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Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)

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Tecnologia, turismo rural e valorização da produção local estarão na 30ª Festa do Morango de Brasília

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A produção de morangos que movimenta a região de Brazlândia será protagonista de uma extensa programação técnica, gastronômica e turística promovida pela Emater-DF durante a 30ª Festa do Morango de Brasília, realizada de 5 a 7 e de 10 a 13 de setembro. As ações começam antes mesmo da abertura oficial, com um dia de campo voltado aos produtores, no dia 28 de agosto. Além de apoiar os agricultores participantes, a Emater-DF estará presente em diferentes frentes, aproximando o público urbano e o rural, e apresentando a diversidade da agricultura da região. Entre as atrações estão o tradicional concurso de receitas com morango, o Colha & Pague, os espaços Morangolândia e Florabraz e a 36ª Exposição Agrícola de Brazlândia, evento que é mais antigo que a própria Festa do Morango. Além de apoiar os agricultores participantes, a Emater-DF estará presente em diferentes frentes, aproximando o público urbano e o rural | Fotos: Divulgação/Emater-DF   Tecnologia para melhorar a produção A programação da Emater-DF começa no dia 28 de agosto, às 8h30, com o Dia de Campo com Produtores de Morango, no Núcleo Rural Betinho, em Brazlândia. A expectativa é reunir cerca de 80 produtores rurais para troca de conhecimentos sobre tecnologias, manejo e inovações para a cultura. Realizada em parceria com a Embrapa Hortaliças, a atividade foi programada para uma data anterior à festa, justamente para facilitar a participação dos agricultores. O Dia de Campo será organizado em três estações técnicas. Na primeira, especialistas da Emater-DF abordarão a importância da análise e da correção do solo e da adubação adequada. Na segunda, a Embrapa Hortaliças apresentará informações sobre mudas, variedades e cultivares de morango e suas diferentes características. Já a terceira trará orientações sobre nutrição foliar e irrigação na cultura do morango. Em 2025, o Distrito Federal produziu cerca de 5,3 mil toneladas de morango, considerando os cultivos convencional e orgânico, em uma área de 169 hectares. A atividade movimentou mais de R$ 105,2 milhões em Valor Bruto da Produção (VBP). Morango vira ingrediente para criatividade Uma das atividades mais tradicionais da programação será o concurso de receitas, marcado para 5 de setembro, das 10h às 12h   Uma das atividades mais tradicionais da programação será o concurso de receitas, marcado para 5 de setembro, das 10h às 12h. Nele, agricultores e participantes serão desafiados a transformar o morango em receitas que aliam criatividade, sabor e potencial de comercialização. A iniciativa busca estimular a agregação de valor à produção, mostrando diferentes possibilidades de utilização e transformação do morango produzido no Distrito Federal. A avaliação contará com o apoio de chefs e estudantes de gastronomia de instituições de ensino credenciadas, além da participação do júri popular. O resultado será anunciado no mesmo dia, após a degustação. Para incentivar os participantes, Emater-DF, ARCAG e Administração Regional de Brazlândia mobilizaram parceiros para premiar as três melhores receitas. Morangolândia aproxima produtor e consumidor Durante os dias de festa, a Morangolândia será um dos principais pontos de encontro entre produtores rurais e visitantes. O espaço reúne 42 estandes de agricultores assistidos pela Emater-DF, que vão comercializar morangos in natura e diferentes produtos derivados da fruta. A proposta permite que o consumidor compre diretamente de quem produz, ao mesmo tempo em que oferece aos agricultores uma vitrine para seus produtos e novas oportunidades de comercialização. Os estandes permanecerão abertos durante os dias de funcionamento da Festa do Morango, acompanhando os horários do evento. Feira de flores e plantas ornamentais A agricultura do Distrito Federal também estará representada pela Florabraz, espaço com 32 estandes destinados a floricultores selecionados pela Emater-DF. Flores, plantas ornamentais, mudas frutíferas e outros produtos do setor formarão uma vitrine da floricultura local durante toda a programação. Do pé para a cesta: experiência dentro das propriedades Durante o Colha & Pague, o público pode conhecer a lavoura, aprender sobre o cultivo, experimentar a fruta diretamente do pé e colher os próprios morangos para levar para casa   Para quem deseja conhecer de perto de onde vêm os morangos vendidos na festa, será realizada mais uma edição do Colha & Pague do Morango, nos dias 5, 6, 12 e 13 de setembro. A ação une produção rural e turismo ao levar visitantes às propriedades produtoras de morango. Durante a experiência, o público pode conhecer a lavoura, aprender sobre o cultivo, experimentar a fruta diretamente do pé e colher os próprios morangos para levar para casa. Neste ano, a programação foi ampliada. Além da Chácara Fukushi, outras duas propriedades receberão visitantes. A organização das visitas é feita diretamente pelas propriedades rurais. Serão organizadas turmas de aproximadamente 30 pessoas, com atividades nos períodos da manhã e da tarde. Exposição reúne cerca de 400 amostras da produção rural Outro destaque será a 36ª Exposição Agrícola de Brazlândia, realizada nos dias 11 e 12 de setembro. A mostra reúne produtos cultivados na região de Brazlândia e Ceilândia e chama a atenção tanto pela variedade quanto pela qualidade do que é produzido pelos agricultores locais. A expectativa é receber aproximadamente 400 amostras de produtos agrícolas. Os participantes são estimulados a selecionar o melhor de sua produção e concorrem em diferentes categorias, com premiação para os primeiros colocados. A exposição carrega ainda um importante valor histórico. Está na 36ª edição, mais antiga que a própria Festa do Morango, que chega neste ano à 30ª edição, e se consolidou como uma das atrações tradicionais do calendário rural de Brazlândia. A Festa do Morango de Brasília é uma realização da Associação Rural Cultural Alexandre de Gusmão (Arcag) e do Instituto Alvorada, contando com correalização da Emater-DF e apoio do Governo do Distrito Federal (GDF) e da Administração Regional de Brazlândia. Serviço 30ª Festa do Morango de Brasília Datas:  5 a 7 e 10 a 13 de setembro Local: Arcag /Núcleo Rural Alexandre de Gusmão, BR-080 Km 13, Brazlândia (DF) https://share.google/7QSSgo6uSPIlJ9vSy Dia de Campo com Produtores de Morango Data: 28 de agosto Horário: 8h30 Local: Núcleo Rural Betinho, Conjunto B, Chácara 12 – Brazlândia Previsão de público: cerca de 80 produtores Concurso de Receitas Data: 5 de setembro Horário: 10h às 12h 36ª Exposição Agrícola de Brazlândia Datas: 11 e 12 de setembro Colha & Pague do Morango – Sítio Bem Viver Datas: 5, 6, 12 e 13 de setembro  Turma da manhã: 8h30 às 11h30 Capacidade: 35 participantes Turma da tarde: 13h30 às 17h30 Capacidade: 35 participantes Inscrições e informações: (61) 99937-4169 Atendimento para inscrições: das 8h às 18h Instagram: @organicossitiobemviver Colha & Pague do Morango – Morangos Oliveira Datas: 5, 6, 7, 12 e 13 de setembro Turma da manhã: 8h30 às 10h30 Capacidade: 40 participantes Turma da tarde: 14h30 às 16h30 Capacidade: 40 participantes No dia 7 de setembro haverá somente a turma da manhã. Inscrições e informações: (61) 99817-3453 Colha & Pague do Morango – Chácara Fukushi Inscrições e informações: https://reservas.chacarafukushi.com.br/p/colha-e-pague.   *Com informações da Emater-DF

