Liberados R$ 42,1 milhões para pagamento do Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e DF Social
Foram liberados, nesta segunda-feira (3), R$ 42,1 milhões para o pagamento do Cartão Gás, do Cartão Prato Cheio e do DF Social. A maior parte desse montante, R$ 24,7 milhões, foi investida no Prato Cheio, com crédito de R$ 250, utilizado para compra de alimentos. O auxílio é pago em ciclo de 18 parcelas para famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional. O Cartão Prato Cheio teve, em junho, 8.725 famílias contempladas, sendo 4.269 entrando pela primeira vez no programa e que devem retirar os cartões nas agências do BRB, e 4.456 retornando. Estes devem utilizar o cartão que já possuem. Para pagamento do DF Social, foram investidos R$ 10,4 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Entre os contemplados do programa, 299 famílias abriram as contas sociais digitais para receber o benefício mensal. Já o Cartão Gás teve investimento de R$ 7 milhões para atender a 70 mil famílias. Em junho, foram 620 novas famílias beneficiadas com o programa. No site GDF Social, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo fazer a busca pelo nome do titular do auxílio. Para fazer a retirada, é preciso apresentar documento oficial com foto e CPF.
Ler mais...
Como saber se você tem direito ao Cartão Gás no DF
Famílias de baixa renda do Distrito Federal podem receber o benefício do Cartão Gás, que repassa R$ 100 a cada dois meses para a compra de botijão de gás de cozinha de 13 quilos. Atualmente, cerca de 70 mil famílias são atendidas pelo programa na capital. Não existe inscrição específica para participar do programa. A seleção é feita automaticamente com base nas informações registradas no Cadastro Único (CadÚnico). Por isso, manter os dados atualizados é fundamental para que a família possa ser considerada elegível. Podem receber o benefício famílias inscritas no CadÚnico que residam no Distrito Federal, tenham renda familiar mensal de até meio salário mínimo por pessoa e tenham informado no cadastro que parte da renda é comprometida com a compra do gás liquefeito de petróleo (GLP), utilizado no botijão de cozinha. Também é necessário que o responsável familiar tenha pelo menos 16 anos e CPF informado no Cadastro Único. Não podem participar do programa pessoas em situação de rua nem famílias acolhidas em instituições coletivas. A análise para concessão do benefício é feita com base nas informações do Cadastro Único | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Caso o número de famílias aptas seja maior do que os recursos disponíveis, a prioridade é dada nesta ordem: às famílias monoparentais chefiadas por mulheres com crianças de até 6 anos; famílias com crianças nessa faixa etária; famílias com pessoas com deficiência; e famílias com idosos. Cadastro atualizado Como a concessão ocorre automaticamente, não é preciso procurar um órgão público para solicitar o Cartão Gás. A análise considera exclusivamente as informações declaradas no Cadastro Único. Por isso, é importante verificar se estão corretos o CPF do responsável familiar, a composição da família, o endereço de residência no Distrito Federal, a renda e a informação de que há comprometimento da renda com a compra do botijão de gás. A ausência dessa declaração ou do CPF do responsável impede a concessão do benefício. Como saber se você foi contemplado A consulta para verificar se a família foi contemplada pode ser feita pelo Sistema de Cadastro Socioeconômico, clicando aqui. Basta informar o CPF e a data de nascimento do responsável familiar. O sistema informa se o benefício foi concedido e indica a agência bancária onde o cartão estará disponível para retirada. A relação de beneficiários costuma ser divulgada na semana em que ocorre o pagamento. O cartão é emitido em nome do responsável familiar e encaminhado, preferencialmente, para uma agência próxima ao endereço registrado no Cadastro Único. Após a disponibilização, ele deve ser retirado em até 120 dias. Valor e regras do benefício O crédito é de R$ 100, liberado a cada dois meses, e pode ser utilizado exclusivamente para a compra de botijão de gás de cozinha de 13 quilos em estabelecimentos credenciados. O auxílio não possui prazo determinado para encerramento. A família permanece recebendo o benefício enquanto continuar atendendo aos critérios estabelecidos pelo programa. O Cartão Gás pode ser cancelado caso não seja retirado dentro do prazo de 120 dias, seja identificado recebimento indevido por diferentes integrantes da mesma família ou residência; ou sejam constatadas informações falsas ou uso de meios ilícitos para ingressar ou permanecer no programa. Passo a passo para participar ⇒ Estar inscrito e manter atualizado o Cadastro Único; ⇒ Conferir se o CPF do responsável familiar, renda, composição familiar e endereço no DF estão corretos; ⇒ Declarar no cadastro que parte da renda é destinada à compra do botijão de gás; ⇒ Aguardar a seleção automática; ⇒ Consultar o resultado no Sistema de Cadastro Socioeconômico do BRB com CPF e data de nascimento do responsável familiar; ⇒ Caso seja contemplado, retirar o cartão na agência indicada em até 120 dias; ⇒ Utilizar o crédito de R$ 100, liberado a cada dois meses, exclusivamente para a compra de botijão de gás de 13 quilos. Em caso de dúvidas, a pessoa pode buscar atendimento pelo site oficial; pela Central 156; pela Ouvidoria, no telefone 162; ou por este portal.
