências da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), que acabou na última sexta-feira (12). Pela primeira vez, estudantes do sistema prisional do DF participaram da competição científica. Os protagonistas dessa conquista histórica são alunos do Centro Educacional (CED) 01 de Brasília que estudam na Penitenciária IV (PDF-IV), no Complexo da Papuda. Matriculados no terceiro segmento da terceira etapa da Educação de Jovens e Adultos (EJA), os estudantes desenvolveram dois projetos focados no tratamento e purificação da água. Eles foram apresentados na etapa regional da Coordenação Regional de Ensino (CRE) do Plano Piloto. A temática do 14º Circuito de Ciências foi a preservação da água | Fotos: Mary Leal/ SEEDF O primeiro projeto, intitulado Moringa Oleifera, uma Alternativa para o Tratamento da Água, foi desenvolvido por cinco alunos. A pesquisa explora o uso das sementes da moringa oleifera como agente natural de floculação, substituindo produtos químicos convencionais no processo de purificação da água. “A moringa oleifera tem substâncias químicas que auxiliam na floculação da água. Quando temos aquela água barrenta, adicionamos um floculante para que as partículas de sujeira se aglutinem e desçam para o fundo”, explica a professora Gabriela Cristiana Oliveira, que há sete anos leciona no CED 01 de Brasília e atua no complexo penitenciário. O segundo projeto, Ciência e Cidadania na EJA: Filtro Caseiro e SODIS para a melhoria da qualidade da água, foi desenvolvido por cinco estudantes da segunda etapa. O trabalho propõe soluções acessíveis de filtragem, utilizando materiais simples como pedra, carvão, areia e garrafas PET. Superando limitações com criatividade As restrições de segurança proibiram o uso de objetos cortantes, elementos químicos que pudessem queimar ou qualquer material perfurante. Mesmo com as limitações, os estudantes conseguiram realizar os experimentos A realização dos experimentos dentro da unidade prisional representou um desafio único. “Tivemos que pensar numa temática sobre a água que pudesse ser realizada dentro de uma unidade prisional, cumprindo todos os requisitos de segurança”, conta a professora Luciana Moreira Braga, há 14 anos na rede de ensino. As restrições de segurança proibiram o uso de objetos cortantes, elementos químicos que pudessem queimar ou qualquer material perfurante. Mesmo com as limitações, os estudantes conseguiram realizar os experimentos. No projeto da moringa oleifera, eles utilizaram pilões tradicionais para triturar as sementes e observaram o processo de decantação após duas horas de aplicação na água turva. Ciência como ferramenta de ressocialização As professoras Marina da Costa, Gabriela Oliveira e Luciana Braga foram as responsáveis pela orientação dos projetos A participação no circuito proporcionou aos estudantes uma experiência transformadora. “Ver o experimento acontecendo é muito gratificante”, relata a professora Marina Ribeiro da Costa, que atua no sistema desde 2019. O momento da apresentação foi especialmente marcante. “Eles ficaram superempolgados, ansiosos, nervosos. É interessante poder proporcionar todas essas emoções para nossos alunos”, destaca Gabriela Oliveira. Como os estudantes não puderam comparecer presencialmente à etapa regional, as professoras os representaram na apresentação, levando os resultados dos projetos desenvolvidos integralmente pelos alunos dentro da penitenciária. Apoio institucional A iniciativa contou com o apoio decisivo da direção da PDF-IV e da equipe gestora do CED 01 de Brasília. A diretora da unidade escolar, Telma Cristiane de Almeida, destaca que este ano, com as devidas permissões, uma equipe avaliadora pôde visitar a escola. “A participação proporcionou aos alunos um senso de pertencimento e a compreensão de que possuem os mesmos direitos dos alunos de outras escolas. A experiência despertou o interesse dos alunos pela ciência e seu uso em benefício próprio”, complementa. "Os alunos viram que por meio da educação conseguem fazer algo para