Obras de drenagem na Descida do Mirante, em Arniqueira, entram na fase final
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. As obras de drenagem na região conhecida como Descida do Mirante, no Setor Habitacional Arniqueira (SHA), Conjunto 5, entraram na fase final com a implantação e interligação das bocas de lobo à nova galeria de águas pluviais, além da instalação de cerca de mil metros de meio-fio e da construção de 300 metros de calçadas. A intervenção, realizada pela Administração Regional de Arniqueira em parceria com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), busca solucionar um antigo problema provocado pelo grande volume e pela força das águas das chuvas que descem pelo local. Entre janeiro e agosto deste ano, foram implantados aproximadamente 600 metros de galeria subterrânea de águas pluviais, a partir das proximidades do Condomínio JK, seguindo pela Descida do Mirante. Para a execução da rede, foi necessário abrir a pista e retirar o pavimento existente. Após a conclusão dos serviços de drenagem, toda a extensão afetada pela intervenção recebeu nova pavimentação asfáltica. Agora, os trabalhos avançam para a etapa final, que inclui a ligação das bocas de lobo à galeria, a instalação de meio-fio nas laterais da via e a construção de mais de 300 metros de calçadas. Entre janeiro e agosto deste ano, foram implantados aproximadamente 600 metros de galeria subterrânea de águas pluviais | Fotos: Divulgação/Administração Regional de Arniqueira Ao todo, serão instalados aproximadamente mil metros lineares de meio-fio, sendo cerca de 500 metros em cada lado da pista. Além de delimitar a área entre a via e as calçadas, o meio-fio contribui para direcionar o escoamento das águas para as estruturas de captação, ajudando a reduzir o impacto das enxurradas sobre o pavimento, as calçadas e os acessos às residências. Para o administrador regional de Arniqueira, Wilson Valente, a conclusão da intervenção representa um avanço importante na infraestrutura urbana da região, especialmente diante da proximidade do período chuvoso no Distrito Federal. “Estamos concluindo uma obra muito importante para os moradores dessa região. Foram implantados 600 metros de galeria em um ponto onde, historicamente, a força das águas provocava muitos transtornos. Agora, estamos complementando esse trabalho com as bocas de lobo, a instalação do meio-fio e a construção de mais calçadas. Nosso objetivo é deixar todo esse sistema preparado para receber as águas das chuvas, proporcionando mais segurança e qualidade de vida para quem mora ou circula pelo local”, destaca o administrador. Um problema antigo A topografia acentuadamente íngreme da Descida do Mirante favorece a concentração e o aumento da velocidade das águas provenientes das partes mais altas do Setor Habitacional Arniqueira e também do Areal. Durante anos, nos períodos de chuvas mais intensas, as enxurradas provocaram danos ao pavimento, às calçadas, aos acessos e aos muros, além de dificultarem a circulação de pedestres e veículos. Moradores e comerciantes da região acompanham de perto os problemas provocados pelas chuvas e destacam as mudanças proporcionadas pela intervenção. Morador do setor há 12 anos, João Paulo Lourenço de Melo lembra das dificuldades enfrentadas durante os períodos de chuva. “Quando chovia forte, era praticamente impossível caminhar por aqui. A água descia com muita velocidade e tomava conta da rua e das laterais. As calçadas já estavam destruídas em vários pontos. Agora, com a galeria de águas pluviais, o novo asfalto, as bocas de lobo e o meio-fio, a situação mudou completamente. O lugar ficou muito bonito e, principalmente, muito melhor para quem mora e caminha aqui”, relata. Após a conclusão dos serviços de drenagem, toda a extensão afetada pela intervenção recebeu nova pavimentação asfáltica Joaquim Teodoro de Paula, morador há 13 anos, também acompanhou os problemas enfrentados na Descida do Mirante e recorda os prejuízos causados pelas enxurradas. “O volume de água que descia aqui era muito grande. A enxurrada passava pelas calçadas e arrancava praticamente tudo que encontrava pela frente. Tivemos até situações de muros atingidos e derrubados pela força da água. Era um problema muito sério. Com a implantação da galeria de