Ler mais...
Redes de assistência social, educação e trabalho garantem ao DF o topo em ranking de desenvolvimento humano
O Distrito Federal alcançou o topo do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) do Brasil em 2024, com a marca histórica de 0,866, e conquistou a faixa de "muito alto desenvolvimento humano", acima do resultado nacional (0,805). Esse índice não é apenas uma estatística fria em um relatório. Por trás dos números que medem saúde, educação e renda estão milhares de vidas que encontram na rede de proteção e incentivo do Governo do Distrito Federal (GDF) a força necessária para reescrever as próprias histórias. O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Samambaia Sul chega a atender quase 30 mil famílias por ano “Para as famílias que mais precisam, as políticas sociais talvez sejam as únicas formas de garantir o mínimo, como a comida na mesa" Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social Entre 2021 e 2024, o índice brasiliense teve avanço de 0,043, ou 5,2%, quando ficou em 0,823. Em 2012, o resultado do DF era de 0,824. O IDHM, uma adaptação do índice global para avaliar a realidade das unidades federativas e municípios, avalia o bem-estar e o progresso de longo prazo da população. A escala varia de 0 a 1 e é calculada com base no desempenho em três dimensões fundamentais do desenvolvimento humano: a garantia de uma vida longa e saudável (longevidade e saúde), o acesso ao conhecimento (educação) e um padrão de vida decente (renda e trabalho). O Radar IDHM 2024 é o documento com os dados mais recentes. A publicação é elaborada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), em parceria com a Fundação João Pinheiro (FJP) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para sustentar esse topo e transformar o vigor econômico em bem-estar social nas regiões administrativas, o GDF atua de forma integrada: a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) lidera uma rede de proteção com programas inovadores como o Cartão Prato Cheio e o DF Social, que garantem segurança alimentar e dignidade; a Secretaria de Educação impulsiona os índices educacionais com a menor taxa de analfabetismo do país e o avanço histórico do programa Alfaletrando, que já alfabetizou 65% das crianças até o 2º ano; enquanto a Secretaria de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet) fecha o ciclo de desenvolvimento humano, ao fomentar a autonomia financeira por meio da capacitação profissional do QualificaDF e da revitalização comunitária do RenovaDF. Gerente do Cras de Samambaia Sul, Paolo Sousa: "Há famílias que tinham uma condição precária de alimentação e, hoje, após o Prato Cheio, têm dignidade na alimentação” Luz no fim do túnel A cozinheira Diana Patrícia Moura sabe bem o que esse amparo significa. Diagnosticada com uma doença grave em outubro do ano passado, ela se viu impossibilitada de trabalhar. Sem renda, morando de aluguel e focada no tratamento médico, o medo da fome bateu à porta. A resposta veio por meio do Cartão Prato Cheio, que garante R$ 250 mensais para a compra de alimentos a 130 mil famílias no DF, em 18 parcelas. "Vai ajudar muito, porque tem que pagar aluguel, né? Fora o aluguel, o mais caro é a comida. Então, vai ser bem-vindo", desabafa a moradora de Samambaia Sul, agora com a tranquilidade de ter o alimento garantido durante sua luta pela saúde. O diferencial de acolher os cidadãos nos momentos mais críticos e garantir o mínimo para recomeçar é o que sustenta essa ampla rede de apoio. A secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira, explica que para muitas pessoas o Estado é a única porta possível a bater. “Para as famílias que mais precisam, as políticas sociais talvez sejam as únicas formas de garantir o mínimo, como a comida na mesa, com o benefício do Cartão Prato Cheio, o Cartão Gás e o DF Social, que complementam a renda e reduzem o impacto nos orçamentos dessas pessoas”. Tamires Nigre, mãe de recém-nascida, sentiu o alívio de ter a alimentação da família assegurada pelo Prato Cheio O amparo, no entanto, não se restringe à transferência de renda, mas exige um olhar humanizado que atua na raiz do bem-estar social. “Seja com um pernoite no Hotel Social para garantir dignidade e oportunidades para outras políticas públicas ou com acompanhamento adequado dos Cras, além de garantir direitos, essas políticas socioassistenciais reconstroem vidas e também previnem vulnerabilidades e reduzem as mazelas, melhorando a qualidade de vida para toda a população do DF”, complementa a secretária. "A gente foi a uma consulta da neném e precisa de um remedinho, que não tenho como comprar neste momento. Mas, quando vier, esse benefício vai dar uma ajuda" Tamires Negre, dona de casa, mãe de recém-nascida Essa reconstrução de vidas busca, acima de tudo, construir uma ponte para a autonomia. Tamires Negre, mãe de uma recém-nascida de apenas 22 dias, vive em uma casa com seis pessoas e já sentiu o alívio de ter a