Operação Adsumus cumpre mais uma etapa em Planaltina
Nesta quinta-feira (18), a Polícia Militar (PMDF) levou a Planaltina mais uma etapa da operação Adsumus, que tem como objetivo intensificar as atividades de prevenção e repressão aos crimes violentos letais intencionais (CVLIs), por meio da ampliação da presença policial em áreas estratégicas da cidade. Várias equipes especializadas da Polícia Militar participaram da ação | Foto: Divulgação/PMDF A operação foi coordenada pelo Comando de Policiamento de Missões Especiais (CPME). Participaram equipes especializadas e unidades operacionais da PMDF, como Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães), Batalhão de Choque (BPChoque), Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), Rondas Ostensivas Táticas Motorizadas (Rotam), Grupamento Tático Aéreo Móvel (Gtam) e Batalhão de Aviação Operacional (Bavop), além do Grupo Tático Operacional (Gtop). [LEIA_TAMBEM] Foram usadas viaturas, motocicletas e uma aeronave, ampliando a capacidade operacional e a cobertura do policiamento ostensivo na região. A Adsumus integra as estratégias da PMDF voltadas ao fortalecimento da segurança pública, à prevenção da criminalidade e à preservação da ordem pública no Distrito Federal. *Com informações da Polícia Militar do Distrito Federal
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Cachorros policiais ampliam capacidade de atuação no DF
Enquanto o ser humano apresenta entre 5 milhões e 6 milhões de receptores olfativos, os cães podem chegar a até 300 milhões, o que explica a precisão desses animais em operações policiais de detecção de drogas e explosivos e em busca de suspeitos. A atuação dos cães policiais se tornou peça estratégica nas ações de segurança pública e ganhou ainda mais evidência após a repercussão de uma operação em abril deste ano no Rio de Janeiro, na qual um pastor-belga-malinois ajudou a localizar um galpão usado como depósito de 48 toneladas de maconha — a maior apreensão da substância da história do Brasil. Os chamados K9, nomenclatura adotada internacionalmente em referência ao termo em inglês canine, são treinados e empregados em diferentes frentes em Brasília, onde o trabalho é desempenhado pelo Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães), da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Os agentes K9 do BPCães são separados por idade e modalidade Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Os cães são separados por idade e modalidade de atuação. Entre as funções exercidas por eles na capital, estão detecção de drogas e armas, identificação de explosivos e busca e captura de criminosos. Muitos agentes caninos já atuaram em grandes operações no DF e se destacam na corporação: Paçoca, Xamã e Izzy são conhecidos por terem participado de grandes apreensões de entorpecentes; Zang localizou drogas escondidas em um carro funerário; Scott tem histórico de apreensões de armas de fogo e drogas enterradas; Zaira atuou em operações de busca e captura de criminosos; e Eros ajudou na detecção de explosivos em diversas ocorrências, incluindo as explosões nas proximidades do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2024. Treinamento de ponta A seleção dos cães começa desde cedo. Os animais são avaliados recém-nascidos por uma equipe especializada, que observa instintos como impulso de caça, proatividade e facilidade em seguir comandos. Raças como pastor-alemão e, especialmente, pastor-belga-malinois, são priorizadas por apresentarem características como inteligência, resistência física, coragem e versatilidade. O treinamento é baseado na associação de odores ao reforço positivo O treinamento é baseado na associação de odores ao reforço positivo. Para o trabalho de farejamento de narcóticos, por exemplo, as próprias substâncias são utilizadas de forma controlada, sem qualquer contato direto dos animais com os entorpecentes, com impregnação do odor em materiais específicos usados apenas em treinamento. Rotina operacional Atualmente, o BPCães conta com 48 cachorros, alguns