Resultados da pesquisa

Compartilhando Saberes

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Plano de Manejo do Jardim Botânico é tema de ciclo de palestras

A edição de abril do ciclo de palestras Compartilhando Saberes, uma iniciativa do Instituto Brasília Ambiental, contou com a apresentação do trabalho Revisão do Plano de Manejo da Estação Ecológica do Jardim Botânico de Brasília, tendo como convidada Priscila Rosa, diretora de Vegetação e Flora da instituição. Durante a exposição, a bióloga fez um apanhado geral do histórico do Jardim Botânico, sua formação, o levantamento de vegetação até sua inauguração, em 8 de março de 1985. A Revisão do Plano de Manejo da Estação Ecológica do Jardim Botânico de Brasília foi apresentada durante ciclo de palestras do Brasília Ambiental | Foto: Divulgação A criação do Jardim Botânico estava prevista desde 1957 – incialmente ele ficaria onde hoje está localizado o Parque da Cidade. Contudo, o local não dispunha de fonte de água para a coleção de flora. Então, em 1976, foi constituída uma comissão de estudo de novo local, que identificou o potencial da Estação Florestal Cabeça de Veado devido à abundância hídrica. Na sequência da palestra, a convidada mostrou o primeiro Plano de Manejo da Unidade de Proteção Integral, do ano de 2008, e a demanda pela sua renovação devido à defasagem de dados, tais como flora, fauna e atualização da poligonal. Em março de 2020, foi iniciado o reexame com base nas publicações Roteiro metodológico para elaboração de planos de manejo de unidades de conservação (UCs) do Distrito Federal, de autoria do Instituto Brasília Ambiental, e UCs federais, do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade. O projeto Compartilhando Saberes contou com a participação da bióloga Priscila Rosa (à esquerda), diretora de Vegetação e Flora do Jardim Botânico de Brasília | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Após três anos, a força-tarefa composta por servidores do JBB e do Brasília Ambiental concluiu os trabalhos com o incremento de dados socioeconômicos, de monitoramento da biodiversidade, de zoneamento ambiental, mapas e sinalização, entre os principais reestruturados. Um dos resultados mais impressionantes revelados pelo novo estudo é que 33% da flora de todo o bioma Cerrado está localizada no Distrito Federal. “Isso é admirável, pois a nossa unidade de federação, com um território pequeno de 5.761 km² [equivalente a 0,3% da área do bioma] registra 4.640 espécies da flora de um universo de 12.427 plantas catalogadas em toda a área de Cerrado existente”, destacou Priscila Rosa. O projeto Compartilhando Saberes é uma ação da Qualidade de Vida no Trabalho do Instituto Brasília Ambiental, criada em 2019. A iniciativa foi reconhecida em 2023, no 1º Encontro Anual de Qualidade de Vida no Trabalho da Secretaria de Fazenda do Distrito Federal, com o prêmio Selo Qualivida 2023, na categoria bronze, no segmento autarquias. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Pesquisa mostra a influência de unidades de conservação no valor de imóveis

Determinar a influência que unidades de conservação (UCs) causam no preço de imóveis no Distrito Federal. Esse foi o objetivo do trabalho apresentado, nesta sexta-feira (23), pelo YouTube do Instituto Brasília Ambiental, durante a primeira edição do Ciclo de Palestras Compartilhando Saberes de 2024. O trabalho Análise de influência da distância à Unidade de Conservação no Distrito Federal foi desenvolvido pela agente de UC da autarquia Ana Paula Camelo e apresentado na 4th International ESP Latin America and Caribbean Conference, em La Serene, no Chile. A pesquisadora é engenheira florestal, mestre em Ciências Florestais (Conservação da Natureza) e Doutora em Ciências Florestais (Manejo Florestal). Segundo pesquisa da servidora Ana Paula Camelo, todos os imóveis situados até 200 metros de distância do Parque Ecológico de Águas Claras estão, em média, 12% acima do valor de mercado | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Para realizar a pesquisa, a servidora delimitou a região de Águas Claras, que possui 81% de área urbanizada e uma UC, o Parque Ecológico Águas Claras. Para a pesquisa, foram analisados imóveis publicados no site WImóveis, resultando em um banco de dados com 3.111 imóveis na região. Segundo a pesquisadora, o estudo mostrou que há correlação entre a distância para o Parque Ecológico e o valor dos imóveis e seu tamanho. “Percebemos que todos os imóveis situados até 200 metros de distância da UC estão, em média, 12% acima do valor de mercado. Outra coisa que a gente observa, é que o imóvel, a cada 100 metros de distância da UC, sofre uma depreciação de aproximadamente 55%”, explicou Ana Paula Camelo. A pesquisa também descobriu que os maiores e mais caros imóveis da região ficam mais próximos da área ambiental, enquanto os menores e mais baratos ficam mais distantes. “Percebemos que para essa população de Águas Claras é muito importante ter essa proximidade com a unidade de conservação. A valorização que a comunidade dá para aquele local é muito grande, por se a única área ambiental da região”, concluiu a pesquisadora. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Como recomendação, Ana Paula Camelo entende que deve ser priorizado o serviço ambiental cultural no planejamento urbano e que devem ser incorporados espaços verdes em todas as cidades, para mitigar o risco de gentrificação (processo de transformação de áreas urbanas que leva ao encarecimento do custo de vida e aprofunda a segregação socioespacial nas cidades) verde. Compartilhando Saberes é uma iniciativa da Comissão Permanente de Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) do Brasília Ambiental para incentivar a troca de conhecimento entre os servidores e favorecer a integração com a sociedade. O projeto compartilha os trabalhos dos servidores que tiveram usufruto do afastamento para participar de programa de pós-graduação stricto senso, conforme o artigo 161 da Lei Complementar 840/2011, e de outros tipos de trabalhos, além dos acadêmicos. Veja aqui a apresentação. *Com informações do Brasília Ambiental  

