Projeto Conexões e Experiências mapeia atrativos de produtos e turismo rurais em todo DF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Nesta terça-feira (4/8), a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) promoveu uma visita guiada a dois espaços e uma rodada de apresentação e bate-papo com oito produtores selecionados no projeto Conexões e Experiências: Turismo, Histórias e Produtos do Campo que Encantam. A iniciativa, parceria da Emater-DF com a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), reúne 40 produtores rurais em sua primeira edição e foi transformada em um catálogo disponível em formato físico e digital. Entre trilhas e retiros ecológicos, iniciativas de educação ambiental, plantações de mirtilo e morango e produção de queijos, vinhos e cachaça, a publicação reúne empreendimentos que oferecem produtos de qualidade e produção sustentável e que, ao mesmo tempo, estão de portas abertas para receber visitantes. De acordo com a Emater-DF, a proposta central do projeto é conceito de “conexão rural”, promovendo a integração entre a agroindústria familiar e o turismo rural, de modo que o visitante não apenas leve um produto para casa, mas conheça a história, o rosto e o processo de trabalho por trás de cada rótulo. O presidente da Emater-DF, Cleison Duval, afirma que o turismo rural ajuda no desenvolvimento econômico do DF | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília Na Villa Giardini, um dos locais contemplados pela primeira edição do catálogo e visitados ao longo do dia e onde foi promovido um chá da tarde elaborado com produtos locais, o presidente da Emater-DF, Cleison Duval, afirmou que pensar o turismo é trabalhar o desenvolvimento econômico de toda região por meio da conexão entre empreendimentos produtores e de hospitalidade. “Hoje, por exemplo, vamos tomar um café da tarde onde eu tenho uma geleia de produtores de qualidade registrada. Aqui [na Vila Giardini], temos um ambiente que pode receber turistas. Desta forma, eu não vou estar valorizando apenas aquela propriedade ou aquele produto. Eu vou estar promovendo o desenvolvimento de toda a região em volta”, comentou. A programação do dia contou também com uma visita à cachaçaria Cavaco, outro dos empreendimentos contemplados pela primeira edição da publicação, e com a divulgação do segundo edital do projeto, disponível para participação de produtores entre 1º de junho e 31 de agosto deste ano. Cachaça 100% do DF A produção de cachaça no DF é feita em várias técnicas, como envelhecida em carvalho ou em jequitibá-rosa Como parte da programação de turismo rural, o dia começou com uma visita à cachaçaria Cavaco, localizada no Núcleo Rural Sobradinho dos Melos, no Paranoá. No local, são feitos o plantio e a colheita da cana-de-açúcar, então moída para extração do caldo, que por sua vez é fermentado, destilado e, posteriormente, armazenado em tonéis de inox ou madeira para envelhecimento e ganho de complexidade. No tour pela cachaçaria, além de acompanhar as diferentes etapas do processo produtivo, é possível degustar os rótulos disponíveis — como a cachaça prata (sem envelhecimento em barril), outras envelhecidas em madeiras como carvalho-americano, carvalho-europeu e também em madeiras brasileiras, como jequitibá-rosa e amburana. Na ocasião, houve também demonstrações da aplicação da bebida em coquetelaria, com releitura de clássicos como o Aperol Spritz e o Rabo de Galo. Produtor rural e um dos proprietários da Cavaco, Igor Cavalcante conta que a Emater-DF foi um importante suporte técnico durante todo o processo, mesmo quando os planos da família ainda não eram o de produção de cachaça. Desde 2003, quando a família adquiriu a propriedade, foram feitas diferentes tentativas de empreender, com plantação de abacateiros, pinheiros e até mesmo criação de gado. “A Emater tem nos ajudado desde sempre. Quando começamos e decidimos trabalhar com cana-de-açúcar, os técnicos vieram aqui e estão sempre disponíveis para nos auxiliar. Levam o produto daqui, fornecem subsídios, fazem verificação de solo, do manejo. Além disso, tÊm nos ajudado com outras questões junto a outros parceiros que produzem cachaça para que a gente possa se juntar em movimentos de valorização da cachaça enquanto produto”, afirmou. O empreendimento funciona em um terreno de 12 hectares e tem capacidade de produção de 