já formados e outros em fase de treinamento, entre eles 17 filhotes. O subcomandante do batalhão, major Yuri Dezen, ressalta que o BPCães é frequentemente acionado para apoiar outras unidades locais, com solicitações recorrentes para varreduras, identificação de explosivos e apoio em ocorrências com drogas e foragidos, além de receber unidades de outros estados para troca de experiências. O major Yuri Dezen explica: "Enquanto o policial cumpre a missão, o cão entende que venceu o jogo" Dezen destaca, ainda, que a renovação do plantel ocorre de forma contínua, com a aposentadoria gradual dos animais mais velhos e a entrada de novos filhotes, que passam por um período de treinamento de até um ano e meio, mantendo os que passam no processo. “Começamos desde cedo, por volta dos três meses do cão, quando ele passa a conhecer o ambiente e conseguimos avaliar se ele tem aptidão para o trabalho. Condicionado a identificar determinados odores, para o animal, vira uma brincadeira encontrar aquele cheiro e ser recompensado com um brinquedo ou carinho. Enquanto o policial cumpre a missão, o cão entende que venceu o jogo”, explica. A rotina operacional desses animais costuma durar até os 7 ou 8 anos de idade. Após esse período, os cães são desligados do serviço e seguem para a “aposentadoria” para que possam viver em lares amplos que ofereçam uma boa qualidade de vida. Geralmente permanecem com seus condutores em casa, mas também há casos de adoção pela comunidade.
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Cães de policiamento participam de ação na Rodoviária do Plano Piloto
Neste sábado (27), o Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães), da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), promoveu ação preventiva de varredura na Rodoviária do Plano Piloto e na Rodoviária Interestadual de Brasília, no âmbito das operações permanentes de combate ao tráfico de drogas e de armas de fogo. Cães especialmente treinados fazem parte da equipe da PMDF que ajuda a garantr a segurança da população | Foto: Divulgação/PMDF Durante a operação, foram empregadas as cadelas Ipa, de quatro anos, já formada e plenamente operacional, e Shanté, de nove meses, ainda em fase de treinamento. A PMDF investe na capacitação dos policiais e na excelência do policiamento com cães. A atuação do BPCães integra o trabalho contínuo da PMDF, que mantém presença permanente e ações preventivas em todas as regiões administrativas, com o objetivo de antecipar ilícitos, desarticular práticas criminosas e reforçar a segurança da população. [LEIA_TAMBEM]Em locais de grande circulação, como a Rodoviária Interestadual, esse emprego estratégico se mostra importante para coibir o tráfico interestadual de drogas e armas, uma vez que os cães circulam pelo local e, com faro apurado, contribuem de forma decisiva para a detecção de substâncias entorpecentes e armas de fogo. O resultado reforça o caráter preventivo, ostensivo e dissuasório da atuação da PMDF, que segue empregando seus diversos batalhões e modalidades de policiamento de forma integrada, atuando em todo o Distrito Federal para garantir a ordem pública e a segurança da sociedade. *Com informações da Polícia Militar do DF
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PMDF integra força-tarefa de varreduras antibombas na COP30 em Belém (PA)
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) participa da força-tarefa de varreduras antibombas da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), realizada em Belém (PA). Os policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e do Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães) integram as equipes responsáveis pelas varreduras antibombas em toda a área da Blue Zone, local que abrigará chefes de Estado, delegações internacionais e organizações multilaterais. Agentes do BPCães e do Bope do DF farão parte da força-tarefa da Senasp durante a COP30 | Foto: Divulgação/PMDF A atuação dos policiais da PMDF tem como objetivo garantir a segurança preventiva, apoiando os protocolos de proteção de autoridades e delegações, em articulação com os demais órgãos de segurança pública estaduais e federais. O trabalho conjunto evidencia o alto nível de preparo técnico dos militares da PMDF e o espírito de cooperação interinstitucional que marca a participação da corporação em grandes eventos nacionais e internacionais. *Com informações da PMDF