alimentação da família assegurada pelo Prato Cheio. Agora, a dona de casa precisa da Bolsa Natalidade, que oferece kit com enxoval e R$ 200 para famílias vulneráveis, para ajudar nas despesas com a bebê. "Ajuda muito. A gente foi a uma consulta da neném e precisa de um remedinho, que não tenho como comprar neste momento. Mas, quando vier, esse benefício vai dar uma ajuda", relata a moradora de Samambaia Norte, que encontra na rede de assistência um amparo para o desgaste físico e mental da maternidade. Nas trincheiras do atendimento diário, gestores testemunham essas transformações de perto. Paolo Sousa, gerente do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Samambaia Sul — unidade que chega a atender quase 30 mil famílias por ano —, explica a dimensão desse impacto. "Há famílias que tinham uma condição precária de alimentação e, hoje, após o Prato Cheio, têm dignidade na alimentação”, relata. Autonomia e desligamento dos benefícios O objetivo central, no entanto, é devolver a independência aos cidadãos. O diretor se emociona ao contar sobre as famílias que pedem o desligamento voluntário dos benefícios porque alcançaram a autonomia. “O nosso trabalho gera frutos", comemora. Ele relembra o agradecimento recente de uma mãe atendida na unidade: "Ela falou: 'Muito obrigado, porque vocês, enquanto equipamento público, nos proporcionaram acesso ao estudo'. Com o dinheiro que ela recebia, ela se qualificou, conseguiu pagar um estudo mínimo para a filha, que depois passou em um concurso”, conta Sousa. Avanço alcançado pelas famílias depois de receber desmistifica preconceito de muitas pessoas sobre os programas sociais Para o diretor, o avanço real dessas pessoas desmistifica qualquer preconceito sobre os programas sociais. "Isso tira a ideia que, infelizmente, muitas pessoas têm de que quem recebe algum benefício fica acomodado. Não, isso não existe. Hoje os números mostram a diferença. Os programas de transferência de renda trazem, sim, autonomia para que essas famílias consigam sair da insegurança alimentar e gerir a própria vida", completa. Educação é o pontapé inicial Para que as famílias consigam dar esse salto definitivo, a base educacional é imprescindível. Hoje, o DF tem a menor taxa de analfabetismo do país para maiores de 15 anos e pode celebrar a marca de 65% das crianças alfabetizadas ao fim do 2º ano do ensino fundamental, índice que supera a meta nacional. "Cada estudante que permanece na escola e conclui sua trajetória educacional representa um avanço concreto para o desenvolvimento humano do DF” Iêdes Soares Braga, secretária de Educação interina Ao refletir sobre como essas salas de aula constroem a liderança do DF no desenvolvimento humano, a secretária de Educação interina, Iêdes Soares Braga, enfatiza que o conhecimento é o principal instrumento de transformação social e desenvolvimento humano. “Quando ampliamos o acesso à escola, fortalecemos a alfabetização, garantimos a permanência dos estudantes e investimos na formação profissional, estamos impactando diretamente a qualidade de vida da população." Os avanços educacionais do Distrito Federal refletem não apenas em melhores indicadores de escolaridade, mas também em mais oportunidades, geração de renda, inclusão social e perspectivas de futuro para nossos jovens. Cada estudante que permanece na escola e conclui sua trajetória educacional representa um avanço concreto para o desenvolvimento humano do DF”, avalia a secretária. Novos capítulos [LEIA_TAMBEM]Com cidadãos amparados e educados, as portas do mercado se abrem, completando o ciclo virtuoso que impulsiona o IDHM. Apenas nos primeiros meses de 2026, as agências do Trabalhador disponibilizaram quase 25 mil vagas de emprego. Em paralelo, o vigor econômico se comprova nos números do programa Emprega DF, programa de incentivo do GDF que dá benefícios fiscais a empresas que investem, mantêm e geram emprego no DF. Além de alcançar firmas já instaladas na capital federal, a iniciativa procura atrair novos empreendimentos e, assim, alavancar a economia local. Entre 2019 e 2024, houve aumento superior a 3.200% na geração de empregos diretos (saltando de 321 para 10.608 postos), além de crescimento dos investimentos de empresas, de R$ 37,1 milhões para R$ 189,3 milhões. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), Thales Mendes, explica a engrenagem por trás dessa economia pulsante: “O Distrito Federal tem se consolidado como um lugar cada vez mais atrativo para viver, trabalhar e investir. Além da localização estratégica e da diversidade econômica, o DF conta com pessoas empreendedoras e dispostas a aproveitar novas oportunidades. A expectativa é seguir ampliando a geração de empregos, fortalecendo os negócios locais e levando mais qualificação profissional para todas as regiões administrativas. Quando criamos oportunidades perto de onde as pessoas vivem, impulsionamos o desenvolvimento e melhoramos a qualidade de vida de toda a população".
Ler mais...