20 mil litros de cachaça por ano. Igor conta que o produto tem se consolidado no mercado brasiliense, e demonstra empolgação com o crescimento do interesse do público. “Temos tido um retorno muito bom. As pessoas que compram, gostam muito do produto. Obviamente, existe um terroir específico daqui, que é diferente da Região Sul e do Nordeste. Cada cachaça vai ter uma especificidade e o público tem gostado desse terroir de Brasília, do Cerrado como um todo, então acabam levando para outros estados e até alguns outros países já estão se interessante”, comentou. Catálogo Conexões e Experiências O primeiro catálogo elenca 40 empreendimentos com mapa ilustrado, contato e horários de visitação, entre outras informações Na edição do catálogo Conexões e Experiências, foram selecionados 40 empreendimentos distribuídos em regiões rurais em Brazlândia, Ceilândia, Gama, Jardim, PAD-DF, Paranoá, Planaltina, São Sebastião, Sobradinho e Vargem Bonita. São 98 páginas com mapa ilustrado, fichas dos empreendimentos, informações de contato, horários de visitação, além de QR Codes que dão acesso a vídeos curtos com depoimentos dos produtores. Na publicação é possível encontrar vinícolas e enoturismo, queijarias artesanais, cafés especiais, cachaçarias, cervejaria artesanal, apicultura, fruticultura, agroindústrias de laticínios e embutidos, hotéis-fazenda, ecoparques, espaços de bem-estar, turismo religioso e turismo cultural. O catálogo está disponível em formato físico e digital. Rancho Canabrava Com 29 anos de história no Núcleo Rural Sobradinho I, a cerca de 25 km da Rodoviária do Plano Piloto, o Rancho Canabrava é referência em turismo rural no Distrito Federal. A propriedade é pioneira na criação de cavalos da raça mangalarga marchador no DF, atividade iniciada em 1971, e hoje reúne turismo equestre, gastronomia e lazer para toda a família. "Nós vamos fazer 30 anos de funcionamento. É um restaurante rural com atividades de lazer e temos tentado crescer para outras funções também" Anna Maria de Lucena Rodrigues, proprietária do Rancho Canabrava Entre os destaques do empreendimento, estão passeios a cavalo e de charrete, cavalgadas longas e escola de equitação, restaurante de comida mineira servida no fogão a lenha, trilhas ecológicas, arvorismo, tirolesa e fazendinha e projeto pedagógico para escolas. “O rancho tem uma história longa. Nós vamos fazer 30 anos de funcionamento. É um restaurante rural com atividades de lazer, e temos tentado crescer para outras funções também. Temos um espaço de evento, bem pequenininho e restrito, mas estamos tentando crescer. Temos também um projeto pedagógico, no qual atendemos escolas com uma pegada mais ecológica, a fim de tirar os meninos das telas [de dispositivos eletrônicos]”, relatou a proprietária do espaço, Anna Maria de Lucena Rodrigues. Queijaria Potiguar Agroindústria familiar dedicada a laticínios artesanais, a queijaria Potiguar une tradição de família e conhecimento técnico na produção de queijos. A operação é registrada e segue as boas práticas de fabricação, o que assegura procedência e segurança alimentar ao consumidor. A produção integra o movimento de valorização do queijo artesanal produzido no Distrito Federal. Entre os destaques, estão uma linha de queijos artesanais (frescal, coalho, manteiga e minas padrão), loja própria em São Sebastião e visitação à propriedade com contato direto com o processo produtivo. “A queijaria nasceu por meio da Emater. Os técnicos me incentivaram a legalizar [o processo de produção]. Eles me acompanham desde o início. Se eu preciso de um veterinário, eles estão lá para me ajudar, na agroindústria, na produção, nos cursos de queijos, inclusive para eu conhecer as bactérias, o leite e tal, foi tudo através da Emater”, destacou o produtor rural Antônio Fernandes Barros, de 62 anos, proprietário da queijaria. Cerrado Blue A partir de pesquisa e aperfeiçoamento genético, a produção de mirtilo foi adaptada à realidade do DF Localizada na Rota do Cavalo, a Cerrado Blue é uma das pioneiras no cultivo de mirtilo (blueberry) no Distrito Federal. O mirtilo foi adaptado ao clima do Planalto Central por meio de pesquisa e aperfeiçoamento genético. O cultivo é feito em substrato e vasos, sistema que garante frutos de calibre superior, alto teor de açúcar e acidez equilibrada, com janela de produção estendida de cerca de