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Biologia Médica

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Laboratório Central de Saúde Pública do DF superou marca de 550 mil exames em 2025 

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) oferece um serviço laboratorial de referência, seguro e ágil que contribui de forma estratégica para o controle epidemiológico e sanitário na capital: o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-DF). Somente em 2025, a unidade realizou mais de 550 mil exames, atendendo às demandas essenciais de diversas áreas da saúde. Do total alcançado no ano passado, a Gerência de Biologia Médica realizou a maior parte dos exames, cerca de 500 mil, com destaque para o Núcleo de Virologia (424 mil exames). A Gerência de Medicamentos e Toxicologia foi responsável por quase 21 mil verificações, enquanto a Gerência de Controle e de Qualidade de Produtos e Ambientes chegou a mais de 30 mil. O Lacen-DF participa de diversas pesquisas, como de resistência bacteriana, hanseníanse, tuberculose e infecções sexualmente transmissíveis | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF “Juntamente com outros parceiros, o laboratório realiza vigilância sanitária e epidemiológica, ou seja, vigilância em saúde. Essa atuação traz mais segurança para a sociedade, não só a respeito das doenças em si, como também em relação ao consumo de alimentos e medicamentos”, explica a diretora do Lacen-DF, Grasiela Araújo.  Novos equipamentos foram adquiridos ao longo de 2025, contribuindo para ampliar a produtividade e a qualidade das entregas do órgão. Comparado com 2024, o laboratório teve um acréscimo de 95% de sua execução orçamentária. Desse total, cerca de 22% foram voltados à aquisição de equipamentos entre autoclaves, aparelhos de ar-condicionado, cabines de segurança biológica e refrigeradores de ultrabaixa temperatura.  Planos Para 2026, uma das prioridades é a implementação da vigilância laboratorial de metanol em bebidas. A iniciativa permitirá ao Lacen-DF atuar de forma mais célere e precisa na investigação de surtos de intoxicação por bebidas adulteradas, produtos químicos e outras ocorrências com potencial risco à saúde pública.  Os planos também incluem a ampliação da oferta de diagnóstico molecular para doença de Chagas, malária, leishmaniose e Pneumocystis jirovecii. Aquisição de novos equipamentos ao longo de 2025 ampliou produtividade e qualidade das entregas do órgão  [LEIA_TAMBEM] O Lacen-DF é um laboratório público que integra o Sistema Único de Saúde (SUS). A equipe é composta por farmacêuticos bioquímicos, biomédicos, médicos, enfermeiros, nutricionistas, biólogos, administradores, bibliotecários, além de analistas e técnicos de diversas áreas.  Além das atividades de vigilância, o Lacen-DF participa de pesquisas estratégicas, como estudos sobre resistência bacteriana, que contribuem para o fortalecimento do sistema brasileiro de vigilância e prevenção da resistência aos antibióticos. A unidade atua, ainda, em pesquisas sobre hanseníase, tuberculose e infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). No rol entra também o sequenciamento genético dos vírus da dengue e de agentes respiratórios, em parceria com o Instituto Butantan - passo fundamental para subsidiar a produção de vacinas e monitorar a circulação viral. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Resultados zerados e testes liberados

