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Rio Preto

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Modernização hídrica amplia capacidade produtiva do Núcleo Rural Veredas

O Governo do Distrito Federal (GDF) entregou, neste sábado (9), mais uma etapa do projeto de modernização da infraestrutura hídrica rural no Núcleo Rural Veredas, na região do Rio Preto, em Planaltina. A iniciativa atende a uma demanda histórica dos produtores locais, que aguardavam há mais de uma década por melhorias no sistema de irrigação. Os investimentos visam fortalecer a segurança hídrica e ampliar a capacidade produtiva do local, conhecido pela produção de hortaliças e frutas e pela criação de animais.  Nessa fase, foram implantados 3,5 quilômetros de canais de irrigação tubulados e instalados dez tanques lonados, beneficiando diretamente dez propriedades e 13 famílias de produtores rurais. Rafael Bueno: "Esse projeto garante água para os produtores, promove sustentabilidade ambiental e econômica e beneficia diretamente mais de 20 famílias rurais" | Foto: Divulgação/Seagri-DF Com a nova entrega, o total de reservatórios implantados no Rio Preto chega a 100 unidades. Cada tanque possui capacidade para armazenar até 450 mil litros de água, garantindo maior regularidade no abastecimento das propriedades rurais. Além disso, já foram construídos 11 quilômetros de canais de irrigação na região, beneficiando, ao todo, 247 propriedades e cerca de 300 famílias. Segundo o secretário da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal, Rafael Bueno, a obra representa mais um avanço das políticas públicas voltadas para a sustentabilidade e para o fortalecimento da produção rural. “Esse projeto garante água para os produtores, promove sustentabilidade ambiental e econômica e beneficia diretamente mais de 20 famílias rurais aqui na região do Rio Preto”, afirmou.   Rafael Bueno destacou, ainda, que a iniciativa é resultado da parceria entre Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF), Agência Reguladora de águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (Adasa) e Comitê da Bacia Hidrográfica do São Francisco (CBHSF). Segundo ele, além de garantir água para irrigação, o projeto impulsiona a piscicultura e amplia a produção de alimentos destinados à merenda escolar. “É um trabalho estratégico que fortalece o campo, gera desenvolvimento sustentável e melhora a qualidade de vida dos produtores rurais do Distrito Federal”, concluiu. "Famílias que já não conseguiam mais produzir por falta de água voltam agora a ter condições de cultivar hortaliças e frutas com qualidade" Cleison Duval, presidente da Emater-DF O presidente da Emater-DF, Cleison Duval, ressaltou que a ação devolve condições de produção para famílias que já enfrentavam dificuldades por falta de água. “Famílias que já não conseguiam mais produzir por falta de água voltam agora a ter condições de cultivar hortaliças e frutas com qualidade”, destacou. Segundo ele, a revitalização dos canais e a implantação dos reservatórios contribuem para a preservação ambiental e para o aproveitamento sustentável dos recursos hídricos da região. “Estamos falando de preservação da água, um dos bens mais valiosos para a produção agrícola e para a vida. Além da irrigação, os reservatórios também começam a impulsionar a produção de tilápias, fortalecendo o abastecimento da rede pública e ampliando as oportunidades para os produtores rurais”, afirmou. Para o produtor rural Cláudio Podgorski, um dos beneficiados pela iniciativa, a chegada da água representa uma transformação para a produção agrícola local. “Hoje temos água para fortalecer a hortifruticultura, ampliar a irrigação e também desenvolver a piscicultura, que começa a crescer aqui na região”, disse. [LEIA_TAMBEM]O projeto integra um acordo de cooperação técnica (ACT) que prevê a revitalização de 16,5 quilômetros de canais de irrigação e a construção de 247 tanques lonados com aplicação de geomembrana. Até o momento, já foram revitalizados 11 quilômetros de canais — cerca de 60% das metas previstas — e instalados 102 tanques lonados, o equivalente a aproximadamente 41% do total planejado. A iniciativa é resultado da parceria entre Seagri, CBHSF, Agência de Bacia Hidrográfica Peixe Vivo (APV), Adasa e Emater-DF. *Com informações da Seagri-DF

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Período de colheita da soja é aberto oficialmente no Distrito Federal

