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Escola Superior de Ciências da Saúde

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Trabalho da Escs ganha destaque na 4ª edição do Prêmio Paulo Freire de Educação

O projeto "Educação médica como prática transformadora: 25 anos da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) na formação crítica para o SUS" foi reconhecido na 4ª edição do Prêmio Paulo Freire de Educação, promovido pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). A cerimônia foi realizada no dia 18 deste mês e premiou iniciativas pedagógicas que contribuem para a promoção do direito à educação, da gestão democrática e das diretrizes do Plano Distrital de Educação.  A coordenadora do projeto, Cynthia Bettini, e o primeiro diretor da Escs, Mourad Ibrahim Belaciano | Foto: Divulgação/Fepecs "Este prêmio celebra a trajetória da Escs e também o compromisso permanente de docentes, estudantes, gestores e trabalhadores da saúde com uma formação crítica, humanizada e voltada para o fortalecimento do SUS" Cynthia Bettini, coordenadora do projeto e docente do curso de medicina da Escs  Coordenado por Cynthia Bettini, egressa e docente do curso de medicina da Escs, o projeto contou com a participação de integrantes e ex-integrantes da direção, da coordenação da instituição, além de docentes e estudantes, incluindo representantes do Centro Acadêmico de Medicina da Escs. Para a coordenadora do projeto, a homenagem representa o reconhecimento de uma trajetória construída coletivamente ao longo de mais de duas décadas. "Receber esta homenagem é uma grande honra, especialmente por representar uma proposta educacional inovadora e desafiadora”, disse Cynthia. "Este prêmio celebra a trajetória da Escs e também o compromisso permanente de docentes, estudantes, gestores e trabalhadores da saúde com uma formação crítica, humanizada e voltada para o fortalecimento do SUS. É um reconhecimento a todos que ajudaram a construir essa história". Segundo Cynthia Bettini, o reconhecimento reforça o papel da Escs como referência na formação médica e na integração entre ensino, serviço e comunidade, reafirmando seu compromisso com uma educação crítica, humanizada e alinhada aos princípios e às necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS). Os autores dos trabalhos premiados receberam uma moção de louvor em reconhecimento às suas contribuições para a educação no Distrito Federal. Cynthia Bettini e Mourad Ibrahim Belaciano, primeiro diretor da Escs e um dos principais responsáveis pela estruturação e implementação do projeto pedagógico da Escs, representaram a escola na cerimônia.  *Com informações da Fepecs

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Escola Superior de Ciências da Saúde promove dia de acolhimento para calouros

O auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) recebeu, nessa segunda-feira (9), os novos estudantes dos cursos de enfermagem e medicina da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs). A aula inaugural, organizada pela direção da escola, marcou o início da trajetória acadêmica dos calouros, que foram recepcionados por gestores, docentes e veteranos das duas graduações. O evento contou com momentos solenes: uma mesa de abertura com representantes do curso de enfermagem, atividades do programa de acolhimento ao calouro (PAC) e participação de entidade de classe no período matutino; e uma mesa de abertura com representação do curso de medicina, apresentação às principais entidades médicas, participação do centro acadêmico e egressos, além de uma palestra para os calouros, no período vespertino. Toda a programação foi pensada para integrar os novos estudantes, apresentar a estrutura da Escs e explicar as metodologias ativas de ensino-aprendizagem, que são baseadas em orientações pedagógicas advindas do construtivismo. Durante o encontro, os calouros tiveram diversos exemplos do modelo diferenciado da Escs, em que os estudantes são, desde o início do curso, inseridos nos cenários de ensino e aprendem na prática a profissão escolhida. Enfermagem No período da manhã, estudantes veteranos de enfermagem se posicionaram na entrada do auditório, em uma espécie de cordão humano, unidos ao som de instrumentos da bateria Histeria, que vibrava em celebração a cada chegada de um novo colega de curso. Essa foi a forma que encontraram de dar boas-vindas aos recém-aprovados, que estampavam sorrisos nos rostos e relatavam estar com o coração batendo forte, tamanha a emoção do momento. Toda a programação foi pensada para integrar os novos estudantes, apresentar a estrutura da Escs e explicar as metodologias ativas de ensino-aprendizagem, que são baseadas em orientações pedagógicas advindas do construtivismo | Foto: Divulgação/Fepecs Durante a solenidade de abertura, a diretora da Fepecs, Inocência Rocha Fernandes, dirigiu-se aos calouros dizendo: “Vocês são vencedores, estão entre os melhores”. Após isso, contextualizou o papel de mantenedora institucional da Escs e detalhou a missão da Fepecs de “investir em educação, ensino e pesquisa”. A gestora enalteceu o Sistema Único de Saúde (SUS) e fez um pedido aos alunos: “Aproveitem essa grande oportunidade e deem o melhor de vocês ao nosso SUS e à população do DF”. Representando a Universidade do Distrito Federal Jorge Amaury (UnDF), Valéria Gomes Vieira disse aos calouros que eles eram “privilegiados” por ingressarem no ensino superior, “em um curso gratuito e de grande qualidade”. Valéria pediu que os estudantes “aproveitem a estrutura da universidade” e “apaixonem-se pelo SUS”. Falando em nome da coordenação do curso de enfermagem, Patrícia Archanjo Lopes deu as boas-vindas aos calouros e destacou que a profissão escolhida por eles é de “compromisso com o cuidado, com a ciência e com a sociedade”, além de ser “essencial para a promoção da vida e da dignidade humana”. A docente falou sobre as dificuldades que eles podem encontrar ao longo do curso, mas também deu a receita para driblar cada uma: “dedicação, disciplina e perseverança”, disse. Durante seu discurso, lembrou aos estudantes que eles também precisam se cuidar, pois “a jornada de ensino superior demanda preparo físico e mental”, e finalizou enaltecendo o papel do profissional de enfermagem que, segundo ela, “cuida, acolhe e transforma”. Após a mesa de abertura, o presidente do Sindicato dos Enfermeiros do Distrito Federal (SindEnfermeiro-DF), José Henrique Souza, fez uma breve apresentação, falando sobre a importância da classe na formação e atuação profissional. Em seguida, o Programa de Acolhimento ao Calouro (PAC) contou com a presença de egressos, que relataram suas experiências e deixaram mensagens aos novos estudantes. A programação da manhã foi encerrada com uma apresentação sobre metodologia ativa, estrutura do curso, vida acadêmica e calendário de eventos e atividades. Medicina No turno da tarde, foi a vez de receber os calouros da Turma XXVI do curso de medicina para o encontro de acolhimento. A diretora da Escs, Viviane Peterle, abriu a solenidade agradecendo ao corpo de gestores, docentes, servidores e colaboradores da escola que, “ao longo dos quase 25 anos de existência, dedicam-se incansavelmente à formação de profissionais de excelência, com perfil adequado às necessidades da população, em consonância com os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde”. Para ela, “a Escs é marcada pela técnica, pela ciência e pelos ritos formais, mas também pelo carinho, pelo olho no olho e pelo protagonismo dos nossos alunos”. A coordenadora do curso de medicina, Márcia Cardoso, lembrou que ingressar em um curso de medicina não é somente conquistar uma vaga na universidade, mas assumir um compromisso com a vida, com o cuidado e com a sociedade. “É escolher um caminho que exige conhecimento científico, dedicação constante, sensibilidade humana e profundo respeito pela dignidade de cada pessoa”, disse. Em seguida, os estudantes foram apresentados às principais entidades médicas, com o objetivo de introduzi-los à estrutura da profissão e às suas representações. Posteriormente, acompanharam uma palestra da docente Lícia Mota, da Universidade de Brasília (UnB), com o tema “O friso da medicina”. O evento foi finalizado com um momento de muito incentivo e emoção, marcado pelo depoimento de egressos da escola contando suas experiências e impulsionando os novos estudantes a seguirem firmes no novo ciclo. *Com informações da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs)

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Curso de medicina da UnDF recebe nota máxima em avaliação do MEC

A Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs), integrada à Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF), conquistou mais um feito inédito: foi a única faculdade de medicina do Distrito Federal a alcançar nota máxima no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) 2025/2026. Realizado anualmente, o teste avalia a qualidade do ensino ofertado e a performance dos estudantes na aquisição de competências dos conteúdos programáticos durante o curso. O sistema de avaliação da educação superior é amplo e composto por vários índices; no caso da medicina, existe uma modalidade específica, o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), uma prova obrigatória para todos os concluintes do curso e que, por se tratar de uma avaliação nacional e padronizada, reflete de forma objetiva a qualidade da formação médica. Desenvolvido dentro do SUS, o curso ministrado na Escs recebeu destaque de excelência de ensino | Foto: Divulgação/Fepecs Foi nessa prova que estudantes da 20ª turma de medicina da Escs/UnDF comprovaram a excelência do ensino, que conta com uma metodologia avançada, em um curso que foi desenvolvido dentro do Sistema Único de Saúde (SUS), com devolutiva para o próprio sistema. Utilizando cenários da Secretaria de Saúde (SES-DF) desde o início da formação médica, os estudantes têm o melhor aprendizado para a melhor prática profissional. “É um curso dentro do SUS para o SUS, integrado ao que o profissional para exercer a profissão, vai precisar adquirir habilidades e competência” Viviane Peterle, diretora da Escs Para a diretora da Escs, Viviane Peterle, esse resultado reflete a operacionalidade da equipe. “É fruto do trabalho desenvolvido por toda a comunidade acadêmica durante todo o curso, e uma previsão do potencial de atuação desse profissional no mercado pelos conhecimentos adquiridos durante sua formação”, avalia. A gestora explica que a prova realizada pelos estudantes “é composta por conteúdos estabelecidos nas diretrizes nacionais curriculares, e com o percentual que os estudantes alcançaram, significa que o projeto pedagógico da Escs está alinhado com o objetivo maior, que é formar um profissional qualificado, integrado às necessidades em saúde da população”. Para a reitora pro tempore da UnDF, Simone Benck, a nota máxima credita a instituição a saltos maiores no ambiente acadêmico. “Os resultados alcançados sinalizam que a parceria entre a Escs e a UnDF tem potencial para impulsionar a educação superior pública no Distrito Federal. A Escs se destacou como a única escola de medicina do DF a obter conceito máximo no Enamed, com a maior nota do Brasil em diversos critérios.” A reitora lembra que o resultado não é isolado. “O curso de enfermagem também alcançou excelência máxima na avaliação Enade, assim como na pós-graduação, com o programa de mestrado em Ciências da Saúde indo de 3 para 5 na avaliação quadrienal da Capes, no período de 2021 a 2024. Estes resultados consolidam a Escs/UnDF como referência nacional na formação em Saúde, sem comprometer a qualidade durante a integração com a UnDF”, destacou Simone Benck. Cinco estrelas O sucesso dos estudantes de medicina que obtiveram nota cinco no Enade também se deve a um conjunto de fatores fundamentais para o bom desempenho do curso: cenários de prática da SES-DF, docentes qualificados, que também são servidores da SES-DF, e o modelo em metodologias ativas, utilizado pela escola há quase 25 anos, que demonstra sua eficácia com resultados como esse. Além disso, a escola está entre os 30 melhores cursos, de um total de 350 avaliados. “O projeto pedagógico já foi elaborado com uma metodologia inovadora para os moldes da época em que a Escs foi criada”, pontua Viviane Peterle. “É um curso dentro do SUS para o SUS, integrado ao que o profissional, para exercer a profissão, vai precisar adquirir habilidades e competência.” [LEIA_TAMBEM]Durante toda a formação, os alunos de medicina da Escs têm o aprendizado prático nos serviços de saúde, desenvolvendo assistência à população do DF, sob a supervisão de médicos qualificados da SES-DF. Para a diretora, essa condição “reflete em um diferencial do curso”. Resultados contínuos Mantida pela Fundação de Ensino em Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) e integrada à Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF), em 2025, a Escs já havia obtido nota máxima no Enade tanto no curso de enfermagem, como no curso de medicina, em anos anteriores, além de se destacar no teste de progresso. A escola tem um histórico de pesquisas reconhecidas em congressos do DF, nacionais e internacionais, participa em diversos projetos de extensão, como o Projeto Rondon, ligas acadêmicas, atlética, bateria e promove diversos eventos relevantes junto a sociedade. Formou em 25 anos mais de 1.500 médicos e 750 enfermeiros, sendo no último ano, 76 médicos e 48 enfermeiros. *Com informações da Fepecs