melhorar a vida das pessoas, usar o conhecimento para mudar o lugar onde vivem" Gabriela Oliveira, professora “O objetivo é fazer a ressocialização por meio da ciência com a educação. Os alunos viram que por meio da educação conseguem fazer algo para melhorar a vida das pessoas, usar o conhecimento para mudar o lugar onde vivem”, enfatiza Gabriela Oliveira. Perspectivas futuras A iniciativa ganha ainda mais relevância considerando o cenário da educação carcerária no DF. Dos quase 17 mil presos na capital federal, mais de dez mil não concluíram a educação básica. Atualmente, entre 2.100 e 2.400 custodiados recebem atendimento educacional por meio da EJA semestralmente. O DF é destaque nacional na expansão da educação prisional. Em 2024, com a ampliação de 40% da oferta educacional, saiu do 8º para o 3º lugar no ranking nacional de ampliação de vagas para educação no sistema prisional. *Com informações da Secretaria de Educação
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Inclusão e preservação da água marcam etapa do Circuito de Ciências no Plano Piloto
Um projeto desenvolvido na sala de recursos generalista da Escola Classe (EC) 106 Norte ganhou destaque na etapa regional do 14º Circuito de Ciências da Coordenação Regional de Ensino (CRE) do Plano Piloto. Batizado de "Ipê da Inclusão", a iniciativa é uma das 50 inscritas que se apresentaram nesta quinta-feira (28), das 9h às 17h, no Centro de Ensino Médio Integrado (Cemi) Cruzeiro. O evento tem como tema central a preservação da água. A iniciativa inclusiva, que envolve estudantes com deficiência intelectual, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e deficiências múltiplas, surgiu da necessidade de trabalhar habilidades específicas e se transformou em uma experiência de sucesso no ensino de ciências. O projeto envolveu todos os estudantes atendidos na sala de recursos generalista. "Ele surgiu da necessidade de trabalhar habilidades específicas com meus alunos. E, quando eu soube sobre o Circuito, que tratava da água, veio a ideia das maquetes do ciclo da água", explica Vanda Maria Aparecida da Silva, professora da sala de recursos generalista da EC 106 Norte. A abertura da Etapa regional do 14º Circuito de Ciências da Regional do Plano Piloto contou com diversas apresentações artísticas realizadas pelos alunos | Foto: Mary Leal/SEEDF O "Ipê da Inclusão" ganhou especial relevância por demonstrar como a ciência pode ser acessível a todos os estudantes, independentemente de suas necessidades específicas. "As crianças se envolveram muito, todos sabem agora sobre o ciclo da água", celebra a professora Vanda. Além do aprendizado científico Para a professora, a participação no Circuito de Ciências tem um impacto que vai além do aprendizado científico. "Eu acho que interfere de uma forma muito positiva para o público, de um modo geral, compreender que a inclusão é parte da nossa sociedade", reflete. "E esse projeto veio trazer visibilidade para eles, mostrar do que eles são capazes." Projeto Ipê da Inclusão desenvolvido na Sala de Recursos Generalista da EC 106 Norte O evento conta com a parceria de diversos órgãos e entidades, como Sesc, Sebrae, Adasa e Batalhão de Polícia Ambiental, proporcionando um momento único de compartilhamento de saberes e interação entre as diversas instituições educacionais de todas as etapas e modalidades do ensino no Distrito Federal. "O Circuito de Ciências é uma ação que abrange todas as escolas do DF, especialmente se tratando da nossa etapa regional", destaca Sandra Brito, coordenadora da Regional do Plano Piloto. "Todas as escolas podem participar, desde as creches parceiras até as nossas escolas de ensino médio. Então nós temos uma diversidade de alunos participando e apresentando os trabalhos voltados para ciências." Para Juciele Silva Ortiz Rosa, chefe da Unidade Regional de Educação Básica (Unieb) do Plano Piloto e professora da rede há 20 anos, o evento representa muito mais que uma simples apresentação de projetos. "O Circuito de Ciências é um evento muito importante para nós, onde as crianças e os estudantes desenvolvem uma série de pesquisas e trabalhos, e hoje é a culminância quando eles vão apresentar tudo o que aprenderam e construíram", afirma. "Pesquisar, compreender, construir e apresentar, multiplicar, faz todo o sentido, e é isso que o Circuito de Ciências propõe", complementa a educadora, ressaltando o papel pedagógico transformador do evento. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)