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PMDF abre seleção para curso operacional de cinotecnia
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) publicou o Edital DEA nº 106/2025, que regulamenta o processo seletivo interno para o curso operacional de cinotecnia 2025 – nível misto. O treinamento, organizado pelo Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães), tem como objetivo habilitar policiais para atuar com cães no policiamento, abordando técnicas de adestramento, policiamento tático, psicologia animal e manejo diário. O curso será realizado de 5 de setembro a 7 de novembro, com apresentação dos aprovados marcada para 1º de setembro, nas instalações do BPCães. São 35 vagas no total, sendo três para oficiais da PMDF; 27 para praças da PMDF, com prioridade para lotados no BPCães; cinco vagas para instituições convidadas. As inscrições devem ser realizadas até 13 de agosto na Unidade Policial Militar (UPM) do candidato | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília [LEIA_TAMBEM]As inscrições devem ser realizadas até 13 de agosto na Unidade Policial Militar (UPM) do candidato. É necessário apresentar identidade militar válida, exame de saúde periódico atualizado, certificado de curso de Direitos Humanos (mínimo 30 horas nos últimos cinco anos) e certidões negativas criminais. O certame será composto por duas fases: inscrição e análise documental; e teste de habilidades físicas específicas (THFE), de caráter classificatório e eliminatório, com provas como flexão ou suspensão na barra fixa, nado livre de 50 metros, transporte de cão manequim de 35 kg e subida em corda de 5 metros. As provas físicas para policiais da PMDF serão aplicadas em 21 e 22 de agosto e, para candidatos das demais instituições, no dia 27 de agosto. *Com informações do PMDF
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Fim de semana teve 253 condutores autuados por diferentes infrações
Entre a noite de sexta-feira (11) e a madrugada de domingo (13), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) empreendeu ações de fiscalização em diversas regiões administrativas. As ações ocorreram em Taguatinga, Guará, Sobradinho, Sobradinho II, São Sebastião, Ceilândia e Recanto das Emas, resultando em um total de 253 autuações por diversas irregularidades. Operação do Detran-DF envolveu parceria com outros órgãos de segurança | Foto: Divulgação/Detran-DF Durante o fim de semana, 113 condutores foram flagrados dirigindo sob efeito de álcool, sendo dois casos configurados como crime. Também foram identificados 34 motoristas inabilitados, 11 dirigindo com a CNH vencida, três com a habilitação suspensa ou cassada, um com categoria diferente da exigida para o veículo e 11 com escapamento livre ou defeituoso. Outras 36 autuações foram registradas por infrações diversas e 44 veículos removidos aos depósitos. Um dos casos de maior dimensão ocorreu em São Sebastião, onde o condutor de uma caminhonete Nissan prata, com o último licenciamento em 2020 e mais de R$ 9 mil em multas, sendo R$ 5.019,88 já em cobrança (nove multas) e R$ 4.101,58 ainda em fase de autuação (três multas), reagiu de forma agressiva ao ser informado de que o veículo seria removido ao depósito do Detran-DF. O condutor, que já havia se recusado duas vezes a realizar o teste do etilômetro em abordagens anteriores, foi novamente flagrado dirigindo sob influência de álcool e autuado por embriaguez ao volante. Ele passou a danificar o próprio veículo, que está registrado em nome de terceiro, e precisou ser contido pelos policiais militares. O homem foi encaminhado à 30ª Delegacia de Polícia, onde precisou assinar um termo circunstanciado por