sete meses. Entre os destaques, estão mirtilo in natura, colha e pague, agroturismo e vivências no campo, além de derivados artesanais como geleias, molhos, sucos e chá de folhas de mirtilo. “As pessoas têm gostado bastante porque é algo que não conhecem [o mirtilo]. As que conhecem ainda não foram a um pomar. Hoje, além dessa experiência no pomar, temos a experiência gastronômica. A gente oferece um café da manhã, que é um brunch com receitas doces e salgadas com mirtilo”, contou a empreendedora rural, Leandra Alvarenga. Coopa-DF A farinha de trigo Buriti é fruto do trabalho da Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF) Fundada em 1978, a Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF) reúne centenas de produtores e é uma das principais referências do agronegócio do Planalto Central. Seu produto símbolo é a farinha de trigo Buriti, resultado da busca dos cooperados, desde os anos 1990, pelo trigo como alternativa de rotação de culturas nas áreas irrigadas. O moinho próprio, inaugurado em 1995, transforma o grão em farinha para panificação, uso doméstico e farelo animal. Entre os destaques, estão a farinha de trigo Buriti e a realização da AgroBrasília, maior feira do agronegócio do Planalto Central e uma das principais do país, sediada no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci. Villa Giardini Ecoparque Referência em sustentabilidade e turismo rural no DF, o Villa Giardini Ecoparque ocupa 36 mil metros quadrados no Setor de Mansões do Lago Norte, com até 65% de vegetação nativa preservada e arquitetura bioclimática. O complexo integra produção agrícola, educação ambiental e eventos, com vista para o Lago Paranoá e o skyline da cidade. Entre os destaques da propriedade, estão a meliponicultura (abelhas sem ferrão), o viveiro de mudas ornamentais e medicinais, o primeiro lavandário em larga escala do Centro-Oeste, com mais de 1,5 mil pés de lavanda e um rótulo próprio de vinho em parceria com a Vinícola Brasília, além das experiências Chá da Villa, Projeto Sementes da Villa e oficinas Brushes & Bloom. Cauê Giardini explica que o Villa Giardini Ecoparque une arte, cultura e preservação ambiental “[O local] nasceu há dez anos com o intuito de ser um parque botânico em Brasília, de ser um espaço que unisse arte, cultura e preservação ambiental. Então, temos várias atividades que são abertas à comunidade e não só privadas. Hoje, somos muito conhecidos em Brasília no setor de eventos e eventos privados, casamentos, festas sociais, mas poucas pessoas sabem que a Villa Giardini está com as portas abertas para comunidade do Distrito Federal como um todo”, contou o diretor de criação do espaço, Cauê Giardini. Oma Sena Vinícola boutique familiar, a Oma Sena — "Vovó Sena", em alemão — é uma homenagem dos netos à matriarca da família e integra o grupo Vinícola Brasília e o Eixo dos Vinhedos. A produção utiliza a técnica da dupla poda, que desloca a colheita do verão chuvoso para o inverno seco, período de maturação plena dos cachos. Entre os destaques, estão os rótulos Primeira Chuva (rosé de syrah), Descalço (sauvignon blanc), Vernáculo Syrah e Dialeto Syrah, premiações nacionais e internacionais, com destaque para o Merano Wine Festival 2025, na Itália, visitas guiadas ao vinhedo com degustação e a experiência imersiva Tinto, Taças e Tintas. Rafael Bonato: "A Emater ajuda muito nessa parte de conectar os produtores e os novos empreendimentos" “A nossa fase atual é de conquistar o mercado e estar realmente mais próximos dos clientes, do consumidor final. A Emater ajuda muito nessa parte de conectar os produtores e os novos empreendimentos. [O catálogo] ajuda muito a termos um caminho realmente aberto com os consumidores e com os clientes”, comentou o sócio-proprietário da Oma Sena, Rafael Bonato. Vinícola Brasília Nascida da união colaborativa de dez famílias e dez vinhedos do Distrito Federal e da Ride, a Vinícola Brasília é um dos projetos mais recentes da vitivinicultura no Planalto Central. Os vinhos finos são produzidos pela técnica da colheita de inverno (dupla poda), com uvas colhidas a uma altitude média de mil metros, em clima seco e de grande amplitude térmica. Pesquisa financiada pela FAPDF comprovou que os syrahs do Cerrado de Altitude apresentam altos níveis de compostos fenólicos, antioxidantes e resveratrol. Rótulos da Vinícola Brasília