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Agosto Lilás

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Encerramento do Agosto Lilás traz conscientização no combate à violência contra a mulher

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. “Foi uma manhã incrível com mulheres maravilhosas. Esse tema é muito importante, porque ações como essa ajudam no combate à violência contra a mulher. Muitas não sabem como sair da situação de violência e nem onde pedir ajuda, por isso, essa conscientização é essencial”, disse a dona de casa Maria Luiza da Silva, 52 anos. No último sábado (29/8), a Secretaria da Mulher (SMDF) realizou o evento de encerramento do Agosto Lilás: 20 anos da Lei Maria da Penha — Mulheres em Movimento. Foi uma manhã de mobilização no estacionamento 12 do Parque da Cidade, das 9h às 12h, que reuniu música, cuidados, lazer, informação, convivência e acesso à rede de proteção, em ambiente acolhedor e acessível. Entre as atividades, gratuitas, teve aplicação de flúor, limpeza de pele, exames de vista e das mãos, massoterapia, tranças, maquiagem e aula de ioga. Os serviços do estande da SMDF também incluíram acolhimento, escuta qualificada, divulgação da rede de proteção, participação da banda Elas que Toquem e um espaço colaborativo com artesãs do DF. Atividades no Parque da Cidade incluíram aplicação de flúor, limpeza de pele, exames de vista e das mãos, massoterapia, tranças, maquiagem e aula de ioga | Foto: Divulgação/SMDF   20 anos da Lei Maria da Penha A Lei Maria da Penha criou mecanismos para prevenir e enfrentar a violência doméstica e familiar contra a mulher e estabeleceu medidas de assistência e proteção. Ao completar duas décadas, a legislação também reforça a importância de reconhecer situações de violência e conhecer os caminhos para buscar ajuda. A lei reconhece cinco formas de violência doméstica e familiar: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. A violência física envolve agressões que causem dano à integridade ou à saúde corporal. A psicológica pode ocorrer por meio de ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento ou controle das ações e decisões da mulher. Também são consideradas formas de violência a prática de atos sexuais sem consentimento, a retenção ou destruição de documentos e bens, o controle de recursos financeiros e condutas como calúnia, difamação e injúria.  Conhecer essas formas de violência ajuda a identificar situações que podem passar despercebidas e a procurar orientação. Canais de atendimento e denúncia ⇒ Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher, para orientação e registro de denúncias. ⇒ 190 – Polícia Militar, em situações de emergência ou risco imediato. ⇒ 197 – Polícia Civil do Distrito Federal, para informações e denúncias.   *Com informações da SMDF

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Encerramento do Agosto Lilás terá atendimento e orientação às mulheres no Parque da Cidade neste sábado (29)

O encerramento do Agosto Lilás será realizado neste sábado (29), das 9h às 12h, no estacionamento 12 do Parque da Cidade. A ação reunirá equipes para atendimento e orientação sobre direitos das mulheres, prevenção à violência e os serviços disponíveis para quem precisa de informação ou apoio. A manhã foi planejada para aproximar esse conteúdo do público de forma acessível, com espaço para esclarecimento de dúvidas e atendimento. Também haverá atividades de cuidado, bem-estar e convivência, compondo um espaço de escuta, descontração e interação ao longo da manhã. Campanha mobiliza a sociedade em torno da conscientização da importância do enfrentamento à violência contra a mulher | Foto: Divulgação A iniciativa encerra as ações do Agosto Lilás, período dedicado à ampliação da informação e à conscientização sobre a violência contra as mulheres. Em 2026, a programação também se relaciona aos 20 anos da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), sancionada em 7 de agosto de 2006. Vinte anos da Lei Maria da Penha A Lei Maria da Penha criou mecanismos para prevenir e enfrentar a violência doméstica e familiar contra a mulher e estabeleceu medidas de assistência e proteção. Ao completar duas décadas, a legislação também reforça a importância de reconhecer situações de violência e conhecer os caminhos para buscar ajuda. A lei reconhece cinco formas de violência doméstica e familiar: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. A violência física envolve agressões que causem dano à integridade ou à saúde corporal. A psicológica pode ocorrer por meio de ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento ou controle das ações e decisões da mulher. Também são consideradas formas de violência a prática de atos sexuais sem consentimento, a retenção ou destruição de documentos e bens, o controle de recursos financeiros e condutas como calúnia, difamação e injúria.  Conhecer essas formas de violência ajuda a identificar situações que podem passar despercebidas e a procurar orientação. Canais de atendimento e denúncia ⇒ Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher, para orientação e registro de denúncias ⇒ 190 – Polícia Militar, em situações de emergência ou risco imediato ⇒ 197 – Polícia Civil do Distrito Federal, para informações e denúncias.    