águas pluviais e todas essas melhorias, acredito que a situação vai mudar muito por aqui”, afirma. A comerciante Rayane Alves Sousa, moradora da região há 12 anos, destaca as dificuldades de circulação durante as chuvas mais fortes. “No período chuvoso, isso aqui virava um verdadeiro caos. Quando vinha uma chuva forte, ninguém conseguia passar. Era impossível caminhar e até mesmo passar de carro, porque o volume e a velocidade da água eram muito grandes. Hoje, a gente vê outra realidade. Com essa obra, o local ficou muito melhor e mais seguro”, comemora. Infraestrutura para o período chuvoso Além de atender diretamente os moradores da Descida do Mirante, o novo sistema de drenagem deverá contribuir para controlar o fluxo das águas que descem das partes mais altas do Setor Habitacional Arniqueira em direção às áreas mais baixas da região, inclusive no sentido do Park Way, quadra 5. Segundo o administrador regional, a intervenção vai além da recuperação da superfície da via e atua diretamente na infraestrutura de drenagem. “Quem conhece a Descida do Mirante sabe a dimensão do problema que existia aqui. Não estamos falando apenas de asfalto novo ou calçadas. A galeria é uma obra de infraestrutura que fica debaixo da terra; ninguém vê, mas que tem enorme importância para a população. Estamos trabalhando para que a água seja captada e conduzida adequadamente para o córrego das proximidades”, ressalta Wilson Valente. A obra integra um conjunto de intervenções em sete áreas consideradas críticas de Arniqueira, voltadas à melhoria da infraestrutura urbana e à solução de problemas históricos provocados pelo forte escoamento das águas durante o período chuvoso. *Com informações da Administração Regional de Arniqueira
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Arniqueira e Samambaia terão interrupção de energia nesta terça-feira (1º)
Moradores das áreas de Arniqueira e de Samambaia terão o fornecimento de energia interrompido temporariamente nesta terça-feira (1º/9), em razão da realização de serviços de melhoria e modernização da rede elétrica. A interrupção é necessária para garantir a segurança dos profissionais que trabalham no local e da população. Em Arniqueira, o desligamento está previsto das 9h às 13h, no Setor Habitacional Arniqueira, chácaras 2, 5, 7, 8, 9, 20 e 21. Já em Samambaia, a interrupção ocorrerá das 9h às 15h, nas QS 110, conjuntos 1, 5 e 8, e QS 112, conjuntos 2 e 3. Caso o trabalho termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada. Além dos desligamentos programados, pode ocorrer a interrupção de energia em alguma região, sem comunicação prévia. Nesses casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.
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Restaurantes comunitários de Ceilândia Norte e da Estrutural reabrem nos dias 7 e 14
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) concluiu a contratação da empresa Ciga Cozinha Industrial e Gestão Alimentar Ltda para a gestão dos restaurantes comunitários de Ceilândia Norte e da Estrutural. O valor total anual da contratação da empresa para a gestão do Restaurante Comunitário de Ceilândia Norte é de R$ 9,3 milhões; e para o Restaurante Comunitário da Estrutural, é de R$ 10,2 milhões. Unidades que estiveram paradas serão reabertas, em regime escalonado, para todo o público | Fotos: Divulgação/Sedes-DF Com a assinatura dos novos contratos de gestão, conforme a Lei de Licitações, as unidades serão reabertas ao público de forma escalonada. Assim, o Restaurante Comunitário de Ceilândia Norte retoma o atendimento na próxima terça-feira (7), enquanto a unidade da Estrutural será reaberta no dia 14. As duas unidades tiveram o atendimento temporariamente interrompido desde 11 de junho devido à paralisação dos funcionários da empresa terceirizada Servi Gastronomia, então responsável pela gestão dos restaurantes. “Sabemos da importância dos restaurantes comunitários para milhares de famílias em situação de vulnerabilidade social e, por isso, trabalhamos com agilidade para reabrir as unidades o quanto antes, assegurando a continuidade desse serviço essencial à população” Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social Segundo a Sedes-DF, todos os pagamentos à empresa foram feitos em dia, portanto eventuais