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Projeto Produtor de Água do Pipiripau firma 31 novos contratos e chega a 115 acordos ativos

Nesta terça-feira (2/6), o projeto Produtor de Água do Pipiripau ampliará suas ações de preservação ambiental e segurança hídrica com a assinatura de 31 novos contratos com produtores rurais da bacia. A cerimônia será realizada no período da manhã, no Núcleo Rural Santos Dumont – Parque dos Pequizeiros, reunindo produtores, parceiros institucionais e autoridades. Com os novos acordos, o projeto alcançará a marca de 318 contratos assinados desde sua criação, em 2012. Atualmente, há 84 contratos ativos, número que passará para 115. O investimento previsto para os novos contratos é de R$ 1.160.188,75, com vigência de cinco anos. Projeto fortalece a qualidade e a quantidade de água da região do Pipiripau | Foto: Divulgação/Adasa Coordenado pela Adasa em parceria com outras 13 instituições públicas e organizações não governamentais (ONGs), o projeto promove ações voltadas para recuperação ambiental, conservação do solo e proteção dos recursos hídricos da Bacia do Ribeirão Pipiripau. A iniciativa contribui diretamente para a melhoria da qualidade e da quantidade da água disponível na região, responsável pelo abastecimento de cerca de 200 mil pessoas no Distrito Federal. Além dos benefícios ambientais, o projeto também fortalece a atividade rural sustentável, valoriza os produtores locais e incentiva a preservação dos serviços ecossistêmicos e da identidade cultural da região. “O projeto alia recuperação ambiental, práticas sustentáveis e valorização do produtor rural, reconhecendo a importância dessas famílias na proteção dos recursos hídricos e na manutenção da qualidade da água” Wendel Lopes, coordenador do projeto Produtor de Água do Pipiripau Entre as principais ações desenvolvidas estão a restauração de áreas degradadas em propriedades privadas e o Pagamento por Serviços de Proteção dos Recursos Hídricos (PPRH), mecanismo que remunera produtores rurais pelas práticas de conservação adotadas em suas propriedades. Desde o início do projeto, mais de R$ 3 milhões já foram destinados ao pagamento desses serviços ambientais. Redução de perdas Outro marco importante da iniciativa foi a reforma do canal Santos Dumont, intervenção que reduziu em aproximadamente 50% as perdas de água por infiltração e evaporação. A medida contribuiu para aumentar a eficiência do abastecimento e reduzir conflitos pelo uso da água na região. [LEIA_TAMBEM]Segundo o coordenador do projeto, Wendel Lopes, a ampliação do número de contratos reforça o papel do Pipiripau como uma iniciativa estratégica para a segurança hídrica e a preservação ambiental no Distrito Federal. “A adesão dos produtores rurais demonstra o fortalecimento de uma cultura de conservação na bacia”, avalia o gestor. “O projeto alia recuperação ambiental, práticas sustentáveis e valorização do produtor rural, reconhecendo a importância dessas famílias na proteção dos recursos hídricos e na manutenção da qualidade da água.” Ao longo de mais de uma década, 287 propriedades rurais já participaram do projeto, consolidando o Pipiripau como referência nacional em gestão integrada dos recursos hídricos e em iniciativas de incentivo à conservação ambiental no meio rural.   *Com informações da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF (Adasa)

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Reservatórios cheios: novo modelo de gestão garante abastecimento e segurança hídrica no DF

