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Estádio do Cave

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Estádios de futebol de Brasília preparam-se para o Candangão

Diferentemente do informado pela Administração Regional do Gama, foi a Secretaria do Esporte que empregou esforços no plano de manejo do gramado do Estádio Walmir Campelo Bezerra (Bezerrão) — e não a própria administração. Três estádios de Brasília recebem neste fim de semana jogos de abertura da 42ª edição do Campeonato de Futebol Profissional da Primeira Divisão do Distrito Federal, o Candangão. Para isso, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, eles passam por vistorias das forças de segurança desde o início de janeiro. No Gama, a secretaria do Esporte empregou esforços no plano de manejo do gramado do Bezerrão, que recebe Gama x Taguatinga, no domingo (5), às 16 horas. Andre Borges/Agência Brasília- 26.7.2016 Os pedidos para inspeção partem da Federação de Futebol do DF ou dos clubes com pelo menos dez dias de antecedência do evento. Com base nas solicitações, a Defesa Civil, a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros Militar e a Vigilância Sanitária são demandados para visitar o local. Durante a atuação são verificadas as questões estruturais do local, a qualidade e a situação das instalações elétricas e hidráulicas, a existência de habite-se ou licenciamento eventual, além das questões de segurança para o patrimônio e para o cidadão. “Os três estádios visitados apresentaram condições para realização dos jogos”, destaca o major do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal Sinfrônio Lopes, coordenador de operações da Subsecretaria de Proteção e Defesa Civil, da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social. “Nossas praças esportivas comportam as disputas do nosso futebol, basta que se adequem minimamente às exigências do Estatuto do Torcedor”, completa. Arenas receberam investimentos O Maria de Lourdes Abadia (Abadião), em Ceilândia, onde Ceilândia e Real jogam no sábado (4), às 16 horas, passou por reforma em 2016. Em junho, teve o sistema de irrigação automática do gramado inaugurado, no valor de R$ 67.667,71, recurso vindo de emendas parlamentares. Depois dos treinos da Seleção Brasileira de Futebol para a disputa da Olimpíada no Rio de Janeiro em 2016, o estádio foi fechado. Desde então, recebe melhorias pontuais, feitas pela própria administração regional. No domingo (5), às 16 horas, o Abadião abriga a disputa entre Brasiliense e Formosa. Também no domingo, às 11 horas, Brasília e Sobradinho se enfrentam no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, no Plano Piloto. Na arena que sediou dez partidas de futebol olímpico em 2016, a manutenção do gramado é feita pela GreenLeaf Serviços S.A. desde a assinatura do contrato de um ano em abril de 2016, no valor total de R$ 775.101, com investimento da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). No domingo, às 11 horas, Brasília e Sobradinho enfrentam-se no Estádio Mané Garrincha, no Plano Piloto. Foto: Andre Borges/Agência Brasília- 16.3.2015 A Secretaria do Esporte, Turismo e Lazer destaca que o Mané Garrincha também será palco dos dois jogos da final do Candangão, em 29 de abril e em 6 de maio. A pasta ainda negocia com o Clube de Regatas do Flamengo a vinda da equipe carioca a Brasília para disputas dos Campeonatos da Primeira Liga e do Estadual do Rio de Janeiro. No Gama, a secretaria empregou esforços no plano de manejo do gramado do Estádio Walmir Campelo Bezerra (Bezerrão), que recebe Gama e Taguatinga, no domingo (5), às 16 horas. Foram corrigidos buracos e feitos corte, adubação e nivelamento com areia no campo. Para cuidados no local, a Secretaria do Esporte tem contrato até junho deste ano com a Garden Center Jardins Ltda., no montante de R$ 213.309,96. O presidente da Federação de Futebol do DF, Erivaldo Alves, adianta que, depois da segunda rodada do Candangão, outros estádios podem compor a tabela no decorrer do campeonato. “Vamos adequar a programação à medida que os espaços forem liberados”, destaca o dirigente. Mais quatro estádios do DF receberão melhorias no gramado A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) fará o plantio de novos gramados em quatro estádios do Distrito Federal: o Augustinho Lima, em Sobradinho; o Joaquim Domingos Roriz, em Samambaia; o Elmo Serejo Farias, em Taguatinga; e o JK Paranoá, no Paranoá. No estádio de Sobradinho, a obra já está em fase de nivelamento da terra. A grama a ser plantada é a do tipo bermuda. O local pode receber jogos em 45 dias após o término da instalação. O gramado antigo do campo é replantado na pista de motocross vizinha. O valor do investimento é de R$ 313.621,72. [Numeralha titulo_grande=”R$ 1.525.930,19″ texto=”Custo para manter e colocar o gramado dos Estádios Augustinho Lima, JK, Rorizão e Serejão” esquerda_direita_centro=”esquerda”] As intervenções nos outros estádios estão previstas para se iniciarem ainda em fevereiro, com remoção do gramado e tratamento do local para receber a nova grama. Por 90 dias após concluída a instalação, as empresas vencedoras do processo licitatório farão a manutenção, como o corte, adubação e controle fitossanitário. No Rorizão, o investimento é de R$ 438.500; no Serejão, R$ 374.008,47; e no JK, R$ 399.800. O dinheiro, inclusive no caso do Augustinho Lima, vem de emendas parlamentares e de recursos próprios do governo. Cave passa por adequações no projeto O Antônio Otoni Filho, mais conhecido como Estádio do Cave (Centro Administrativo Vivencial e Esporte), no Guará, está com as obras paralisadas para adequações do projeto dos vestiários e finalização do processo financeiro, informa a Novacap. A previsão é que a Construteq Construções retome os trabalhos ainda em fevereiro. Entre os serviços já executados está o plantio do gramado, que custou R$ 149.392,46, cerca de R$ 80 mil abaixo do previsto no projeto inicial. A redução do valor se deve à troca da especificação técnica para a grama bermuda, que atendia à urgência dos serviços na época dos Jogos Olímpicos. O valor total da reforma é de R$ 7.191.201,70, sendo 86% desse total custeado pelo governo federal, por meio do Ministério do Esporte, e o restante vindo como contrapartida do Executivo local. Edição: Raquel Flores