reivindicações trabalhistas dizem respeito exclusivamente à relação entre a prestadora de serviços e seus colaboradores. "Assim que houve o descumprimento contratual por parte da empresa responsável, a Sedes adotou todas as medidas legais cabíveis, incluindo a rescisão unilateral do contrato e a rápida contratação de uma nova empresa para garantir a retomada do atendimento”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. “Sabemos da importância dos restaurantes comunitários para milhares de famílias em situação de vulnerabilidade social e, por isso, trabalhamos com agilidade para reabrir as unidades o quanto antes, assegurando a continuidade desse serviço essencial à população”, reforça. Transporte gratuito Gildásio dos Santos comemora a reabertura: “Aqui na Estrutural, tomo café, almoço e janto. Bom demais que vai reabrir” Para garantir o acesso da população às refeições nesse período de interrupção do atendimento, a Sedes-DF ofereceu transporte gratuito para outras unidades em funcionamento. Sempre no horário do almoço, de segunda a sexta-feira, os ônibus fizeram o trajeto entre os restaurantes comunitários da Estrutural e de Arniqueira, e entre Ceilândia Norte e Sol Nascente/Pôr do Sol. Frequentador assíduo do Restaurante Comunitário da Estrutural, o autônomo Gildásio dos Santos se organiza durante a semana para sair mais cedo do serviço e pegar o primeiro ônibus para almoçar na unidade de Arniqueira. “Todo dia, eu vou e volto de ônibus”, relata. “Para mim, está ótimo. Vou lá, faço minha marmita, a comida é boa, não tenho nada a reclamar não. Aqui na Estrutural, tomo café, almoço e janto. Bom demais que vai reabrir”. Ônibus gratuito Com capacidade para até 30 passageiros por viagem e saídas aproximadas às 10h30, 11h30 e 12h30, o transporte gratuito oferecido pela Sedes-DF garante o deslocamento de ida e volta dos usuários. A gerente substituta do Restaurante Comunitário da Estrutural, Alessandra Nascimento, conta que os próprios usuários do ônibus se organizam entre si para facilitar a dinâmica do transporte. [LEIA_TAMBEM]“O ônibus teve muita adesão, principalmente na terça e na sexta”, aponta a gestora. “Nesses dias de maior movimento, que têm frango e feijoada no cardápio, eles costumam pegar o transporte das 10h30 e voltam no último ônibus. E tem um combinado também: alguns vão, fazem só a marmita e trazem porque não dá tempo de ficar lá almoçando. Eles já têm essa dinâmica entre eles. Normalmente, são as mesmas pessoas que vão no ônibus. Os funcionários do restaurante de Arniqueira já conhecem, dão suporte, sabem que são da Estrutural. É interessante que eles já criaram um vínculo lá também.” Deficiente físico, o pintor Antônio dos Reis é um desses usuários que fazem questão de aproveitar o transporte e garantir o almoço no restaurante comunitário. “Tudo é uma maravilha aqui, todo mundo pega o ônibus tranquilo, e a comida lá em Arniqueira está muito boa também”, elogia. Em razão da demanda significativamente menor nesses períodos, não houve oferta de transporte para os horários de café da manhã e jantar. Nos fins de semana, feriados e pontos facultativos, também não há transporte gratuito da unidade da Estrutural para Arniqueira, e entre Ceilândia Norte e Sol Nascente/Pôr do Sol. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social
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Obras na rede deixam áreas de Arniqueira e Lago Norte sem luz nesta sexta (26)
Nesta sexta-feira (26), equipes da Neoenergia farão serviços de melhoria e modernização da rede elétrica nas áreas de Arniqueira e do Lago Norte. Para que os trabalhos sejam executados com segurança, será necessário interromper temporariamente o fornecimento de energia nas localidades atendidas. Em Arniqueira, a interrupção abrangerá as chácaras 2, 9, 20, 21 e 24. Já no Lago Norte, será desligada a energia no Setor de Mansões MI Trecho 7, incluindo as chácaras 1, 4 Irmãos, Vida Nova, 2, 3, 4, 5, 6, 6-D, 12, 13 e 14. Nas duas regiões, a intervenção ocorrerá das 9h às 15h. Caso o trabalho termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada. Além dos desligamentos programados, pode ocorrer a interrupção de energia em alguma região, sem comunicação prévia. Nesses casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.