Os reservatórios de água do Distrito Federal estão cheios, o que garante segurança hídrica ao DF. Um painel disponibilizado no site da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF (Adasa) mostra que, nesta segunda-feira (20), o Descoberto está com 100% de sua capacidade hídrica e Santa Maria com 99%. Esses números indicam que houve uma mudança consistente na forma de gestão dos recursos hídricos, o que reflete em reservatórios cheios o suficiente para o abastecimento da população. "A Adasa cumpre sua função de manter elevado nível de gestão para que a população do DF nunca mais precise se sacrificar com racionamentos", afirma Raimundo Ribeiro, diretor-presidente da Adasa. O cenário atual não é só resultado de um período chuvoso favorável, mas também de uma mudança na forma como esse recurso é gerido. As ações da agência são voltadas para o uso sustentável dos recursos hídricos e para a operação integrada dos sistemas Santa Maria/Torto, Paranoá, Descoberto e Corumbá IV. O período de estiagem no DF, com seca bem definida, continua sendo uma realidade, mas hoje a gestão trabalha preparada em articulação com os produtores rurais por meio de marcos regulatórios para a garantia da manutenção das atividades agrícolas. No site da Adasa, é possível acessar um painel em tempo real com a situação dos reservatórios do Distrito Federal | Foto: Arquivo/Agência Brasília Em comparação com a crise hídrica que enfrentamos entre 2016 e 2018, os sistemas estão integrados e, além disso, ainda há o aporte do Corumbá IV. A Adasa ainda evoluiu na regulação e passou a adotar curvas de referência para acompanhar os níveis dos reservatórios. Elas são atualizadas a cada ano e passaram a incluir os chamados estados hidrológicos, que indicam a situação dos reservatórios e ajudam na tomada de decisão. Os estados hidrológicos são divididos em três faixas: verde, sem restrição de uso; amarelo, que indica alerta e exige algumas regras; e vermelho, que representa situação de escassez hídrica. Para cada nível, há medidas previstas. No amarelo, por exemplo, há intensificação da fiscalização e ações para reduzir o consumo. No vermelho, podem ser adotadas medidas mais rigorosas, como campanhas mais fortes e até a possibilidade de racionamento de água. Desde 2017, a população também passou a ter acesso direto às informações sobre os níveis dos reservatórios, por meio de painéis disponibilizados pela Adasa. A iniciativa reforça a transparência e estimula o engajamento da população no uso consciente da água.

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Adasa doa equipamentos de informática a escolas públicas do DF

A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) realizou, no dia 27 de fevereiro, a entrega de 403 equipamentos de informática a escolas públicas do Distrito Federal. A iniciativa contemplou oito unidades de ensino, fortalecendo a infraestrutura tecnológica e ampliando as condições de aprendizagem para estudantes da rede pública. Foram doados computadores completos, incluindo CPUs, monitores, teclados e mouses. As escolas atendidas abrangem desde a educação infantil até o ensino médio, além de centros interescolares de línguas (CILs), que ofertam cursos de idiomas à comunidade estudantil. [LEIA_TAMBEM]No Centro Educacional Osório Baquim, localizado no Núcleo Rural Jardim Morumbi, em Planaltina (DF), o diretor Danilo Mendonça Soares destacou a importância da iniciativa. “A doação das máquinas representa um recurso de grande utilidade para nossos alunos. Com esses computadores, poderemos oferecer novas ferramentas para o aprendizado”, afirmou. Já no Centro Interescolar de Línguas 01 de Planaltina, o vice-diretor André Freitas Pereira enfatizou os avanços proporcionados pelas doações. “A substituição dos computadores antigos já trouxe melhorias significativas. Com a segunda remessa, vamos transformar nossa biblioteca em uma sala multimídia, ampliando o acesso dos estudantes às atividades pedagógicas”, destacou. A ação reforça o compromisso institucional da Adasa com a responsabilidade socioambiental e com o apoio a iniciativas que promovam a inclusão digital e a melhoria das condições de ensino no Distrito Federal. *Com informações da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa)

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Copa das Águas começará em 1º de março no Ginásio do Cruzeiro

A partir de 1º de março, o torneio de futsal Copa das Águas começa no Ginásio do Cruzeiro e reforça, por meio do esporte, a importância de um recurso essencial: a água. O evento é promovido pelo Instituto Social de Jovens Empreendedores (ISJE), com apoio da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), da Secretaria de Esporte e Lazer do DF (SEL-DF) e da Administração Regional do Cruzeiro, e marca o início das ações em torno do Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março. Neste ano, o tema definido pela ONU para a data é Água e Gênero, um convite para refletir sobre a importância de ampliar o acesso justo e inclusivo da água. A mensagem dialoga diretamente com a proposta do torneio, que combina esporte, conscientização, solidariedade e equidade de gênero. A presença de jogos femininos nas oito categorias da competição incentiva espaços de participação da mulher no esporte e sua valorização dentro e fora do campo. A abertura oficial será realizada no próprio ginásio onde ocorrerão os jogos, às 11h, e a programação segue até 22 de março, data das finais e do Dia Mundial da Água. Além da competição, a Copa das Águas também chega com um propósito solidário: cada equipe participa com a doação de cestas básicas, que serão destinadas a famílias em situação de vulnerabilidade. Um gesto simples que transforma cada partida em um convite à cidadania. Neste ano, o tema definido pela ONU para a data é Água e Gênero, um convite para refletir sobre a importância de ampliar o acesso justo e inclusivo da água | Foto: Saulo Cruz/Agência Brasil Jogos transmitidos ao vivo Ao todo, mais de 56 equipes participam do torneio, que já demonstra a força do futsal no Distrito Federal e a mobilização da comunidade em torno da primeira edição do evento, que promete ser muito disputada. Para ampliar o acesso do público, todos os jogos serão transmitidos ao vivo pelo YouTube do campeonato (@copadasaguas). Durante a semana, as partidas ocorrem à noite, com jogos das categorias adultas masculina e feminina. Já nos fins de semana, entram em quadra as categorias de base, reforçando o caráter formativo e comunitário do torneio. *Com informações da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa)