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GDF investe R$ 19,3 milhões na construção de novos reservatórios de água em Sobradinho
O Governo do Distrito Federal (GDF) está construindo dois novos reservatórios de água da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) para assegurar o fornecimento na Região dos Lagos, em Sobradinho. Com investimento de R$ 19,3 milhões, a obra está na fase inicial, com a execução de terraplanagem do terreno. Após a conclusão do projeto, serão diretamente beneficiados moradores não só de Sobradinho, mas de Sobradinho II, Itapoã, Paranoá e de condomínios nessas regiões. Segundo o presidente da Caesb, Luís Antônio Almeida Reis, a obra visa à segurança hídrica da população do Distrito Federal. “Os novos reservatórios vão beneficiar diretamente cerca de 1 milhão de pessoas”, aponta. “A gente traz essa tranquilidade para a população. Na verdade, vamos ampliar o atendimento para alguns condomínios que hoje são atendidos com bombas e poços. A ideia da Caesb é ampliar e atender todo mundo com água potável de qualidade”. Construção foi iniciada no fim de julho e visa a segurança hídrica da população do Distrito Federal | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A construção foi iniciada no fim de julho e a estimativa é de que os reservatórios comecem a operar em meados de 2026. “Está tudo organizado, tudo licenciado. O terreno foi cedido à Caesb pelo GDF. E, com esses reservatórios prontos, a gente conclui o Sistema Paranoá Norte que começamos em 2024”, projeta o presidente. O Sistema Paranoá Norte vai contemplar o tratamento e distribuição da água captada no Lago Paranoá. A água passará pela Estação de Tratamento de Água (ETA) Lago Norte, onde será armazenada nos reservatórios da Elevatória de Água Tratada Lago Norte e, posteriormente, bombeada por meio da Adutora Taquari para os reservatórios de Sobradinho e da Região dos Lagos. Comunidade atendida A empresária Nice Cristina Belo tem um salão de beleza na área comercial do condomínio RK. Ela conta que já sabia que os novos reservatórios estão sendo construídos para sanar eventuais interrupções no fornecimento. “A questão da água aqui é séria. Já teve dias de a gente cancelar clientes, porque não tem como trabalhar no salão sem água”, lembra. “É um problema sério que vai ser resolvido. Então estou super satisfeita”, comemora. Para o gerente de supermercado Rodrigo Ramos, a obra vai ser muito bem-vinda por todos na região, moradores e comerciantes, que terão mais segurança quanto ao fornecimento de água sem interrupções: “Me sinto bem mais seguro, não só por minha loja, mas por todos os outros comércios também. Acho que vai trazer uma tranquilidade para o pessoal até vir trabalhar sabendo que pode contar com água, que não vai faltar mais”. Gerente de supermercado Rodrigo Ramos crê que comerciantes terão mais segurança quanto ao fornecimento de água sem interrupções [LEIA_TAMBEM]Reservatórios Os reservatórios do Setor Habitacional da Região dos Lagos serão revestidos de material metálico de aço carbono sobre base de concreto. Serão câmaras de 4 mil m³ cada, que proporcionarão capacidade volumétrica de 8 mil m³ (equivalente a 8 milhões de litros) e 30,66 metros de diâmetro, com vazão prevista de 310 litros por segundo. De acordo com a Caesb, a distribuição das saídas de água será da seguinte forma: Adutora AAT.CRK.010 — abastece o Condomínio RK; Reservatório RAP.SB2.001 — abastece Sobradinho I e II, Boa Vista e Grande Colorado; Adutora SAT.TAQ.031 — abastecerá Itapoã e Paranoá (projeto em fase final).