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Prazo final para adesão à venda direta em Arniqueira é prorrogado até quarta-feira (22)
Em virtude do ponto facultativo desta segunda-feira (20), previsto no calendário oficial do GDF, os ocupantes dos 66 imóveis comerciais do Setor Habitacional Arniqueira ganharam prazo adicional: agora têm até a próxima quarta-feira (22) para aderir ao edital de venda direta da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap). Esta é a última oportunidade de participação no Chamamento Público nº 02/2026, cujos detalhes — endereços, metragens e valores — estão disponíveis no portal da agência. A proposta de compra ou concessão e a documentação exigida em edital podem ser apresentadas à Terracap presencialmente, no edifício-sede da companhia, localizado no Bloco F do Setor de Áreas Municipais (SAM) — atrás do anexo do Palácio do Buriti —, das 7h às 19h, ou de forma remota. Para quem não quiser comparecer pessoalmente, todo o procedimento pode ser realizado online, pelo site da Terracap ou pelo aplicativo para dispositivos móveis, disponível nas plataformas Android e iOS. Ocupantes de 66 imóveis comerciais de Arniqueira têm até a próxima quarta-feira (22) para aderir ao edital de venda direta da Terracap | Foto: Divulgação/Terracap Venda direta A venda direta é uma oportunidade de regularização fundiária, permitindo que os ocupantes legalizem seus imóveis, desde que cumpram os requisitos e prazos estabelecidos. Conforme a Resolução nº 269 da Terracap, o mesmo imóvel pode ser ofertado em até três editais, com redução progressiva dos benefícios. No primeiro edital, há maior número de vantagens, como desconto de 25% para pagamento à vista, além de abatimentos referentes à infraestrutura e à valorização do imóvel. No segundo, permanecem apenas os abatimentos. Já no terceiro, o imóvel é ofertado a valor de mercado, sem descontos. Se o ocupante não adquirir o imóvel após os três editais, considera-se que houve renúncia ao direito de compra por meio da venda direta, e o imóvel pode ser incluído em licitação pública. [LEIA_TAMBEM]O Edital nº 02/2026 contempla imóveis com valores que variam de R$ 63,1 mil, para lotes de 139 m², a R$ 1,2 milhão, para áreas de 2 mil m². O financiamento pode ser feito diretamente com a Terracap, sem intermediação de bancos. Mais informações podem ser obtidas no call center da Terracap, pelo telefone (61) 3350-2222, ou via chat online disponível no portal da Agência. O atendimento é feito de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. *Com informações da Terracap
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Arniqueira recebe investimento de R$ 50 milhões em sete anos e reforça acesso a serviços públicos à população
Arniqueira, uma das regiões administrativas mais jovens do DF, passa por um processo de consolidação urbana impulsionado por investimentos do Governo do Distrito Federal (GDF). Nos últimos anos, diferentes áreas da cidade começaram a receber intervenções que ampliam a oferta de serviços públicos, melhoram a mobilidade e fortalecem a qualidade de vida da população. Entre as ações, estão a recuperação de vias importantes — como a Avenida Brasília e a Vereda da Cruz —, a construção de redes de drenagem para reduzir alagamentos, a instalação de mais de duas mil luminárias de LED e a ampliação do transporte público. A região também começa a receber equipamentos aguardados pela população, como a primeira escola pública, uma unidade básica de saúde (UBS) e o restaurante comunitário, que ampliam o acesso à educação, saúde e segurança alimentar.
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Criação de quatro novas RAs em sete anos levou infraestrutura, serviços e dignidade a mais de 200 mil brasilienses
Filha de pais analfabetos, Margarida Minervina, 53 anos, saiu de São Julião — cidade piauiense com pouco mais de 6 mil habitantes, 400 km distante da capital, Teresina — para, segundo ela, “romper o ciclo do analfabetismo”. No Distrito Federal, ela não só conseguiu, como foi responsável por ajudar na educação de mais de 2,5 mil crianças e adolescentes, por meio da Associação Despertar Sabedoria no Sol Nascente. Mas o caminho não foi fácil. Em 2001, quando chegou à área onde iniciou o projeto, a pedagoga encontrou um cenário parecido ao que deixou para trás. “Todo mundo dizia que a gente era louco de estar nesse lugar que só tinha mato e muriçoca. Não tinha água, não tinha luz. O primeiro dia que eu dormi aqui com meus três filhos, a gente se embrulhou no lençol e deixou só o olho de fora, senão os pernilongos carregavam”, lembra. Passados 25 anos, o Sol Nascente/Pôr do Sol, hoje, tem administração regional própria. Com isso, as mudanças foram tão significativas quanto as que Margarida viveu e as que propiciou aos estudantes assistidos pelo projeto. “A diferença é muito grande. Você tem asfalto, tem rede de internet, pode escolher qual internet vai colocar, tem água, tem luz, tem uma infraestrutura, você vê a diferença. Você pode sair da sua casa, ir caminhando pegar um ônibus e não chegar com o tênis todo