IgesDF prorroga inscrições para bolsas de iniciação científica com auxílio mensal de R$ 500
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) prorrogou o prazo de inscrições para o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) 2026–2027. Ao todo, são ofertadas 10 bolsas, com auxílio mensal de R$ 500, destinadas a estudantes de graduação interessados em desenvolver projetos na área da saúde. Confira o edital. As bolsas terão duração de até 12 meses e são voltadas a alunos regularmente matriculados em cursos da área da saúde ou de tecnologia e inovação, desde que os projetos estejam vinculados a temas relacionados à assistência e ao sistema de saúde. No programa, os jovens terão contato com métodos, produção de conhecimento e aplicação prática no contexto do SUS | Foto: Divulgação/IgesDF Mais do que o apoio financeiro, o programa funciona como porta de entrada para a pesquisa científica, permitindo que os estudantes tenham contato direto com métodos, produção de conhecimento e aplicação prática no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS). “A iniciação científica é, muitas vezes, o primeiro contato do estudante com a pesquisa aplicada à saúde. É uma oportunidade concreta de aprender, testar e produzir conhecimento que pode, de fato, melhorar os serviços de saúde e o SUS" Emanuela Dourado, diretora de Inovação, Ensino e Pesquisa do IgesDF A iniciativa também aproxima os participantes dos grupos de pesquisa do IgesDF e fortalece a integração entre graduação, pós-graduação e instituições de ensino parceiras. Para a diretora de Inovação, Ensino e Pesquisa do IgesDF, Emanuela Dourado, a experiência pode marcar o início da trajetória profissional dos estudantes na área científica. "A iniciação científica é, muitas vezes, o primeiro contato do estudante com a pesquisa aplicada à saúde. É uma oportunidade concreta de aprender, testar e produzir conhecimento que pode, de fato, melhorar os serviços de saúde e o SUS”, ressalta. Podem participar estudantes da Escola Superior de Ciências da Saúde (ESCS) e de instituições públicas e privadas conveniadas ao IgesDF para estágio curricular obrigatório. Entre elas estão Uniceplac, Ceub, UCB, UnB, Unieuro, UDF, Anhanguera Educacional, Estácio Brasília, Faculdade LS, Icesp, Upis, Unidesc, Senac-DF, Unyleya e outras instituições parceiras. *Com informações do IgesDF
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Pesquisa em saúde do IgesDF tem como foco deste ano formação, inovação e fortalecimento
O ano de 2026 começa com perspectivas na inovação científica para a saúde pública do Distrito Federal. No Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), o período marca a consolidação de projetos estruturantes que integram tecnologia de ponta, ensino, pesquisa e cuidado humanizado. À frente dessas ações, a Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep) projeta um novo ciclo de expansão, com impacto direto na qualificação profissional, na segurança do paciente e na melhoria do acesso aos serviços de saúde. Uma das metas deste ano é a capacitação do Hospital Regional de Santa Maria como unidade de ensino | Foto: Alberto Ruy/IgesDF Entre as prioridades do planejamento estratégico deste ano está a capacitação de profissionais que atuam diretamente na assistência e a consolidação do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) como hospital de ensino. Esses avanços se apoiam em uma base educacional fortalecida ao longo do ano passado. “O relatório anual de 2025 revelou não apenas números expressivos, mas o fortalecimento de uma cultura institucional voltada ao aprendizado contínuo e à inovação”, destaca a titular da Diep, Emanuela Dourado. O gerente de Gestão do Conhecimento, Marcos Eduardo Siqueira, lembra que o engajamento recorde registrado no último ano, com quase 29 mil participações em capacitações, criou as condições para que a educação institucional se consolide, em 2026, como uma ferramenta estratégica de alinhamento organizacional e valorização dos colaboradores. Por sua vez, a superintendente de Inovação, Ensino e Pesquisa, Raquel Fonseca, enfatiza: “As ações educativas foram orientadas por pilares como aprimoramento de competências, melhoria da qualidade dos serviços, engajamento dos colaboradores e alinhamento estratégico”. Pesquisa e inovação A pesquisa científica também ganha protagonismo neste novo ciclo. Em 2026, o IgesDF amplia sua atuação como polo de produção de conhecimento, com a implementação do Programa Institucional de Fomento à Publicação e a edição 2026/2027 do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic). A meta é superar as 155 publicações científicas alcançadas em 2025. [LEIA_TAMBEM]O impacto chega diretamente ao paciente por meio das pesquisas clínicas patrocinadas. No último ano, centenas de pessoas foram beneficiadas com tratamentos inovadores, especialmente nas áreas de oncologia e cardiologia. “Essa diversidade evidencia o alinhamento da pesquisa com as necessidades assistenciais prioritárias e com a incorporação responsável de tecnologias e terapias inovadoras”, avalia a gerente de Pesquisa, Ana Carolina Gomes Lagoa. Para ela, a certificação de novos grupos no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) reforça a institucionalização da pesquisa e amplia a visibilidade científica do IgesDF em nível nacional. A modernização digital segue como eixo estratégico. A plataforma de Educação a Distância (EAD), que apresentou crescimento contínuo no número de usuários, será o motor para treinamentos rápidos e eficazes. “A plataforma foi