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Audiência pública debate alteração da Base de Ativos Regulatória do saneamento

A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) realizará, na segunda-feira (8), a audiência pública nº 005/2025, para obter subsídios e informações adicionais sobre a minuta de resolução que altera o Módulo I do Manual de Revisão Tarifária Periódica (MRT) dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário do Distrito Federal, especificamente no que se refere à Base de Ativos Regulatória (BAR). Audiência, no dia 8, debaterá proposta que altera critérios da Base de Ativos usada nas revisões tarifárias de água e esgoto | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A BAR é o conjunto de bens e investimentos utilizados na prestação dos serviços públicos de saneamento e serve de referência para a remuneração da concessionária e para a definição das tarifas. A proposta de alteração do MRT busca aperfeiçoar os critérios de cálculo e atualização dessa base de ativos, a fim de garantir maior transparência, previsibilidade e equilíbrio econômico-financeiro da concessão, preservando a qualidade e a continuidade dos serviços prestados à população. [LEIA_TAMBEM]A audiência pública ocorrerá no auditório Humberto Ludovico, na sede da Adasa (SAIN, antiga Estação Rodoferroviária, térreo), com início às 10h. Os interessados poderão participar presencialmente ou à distância, por meio de transmissão simultânea por videoconferência. Os participantes poderão enviar contribuições por escrito para o e-mail AP-005-2025@adasa.df.gov.br até as 18h do dia 8. A minuta de resolução e os documentos que a fundamentam estarão disponíveis no site da Adasa, na seção “Audiências Públicas 2025”. O evento será gravado, e a gravação ficará disponível na mesma página da audiência. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (61) 3961-4900 ou no site da Adasa.   *Com informações da Adasa

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Raimundo Ribeiro é reconduzido à presidência da Adasa

O governador Ibaneis Rocha reconduziu, nesta quinta-feira (30), Raimundo Ribeiro ao cargo de diretor-presidente da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa). O novo mandato, com duração de cinco anos, começa em 5 de novembro. Raimundo Ribeiro: “Aqui é o berço das águas, onde nascem as grandes bacias que abastecem o continente. A Adasa vai acompanhando, regulando e fiscalizando, porque essa é a nossa obrigação” | Foto: Renato Alves/Agência Brasília “Essa recondução garante a continuidade de projetos estratégicos e a manutenção da excelência nos serviços prestados à população” Governador Ibaneis Rocha Indicado pelo chefe do Executivo ao cargo, Ribeiro foi aprovado por unanimidade após sabatina na Comissão de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Ciência, Tecnologia, Meio Ambiente e Turismo e no plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). “O Raimundo Ribeiro tem conduzido a Adasa com competência, fortalecendo a regulação e fiscalização dos serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, drenagem urbana e gestão responsável dos recursos hídricos do DF”, ressaltou o governador. “Essa recondução garante a continuidade de projetos estratégicos e a manutenção da excelência nos serviços prestados à população”. No comando da Adasa desde novembro de 2020, Ribeiro ficou conhecido por desenvolver um trabalho voltado ao fortalecimento da regulação e fiscalização dos serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário e drenagem urbana, além da gestão responsável dos recursos hídricos do DF. Trabalho de excelência “Fizemos um concurso para qualificar ainda mais o corpo técnico da Adasa”, explicou o gestor. “Estamos com o projeto do Mina — o Memorial Internacional da Água — e temos o compromisso de que a população não precise passar por situações como o racionamento de 2017. O povo do Distrito Federal não merece isso. Aqui é o berço das águas, onde nascem as grandes bacias que abastecem o continente. Já planejamos ações preventivas para 2030 e 2040, para evitar problemas futuros. E não é só questão de água. Temos a questão de resíduos sólidos e drenagem, que está em constante revisão. A Adasa vai acompanhando, regulando e fiscalizando, porque essa é a nossa obrigação. Servir ao povo do Distrito Federal com excelência não é favor, é obrigação”. [LEIA_TAMBEM]Advogado da União entre 1993 e 2012, Ribeiro exerceu funções como delegado do Patrimônio da União no DF (1999–2000), professor de Legislação Tributária e Direito Administrativo (1989–2006), deputado distrital (2007–2010 e 2015–2018) e secretário de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (2007–2008). “Vejo essa recondução como um desafio para dar continuidade a esse trabalho”, declarou. “Não é fácil manter o nível de excelência que a Adasa alcançou, mas esse é o grande desafio que vamos enfrentar”. A Adasa A Adasa é a agência responsável por regular e fiscalizar os serviços públicos de abastecimento de água, esgotamento sanitário, drenagem urbana e manejo de resíduos sólidos no Distrito Federal, além de gerir o uso dos recursos hídricos. Criada em 2004 pela Lei nº 3.365, a autarquia atua de forma técnica e autônoma para garantir qualidade, sustentabilidade e equilíbrio econômico-financeiro na prestação desses serviços essenciais à população.