cheio de lama”, relata. “Tenho muito orgulho de dizer que sou moradora do Sol Nascente. Vivo aqui há 25 anos e nunca deixei de dizer que amo a minha cidade e que agradeço cada momento que passei aqui e cada infraestrutura que chegou: cada poste, cada pedaço de asfalto, cada escola”, acrescenta. Moradora do Sol Nascente há 25 anos, Margarida Minervina se surpreende com a transformação da região administrativa: "Você tem asfalto, tem rede de internet, pode escolher qual internet vai colocar, tem água, tem luz, tem uma infraestrutura, você vê a diferença" | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Investimentos De 2019 para cá, o DF ganhou quatro novas regiões administrativas. O Sol Nascente/Pôr do Sol foi a primeira, em 14 de agosto de 2019. Pouco mais de um mês depois, foi a vez de Arniqueira, em 1º de outubro do mesmo ano. Em 21 de dezembro de 2022, vieram as outras duas: Arapoanga e Água Quente. Para que essas áreas pudessem ganhar administrações regionais próprias, foram feitos estudos sobre a situação legal dos terrenos, a distância para o centro da região a que elas estavam originalmente ligadas e o tamanho da população residente. Atualmente, as quatro somam, segundo estimativas, 213.402 moradores, sendo 30 mil em Água Quente, 47.336 em Arapoanga, 45 mil em Arniqueira, e 91.066 no Sol Nascente/Pôr do Sol. O Distrito Federal ganhou quatro novas regiões administrativas nos últimos sete anos: Sol Nascente/Pôr do Sol, Arniqueira, Arapoanga e Água Quente| Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Com a oficialização como RA, vêm os investimentos. Ao todo, as novas regiões receberam mais de R$ 568 milhões destinados a obras e serviços já concluídos ou em andamento. Dos mais simples — como reforma de praças e instalação de luminárias e pontos de ônibus — aos mais complexos — pavimentação de vias, construção de calçadas e de redes para escoamento de água da chuva, e criação de unidades de saúde, delegacias, escolas e creches. Só para citar alguns exemplos, o Sol Nascente/Pôr do Sol ganhou uma rodoviária. Estão em andamento as construções de um Centro Educacional (CED) na Colônia Agrícola Vereda Grande, em Arniqueira, e de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em Água Quente. E Arapoanga, em breve, terá um Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi), que está em fase de licitação. "Você faz um perfil de toda a comunidade que está ali, levanta todas as necessidades e faz um planejamento urbanístico, como uma cidade nova, para atender às necessidades daquela população de uma maneira mais próxima. O serviço público tem que chegar a ela com mais rapidez, com mais condições de atender essas pessoas dentro das suas necessidades. Elas precisam ter condição de ir e vir, de estudar, de ter saúde, de ter uma assistência social, de ter mais segurança, bem como um desenvolvimento econômico para que o emprego também seja gerado ali naquele local, para diminuir a mobilidade urbana", aponta o ex-secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo. José Humberto Pires de Araújo: "Você faz um perfil de toda a comunidade que está ali, levanta todas as necessidades e faz um planejamento urbanístico, como uma cidade nova, para atender às necessidades daquela população" | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Proximidade Além de colocar os serviços mais próximos do cidadão, a criação de uma administração regional, na avaliação do ex-secretário, abre mais um canal de comunicação dos moradores com o governo. “Você coloca ali uma estrutura de pessoas com condições de pensar a cidade. À medida que você coloca uma sede de uma administração e dota ela de profissionais para poder pensar a cidade, para planejar a cidade, a população incorpora isso como uma coisa muito positiva, porque ela tem onde conversar, para onde recorrer, para onde fluir com as suas demandas e vice-versa. Então esse é um aspecto extremamente relevante.” E essa é exatamente a sensação da agente de saúde Francisca Maria de Almeida, 63. Como ela mesmo define, quando chegou à área que depois viria a ser Água Quente, há 28 anos, "não tinha praticamente nada" e os moradores eram dependentes do Recanto das Emas, cujo centro está a mais de 20 km da região: "A gente era o quintal de lá". Francisca Maria de Almeida, moradora de Água Quente: "Agora o governo sabe que a gente existe. Que nós estamos aqui, que somos uma cidade. E isso é a melhor coisa" | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Com o tempo — e a oficialização como região administrativa —, vieram os serviços públicos e a infraestrutura de uma cidade. "Mudou tanta coisa que você nem imagina. Nós não tínhamos sinalização, hoje em dia temos em cada quadra. O SLU [Serviço de Limpeza Urbana] está direto aqui, tem as creches, colégio, tem ônibus e iluminação em local que não tinha", elenca. Mas o principal para dona Francisca é um ponto que resume — e por si só justifica — a necessidade da criação de uma região administrativa: "Agora o governo sabe que a gente existe. Que nós estamos aqui, que somos uma cidade. E isso é a melhor coisa".
