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Estratégia de Saúde da Família

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Saúde apresenta experiências bem-sucedidas e fortalece troca de conhecimento com outros estados

Nesta terça-feira (20), representantes da Secretaria de Saúde (SES-DF) apresentaram experiências exitosas por meio do Colabora APS, evento promovido pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), em parceria com o Ministério da Saúde. A iniciativa tem como objetivo promover a troca de aprendizados na Atenção Primária à Saúde (APS) em todo o país.   Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos ganhou destaque nas apresentações do encontro | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF “Pretendemos estabelecer trocas, experiências de vínculos, um movimento que não existiria sem os servidores dedicados”  Ana Carolina Brandão, da coordenação-geral da ENSP A proposta do encontro é fortalecer as conexões, reconhecer os esforços e contribuir para o fortalecimento contínuo da APS por meio do intercâmbio das estratégias adotadas por diferentes unidades da Federação. A rede também atua na identificação, sistematização e apoio à qualificação de experiências inovadoras, ampliando sua visibilidade e potencial de replicação em diferentes contextos. Durante a abertura do encontro, o gerente de Estratégia de Saúde da Família da SES-DF, Virgílio Marques, reforçou a importância dessa interação para o fortalecimento da inovação na gestão e na assistência em saúde: “Temos núcleos de experiências exitosas sensacionais, que são muito importantes para manter uma saúde da família mais unida e mais alinhada”. [LEIA_TAMBEM]Uma das experiências inovadoras do DF destacada foi a Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos (Rhamb). O gerente de Práticas Integrativas da SES-DF, Marcos Trajano, falou sobre o protagonismo da capital federal na consolidação de iniciativas inovadoras: “O Distrito Federal tem uma característica de ser pioneiro. Temos orgulho de ter esse espaço muito especial para inovação, um ambiente muito favorável. Posso com orgulho apontar que a oferta de plantas medicinais no SUS [Sistema Único de Saúde] começou no DF, também nas práticas integrativas”. Ana Carolina Brandão, da coordenação-geral da ENSP, ressaltou: “Mais de 400 experiências se candidataram para mostrar projetos inovadores, e, dessas, pudemos acompanhar com orgulho os resultados. Pretendemos estabelecer trocas, experiências de vínculos, um movimento que não existiria sem os servidores dedicados”.   *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Programa Mais Médicos reforça saúde do DF com 75 profissionais

Todas as 623 equipes da Estratégia Saúde da Família do Distrito Federal contam agora com um médico. Isso se tornou possível com a incorporação de 75 novos profissionais por meio do Programa Mais Médicos, do governo federal. A recepção oficial ocorreu nesta quinta-feira (5), na Secretaria de Saúde (SES-DF). “A importância é extraordinária. Está garantido que todos os territórios tenham profissionais, com um vínculo de quatro anos, prorrogáveis por mais quatro”, explica o secretário de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde, Nésio Fernandes. A lotação desses profissionais foi iniciada em junho, tendo como prioridade o reforço das áreas de maior vulnerabilidade social. O subsecretário de Atenção Integral à Saúde da SES-DF, Maurício Fiorenza, ressalta a importância do Programa Mais Médicos para o fortalecimento das ações da pasta | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Formado em julho de 2023 pela Universidade de Brasília (UnB), o médico Carlos Daniel Carvalho considera uma realização fazer parte do programa. “É uma boa oportunidade para começar essa jornada”, afirma. Ao longo de toda a graduação, ele disse ter preferido a área de medicina de família e de comunidade – essência do trabalho que agora desenvolve na Unidade Básica de Saúde (UBS) 4 de Sobradinho, localizada na chamada Rota do Cavalo. Outros 45 profissionais de editais anteriores do Programa Mais Médicos já atuavam no DF, totalizando 110. Desse montante, 28 trabalham na Região Oeste de Saúde (Ceilândia e Brazlândia), 27 na Região Sul (Gama e Santa Maria) e 22 na Região Sudoeste (Taguatinga, Vicente Pires, Águas Claras, Riacho Fundo I e II, Samambaia, Recanto das Emas e Água Quente). Outras regiões administrativas também são contempladas pelo programa. Os profissionais atuam tanto nas UBSs quanto em ações volantes. A médica Larissa Cunha, natural de Minais Gerais, formada no Paraná e com experiências até em outro país, agora atua na UBS 11 de Samambaia e diz estar feliz com o acolhimento dos servidores da SES-DF. “Essa unidade em que fui, especialmente, achei muito bem organizada. É um prédio novo, com equipamentos novos. Isso ajuda a equipe a ficar mais motivada e eu vejo que são muito atenciosos com a população”, conta. Colega de UBS, a médica Alice da Silva destaca parte acadêmica do programa: “Temos um supervisor que sempre traz conhecimentos. O próximo encontro, por exemplo, será sobre indicadores, um tema que muitos de nós temos dúvidas”. Alice da Silva e Larissa Cunha atuam agora na UBS 11 de Samambaia, unidade inaugurada em 2020 para atender a uma população de 14 mil pessoas A recepção realizada pela SES-DF incluiu um detalhamento acerca de como é a Rede de Atenção à Saúde e o papel desses profissionais. “O Programa Mais Médicos complementa toda a Estratégia de Saúde da Família que temos desenvolvido nos últimos cinco anos aqui no DF: qualificar e expandir a Atenção Primária”, ressalta o subsecretário de Atenção Integral à Saúde, Maurício Fiorenza. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal

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Profissionais são certificados em qualificação na Atenção Primária à Saúde

A cerimônia de certificação do Programa de Qualificação da Atenção Primária do Distrito Federal (Qualis-APS) foi realizada nesta terça-feira (22), no auditório da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF O Programa de Qualificação da Atenção Primária do Distrito Federal (Qualis-APS) certificou 116 especialistas e 1.011 concluintes do curso de aperfeiçoamento em Estratégia de Saúde da Família (eSF). A cerimônia de reconhecimento ocorreu, nesta terça-feira (22), no auditório da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), uma das parceiras na iniciativa da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), que tem também a participação da Universidade de Brasília (UnB). Os cursos têm o objetivo de estimular a articulação entre teoria e situações reais de trabalho. A proposta é motivar e engajar os profissionais para a superação dos desafios, tomada de decisões e inovação nos processos de gestão da Atenção Primária à Saúde (APS) do DF. Presente na solenidade, a secretária Lucilene Florêncio afirmou que quer “abraçar e adotar cada uma dessas boas ideias que vocês construíram coletivamente” No programa, são ofertados especialização em gestão e de aprimoramento em Estratégia de Saúde da Família. Neste ciclo, 116 gestores concluintes e quatro em processo de conclusão da modalidade de especialização propuseram mais de 700 intervenções para a gestão da APS. As ideias compõem o livro digital Coletânea de Propostas de Intervenção APS-DF , disponível no repositório da Fiocruz. A secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, afirmou, no evento, que vai analisar todas as sugestões. “Quero abraçar e adotar cada uma dessas boas ideias que vocês construíram coletivamente.” Atualmente, está vigente o segundo ciclo de formação iniciado em outubro de 2022. A previsão de encerramento é novembro deste ano. Alta adesão A modalidade de aperfeiçoamento recebeu 1.369 inscrições. Ao todo, 1.011 profissionais concluíram a formação, sendo 630 profissionais do corpo técnico do DF e 381 de outras unidades da Federação. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Alcançamos quase 74% de conclusão. Esta é uma taxa de aproveitamento bastante relevante em um curso de modalidade híbrida”, avaliou a diretora-executiva da Escola de Governo da Fiocruz Brasília, Luciana Sepúlveda. Q?ualis-APS A certificação do Qualis-APS utiliza o Ipê, árvore símbolo do Cerrado, para criar os selos de qualidade da Atenção Primária do DF. “Hoje foi dia de uma importante colheita, mas também é o momento de seguir plantando novas sementes de esperança por uma APS cada vez mais reconhecida em toda a sua potencialidade”, afirmou a diretora da Fiocruz Brasília, Fabiana Damásio, em referência ao emblema da certificação. A metodologia do programa é estruturada em torno de um ciclo avaliativo, composto de quatro fases, e de um eixo de desenvolvimento contínuo, que é transversal e consiste em um conjunto de ações com o intuito de promover estratégias para mudanças e aprimoramento na gestão e atenção à saúde em benefício da população. *Com informações da SES-DF

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Inscrições abertas para concurso efetivo de agentes da saúde