prestam homenagem à capital federal: Monumental, Alvorada, Croqui, Pilotis e Cobogó Entre os destaques, estão rótulos que homenageiam a arquitetura de Brasília — Monumental, Alvorada, Croqui, Pilotis e Cobogó, mais de 70 premiações nacionais e internacionais —, além de tours guiados, winebar, jantares harmonizados e cursos de vinhos. “A Vinícola Brasília, hoje, é mais conhecida fora do Brasil do que aqui dentro de Brasília. Com apenas dois anos de vida, conquistamos 120 prêmios nacionais e internacionais. Fazemos sempre um apelo às pessoas que vão até a Vinícola Brasília que, quando se sentarem em restaurantes, peçam vinhos de Brasília. A qualidade nós já provamos que temos”, comentou o gerente comercial da vinícola, Darlan Lucca Pissolatti, 57, ao citar que o empreendimento recebe propostas de exportação dos produtos para países como Alemanha, Espanha, Itália, França e Portugal. Espaço Amplitude Refúgio de hospedagem e bem-estar na DF-205 Oeste, o Espaço Amplitude foi inspirado nos princípios da geometria sagrada, com o octógono presente em todos os ambientes, em projeto que mescla o contemporâneo e o rústico. Os chalés têm vista para a montanha e para o horizonte rural. A propriedade mantém atividades agropecuárias genuínas — plantio de milho e criação de bovinos, aves e equinos —, o que reforça a autenticidade da vivência rural. Entre os destaques, o espaço dispõe de hospedagem em chalés; do projeto Entardecer no Amplitude, com contemplação do pôr do sol, petiscos e música; de trilhas, bike e ecoturismo, yoga, meditação e retiros, além de camping e observação do céu. "A vista para as montanhas e a amplitude que nós temos lá é o nosso diferencial" Yara Lucia de Oliveira, do Espaço Atitude “Nós surgimos na época da pandemia, quando todo mundo estava sem saber para onde ir. Construímos uns chalezinhos hoje se transformaram em um refúgio, onde as pessoas procuram um lugar de conexão, de pausa, de acolhimento. Nós oferecemos aquele clima de montanha, ficamos numa área montanhosa do DF, o que é raro nas propriedades. Então, a vista para as montanhas e a amplitude que nós temos lá é o nosso diferencial”, comentou a proprietária, Yara Lucia de Oliveira. Como participar do edital A Emater-DF também fez o lançamento do segundo edital do projeto para a seleção de produtores rurais do Distrito Federal para integrar a segunda edição do catálogo — desta vez, bilíngue — nos formatos digital e físico. As inscrições podem ser feitas exclusivamente pela internet, duraram de 1º de junho a 31 de agosto, sendo abertas a produtores rurais atendidos pela Emater-DF que tÊm produtos agroindustriais com registro nos órgãos competentes, propriedades com atrativo turístico ou parcerias entre as duas modalidades. As inscrições para o segundo catálogo podem ser feitas até 31 de agosto Como contrapartida aos projetos selecionados, a Emater disponibilizou espaço na publicação bilíngue, inclusão na plataforma digital Põe na Cesta e participação em ações de marketing regional e eventos promocionais coordenados pela Emater-DF. Produtores que precisaram de apoio para se inscrever puderam procurar os escritórios locais da Emater-DF da sua região. *Com informações da Emater
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Regularização fundiária avança na região de Ceilândia durante o GDF na Sua Porta
A Empresa de Regularização de Terras Rurais (ETR), subsidiária integral da Terracap, participa da 6ª edição do programa GDF na Sua Porta, em Ceilândia, com atendimento voltado à regularização fundiária rural e à solução de pendências documentais relacionadas aos processos de concessão de uso de áreas rurais. A programação do GDF na Sua Porta segue até esta quarta-feira (3) e retorna entre os dias 8 e 12 de junho, próximo ao Restaurante Comunitário Ceilândia Centro (DJ Jamaika), sempre das 9h às 16h, oferecendo à população serviços de cidadania, saúde, assistência social, regularização fundiária e desenvolvimento econômico. Produtores rurais exibem documentos recebidos em atendimento no estante da Terracap | Foto: Divulgação/Terracap Durante a abertura do evento, nesta segunda-feira (1º), a governadora Celina Leão, acompanhada pelo presidente da Terracap, Júlio César Reis, e pelo presidente da ETR, Thúlio Moraes, entregou contratos de Concessão de Direito de Uso Oneroso (CDU) aos produtores Dimas Rodrigues de