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Construção de escola pública em Arniqueira ampliará oferta de vagas na região
Na terça-feira (17), a secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, visitou a obra do Centro Educacional (CED) Arniqueira. A unidade de ensino está sendo construída em um terreno com mais de 7 mil m², com área total edificada superior a 5 mil m². A unidade contará com dois pavimentos, acessíveis por rampas e escadas, e terá capacidade para atender 657 estudantes por turno, ampliando significativamente a oferta de vagas na região. A estrutura inclui 18 salas de aula, auditório, biblioteca, sala de música, sala de artes plásticas, sala multimídia, laboratório, espaços de apoio pedagógico, além de ambientes administrativos. O projeto contempla, ainda, cozinha industrial, refeitório, pátio coberto, quadra poliesportiva coberta com vestiários, bicicletário, guarita, estacionamento e demais equipamentos necessários ao funcionamento escolar. Com investimento de R$ 13 milhões, a obra teve início em novembro de 2023. A execução está sob a responsabilidade de empresa privada contratada, com fiscalização da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e recursos provenientes da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap). Em construção, o Centro Educacional (CED) Arniqueira terá 18 salas de aula, com capacidade para receber 657 estudantes por turno | Fotos: André Amendoeira/SEEDF Reforço na educação Durante a visita, a secretária destacou o conjunto de ações planejadas para ampliar a oferta de vagas escolares na região. “Aqui em Arniqueira, nós temos essa entrega e também um Centro de Educação da Primeira Infância. Além disso, há três projetos de novas construções em andamento em Águas Claras, que é muito próxima. São várias escolas sendo entregues e planejadas para essa região, que segue em crescimento e demanda novas unidades”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]A gestora ressaltou ainda que os estudos em andamento consideram o perfil e as necessidades específicas da população local. “Temos áreas já destinadas a equipamentos públicos e estamos avaliando a melhor utilização desses espaços. A depender da demanda, podem ser implantadas diferentes tipologias de unidades, como centros de línguas ou novas escolas. Tudo isso está sendo planejado para atender Arniqueira, Areal e Águas Claras de forma integrada”, completou Hélvia. A Secretaria de Educação (SEEDF), por meio da Subsecretaria de Infraestrutura Escolar (SIAE), já realiza a licitação do Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) da Praça Tiziu, em Águas Claras. Além dessa obra, uma Escola Classe (EC) está prevista para a Avenida Parque Águas Claras, e um Centro Educacional (CED) é planejado para as proximidades da Praça Perdiz. Ambos estão em fase de atualização da documentação para a abertura das licitações. Hélvia Paranaguá, secretária de Educação: "São várias escolas sendo entregues e planejadas para essa região, que segue em crescimento e demanda novas unidades" Novas obras e integração urbana Para a administradora regional de Arniqueira, Telma Rufino, a entrega da unidade representa um marco para a comunidade. “Esse é o maior equipamento público que estamos recebendo na região. Vai beneficiar diretamente toda a região administrativa, que hoje não conta com uma escola desse porte”, destacou. Telma Rufino ressaltou ainda a importância da integração viária para garantir acesso aos novos serviços. “Está sendo construída uma via que vai ligar diferentes pontos da região e facilitar o deslocamento até esses equipamentos públicos. Além disso, há previsão de terminal rodoviário, unidade de saúde e outros serviços essenciais”, acrescentou. O secretário-executivo de Obras, Erinaldo Sales, reforçou que os investimentos são resultado de um esforço conjunto entre diferentes órgãos do Governo do Distrito Federal. “É um trabalho integrado entre Administração Regional, Secretaria de Obras e Infraestrutura e Secretaria de Educação para garantir infraestrutura completa a uma cidade que cresce rapidamente”, pontuou. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
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Terracap amplia atendimento em Arniqueira diante da alta demanda