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Audiência pública debate soluções alternativas de abastecimento e esgotamento no DF

A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) promoverá, no dia 16 de setembro, a Audiência Pública nº 003/2025, com o objetivo de obter subsídios e informações adicionais sobre a minuta de resolução que dispõe acerca das diretrizes gerais e define, para fins de universalização, soluções alternativas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário nas localidades não atendidas por rede pública no Distrito Federal. [LEIA_TAMBEM]O encontro terá início às 10h, no Auditório Humberto Ludovico, na sede da Adasa (no térreo da antiga Estação Rodoferroviária). A audiência poderá ser acompanhada de forma presencial e virtual, com transmissão simultânea por videoconferência — a gravação será posteriormente disponibilizada no site da Agência. Interessados poderão enviar contribuições por escrito até o dia 21 de setembro, pelo e-mail AP-003-2025@adasa.df.gov.br. A minuta de resolução e os documentos que embasam a proposta estarão disponíveis no site da Adasa, na seção Audiências Públicas 2025. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3961-4900 ou pelo site da Agência. *Com informações da Adasa

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Caesb dá desconto de 20% a quem economizou água em 2024

A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) vai conceder um desconto de 20% a todos os usuários que reduziram o volume de água consumido em 2024, quando comparado ao ano anterior. Os créditos começaram a ser concedidos em junho deste ano e vão até abril de 2026. Ao todo, serão devolvidos R$ 12.540.258,46 para 549.322 clientes da companhia que economizaram água. Quem utiliza a água com parcimônia tem direito a desconto na conta mensal da companhia | Foto: Divulgação/Caesb O benefício é concedido a clientes poupadores de água desde setembro de 2009, quando entrou em vigor a Lei Distrital nº 4.341/2009. O bônus atende também a Resolução nº 06/2010 da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa). Cumprindo a legislação, a conta da Caesb chega aos clientes mensalmente com o aviso informando que quem gasta menos, ganha mais. Neste ano, o valor devolvido aos clientes é 11,3% superior ao concedido no ano passado.  “Estamos recompensando o cidadão que compreende o valor da água tratada e evita usá-la para lavar carros ou regar jardins, por exemplo”, afirma o presidente da Caesb, Luís Antônio Reis. “Essas atitudes devem servir de exemplo para toda a população.”   MÊS/ANO     BENEFICIÁRIOS   VALOR/R$ 6/2025 259.309   1.163.138,89 7/2025 94.120   1.137.847,87 8/2025      61.458   1.136.327,75 9/2025       43.131   1.119.302,27 10/2025     32.847   1.167.610,88 11/2025     23.460   1.150.195,63 12/2025     16.312   1.135.152,17 1/2026     10.627   1.144.912,38 2/2026     5.399   1.110.972,68 3/2026     2.148   1.119.567,85 4/2026     511   1.155.230,09 Total     549.322 12.540.258,46   *Com informações da Caesb  