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Palestra em alusão ao Agosto Lilás informa mecanismos de proteção às mulheres

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), em parceria com a Secretaria da Mulher (SMDF), promoveu para os servidores, nesta quarta-feira (26/8), a palestra "Agosto Lilás — 20 anos da Lei Maria da Penha". O encontro, ocorrido no Sedes Lab, teve como objetivo apresentar, de forma simples e acessível, como a legislação brasileira pode proteger as mulheres vítimas de violência, e os canais de atendimento e denúncia disponíveis para toda a sociedade. Conduzida pela assessora da Subsecretaria de Ações Temáticas e Participação Política da SMDF, Joyce da Hora, a palestra abordou, também, as orientações sobre como agir diante de uma situação de violência. “Trazer a discussão sobre a violência contra a mulher para dentro do espaço público é fundamental para ampliar a conscientização e mostrar que esse não é um assunto que deve ficar restrito ao ambiente doméstico. Mas a verdadeira mudança também precisa começar dentro das nossas próprias casas, na forma como educamos nossos filhos, como nos relacionamos e como enxergamos o papel da mulher na sociedade”, explica a palestrante Joyce da Hora. A ideia do evento foi incentivar a criação de um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências sobre os avanços conquistados ao longo dos 20 anos da Lei Maria da Penha e, principalmente, sobre os desafios que ainda precisam ser enfrentados no combate à violência contra a mulher. Cerca de 100 pessoas, entre servidores, colaboradores e estagiários, participaram da palestra. A ideia do evento foi incentivar a criação de um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências sobre os avanços conquistados ao longo dos 20 anos da Lei Maria da Penha | Foto: Divulgação/Sedes-DF Uma delas foi o servidor Marcos Rangel, que trabalha Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (Subsan) da Sedes-DF. “A palestra sobre os 20 anos da Lei Maria da Penha foi muito importante porque nos ajuda a enxergar uma realidade que ainda precisa ser transformada. Existe uma disparidade muito grande entre homens e mulheres quando falamos de violência. Por isso, ter uma legislação como a Maria da Penha é primordial nos dias de hoje”, comenta. De acordo com a secretária-executiva de Gestão Estratégica da Sedes-DF, Nídia Limeira de Sá, este evento foi um sucesso: “Fiquei encantada com a participação de todas e todos. Ver o auditório cheio, com mais de 100 pessoas reunidas para discutir um tema tão importante, mostra o quanto essa pauta é necessária e mobiliza os nossos servidores”. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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Agosto Lilás encerra programação de 20 anos da Lei Maria da Penha com atividades no Parque da Cidade