Souza, da Chácara Fundos da ONG, localizada no Núcleo Rural Córrego dos Currais, e Edson Amaramo Soares, da Chácara Goianinho nº 90, situada na Fazenda Guariroba. “Os produtores rurais que têm processos em andamento ou desejam obter informações sobre regularização fundiária podem procurar o estande da ETR" Júlio César Reis, presidente da Terracap Os documentos garantem maior segurança jurídica aos produtores rurais e representam o resultado de um trabalho de regularização desenvolvido pela ETR ao longo dos últimos anos na região. Processos concluídos Nos últimos três anos, a empresa avançou na regularização dos núcleos rurais Córrego dos Currais, Córrego das Corujas e Boa Esperança, além de imóveis localizados na Fazenda Guariroba e na Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE) JK. Somente nessa macrorregião, mais de 2 mil hectares foram analisados e mais de 130 contratos de concessão formalizados. Durante o evento, a ETR mantém um estande exclusivo para atendimento aos produtores rurais interessados em obter informações sobre processos de regularização, documentação e concessões de uso. O presidente da Terracap, Júlio César Reis, convidou os produtores da região a aproveitarem a presença da equipe técnica no evento. [LEIA_TAMBEM]“Os produtores rurais que têm processos em andamento ou desejam obter informações sobre regularização fundiária podem procurar o estande da ETR. Nossa equipe está preparada para orientar os ocupantes e dar encaminhamento às demandas relacionadas às áreas rurais”, afirmou Reis. A participação da ETR no GDF na Sua Porta reforça o compromisso da empresa com a promoção da segurança jurídica no campo e com o ordenamento das ocupações rurais do Distrito Federal. *Com informações da Terracap
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Nova edição de 'Conexões e Experiências' abre inscrições para produtores rurais do DF
Estão abertas as inscrições para a 2ª edição do catálogo digital e físico Conexões e Experiências: Turismo, Histórias e Produtos do Campo que Encantam, iniciativa da Emater-DF voltada à valorização de produtores rurais, da agricultura familiar e do turismo rural do Distrito Federal. As inscrições começaram nesta segunda-feira (1º de junho), exclusivamente pelo e-mail projetoconexoes@emater.df.gov.br. Uma das novidades da atual edição é o storytelling, trazendo imagens e histórias de empreendimentos rurais | Fotos: Divulgação/Emater-DF Lançado durante a AgroBrasília 2026, o edital de chamamento público selecionará produtores atendidos pela Emater-DF para integrar a nova edição da publicação. A principal novidade é o formato bilíngue, em português e inglês, ampliando a visibilidade dos empreendimentos rurais e fortalecendo a promoção do campo do Distrito Federal junto a visitantes, consumidores e potenciais parceiros de outros países. A força da agricultura familiar e o turismo rural também estão presente nas páginas da nova edição do catálogo Conexões e Experiências "O projeto fortalece a venda direta, a agricultura familiar e a economia local" Clarissa Valadares, turismóloga da Emater-DF Após o sucesso da primeira edição, o material vai além da divulgação de produtos: o catálogo aposta no storytelling, combinando imagens, histórias dos produtores e conteúdos audiovisuais integrados por QR Codes. A proposta é aproximar o consumidor de experiências únicas que o turismo rural do DF tem a oferecer. Podem participar produtores rurais atendidos pela Emater-DF que tenham produtos agroindustriais com registro nos órgãos competentes, propriedades com atrativo turístico ou parcerias entre ambas as modalidades. "O projeto fortalece a venda direta, a agricultura familiar e a economia local", destaca a turismóloga da Emater-DF, Clarissa Valadares. [LEIA_TAMBEM]Os produtores selecionados também contarão com inclusão na plataforma virtual da Emater "Põe na Cesta" e apoio em ações de marketing regional e participação em eventos promocionais coordenados pela Emater-DF. Inscrições As inscrições começaram nesta segunda-feira (1º de junho) e seguem até o dia 31 de agosto de 2026, exclusivamente pelo e-mail projetoconexoes@emater.df.gov.br. As dúvidas também serão sanadas pelo e-mail de inscrição. O edital está disponível no site da instituição na aba Transparência / Chamamentos Públicos (https://www.emater.df.gov.br/chamamentos-publicos). *Com informações da Emater-DF