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Caesb investe R$ 100 milhões para reduzir perdas de água e atender ao Marco Legal do Saneamento

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), assinou nesta segunda-feira (1°) um financiamento de R$ 100 milhões com o Banco do Brasil para reforçar o combate às perdas de água no DF, uma das exigências do Marco Legal do Saneamento. “Nós vamos trocar 550 mil hidrômetros, e com isso pretendemos diminuir as perdas que existem e modernizar todo o sistema do Distrito Federal. Vamos continuar avançando cada vez mais”, anunciou o governador Ibaneis Rocha. Durante a reunião, o governador Ibaneis Rocha ressaltou:  “Nós vamos trocar 550 mil hidrômetros, e com isso pretendemos diminuir as perdas que existem e modernizar todo o sistema do Distrito Federal” | Foto: Renato Alves/Agência Brasília A redução de perdas é um dos fatores utilizados pela Adasa no cálculo da tarifa. Com maior eficiência operacional, a Caesb vai poder reduzir os gastos com produção, transporte e tratamento. Isso ajuda a manter o sistema e evita custos que poderiam ser repassados ao consumidor. A operação O recurso será investido na substituição de mais de 550 mil hidrômetros ao longo de cinco anos. A troca do equipamento é fundamental, pois hidrômetros antigos podem registrar consumo menor do que o real (a chamada submedição), mascarar desperdício e desestimular a economia de água. A submedição pode esconder vazamentos internos, dificultar o controle do gasto e gerar prejuízo para a rede. “O parque de hidrômetros de Brasília é bastante antigo e precisa ser totalmente renovado”, explica o presidente da Caesb, Luis Antonio Reis. “Nós já temos feito esse trabalho nos últimos anos, mas esse financiamento nos permitirá, nos próximos cinco anos, fazer a troca de 550 mil hidrômetros.” [LEIA_TAMBEM]O novo investimento permite economia de cerca de 500 litros de água por segundo — aproximadamente 15 milhões de metros cúbicos por ano, equivalente a cerca de seis mil piscinas olímpicas, o suficiente para abastecer cerca de 225 mil pessoas. “Dá um volume parecido com o que é produzido na Estação de Tratamento de Água do Lago Norte, então é como se a gente estivesse construindo uma nova estação de tratamento sem afetar a natureza, ou seja, diminuindo o volume que a gente gasta, que não vai desperdiçar”, avalia o presidente da Caesb. Esse trabalho de troca dos hidrômetros já vem sendo feito pela companhia. Entre 2023 e 2024, a substituição de mais de 150 mil deles permitiu recuperar aproximadamente 4 milhões de metros cúbicos de água por ano, o suficiente para abastecer cerca de 60 mil pessoas. Também houve economia de energia elétrica — redução de mais de três milhões de quilowatts-hora, o que ajudou a evitar a emissão de gás carbônico na atmosfera. Financiamento O financiamento obtido junto ao Banco do Brasil ocorre por meio do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO). Dos R$ 100 milhões, R$ 80 milhões serão financiados e R$ 20 milhões serão de contrapartida da companhia. A Caesb pagará esse financiamento em 15 anos, com cinco anos de carência e dez anos para a amortização. *Com informações da Caesb    

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Mais de 105 km de canais criados desde 2019 garantem trabalho de pequenos produtores do DF

