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Ciclo de palestras- Compartilhando Saberes

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Aberta temporada de apresentações do ciclo de palestras ‘Compartilhando Saberes’

Na manhã desta sexta-feira (21), o Instituto Brasília Ambiental deu início à programação do ano ciclo de palestras “Compartilhando Saberes”, com a apresentação do estudo de doutorado Grafites nas superquadras de Brasília: Da invisibilidade ao mapa online e rotas de visitação, do geógrafo Marcos Ferreira, analista de planejamento urbano e infraestrutura do instituto.  Grafites do Plano Piloto são o tema de abertura do ciclo de palestras do Brasília Ambiental | Fotos: Divulgação/Brasília Ambiental Um olhar atento ao redor é o que Ferreira aponta como a motivação para conduzir o seu trabalho acadêmico. “Tenho essa característica de observar o meu entorno, seja o ambiente natural, seja o urbano, que são os nossos lugares de vida e de interação”, define-se. “Partindo disso, durante a pandemia, para evitar a proximidade com outras pessoas, passei a fazer caminhadas pelo interior das quadras do Plano Piloto e a observar os grafites inseridos em áreas de pouca circulação, o que me inspirou a realizar a tese.” Marcos Ferreira (D): “Tenho essa característica de observar o meu entorno, seja o ambiente natural, seja o urbano, que são os nossos lugares de vida e de interação” Ele avalia que essas artes não estão visíveis ao grande público, mais presente nas principais áreas de circulação das asas Sul e Norte, nas avenidas L2 e W3. Concluiu então que, com o mapeamento integrado e as fotografias desses grafites, é possível ter a visibilidade ampliada e aprimorada por meio de uma plataforma online. Para tanto, propõe  identificar, localizar em um mapa e elaborar rotas para visitação. Mapa “Esse trabalho técnico, que observa as particularidades da nossa diversidade, é de extrema importância” Rôney Nemer, presidente do Instituto Brasília Ambiental Com base nas informações desse estudo, é possível elaborar rotas turísticas para a visitação destes pontos, a exemplo das já existentes rotas do Rock e do Cavalo, atraindo, assim, mais turistas à cidade e gerando novos empregos. “É interessante como a percepção de cada indivíduo pode diversificar as formas de interpretar Brasília como um todo”, pontua o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. “Esse trabalho técnico, que observa as particularidades da nossa diversidade, é de extrema importância.”  A vice-governadora Celina Leão reforça o trabalho: “O estudo apresentado pelo geógrafo Marcos Ferreira é um exemplo brilhante de como a arte urbana, em particular os grafites nas superquadras, pode transformar o espaço público e enriquecer a experiência cultural dos cidadãos de Brasília. Essa iniciativa destaca a riqueza da nossa diversidade artística e abre novas perspectivas para o turismo e o engajamento comunitário”.   Incentivo Iniciativa da Comissão Permanente de Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) do Brasília Ambiental, o “Compartilhando Saberes” tem o objetivo de incentivar a troca de conhecimento entre os servidores e favorecer a integração com a sociedade. O projeto começou levando servidores afastados para participar de programa de pós-graduação stricto sensu, conforme o artigo 161 da lei complementar n° 840/2011, e logo após retornarem às. Além dos estudos acadêmicos, o ciclo de palestras dá também a oportunidade da apresentação de outros tipos de trabalhos desenvolvidos pelos servidores do Brasília Ambiental. Acesse o mapa elaborado por Marcos Ferreira. *Com informações do Brasília Ambiental

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Plano de manejo do Parque das Sucupiras é tema de ciclo de palestras