Começa nesta quinta-feira (26), oficialmente, a temporada oficial de colheita da soja no DF, conforme decreto assinado pelo governador Ibaneis Rocha durante a AgroBrasília 2025 referente ao evento promovido pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF). De acordo com o governador Ibaneis Rocha, o dia oficial para o início da colheita representa um reconhecimento à principal atividade agrícola do Distrito Federal. “A soja ocupa papel estratégico na economia rural da capital do país. Essa celebração do início da colheita valoriza o trabalho árduo de produtores e trabalhadores do campo, e também fortalece o diálogo entre o governo e as entidades que representam o setor”, afirmou o governador. Segundo Ibaneis Rocha, as perspectivas para a safra 2025/2026 são bastante positivas. “A área cultivada no DF deve crescer 5% em relação à safra anterior e alcançar 94,1 mil hectares. Estamos falando de uma produção estimada em mais de 330 mil toneladas de grãos, que gera empregos e movimenta a nossa economia”, detalhou. Estimativa é que a produção de soja no DF cresça em torno de 4% e 5% este ano | Foto: Divulgação/Seagri-DF “Para este ano, a expectativa é ainda mais otimista. Com boa distribuição das chuvas e redução na incidência da ferrugem asiática, uma das principais preocupações dos produtores, a produtividade deve aumentar” Rafael Bueno, secretário de Agricultura Clima favorece Segundo o secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvilmento Rural, Rafael Bueno, as condições climáticas têm favorecido a produção. “Em 2025, chuvas regulares, lavouras com boa sanidade e alta produtividade resultaram em uma produção recorde de soja no DF”, lembra. “Para este ano, a expectativa é ainda mais otimista. Com boa distribuição das chuvas e redução na incidência da ferrugem asiática, uma das principais preocupações dos produtores, a produtividade deve aumentar. A estimativa do setor é de um incremento entre 4% e 5% sobre a produção total de soja do DF”. O plantio foi feito entre o fim de outubro e o início de novembro do ano passado. Planaltina, Pipiripau, Rio Preto, São Sebastião, Sobradinho e o PAD-DF se destacam pela alta produtividade e adoção de tecnologias e boas práticas agrícolas, reforçando o protagonismo do DF no agronegócio nacional. “Apesar do atraso inicial das chuvas, elas se regularizaram ao longo do ciclo, garantindo excelentes condições para o desenvolvimento da lavoura”, afirma o produtor José Brilhante Neto, da região do PAD-DF e presidente do Sindicato Rural do DF. “A tendência é de aumento significativo na produtividade nesta safra.” “A soja movimenta a economia rural, gera emprego e renda e reflete o elevado nível tecnológico alcançado pelos produtores da região” Cleison Duval, presidente da Emater-DF O engenheiro agrônomo e produtor Cláudio Malinski também avalia como positiva a regularidade das chuvas: “A semeadura foi concluída após a normalização das precipitações no fim de novembro, o que favoreceu a germinação e o desenvolvimento das lavouras. Ao que tudo indica, vamos bater recorde de produtividade”. Cadeia produtiva Dados mais recentes apontam que, nas áreas irrigadas, a soja está em fase de formação de vagens, enquanto nas áreas de sequeiro há lavouras do estágio vegetativo ao reprodutivo. De modo geral, as condições são consideradas satisfatórias. O presidente da Emater-DF, Cleison Duval, ressalta o impacto econômico da cultura: “O início da colheita reafirma a força de uma cadeia produtiva estratégica, com participação expressiva no VBP [Valor Bruto da Produção Agropecuária] do DF. A soja movimenta a economia rural, gera emprego e renda e reflete o elevado nível tecnológico alcançado pelos produtores da região.” Na safra 2024/2025, segundo a Emater-DF, a área plantada superou 72 mil hectares, com produção acima de 320 mil toneladas de grãos, sendo cerca da metade destinada ao mercado de grãos comerciais. [LEIA_TAMBEM]“Falar da agricultura é falar de desafio”, enfatiza o produtor rural Silvano Borghelot, do Núcleo Rural Tabatinga e Cariru. “Este ano foi muito bom climaticamente no DF e, graças a Deus, teremos boa produtividade.” Segundo o produtor, a chuva atrasa a colheita dos materiais precoces, mas favorece o milho safrinha (segunda safra do milho): “O agricultor é abençoado, mas precisa enfrentar os desafios do mercado e do clima.” Produção e mercado Atualmente, cerca de 1.031 produtores cultivam soja em aproximadamente 600 propriedades cadastradas no Sistema de Informações em Defesa Agropecuária do Distrito Federal (Siagro-DF). O DF conta com mais de 83 mil hectares plantados e atende tanto ao mercado interno quanto a outros estados e ao mercado externo. O Distrito Federal já exporta soja para o Paquistão, consolidando sua presença no comércio internacional de grãos. Com tecnologia, gestão eficiente e alto nível produtivo, a leguminosa oleaginosa reafirma sua posição como principal motor do agronegócio do Distrito Federal, fortalecendo a economia rural e ampliando a competitividade da capital no cenário nacional. *Com informações da Seagri-DF