desacato e desobediência. Megaoperação em Sobradinho Da noite de sexta-feira até a madrugada de sábado, o Detran-DF coordenou uma operação integrada em Sobradinho, com apoio de diversos órgãos de segurança pública. A ação contou com a participação da Polícia Rodoviária Federal (PRF), do 13° Batalhão da Polícia Militar (13° BPM), do Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran), do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), da Rotam, do Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães) e do helicóptero Sentinela 01, do Detran-DF. Durante a operação, 354 veículos foram abordados e todos os condutores passaram pelo teste do etilômetro. A ação resultou em 47 autuações. O BPCães ainda fiscalizou nove ônibus na BR-020. Quatro pontos de bloqueio foram montados entre Sobradinho e Sobradinho II, reforçando a presença do Estado e o combate à criminalidade e à imprudência no trânsito. As operações de fiscalização fazem parte do esforço contínuo do Detran-DF para promover a segurança viária e a preservação de vidas no trânsito do Distrito Federal. *Com informações do Detran-DF
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Polícia Militar do DF abre seleção gratuita para treinamento e adestramento de cães
O Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães) da Polícia Militar do Distrito Federal está com inscrições abertas para o processo seletivo de cães que vão participar da próxima edição do Curso Operacional de Cinotecnia, com previsão de início para setembro. A iniciativa se destina aos tutores interessados em oferecer aos animais de estimação um treinamento de obediência básica conduzido pelos futuros policiais do batalhão especializado. O curso é gratuito. Durante o treinamento, que dura cerca de três meses, os cães selecionados ficam sob os cuidados da corporação e recebem instruções focadas em comandos simples de adestramento. A expectativa é selecionar cerca de 20 animais para a 39ª edição da formação. O curso é realizado com cães que nunca receberam nenhum tipo de adestramento | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “O curso é a porta de entrada para os policiais militares que desejam atuar no BPCães. Por isso é tão importante que eles aprendam desde cedo a conduzir e a treinar um cão. O objetivo é especializar e capacitar esses profissionais para trabalhar no batalhão. Dentro do curso de que eles participam, há essa parte de adestramento e obediência básica, e, para isso, a gente precisa de cães que não tenham tido nenhum adestramento. Por isso fazemos o processo seletivo para a comunidade”, esclareceu o coordenador do curso, tenente André Nascimento. Critérios de seleção Para participar, os cães devem atender a alguns critérios obrigatórios: ter entre 12 e 48 meses de vida, estar castrados, em boa condição física, livres de parasitas e apresentar exames e vacinas atualizados. A seleção será feita com base em avaliações da equipe técnica do BPCães, e os tutores devem fornecer os itens exigidos no edital, como ração, coleira repelente e vermífugo. Os custos referentes a alimentação, medicamentos e eventuais tratamentos veterinários são de responsabilidade dos tutores [LEIA_TAMBEM] “Nós buscamos cães sem nenhum tipo de adestramento anterior, com peso ideal entre 20 kg e 40 kg e escore corporal equilibrado. O processo é criterioso porque, além da parte prática, precisamos garantir que o animal se adapte bem à rotina do curso e se beneficie do aprendizado”, detalha o tenente. Os custos referentes a alimentação, medicamentos e eventuais tratamentos veterinários são de responsabilidade dos tutores. Já os treinamentos e acompanhamentos ambulatoriais serão realizados pelo batalhão, dentro dos limites legais estabelecidos pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária. Como participar Os interessados devem preencher o formulário online disponível neste link até o dia 30 deste mês. Após o cadastro, a equipe do BPCães entrará em contato para agendamento da avaliação presencial dos cães. Confira o edital na íntegra.