Liberados R$ 42 milhões para pagamento do Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e DF Social
A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou nessa segunda-feira (1º), R$ 42,2 milhões para o pagamento do Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e do DF Social. A maior parte desse montante, R$ 24,7 milhões, foi investida no Prato Cheio, com crédito de R$ 250, utilizado para compra de alimentos. O auxílio é pago em ciclo de 18 parcelas para famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional. O Cartão Prato Cheio teve em junho 8.296 novas famílias contempladas que devem utilizar o cartão que já possuem. Para pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10,5 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Entre os contemplados do programa, 255 famílias abriram as contas sociais digitais para receber o benefício mensal. Já o Cartão Gás teve investimento de R$ 7 milhões para atender a 70 mil famílias. Em junho, foram 764 novas famílias beneficiadas com o programa. A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) é verificada no site do GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo fazer a busca pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. O Cartão Prato Cheio teve em junho 8.296 novas famílias contempladas que devem utilizar o cartão que já possuem | Foto: Divulgação/Sedes-DF “A governadora Celina Leão tem como prioridade o combate à fome e à pobreza. Benefícios como o Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e o DF Social colocam comida na mesa e reduzem o impacto do dia a dia nos orçamentos das famílias que mais precisam. E assim vamos seguir, entregando dignidade e com um olhar especial para as pessoas mais vulneráveis”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. Nova contemplação Ainda em junho haverá uma nova contemplação para famílias que vão entrar pela primeira vez no programa. Elas vão poder consultar, a partir da segunda quinzena do mês, em gdfsocial.brb.com.br em qual agência do Banco Regional de Brasília (BRB) devem buscar seus cartões. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)
Ler mais...
Do acolhimento ao benefício: como acessar programas sociais no DF
Antes de conseguir organizar a própria vida, a dona de casa Mariana Burcos, de 42 anos, precisou romper com um ciclo de violência doméstica enquanto buscava apoio para cuidar do filho com transtorno do espectro autista. Foi nesse caminho que ela encontrou, na rede de assistência social do Distrito Federal, mais do que benefícios: acolhimento, orientação e a chance de recomeçar. Hoje, atendida por diferentes programas do GDF, ela vê no suporte recebido a possibilidade de garantir estabilidade para a família. Atualmente, Mariana é atendida por programas como o Cartão Prato Cheio, benefícios voltados a pessoas com deficiência e o auxílio-aluguel. Ao buscar apoio para o filho, ela foi encaminhada a diferentes serviços, fez o Cadastro Único e teve acesso a benefícios como o Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas). “Eu estava em uma situação difícil, sem rede de apoio, e aqui encontrei orientação, paciência e humanidade. Isso fez toda a diferença para recomeçar. Não foram só os benefícios, mas também o apoio para reorganizar a minha vida”, conta. No Centro de Referência de Assistência Social (Cras), é possível fazer inscrição no Cadastro Único | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília Histórias como a de Mariana se repetem entre os beneficiários da rede socioassistencial do DF, que têm nos serviços públicos a porta de entrada para auxílios financeiros e acompanhamento social. É o caso da diarista Cristiana de Souza, 50 anos, que recebe o Bolsa Família e tem acesso ao Cartão Prato Cheio. Durante a pandemia, Cristiana enfrentou problemas de saúde e ficou impossibilitada de trabalhar, tendo buscado atendimento no posto de saúde da Vila Planalto. A partir dali, ela foi encaminhada ao Centro de Referência de Assistência Social (Cras), onde realizou a inscrição no Cadastro Único, etapa fundamental para a análise e inclusão nos programas. “Os programas me ajudam muito, porque estou com problemas relacionados à menopausa e preciso de medicações. O benefício contribui tanto com esses gastos quanto com a alimentação. É um auxílio importante no dia a dia”, afirma Cristiana. Cristiana de Souza ressalta que os benefícios que recebe ajudam nos gastos com remédios e com a alimentação O Governo do Distrito Federal (GDF) disponibiliza diversos benefícios sociais voltados à população em situação de vulnerabilidade, com o objetivo de garantir acesso a direitos básicos, promover inclusão e reduzir desigualdades. Os programas atendem desde famílias de baixa renda até públicos específicos, como idosos, pessoas com deficiência e mulheres em situação de violência, com serviços que vão do apoio financeiro ao acompanhamento