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Pró-Rural concede desconto no ICMS e isenção de impostos a produtores

Créditos e incentivos administrativos, ambientais, tarifários, fiscais, econômicos, de infraestrutura e profissionalizantes estão entre os benefícios oferecidos pelo programa Pró-Rural, que, promovido pelo GDF, incentiva a cadeia agropecuária. Cerca de 500 produtores rurais já foram contemplados pelo programa, e novos pedidos foram feitos. Programa abre caminhos para tornar o DF uma referência em tecnologia e inovação na agropecuária | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Coordenado pelas secretarias de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri) e de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet), o Pró-Rural tem o objetivo de criar uma nova base de sustentação da agropecuária e potencializar a atividade em Brasília, promovendo o desenvolvimento econômico integrado e sustentável. [Olho texto=”“Esperamos atrair investimentos como fábricas, empresas de processamento de grãos, frutas e hortaliças para agregar valor e renda para o produtor de forma a baratear o custo de produção com insumos que são produzidos no DF” ” assinatura=”Rafael Bueno, secretário substituto de Agricultura do DF” esquerda_direita_centro=”direita”] No caso dos benefícios econômicos e de infraestrutura, a Seagri, em parceria com a Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap), fomenta a criação de dois polos agroindustriais, um no PAD-DF e outro na região do Rio Preto. O intuito é tornar o DF mais atrativo e referência em tecnologia e inovação no setor. Investimentos “Estamos fazendo uma readequação legal relativa aos polos agroindustriais”, afirma o titular substituto da Seagri, Rafael Bueno. “Quando o decreto for publicado, esperamos atrair investimentos como fábricas, empresas de processamento de grãos, frutas e hortaliças para agregar valor e renda para o produtor de forma a baratear o custo de produção com insumos que são produzidos no DF.” [Numeralha titulo_grande=”80% ” texto=”Alíquota a que pode chegar o desconto no ICMS, por meio do programa Pró-Rural do GDF” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O Pró-Rural também prevê incentivos na tributação relativos à redução ou isenção de tarifas referentes aos serviços prestados direta ou indiretamente pelo GDF e entidades vinculadas. Um exemplo é o desconto de até 80% no Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transportes e de Comunicação (ICMS). Luciano Barbosa é o gerente administrativo da Hartos Agropecuária. Com cerca de 260 colaboradores, a empresa está localizada no PAD-DF e produz milho, feijão, trigo, soja e suinocultura – por ano, foram produzidos mais de 100 mil suínos. De acordo com Luciano, a empresa conta com o apoio do programa para ganhar desconto nos impostos pagos na operação de saída dos produtos. “O processo para dar entrada no Pró-Rural foi bem tranquilo e rápido”, lembra. “Nós somos contemplados com o desconto de 80% no ICMS, o que nos gera uma economia de mais de R$ 3 mil por mês.” Abatimentos [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O programa também prevê isenção total ou parcial do Imposto sobre Transmissão Intervivos de Bens Imóveis por Natureza ou Acessão Física e de Direitos Reais sobre Imóveis (ITBI) na aquisição de imóvel destinado à implantação de empreendimentos. “Os interessados devem encaminhar os projetos das atividades à câmara técnica do Conselho de Política de Desenvolvimento Rural do Distrito Federal da Seagri”, orienta Rafael Bueno. “No documento, devem constar as informações sobre a localização, o investimento, como será instituída [a colaboração] para, então, o conselho deliberar”, explica o gestor. “Se o interessado pretende instalar uma agroindústria, por exemplo, ele pode requerer ao conselho a isenção total ou parcial do ITBI no ato da compra do terreno.” Somente neste segundo semestre, a Seagri recebeu 15 novos pedidos de enquadramento ao programa. Para conferir todos os requisitos e condicionantes, acesse a íntegra do decreto que regulamenta o Pró-Rural. 