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Operação Força Total intensifica segurança no Plano Piloto e combate crimes em áreas estratégicas
O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), deflagrou, nesta quinta-feira (20), a operação Força Total, que contempla toda a Asa Norte e parte da Asa Sul. O objetivo é reforçar a segurança, aumentando a sensação de proteção dos moradores e combatendo, além do tráfico de drogas, crimes violentos e contra o patrimônio. Ação, que reúne equipes militares das forças especializadas, está em sua nona edição | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília Organizada pelo 1º Comando de Policiamento Regional, a ação contou com a participação de militares das forças especializadas da PMDF, como Batalhão de Operações Especiais (Bope), Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam), Regimento de Polícia Montada (Cavalaria), Batalhão de Aviação Operacional (BAvPM), Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães), Grupo Tático em Ações Motociclísticas (GTam) e Batalhão de Policiamento Rural (BPRural). O secretário-executivo de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury, destacou a atuação intensa das forças de segurança durante a operação, que está em sua nona edição. Na ocasião, o representante da pasta enfatizou o compromisso do governo em garantir a segurança da população do DF: “Dizer que não tem polícia na Asa Norte, no Plano Piloto, em todo o Distrito Federal é uma injustiça. A polícia está presente”. Apesar dos esforços, o secretário chamou atenção para os desafios enfrentados pelas forças de segurança em razão da reincidência criminal. Segundo ele, muitos dos suspeitos detidos já possuem antecedentes, mas voltam às ruas rapidamente. Policiamento reforçado “O governador está atento, investindo em tecnologia e no policial militar para manter a qualidade de vida da nossa cidade” Coronel Ana Paula Habka, comandante-geral da PMDF A comandante-geral da PMDF, coronel Ana Paula Barros Habka, lembrou que a ação não compromete o efetivo militar responsável pela segurança de outras cidades. “Estamos reforçando o efetivo aqui na operação Força Total, que ocorre em todo o Brasil com todas as polícias militares”, afirmou. “A PMDF está presente para coibir a criminalidade em áreas como Asa Norte, Asa Sul, Varjão, Vila Planalto, Noroeste e Sudoeste”. A representante da corporação citou os investimentos do GDF na área de segurança, com a formação de 1,2 mil novos policiais militares prevista para maio. “O governador está atento, investindo em tecnologia e no policial militar para manter a qualidade de vida da nossa cidade”, pontuou. A coronel também ressaltou a importância do diálogo com a comunidade e da atuação conjunta com outros órgãos para garantir a eficácia das operações, especialmente durante a madrugada. “Já intensificamos os horários noturnos e ajustamos o efetivo para atender as demandas da população”, detalhou. Sensação de segurança Ana Cristina Silva, moradora da Asa Norte: “A gente percebe que, quando eles estão nas ruas, boa parte dos criminosos foge” Moradora da Asa Norte, a funcionária pública Ana Cristina Silva, 63, fez questão de agradecer pessoalmente aos policiais pela operação desta quinta-feira. “Sou moradora daqui há mais de 30 anos, e, se não fosse essa operação, a gente estaria em uma situação bem pior”, disse. “Não é só quantidade; a gente percebe que, quando eles estão nas ruas, boa parte dos criminosos foge. Vim para dar apoio a eles, acho que eles merecem. Sempre venho agradecer”. Moradora da Asa Sul, a aposentada Maria Celeste Gliosci elogia a ação: “Essas operações mostram que a Polícia Militar e as outras forças engajadas estão trazendo para a população de Brasília uma sensação de acolhimento e, principalmente, buscando uma qualidade em segurança pública cada vez melhor” A aposentada Maria Celeste Gliosci, 69, mora na Asa Sul e reconhece o esforço da PMDF para manter a população da capital do país segura: “Essas operações mostram que a Polícia Militar e as outras forças engajadas estão trazendo para a população de Brasília uma sensação de segurança, de acolhimento e, principalmente, buscando uma qualidade em segurança pública cada vez melhor”.
