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CEF Queima Lençol

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Projeto Construindo a Cultura de Paz chega ao CEF Queima Lençol para transformar o ambiente escolar

Nesta sexta-feira (21), o Centro de Ensino Fundamental (CEF) Queima Lençol, no Setor Habitacional Fercal, recebeu o projeto Construindo a Cultura de Paz. Com um investimento de R$ 400 mil, a iniciativa das educadoras Débora Carreira e Lair França é executada pela Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) em parceria com o Instituto Latinoamerica, oferece oficinas, palestras e distribuição de livros para fortalecer o respeito e a convivência harmoniosa entre estudantes e educadores. A escola é a primeira a receber a ação, que também será levada a outras três escolas públicas do DF. “Queremos tirar a ideia de que cultura de paz é algo utópico e mostrar que, na verdade, é uma necessidade para a sobrevivência humana”, diz uma das coordenadoras do projeto, Débora Carreira (ao centro) | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./ Agência Brasília O projeto atenderá estudantes dos anos iniciais do ensino fundamental I, com o objetivo de construir uma cultura de paz e prevenção ao bullying. “Queremos mostrar a educadores e estudantes que, por meio da arte, da cultura e da música, podemos ressignificar o espaço escolar e fortalecer a cultura de paz diariamente”, explica uma das idealizadoras do projeto, Débora Carreira. Ela destaca que o projeto surgiu com a intenção de alcançar a rede pública, especialmente diante do aumento dos episódios de violência escolar nos últimos anos. Os alunos tiveram oficinas dinâmicas e interativas, com contação de histórias, atividades musicais e até uma oficina especial chamada “Rap da Paz”. O foco, segundo Débora, é proporcionar experiências prazerosas para que o conceito de cultura de paz se torne algo concreto, prático e essencial para a convivência diária. “Queremos tirar a ideia de que cultura de paz é algo utópico e mostrar que, na verdade, é uma necessidade para a sobrevivência humana”, finaliza. “O foco é desenvolver a comunicação não violenta como ferramenta para a resolução de conflitos e a construção de um ambiente escolar mais respeitoso e inclusivo”, diz o vice-diretor da CEF Queima Lençol, Marc Araújo (à direita) Segundo o vice-diretor da CEF Queima Lençol, Marc Araújo, na Secretaria de Educação, há um grande desafio em atender os alunos do ensino fundamental, especialmente do 6º ao 9º anos. Muitos projetos não chegam a essa faixa etária, mas é essencial que esses estudantes ingressem no ensino médio com mais maturidade para lidar com os desafios da adolescência. Ele ressalta que a violência muitas vezes é vista como algo natural nessa fase, mas o objetivo é mostrar que existem outras formas de expressão e resolução de conflitos sem recorrer à agressão. “O projeto traz uma abordagem antibullying e antirracista, ensinando os alunos a lidarem com problemas por meio do diálogo, e não da agressão ou do confronto. O foco é desenvolver a comunicação não violenta como ferramenta para a resolução de conflitos e a construção de um ambiente escolar mais respeitoso e inclusivo”, pontua Marc. Maria Clara Tavares acredita que ações como esse projeto possam ajudar alunos a refletir e a mudar comportamentos Para a estudante Maria Clara Tavares, de 12 anos, esse tipo de ação faz com que se sinta segura no ambiente escolar. “Muitas vezes sofremos por causa da aparência, seja por obesidade ou por sermos muito magrinhos. Acho que essa ação faz com que os alunos reflitam e parem de agir dessa forma”, afirma. Ela ainda ressalta que a iniciativa pode tornar os alunos mais empáticos, o que faz diferença no dia a dia. Brayan da Silva, de 11 anos, já percebe que a prática do bullying é algo prejudicial, pois pode levar a pessoa à depressão e a pensamentos negativos. Ele conta que, após as oficinas, a convivência tem melhorado e os colegas estão mais tranquilos e se ajudando mais, principalmente nos deveres. Quando há algum problema, em vez de brigar, eles buscam ajuda na direção da escola, o que demonstra mais união e respeito entre todos. No lançamento do projeto, houve diversos momentos simbólicos, como a entrega da Flâmula da Paz, que simboliza o compromisso da escola com a construção de um ambiente pacífico; a execução da canção Paz pela Paz; o plantio da Árvore da Paz e abraço coletivo, todos com o objetivo de criar um espaço de pertencimento e fortalecer a cultura de paz. Para tornar o projeto ainda mais lúdico, foi apresentado o mascote Pazito, o passarinho da palavra. Confira as próximas escolas que receberão as atividades do projeto: → 28 de março: Escola Classe Vicente Pires → 4 de abril: Escola Classe 10 de Sobradinho → 11 de abril: Escola Classe Riacho Fundo