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Defesa Itinerante atende produtores rurais em regiões distantes do DF

A Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura do Distrito Federal (Seagri-DF) começa nesta quarta-feira (31) uma série de ações itinerantes em regiões distantes do DF, com o objetivo de receber declarações de atualização de rebanho, dados cadastrais e comprovação da vacinação contra raiva em bovinos e equídeos. [Olho texto=”“Declarar as vacinações do rebanho e manter o cadastro das propriedades e explorações pecuárias atualizado é fundamental para o controle sanitário dos rebanhos, evitando a entrada e disseminação de doenças que representem riscos para a saúde pública ou para a economia brasileira” ” assinatura=”Danielle Araújo, subsecretária de Defesa Agropecuária da Seagri-DF” esquerda_direita_centro=”direita”] A van da Defesa Itinerante percorrerá, até o dia 7 de junho, um total de nove regiões, incluindo os núcleos rurais Lago Oeste, Taquara, Pipiripau, Tabatinga, Rio Preto e Jardim. A ação visa facilitar o acesso ao atendimento presencial pelos produtores rurais que residem em localidades mais afastadas dos escritórios da Seagri-DF. Isso porque, com a suspensão da vacinação do rebanho contra febre aftosa no Distrito Federal, foi implementada como medida substitutiva a campanha de declaração de vacinação e atualização cadastral, por meio da Portaria nº 11, de 15 de fevereiro de 2023, da Seagri-DF. A normativa estabelece que todos os produtores rurais do Distrito Federal têm até o dia 12 de junho de 2023 para declarar a vacinação do seu rebanho contra raiva e atualizar o cadastro de suas propriedades e explorações pecuárias. A ação da van da Defesa Itinerante até o dia 7 de junho visa facilitar o acesso ao atendimento presencial pelos produtores rurais que residem em localidades mais afastadas dos escritórios da Seagri-DF | Foto: Divulgação/Seagri-DF A subsecretária de Defesa Agropecuária da Seagri-DF, Danielle Araújo, reforça a importância de os produtores rurais aderirem à campanha e prestarem as informações necessárias. “Declarar as vacinações do rebanho e manter o cadastro das propriedades e explorações pecuárias atualizado é fundamental para o controle sanitário dos rebanhos, evitando a entrada e disseminação de doenças que representem riscos para a saúde pública ou para a economia brasileira”, destaca. [Olho texto=”“As ações de sanidade animal são planejadas, executadas e avaliadas a partir dos dados cadastrais da Seagri-DF sobre quantidade e localização das propriedades rurais com explorações pecuárias, espécies, número, sexo e idade dos animais. O cadastro atualizado é primordial, uma vez que a efetividade do controle sanitário depende de um dimensionamento preciso da realidade pecuária do Distrito Federal”” assinatura=”Danielle Araújo, subsecretária de Defesa Agropecuária da Seagri-DF” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Segundo dados de dezembro de 2022, o Distrito Federal contava com 6.191 propriedades rurais com explorações pecuárias cadastradas na Defesa Agropecuária da Seagri-DF, totalizando um rebanho de 148 milhões de animais de produção (Fonte: Resultados estratégicos da Seagri-DF – quadriênio 2019 a 2022, disponível em /documents/d/guest/revista-seagri-versao-final-pdf) Para a subsecretária da Seagri-DF, o cadastro das propriedades rurais e das criações de animais de interesse pecuário existentes no Distrito Federal é a base para o sucesso do trabalho da Defesa Agropecuária. “As ações de sanidade animal são planejadas, executadas e avaliadas a partir dos dados cadastrais da Seagri-DF sobre quantidade e localização das propriedades rurais com explorações pecuárias, espécies, número, sexo e idade dos animais”, explica Danielle. “O cadastro atualizado é primordial, uma vez que a efetividade do controle sanitário depende de um dimensionamento preciso da realidade pecuária do Distrito Federal”, conclui. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Os produtores rurais podem realizar a declaração de vacinação dos animais e a atualização das explorações pecuárias de forma online, por meio do Siagro-DF, ou presencialmente, com preenchimento e entrega do formulário “Declaração do Produtor” em uma das unidades de atendimento da Defesa Agropecuária da Seagri-DF, até o dia 12 de junho, ou nos pontos de atendimento da Defesa Itinerante, entre os dias 31 de maio a 7 de junho. O produtor que optar pelo atendimento presencial deve levar a nota fiscal da vacina da raiva e o formulário de declaração preenchido com o rebanho atualizado. Caso não esteja com o formulário, deve solicitar durante o atendimento. Confira os locais, datas e horários em que a van da Defesa Agropecuária prestará o atendimento itinerante: Arte: Seagri-DF Mais informações por meio do WhatsApp 3389-3738 *Com informações da Seagri-DF