socioassistencial. “Este GDF triplicou o investimento no desenvolvimento social e temos a convicção de que é um marco histórico, por isso somos referência Brasil afora no combate à pobreza e no combate à fome. O importante agora é que as famílias vulneráveis se informem da melhor maneira para terem acesso aos benefícios e serviços porque temos casos de famílias que aguardam uma contemplação no Prato Cheio, já foram contempladas, mas não buscaram o cartão, por exemplo”, ressalta a secretária interina de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo. Para ter acesso, o cidadão deve procurar uma unidade do Cras, preferencialmente com agendamento pela Central 156, por meio do qual são feitos o cadastro e a avaliação para inclusão nos programas disponíveis; ou buscar atendimento pelo site da Secretaria de Desenvolvimento Social do DF (Sedes-DF). Em geral, é necessário ter renda per capita mensal de até meio salário mínimo, apresentar CPF, de preferência do responsável familiar, e, se possível, documentos de todos os integrantes da família. A seleção para a maioria dos programas no DF, como o DF Social, é automática e baseada nos dados do CadÚnico. 32% porcentagem da população do DF inscrita no CadÚnico Atualmente, o Distrito Federal tem quase 500 mil famílias inscritas no Cadastro Único, sistema que dá acesso a programas e benefícios sociais. Segundo a Sedes-DF, responsável pela gestão do CadÚnico na capital, mais de 90% dos cadastros estão atualizados. Ao todo, das mais de 2,9 milhões de pessoas que vivem no DF, cerca de 32% estão inscritas no sistema. Principais programas sociais DF Social — Concede R$ 150 mensais a famílias com renda per capita de até meio salário mínimo inscritas no CadÚnico. A seleção é automática, conforme cruzamento de dados e disponibilidade orçamentária, e o programa atende a cerca de 70 mil beneficiários. O valor pode ser sacado, usado para pagamentos ou transferências via Pix. A consulta da contemplação pode ser feita no Sistema de Cadastro Socioeconômico. Após a aprovação, é necessário abrir a conta social digital pelo aplicativo do BRB. Cartão Prato Cheio — Benefício de R$ 250 destinado à compra de alimentos para famílias em situação de insegurança alimentar. Atualmente, cerca de 130 mil pessoas recebem até 18 parcelas. A solicitação deve ser feita por meio de atendimento socioassistencial no Cras, com agendamento pela Central 156 ou pelo site sedes.df.gov.br. A situação também pode ser acompanhada pelo portal Sistema de Cadastro Socioeconômico. Cartão Gás — Auxílio de R$ 100, pago a cada dois meses, para a compra de botijão de gás, atendendo cerca de 70 mil famílias. A seleção é automática, a partir do CadÚnico atualizado e conforme critérios do programa. A consulta da contemplação é feita no Sistema de Cadastro Socioeconômico, e a retirada do cartão ocorre na agência do BRB indicada na mensagem de aprovação. Bolsa Família — Programa federal de transferência de renda acessado por meio do Cadastro Único, voltado a famílias em situação de pobreza e extrema pobreza. Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas) — Garante um salário mínimo mensal a idosos com 65 anos ou mais e a pessoas com deficiência de baixa renda, também mediante inscrição no Cadastro Único.
Ler mais...
Liberados R$ 42 milhões para pagamento do Cartão Gás, DF Social e Prato Cheio
A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou, nesta quarta-feira (1º), R$ 42,1 milhões para o pagamento do Cartão Gás, DF Social e Prato Cheio. A maior parte desse montante, R$ 24,6 milhões, foi destinada ao programa Cartão Prato Cheio, que teve 6.023 novos contemplados neste mês. A iniciativa concede crédito de R$ 250, pago em ciclo de 18 parcelas, a famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional para a compra de alimentos. Para o pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10,5 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Já o Cartão Gás recebeu investimento de R$ 7 milhões, também atendendo 70 mil famílias. Além disso, 350 famílias foram contempladas para receber o valor de R$ 100 a cada dois meses para a compra de gás liquefeito de petróleo (GLP), o botijão de cozinha. [LEIA_TAMBEM]“Neste mês tivemos mais de seis mil famílias vulneráveis contempladas no Cartão Prato Cheio. Juntamente com o DF Social e o Cartão Gás, o GDF tem combatido a fome e a pobreza, garantindo o mínimo a essas pessoas que tanto precisam”, afirmou a secretária-adjunta de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo. Consulta A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) pode ser feita no site do GDF Social. No portal, o cidadão encontra informações sobre a agência onde deve retirar o cartão, realizando a busca pelo nome do titular do benefício, mediante apresentação de documento oficial com foto e CPF. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
Ler mais...