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Feira Rural reúne sabores, artesanato e negócios na AgroBrasília 2026
Alimentos artesanais, produtos da agroindústria e artesanato são alguns dos itens que serão vendidos por produtores rurais atendidos pela Emater-DF durante a AgroBrasília 2026. A Feira Rural da Emater-DF, que acontece no estande institucional da empresa entre os dias 19 e 23 de maio, tem crescido a cada edição e chega este ano com cerca de 60 expositores dos mais diversos produtos. O objetivo é promover e fortalecer a produção rural por meio da oportunidade direta de comercialização. Evento é uma oportunidade para os produtores rurais apresentarem e venderem seus produtos | Fotos: Divulgação/Emater-DF "Muitas vezes, a comercialização não termina ali. O cliente compra, gosta e guarda o contato. Então essa comercialização continua fora da Agrobrasília, gerando novos negócios para o nosso produtor" Amanda Venturim, extensionista rural e responsável pela organização da feira Quem visitar o espaço vai encontrar uma vitrine diversificada com o que se produz no campo do Distrito Federal. Na área de agroindústria, haverá mel, doces, biscoitos, baunilha, geleias, chocolate e panificados artesanais. No artesanato, peças feitas com palha, fibra de bananeira, crochê, patchwork, bolsas e trabalhos em madeira mostram a riqueza do trabalho manual dos produtores rurais do DF. Cada item vendido é de produção própria — critério obrigatório para participar da feira. Já alimentação é o item mais procurado durante o evento. Crepes, pequenas refeições e quitutes regionais enchem os olhos dos visitantes. Esta é a 5ª edição da Feira Rural da Emater-DF na AgroBrasília, e para Amanda Venturim, extensionista rural e integrante da equipe da Gerência de Comercialização e Organização Rural (Gecor), responsável pela organização da feira, o crescimento ao longo dos anos é visível. "Tem aumentado o número de produtores rurais participantes e de escritórios locais da Emater-DF representados, o que mostra quão positivo têm sido as feiras rurais", afirma Amanda. "Com as feiras rurais, a Emater-DF está oportunizando mais um espaço de comercialização, que é uma vitrine para o produtor. Muitas vezes, a comercialização não termina ali. O cliente compra, gosta e guarda o contato. Então essa comercialização continua fora da Agrobrasília, gerando novos negócios para o nosso produtor", explica a extensionista rural. Produtos artesanais são um dos atrativos da Feira Rural [LEIA_TAMBEM]Todos os produtores participantes da feira são beneficiários ativos da Emater-DF e comercializam produtos de origem própria. Esse critério assegura a qualidade e a diversidade dos produtos levados para a Feira Rural, garantindo que sejam, de fato, produzidos pela área rural do DF. Outro ponto importante na composição dos expositores é a priorização da mulher rural. "As mulheres têm um protagonismo muito forte no campo e a Emater-DF está trazendo isso para além da propriedade, seguindo o exemplo do que elas já conquistaram nas compras públicas, com PAA, Papa e Pnae. Então, aqui também na Feira Rural, nós estamos incentivando esse protagonismo, como forma de valorizar, cada vez mais, o trabalho que elas já fazem", destaca Amanda. Serviço: A Feira Rural funciona diariamente, das 8h30 às 18h, durante os cinco dias da AgroBrasília, no Parque Ivaldo Cenci, no estande institucional da Emater-DF. *Com informações da Emater-DF
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Divulgado resultado final do Projeto Catálogo Conexões e Experiências
A Emater-DF divulgou, nesta sexta-feira (31), a relação dos produtores rurais aprovados no edital do Projeto “Conexões e Experiências: Turismo, Histórias e Produtos do Campo que Encantam”. O edital de chamamento público divulgado pela empresa selecionou 42 produtores rurais do Distrito Federal para compor o catálogo digital e impresso que vai reunir histórias, produtos e experiências do campo. De acordo com a comissão de acompanhamento do projeto, os aprovados que necessitam de parceria deverão comparecer em 4 ou 5 de novembro, das 9h às 17h, ao edifício-sede da Emater-DF (Asa Norte — Parque Estação Biológica). O não comparecimento resultará na eliminação do candidato. Nessas mesmas datas e horários, ocorrerá, na sala de capacitação do Cefor, o repasse de informações