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Referência nacional, BPCães da PMDF apreendeu cerca de 400 kg de substâncias ilícitas em 2024
Utilizando o faro para detectar o que é imperceptível ao olho humano, os cães policiais são de suma importância na apreensão de drogas e na interceptação de explosivos, armas e veículos. No ano de 2024, o Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães) foi fundamental em diversas operações de destaque, com ações no Supremo Tribunal Federal (STF) e na Câmara dos Deputados, além de missões humanitárias em apoio ao Rio Grande do Sul e a participação no Encontro do G20, que reforçam a relevância da equipe como referência nacional. A atuação das equipes no último ano resultou na apreensão de aproximadamente 400 kg de substâncias ilícitas no Distrito Federal, sendo 395,318 kg de maconha, 2,2 kg de cocaína e 845 gramas de crack – além de cinco armas de fogo, sete armas brancas e dez veículos interceptados pelo batalhão. A atuação das equipes no último ano resultou na apreensão de aproximadamente 400 kg de substâncias ilícitas no Distrito Federal | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília Além disso, os caninos ajudaram os policiais em ocorrências que possibilitaram a captura de três infratores em mata, o cumprimento de sete mandados de prisão e 966 ordens de serviço e, ainda, a apreensão de 90 munições e 10 artefatos explosivos. Uma das ocorrências de destaque foi na Rodoviária Interestadual, onde o grupamento interceptou e desativou dez granadas vindas do Rio de Janeiro, possivelmente destinadas ao Maranhão. A ação foi realizada em parceria com o esquadrão de bombas do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). Operações de destaque Os cães policiais, também chamados de K9, foram utilizados para atuar em ocorrências relacionadas aos atentados ao STF no dia 13 de novembro de 2024, como a explosão do carro do autor dos crimes na Câmara dos Deputados, na mesma data. Uma nova ninhada chegou no batalhão há cerca de duas semanas: três filhotes com aproximadamente 60 dias passam pela pré-avaliação dos policiais para se tornarem cães policiais O subcomandante do BPCães, major George Alberto Melo Rocha destacou que a atuação dos caninos foi essencial em diversos momentos, como em Ceilândia, onde a indicação do K9 Eros apontou a presença de explosivos em um armário. Isso permitiu que o robô fosse utilizado, evitando a baixa de um policial, visto que o artefato estava engatilhado e explodiu assim que a máquina abriu a porta com a indicação positiva do cão. “Nossa equipe foi a primeira a chegar ao veículo em chamas com explosivos no estacionamento, conseguimos apagar o fogo e evitar que outros explosivos fossem acionados. Também realizamos uma varredura na área e localizamos artefatos de fabricação caseira, incluindo na residência do cidadão em Ceilândia”, detalhou o major. Cursos e apoio interestadual Os cursos especializados na detecção de substâncias, armas e na busca por odores específicos também fazem parte do cotidiano do segmento da PMDF. Em 2024, a equipe do BPCães promoveu o Curso de Detecção de Substâncias, recebendo alunos de quatro estados, formando 30 novos operadores de detecção e demonstrando o reconhecimento nacional da técnica desenvolvida pela corporação. O subcomandante do BPCães, major George Alberto Melo Rocha destacou que a atuação dos caninos foi essencial em diversos momentos “As demandas só aumentam e, com isso, intensificamos o treinamento e a capacitação dos policiais. Tivemos operações de busca por suspeitos em áreas de mata, contando com cães especialistas nesse tipo de missão”, ressaltou o subcomandante do batalhão. O ano também foi marcado pelo envio de equipes do BPCães para compor a força-tarefa da PMDF na missão de ajuda humanitária aos desabrigados em razão das enchentes no Rio Grande do Sul, onde as ações abrangeram buscas, salvamentos e manutenção da ordem pública por meio do combate à criminalidade. “Foi uma contribuição de apoio naquele momento de extrema dificuldade de toda a população rio-grandense”, frisou Rocha. Trabalho contínuo e novos integrantes E o trabalho dos agentes por meio dos cães é contínuo, com diversas operações já feitas em 2025. No dia 15 de janeiro deste ano, o BPCães apreendeu 400 comprimidos de ecstasy e quatro porções de maconha na Rodoviária Interestadual de Brasília. No dia seguinte, a cadela Zaira localizou diversas porções de maconha no Guará em apoio à PCDF. Neste mês, o Batalhão de Cães também interceptou um veículo irregular no dia 19 e um foragido na Ceilândia no dia 21. Uma nova ninhada de filhotes chegou no batalhão há cerca de duas semanas, da qual três filhotes com aproximadamente 60 dias passam pela pré-avaliação dos policiais para se tornarem cães policiais e, se aprovados, reforçarem a equipe que integra a BPCães futuramente. “São três machos que chegaram com bastante disposição, agora vamos ver se eles estão aptos a se tornarem cães policiais. É um processo seletivo rigoroso e bem específico, temos bastante cuidado no manejo de filhotes para conseguirmos aproveitá-los ao máximo para que possam servir a população do Distrito Federal com qualidade”, reforçou o major Rocha.