GDF que fez: ações do governo contribuem para melhorar a vida da população em diversas áreas
O Distrito Federal vive um tempo de ação. Nos últimos anos, a população tem se deparado, diariamente, com inúmeras obras e programas feitos pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para melhorar a vida daqueles que nasceram ou escolheram a capital federal para morar. Algumas obras são mais visíveis, como os novos viadutos — 11 foram construídos desde 2019 — e o Túnel Rei Pelé, a maior obra viária deste GDF, que ajudou a desafogar o trânsito na região de Taguatinga. Ainda na mobilidade, houve a conclusão das obras na Saída Norte, que receberam o nome de Complexo Viário Joaquim Domingos Roriz; a criação do Corredor Eixo Oeste, ligando o Sol Nascente/Pôr do Sol ao Plano Piloto; e a reconstrução do viaduto no Eixão Sul, que havia desabado em fevereiro de 2018. O Viaduto Luiz Carlos Botelho, no Sudoeste, é uma das obras entregues pelo GDF Para quem usa o transporte público, também não faltaram ações. Foram feitas, por exemplo, seis novas rodoviárias em diferentes regiões administrativas. Sem esquecer, é claro, do Vai de Graça, programa que garante tarifas gratuitas nos ônibus e no metrô aos domingos e feriados, e que tem sido sucesso entre os brasilienses: em um ano, foram quase 40 milhões de viagens. Se o assunto é infraestrutura, não há como não falar do Drenar-DF, o maior sistema de drenagem da história do Distrito Federal, que pôs fim às enchentes no início da Asa Norte. Alagamentos, aliás, que eram um problema também em Vicente Pires. Eram, no passado. Hoje, a região administrativa virou exemplo de urbanização, após investimentos de R$ 420 milhões. O Drenar-DF pôs fim às enchentes no início da Asa Norte Quem também tem virado exemplo é o Sol Nascente/Pôr do Sol. A área foi uma das quatro novas regiões administrativas criadas desde 2019. Com uma administração regional própria, vieram mais obras, sobretudo de urbanização, a exemplo da pavimentação de vias, da construção de calçadas e dos serviços para captar água da chuva e evitar alagamentos. Água, saúde e segurança Direitos fundamentais, o acesso à água, a saúde, e a segurança também receberam grandes investimentos. A crise do desabastecimento, que levou a um inédito racionamento de água no DF, ficou para trás: foram feitas diversas obras hídricas, como a construção de adutoras e a interligação de reservatórios, para garantir que esse triste episódio não voltasse a ocorrer. Na saúde, além da contratação de profissionais e das obras em unidades já existentes, estão em construção sete novas unidades de pronto atendimento (UPAs) para dar uma resposta rápida às necessidades dos cidadãos, em um local próximo de suas casas. Já na segurança, o DF voltou a ter delegacias dia e noite, funcionando 24 horas por dia. Educação e cultura Cartão Material Escolar tem o objetivo de garantir a compra de itens escolares por estudantes em situação de vulnerabilidade social Na educação básica, desde 2019, foram feitas 13 novas escolas e 27 novos centros de educação da primeira infância (Cepi), onde pais e mães podem deixar os filhos pequenos com segurança enquanto trabalham. Aqueles que precisam também podem contar com uma ajuda para os gastos escolares: para eles, foram criados o Cartão Material Escolar e o Cartão Uniforme Escolar. Já no ensino superior, o DF, depois de décadas de espera, enfim, ganhou uma universidade distrital para chamar de sua. A UnDF foi criada oficialmente em 2021, a fim de democratizar o acesso a cursos de graduação e pós-graduação. A cultura, por sua vez, viu espaços fechados há anos serem reabertos e modernizados, sendo o principal deles o Teatro Nacional Claudio Santoro. O equipamento voltou a abrir as portas em dezembro de 2021, com a entrega da sala Martins Pena, cuja restauração recebeu investimento de R$ 70 milhões. Agora, já estão autorizadas as obras em outros espaços, como a sala Villa-Lobos, onde serão investidos mais R$ 268,3 milhões. Casa, trabalho e comida no prato O sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, costumava dizer que "quem tem fome, tem pressa". É ele , aliás, quem dá nome a um selo concedido por dois anos consecutivos ao DF pelas ações de combate à insegurança alimentar. Entre essas ações, estão a construção de quatro novos restaurantes comunitários e o retorno do preço do almoço a R$ 1 nesses locais. Hoje, são, ao todo, 17 equipamentos do tipo em funcionamento, sendo que 14 oferecem café da manhã, almoço e jantar, de domingo a domingo. Para aqueles que cozinham em casa, foi criado o Cartão Gás, que oferece auxílio de R$ 100 para a compra do insumo. O GDF também tem garantido o direito à moradia para milhares de famílias. Desde 2019, foram entregues cerca de 14 mil unidades habitacionais em diferentes locais, como no Itapoã Parque, maior projeto habitacional em desenvolvimento no Brasil, premiado nacionalmente. E para quem procura o primeiro emprego ou uma nova chance, o DF também tem sido um lugar de oportunidades. Prova disso é a criação do RenovaDF. Um dos maiores programas de capacitação profissional do Brasil, ele oferece um curso e uma bolsa para auxílio financeiro para os participantes que, em troca, ajudam na recuperação de equipamentos públicos. Desde o lançamento, o Renova já formou mais de 30 mil alunos. Pessoas que só buscavam uma oportunidade e mostraram que, com dedicação, é possível fazer.
Ler mais...
