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São João

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Ceilândia recebe a grande final do Candangão Junino 2026

A tradição, a cultura popular e o espetáculo das quadrilhas juninas voltam a tomar conta de Ceilândia neste sábado (25) e no domingo (26), quando a Praça do Trabalhador recebe a grande final do Candangão Junino 2026. Em sua quarta edição, a principal competição de quadrilhas juninas do Distrito Federal e Entorno chega à etapa decisiva reunindo os dez grupos finalistas, que disputarão o título de campeão da temporada em apresentações marcadas por criatividade, emoção e grandes produções. Ao longo da temporada, 21 grupos participaram das etapas classificatórias realizadas em Planaltina, Samambaia, Santa Maria e Ceilândia. As disputas reuniram milhares de espectadores e transformaram o Candangão no maior circuito de quadrilhas juninas do Distrito Federal. Agora, os dez melhores colocados voltam à arena para decidir quem conquistará o título de 2026. Mais do que uma competição, o Candangão Junino se consolidou como um importante instrumento de fortalecimento da economia criativa. O movimento gera emprego e renda para centenas de profissionais envolvidos na produção dos espetáculos, entre costureiras, estilistas, aderecistas, cenógrafos, coreógrafos, músicos, iluminadores, sonoplastas, maquiadores e produtores culturais, que trabalham durante meses para transformar cada apresentação em um grande espetáculo. Ao longo da temporada, 21 grupos participaram das etapas classificatórias realizadas em Planaltina, Samambaia, Santa Maria e Ceilândia | Foto: Divulgação Além dos profissionais diretamente envolvidos, as festas juninas impulsionam diversos setores da economia local. Hotéis, restaurantes, comércio, transporte, pequenos empreendedores e prestadores de serviços também são beneficiados pelo aumento da circulação de público, reforçando o impacto econômico e social do movimento junino no Distrito Federal. Reconhecimento nacional A qualidade técnica e artística das quadrilhas do Distrito Federal ultrapassou as fronteiras da capital. Nos últimos anos, grupos brasilienses passaram a representar o DF em importantes festivais realizados no Nordeste, incluindo Campina Grande (PB). Esse protagonismo evidencia o crescimento das quadrilhas do Distrito Federal, que hoje figuram entre as principais representantes da cultura junina brasileira, levando o nome da capital aos maiores palcos do país. Grande Final — Candangão Junino 2026 Local: Praça do Trabalhador, ao lado da Administração Regional de Ceilândia (DF) Datas: sábado (25) e domingo (26) Horário: 19h Entrada gratuita Programação Sábado  * Papa Chico * Pula Fogueira * Segue o Fogo * Aquarela Nordestina * Êta Lasquêra Domingo  * Arcanjos do Cerrado * Si Bobiá a Gente Pimba * Sabugo de Milho * Sanfona Lascada * Elite do Cerrado Nacional Centro-Oeste Praça do Trabalhador – Ceilândia (DF) 1º e 2 de agosto Transmissão ao vivo: YouTube da Federação de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno (Fequaju-DF).

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Candangão Junino 2026 segue até domingo (28) em Santa Maria com entrada gratuita

A cultura popular tomou conta de Santa Maria na noite dessa sexta-feira (26), quando teve início mais uma etapa do Candangão Junino 2026. O estacionamento do Ginásio de Esportes se transformou em um grande arraial, reunindo centenas de pessoas que enfrentaram o frio para prestigiar um dos maiores eventos juninos do Distrito Federal e Entorno. No tablado, sete quadrilhas deram um verdadeiro espetáculo de cores, música, dança e tradição. Cada apresentação arrancou aplausos e emocionou o público, que acompanhou atentamente as coreografias, os figurinos e os enredos preparados especialmente para a competição. Moradora de Santa Maria, Priscila Moreira da Silva foi uma das pessoas que fez questão de prestigiar a primeira noite do evento. “Valeu muito a pena enfrentar o frio. As apresentações são lindas, a organização está excelente e é emocionante ver tantas famílias reunidas para valorizar a nossa cultura. Com certeza estarei de volta nos próximos dias”, afirmou. O estacionamento do Ginásio de Esportes se transformou em um grande arraial, reunindo centenas de pessoas | Foto: Divulgação/Administração Regional de Santa Maria Para o presidente da FequajuDFE, Robson Vilela, o Fusca, a abertura da etapa confirmou, mais uma vez, a força do movimento junino no Distrito Federal. “Ver o espaço com torcidas vibrando e famílias participando mostra que o Candangão Junino vai muito além da competição. É um evento que fortalece nossa cultura, movimenta a comunidade e valoriza o trabalho dos grupos juninos. Estamos muito felizes com essa primeira noite e convidamos toda a população para prestigiar as próximas apresentações“, disse o presidente. O Candangão Junino 2026 reúne os melhores grupos juninos do Distrito Federal e Entorno, promovendo uma verdadeira celebração das tradições nordestinas por meio da dança, da música e da valorização da cultura popular. Promovido pela Federação de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno (FequajuDFE), o circuito integra o Termo de Fomento nº 992770/2026, firmado com o Ministério da Cultura, e conta com a parceria da Administração Regional de Santa Maria. *Com informações da Administração Regional de Santa Maria.