Desde 2019, o Governo do Distrito Federal (GDF) investe na ampliação e construção de canais de irrigação que já beneficiam milhares de brasilienses que vivem da agricultura. O sistema funciona com tanques de captação de água que asseguram a produção dos alimentos cultivados no Quadradinho durante todo o ano, incluindo os períodos mais secos que podem impactar as colheitas. Canais de irrigação estão sendo reformados; em Planaltina, investimentos para obras totalizam R$ 22 milhões | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília Nos canais instalados na região do Curral Queimado, em Planaltina, as obras são executadas por meio de Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), a Agência da Bacia Hidrográfica Peixe Vivo (APV), a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF (Adasa) e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF). O investimento nos trabalhos é de cerca de R$ 22 milhões - período em que foram instalados mais de 105 km de canais. Na região do Rio Petro, em Planaltina, oito canais de irrigação estão sendo reformados, num total de quase 16 km. São 245 reservatórios-tanques de geomembrana (lonados) entregues e instalados em propriedades da região, para que os produtores possam utilizar a água de forma mais sustentável. Benefícios Produção de pepino e de pimenta-de-cheiro em Planaltina: renda familiar vem toda do cultivo Entre as propriedades que já utilizam o benefício, está a do produtor rural Tiago Gonçalves da Silva, 39 anos, que produz pepino enxertado e pimenta-de-cheiro em Planaltina. As estufas contemplam 1,6 mil m² , com túneis preenchidos por 2,4 mil pés - culturas que renderam, no último ano, 700 caixas de pepino e 500 de pimenta-de-cheiro. A renda familiar vem toda da plantação, variando em torno de R$ 4 mil por mês. Com a chegada do novo sistema de irrigação, Tiago diz ter alcançado uma melhora da produção, além de mais qualidade de vida proporcionada pela água limpa. “O benefício é grande, você tem uma retenção de água enorme”, avalia. “Quando era o canal antigo, se chovesse muito na cabeceira do rio, a água vinha barrenta, não dava para molhar a plantação. Hoje, com esse sistema, podemos regar a qualquer hora, o ano todo”. Tiago da Silva:  “O produtor que não tem conhecimento hoje está fora do mercado, que é exigente nas coisas, sempre focando a qualidade. E água é vida, é tudo para a cultura” Ele acrescenta que a parceria com o GDF incentiva o pequeno produtor: “Você pensa em crescer, evoluir, montar mais um bloco de estufa, mais túneis, o que gera mais serviço para quem quer trabalhar. Afinal, tem que produzir para poder se pagar e buscar conhecimento. O produtor que não tem conhecimento hoje está fora do mercado, que é exigente nas coisas, sempre focando a qualidade. Então isso aqui ajudou demais, é uma água limpa, de qualidade. E água é vida, é tudo para a cultura. Eu sobrevivo disso”. Sem perdas O subsecretário de Desenvolvimento Rural da Seagri-DF, Cristiano Monteiro, afirma que a região da sub-bacia do Rio Preto já dispõe de 247 tanques, abastecendo diversos locais onde a agricultura familiar é predominante - um setor de suma importância para a economia do DF.  “Cerca de 70% do território do DF é composto de áreas rurais, e o papel do GDF é facilitar a produtividade desses agricultores gerando esse fomento”, aponta. “Esse projeto com os tanques lonados tem melhorado a qualidade de vida da população. Além disso, com a reforma dos canais, é possível tratar adequadamente a água da superfície, o que também é importante e evita o desperdício.” O projeto, iniciado há mais de dez anos, foi fortalecido após a crise hídrica vivida no DF entre 2015 e 2017, período em que muitos produtores ficaram sem abastecimento de água para irrigação. Atualmente há cerca de 65 canais em operação, e 35 foram totalmente ou parcialmente reformados. Mais de 750 propriedades são atendidas com esses canais; somada, a extensão feita desde início do projeto já abrange 160 km de tubulação enterrada. Como funciona O GDF cede todo o maquinário, e a mão de obra é feita pela comunidade. Segundo o técnico da Emater-DF Edvan Sousa Ribeiro, o canal de irrigação é uma tecnologia antiga, conhecida desde o antigo Egito, onde a água do rio Nilo era retirada e levada até as culturas. [LEIA_TAMBEM]“Aqui no DF esses canais foram feitos com a finalidade de permitir que a agricultura se desenvolvesse durante todo o ano, mesmo na época da seca”, explica o técnico. “Então, normalmente, sai de alguma barragem ou de algum curso d'água e desce por gravidade, distribuindo a água por onde passa. O produtor já tem uma vantagem, porque é uma água sem custo e sem necessidade de bomba para que chegue até a propriedade.” De acordo com o especialista, a perda de água em canais não tubulados passa de 57%, o que gera uma economia substancial quando a água é tubulada. Além disso, o sistema também contribui para a preservação de água, eliminando as perdas na condução e aumentando a eficiência na armazenagem. A utilização dos tanques também pode ampliar os benefícios, variando entre as propriedades. Alguns produtores utilizam gotejamento para irrigação, enquanto outros até aproveitam o equipamento para aquicultura, com a possibilidade de a criação de peixes ser utilizada comercialmente ou para subsistência.  

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