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Apreensão de bebidas

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Receita do DF tira de circulação R$ 5,2 milhões em mercadorias

O balanço consolidado das ações de fiscalização realizadas pelos auditores da Secretaria de Economia (Seec-DF) nos últimos 15 dias mostra a ousadia de alguns comerciantes em comprar e revender produtos sem nota fiscal ou classificadas como inidôneas. Nesse período, a Receita do DF recolheu mercadorias variadas que, somadas, têm valor estimado (base de cálculo) de R$ 5,2 milhões. Com isso, o GDF somou de crédito tributário (juros e multas devidos) de R$ 2,3 milhões. O leque de mercadorias é vasto. Foram retirados de circulação 34 iPhones 17 Pro Max e 17 Pro, equipamentos para academia (25 esteiras e dez máquinas para exercícios), 39.312 unidades de cerveja long neck, 93 toneladas de açúcar, 60 mil quilos de feijão, 101,5 mil quilos de milho etc. O trabalho dos auditores ganha maior relevância em função do fato de que as práticas de evasão tributária se valem de mecanismos cada vez mais sofisticados de fraude | Fotos: Divulgação/Seec-DF Os auditores, em operações rotineiras em horários distintos, também apreenderam 25 mil quilos de sementes, 20 mil quilos de produtos metalúrgicos e material de construção, 3.720 quilos de açaí, 298 m³ de madeira, 154,6 mil unidades de chaves Gold, 770,82 m² de vidro temperado, 1,6 mil unidades de bobinas para embalagens e 1,9 mil unidades de cadeiras e mesas de plástico e outros bens de elevado valor comercial. O trabalho dos auditores ganha maior relevância em função do fato de que as práticas de evasão tributária se valem de mecanismos cada vez mais sofisticados de fraude, estruturados para ocultar mercadorias, dissimular operações comerciais e induzir o fisco a erro por meio da utilização de documentos fiscais falsos, inidôneos ou incompatíveis com as cargas transportadas. Caminhão com madeira apreendida em operação da Receita do DF   Apreensões significativas [LEIA_TAMBEM]   *   BR-251: retida/apreendida carreta com equipamentos para academia (25 esteiras e dez máquinas para exercícios) com nota fiscal inidônea. A base de cálculo (valor das mercadorias) chegou a R$ 699,6 mil; por sua vez, o crédito tributário (imposto e multas) foi estimado em R$ 283,3 mil   *   BR-060: apreensão de 34 unidades de celulares iPhone 17 pro max e iPhone 17. Tais mercadorias foram abordadas pela equipe da Polícia Militar do DF. Os celulares se encontravam sem documentação fiscal. Valor das mercadorias: R$ 484.966, gerando crédito tributário (imposto e multas) de R$ 120.298,77   *   BR-060: apreendida/retida carreta com 39.312 unidades de cerveja long neck 330 ml sem nota fiscal   *   BR-020: retida/apreendida carreta com 20 mil quilos de produtos metalúrgicos e de material de construção sem nota   *   BR-020: retida/apreendida carreta com 60 mil quilos de feijão a granel com nota fiscal inidônea   *   BR-020: retida/apreendida um veículo com 3.720 quilos de açaí sem nota.   *   BR-040: apreendidas/retidas duas carretas bitrem com 101.516 quilos de milho sem nota fiscal   *   BR-060: apreendida/retida carreta com 1,9 mil unidades de cadeiras e mesas de plástico com nota inidônea   *   BR-060: apreendido/retido caminhão com 5 mil litros de cachaça com nota fiscal inidônea   *   Setor de Transporte Rodoviário de Cargas: apreendida/retida carga com 154.600 unidades de chaves Gold com nota inidônea. Outras apreensões  *   Setor Rodoviário e Transporte de Cargas (STRC): Carga com 1.662 casacos e conjuntos moletom  *   Gama : Carga com 320 unidades de botijões de gás 13 quilos.   *Com informações da Seec-DF

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Mais de 15 mil litros de bebidas apreendidas pela Vigilância Sanitária são entregues ao SLU para descarte

Nesta sexta-feira (17), mais de 15 mil litros de bebidas irregulares foram entregues pela Vigilância Sanitária ao Serviço de Limpeza Urbana (SLU), no Aterro Sanitário de Brasília, para descarte adequado. Os produtos são resultado de fiscalizações intensificadas desde o início do mês, após suspeitas de intoxicação por metanol na capital federal.  Entre janeiro e setembro de 2025, a Secretaria de Saúde (SES-DF) participou de mais de 3,7 mil fiscalizações, que resultaram em 194 autuações de estabelecimentos e na apreensão de mais de 23 mil litros de bebidas irregulares, sem identificação do produtor, número de registro ou lote de fabricação.  Os produtos são resultado de fiscalizações intensificadas desde o início do mês, após suspeitas de intoxicação por metanol na capital federal - Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF [LEIA_TAMBEM]“Após a entrega, o SLU assume suas atribuições, determinando a destinação adequada para cada caso, dentro de sua competência, com o apoio necessário para a eliminação desses produtos irregulares”, explicou o auditor de atividades urbanas da Vigilância Sanitária, Allex Moraes. Próxima etapa Na próxima semana, a Vigilância Sanitária dará início à terceira etapa das ações, que consistirá na continuidade das operações integradas em parceria com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF). As equipes seguirão atendendo às denúncias recebidas pelo Participa-DF e outros órgãos de controle. Também será iniciado o monitoramento das bebidas regulares, com a realização de coletas em distribuidoras e supermercados para verificar a concentração de metanol nos produtos. A ação faz parte do Programa de Vigilância Sanitária (PVS) em parceria com o Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF), que realiza a análise das amostras coletadas no setor produtivo regulamentado. Será distribuída uma cartilha de orientação à população, com informações sobre como comprar bebidas alcoólicas de forma segura Além disso, na próxima semana será distribuída uma cartilha de orientação à população, com informações sobre como comprar bebidas alcoólicas de forma segura. “O objetivo é ampliar a proteção da saúde pública, garantindo que o consumidor tenha acesso apenas a produtos seguros e de origem comprovada”, afirma a diretora da Vigilância Sanitária, Márcia Olivé. Venda de bebidas sem procedência é infração sanitária e pode gerar processo administrativo, autuação do estabelecimento e multas de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão. Em casos de fraude, o responsável também pode responder a uma investigação nas esferas civil e criminal. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF  

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