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Publicado resultado final de edital para quadrilhas juninas

Com o objetivo de premiar grupos e coletivos por sua contribuição aos festejos juninos do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride), a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) publicou no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (5) o resultado final do Edital n° 1/2023. O certame possui valor de R$ 600 mil e vai premiar 50 grupos com R$ 12 mil para cada. Grupos foram selecionados a partir das propostas apresentadas | Foto: Divulgação/Tiago Viana “Ao contemplar 50 grupos, o fomento se desdobra em resultados muito maiores, já que beneficia centenas de pessoas ligadas à cadeia produtiva dos circuitos e festejos juninos”, ressalta a subsecretária de Difusão e Diversidade Cultural, Sol Montes. Para receber a premiação, os autores dos projetos selecionados deverão apresentar, em até 15 dias após a divulgação do resultado definitivo, os documentos de habilitação previstos no item 7 do edital. A Secec entrará em contato com os proponentes, representantes dos grupos selecionados, no caso de necessidade de complementação ou retificação de documentações. O edital selecionou os inscritos a partir da análise das propostas apresentadas, avaliando critérios como atuação da quadrilha junina, tempo de atuação e participação em circuitos, festivais e festejos populares. Proponentes que residem nas regiões de menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do DF receberam pontuação extra. Confira o resultado final na íntegra. *Com informações da Secec

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Festejos juninos têm R$ 3 milhões em investimentos