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Em 2026, a Lei Maria da Penha completa 20 anos. Para marcar a data e ampliar o acesso a informações sobre direitos, prevenção e serviços de proteção às mulheres, o Agosto Lilás contou, ao longo de todo o mês, com uma programação de ações itinerantes e atividades em diferentes espaços do Distrito Federal. Durante todo o mês, foram realizadas ações de informação, orientação e acolhimento, com atividades destinadas à divulgação dos serviços disponíveis e ao acesso à rede de proteção. A programação também promoveu espaços de convivência, cuidado e participação, reforçando a importância de conhecer os direitos e saber onde buscar atendimento e orientação. Para marcar o encerramento da programação, a Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) estará neste sábado (29/8), das 9h às 12h, no estacionamento 12 do Parque da Cidade, com atendimento, escuta, orientação e informações sobre os serviços da rede de proteção às mulheres. Além do atendimento e da orientação, o espaço terá serviços gratuitos e atividades de cuidado e lazer. Entre elas, a aplicação de flúor nos dentes, limpeza de pele, exames de vista e das mãos, massoterapia, tranças, maquiagem e aula de ioga. A programação também contará com a apresentação da banda Elas que Toquem e um espaço colaborativo com artesãs do Distrito Federal. Para marcar o encerramento da programação, a Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) estará neste sábado (29/8), das 9h às 12h, no estacionamento 12 do Parque da Cidade | Foto: Divulgação/SMDF Passeio Ciclístico da Mulher Antes das atividades no estacionamento 12, será realizado o Passeio Ciclístico da Mulher. A concentração será às 8h, no mesmo local, com percurso de uma volta pela pista interna do Parque da Cidade. A atividade integra a programação do Agosto Lilás e tem como tema “Juntos por uma vida sem violência”. Loja Colaborativa Cerrado Feminino A programação do fim de semana também inclui atividades da Loja Colaborativa Cerrado Feminino. No sábado (29) e no domingo (30), das 9h às 17h, a loja estará na Feira da Torre de TV, nos boxes 95 e 96. No Shopping JK, o funcionamento será das 10h às 22h. No domingo (30), das 14h às 18h, haverá ainda uma exposição com artesãs do Pôr do Sol no estacionamento 12 do Parque da Cidade. A iniciativa reúne produtos confeccionados por artesãs e empreendedoras do Distrito Federal. O Agosto Lilás reforça a importância da informação para que mulheres conheçam seus direitos e saibam onde buscar ajuda. Em situações de violência, a mulher não está sozinha e pode procurar os serviços da rede de proteção. Canais de atendimento e denúncia Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher, para orientação e registro de denúncias. 190 – Polícia Militar, em situações de emergência. 197 – Polícia Civil do Distrito Federal, para informações e denúncias. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)

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Painel reúne dados sobre atendimentos a pessoas em situação de violência no DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   No mês de conscientização pelo fim da violência doméstica e familiar contra a mulher, o Agosto Lilás, a rede pública de saúde amplia seu rastreio de atendimentos às vítimas. A Secretaria de Saúde (SES-DF) passou a consolidar os dados da assistência em um único painel, que mostra detalhes, como região administrativa, gênero e faixa etária dos pacientes. "Agora, vemos, em forma de gráficos e números, o tamanho da demanda que chega para a saúde. É possível também quantificar e qualificar melhor os perfis de pessoas em situação de violência. É uma forma de desenhar a política pública", explica a assistente social da Subsecretaria de Saúde Mental da SES-DF, Elizabeth Maulaz.  Perfil da violência No primeiro semestre deste ano, 3.811 pessoas passaram por um dos 17 centros de especialidades para a atenção às pessoas em situação de violência sexual, familiar e doméstica (Cepavs). É possível localizar a unidade mais próxima por meio do CEP residencial. No primeiro semestre deste ano, 3.811 pessoas passaram por um dos 17 centros de especialidades para a atenção às pessoas em situação de violência sexual, familiar e doméstica (Cepavs) | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF O Painel de Monitoramento dos Atendimentos às Pessoas em Situação de Violência permite organizar esses atendimentos. Nos gráficos, é possível verificar, por exemplo, que as mulheres são as maiores vítimas. As adultas representam 40,73% do total dos pacientes. O segundo grupo mais afetado é o de meninas (13,41%) e o de adolescentes do sexo feminino (13,15%). Só depois vêm os meninos (10,74%), adolescentes (8,90%) e adultos (8,75%) do sexo masculino. Essa predominância das mulheres entre as vítimas se mantém entre os idosos: do total de atendimentos, 3,08% foram de mulheres idosas, contra 1,24% que representam os homens. Ao todo, em seis meses deste ano, foram 16.357 (70,36%) atendimentos ao sexo feminino e 6.890 (29,64%) ao público masculino. Destaca-se que o número de atendimentos supera a quantidade de pessoas acompanhadas porque uma mesma pessoa pode receber mais de um tipo de assistência. Os dados são referentes a diferentes serviços, como terapias em grupo, atendimento multiprofissional, consultas e atividades educativas. Na visão de Maulaz, são informações que ajudam a compreender os desafios enfrentados. "A cultura é a rocha mais difícil de ser abalada em uma sociedade. Precisamos de um trabalho contínuo de sensibilização pelo fim da violência e do feminicídio." Serviços na rede pública Além dos centros especializados, a população do Distrito Federal tem à disposição outros serviços de cuidado a pessoas em situação de violência. Das unidades básicas de saúde (UBSs) às ambulâncias, passando pelas emergências dos hospitais e pelas policlínicas, os profissionais estão preparados para identificar situações de violência, seja física, psicológica ou até patrimonial. Outros atos, como abandono, negligência, trabalho infantil e tráfico de seres humanos, estão no foco da Linha de Cuidado para Atenção às Pessoas em Situação de Violência da SES-DF, lançada em 2025. O documento também prevê ações educativas tanto para servidores quanto para a sociedade.    *Com informações da SES-DF