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Inscrições abertas para o 14º Circuito de Ciências do Distrito Federal
Estudantes e professores da rede pública já podem se inscrever para o 14º Circuito de Ciências do Distrito Federal, promovido pela Secretaria de Educação (SEEDF). Em 2025, o evento tem como tema “Água para quê?” para estimular a pesquisa, a criatividade e o protagonismo estudantil na busca de soluções para um mundo mais justo e sustentável. Com etapas locais — regionais e distrital —, o circuito mobiliza escolas de todas as coordenações regionais de ensino, concretizando as ideias em projetos científicos de impacto educacional e social. Para orientar a criação das propostas, a SEEDF sugeriu quatro eixos temáticos: água como direito humano; água e meio ambiente; água e inovação; e água na arte, história e cultura. Circuito mobiliza escolas de todas as coordenações regionais de ensino | Foto: André Amendoeira/SEEDF A partir desses temas, professores e estudantes têm liberdade para definir o enfoque que melhor dialoga com a realidade e os interesses de sua comunidade escolar. As inscrições para as etapas regionais já estão abertas, com prazos que variam conforme cada Coordenação Regional de Ensino (CRE). Confira abaixo: CRE Brazlândia – até 20/8 CRE Ceilândia – até 21/8 CRE Gama – até 22/8 CRE Guará – até 20/8 CRE Núcleo Bandeirante – até 15/8 CRE Paranoá – até 22/8 CRE Planaltina – até 15/8 CRE Plano Piloto – até 8/8 CRE Recanto das Emas – até 25/8 CRE Samambaia – até 13/8 CRE Santa Maria – até 21/8 CRE São Sebastião – até 11/8 CRE Sobradinho – até 20/8 CRE Taguatinga – até 22/8 O regulamento completo e o formulário de inscrição estão disponíveis no site oficial do evento.
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Manutenção na rede interrompe fornecimento de água em áreas do Lago Norte, Lago Sul e Park Way nesta terça (17)
Para melhorar o sistema de abastecimento de água no Lago Norte, no Lago Sul e no Park Way, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) fará o desligamento temporário de fornecimento em alguns locais dessas regiões nesta terça-feira (17). Temporária, a interrupção no fornecimento se dará durante as obras de manutenção da Caesb | Foto: Divulgação/Caesb No Lago Norte, as áreas abrangidas pelos serviços são SMLN ML Trecho 7 ao Trecho 13 e SMLN MI Trecho 7 ao Trecho 13. A suspensão está prevista para durar das 8h30 às 19h50. No Lago Sul, o fornecimento será interrompido no Aeroporto Internacional de Brasília; no Setor de Hangar, Terminal e Concessionárias do Aeroporto, na Base Aérea Bsb e no Hospital da Força Aérea de Brasília (Hfab). Os serviços serão feitos das 8h30 às 21h. Já no Park Way, as áreas abrangidas são SMPW quadras 7 a 13. O horário previsto também é das 8h30 às 21h. De acordo com a companhia, em algumas regiões a normalização do fornecimento de água pode ocorrer de forma gradual, a partir do horário programado para o término da manutenção. É importante que o usuário faça a limpeza e desinfecção da instalação predial de água e do reservatório predial antes da ligação definitiva de água e, posteriormente, a limpeza e desinfecção semestral do reservatório predial. Toda unidade usuária deverá contar com reserva de volume mínimo correspondente ao consumo médio diário, de acordo com o artigo 50 da Resolução da Adasa nº 14, de 27 de outubro de 2011, que estabelece as condições da prestação e utilização dos serviços públicos de abastecimento de água e de esgotamento sanitário no Distrito Federal. A Caesb ainda pede que a população pratique o consumo consciente de água durante a execução dos serviços de manutenção, uma vez que o volume consumido individualmente impacta diretamente o abastecimento coletivo. Para mais informações, basta acessar o canal público da companhia, pelo telefone 115.