GDF recebe Selo Betinho por ações de combate à fome pelo segundo ano consecutivo
Pelo segundo ano consecutivo, o Distrito Federal foi reconhecido com o Selo Betinho pelo trabalho no combate à fome e na garantia da segurança alimentar. A premiação, concedida pela Organização da Sociedade Civil Ação da Cidadania em reconhecimento aos esforços dos governos locais na implementação de ações e políticas públicas na área, foi entregue nesta quarta-feira (18), em cerimônia no Palácio do Buriti, com participação da vice-governadora Celina Leão. Durante a cerimônia, a vice-governadora afirmou que o reconhecimento reflete o resultado de políticas públicas articuladas para ampliar o acesso à alimentação no Distrito Federal: “Esse prêmio reconhece nosso trabalho e nossa meta, que é cuidar de quem mais precisa. E isso se dá pelos números dos nossos programas: os restaurantes comunitários, que, em 2019, serviam 6 milhões de refeições, hoje entregam 17 milhões por ano, com ampliação para café da manhã, jantar e funcionamento aos fins de semana. Além de programas como a Cesta Verde e tantos outros. Sabemos que precisamos ampliar cada vez mais e vamos continuar trabalhando para ter um olhar especial para as pessoas”. Celina Leão destaca que o GDF tem vários programas sociais, como o Cesta Verde e os restaurantes comunitários: "Vamos continuar trabalhando para ter um olhar especial para as pessoas" | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A secretária de Desenvolvimento Social e presidente da Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan-DF), Ana Paula Marra, destacou que o trabalho conjunto entre diferentes áreas do governo é essencial para fortalecer a segurança alimentar e apoiar a agricultura familiar no Distrito Federal. “Quando a gente fala sobre esse selo e esse reconhecimento é sobre nosso desafio de investir na agricultura familiar e nos pequenos produtores, para fazer com que aquele alimento saudável chegue à mesa de quem mais precisa”, reforçou. Para concessão do selo, são avaliados, entre outros critérios, a existência e o funcionamento de instâncias do Sistema Nacional de Segurança Alimentar (Sisan); a implementação de programas e ações voltados ao combate à fome; e a transparência e monitoramento das políticas de segurança alimentar. Ana Paula Marra reforçou que o Selo Betinho reconhece a importância de este GDF investir na agricultura familiar | Foto: Matheus Borges/Agência Brasília Segundo a representante nacional do Conselho da Ação da Cidadania, Maíra Oliveira, o Selo Betinho reconhece governos que adotam políticas públicas eficazes no combate à fome e à insegurança alimentar e atingem 70% dessas metas. “A famosa frase do sociólogo Herbert de Souza [o Betinho, criador da Ação da Cidadania], ‘quem tem fome tem pressa’, dá o significado de muito do que fazemos, principalmente as ajudas emergenciais para que consigamos combater a fome em todos os níveis”, observou. Iniciativas Desde 2019, este GDF tem fortalecido e criado programas para expandir o acesso à alimentação regular e de qualidade no Distrito Federal. Entre as ações está a implementação dos cartões Prato Cheio, que concede benefício de R$ 250 por mês a famílias em vulnerabilidade social para compra de alimentos; e Gás, auxílio financeiro em parcelas bimestrais no valor de R$ 100 para aquisição do gás para uso doméstico. Os dois programas juntos já beneficiaram mais de 170 mil famílias. 18 Número de restaurantes comunitários em funcionamento no DF O governo ainda ampliou o programa de restaurantes comunitários, com a inauguração de novas unidades, o aumento do número de refeições oferecidas e o fornecimento de alimentação gratuita a pessoas em situação de rua. Atualmente, o DF conta com 18 unidades, das quais 13 funcionam todos os dias (incluindo domingos e feriados) e contam com três refeições ao valor total de R$ 2 (sendo R$ 0,50 o café da manhã, R$ 1 o almoço e R$ 0,50, o jantar). Por meio da agricultura familiar, o DF também garante acesso à alimentação a famílias vulneráveis. É o caso do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), política executada pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri) que prevê a compra de itens produzidos por pequenos produtores locais para destinação a entidades socioassistenciais cadastradas nos equipamentos de segurança alimentar, como o Banco de Alimentos das Centrais de Abastecimento (Ceasa). Entre 2019 e 2024, o PAA recebeu investimentos de R$ 11.567.193,01 do GDF para adquirir 2.633.373,25 kg de alimentos produzidos pelos agricultores locais. Esses números garantiram comida à mesa de 1.304 entidades sociais, totalizando 333.450 beneficiários. Outro exemplo é o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que garante refeições saudáveis para os alunos da rede pública vindos da agricultura familiar. Entre 2019 e 2024, o Pnae contou com a participação de 5.325 produtores familiares e atendeu mais de 400 mil estudantes em 697 escolas. O programa Solidariedade Salva já arrecadou mais de 200 toneladas de alimentos não perecíveis para serem doados a famílias em situação de vulnerabilidade O GDF conta também com o programa Solidariedade Salva, coordenado pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais. Desde o início, a ação já arrecadou mais de 200 toneladas de alimentos não perecíveis para serem doados a famílias em situação de vulnerabilidade. Premiações Fundada pelo sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, a Ação da Cidadania foi criada em 1993 e é considerada referência em ações de combate à fome e à miséria no Brasil. A certificação foi criada no ano passado pelo instituto com o objetivo de divulgar as políticas públicas e ações interessantes que podem ser referência no combate à fome para outras cidades. A premiação tem validade de um ano e o processo de avaliação é voluntário, sem custos para as cidades participantes. No fim do ano passado, o DF também foi destaque na primeira edição do Prêmio Brasil Sem Fome, no qual o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) reconheceu experiências que fortaleceram o Sisan e contribuíram para garantia do Direito Humano à Alimentação Adequada, especialmente em áreas de maior vulnerabilidade e risco social.