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Mora em área rural? Imunize seu pet contra a raiva

A vacinação antirrábica em cães e gatos é a principal forma de evitar a proliferação do vírus da raiva. Considerando a importância de imunizar o maior número possível de animais em todo o DF, a Diretoria de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde (Dival/SES), sob a coordenação da Emater, segue na campanha de vacinação dos pets. O foco da primeira etapa é atender as regiões rurais de Sobradinho, Planaltina e Brazlândia. Equipes da Vigilância Ambiental e da Emater promovem mutirão de vacinação em regiões rurais | Foto: Divulgação/Emater Essas ações estão sendo chamadas de Dia D, por terem maior quantidade de profissionais envolvidos. Só na Fercal e em Sobradinho II haverá 15 postos fixos de vacinação e oito volantes (com vacinadores indo até algumas propriedades) na próxima quinta-feira (21). Em torno de 20 extensionistas da Emater e diversas equipes fixas e volantes da Dival estão envolvidos na primeira etapa do mutirão. “Nós já georreferenciamos as áreas de maior risco e estamos fazendo um bloqueio vacinal nas áreas com maior vulnerabilidade em todo o Distrito Federal”, afirma o coordenador de Operações da Emater, Pedro Ivo. “Dessa forma, estamos fazendo um levantamento de chácara por chácara para que a população e os animais estejam protegidos.” Muitos tutores, principalmente moradores de áreas rurais, não têm condições de levar seus animais até os postos localizados em áreas urbanas. “Por isso a vigilância ambiental trabalha em conjunto com a Emater, órgão que conhece, melhor que ninguém, as áreas rurais do DF”, lembra o chefe do Núcleo de Vigilância Ambiental de Sobradinho, Tiago Gomes de Carvalho. Confira, abaixo, o calendário de vacinação nos postos fixos: ?Fercal e Sobradinho II: dia 21/7, das 9h às 16h ?PAD-DF: de 20 a 27/8,  das 9h às 16h ?Pipiripau: 20/8, das 9h às 16h ?Tabatinga: 20/8, das 9h às 16h ?Taquara: 20/8, das 9h às 16h ?Planaltina: 27/8, das 9h às 16h ?Rio Preto: 27/8, das 9h às 16h *Com informações da Emater

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Mais de quatro décadas de ações voltadas ao produtor rural do DF