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Escolas do Distrito Federal terão horta com captação de água da chuva

Projeto de captação inclui calhas, caixa d’água de 10 mil litros, bomba e kit irrigação | Foto: Emater-DF A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) já  instalou 30 equipamentos de captação de água das chuvas e de irrigação de hortas em escolas espalhadas por todo o Distrito Federal. O projeto de captação inclui calhas, caixa d’água de 10 mil litros, bomba e um kit irrigação. Na segunda etapa serão entregues insumos como sementes e adubos para finalizações das hortas. O objetivo é auxiliar os alunos nas tarefas de educação ambiental e sustentabilidade. O projeto vai proporcionar conhecimento a estudantes e professores sobre práticas de plantio e sustentabilidade. A presidente da Emater-DF, Denise Fonseca, e o deputado distrital Leandro Grass, foram conferir, nesta quarta-feira (9), a instalação em duas escolas na Fercal, núcleo rural de Sobradinho. [Olho texto=”“Temos 700 alunos. A ideia é trabalhar com as turmas e dividir entre as que vão adubar, plantar e cuidar da colheita. A estruturação de uma horta por eles será uma oportunidade muito boa de aprendizado”” assinatura=”Sandra Harumi, diretora do CED Fercal” esquerda_direita_centro=”centro”] As unidades de ensino público CED Fercal e CEF Queima Lençol foram contemplados pelo projeto por meio de emenda parlamentar destinada pelo deputado, verba que também vai beneficiar outras 15 escolas. Hoje, a rotina anual da Emater-DF é atender a mais de 150 hortas por ano, com instalações, assistência e entrega de insumos. “Quando a gente traz essa oportunidade da criança fazer uma horta, conhecer o valor nutricional dos alimentos e as formas de produzir com sustentabilidade, é muito gratificante e importante. É um processo de transformação necessário diante de um mundo que precisa cada vez mais de consciência ambiental e práticas sustentáveis”, ressaltou a presidente da Emater-DF. “A gente está muito feliz de ver esse trabalho acontecendo. Muito em breve, os meninos estarão aqui colocando a mão na terra, colocando a mão na massa. Esse é um projeto pedagógico muito legal”, ressaltou o deputado durante a visita ao CED Fercal. Ele agradeceu a parceria com a Emater e a aceitação das escolas à proposta e lembrou que o projeto vai ter início apenas na volta às aulas, com ações dos próprios alunos. “Temos 700 alunos. A ideia é trabalhar com as turmas e dividir entre as que vão adubar, plantar e cuidar da colheita. A estruturação de uma horta por eles será uma oportunidade muito boa de aprendizado”, disse a diretora da escola CED Fercal, Sandra Harumi. No CEF Queima Lençol, a diretora Lindonor Maria ressaltou: “Esse projeto da Emater veio para somar e foi providencial aqui para a escola”. A diretora e a vice do CED Fercal receberam a presidente da Emater, a gerência de Agricultura Urbana da empresa e o deputado Leandro Grass | Foto: Emater-DF Para as escolas, além de servir como aprendizado aos alunos, o projeto vai proporcionar economia de água da Caesb. Na época da chuva, a água captada vai servir para limpeza das instalações dos centros educacionais, já que a água da chuva servirá como irrigação direta para a horta, conforme lembrou o extensionista da Emater-DF Cleison Duval, que também esteve no encontro. Coordenador do Programa de Agricultura Urbana da empresa, o engenheiro-agrônomo Rogério Vianna explicou que, diante das metas sustentáveis, o projeto é de extrema relevância. “Abrange a gestão dos recursos hídricos, o aproveitamento de água, a sustentabilidade, segurança alimentar, educação ambiental. Esses são todos os aspectos que o projeto engloba”, destaca. Cada metro quadrado de telhado resulta numa economia de mil litros de água por ano, conforme explica Vianna. A caixa de armazenamento da água tem capacidade para armazenar 10 mil litros, disse o assessor da Emater Tiago Leite. O projeto está alinhado ao Plano Estratégico do Governo do Distrito Federal no âmbito da ampliação do manejo da água e do solo. Escolas atendidas Pelo projeto, são beneficiadas escolas de Taguatinga, Fercal, Piriripau II, Taquara em Planaltina, Cruzeiro, Gama, Santa Maria, Rio Preto em Planaltina, Recanto das Emas, Samambaia, 113 Norte no Plano Piloto, 308 Sul no Plano Piloto, Lago Norte, Queima Lençol em Sobradinho e Vale Verde em Planaltina. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O projeto está sendo viabilizado por meio de destinação de emendas parlamentares dos deputados distritais Leandro Grass (Rede), Reginaldo Sardinha (Avante) e Claudio Abrantes (PDT). “Em um período em que estamos com pouco recurso, é fundamental uma emenda como essa”, ressalta Rogério. Semelhante às hortas que serão instaladas nas escolas, recentemente o projeto foi implantado em hortas comunitárias no Guará pela Emater-DF. Também já foram iniciadas tratativas para implantação das estruturas de cultivo em Ceilândia e no Paranoá.   * Com informações da Emater-DF