e orientações sobre o projeto, além da captação das imagens profissionais dos produtos, devidamente embalados e rotulados. Também serão apresentados vídeos e depoimentos com cada empreendimento selecionado. O projeto terá um catálogo digital e impresso com histórias, produtos e experiências do campo | Foto: Divulgação/Emater-DF Sobre as parcerias Previstas no edital, as parcerias fazem parte do conceito de produção associada ao turismo, que é o foco central do projeto. Isso significa que os participantes devem unir atividades turísticas e produtos rurais locais — fortalecendo, de forma colaborativa, a divulgação, comercialização e valorização de cada região. [LEIA_TAMBEM]Na prática, há três perfis de participantes: quem possui apenas o produto processado, quem realiza apenas atividades de turismo rural e quem reúne as duas condições. Os dois primeiros grupos deverão formar parcerias complementares, conectando, por exemplo, um restaurante rural a produtores de alimentos locais registrados, ou uma agroindústria a empreendimentos turísticos. As parcerias poderão ser formalizadas durante os encontros presenciais de 4 e 5 de novembro, e terão caráter colaborativo e de divulgação mútua, garantindo que cada experiência apresentada no catálogo represente a união entre produção, turismo e sustentabilidade no Distrito Federal. O Projeto Conexões e Experiências tem como objetivo valorizar os empreendedores rurais, ampliar a visibilidade das marcas do campo e fortalecer o turismo rural e as vendas diretas. A publicação final do catálogo está prevista para o primeiro semestre de 2026, em versões digital e impressa. *Com informações da Emater-DF
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Emater-DF prorroga inscrições para projeto Conexões e Experiências
A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) prorrogou, até 24 de outubro, as inscrições do chamamento público que vai selecionar empreendedores rurais com alimentos processados em agroindústria e iniciativas de turismo rural para compor o catálogo “Conexões e Experiências: Turismo, Histórias e Produtos do Campo que Encantam”. A proposta visa dar visibilidade às marcas do campo, aproximar produtores e consumidores e estimular roteiros de visitação nas propriedades rurais do DF, fortalecendo a agricultura familiar e as vendas diretas. A publicação está prevista para ter versão digital e física e deverá reunir histórias, contatos, produtos e experiências das propriedades selecionadas, facilitando a compra direta e a organização de passeios, degustações, trilhas, vivências e outras atividades no meio rural. Para se inscrever é necessário enviar e-mail para projetoconexoes@emater.df.gov.br com a manifestação de interesse e os documentos exigidos no edital. Projeto visa dar visibilidade às marcas do campo, aproximar produtores e consumidores e estimular roteiros de visitação nas propriedades rurais do DF | Foto: Divulgação/Emater-DF Quem pode participar Podem se inscrever empreendedores rurais atendidos pela Emater-DF que: - produzam alimentos processados em agroindústria ou desenvolvam atividades de turismo rural na propriedade; - tenham cadastro ativo e acompanhamento pela Emater-DF; - possuam declaração do produtor; - estejam regularizados para comercialização com registro da DIPOVA/Seagri-DF (Diretoria de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal e Animal). Para mais informações, além do edital, basta procurar o escritório da Emater-DF mais próximo da sua propriedade. Serviço: Inscrições para o catálogo Conexões e Experiências: até 24/10 Formato do catálogo: digital e físico Quem pode participar: produtores atendidos pela Emater-DF (agroindústria e turismo rural), com documentação e registro DIPOVA Edital completo: www.emater.df.gov.br/chamamentos-publicos Envio de documentação: projetoconexoes@emater.df.gov.br *Com informações da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF)
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Oficina ensina produtores do Assentamento Márcia Cordeiro Leite a fazer molhos e antepastos