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Agosto Lilás reforça orientação sobre direitos e canais de proteção às mulheres

O Agosto Lilás, campanha nacional de conscientização pelo enfrentamento à violência contra a mulher, ganha um significado especial em 2026 ao marcar os 20 anos da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006). Instituída nacionalmente pela Lei Federal nº 14.448/2022, a iniciativa é dedicada à disseminação de informações sobre prevenção da violência, divulgação dos direitos das mulheres e fortalecimento do acesso aos serviços especializados de atendimento. Reconhecida internacionalmente como um dos principais instrumentos legais de proteção às mulheres, a Lei Maria da Penha estabeleceu mecanismos para prevenir, coibir e enfrentar a violência doméstica e familiar, além de ampliar a rede de atendimento e garantir maior proteção às mulheres em situação de violência. Mais do que lembrar uma data, o Agosto Lilás convida toda a sociedade a reconhecer que a violência contra a mulher pode se manifestar de diferentes formas e que identificar os sinais é um passo importante para interromper o ciclo da violência. A própria campanha alerta que comportamentos como controle excessivo das amizades, das roupas, do dinheiro, dos documentos, das mensagens, isolamento da família, ameaças, humilhações e ciúmes constantes não representam demonstrações de cuidado ou afeto, mas podem indicar situações de violência psicológica e controle. Cinco formas de violência A Lei Maria da Penha estabeleceu mecanismos para prevenir, coibir e enfrentar a violência doméstica e familiar | Foto: Divulgação A Lei Maria da Penha reconhece cinco formas de violência doméstica e familiar contra a mulher: Violência física: qualquer conduta que cause dano ou sofrimento físico; Violência psicológica: ações que provoquem medo, isolamento, constrangimento, manipulação, ameaça ou diminuição da autoestima; Violência sexual: situações em que a mulher é obrigada ou constrangida a manter práticas sexuais sem consentimento; Violência patrimonial: retenção, destruição ou controle de bens, documentos, recursos financeiros e objetos pessoais; Violência moral: condutas que configurem calúnia, difamação ou injúria. Conhecer essas formas de violência ajuda mulheres, familiares, amigos e vizinhos a identificarem situações de risco e buscarem apoio especializado. Acolhimento faz diferença O enfrentamento à violência também depende da atuação das pessoas que convivem com a mulher. A orientação é acolher sem julgamentos, acreditar no relato, oferecer apoio, incentivar a busca pelos serviços especializados e, diante de situações de risco iminente, acionar imediatamente as forças de segurança. A denúncia representa uma medida de proteção da vida, da integridade física e dos direitos da mulher. Onde buscar ajuda No Distrito Federal, mulheres em situação de violência contam com uma rede especializada de atendimento composta por serviços de acolhimento, orientação psicossocial, assistência jurídica e proteção. Entre os equipamentos disponíveis estão a Casa da Mulher Brasileira, os centros especializados de atendimento à mulher (Ceams), os espaços Acolher, os comitês de proteção à mulher, a Casa Abrigo e o Centro de Referência da Mulher Brasileira. Os endereços, telefones e informações atualizadas sobre cada unidade podem ser consultados neste link.  Canais de atendimento Em situações de emergência, a orientação é acionar imediatamente a Polícia Militar pelo 190. Também estão disponíveis: Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 (atendimento gratuito, 24 horas); Disque-Denúncia da Polícia Civil – 197.  