[Olho texto=”“Investir em saneamento e energia limpa contribuem para a sustentabilidade ambiental e para o futuro da agricultura” ” assinatura=” – Denise Fonseca, presidente da Emater – DF” esquerda_direita_centro=”direita”] Ao completar 44 anos de existência, a Emater-DF comemora os trabalhos bem-sucedidos junto aos produtores rurais. A empresa oferece serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) que impactam a produtividade, a qualidade dos alimentos e a geração de emprego e renda. São trabalhos que selam o compromisso do GDF com o desenvolvimento rural sustentável e a segurança alimentar, auxiliando pequenos, médios e grandes produtores com novas tecnologias e técnicas de cultivo de alimentos que chegam à mesa da população urbana. Só em 2021, a Emater-DF registrou 194.331 atendimentos, com mais de 12 mil visitas técnicas e orientação a 13.278 produtores rurais. Emater-DF trabalha com assistência e orientação de boas práticas na agricultura e na pecuária; foco é a sustentabilidade | Foto: Divulgação/Emater-DF Servidora do quadro desde 1998, a presidente da empresa, Denise Fonseca, conhece de perto o trabalho realizado nas mais variadas áreas de atuação. “Investir em saneamento e energia limpa contribuem para a sustentabilidade ambiental e para o futuro da agricultura”, afirma a gestora. Foi pensando no desenvolvimento rural da capital e em ações sustentáveis que a Emater-DF decidiu apostar em energia renovável e saneamento rural. Saneamento As instalações de sistemas individuais de tratamento de esgoto visam contribuir para a melhoria da qualidade de vida do morador do campo, já que um dos maiores limitadores para a promoção das boas práticas agropecuárias é a ausência dessa estrutura. Entre 2020 e 2021, foram instalados 284 sistemas individuais de esgoto sanitário. Produtores rurais das regiões de Brazlândia, Alexandre de Gusmão, Vargem Bonita, Ceilândia, São Sebastião, Gama, Paranoá e Sobradinho receberam 165 fossas ecológicas e biodigestores em 2020. Já em 2021, 119 propriedades rurais do PAD-DF, Pipiripau, Rio Preto, Taquara, Planaltina e Vargem Bonita foram beneficiados pelo sistema. Cada sistema individual de esgotamento sanitário atende uma família com até cinco pessoas – assim, mais de 1,4 mil agricultores e moradores dessas áreas rurais foram atendidos diretamente e, indiretamente, toda a população que consome os alimentos produzidos por eles. Energia fotovoltaica Por meio dos técnicos extensionistas, a empresa tem levado orientações e informações técnicas sobre sistema de energia renovável aos produtores rurais em todo o DF. Com recursos originários de emenda da deputada distrital Arlete Sampaio, foi estruturado um sistema sustentável de captação e irrigação de água por meio da energia fotovoltaica no Assentamento Estrela da Lua, região do PAD-DF. Esse complexo sistema tem capacidade para bombear cerca de 30 mil litros/dia com economia energética viabilizando a produção agrícola de oito famílias assentadas.  É o primeiro sistema autônomo sustentável implantado em assentamentos no DF, por meio de uma captação superficial e estoque da água em tanques superficiais, com distribuição por tubulação enterrada, por 1,2 km de extensão. “Deu dignidade para a gente, porque sem água não tem produção”, afirma Marisângela de Fátima da Silva Reis, produtora de mandioca, milho, pitaya, suculentas e ervas medicinais no Assentamento Estrela da Lua. “Nós já chegamos a comprar água; buscávamos na carretinha, os vizinhos davam para a gente, e agora não precisamos mais comprar.” [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Em 2021 foi concluído o processo de licitação para a implantação de energia fotovoltaica em 12 escritórios locais da Emater-DF e também no Centro Integrado a Educação Profissional do Gama, escola que atende 530 alunos em período integral. Durante a AgroBrasília (17 a 21 de maio), também será instalada uma usina de solo para a geração distribuída de energia e espaço de demonstração permanente do sistema fotovoltaico ao produtor visitante da feira. Filhos deste Solo Desenvolvido em 2019, o Programa de Empreendedorismo e Sucessão Rural Filhos deste Solo tem por objetivo capacitar jovens entre 19 e 26 anos moradores do campo em empreendedorismo e gestão de negócios.  O foco é desenvolver competências e habilidades para uma inclusão socioeconômica mais sustentável, com novas perspectivas culturais, sociais e empreendedoras para a propriedade e comunidade em que esses jovens estão inseridos. Atenta ao êxodo do jovem rural, a Emater-DF enxerga o jovem do campo como um público prioritário nas intervenções para o desenvolvimento. “Temos trabalhado para promover o desenvolvimento rural, integrando políticas públicas existentes para propor novas ações de forma a alterar o cenário de esvaziamento do campo pelos jovens e ofertar novas oportunidades para permanecerem e se desenvolverem neste solo”, resume Denise Fonseca. “A geração de renda por meio de novos empreendimentos e habilidades é uma forma de criar no jovem o sentimento de pertencimento”, ressalta Denise Fonseca. As ações têm sido desenvolvidas por meio da divulgação do projeto nas comunidades, orientações individualizadas para os negócios já implantados, oficina digital sobre comercialização, orientação de jovens na participação do Concurso Jovem Rural da América Latina, criação de grupos interativos para troca de informações sobre gestão, palestras, workshops e cursos em gestão e planos de negócios. Desde 2019, mais de 400 jovens já participaram do programa.   *Com informações da Emater-DF

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Polo quer atrair tecnologia e manter jovens no campo