Produtores do assentamento Márcia Cordeiro Leite, na região rural de Planaltina, participaram na manhã desta quinta-feira (21) do curso sobre produção de molhos, antepastos e tomate seco, oferecido pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF). A atividade foi voltada a iniciantes e produtores rurais que desejavam aprimorar conhecimentos. O curso ocorreu na própria comunidade. Segundo o técnico em agroindústria Flávio Bonesso, instrutor da atividade, a fabricação de molhos é uma forma de valorizar os alimentos cultivados na área rural. “Com essa habilidade, os produtores podem agregar valor ao produto, abrindo a possibilidade de comercialização e consequente elevação de renda”, observa o extensionista, que atua no Centro de Formação Tecnológica e Desenvolvimento Profissional (Cefor) da Emater-DF. A comunidade rural do assentamento em Planaltina aprendeu a fazer, entre outras receitas, molhos de hortelã, barbecue de goiaba e agridoce de pimentão | Foto: Divulgação/Emater-DF O curso abordou temas como Boas Práticas de Fabricação (BPF), formulações de molhos de hortelã, barbecue de goiaba e agridoce de pimentão, antepasto de berinjela, pimentão vermelho e cebola com azeite, além do tomate seco. Ao final da atividade, os participantes puderam degustar os produtos da aula. No Assentamento Márcia Cordeiro Leite, cerca de 60 famílias de agricultores familiares recebem assistência técnica da Emater-DF. Inicialmente, a produção era feita apenas em sistema de sequeiro, mas, com a construção do canal de irrigação na comunidade — feita em parceria com a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) —, os produtores passaram a investir em sistemas irrigados, ampliando o cultivo de frutas, hortaliças e ervas condimentares. [LEIA_TAMBEM]Diante desse cenário, os cursos de processamento e conservação de alimentos se tornam estratégicos para agregar valor à produção e evitar perdas, permitindo que os agricultores transformem excedentes de safras em produtos como molhos e antepastos, ampliando as possibilidades de renda e também da própria alimentação, garantindo segurança alimentar. “É uma comunidade muito participativa e interessada em aprimorar conhecimentos. O curso de molhos e antepastos é fundamental porque ensina técnicas adequadas de conservação, como o controle de calor, a acidificação e o envasamento correto. Assim, os agricultores conseguem transformar hortaliças e ervas da estação em produtos saborosos e duradouros, como o molho de hortelã ou o tomate seco, garantindo mais aproveitamento da produção”, destaca a extensionista da Emater-DF, Sandra Evangelista. *Com informações da Emater-DF
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Prazo de adesão ao Programa ETR Acerta termina sexta-feira (15)
O prazo de adesão ao Programa ETR Acerta termina sexta (15). Após a prorrogação, no último dia 16 de julho, os produtores rurais em atraso com a taxa de retribuição anual podem regularizar a situação junto à Empresa de Regularização de Terras Rurais (ETR). Os descontos podem chegar a até 100% nos encargos. O programa desenvolvido com condições especiais de renegociação de débitos para produtores, com contratos, oferece desconto sobre juros e multa no montante da retribuição, em atraso. Vale lembrar que o valor devido pelo produtor respeita regras de proporcionalidade da parcela tendo como valor mínimo de R$ 200. Para aderir ao programa, o produtor rural deverá pagar uma entrada à vista e poderá parcelar o restante em até 12 vezes | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília O pagamento da retribuição anual é uma obrigação estipulada no contrato firmado entre a ETR e o produtor rural. O valor da retribuição anual é determinado pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) com base na terra nua, atualmente estipulado em R$ 148,27 por hectare. [LEIA_TAMBEM]Para aderir ao programa, o produtor rural deverá pagar uma entrada à vista e poderá parcelar o restante em até 12 vezes, respeitando as demais regras estabelecidas no edital. O edital prevê, entre outras obrigações, que o produtor rural inadimplente que não aderir ao programa seja cobrado administrativamente. Ele poderá, ainda, ser cobrado judicialmente, o que o torna passível de ter o contrato cancelado, impedindo a continuidade do processo de regularização rural. Condições Parcelamento em até 3 vezes – valores acima de R$ 600 Parcelamento em até 6 vezes – valores acima de R$ 1.200 Parcelamento em até 9 vezes – valores acima de R$ 2.400 Parcelamento em até 12 vezes – valores acima de R$ 3.000 *Com informações da ETR
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