Estão abertas, até 6 de março, as inscrições para o concurso público para agentes comunitários de saúde (ACS) e agentes de vigilância ambiental (AVA). O edital de contratação para o cargo efetivo das duas carreiras é o primeiro da Secretaria de Saúde, desde que as funções passaram a ser do estado. [Olho texto=”“Esses novos agentes vão recompor as equipes, principalmente pelas vacâncias de aposentadorias. Com os novos servidores, vamos intensificar o trabalho de combate à dengue e reforçar as equipes de Estratégia de Saúde da Família, fundamental na Atenção Primária”” assinatura=”Lucilene Florêncio, secretária de Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Estão previstas 602 vagas para ACSs, que são subdivididas entre as regiões de saúde. O servidor deve conhecer a comunidade em que vai trabalhar. Para AVAs, são 417. Segundo a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, há bastante tempo não era realizado concurso para essas carreiras. “Esses novos agentes vão recompor as equipes, principalmente pelas vacâncias de aposentadorias. Com os novos servidores, vamos intensificar o trabalho de combate à dengue e reforçar as equipes de Estratégia de Saúde da Família, fundamental na Atenção Primária”, acrescenta. Os agentes de vigilância ambiental são responsáveis, principalmente, pelo combate ao Aedes aegypti | Foto: Tony Winston / Agência Saúde-DF A remuneração básica para o ACSs é de R$ 1.988,00, mas, com as gratificações previstas em lei, o salário pode ultrapassar os R$ 6 mil. Já o vencimento básico dos AVAs é de R$ 2.485,00, podendo chegar a R$ 8 mil com as gratificações. A banca responsável pelo certame é a Funatec. A taxa de inscrição é de R$ 65,00 para os agentes comunitários e de R$ 70,00 para os agentes de vigilância. As orientações para inscrições no certame estão no link do edital. Atuação [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Entre as atividades do agente de vigilância ambiental estão o combate ao Aedes aegypti, captura de escorpiões, ações educativas e preventivas contra ratos e pombos, controle químico para vetores, ações para avaliação de qualidade da água e do ar, entre outros. Os agentes comunitários de saúde são profissionais chave para vinculação da população aos serviços de saúde. Atuam na promoção, proteção e prevenção, cadastram as famílias e visitam os domicílios. As informações sociodemográficas coletadas pelos ACSs são fundamentais para o planejamento das ações de saúde na comunidade. Assim, a estratégia de acolhimento é criada de acordo com as necessidades locais. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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‘Saúde da Família’ terá 635 equipes credenciadas no DF

O Distrito Federal vai atingir, em breve, o maior número de equipes de Estratégia de Saúde da Família (ESF) credenciadas junto ao Ministério da Saúde, desde o início deste modelo assistencial. Com a implantação de todas as equipes credenciadas, a cobertura dos serviços da Atenção Primária à Saúde (APS) vai aumentar para 83% em todo o território do DF. Isso será possível com o credenciamento de mais 151 equipes junto ao Ministério da Saúde, além das 484 credenciadas já existentes. [Olho texto=”“Temos hoje um cenário muito favorável para completar todas as equipes de saúde da família para o avanço na força de trabalho da APS e na qualidade do processo de trabalho. Nosso modelo assistencial existente permite esse avanço”” assinatura=”Fernando Erick Damasceno, coordenador da Atenção Primária” esquerda_direita_centro=”direita”] “A Atenção Primária à Saúde do DF está em plena expansão e qualificação, fortalecendo o modelo de Estratégia da Saúde da Família”, revela o coordenador da Atenção Primária, Fernando Erick Damasceno. Os profissionais atuam nas 175 unidades básicas de saúde (UBSs) existentes na capital federal. O credenciamento dessas equipes garantirá maior aporte de financiamento e refletirá em melhor qualidade de atendimento e facilidade de acesso para a população. “Esse é um dos pontos mais importantes da gestão da Atenção Primária à Saúde (APS) do DF. Conseguimos este credenciamento de mais 151 equipes – ação que estávamos articulando desde abril de 2020. Isso representa um grande passo rumo à expansão da cobertura da APS no Distrito Federal”, explica Fernando Erick. O coordenador comenta sobre a fase atual da atenção básica no DF. Segundo ele, “temos hoje um cenário muito favorável para completar todas as equipes de saúde da família para o avanço na força de trabalho da APS e na qualidade do processo de trabalho. Nosso modelo assistencial existente permite esse avanço.” [Olho texto=”As equipes da Atenção Primária, que contam com até 10 integrantes, podem cobrir áreas em que residam até 4 mil pessoas” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Porta de entrada A Atenção Primária é a porta de entrada principal de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Nas UBSs é possível resolver até 85% dos problemas de saúde da população, evitando internações e contribuindo para a utilização assertiva dos prontos-socorros hospitalares, que são responsáveis por atender pessoas em situação de urgência e emergência. As equipes são compostas por um enfermeiro, um médico, dois técnicos de enfermagem e até seis agentes comunitários de saúde. Na atenção primária, os profissionais atuam atendendo a pessoas em qualquer fase do ciclo de vida, do bebê ao idoso. Cada equipe é capaz de cobrir uma área em que residem até 4 mil pessoas. Expansão Além do credenciamento autorizado por meio da portaria ministerial, a APS do DF também foi contemplada com a homologação de apoio à informatização de mais 23 equipes de saúde, que serão incluídas no Programa Informatiza APS do Ministério da Saúde. O programa faz parte da estratégia de saúde digital do MS: o Conecte SUS. A informatização permite qualificar os dados da atenção básica, facilitando o planejamento e a gestão dos serviços. A Secretaria de Saúde está investindo na ampliação e qualificação da APS através da construção de novas UBSs e a contratação de recursos humanos qualificados para a expansão do atendimento da população. Em 2020, foram contratados 150 profissionais entre enfermeiros de família e comunidade e médicos de família e comunidade. Também foram entregues nesta gestão quatro novas UBSs nas regiões da Fercal, do Recanto das Emas, de Samambaia e de Ceilândia. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Ainda há cinco obras em andamento: Vale do Amanhecer, Buritizinho, Ceilândia, Riacho Fundo II e Paranoá Parque – as duas últimas serão as próximas unidades básicas a serem entregues. “Nossa meta é ofertar para toda a população do DF, cuidados primários nas UBSs. De vacinação a abordagem das condições crônicas, oferta de métodos contraceptivos, curativos, cuidados em saúde mental, ou seja, a abordagem integral do usuário. É na APS que apostamos para as melhores entregas em ofertas em saúde no presente e no futuro pós-pandemia”, finaliza Fernando Erick Damasceno. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Em tempos de pandemia, a tecnologia a serviço de pacientes