Foi realizada, na manhã desta sexta-feira (6), mais uma edição do ciclo de palestras Compartilhando Saberes, por meio do canal do YouTube do Instituto Brasília Ambiental. As servidoras Marcela Versiani, superintendente de Unidade de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon), e Daniela Vieira Lopes, da Diretoria de Implantação de Unidades de Conservação e Regularização Fundiária (Dipuc), compartilharam a elaboração do Plano de Manejo Parque Ecológico das Sucupiras, localizado no Sudoeste. Reprodução de Canal do Youtube Plano de manejo é um documento técnico que, a partir dos objetivos definidos no ato de criação de uma unidade de conservação (UC), estabelece o zoneamento e as normas que norteiam o seu uso. O documento inclui aspectos como uso da área, manejo dos recursos naturais e implantação das estruturas físicas necessárias à gestão da unidade. Toda UC deve ter um plano de manejo, elaborado em função de sua categoria e objetivos. Esse é um trabalho multidisciplinar, realizado com base na Instrução Normativa n° 36, de 26 de novembro de 2020, que traz os procedimentos para elaboração desse documento. O Parque Ecológico das Sucupiras é fruto de uma mobilização da comunidade local em 2003. Em 2005 foi finalmente criado, por meio do Decreto n° 25.926 como parque de uso múltiplo, e recategorizado em 2019, pelo Decreto n° 40.116. O plano foi finalizado e aprovado neste ano, pela Instrução Normativa n° 5, no dia em que a unidade comemorava 18 anos de criação. A UC constitui um raro remanescente do bioma Cerrado no centro da capital federal, protegendo espécies nativas de flora e fauna. Fruto de uma mobilização da comunidade local em 2003, o Parque Ecológico das Sucupiras foi criado em 2005 e recategorizado em 2019. O plano de manejo foi finalizado e aprovado em 2023, pela Instrução Normativa n° 5, no dia em que a unidade comemorava 18 anos de criação | Arte: Divulgação/Brasília Ambiental Segundo as servidoras, durante a realização do diagnóstico, foram encontradas no local 69 espécies da flora nativa do Cerrado, como exemplares de sucupira, pequizeiro e pau-santo, além de cinco espécies ameaçadas. Quanto à fauna, foram identificadas 25 espécies de abelhas, sendo 12 gêneros novos para o DF; 97 espécies de aves e três espécies de répteis, entre outros. Durante o processo, também foi estudado o impacto de animais domésticos sobre a biodiversidade da área, um dos principais desafios encontrados. “A realização do plano de manejo é uma etapa muito boa porque é a oportunidade de ver o parque saindo do papel. Enquanto não se faz esse documento, é um parque do papel, um parque sem vida, que nem se justifica, porque as pessoas precisam entender essa importância e elas só entendem quando acessam a área e conseguem vivenciar aquela unidade de conservação”, explicou Daniela Lopes. Incentivo Compartilhando Saberes é uma iniciativa da Comissão Permanente de Qualidade de Vida no Trabalho (QVT), da autarquia, para incentivar a troca de conhecimento entre os servidores e favorecer a integração com a sociedade. O projeto começou trazendo os servidores que tiveram usufruto do afastamento para participar de programa de pós-graduação stricto senso, conforme o artigo 161 da lei Complementar n° 840/2011, e retornaram para suas atividades. Além dos estudos acadêmicos, o ciclo de palestras dá também a oportunidade da apresentação de outros tipos de trabalhos desenvolvidos pelos servidores do Brasília Ambiental. *Com informações do Brasília Ambiental

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Proteção dos Recursos Hídricos é tema do Ciclo de Palestras

O Instituto Brasília Ambiental promoveu nesta sexta-feira (4), por meio da Comissão de Qualidade de Vida no Trabalho (QVT), a apresentação da dissertação do mestrado Proteção dos Recursos Hídricos nos Planos de Manejo das Unidades de Conservação do Distrito Federal realizado pela servidora Renata de Vasconcelos Barreto, no projeto Ciclo de palestras: Compartilhando Saberes. [Olho texto=”“Neste cenário, o desafio é integrar as gestões de recursos hídricos com outras políticas ambientais relacionadas ao solo e proteção do meio ambiente. Assim sendo, foi observado que as unidades de conservação vêm desempenhando relevantes serviços ambientais para a recarga hídrica e superficial no território distrital”” assinatura=”Renata Barreto, analista de Planejamento Urbano e Infraestrutura” esquerda_direita_centro=”direita”] Durante a exposição, foi apresentada a peculiaridade que o DF possui, que é a da grande quantidade de nascentes. Contudo, com escassez hídrica para o abastecimento somado ao uso diversificado para outros fins, a ocupação desordenada do solo, a expansão urbana e as atividades humanas sobre as áreas naturais, têm impactado na disponibilidade e qualidade hídrica no território do DF. “Neste cenário, o desafio é integrar as gestões de recursos hídricos com outras políticas ambientais relacionadas ao solo e proteção do meio ambiente. Assim sendo, foi observado que as unidades de conservação vêm desempenhando relevantes serviços ambientais para a recarga hídrica e superficial no território distrital”, destacou a analista de Planejamento Urbano e Infraestrutura, Renata Barreto. Arte: Instituto Brasília Ambiental Servidora da autarquia ambiental há dez anos e lotada na Superintendência de Unidades de Conservação (Sucon), Renata é graduada em geografia, especialista em gestão ambiental e desenvolvimento sustentável e mestre em gestão e regulação de recursos hídricos, tendo defendido sua tese em dezembro de 2022, na Universidade de Brasília (UnB), Polo Planaltina. O estudo foi motivado pela possibilidade da aplicação em suas atividades profissionais, uma vez que servidora atua na área de gestão de unidades de conservação do Brasília Ambiental com participações em grupos de trabalho de elaboração de Termos de Referência para Plano de Manejo e em comissões de análise desses documentos, o que a levou ao desafio de aprofundar nas pesquisas de normas e documentações. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Conhecimento O projeto Ciclo de palestras: Compartilhando Saberes é uma iniciativa da QVT do Instituto Brasília Ambiental desde 2019 e se destina aos servidores que usufruíram do afastamento temporário das atividades laborais para participação no programa de pós-graduação stricto sensu, conforme o artigo 161 da Lei Complementar 840/2011. As apresentações têm sido tão exitosas que, em junho deste ano, durante o Encontro Anual de Qualidade de Vida no Trabalho promovido Secretaria de Fazenda do Distrito Federal, foi concedido o Selo Qualivida 2023, na categoria bronze, no segmento Autarquias. Outro projeto do Brasília Ambiental também foi agraciado: a Semana da Saúde e Qualidade de Vida, que este ano está indo para a sua 11ª edição. *Com informações do Brasília Ambiental

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