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Edição deste ano do Agosto Lilás tem como foco os 20 anos da Lei Maria da Penha 

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Em agosto, a Secretaria da Mulher (SMDF) dá início às ações de conscientização e enfrentamento à violência contra as mulheres, por meio da distribuição de materiais informativos nos comércios locais e em pontos de grande circulação.  A mobilização tem como foco a divulgação dos canais de denúncia, da rede de proteção e dos serviços destinados às mulheres em situação de violência, reforçando a mensagem dos 20 anos da Lei Maria da Penha e aproximando as políticas públicas da população. Lei Maria da Penha investe na conscientização da campanha de combate à violência contra a mulher | Foto: Divulgação A iniciativa contempla diferentes regiões administrativas do Distrito Federal, ampliando o alcance da campanha Agosto Lilás e levando informação diretamente à população.  Vila Lilás  O projeto Mulheres em Movimento – Edição Buriti integra a programação oficial do Agosto Lilás. A ação é destinada às colaboradoras terceirizadas que atuam nas secretarias e órgãos instalados no Complexo do Buriti, como profissionais da limpeza, recepção, vigilância, copa, apoio administrativo, cuidadoras do berçário e demais colaboradoras terceirizadas.  Durante três dias, o Espaço dos Servidores será transformado em um ambiente de acolhimento, informação, valorização e cuidado, reunindo palestras, estande institucional da SMDF, feira de serviços, bazar solidário e parceiros, aproximando as pessoas das políticas públicas de proteção, autonomia e enfrentamento à violência contra a mulher. O objetivo é promover ações de conscientização, acolhimento, valorização e acesso às políticas públicas para aproximadamente 200 pessoas do Anexo do Buriti, em comemoração aos 20 anos da Lei Maria da Penha. O evento Agosto Lilás – 20 anos da Lei Maria da Penha | Mulheres em Movimento também propõe uma manhã de mobilização no Parque da Cidade, reunindo música, cuidado, lazer, informação, convivência e acesso à rede de proteção, em ambiente acolhedor e acessível. Confira, abaixo, a programação. 6/8 → Distribuição de materiais informativos nas ruas em Ceilândia / Comércio local 10/8 → Distribuição de materiais informativos nas ruas — GDF na Sua Porta / Comércio de Sobradinho 11/8 → Das 9h às 16h, projeto Mulheres em Movimento. Local: Espaço dos Servidores, 16º andar, Palácio do Buriti 12/8 → Distribuição de materiais informativos nas ruas - Comércio local/  Recanto das Emas → Das 9h às 16h, projeto Mulheres em Movimento, no Espaço dos Servidores, 16º andar, Palácio do Buriti 13/8 → Distribuição de materiais informativos nas ruas — GDF na Sua Porta / Comércio de Sobradinho 18/8 → Divulgação dos canais de denúncia e rede de proteção — Fórum Distrital Permanente de Mulheres Rurais  20/8 → Distribuição de materiais informativos nas ruas, Setor Central / Rodoviária do Gama 24/8 → Distribuição de materiais informativos nas ruas — GDF na Sua Porta/ Taguatinga 26/8 → Distribuição de materiais informativos nas ruas — Sempre por Elas/ Feira do Produtor, Taguatinga  27/8 → Distribuição de materiais informativos nas ruas — GDF na Sua Porta/ Taguatinga/ Sempre por Elas — Feira do Produtor, Taguatinga  29/8 → Agosto Lilás — 20 anos da Lei Maria da Penha | Mulheres em Movimento:  Estacionamento 10, Parque da Cidade, das 9h às 12h.  Evento aberto ao público, com programação cultural, serviços, ações de cuidado, lazer e orientação. Música com a banda Elas que Toquem Projeto Mulheres em Movimento → Horário: Das 9h às 15h (todos os dias) → Local: Espaço dos Servidores, 16º andar, Palácio do Buriti • Estande institucional da Secretaria da Mulher • Bazar solidário • Feira de serviços e parceiros • Distribuição de materiais informativos sobre os 20 anos da Lei Maria da Penha • Atendimento psicossocial • Limpeza de pele • Make express • Massagem rápida Evento aberto ao público, com programação cultural, serviços, ações de cuidado, lazer e orientação.   *Com informações da Secretaria da Mulher      