fundamental para o desenvolvimento contínuo dos profissionais”, observa a gerente de Inovação em Saúde, Paloma de Medeiros. “Em 2025, houve crescimento progressivo no número de alunos cadastrados, o que demonstra maior adesão tecnológica ao aprendizado institucional.” Redução de riscos Na formação prática, o Centro de Simulação Realística permanece como ferramenta essencial para a redução de riscos hospitalares. De acordo com o gerente de Ensino, Paulo Estevão Ramos, o fortalecimento das preceptorias e a integração com estágios obrigatórios contribuem diretamente para a segurança do paciente e a qualificação das equipes. “O estágio é fundamental para a consolidação de competências éticas, técnicas e humanizadas, indispensáveis à vida profissional”, pontua o gerente, para quem os programas de residência médica e multiprofissional são decisivos na garantia da atualização de protocolos clínicos e na capacidade de resposta das equipes assistenciais. Para o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, a educação, a pesquisa e a inovação deixaram de ser ações complementares para se consolidarem como ferramentas estratégicas de gestão no instituto. “Ao investir na qualificação dos profissionais, na produção de conhecimento e na incorporação responsável de tecnologias, o IgesDF reafirma seu compromisso com uma saúde pública mais moderna, eficiente e segura para a população do Distrito Federal”, afirma. *Com informações do IgesDF
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Lançado edital para bolsas de iniciação científica na área de saúde
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu edital para o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) 2026–2027. A iniciativa visa ao fortalecimento da pesquisa científica, tecnológica e de inovação no âmbito da saúde pública do DF. As inscrições podem ser feitas de 2 de fevereiro a 9 de março deste ano. Bolsas se destinam a estudantes da área de saúde ou tecnologia e inovação | Foto: Divulgação/IgesDF “A iniciação científica é uma oportunidade concreta de aprender, testar e produzir conhecimento que pode, de fato, melhorar os serviços de saúde e o SUS” Emanuela Dourado, diretora de Inovação, Ensino e Pesquisa do IgesDF Ao todo, serão concedidas dez bolsas de iniciação científica, no valor mensal de R$ 500, pelo período de 12 meses, destinadas a estudantes de graduação regularmente matriculados em cursos da área da saúde ou de tecnologia e inovação, desde que os projetos estejam vinculados a temáticas em saúde. Fortalecimento de vínculos O programa tem como objetivo incentivar a formação científica, o domínio de técnicas e métodos de pesquisa, além de estimular o pensamento crítico, a criatividade e a cultura da inovação. A proposta também busca aproximar os estudantes dos grupos de pesquisa do IgesDF e fortalecer a articulação entre graduação, pós-graduação, instituições de ensino parceiras e o setor produtivo. “A iniciação científica é, muitas vezes, o primeiro contato do estudante com a pesquisa aplicada à saúde; é uma oportunidade concreta de aprender, testar e produzir conhecimento que pode, de fato, melhorar os serviços de saúde e o SUS”, afirma a diretora de Inovação, Ensino e Pesquisa do IgesDF, Emanuela Dourado. [LEIA_TAMBEM]Podem participar do Pibic estudantes regularmente matriculados na Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) e em instituições de ensino superior públicas e privadas conveniadas ao IgesDF para estágio curricular obrigatório — entre outras, Uniceplac, Ceub, UCB, UnB, Unieuro, UDF, Anhanguera Educacional, Estácio Brasília, Faculdade LS, Icesp, Upis, Unidesc, Senac-DR e Unyleya. Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) → Período de inscrição: de 2/2 a 9/3 → Público-alvo: estudantes de graduação da área da saúde ou de tecnologia e inovação, com projetos vinculados à saúde → Bolsa: R$ 500 mensais → Duração: até 12 meses Confira, no edital, a página do programa. *Com informações do IgesDF
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Lançado edital de bolsas de iniciação científica, tecnológica e de inovação
A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) lançou o Programa de Bolsas de Iniciação Científica, Tecnológica e de Inovação 2025, voltado à formação de novos talentos em pesquisa e inovação. O edital oferece bolsas destinadas a estudantes de graduação, ensino médio e técnico, com o objetivo de aproximar os jovens do universo científico e fortalecer a cultura de inovação no DF. FAPDF tem como foco o aprimoramento tecnológico | Foto: Divulgação/FAPDF As bolsas estão distribuídas entre o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Pibic Jr, Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Pibiti) e Pibiti Jr, e podem ser solicitadas por Instituições de Ensino Superior, Institutos Federais e centros de pesquisa sediados no Distrito Federal. Escolas de ensino médio e técnico também podem participar, desde que em parceria com instituições de ensino ou pesquisa. [LEIA_TAMBEM]A iniciativa busca estimular a vocação científica e tecnológica, o pensamento crítico e criativo e o intercâmbio entre diferentes níveis de formação, proporcionando aos bolsistas a oportunidade de vivenciar na prática o ambiente da pesquisa e da inovação. As propostas devem ser submetidas exclusivamente pelo sistema SIGFAP até 7 de novembro. O resultado preliminar será divulgado em 25 de novembro, e o resultado final, até 10 de dezembro. Acesse aqui o edital completo. *Com informações da FAPDF
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