O Governo do Distrito Federal (GDF) abriu um chamamento público para cessão de terrenos e construção de empresas no Polo Agroindustrial Rio Preto, em Planaltina, de olho na atração de investimentos, geração de empregos e manutenção de jovens no campo. [Olho texto=”“Que sejam gerados emprego e renda para que o homem do campo tenha as mesmas condições de vida que tem o homem que mora na cidade”” assinatura=” – Cândido Teles, secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural” esquerda_direita_centro=”direita”] Com cerca de 75 hectares e lotes com média de 3,5 hectares cada um, a área fica a 70 km de Brasília, 34 km do centro de Planaltina, 50 km de Sobradinho, 45 km de Formosa, em Goiás; e a 150 km de Unaí, em Minas Gerais. O acesso a Brasília é feito, principalmente, pelas rodovias DF-250 e DF-320, ambas pavimentadas. Cerca de 70% dos 5,8 mil km² do DF são de área rural. O Núcleo Rio Preto possui grande potencial para ser um polo de tecnologias e de empreendedorismo ligados ao agronegócio. O terreno tem em sua volta cooperativas agrícolas, empresas de comercialização de grãos e fábrica de ração, oferecendo condições para a criação de um polo efetivo. O DF já conta com um centro agroindustrial, o do PAD-DF, na região do Café Sem Troco. Por lá, seis projetos já se encontram em análise, como a instalação de fábricas de processamento de vegetais – com produção de molho de tomate -, e usina de produção de energia fotovoltaica. [Olho texto=”Para se candidatar, a empresa precisa atender a critérios, como ter um perfil voltado à sustentabilidade e à prática direcionada à preservação ambiental” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Mercados local e regional Com o novo polo, espera-se alavancar o desenvolvimento do mercado local e, consequentemente, trazer outros benefícios como a modernização das atividades agropecuárias, o fortalecimento das cadeias produtivas e a integração de atividades já consolidadas. “Que sejam gerados emprego e renda para que o homem do campo tenha as mesmas condições de vida que tem o homem que mora na cidade”, afirma o secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Cândido Teles. Para se candidatar, a empresa precisa atender a critérios, como ter um perfil voltado à sustentabilidade e à prática direcionada à preservação ambiental. Os projetos serão recebidos pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico que, após a primeira análise, os submeterá à avaliação de uma câmara técnica composta por vários órgãos do governo. “O GDF tirou a ideia do papel e está fazendo acontecer, em um trabalho pioneiro que vai gerar oportunidades de emprego, principalmente para que os mais jovens não precisem migrar do campo para a cidade”, comenta a chefe da Assessoria de Políticas Públicas de Desenvolvimento Rural da Secretaria de Agricultura, Cristyanne Barbosa.

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Dia de feira especial na comunidade rural de Rio Preto

Os produtores e toda a comunidade rural do Rio Preto, região administrativa de Planaltina-DF, vão ter nesta quinta-feira (28) um dia diferente, com diversas atividades e serviços – como a expedição de segunda via da  carteira de identidade.  O evento, organizado pela Emater-DF em parceria com a Secretaria de Segurança Pública e a Polícia Civil, foi viabilizado para facilitar a vida dos moradores com deslocamento, além de oferecer um dia de vendas, aprendizado, interação e lazer para o público. A emissão de primeira e segunda vias de RG será realizada entre 9h e 16h. Segundo a gerente do escritório da Emater-DF em Rio Preto, Amanda Venturim, ainda neste ano foi realizada ação para emissão de CPF, já que vários produtores e crianças estavam sem o documento na região.  Foi na ocasião que surgiu a demanda por RG. “Fizemos um levantamento sobre a quantidade de primeira e segunda vias e, diante das dificuldades dos produtores, viabilizamos as parcerias”, ressaltou. Dia de feira Foto: Agência Brasília/Arquivo Ainda nesta quinta-feira (28), um grupo de produtores locais também vai oferecer produtos alimentícios como pães, cucas, bolachas, doces artesanais, queijos e bolos. Bijuteria e artesanatos, tudo fabricado pelos produtores familiares locais, também estarão à venda. O Dia de Feira do Rio Preto acontece a cada dois meses. “A gente tenta pegar alguma reunião da escola ou o início de mês para juntar os produtores e fazer esse Dia de Feira.” Oficina de sucos funcionais Por meio do Centro de Capacitação Tecnológica e Desenvolvimento Rural da empresa, a Emater-DF vai oferecer uma oficina de sucos funcionais. O objetivo é mostrar para os produtores e para as mulheres rurais as funções e nutrientes disponibilizados na junção de algumas frutas e como melhor aproveitar esses alimentos na produção de sucos”, ressalta Amanda Venturim. Doação e troca Os produtores também vão poder trocar sapatos, roupas, móveis, panelas e objetos diversos por meio do projeto Mãos que Doam, Mãos que Recebem, encampado pelo escritório da Emater-DF na região. A extensionista Regina Lima, que atua junto aos produtores na região, explicou que os produtores levam o que não querem e trocam por algo que esteja à disposição e já foi doado por outras pessoas. “Essa proposta surgiu da preocupação da gente diante da carência da comunidade, que vive em um local distante, sem muita renda, sem oportunidades de trabalho e em condição de extrema pobreza”, disse Regina. Qualquer pessoa pode participar com doações e também das trocas. “Esse projeto acontece uma vez por mês ou sob demanda. Quando alguém precisa de alguma coisa que a gente sabe que tem lá, a gente leva até essa família”, ponderou Amanda Venturim.  Interessados em doar para o projeto podem procurar o escritório da Emater-DF em Rio Preto ou entrar em contato pelo telefone (61) 3501-1993. Serviço Dia de Feira e Expedição de RG Local: Escritório da Emater-DF em Rio Preto,  Planaltina (Nucleo Rural do Rio Preto – Sede – DF 320) Data: 28/11/2019 Horário: 9h às 16h Mais informações pelo telefone: (61)3501-1993 * Com informações da Emater-DF