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No Agosto Lilás, Dia da Mulher retorna com nova identidade visual e ações de acessibilidade

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) promove a 36ª edição do Dia da Mulher. A ação está de volta, após pausa, em julho, para aprimoramento. Com a temática Agosto Lilás, campanha nacional de enfrentamento à violência contra a mulher, a atividade busca ampliar o acesso à informação, aos direitos e à rede de proteção. Nesta edição, o projeto ganha nova identidade visual e terá, pela primera vez, intérprete de Libras para assegurar a inclusão e acessibilidade de deficientes auditivas. A ação ocorre na terça-feira (4/8), das 8h às 14h, no Nuclão — espaço de atendimento integrado localizado no Setor Comercial Norte (SCN) —, que fica na Quadra 01, Bloco G, Loja 01, no Edifício Rossi Esplanada Business. O evento conta com atendimento jurídico, orientações e acolhimento às participantes. Serão ofertados diversos serviços gratuitos prestados por instituições parceiras, ampliando o acesso às áreas social, de saúde, cidadania e bem-estar. A iniciativa busca proporcionar um atendimento integrado e humanizado, reunindo, em um só espaço, diferentes frentes de apoio às mulheres. Bazar da Mulher A instituição promove, ainda, a arrecadação de roupas, calçados e acessórios femininos, que serão destinados ao Bazar da Mulher. A iniciativa mensal disponibiliza gratuitamente os itens a mulheres em situação de vulnerabilidade social. A campanha também reforça a divulgação dos canais de denúncia. Mulheres em situação de violência, ou qualquer pessoa que deseje ajudar, podem acionar o Ligue 180, serviço gratuito e disponível 24 horas por dia. O atendimento também pode ser realizado via WhatsApp pelo número (61) 9610-0180. A subdefensora pública-geral e coordenadora da ação, Nathália Sant’Ana de Rosa, ressalta o papel estratégico da iniciativa. “O Agosto Lilás é uma oportunidade essencial para dar visibilidade à violência contra a mulher e fortalecer a atuação integrada da rede de proteção. Na DPDF, trabalhamos para garantir não apenas o acesso à informação, mas também acolhimento qualificado e ações concretas que contribuam para a autonomia e a segurança dessas mulheres”, afirma. Ao longo do Agosto Lilás, a DPDF intensificará ações de conscientização e fortalecimento da rede de proteção, destacando que o enfrentamento à violência contra a mulher depende do engajamento de toda a sociedade. Confira aqui os serviços prestados.  *Com informações da DPDF

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Ciclo de palestras dos Consegs mobiliza quase 1,5 mil pessoas no DF