[Olho texto=”“As tradições juninas mexem com as comunidades de todas as regiões do DF, envolvidas na sua realização de junho a agosto, mas que também são impactadas ao longo de todo o ano por meio do fomento dessa cadeia de arte, cultura e muita criatividade”” assinatura=”Bartolomeu Rodrigues, secretário de Cultura e Economia Criativa” esquerda_direita_centro=”direita”] Junho é mês de festa em todo o Brasil, mas o setor cultural que envolve os festejos ganha apoio e aporte financeiro no Distrito Federal ao longo de todo o ano. São diversas as ações promovidas pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) em favor dessas tradições, envolvendo desde a premiação de grupos e coletivos de quadrilhas juninas, passando pelo fomento de projetos pontuais por meio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), até o incentivo ao intercâmbio de grupos locais para outros estados. Ao todo, foram mais de R$ 3 milhões em investimentos no setor em 2022. Quadrilha Amor Junino | Fotos: Tiago Viana Tudo isso é parte da Política Cultural Distrito Junino, publicada em 2021 pelo Governo do Distrito Federal (GDF), visando valorizar e estimular a dimensão cultural dos festejos juninos e, assim, apoiar toda a cadeia produtiva que se relaciona com o segmento. “As tradições juninas mexem com as comunidades de todas as regiões do DF, envolvidas na sua realização de junho a agosto, mas que também são impactadas ao longo de todo o ano por meio do fomento dessa cadeia de arte, cultura e muita criatividade”, explica o secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues. Brasília possui forte influência da cultura nordestina desde o início da construção da nova capital. Ainda naquele período, pioneiros como Zé Pereira, referência quando o assunto são as manifestações juninas, deixaram seu legado aos brincantes e moradores da cidade, fazendo circuitos e caravanas culturais por todas as regiões administrativas (RAs). A subsecretária de Difusão e Diversidade Cultural da Secec, Sol Montes, reforça a importância das festividades juninas na capital. “As quadrilhas juninas, literalmente, esquentam e movimentam nossa economia criativa. E investir nesse setor é apoiar toda a cultura popular que envolve as comunidades, dando voz a nomes e grupos promissores, que hoje estão entre os maiores, ganham destaque em todo o país. Isso gera uma ideia de pertencimento mesmo, no sentido antropológico da identificação, porque faz com que a comunidade se torne fiel a esses costumes e mantenha suas tradições”, celebra. Impacto econômico Já com 22 edições, o Circuito de Quadrilhas Juninas do DF e Entorno é referência quando se trata desses festejos. As apresentações se espalham pelo DF, contando com o aporte da Secec, tanto por meio do FAC quanto por termo de fomento, totalizando quase R$ 2 milhões, que permitem ao setor caminhar para a autonomia, com um corpo profissionalizado e coordenado para tocar grandes eventos. Nos dois editais do FAC Brasília Multicultural de 2021 foram também contemplados outros dez projetos, para além do circuito da Liga Independente das Quadrilhas Juninas do DF (LINQDFe), totalizando R$ 570 mil. Destinados a ações educativas, capacitações, formações e realização de eventos, entre outros, a maioria deles já foi executada ao longo deste ano, garantindo o fortalecimento, a profissionalização e a continuidade das festividades. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Coordenado pela LINQDFe, o Circuito de Quadrilhas movimenta 38 quadrilhas juninas, efetuando pagamentos a mais de 2 mil agentes culturais, além da geração de diversos empregos indiretos ao longo de dois meses, envolvendo costureiros, setor de produção de eventos, de alimentação e artesanato, entre outros. Empreendedora da Cozinha da Lisa, Lisane Figueiredo faz parte dessa cadeia produtiva tão positivamente impactada por esse aporte. Com a sua barraca de comidas, ela teve a oportunidade de estar presente na volta das quadrilhas presenciais em 2022. “É uma experiência mágica trabalhar nas quadrilhas. Trabalho com alimentação há algum tempo, hoje estou aqui com uma barraca de espetinhos e me sinto muito feliz por estar aqui depois de dois anos parados por conta da pandemia”, afirma. Foi pensando em apoiar financeiramente o segmento, tão prejudicado pelos dois anos sem apresentações, que 50 grupos e coletivos das quadrilhas juninas foram premiados com um aporte total de R$ 600 mil em edital coordenado pela Secec. Assim, cada grupo recebeu R$ 12 mil em reconhecimento às suas contribuições para a cultura do DF e permitindo que suas atividades fossem plenamente retomadas neste mês de junho. Abrilhantando o país Quem faz parte dessas festas celebra esse apoio, que tanto contribui para a manutenção dessa alegria junina. Erica Souza é estudante da licenciatura em dança no Instituto Federal de Brasília (IFB) e integrante da Quadrilha Sabugo de Milho, um entre os diversos grupos que encantam o público da cidade. “Estar de volta com as apresentações depois desse período mais intenso da pandemia da covid-19 é um misto de sentimentos: alegria, ansiedade e muita emoção. Depois de dois anos, o que a gente mais queria era vivenciar isso de novo. Costumo dizer que a tradição e o movimento junino correm nas nossas veias, respiramos isso, somos apaixonados pela cultura junina e amamos transmitir isso por meio da nossa arte, é muito bom estar de volta”, afirma. Formiga da Roça embarca para Campina Grande (PB) para representar o DF E emoção é o que não falta em cada um dos espetáculos. Dimas Morais, um dos quadrilheiros do Grêmio Recreativo Arraiá Formiga da Roça, vem interpretando o noivo durante o Circuito de Quadrilhas Juninas do DF. “Depois de dois anos sem nos apresentarmos presencialmente, é impossível conter as lágrimas durante as apresentações. Temos total gratidão por estarmos aqui ajudando a organizar este circuito de quadrilhas e estamos muito ansiosos para a viagem para o maior São João do Mundo”, comemora. A novidade para o grupo é justamente essa: também com o apoio da Secec, por meio do programa Conexão Cultura e do FAC, o grupo Formiga da Roça, que já possui 27 anos de tradição e alguns prêmios nacionais, estará representando o DF no São João de Campina Grande, na Paraíba, conhecido como Maior São João do Mundo. O evento é realizado pela Associação das Quadrilhas Juninas de Campina Grande (Asquaju-CG), e inclui diversas apresentações entre os dias 24 e 27 deste mês. Com o espetáculo Festa na Roça, o grupo de Brasília vai celebrar a Festa da Colheita, diretamente na terra que originou suas tradições, levando 56 integrantes, incluindo a banda regional Forró de Feira, para encantar os nordestinos e trazer, de volta para o DF, uma bagagem de trocas e aprendizados. O presidente do Formiga da Roça, Patrese Ricardo, garante que Brasília está sendo muito bem-representada. “Acreditamos que não existe solo tão pobre que a arte não possa brotar, e abrimos assim a porteira da nossa fazenda para fazer, com muita alegria e diversão, uma homenagem ao povo nordestino, que pode até perder tudo, mas nunca perde a fé e nunca deixa de acreditar”, destaca. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

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São João, fogueira e álcool. Cuide-se e evite acidentes!