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Rodrigo Rollemberg monitora obras no estádio do Cave

No fim da manhã deste sábado (25), o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, visitou as instalações do Estádio Antônio Otoni Filho, conhecido como estádio do Cave, no Guará, para acompanhar as obras de revitalização do local. A instalação do gramado está concluída. O espaço é preparado para ser centro de treinamento de seleções masculinas e femininas de futebol que disputarão partidas da Olimpíada Rio 2016 no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha em agosto. A instalação do gramado está concluída. O espaço é preparado para ser centro de treinamento de seleções masculinas e femininas de futebol que disputarão partidas da Olimpíada Rio 2016. Foto: Tony Winston/Agência Brasília Para a secretária do Esporte, Turismo e Lazer, Leila Barros, que acompanhou o chefe do Executivo na vistoria, as obras representam um avanço para a região. “Até a Olimpíada teremos o gramado e outros equipamentos de suporte, como vestiários, mas a reforma total inclui uma série de melhorias que ficarão para a população”, destacou. A revitalização completa do Cave, que ficará pronta depois da disputa mundial, envolverá a construção de novas bilheterias, vestiários, tribuna de imprensa e melhorias nas arquibancadas. A maior parte dos custos da reforma total — R$ 6.166.632,96 — será paga com recursos do governo federal, por meio do Ministério do Esporte. O restante — R$ 1.024.568,75 — representa a contrapartida do Executivo local. Também acompanharam o governador de Brasília, o secretário de Mobilidade, Marcos Dantas, o diretor-presidente interino da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), Júlio Menegotto, o administrador do Guará, André Brandão, e o deputado distrital Rodrigo Delmasso (PTN). [Relacionadas] Edição: Amanda Martimon

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Disputa olímpica em Brasília deve movimentar mais de R$ 150 milhões na cidade

