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Mães atípicas

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Mães atípicas terão espaço especial no Parque da Cidade

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Inclusão em pauta. O Estacionamento 13 do Parque da Cidade será sede da Casa das Mães Atípicas, um novo espaço de acolhimento e suporte que está em construção no local. O projeto busca promover cuidado integral, bem-estar e escuta para as mães de crianças atípicas do Distrito Federal, e preencher uma lacuna de assistência para essas famílias. A criação da Casa das Mães Atípicas dá uma nova destinação a uma estrutura que não recebia intervenções desde 1980 e vinha servindo apenas de ponto de apoio.  A estrutura conta com uma área de edificação de 217,50 metros quadrados e foi pensada para atender as famílias de forma simultânea. A brinquedoteca será adaptada para crianças com deficiência e transtornos. O espaço externo vai receber atividades culturais para as mães, com programações de lazer e de esporte. A governadora Celina Leão destacou que a Casa das Mães Atípicas contará com equipe médica multidisciplinar | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília A governadora Celina Leão visitou as obras neste sábado (15/8) e destacou que a premissa do novo equipamento público é “cuidar de quem cuida”.  Durante a visita, ela lembrou a conexão pessoal com o tema para explicar a importância da iniciativa: "Eu sou de uma família atípica. Eu tenho uma mãe que tem dois filhos raros e eu sei o que é isso. Eu sei o quanto essas mulheres precisam ter algum lugar que cuide delas, porque elas cuidam o tempo todo".    Sobre a escolha do local e a estrutura de apoio para as mães, Celina ressaltou: “É o melhor lugar da cidade. É onde as pessoas vão para ter um momento de lazer. Então, nós queremos aqui ter toda uma equipe multidisciplinar de acompanhamento médico, de cuidado para as mães". A expectativa é que o espaço tenha uma capacidade rotativa para atender de 500 a mil pessoas, sem limite de vagas para as mães atípicas que buscarem a rede de apoio. "Eu sei o quanto essas mulheres precisam ter algum lugar que cuide delas, porque elas cuidam o tempo todo" Governadora Celina Leão A secretária da Mulher, Jackeline Aguiar, explicou que o local surgiu das demandas das próprias cidadãs. "Essa casa foi idealizada ouvindo as mães atípicas que precisavam de um espaço para que elas pudessem ser ouvidas, para que a gente pudesse oferecer atendimento psicossocial", detalhou. Além dos psicólogos e da assistência jurídica, o projeto terá foco na autonomia financeira, oferecendo cursos de capacitação profissional.  A iniciativa vai oferecer, ainda, facilidade de acesso. “Vamos ter acessibilidade total, tanto para a mãe quanto para as crianças. E também transporte — apesar de o parque ser rodeado de paradas de ônibus, a gente viu essa necessidade. Teremos uma van, que vai sair de hora em hora da Rodoviária do Plano Piloto para trazer as mães e seus filhos”, acrescentou a secretária. O espaço terá a capacidade de atender a até mil pessoas de maneira rotativa O administrador do Parque da Cidade, Todi Moreno, celebrou a mudança do ambiente. "O GDF teve essa sensibilidade para não só reformar, como também trazer atendimento para as mães atípicas. É o Parque da Cidade vivo, humanizado e acolhendo essas mães que têm tantos desafios no dia a dia". Moreno informou que a obra conta com um investimento de cerca de R$ 250 mil, voltado para manutenções nas redes elétrica e hidráulica, além de troca de pisos e reforço de portas.

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Mães atípicas compartilham desafios e fortalecem diálogo sobre inclusão no Riacho Fundo

A Chefia Executiva de Integração e Inovação Social (Ceiis), trabalho liderado pelo primeiro-cavalheiro do Distrito Federal, Fabrício Faleiro, participou na última sexta-feira (29) do encontro "Maternidade Atípica — Quem Cuida de Quem Cuida?", realizado no auditório da Administração Regional do Riacho Fundo. O evento reuniu mães atípicas, especialistas, representantes da sociedade civil e do Governo do Distrito Federal em um importante diálogo sobre os desafios enfrentados diariamente pelas famílias que convivem com o autismo e outras deficiências. A programação abordou temas como direitos das pessoas com deficiência, acesso a terapias na rede pública, acolhimento familiar e cuidados com a saúde emocional das mães. Representando o Governo do Distrito Federal, a chefe executiva da Ceiis, Adriana Pinheiro, destacou a importância de ampliar os espaços de escuta e construção conjunta de políticas públicas voltadas às famílias atípicas. "Ouvir essas mães é fundamental para que possamos compreender suas necessidades reais e construir políticas públicas mais humanas, eficientes e acessíveis. O acolhimento começa pela escuta", ressaltou Adriana. Durante o encontro, diversas mães compartilharam suas histórias, experiências e desafios enfrentados na busca por atendimento especializado, inclusão social e garantia de direitos para seus filhos. Os relatos emocionaram os participantes e ressaltaram a necessidade de fortalecer a rede de apoio e ampliar a integração entre os órgãos públicos. O evento reuniu mães atípicas, especialistas, representantes da sociedade civil e do Governo do Distrito Federal em um importante diálogo sobre os desafios enfrentados diariamente pelas famílias que convivem com o autismo e outras deficiências | Foto: Divulgação/Ceiis A participação da Ceiis reforça o compromisso da nova gestão de aproximar o governo da população, criando canais permanentes de diálogo e promovendo ações que contribuam para a melhoria da qualidade de vida das famílias em situação de vulnerabilidade ou que necessitam de atenção especializada. Sob a liderança do primeiro-cavalheiro Fabrício Faleiro, a Ceiis tem desenvolvido iniciativas voltadas à integração social e ao fortalecimento das políticas públicas, com foco na escuta ativa da população e na articulação entre diferentes órgãos do Governo do Distrito Federal. O encontro também fortaleceu a construção da campanha permanente de acolhimento e integração social desenvolvida pela chefia, ampliando o diálogo com grupos que historicamente enfrentam desafios relacionados ao acesso a serviços, inclusão e suporte social. "Quando ouvimos as pessoas, conseguimos construir soluções mais próximas da realidade. Esse é o caminho para uma política pública mais humana e transformadora", destacou Adriana Pinheiro. A iniciativa reafirma a importância do trabalho conjunto entre governo, instituições e sociedade civil para promover inclusão, cidadania e mais qualidade de vida para as famílias do Distrito Federal. *Com informações da Chefia Executiva de Integração e Inovação Social (Ceiis)

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