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Simpósio discute inovação e integração interprofissional na saúde

O III Simpósio Internacional de Pesquisa em Enfermagem (Simpe), realizado entre os dias 13 e 17 de outubro, contou com a participação de docentes e estudantes da Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP/DF) e da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs), ambas mantidas pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs). O evento foi realizado na sede do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) e reuniu cerca de 400 participantes presenciais, além de pesquisadores, profissionais de saúde, gestores públicos e lideranças nacionais e internacionais inscritos também de maneira online. Abordando como tema central “Saúde Planetária: construindo cuidado sustentável baseado em evidência confiável”, o encontro consolidou o Distrito Federal como um polo estratégico de inovação, produção de conhecimento e diálogo científico na área da saúde. Ao mesmo tempo, a fim de ampliar o alcance e impacto, o III Simpe integrou dois eventos satélites de grande relevância: o I Brazilian Summit on Health Technology Assessment (BRASHTA) e o II Simpósio Multiprofissional de Saúde do Adulto e Idoso (SIMSAI). Juntos, os espaços fortaleceram o caráter acadêmico, político e social da iniciativa. O simpósio consolidou a Escs e a ESP como polos de formação, pesquisa e inovação em saúde | Foto: Divulgação/Fepecs Para o coordenador do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde do Adulto e do Idoso da ESP/DF e docente da Escs, Francino Azevedo, “o evento consolidou as duas instituições como polos de formação, pesquisa e inovação em saúde, reconhecidos nacional e internacionalmente”. Segundo ele, “a integração entre os três encontros reforçou o compromisso institucional com uma agenda científica voltada à sustentabilidade dos sistemas de saúde, à avaliação de tecnologias em saúde e à formação de profissionais capazes de transformar evidências em políticas públicas”. As duas instituições foram protagonistas em todas as etapas do evento: da organização científica e logística à produção de conteúdos, moderação de painéis, apresentações e atividades formativas. Servidores, docentes, preceptores, residentes e estudantes de enfermagem atuaram em comissões temáticas, na recepção de palestrantes internacionais, na curadoria dos trabalhos científicos e na coordenação de cursos e oficinas. Francino destaca que o evento foi “uma oportunidade ímpar para projetar a produção científica local, fortalecer redes de cooperação e atrair novos parceiros estratégicos para a pesquisa aplicada ao SUS e à saúde planetária”. Iniciativas apresentadas [LEIA_TAMBEM]Durante o encontro, a Escola de Saúde Pública (ESP/DF) apresentou duas iniciativas estratégicas. A primeira foi um protótipo de triagem inteligente, que orienta os usuários do SUS sobre o melhor nível de cuidado (atenção primária, hospitalar e tele-enfermagem), intitulado Acolhe +, com o objetivo de fortalecer a acessibilidade e a integralidade do cuidado. Em seguida, também foi apresentada uma experiência de realidade virtual, com simulação clínica e tomada de decisão por meio do uso de simuladores de realidade virtual. Além disso, residentes e docentes da Escs apresentaram dezenas de trabalhos científicos e experiências exitosas, muitos dos quais premiados, refletindo a qualidade da produção acadêmica da rede da Secretaria de Saúde (SES-DF). Participante ativo de eventos como esses, Francino descreve a experiência como “um momento histórico para a saúde e a ciência no Distrito Federal”. De acordo com o docente, “foram dias de intensa troca de conhecimento, inovação e integração interprofissional, que reafirmaram o papel da ESP/DF e da Escs como escolas produtoras de evidências e formadoras de lideranças comprometidas com o futuro do SUS”. Em sua avaliação, “a ampla participação, a diversidade temática e o reconhecimento de parceiros nacionais e internacionais mostraram que Brasília se tornou um ponto de convergência da pesquisa em saúde baseada em evidências e da discussão sobre sustentabilidade planetária”. *Com informações da Fepecs  

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