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Para manutenção na rede, áreas de Ceilândia ficarão sem água nesta terça (22)

A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) realizará, nesta terça-feira (22), serviços de manutenção para melhoria do sistema de abastecimento de água em Ceilândia. Os trabalhos estão previstos para ocorrer das 9h às 21h. As áreas abrangidas pelos serviços serão: Setor N Norte, nas QNN 16, EQNN 18/20, QNN 18, QNN 20, EQNN 20/22, QNN 22, EQNN 22/24, QNN 24, EQNN 24/26, QNN 26, QNN 28, QNN 30, QNN 32 e QNN 34; CNN 1, CNN 2, QNN 4, EQNN 4/6, QNN 6, EQNN 6/8, QNN 8, EQNN 8/10, QNN 10, QNN 11, QNN 12 e QNN 14. A suspensão também afetará as quadras QNN 13, QNN 17, EQNN 17/19, QNN 19, QNN 19/21, QNN 21, EQNN 21/23, QNN 27 e QNN 29, além do Posto de Saúde Número 04, da Unidade Básica de Saúde 10, do Hospital Anchieta (Unidade Ceilândia) e da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) – Hospital Cidade do Sol. A normalização do fornecimento de água ocorrerá de forma gradual após o término dos trabalhos. Todo consumidor do serviço de abastecimento deve ter caixa-d’água com capacidade correspondente ao consumo médio diário, conforme estabelece o artigo 50 da Resolução nº 14, de 27 de outubro de 2011, da Adasa. Durante a execução do serviço, a orientação é para que a população faça consumo consciente de água, já que o volume utilizado individualmente impacta diretamente o abastecimento coletivo. Para mais informações, basta ligar para o telefone 115. 

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Inclusão e preservação da água marcam etapa do Circuito de Ciências no Plano Piloto

Um projeto desenvolvido na sala de recursos generalista da Escola Classe (EC) 106 Norte ganhou destaque na etapa regional do 14º Circuito de Ciências da Coordenação Regional de Ensino (CRE) do Plano Piloto. Batizado de "Ipê da Inclusão", a iniciativa é uma das 50 inscritas que se apresentaram nesta quinta-feira (28), das 9h às 17h, no Centro de Ensino Médio Integrado (Cemi) Cruzeiro. O evento tem como tema central a preservação da água. A iniciativa inclusiva, que envolve estudantes com deficiência intelectual, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e deficiências múltiplas, surgiu da necessidade de trabalhar habilidades específicas e se transformou em uma experiência de sucesso no ensino de ciências. O projeto envolveu todos os estudantes atendidos na sala de recursos generalista. "Ele surgiu da necessidade de trabalhar habilidades específicas com meus alunos. E, quando eu soube sobre o Circuito, que tratava da água, veio a ideia das maquetes do ciclo da água", explica Vanda Maria Aparecida da Silva, professora da sala de recursos generalista da EC 106 Norte. A abertura da Etapa regional do 14º Circuito de Ciências da Regional do Plano Piloto contou com diversas apresentações artísticas realizadas pelos alunos | Foto: Mary Leal/SEEDF O "Ipê da Inclusão" ganhou especial relevância por demonstrar como a ciência pode ser acessível a todos os estudantes, independentemente de suas necessidades específicas. "As crianças se envolveram muito, todos sabem agora sobre o ciclo da água", celebra a professora Vanda. Além do aprendizado científico Para a professora, a participação no Circuito de Ciências tem um impacto que vai além do aprendizado científico. "Eu acho que interfere de uma forma muito positiva para o público, de um modo geral, compreender que a inclusão é parte da nossa sociedade", reflete. "E esse projeto veio trazer visibilidade para eles, mostrar do que eles são capazes." Projeto Ipê da Inclusão desenvolvido na Sala de Recursos Generalista da EC 106 Norte O evento conta com a parceria de diversos órgãos e entidades, como Sesc, Sebrae, Adasa e Batalhão de Polícia Ambiental, proporcionando um momento único de compartilhamento de saberes e interação entre as diversas instituições educacionais de todas as etapas e modalidades do ensino no Distrito Federal. "O Circuito de Ciências é uma ação que abrange todas as escolas do DF, especialmente se tratando da nossa etapa regional", destaca Sandra Brito, coordenadora da Regional do Plano Piloto. "Todas as escolas podem participar, desde as creches parceiras até as nossas escolas de ensino médio. Então nós temos uma diversidade de alunos participando e apresentando os trabalhos voltados para ciências." Para Juciele Silva Ortiz Rosa, chefe da Unidade Regional de Educação Básica (Unieb) do Plano Piloto e professora da rede há 20 anos, o evento representa muito mais que uma simples apresentação de projetos. "O Circuito de Ciências é um evento muito importante para nós, onde as crianças e os estudantes desenvolvem uma série de pesquisas e trabalhos, e hoje é a culminância quando eles vão apresentar tudo o que aprenderam e construíram", afirma. "Pesquisar, compreender, construir e apresentar, multiplicar, faz todo o sentido, e é isso que o Circuito de Ciências propõe", complementa a educadora, ressaltando o papel pedagógico transformador do evento. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

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