Com a pandemia de Covid-19, alguns serviços estão sendo reinventados para não deixar desassistida a população. Por isso, gestores de unidades básicas de saúde (UBSs) têm buscado essa comunicação por meio de plataformas virtuais, para evitar aglomerações e idas frequentes às UBSs. São demandas simples, como pedidos de informações sobre os serviços que são oferecidos, dispensação de medicamentos e horário de funcionamento das salas de vacina. Tais informações podem, obviamente, ser repassadas on-line, por meio do aplicativo WhatsApp, por exemplo – evitando idas desnecessárias aos postos de saúde. Por isso, duas unidades de Brazlândia e do Recanto das Emas implantaram essa nova estratégia para que as pessoas possam tirar dúvidas e pedir informações. Além disso, as equipes da Estratégia de Saúde da Família ganharam grupos específicos para os territórios atendidos. Assim, as equipes se aproximam ainda mais dos pacientes das áreas abrangentes. Comunicação on-line Em Brazlândia, a UBS 2 da Vila São José já usa com sucesso a ferramenta. O número do app é divulgado na entrada da unidade. Já os grupos, são direcionados para as gestantes e crianças que precisam ser acompanhadas pelas equipes.  Quem faz a gestão das informações é a enfermeira Ana Cristina Stabile. Os pacientes entram no grupo de acordo com a equipe das áreas de residência e fornecem nome completo, data de nascimento, idade, endereço e telefone. Ao final do dia, a profissional encaminha as demandas para cada equipe e os profissionais se organizam para dar o retorno ou fazer o agendamento da consulta ou visita domiciliar, quando necessário. Além disso, encaminha materiais e vídeos com informações importantes. Junto à estratégia do WhatsApp, foi disponibilizada uma página no Facebook com grupos que comportam mais pessoas. “Pensamos em algo que pudesse estar próximo dos pacientes em meio a essa pandemia e a recomendação de evitar a UBS. No entanto, as informações que eles vinham pegar pessoalmente agora passamos pelo aplicativo. São detalhes sobre consultas presenciais, vacinas e marcações da regulação, por exemplo”, explica Ana Cristina. Já a UBS 2 do Recanto das Emas começou apenas pela equipe Vermelha para analisar a adesão dos pacientes. De acordo com Kelly Lima, gerente da unidade, os pacientes elogiaram a iniciativa e tem se tornado a preferência de comunicação. “Com essa experiência, queremos ampliar para as outras equipes. Isso facilitou o contato e vindas à unidade apenas para pegar uma informação ou os resultados de exames. Agora, já passamos pelo celular mesmo, sem precisar vir pessoalmente”, afirma. * Com informações da Secretaria de Saúde

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