A última edição do segundo ciclo de palestras dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública (Consegs), promovida pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), reuniu moradores, lideranças comunitárias e representantes de instituições, nesta quinta-feira (30), em São Sebastião. A ação, que integra o eixo Mulher Mais Segura, do programa Segurança Integral, consolida o papel dos Consegs como espaços estratégicos para o fortalecimento da rede de proteção às mulheres. Ao todo, 1,5 mil pessoas passaram pela capacitação. O enfrentamento à violência contra a mulher foi o principal tema das palestras do ciclo dos Consegs | Foto: Divulgação/SSP-DF  Iniciado em agosto – durante o Agosto Lilás, que é o mês de enfrentamento à violência contra a mulher –, o ciclo contemplou, ainda, Estrutural, Vicente Pires, Ceilândia e Gama. As palestras abordaram temas como os tipos de violência doméstica, empoderamento feminino, autonomia econômica, apoio psicossocial e jurídico às vítimas, além do papel fundamental da sociedade civil na prevenção. “Os Consegs têm se consolidado cada vez mais como a ligação entre o poder público e as comunidades, relação que é fundamental”, avaliou o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. “Encontros como o desta quinta-feira convocam a população a contribuir para uma política de segurança mais humana, integrada e próxima da realidade de quem mais precisa. Proteger as mulheres é pauta prioritária para o Governo do Distrito Federal, e isso se torna possível  com o engajamento de todos os setores.” Políticas públicas “A responsabilidade é de todos nós. É saber reconhecer e saber o que fazer diante de uma situação de violência”  Alexandre Patury, secretário-executivo de Segurança Pública A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, falou sobre a importância das políticas públicas voltadas à proteção e à segurança das mulheres: “A nossa missão é enfrentar a violência doméstica e de gênero, levando informação e prevenção por meio de diversas ações. Contamos com 31 equipamentos públicos voltados ao atendimento da mulher, distribuídos por todo o DF. É fundamental falar sobre os tipos de violência, que muitas ainda desconhecem”. As palestras foram proferidas por representantes das forças de segurança, do Ministério Público do DF, da Secretaria da Mulher (SMDF), do Sebrae, da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e de outras instituições. O ciclo também contou com apoio das administrações regionais e do setor empresarial local. “A responsabilidade é de todos nós”, resumiu o secretário-executivo de Segurança Pública, Alexandre Patury. "É saber reconhecer e saber o que fazer diante de uma situação de violência. A informação pode e salva vidas.” Por sua vez, o secretário-executivo institucional de Políticas de Segurança Pública, Paulo André Vieira Monteiro, reforçou: “Essa iniciativa expressa o verdadeiro espírito dos Consegs: atuar em rede, junto à comunidade, em pautas que transformam realidades e promovem mudanças concretas. Encerramos a última edição do ano com a certeza de que o conhecimento compartilhado fez a diferença na vida de muitas mulheres. A violência doméstica é um problema cultural — e só será superada com engajamento e ação em todos os níveis.” Impacto Para Kiara Carvalho, moradora de São Sebastião, essa iniciativa é fundamental. “Um evento como esse é muito importante para educar e conscientizar a mulher”, disse. “Muitas vezes ficamos presas em relações de subserviência, sem saber que podemos ser o que quisermos. Esse ciclo de palestras mostra que somos capazes e que temos apoio para romper com a violência”. [LEIA_TAMBEM]Aline Rayane, também moradora de São Sebastião, também gostou de participar. “Foram abordados vários temas sobre violência contra a mulher, sobre o direito que elas têm em relação a isso”, lembrou. “Foram palestras muito importantes, e eu estou aqui para falar para todas vocês que sofrem de violência, ou já sofreram, ou conhecem até alguém que sofre, para darmos apoio e sempre aconselhar essas mulheres a procurar os órgãos competentes”.   Participação popular O subsecretário dos Consegs, Gustavo Danzmann, lembrou que a mobilização comunitária é fundamental para a política pública de segurança. “Os encontros fortalecem a corrente do bem promovida pelos Consegs, que ampliam o diálogo com a sociedade e qualificam o debate sobre temas fundamentais”, enfatizou. “O ciclo de palestras foi criado como ferramenta prática de mobilização, incentivo à participação e promoção de mudanças reais”. Marcelo Zago, coordenador da Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídios e Feminicídios e palestrante, ressaltou que o evento permite levar dados, evidências e conhecimento técnico para dentro das comunidades: “Quando falamos de violência doméstica, a informação salva vidas. Nosso papel, enquanto gestores da política pública, é garantir que essas informações cheguem de forma clara, acessível e transformadora. E isso só é possível quando a comunidade participa ativamente, como vimos ao longo deste ciclo”.   *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do DF

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Agosto Lilás: GDF fecha o mês com mais de cem ações em todas as regiões administrativas