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Trabalho do BPCães ganha destaque em ações no G20 e após explosões nas proximidades do STF
Especialmente preparados para identificar odores específicos, os cães farejadores têm sido empregados em várias operações do Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães), como revistas em grandes eventos, varreduras preventivas em edifícios públicos e investigações em áreas de risco. Esses animais, também denominados K9, são capazes de detectar até mesmo quantidades mínimas de substâncias explosivas, proporcionando uma resposta rápida e eficiente diante de possíveis ameaças. Entre as operações de destaque com a participação dos cães policiais do DF, está o caso das explosões na Praça dos Três Poderes que ocorreu no dia 13 de novembro, onde o K9 Eros foi o primeiro a detectar explosivos armadilhados na casa do autor do atentado, em Ceilândia. A ação do canino garantiu a segurança da equipe que realizava a varredura no local, após a identificação do responsável pelo lançamento de bombas próximo ao Supremo Tribunal Federal (STF). Esses animais, também denominados K9, são capazes de detectar até mesmo quantidades mínimas de substâncias explosivas | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília O soldado do BPCães Matheus Bonfim atuou na missão realizada em conjunto com o Batalhão de Operações Especiais (Bope) e a Polícia Federal. O militar contou que, após a varredura no local do atentado, as equipes se deslocaram até a casa que continha uma ameaça de explosivos. Assim que adentraram a casa e começaram a varredura com os cães, Eros foi até um armário da pia e sinalizou: sentou e ficou parado. “Aí veio a certeza de que ali tinha alguma coisa de explosivos. Em seguida lançaram o robô, que conseguiu puxar a garra do dispositivo no armário que o cachorro sinalizou. A bomba estava armadilhada em dois locais, uma em cada porta. Então, a gente tem a certeza de que o trabalho do cão está sendo bem feito”, detalhou o policial. Segurança internacional Dois cães especializados em detecção de explosivos (K9 Baldur e K9 Booster) também foram enviados para garantir a segurança na reunião da Cúpula do G20, realizada nos dias 18 e 19 de novembro no Rio de Janeiro. A Polícia Militar (PMDF) enviou uma Equipe Antibombas e de Contra Medidas formada por 12 policiais, sendo quatro cachorreiros do BPCães, com dois cães de detecção de explosivos, e oito policiais Caveiras e Explosivistas do Esquadrão Antibombas do Bope. A missão no Rio de Janeiro foi uma solicitação da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp/MJ) para apoiar a Polícia Federal (PF) e a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) na segurança das autoridades internacionais, incluindo os presidentes dos países e suas delegações. A PMDF realizou as varreduras preventivas de seis grandes hotéis do estado, incluindo o Hotel Nacional, além de veículos oficiais e bagagens das autoridades, para verificar se não havia explosivos escondidos nos ambientes que as delegações iriam visitar. O 2º tenente André Nascimento fez parte da operação no Rio de Janeiro e afirmou que a PMDF é reconhecida internacionalmente pelo trabalho com os cães na detecção de explosivos O 2º tenente André Nascimento fez parte da operação no Rio de Janeiro e afirmou que a PMDF é reconhecida internacionalmente pelo trabalho com os cães na detecção de explosivos. “Os cães têm 300 milhões de células olfativas, enquanto os seres humanos têm de 5 a 50 milhões. Eles têm a capacidade de identificar o odor de uma molécula de um explosivo, que seria praticamente imperceptível ao humano. Então, se houver algum explosivo escondido ou em um ambiente amplo, o animal consegue farejar e identificar com precisão – o que resulta na preservação da