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Compartilhando Saberes promove palestra online sobre comércio eletrônico

A edição do ciclo de palestras Compartilhando Saberes do mês de setembro foi realizada nesta sexta-feira (29) com a apresentação da dissertação de mestrado Análise da contribuição da engenharia do conhecimento ao comércio eletrônico, desenvolvido pelo servidor José Tadeu Silva. O evento, da comissão de Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) do instituto, teve transmissão ao vivo pelo canal do YouTube Brasília Ambiental. [Olho texto=”“Justifiquei meus estudos com base na grande revolução que ocorreu no mundo dos negócios com o crescimento do comércio eletrônico, o que resultou em melhorias contínuas do processo para consumidores e fornecedores. E, em um ambiente cada vez mais competitivo, torna-se essencial investigar quais tecnologias da engenharia podem contribuir para tal”” assinatura=”José Tadeu Silva, especialista de atividades do meio ambiente” esquerda_direita_centro=”direita”] O objetivo geral da pesquisa foi analisar as contribuições da engenharia do conhecimento ao comércio eletrônico, com as finalidades específicas de levantar as características desse tipo de negócio, identificar ferramentas que podem ser utilizadas e relacioná-las com as características do mercado online. “Justifiquei meus estudos com base na grande revolução que ocorreu no mundo dos negócios com o crescimento do comércio eletrônico, o que resultou em melhorias contínuas do processo para consumidores e fornecedores. E, em um ambiente cada vez mais competitivo, torna-se essencial investigar quais tecnologias da engenharia podem contribuir para tal”, esclarece o profissional de gerenciamento das tecnologias da informação e especialista de atividades de meio ambiente da autarquia. Imagem: Reprodução da apresentação Durante a palestra, foi apresentado o histórico das transações online, destacando que a pandemia teve um peso importante à medida que as pessoas passaram a utilizar mais a ferramenta, fomentando a modernização e atingindo-se um patamar não imaginável tempos atrás. E, diante das análises, concluiu-se que o instrumental da engenharia do conhecimento pode ser utilizado como um caminho viável para suprir lacunas em metodologias, mas depende de avaliação e aprofundamento. Conhecimento O projeto Compartilhando Saberes é uma iniciativa do Brasília Ambiental iniciado em 2019. É destinado aos servidores que usufruíram do afastamento temporário das atividades laborais para participação no programa de pós-graduação stricto sensu, conforme o artigo 161 da lei complementar nº 840/2011. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Devido à iniciativa, em junho deste ano, durante o Encontro Anual de Qualidade de Vida no Trabalho, promovido pela Secretaria de Fazenda do DF, o instituto foi premiado com o selo Qualivida 2023, na categoria Bronze, no segmento Autarquias. Na ocasião, outro projeto do instituto também foi agraciado: Semana da Saúde e Qualidade de Vida, que este ano terá sua 11ª edição, a ser realizada entre 23 e 27 de outubro. *Com informações do Brasília Ambiental

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Projeto Compartilhando Saberes inaugura uma nova fase

O primeiro Ciclo de Palestras Compartilhando Saberes do ano foi realizado, nesta sexta-feira (25), por meio do YouTube do Instituto Brasília Ambiental. O projeto iniciou uma nova fase, dando a oportunidade da apresentação de outros tipos de trabalhos, além dos acadêmicos. Nesta edição, o servidor Renato Prado ministrou a palestra “Análise espacial do uso e conservação da APA das Bacias dos Ribeirões Gama e Cabeça de Veado, ano 2021”. [Olho texto=”Compartilhando Saberes foi criado para incentivar a troca de conhecimento entre os servidores do Brasília Ambiental e favorecer a integração com a sociedade” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] O trabalho de análise das bacias foi desenvolvido durante reuniões da Comissão Intersetorial instituída por meio da Instrução n° 116, de 3 de maio de 2021, com o objetivo de responder ao Ministério Público em uma Ação Civil Pública. “O MP nos informou que a metodologia empregada atendeu plenamente o solicitado, ultrapassando as expectativas”, informou Renato Prado. Durante a apresentação, transmitida assistida ao vivo, o autor falou como o estudo foi desenvolvido e os resultados percebidos, como que quase ¾ (72,43%) das classes mapeadas na Apa se apresentam conservadas em feições savânicas e campestres. Nas áreas antropizadas, se destaca as áreas urbanizadas. Incentivo Compartilhando Saberes é uma iniciativa da Comissão Permanente de Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) da autarquia para incentivar a troca de conhecimento entre os servidores e favorecer a integração com a sociedade. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] O projeto iniciou trazendo os servidores que tiveram usufruto do afastamento para participar de programa de pós-graduação stricto senso, conforme o artigo 161 da Lei Complementar 840/2011, e retornaram para suas atividades. Agora, amplia seu alcance ao abrir espaço para a apresentação de trabalhos não acadêmicos. “Estamos desde 2019 com esse projeto, disseminando informações entre os colegas do órgão. Convidamos nossos servidores a estar aqui com a gente compartilhando seus trabalhos”, explicou Ionise Cavalcante, integrante da Comissão de QVT. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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