Os ocupantes de 290 imóveis unifamiliares do Setor Habitacional Arniqueira têm até a próxima segunda-feira (23) para aderir ao edital de venda direta da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap). Diante do recorde de procura e da lotação frequente na área de atendimento ao cliente da agência, a autarquia realizará atendimento presencial aos moradores nos dias 19, 20 e 23 de março, na Administração Regional de Arniqueira (ADE Conjunto 02, lotes 33/34), das 8h às 12h e das 14h às 18h, para recebimento de propostas. O chamamento público nº 01/2026, com endereços, metragens e valores, está disponível no portal da agência. A venda direta é uma oportunidade de regularização fundiária, permitindo que os ocupantes legalizem seus imóveis, desde que cumpram os requisitos e os prazos estabelecidos. Conforme a Resolução nº 269 da Terracap, o mesmo imóvel pode ser ofertado em até três editais, com redução progressiva dos benefícios. No primeiro edital, há maior número de vantagens, como desconto de 25% para pagamento à vista, além de abatimentos referentes à infraestrutura e à valorização do imóvel. No segundo, permanecem apenas os abatimentos. Já no terceiro, o imóvel é ofertado a valor de mercado, sem descontos. Se o ocupante não adquirir o imóvel após os três editais, considera-se que houve renúncia ao direito de compra por meio da venda direta, e o imóvel pode ser incluído em licitação pública. O edital nº 01/2026 contempla imóveis com valores que variam de R$ 13,1 mil, para lotes de 77 m², a R$ 781,1 mil, para áreas de 2.261 m². O financiamento pode ser feito diretamente com a Terracap, sem intermediação de bancos, com prazo de até 360 meses para pessoas físicas. A Terracap realizará atendimento presencial aos moradores nos dias 19, 20 e 23 de março, na Administração Regional de Arniqueira | Foto: Divulgação/Terracap Novidades Além das condições já previstas, a Terracap incorporou demandas apresentadas pela população atendida, trazendo novos benefícios para facilitar a regularização. Uma das principais novidades é a possibilidade de uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Como a legislação permite a utilização do recurso apenas para aquisição de imóveis com habite-se, a Terracap concederá prazo para que o ocupante obtenha o documento de regularização e o registre na matrícula do imóvel. Para isso, será necessário optar pela concessão onerosa de uso no momento da proposta. Nesse caso, o prazo para início do pagamento será de até 180 dias, período em que o interessado poderá averbar o habite-se e solicitar a conversão da concessão em venda. Após a regularização, o FGTS poderá ser utilizado na aquisição do imóvel. Outra medida é a redução de 50% na taxa de juros do financiamento oferecido pela Terracap, que passa de 0,4% para 0,2% ao mês, tornando o pagamento mais acessível. [LEIA_TAMBEM]O edital também reconhece a possibilidade de existência de imóveis com características de interesse social (Aris) dentro de áreas classificadas como Arine. Nesses casos, famílias com renda de até cinco salários mínimos, que ocupem imóveis de até 250 m² e atendam aos critérios legais, poderão ser enquadradas na Regularização Fundiária de Interesse Social (Reurb-S). O processo será encaminhado à Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab-DF), com possibilidade de regularização por meio de doação, conforme previsto em lei. Como entrego a proposta? A proposta de compra ou concessão e a documentação exigida em edital podem ser apresentadas à Terracap de três maneiras: presencialmente, no edifício-sede da Terracap, localizado no Bloco F do Setor de Áreas Municipais (SAM) — atrás do anexo do Palácio do Buriti —, das 7h às 19h; na Administração Regional de Arniqueira, nos dias 19, 20 e 23 de março, das 8h às 12h e das 14h às 18h; ou de forma remota. Para quem não quiser comparecer pessoalmente para efetuar a entrega, todo o procedimento pode ser realizado de forma online, pelo site da Terracap ou pelo aplicativo para dispositivos móveis, disponível nas plataformas Android e iOS. Procure pelo menu “Serviços”. Ao encontrá-lo, o ocupante deve seguir os passos: clique em “Regularização – Venda Direta”. Ao abrir “Terracap – Serviços online”, acesse a plataforma com os dados de login. Na página inicial, clique em “Regularize Venda Direta”. Selecionado o “Regularize Venda Direta”, opte por “Passo 1 – Seleção de Imóvel”. Após o cadastro ser criado, um novo passo será inserido: “Passo 2 – Criar proposta”. Neste momento, será feita a confirmação das informações inseridas e o upload dos documentos. Encaminhe-os. O processo de envio estará concluído. Mais informações podem ser obtidas no call center da Terracap, pelo número (61) 3350-2222, ou via chat online, disponível no portal da agência. O atendimento é feito de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. *Com informações da Terracap
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Arniqueira acelera desenvolvimento com regularização fundiária e investimento em saúde e educação