Durante os Jogos Olímpicos Rio 2016, Brasília receberá dez partidas de futebol, sete do torneio masculino e três do feminino. No período em que ocorrem os jogos, de 4 a 13 de agosto, a expectativa é que a movimentação financeira na capital do País seja de R$ 156 milhões, quase cinco vezes a mais que o investimento previsto: R$ 32 milhões. Desse valor, R$ 13 milhões serão destinados a gastos com segurança. Em entrevista coletiva o governador Rodrigo Rollemberg destacou que a presença desses visitantes tende a aquecer a economia e impulsionar o turismo. Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília O primeiro dia de jogos na cidade é 4 de agosto, em rodada dupla, com a estreia da seleção brasileira masculina, que entra no campo do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha contra a África do Sul. A estimativa é que a capital receba 300 mil diárias nos dez dias de jogos. O gasto estimado médio por turista por dia é de R$ 520, valor que inclui hospedagem, alimentação e transporte. Em entrevista coletiva para informar os números na manhã desta sexta-feira (24), no Palácio do Buriti, o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, destacou que a presença desses visitantes tende a aquecer a economia e impulsionar o turismo. “Aproximadamente 4 milhões de pessoas estarão com os olhos aqui. Como na Copa do Mundo, Brasília estará no centro das atenções”, afirmou, em referência à estreia da seleção masculina de futebol no evento. “Contamos com todos os brasilienses para fazer com que a cidade mostre seu perfil turístico e acolhedor.” Estão previstos gastos do governo de Brasília de R$ 7,1 milhões com a estrutura temporária externa ao Mané Garrincha, exigida na matriz de responsabilidade, e de R$ 1.024.568,75 na recuperação do Estádio Antônio Otoni Filho, conhecido como estádio do Cave, no Guará – ambos os valores incluídos nos R$ 32 milhões. O local será usado como centro de treinamento das seleções que disputarão o torneio olímpico. Todo o gramado será trocado, e haverá estrutura provisória para vestiários e banheiros. A maior parte dos custos da reforma do Cave — R$ 6.166.632,96 —, que inclui outros equipamentos, será paga com recursos do Ministério do Esporte. Após as disputas na cidade, o governo fará um balanço dos recursos investidos e do retorno efetivo para a população. Como será gasta a verba do governo de Brasília destinada à Olimpíada Os R$ 32 milhões estimados para investimento correspondem ao orçamento de todos os órgãos envolvidos na Olimpíada em Brasília. “Ainda vamos conversar com cada pasta e saber o que pode ser reduzido nesse valor”, explica a secretária do Esporte, Turismo e Lazer, Leila Barros. Além dos R$ 13 milhões destinados a gastos com segurança, os demais recursos servirão para adequar as arenas esportivas e para ações de mobilidade, entre outras áreas ligadas ao evento. Quanto aos R$ 7,1 milhões com estrutura temporária, está prevista a instalação de até sete centros para atendimento ao turista, um deles fixo. O Centro de Convenções Ulysses Guimarães terá uma área de apoio para a imprensa e o comitê olímpico, além de serviços voltados para o torcedor, como troca de ingressos. Em relação à segurança — uma das maiores preocupações do governo de Brasília em relação ao evento —, a verba aplicada visa garantir tranquilidade para quem vai acompanhar as partidas e para o cidadão do DF. Em abril, 31 órgãos públicos assinaram o Plano Tático e Integrado de Segurança Pública e Defesa Civil para os Jogos Olímpicos Rio 2016, documento que define as atribuições de cada instituição para o evento. O plano especifica as ações de cada entidade antes e durante as disputas, de acordo com o estabelecido em protocolos nacionais e internacionais de segurança. Além do governador Rodrigo Rollemberg e da secretária Leila Barros, participou da entrevista o secretário-adjunto de Turismo, Jaime Recena. [Relacionadas] Jogos Olímpicos na capital federal Em Brasília, abre a competição entre os homens a disputa entre Iraque e Dinamarca, às 13 horas de 4 de agosto, antes de o Brasil entrar em campo contra a África do Sul. No dia 7, dinamarqueses e sul-africanos enfrentam-se, sempre no Mané Garrincha, às 19 horas, e em seguida, às 22 horas, haverá o duelo entre brasileiros e iraquianos. Em 10 de agosto, ocorrem outros dois jogos do masculino. Às 13 horas, os brasilienses acompanham Argentina e Honduras. Às 16 horas, entram em campo Coreia do Sul e México. Brasília encerra a participação nos Jogos Olímpicos em 13 de agosto, com o confronto válido pelas quartas de final, entre o primeiro colocado do Grupo D e o segundo do C. Na competição feminina, o Mané Garrincha sediará três partidas — duas pela fase de grupos e uma pelas quartas de final. Em 9 de agosto, às 16 horas, haverá Alemanha e Canadá. No mesmo dia, às 22 horas, China e Suécia entram em campo. Em 12 agosto, já pela fase eliminatória, será disputada a partida entre o primeiro colocado do Grupo G contra o terceiro do E ou do F. O futebol é o único esporte disputado em cidades fora da sede olímpica. Além de Brasília e do Rio de Janeiro, os jogos ocorrerão em Belo Horizonte, Manaus, Salvador e São Paulo. Edição: Gustavo Marcondes e Marina Mercante