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Mutirão da Emater, Seagri e produtores leva água ao Núcleo Rural Rio Preto

Coordenado pela Emater-DF e pela Secretaria de Agricultura (Seagri), um grande mutirão restabeleceu o fornecimento de água a produtores da comunidade Chácaras 90, no Núcleo Rural Rio Preto. O lugar estava sem abastecimento desde o rompimento da barragem, em março de 2017 – levava, então, água para 73 hectares. “Desde então, cada produtor estava pagando de R$ 1.000 a R$ 1.800 por mês de energia elétrica para puxar água do córrego por meio de bomba. Além disso, eles tiveram uma queda de 50% a 60% na produção”, conta a gerente da Emater-DF no Rio Preto, Amanda Venturim. Para minimizar o problema, a Emater-DF orientou os agricultores em relação ao manejo de irrigação para que conseguissem produzir mesmo usando pouca água e economizando energia.  “Apesar da redução da área de plantio, produtores conseguiram aumentar sua produtividade com o manejo de irrigação. Se não fosse isso, o prejuízo seria pior”, diz Amanda. Como para a reparação da barragem era preciso contratar um projeto de engenharia, foi pensada em uma solução emergencial. Técnicos da Emater-DF no Rio Preto e da Seagri se reuniram e decidiram colocar uma tubulação para retirada da água diretamente do córrego. [Olho texto=”Fornecemos a tubulação, orientamos e direcionamos os agricultores durante toda a obra” assinatura=”Edvan Ribeiro, técnico da Seagri” esquerda_direita_centro=”Esquerda”] Técnicos da Seagri levaram a proposta aos agricultores, que teriam que contribuir com a mão de obra e compra de materiais que a Seagri não tivesse. “Então, mostramos como os canos deveriam ficar no nível correto e, assim, evitar a entrada de ar. Caso contrário, não daria certo”, relata Ribeiro. Então, na primeira semana de julho, depois de alguns dias de obra, veio o momento de esperar a água chegar. “Eu fiquei com eles até a água chegar. E foi só alegria”, conta a gerente Amanda Venturim. Apesar de a vazão não ser alta, é o suficiente para produzirem até que a barragem possa ser recuperada.  A Emater-DF está em processo de articulação para tentar conseguir recursos de emenda parlamentar ou de parcerias para a contratação do serviço de engenharia. O canal de irrigação da comunidade tem 3,5 quilômetros e atende a seis propriedades rurais.  O produtor de hortaliças Luciano Alves de Sousa chegou à região em 1978, com o pai. Ele conta que foi em 2015 que conseguiram outorga para uso da água do canal de irrigação com ajuda da Cooperativa de Agricultura Familiar Mista do Distrito Federal (Coopermista), da qual faz parte. Antes disso, ficavam metade do ano sem água.  “Depois que a barragem estourou, tivemos que puxar água do córrego por bomba e pagar uma conta de energia elétrica de R$ 1.800. Não dava nem coragem de fazer as contas para saber se estava valendo a pena produzir”, lembra Souza. “Agora estamos muito felizes de poder voltar a produzir com mais tranquilidade e somos muito gratos à Emater e à Secretaria de Agricultura”, diz. * Com informações da Seagri e da Emater-DF

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