O reconhecimento de Arniqueira como região administrativa, em outubro de 2019, marcou um novo capítulo na história da cidade. Após anos de reivindicação da comunidade, que hoje conta com aproximadamente 60 mil habitantes, passou a integrar oficialmente o mapa administrativo do Distrito Federal como a 33ª RA. Desde então, o Governo do Distrito Federal (GDF) implementou ações de planejamento urbano, ampliou serviços públicos e executou obras que transformaram a realidade e elevaram a qualidade de vida dos moradores. Ao longo dos últimos seis anos, Arniqueira recebeu investimentos em áreas estratégicas como regularização fundiária, mobilidade urbana, infraestrutura viária, educação, drenagem, iluminação pública, transporte coletivo, saúde e políticas sociais. Um dos principais avanços do período foi o início efetivo do processo de regularização fundiária, considerado um dos mais relevantes marcos jurídicos e sociais da região. O GDF, por meio da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), destinou uma área de aproximadamente 180 mil metros quadrados, avaliada em cerca de R$ 8 bilhões, para implantação de equipamentos públicos. No local, serão implantadas escolas, unidades de saúde, delegacia, Corpo de Bombeiros, serviços ao cidadão, além de espaços culturais e áreas de convivência, assegurando equilíbrio entre crescimento populacional e infraestrutura. Além disso, a administradora regional da cidade, Telma Rufino, destacou as novidades anunciadas em parceria com a Terracap. Entre elas, a doação de lotes de até 250 metros quadrados para famílias de baixa renda que atendam aos critérios estabelecidos. Moradores poderão utilizar o FGTS para aquisição dos imóveis, somado à redução das taxas de juros. “É uma medida que beneficia não só Arniqueira, mas todo o Distrito Federal, especialmente a população que mais precisa”, explicou. Na área social, ela enfatizou a importância do restaurante comunitário, primeira grande obra entregue na cidade. O equipamento atende a cerca de 3 mil pessoas por dia, e oferece café da manhã, almoço e jantar. A região também recebeu investimentos em drenagem pluvial, pavimentação e infraestrutura urbana, além da instalação de 55 contêineres para descarte adequado de lixo, medida que contribuiu para melhorar significativamente a organização da cidade. Ao longo dos últimos seis anos, Arniqueira recebeu investimentos em áreas estratégicas como regularização fundiária, mobilidade urbana, infraestrutura viária, educação, drenagem, iluminação pública, transporte coletivo, saúde e políticas sociais | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Na mobilidade urbana, os impactos são sentidos diariamente por quem circula pela região. Mais de 20 quilômetros de vias foram reformados, com investimentos superiores a R$ 15 milhões. A recuperação da Avenida Brasília, da Avenida Águas Claras, da Avenida Principal do SHA e da Avenida Vereda da Cruz trouxe mais segurança, conforto e fluidez para um tráfego intenso que ultrapassa 60 mil veículos por dia. A pavimentação de um novo trecho da Avenida Vereda da Cruz, que conecta Arniqueira a Águas Claras e a Taguatinga, reduziu o tempo de deslocamento e ampliou a integração regional. O cuidado com pedestres e ciclistas também ganhou destaque. A cidade recebeu mais de 6 quilômetros de novas calçadas acessíveis e cerca de 10 quilômetros de ciclovias que formam um corredor contínuo da Candangolândia até a EPNB, passando pela ADE e pelo Pistão Sul. Na ADE, quatro novos bolsões de estacionamento organizaram o fluxo de veículos, facilitaram o acesso a empresas e comércios e contribuíram para a redução de congestionamentos. A segurança urbana avançou com a modernização da iluminação pública. Por meio do Programa de Modernização da Iluminação, Arniqueira recebeu mais de 2.500 luminárias de LED que proporcionam ruas mais iluminadas, economia de energia, valorização imobiliária e mais tranquilidade para moradores e comerciantes. A educação também entrou em uma nova fase. A construção do primeiro Centro Educacional de Arniqueira, com investimento aproximado de R$ 13 milhões, já superou a etapa estrutural e avança para acabamento e construção da quadra poliesportiva. A unidade terá capacidade para atender mais de 1,5 mil estudantes dos ensinos fundamental II e médio, eliminando o deslocamento diário para outras regiões e oferecendo mais segurança e tranquilidade às famílias. Na saúde, o GDF autorizou a construção da primeira Unidade Básica de Saúde (UBS) da cidade, tipo II, com investimento de R$ 12 milhões da Terracap. A UBS contará com equipes multiprofissionais e atenderá moradores do SHA, Areal e ADE. A licitação será lançada em breve, com início das obras previsto para o primeiro semestre de 2026. Além disso, novos projetos, como a implantação de uma Feira Permanente, já estão em fase de planejamento para fortalecer a economia local e atender demandas apresentadas diretamente pela população.
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