Ler mais...
Liberados R$ 49 milhões para pagamento de Cartão Gás, DF Social e Prato Cheio
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) liberou, nesta terça-feira (3), R$ 49,2 milhões para o pagamento do Cartão Gás, DF Social e Cartão Prato Cheio. A maior parte desse montante, R$ 31,8 milhões, foi investida no Cartão Prato Cheio. O programa concede crédito de R$ 250, pagos em ciclo de 18 parcelas, a 130 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional para compra de alimentos. Investimentos no DF Social foram de mais de R$ 10 milhões, contemplando 70 mil famílias | Foto: Divulgação/Sedes-DF No DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10,4 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Entre os contemplados do programa, 30 famílias abriram as contas sociais digitais para receber o benefício mensal. [LEIA_TAMBEM]O Cartão Gás, por sua vez, teve investimento de R$ 7 milhões, abrangendo também 70 mil famílias. Foram contempladas 476 novas famílias, que agora passam a receber R$ 100 a cada dois meses para compra do gás liquefeito de petróleo, o botijão de gás de cozinha. “Os benefícios são pagos às famílias para complementar a sua renda, contribuindo para eles terem comida na mesa, gás no fogão ou pagar uma conta”, detalha a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Associados aos demais serviços da assistência e desenvolvimento social, esses benefícios contribuem para combater a fome e a pobreza no DF.” Usuários cadastrados devem procurar, no site do GDF Social, as informações sobre a agência do BRB onde o cartão será retirado. A seguir, basta procurar a agência, levando um documento oficial com foto e o CPF. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social
Ler mais...
GDF investe R$ 167 milhões no Cartão Gás, beneficiando 1,6 milhão de famílias
Quando o crédito do Cartão Gás é liberado, Maria do Socorro de Lima respira aliviada. O benefício de R$ 100 a cada dois meses permite que ela, o marido e a filha Ana Clara, de 19 anos, mantenham o sustento da casa sem precisar escolher entre o gás e outras despesas básicas. “Eu recebo o benefício desde 2022, e o dinheiro do gás ajuda muito. A renda da nossa família vem do meu esposo, que trabalha com bicos de ajudante de pedreiro, e da Clarinha, que tem autismo e recebe o BPC [Benefício de Prestação Continuada]”, explica a dona de casa. Maria do Socorro Lima: "Antes de receber o Cartão Gás, a gente tinha que economizar de todo jeito para juntar o dinheiro, porque sem gás ninguém vive" | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília A moradora da Vila Buritis, em Planaltina, diz preparar refeições simples, mas cheias de amor. “No café da manhã, faço cuscuz; no almoço, arroz, feijão e carne ou ovo; no jantar, a Ana Clara gosta muito de macarrão com molho de cenoura. Antes de receber o Cartão Gás, a gente tinha que economizar de todo jeito para juntar o dinheiro, porque sem gás ninguém vive”, lembra Maria. Segurança alimentar O Cartão Gás, que ajuda famílias como a de Maria do Socorro, já recebeu investimentos de mais de R$ 167 milhões desde 2021. O programa foi criado como uma medida emergencial para enfrentar as consequências sociais e econômicas da pandemia de covid-19, mas logo se tornou uma política contínua para apoiar famílias em situação de vulnerabilidade. "O Cartão Gás atua tanto no combate à pobreza quanto no enfrentamento da fome" Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social “O auxílio financeiro surgiu em uma situação emergencial, quando muitas famílias se queimavam ao cozinhar com lenha e carvão. Com o gás, as pessoas conseguem preparar seus alimentos de forma segura, saudável e digna. O Cartão Gás atua tanto no combate à pobreza quanto no enfrentamento da fome”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Desde agosto de 2021, o programa ajudou 1.672.923 famílias em todo o Distrito Federal, oferecendo um crédito bimestral de R$ 100 para a compra do gás de cozinha (gás liquefeito de petróleo, em embalagem de 13 kg). “Para as famílias que têm uma situação grave de vulnerabilidade social esse benefício é muito importante, porque ele assegura o acesso a esse bem de consumo que é o gás e complementa [o orçamento doméstico] com outros programas de transferência de renda do Distrito Federal”, afirma a secretária. [LEIA_TAMBEM]Como funciona Hoje, o programa Cartão Gás é gerido pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), pasta responsável por selecionar os beneficiários e credenciar as empresas que participam do programa. Para receber o benefício, é necessário atender aos seguintes critérios: Estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal; Possuir renda familiar per capita de até meio salário mínimo; Ter declarado comprometimento de renda com aquisição de gás liquefeito de petróleo (GLP) no respectivo registro do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal; Morar no Distrito Federal; Não se encontrar em situação de rua ou acolhimento institucional coletivo; Ter idade igual ou superior a 16 anos. A concessão do Programa Cartão Gás é feita de forma automática, com base nos dados informados pela família no Cadastro Único. Não é necessário fazer solicitação. Basta que a família esteja cadastrada no Cadastro Único do DF e cumpra os demais critérios do programa.
Ler mais...