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Plantio do novo gramado do Cave está 85% concluído

A instalação do novo gramado do Estádio Antônio Otoni Filho, conhecido como estádio do Cave, no Guará, está 85% concluída. Nesta quarta-feira (22), a secretária do Esporte, Turismo e Lazer, Leila Barros, verificou o andamento da obra, acompanhada do administrador regional do Guará, André Brandão, e de representantes do Comitê Rio-2016, do Ministério do Esporte, da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e da empresa que faz a reforma. A previsão é terminar os trabalhos até quinta-feira (23). Equipes trabalham na instalação do novo gramado do estádio do Cave, no Guará. Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília “Os recursos vieram por causa da Olimpíada, mas o mais importante será entregar para a comunidade do Guará e do esporte uma arena totalmente revitalizada”, ressalta Leila. O espaço é preparado para ser centro de treinamento de seleções masculinas e femininas de futebol que disputarão jogos do evento mundial, em agosto, no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. A maior parte dos custos da reforma total — R$ 6.166.632,96 — será paga com recursos do governo federal, por meio do Ministério do Esporte. O restante — R$ 1.024.568,75 — representa a contrapartida do Executivo local. Revitalização completa do estádio Para a Olimpíada, todo o gramado será trocado, e haverá estrutura provisória para vestiários e banheiros. A revitalização completa do Cave, porém, será maior e envolverá ainda a construção de novas bilheterias, vestiários, tribuna de imprensa, além de melhorias nas arquibancadas, por exemplo. O administrador regional do Guará, André Brandão, acompanha a evolução da obra e destaca a importância do equipamento para a população: “É uma obra de extrema importância para toda a região. O Cave tem história no futebol, e o estádio será muito bem utilizado quando entregue à comunidade”. Etapas da troca do gramado Em abril, a empresa ganhadora da licitação, a Construteq Construções Terraplanagens e Comércio de Equipamentos, iniciou a retirada do antigo gramado. Primeiro, foi feita a limpeza de todo o terreno; depois, foram retirados 50 centímetros de solo e realizado um pré-nivelamento. Na sequência, instalaram-se a drenagem, com tubos corrugados e perfurados, manta geotêxtil e colchão drenante de brita. Por cima, colocou-se ainda uma camada de areia com material orgânico. A etapa seguinte foi a instalação do sistema de irrigação automatizada e novo nivelamento, com trabalho manual. Só então o terreno está pronto para receber o gramado, do tipo Bermudas Celebration, o mesmo usado no Mané Garrincha e no Maracanã, por exemplo. Esse tipo de grama tem características de crescimento rápido, alta capacidade de regeneração, tolerância a cortes baixos (em torno de 2 milímetros) e boa tração, segundo o engenheiro agrônomo da Construteq, Carlos Henrique Pimenta. A manutenção do gramado já é feita, com irrigação diária. O tratamento mais específico, para o tapete ficar apto ao uso mais rapidamente, começa na segunda-feira (27). Edição: Raquel Flores

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