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Visita técnica em fazenda-modelo reforça compromisso com a recuperação do Cerrado

Na última segunda-feira (27), servidores da Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) visitaram a Fazenda Entre Rios, localizada no Programa de Assentamento Dirigido do Distrito Federal (PAD-DF) para obter informações sobre os projetos Biomas, Pravaler, Paisagens Rurais e WebAmbiente, iniciativas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A visita foi conduzida pelo pesquisador da Embrapa, José Felipe Ribeiro, e pelo técnico de campo, Roberto Ogata. Eles apresentaram resultados de 12 anos dos projetos na recuperação de áreas de vegetação nativa e no uso sustentável de propriedades rurais. Técnicas como o plantio direto de sementes, o uso de mudas em consórcio e a aplicação de maquinário agrícola têm demonstrado eficácia na recuperação de áreas degradadas. Na visita, os servidores da Sema-DF foram apresentados a resultados de 12 anos em projetos de restauração ambiental | Foto: Divulgação/Sema-DF O secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes, reforçou a relevância do trabalho conjunto entre os órgãos do governo e entidades de pesquisa para alcançar resultados expressivos na restauração ambiental. “Iniciativas como essas evidenciam a importância de uma abordagem transversal, em que instituições públicas, como a Sema, trabalhem em sinergia com entidades de pesquisa, a exemplo da Embrapa, e com o setor produtivo, representado pela CNA. Somente com essa integração é possível promover o desenvolvimento sustentável e garantir que políticas públicas sejam efetivas na conservação e recuperação do Cerrado”, afirmou. O subsecretário de Gestão das Águas e Resíduos Sólidos, Luciano Miguel Pereira, destacou a importância da iniciativa e a necessidade de ações específicas para integrá-las à política pública da secretaria. “As práticas apresentadas podem, sim, ser utilizadas pela Sema. Trata-se de uma verdadeira vitrine de sucesso. Esses projetos não apenas podem como devem ser incorporados à política pública da secretaria. No entanto, é fundamental que sejam iniciados processos SEI direcionados para esse fim, respeitando a legislação vigente, como a Lei de Licitações ou o MROSC”, comentou. A ideia é incluir as iniciativas apresentadas à política ambiental do GDF A engenheira florestal e coordenadora de Gestão das Águas da Sema, Elisa Meirelles, destacou a importância das práticas implementadas e o impacto do projeto ao longo dos anos. “Durante a implantação do projeto Biomas, entre 2012 e 2014, utilizamos técnicas voltadas à recuperação de reserva legal e Áreas de Preservação Permanente (APP), sempre considerando o ambiente — seja Cerrado, mata ou campo. O objetivo era orientar o produtor rural na recomposição da vegetação, promovendo o uso sustentável do Cerrado em pé”, frisou. Ainda de acordo com Elisa, o projeto foi um grande sucesso: “Hoje, temos mais de 80 hectares no Distrito Federal que se tornaram uma verdadeira vitrine de pesquisa. Ali, demonstramos tanto as técnicas que deram certo quanto aquelas que não obtiveram os resultados esperados, oferecendo um aprendizado valioso ao público sobre como recompor a vegetação nativa por meio do plantio direto de sementes, mudas e maquinários agrícolas, seja em consórcio ou não, com diferentes finalidades, como espécies frutíferas, madeireiras, ornamentais e paisagísticas.” *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente

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Acordo de repasse garante continuidade e expansão do Projeto Produtor de Água

O Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) divulgou, nesta terça-feira (23), detalhes do Acordo de Repasse nº 2/2024,  assinado no dia 16 deste mês, que assegura a continuidade do Projeto Produtor de Água na Bacia do Ribeirão Pipiripau, no DF. A publicação, que amplia o Acordo de Cooperação Técnica (ACT ) nº 02/2023, prevê o repasse de R$ 5 milhões ao longo de cinco anos, com um valor anual de R$ 1 milhão, começando neste ano e se estendendo até 2028.  Garantir a segurança hídrica na Bacia do Ribeirão Pipiripau é o objetivo do programa | Foto: Divulgação/WWF O programa tem como objetivo garantir a segurança hídrica na Bacia do Ribeirão Pipiripau por meio de técnicas de disciplinamento das águas, reduzindo os processos erosivos e assoreamentos, aumentando a recarga do lençol freático e, desta forma, melhorando a qualidade da água e a disponibilidade hídrica local. “O programa tem promovido a conservação da água e a agricultura responsável, evidenciando a importância da cooperação e do engajamento na gestão de recursos naturais e na adoção de práticas agrícolas sustentáveis” Wendel Lopes, responsável pelo projeto na Adasa Desde sua implementação no DF, em 2011, o Programa de Pagamentos por Serviços de Proteção de Recursos Hídricos (PPRH) beneficiou diretamente 210 propriedades rurais, com alocação de mais de R$ 3,4 milhões em recursos. Esses pagamentos reconhecem as práticas de conservação implementadas pelos agricultores participantes. Além disso, estima-se que mais de R$ 30 milhões foram investidos no Projeto Produtor de Água. As ações incluem reflorestamento, adequação de estradas rurais, cercamento de áreas de vegetação nativa e revestimento do canal Santos Dumont. Essas iniciativas têm proporcionado melhorias na qualidade da água para cerca de 200 mil pessoas em localidades como Sobradinho e Planaltina. Sustentabilidade Segundo o responsável pelo projeto na Adasa, Wendel Lopes, o atual recurso será destinado especificamente ao PPRH, incentivando a sustentabilidade hídrica da bacia e a manutenção da vocação rural. O Produto de Água do DF é coordenado pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), em colaboração com uma rede de parceiros estratégicos, como Caesb, Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater), Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri), The Nature Conservancy no Brasil (TNC), Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER), Instituto Brasília Ambiental, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Secretaria do Meio Ambiente e Proteção Animal do DF (Sema),  Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), Rede de Sementes do Cerrado, Universidade de Brasília (UnB) e a ONG Pede Planta. “Essa colaboração entre instituições tem sido fundamental para o sucesso do Produtor de Água no DF, resultando em avanços significativos na sustentabilidade ambiental e no desenvolvimento rural”, aponta Wendel. “Através de uma estratégia conjunta, o programa tem promovido a conservação da água e a agricultura responsável, evidenciando a importância da cooperação e do engajamento na gestão de recursos naturais e na adoção de práticas agrícolas sustentáveis.” Confira a publicação. *Com informações da Caesb

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