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CEF Queima Lençol retoma expediente em dez dias

Os reparos no CEF Queima Lençol, em Sobradinho, começaram nesta sexta-feira (8), dia seguinte aos danos causados pelas fortes chuvas de quinta-feira. A empresa contratada pela Secretaria de Estado de Educação do DF criou uma força-tarefa para limpeza e retirada das telhas que desabaram sobre três blocos de salas de aula – um deles, junto com o administrativo, será recuperado (provisoriamente) até o final da próxima semana, permitindo o retorno de 60% dos estudantes às aulas até o dia 18. Os demais alunos serão realocados em escolas próximas, na mesma região. Se necessário, a Secretaria fornecerá transporte escolar para quem precisar. As aulas, suspensas na semana dos dias 11 a 14 de novembro, serão repostas até o dia 20 de dezembro, sem prejuízo do cumprimento do calendário escolar para os 676 estudantes da escola. Estes reparos foram orçados em R$ 300 mil. Ciplan Além disso, a Secretaria encaminhará hoje ofício à Ciplan, empresa responsável pela obra entregue no ano passado, pedindo a realização dos reparos necessários no restante da escola, de forma que evite que o mesmo problema ocorra novamente. Esta é a segunda vez que a escola alaga. A obra de construção da EC Queima Lençol foi objeto de um TAC firmado pelo MPDFT e a Ciplan. Os três blocos da escola foram afetados. A cobertura de um bloco de salas de aula foi mais de 50% levantada pelos ventos e lançada sobre os outros dois blocos, também provocando danos em sua cobertura.  Foto: Divulgação Hoje pela manhã, a Diretoria de Engenharia acionou a CEB para ajustes na parte elétrica da unidade. A empresa de informática também foi chamada e deve conectar os computadores assim que a energia for religada. Protocolos A Secretaria reuniu todas as suas subsecretarias e assessorias num escritório de situação para resolver os problemas causados pelas chuvas e providenciar protocolos que orientem os gestores da rede pública de ensino a lidar com situações de emergência, como estas provocadas por chuvas e tempestades. Os protocolos vão propor treinamento sobre como se comportar nestas situações e vão permitir que a Secretaria atue ainda com maior rapidez nestas situações. A realocação dos estudantes e a reorganização das rotas do transporte escolar também serão revistas, de forma a causar o mínimo de transtorno na vida dos estudantes e de suas famílias. * Com informações da Secretaria de Educação/DF

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