Com foco e em tempo recorde, 35 profissionais zeraram a fila de pendências | Foto: Agência Saúde Graças à força-tarefa promovida por servidores durante este fim de semana, o Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF) conseguiu zerar a fila de 3,8 mil exames RT-PCR pendentes de resultado para detectar casos suspeitos da Covid-19. Mais do que isso, os esforços levaram o laboratório a atingir a marca de 80 mil testes liberados desde o início da pandemia, em março, até esta segunda-feira (10). [Olho texto=”“Seria impossível atingir a marca de 80 mil exames se não fosse essa força-tarefa e a dedicação dos servidores”” assinatura=”Fabiano Costa, gerente de Biologia Médica do Lacen” esquerda_direita_centro=”centro”] A equipe é formada por aproximadamente 50 servidores, que possibilitam ao Lacen funcionar 24 horas por dia, durante toda a semana. Mas, desde sexta-feira (7), em torno de 35 profissionais se comprometeram exclusivamente a zerar a fila. “Somente ontem [9] foram quase 2 mil exames liberados. Vários servidores se disponibilizaram a vir no fim de semana, fora de suas escalas e independentemente de carga horária contratual, com esse objetivo de zerar essas amostras represadas”, afirmou o gerente de Biologia Médica do Lacen-DF, Fabiano Costa. Equipe de Biologia Molecular realizou diagnósticos e desenvolveu técnica que possibilita aumentar média diária de exames RT-PCR | Foto: Agência Saúde Com os profissionais a postos, todos os equipamentos do Lacen-DF para testes ficaram direcionados no fim de semana para entregar os resultados dos exames de coronavírus pendentes. Assim, ao longo de três dias, quase 5 mil amostras foram liberadas. “Seria impossível atingir a marca de 80 mil exames se não fosse essa força-tarefa e a dedicação dos servidores”, agradeceu o gerente. Novo protocolo Além disso, o Lacen-DF também desenvolveu e aprimorou um novo protocolo de extração interno, para dar respostas mais céleres aos casos suspeitos de Covid-19. Tudo isso graças à equipe de Biologia Molecular, que, além de realizar o diagnóstico, desenvolveu a técnica que possibilitou aumentar a média diária de exames RT-PCR. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Neste protocolo, determinado volume do reagente de extração é pipetado (levado de um recipiente a outro) em placa de PCR, seguido da adição da amostra. Essa placa passa por uma etapa de variação de temperatura em termobloco e gelo, depois submetida à RT-PCR. Essa técnica permite um resultado mais rápido e com menor custo. Surgiu devido à alta demanda por testes para diagnosticar a Covid-19 e a dificuldade mundial em adquirir os kits para extração automatizada de ácidos nucleicos, que é etapa inicial do processo de detecção molecular do vírus Sars-CoV-2, essencial em exames do tipo RT-PCR.   * Com informações da Secretaria de Saúde

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Lacen vira referência no diagnóstico da tuberculose

O Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen/DF) foi certificado pelo Ministério da Saúde como referência regional para diagnóstico de tuberculose e micobacterioses não tuberculosas.  Agora, as quatro unidades da federação existentes na Região Centro-Oeste brasileira – a segunda maior em superfície territorial – contam com todo o aparato oferecido pelo laboratório, que pertence à Secretaria de Saúde do DF. “A habilitação no edital de referenciamento em tuberculose é fruto de investimentos na aquisição de insumos, capacitação de servidores, ampliação do escopo de análises e de esforços de toda a equipe do Lacen”, enfatizou o diretor do laboratório, Jorge Chamon. O Lacen integra a estrutura da Subsecretaria de Vigilância à Saúde (SVS) e, além do Centro-Oeste, poderá ampliar essa detecção para estados de outras regiões do território nacional. Ele conta com equipamentos de última geração e realiza técnicas convencionais e moleculares para diagnóstico de doenças bacterianas, virais, fúngicas e parasitárias.  Foto: Dênio Simôes/Agência Brasília. As análises dos técnicos também colaboram com programas de diagnóstico e monitoramento terapêutico do Ministério da Saúde, o que contribuiu para que a unidade se tornasse um dos centros de referência em resistência bacteriana no Brasil.  “É extremamente gratificante o fato de a Região Centro-Oeste contar com um laboratório de referência em tuberculose. Isso aumenta a capacidade de resposta diagnóstica e em um tempo oportuno para a população do DF e de nossos estados vizinhos”, complementou o gerente de Biologia Médica, Fabiano Queiroz.  A Gerência de Biologia Médica (GBM) faz diagnóstico e controle de agravos de grande importância à saúde pública do DF. A unidade é composta pelos núcleos de Bacteriologia, Técnicas Especiais, Virologia, Parasitologia e Micologia.   * Com informações da Secretaria de Saúde/DF  

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