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Áreas do Lago Norte ficam sem fornecimento de água nesta terça-feira (3) para serviços na rede
Para melhorar o sistema de abastecimento de água em alguns pontos do Lago Norte, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) fará o desligamento temporário de fornecimento no local nesta terça-feira (3). Os serviços estão marcados para começar às 8h30, com previsão de término às 23h59. As áreas abrangidas pelo serviço estão localizadas na SMLN ML trecho 7 ao 13 e na SMLN MI trecho 7 ao 13. É importante que o usuário faça a limpeza e desinfecção da instalação predial de água e do reservatório predial antes da ligação definitiva de água | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília De acordo com a companhia, em algumas regiões a normalização do fornecimento de água pode ocorrer de forma gradual, a partir do horário programado para o término da manutenção. É importante que o usuário faça a limpeza e desinfecção da instalação predial de água e do reservatório predial antes da ligação definitiva de água e, posteriormente, pela limpeza e desinfecção semestral do reservatório predial. Toda unidade usuária deverá contar com reserva de volume mínimo correspondente ao consumo médio diário, de acordo com o artigo 50 da Resolução da Adasa nº 14, de 27 de outubro de 2011, que estabelece as condições da prestação e utilização dos serviços públicos de abastecimento de água e de esgotamento sanitário no Distrito Federal. Para mais informações, basta acessar o canal público da Caesb pelo telefone 115.
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SLU vence prêmio Arapoti na categoria Excelência no Setor Público
O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) venceu o Prêmio Arapoti na categoria Excelência no Setor Público. É a primeira vez que órgãos públicos concorrem a essa premiação, e o SLU se destacou em primeiro lugar pela prestação de serviço de produção de composto orgânico no Distrito Federal. A cerimônia foi realizada na noite desta quinta-feira (27), no Teatro Newton Rossi do Sesc. Noite de premiação reuniu representantes do SLU, órgão do GDF que desponta como referência em produção de composto orgânico na América Latina | Foto: Divulgação/SLU Esta é a quarta edição do prêmio Arapoti, considerado “o Oscar da sustentabilidade”, como define a presidente do Instituto Arapoti, Dái Ribeiro. Neste ano, além da Excelência no Setor Público, os participantes concorrem nas categorias Resíduos, Água, Energia, Efluentes, Qualidade de Vida e Espaços Ecopedagógicos. O SLU venceu como órgão público destaque em sustentabilidade, na categoria Excelência no Setor Público, com a prestação de serviço de produção de composto orgânico, que tanto ajuda a agricultura familiar do DF. Reconhecimento “A nossa missão é gerir com eficiência e excelência e promover a qualidade de vida e bem-estar do cidadão na gestão da limpeza urbana” Luiz Felipe Carvalho, diretor-presidente do SLU “Quando soubemos que os órgãos públicos também poderiam participar do prêmio, não pensamos duas vezes, pois a nossa missão é gerir com eficiência e excelência e promover a qualidade de vida e bem-estar do cidadão na gestão da limpeza urbana; portanto, ser reconhecido nessa categoria só nos enche de orgulho e certeza de que estamos no caminho certo”, declarou o diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho. Vinícius de Abreu, subcoordenador das usinas de Tratamento Mecânico Biológico do SLU, onde são produzidos os compostos orgânicos, também se manifestou: “Quando falamos da premiação do Instituto Arapoti, falamos de sustentabilidade, portanto é muito importante que o SLU esteja próximo. Em nome do SLU e do pedacinho de que faço parte, que são as usinas de compostagem, e ainda sabendo que o SLU tem outras dezenas de iniciativas que também poderiam estar aqui, estamos felizes e agradecemos a todos pelo reconhecimento”. O SLU é referência na produção de composto orgânico na América Latina. Só no ano passado, suas usinas produziram mais de 85 mil toneladas. Cerca de 20 mil toneladas desse composto foram doadas para agricultores familiares do DF, proporcionando mais qualidade dos alimentos e segurança alimentar para a população. O produtor deixa de comprar e utilizar outros insumos para fazer a correção do solo, portanto utiliza um adubo orgânico e consegue valorizar o seu produto como orgânico. A destinação dos resíduos para a produção de composto orgânico também evita o encaminhamento no Aterro Sanitário de Brasília, contribuindo para a mitigação dos gases do efeito estufa. *Com informações do SLU
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