Primeiro lote do Cartão Material Escolar é creditado para mais de 76 mil famílias
A Secretaria de Educação (SEEDF) creditou, nesta segunda-feira (2), o primeiro lote do Cartão Material Escolar (CME) de 2026. O benefício contempla 76.454 responsáveis por 114.168 estudantes da rede pública de ensino, totalizando investimento de R$ 36.091.440. O pagamento foi destinado às famílias que já possuem o cartão, incluindo aquelas que tiveram cartões vencidos e que foram renovados pelo Banco de Brasília (BRB) para uso do benefício em 2026. Quem não recebeu o benefício deve aguardar o segundo lote, previsto para março, que atenderá os novos beneficiários que ainda não possuem o cartão. Após a liberação do crédito, as famílias poderão adquirir os itens da lista de material nas papelarias cadastradas pelo Governo do Distrito Federal (GDF). A relação dos estabelecimentos credenciados está disponível no site da SEEDF. Com a liberação do crédito, as famílias já podem adquirir o material escolar nas papelarias cadastradas pelo GDF | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Têm direito ao subsídio os estudantes com idade entre 4 e 17 anos, matriculados regularmente na rede pública de ensino do DF. O valor do auxílio varia de acordo com a etapa de ensino: R$ 320 para alunos da educação infantil e do ensino fundamental e R$ 240 para os do ensino médio. [LEIA_TAMBEM]Investimento total Para este ano, a previsão é que o programa atenda cerca de 172 mil estudantes, com investimento total estimado em R$ 52 milhões. O programa Cartão Material Escolar é destinado aos alunos regularmente matriculados na rede pública de ensino do Distrito Federal cujas unidades familiares sejam beneficiárias do Bolsa Família. Em caso de dúvidas, os responsáveis podem entrar em contato com a SEEDF ou verificar a situação do cadastro diretamente na escola onde o estudante está matriculado. *Com informações da Secretaria de Educação
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Auxílios Vulnerabilidade e Excepcional oferecem apoio a famílias do DF que enfrentam situações críticas
Além dos benefícios continuados de assistência social, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social do DF (Sedes-DF), oferece suporte financeiro para as famílias em vulnerabilidade temporária ou afetadas por emergências, com os auxílios Vulnerabilidade e Excepcional. Tratam-se de benefícios eventuais voltados a ajudar a população de baixa renda — com renda per capita igual ou inferior a meio salário mínimo —, residente do DF e cadastrada no CadÚnico, no enfrentamento de situações críticas. “Esses benefícios fazem parte de um conjunto de ações que a Sedes desenvolve nas suas intervenções de política de assistência. São auxílios eventuais que são concedidos apenas em alguma situação de perda, risco ou dano, no caso do Vulnerabilidade, e do Excepcional em alguma situação de desabrigo temporário”, explica Raqueline Neves, da Subsecretaria de Assistência Social. O GDF mantém benefícios eventuais voltados a ajudar a população de baixa renda, residente do DF e cadastrada no CadÚnico | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Requisitos O Auxílio Vulnerabilidade é voltado às famílias de baixa renda que estejam passando por alguma situação crítica que agrave a situação de vulnerabilidade social. O benefício pode ser concedido em duas modalidades: pecúnia, no valor de R$ 408, em até seis parcelas por ano; e passagem interestadual — sendo uma no período de 12 meses —, para o retorno à cidade de origem ou eventual mudança em situação de risco ou violência. “É um apoio de caráter suplementar e provisório para que a família possa enfrentar a vulnerabilidade”, revela Raqueline. Já o Auxílio Excepcional é um benefício destinado a famílias ou pessoas que foram privadas de moradia em razão de catástrofes, desastres ou calamidades públicas; risco geológico ou salubridade; desocupação de áreas ambientais; realocações e assentamentos; e situação de rua ou risco pessoal excepcional. O valor é de até R$ 600 por mês, por até seis meses, podendo ser prorrogado por igual período. [LEIA_TAMBEM]“Esse é um benefício subsidiado pela política de habitação. Ele se destina exclusivamente ao pagamento de aluguel ou imóvel residencial em situações de catástrofe, calamidade pública ou evento de risco”, complementa a técnica. As famílias interessadas podem solicitar os benefícios em qualquer uma das unidades de assistência da Sedes-DF, como os centros de referência de Assistência Social (Cras) e Especializado de Assistência Social (Creas) e as unidades do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centros Pop). A liberação depende do contexto de vida de cada cidadão.
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Cartão Creche: Saiba quem tem direito e como pedir o benefício para educação infantil
O Governo do Distrito Federal (GDF) segue investindo para garantir educação de qualidade para a população. Um dos instrumentos é o Cartão Creche, benefício criado em 2020 e efetivado em 2021, que virou política pública em 2022 por meio da Lei Distrital nº 7.064. O programa permite o acesso a crianças de 4 meses a 3 anos e 11 meses ao ensino infantil em instituições privadas, reduzindo a fila de espera na rede pública. Só no primeiro semestre deste ano, foram disponibilizadas 10.809 vagas, com 8.963 crianças já matriculadas. O benefício é concedido mensalmente no valor de R$ 920 (para Maternal I e II), R$ 1.051 (para Berçário II) e R$ 1.472 (para Berçário I) para o pagamento da mensalidade das instituições de ensino habilitadas. Atualmente, o DF conta com 109 estabelecimentos credenciados pela Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) que gere o programa em conjunto com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes). A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, destaca a importância do Cartão Creche para o desenvolvimento educacional saudável e integral das crianças. “O Cartão Creche é uma forma de apoiar as famílias para que elas possam confiar que seus filhos estão em um lugar seguro, com cuidado e estímulo adequados. Garantir essa atenção nos primeiros anos é investir em uma base para o futuro de toda a nossa comunidade escolar”, afirma. O programa permite o acesso a crianças de 4 meses a 3 anos e 11 meses ao ensino infantil em instituições privadas, reduzindo a fila de espera na rede pública | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A titular da pasta ainda acrescenta o papel do benefício para as famílias: “Isso não ajuda somente no desenvolvimento das crianças, mas também dá às mães e pais a chance de seguir trabalhando ou estudando, sabendo que seus pequenos estão bem amparados”. Como funciona Têm direito ao auxílio às crianças de 4 meses a 3 anos e 11 meses de idade – já completados ou a completar até 31 de março do ano em que o benefício for concedido –, que estejam inscritas no Cadastro de Solicitação de Vagas em Creches da Coordenação Regional de Ensino (CRE). A pré-inscrição ocorre por meio de contato com a Central 156, via Sistema Telematrícula. Após o cadastro, o responsável legal deve apresentar a documentação necessária na Coordenação Regional de Ensino (CRE) da região onde deseja a vaga. A inscrição será validada e homologada após a entrega dos documentos. A criança passará, então, a constar na fila de espera, de acordo com a pontuação e critérios de ranqueamento descritos no Manual de Procedimentos. Cada criança contemplada recebe um cartão magnético individual, emitido em seu nome conforme os dados cadastrados no sistema de gestão escolar. O valor creditado mensalmente será correspondente ao atendimento prestado pela instituição educacional parceira onde a criança estiver matriculada.
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