vida e da sociedade”, declarou. O militar destacou, ainda, que atualmente nenhuma máquina é capaz de se assimilar ao faro do cão. “É uma ferramenta extremamente importante para a identificação e para facilitar nosso trabalho. Porque enquanto eu demoraria até 2h em uma busca em um ambiente aberto, o cão faz em 5, 10 minutos com precisão e com certeza de que não há nenhum risco ali para a segurança ou para a saúde de alguém”. Trabalho contínuo Além de grandes eventos, os cães do batalhão também estão nas ruas diariamente prezando pela segurança da população e das equipes com que trabalham. Nesta quarta-feira (27), uma ação na Rodoviária Interestadual de Brasília foi realizada, com intuito de coibir o tráfico de substância entorpecente. Na ocasião, uma mulher foi detida e 85 tabletes de maconha (totalizando aproximadamente 85 kg da substância) foram apreendidos, além de uma porção de haxixe. O soldado do BPCães Matheus Bonfim atuou em missão realizada em conjunto com o Batalhão de Operações Especiais (Bope) e a Polícia Federal De acordo com um dos agentes da operação, 2º sargento Diego Delmondes da Costa Freitosa, com apoio do cadela Sig foi possível localizar as drogas que estavam escondidas em três malas de viagem na área de desembarque. Conduzida pelo policial, a cadela indicou a mala de uma passageira que estava sentada no banco e tinha mais duas malas no veículo. Após ser entrevistada pelos militares, ela assumiu que as malas não lhe pertenciam, mas que estava fazendo o transporte da substância. Ela foi levada à 1ª Delegacia de Polícia (DP) em flagrante. Delmondes destacou que operações de intensificação de policiamento na rodoviária com os cães fazem parte da rotina do batalhão e que as duas cadelas atuantes na ação saíram recentemente do treinamento e estão entrando na vida adulta, com pouco mais de 1 ano. “O cão é uma ferramenta importantíssima porque ele otimiza o nosso trabalho. O policial sem cão passaria ao lado da moça ou de qualquer outro e não notaria diferença alguma sem uma revista apurada, que demandaria muito tempo. E a droga saindo das ruas, o crime também diminui”, observou o policial. Treinamento Atualmente há 53 cães na ativa do BPCães no DF. A seleção dos filhotes começa na ninhada, com foco em pais previamente selecionados e características como impulsos e predisposições naturais. Desde cedo, os cães são treinados para desenvolver autonomia e instintos de farejamento, fundamentais em operações de segurança, especialmente na detecção de explosivos. A partir de 45 a 60 dias, com as vacinas em dia, inicia-se a ambientação, expondo o filhote a diversos locais, como áreas urbanas e rurais, rodoviárias, shoppings e embarcações, além de superfícies variadas, como água, areia e cimento, para que ele se familiarize com diferentes cenários e evite reações inesperadas no futuro. Simultaneamente, começa o treinamento específico, associando o odor do explosivo a uma recompensa, como brincadeiras ou alimento, garantindo que o cão busque o alvo com motivação e eficácia. “Quando os filhotes desmamam, a gente já começa a fazer estimulação de caça e apresentar os odores em panos impregnados. Os cães não têm contato com essa substância, só com o odor. A partir desse momento eles já começam a fazer o treinamento de registro dessas substâncias em diversos locais”, explica o 2º sargento da BPCães Adilio Lima, um dos responsáveis pelo treinamento dos cachorros. O policial acrescenta, ainda, que as equipes prezam muito pela autonomia dos animais, que desde cedo são estimulados a manter o instinto natural de farejar, serem curiosos e obedecerem, mas com incentivo na independência para que eles trabalhem sozinhos e executem as varreduras com distâncias seguras dos agentes.
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