Agência Brasília · AGOSTO LILÁS - GDF FECHA O MÊS COM MAIS DE CEM AÇÕES EM TODAS AS REGIÕES ADMINISTRATIVAS Durante todo o mês de agosto, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria da Mulher (SMDF), promoveu mais de cem eventos em todas as regiões administrativas. As atividades integraram a programação do Agosto Lilás, campanha nacional de enfrentamento à violência contra a mulher, com foco em informar, acolher, proteger e empoderar mulheres em situação de vulnerabilidade. A agenda incluiu desde iniciativas itinerantes até palestras educativas, sempre voltadas à promoção dos direitos femininos e ao fortalecimento da rede de proteção. A programação do Agosto Lilás da Secretaria da Mulher incluiu encontros comunitários e palestras educativas, entre outras atividades | Fotos: Henrique Araújo/SMDF Para ampliar a integração entre os equipamentos da SMDF e a comunidade, foram realizadas 36 ações institucionais: 14 palestras e capacitações, dez encontros comunitários e 12 grandes eventos. As iniciativas sensibilizaram a sociedade sobre a importância do enfrentamento à violência contra a mulher, fortaleceram a rede de proteção e ampliaram o alcance das políticas públicas voltadas ao público feminino, impactando diretamente mais de 7 mil pessoas no Distrito Federal. [LEIA_TAMBEM]As ações ocorreram em diversas regiões administrativas e contaram com a participação de órgãos públicos, escolas e instituições privadas. Também houve distribuição de absorventes, com o objetivo de combater a pobreza menstrual, reduzir a vulnerabilidade de mulheres e meninas e garantir acesso a itens de higiene essenciais, reforçando o compromisso da pasta com saúde, bem-estar e inclusão social. “As ações realizadas pela Secretaria da Mulher durante o Agosto Lilás mostram o quanto este GDF tem trabalhado com seriedade, presença e resultados na vida das mulheres do Distrito Federal. Foi um mês inteiro de atividades que levaram informação, acolhimento e serviços essenciais para todas as regiões. O sucesso da campanha reforça nosso compromisso com políticas públicas que garantam mais dignidade, segurança e oportunidades para as mulheres”, afirmou a vice-governadora Celina Leão. Um dos destaques da mobilização foi a atuação da Casa da Mulher Itinerante, que esteve no Centro Olímpico e Paralímpico (COP) da Estrutural, oferecendo atendimento jurídico especializado, palestras sobre direitos das mulheres, saúde, autoestima e cidadania, além de serviços gratuitos de emissão de documentos. A iniciativa foi essencial para levar informação e acolhimento às mulheres da região, reforçando o compromisso do GDF com a descentralização e o acesso equitativo às políticas públicas de proteção. Durante a ação, foram atendidas 444 mulheres e 480 crianças, evidenciando o impacto concreto da presença do equipamento móvel em comunidades de maior vulnerabilidade social. A 5ª Conferência Distrital de Políticas para as Mulheres reuniu mais de 700 participantes e aprovou 12 propostas distritais, que serão apresentadas na etapa nacional “Todas essas ações são fruto de um trabalho incansável da nossa equipe e da dedicação diária da Secretaria da Mulher. O Agosto Lilás é uma vitrine do que realizamos ao longo de todo o ano. O cuidado com as mulheres não é pontual, é constante. Trabalhamos todos os dias para oferecer dignidade, acolhimento e oportunidade às mulheres do Distrito Federal”, declarou a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. Outro marco do mês foi a 5ª Conferência Distrital de Políticas para as Mulheres, realizada na Biblioteca Nacional de Brasília, com o tema “Mais democracia. Mais igualdade. Mais conquistas para todas”. O evento reuniu mais de 700 participantes e aprovou 12 propostas distritais, que serão apresentadas na etapa nacional. Uma delegação de 47 mulheres representará o DF na conferência federal, demonstrando o engajamento político e social das brasilienses. As atividades do Agosto Lilás evidenciam o compromisso permanente do GDF, por meio da Secretaria da Mulher, com a construção de políticas públicas que não apenas combatem a violência de gênero, mas também promovem autonomia, proteção e fortalecimento das mulheres em toda a sua diversidade. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)

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