[Olho texto=” “O aumento e a diminuição de acidentes estão relacionados ao tamanho da prevenção que é adotada por cada pessoa” ” assinatura=”Tenente Marcelo de Abreu, do CBMDF” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Nesta quinta-feira (24), é celebrado o Dia de São João, data que marca as tradicionais festividades juninas. Contudo, este ano, em função da pandemia, os “arraiás” devem se concentrar em ambientes familiares, com encontros nos quintais de casas ou em pequenas propriedades rurais, como sítios ou chácaras. Além de estar atento aos protocolos de segurança no combate à covid-19, o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) alerta para alguns cuidados extras. Todo cuidado é pouco no manejo com fogueiras, especialmente em época de festas juninas | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília “Estando em ambientes familiares, o mais propício é, em vez de usar o álcool, fazer a assepsia das mãos com água e sabão”, orienta o tenente Marcelo de Abreu, do CBMDF, lembrando que álcool é uma substância altamente inflamável. “Se não for possível ou não quiser deixar de usar o álcool gel, então o melhor é evitar a aproximação das fogueiras e dos fogos de artifício.” Os bombeiros estão reforçando orientações para cuidados essenciais a serem tomados nesta época do ano. Em caso de a situação fugir do controle e ocorrerem acidentes, a saída é acionar a corporação, pelo telefone 193. “O aumento e a diminuição de acidentes estão relacionados ao tamanho da prevenção que é adotada por cada pessoa”, salienta o tenente Abreu. “É sempre bom ficar atento a tudo ao redor, em especial às crianças e equipamentos pirotécnicos”. Olho vivo [Olho texto=”“Que os cuidados com queimaduras não morram no mês de junho, afinal as pessoas se queimam diariamente” ” assinatura=”Anderson Damásio, chefe da Unidade de Queimaduras do Hran” esquerda_direita_centro=”direita”] Costume popular nos países da Península Ibérica – Portugal, Espanha, Andorra, Gibraltar e uma pequena parte do território da França  –, as festas juninas começaram a pipocar no Brasil no século 16. Além da tradição e da simbologia religiosa, com homenagens a santos como São João, São Pedro e Santo Antônio, o evento preza também pelo aspecto social, já que é um momento de confraternização. Daí a importância dos cuidados não apenas com relação à pandemia, mas também no manejo de fogos de artifício, rojões, bombinhas e fogueiras. As recomendações ganham um calor mais intenso neste mês, quando a campanha Junho Laranja chama atenção à importância de se prevenir contra todos os tipos de queimaduras. “Que os cuidados com queimaduras não morram no mês de junho, afinal as pessoas se queimam diariamente”, alerta o chefe da Unidade de Queimaduras do Hospital Regional da Asa Norte (Hran), o cirurgião plástico Anderson Damásio. “A melhor forma de tratar a queimadura é a prevenção, ou seja, evitando riscos.” Referência no DF em tratamentos de queimadura, o Hran teve aumento de 76% de internação em comparação aos quatro primeiros meses entre 2019 – quando ainda não havia tinha pandemia – e 2020. Isso ocorre devido aos acidentes domésticos, já que o número de pessoas dentro de casa agora é cada vez maior. No período de festividades juninas – que compreende julho, julho e agosto –, os casos tendem a aumentar. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] “Geralmente, o adulto se queima de sete a oito vezes a mais do que a criança”, observa Anderson Damásio. “A criança tende a ter queimaduras mais graves porque a pele é mais fina, mais delicada. Crianças dentro de casa, quase em sua totalidade, se queimam dentro da cozinha. Cozinha e criança não foram feitos um para o outro. Nesta época do ano, é importante se manter afastado de fogueiras, churrasqueiras e artefatos ligados ao fogo.” Precaução, sempre Antes de utilizar artefatos pirotécnicos, é importante verificar a faixa etária permitida para o uso de cada produto, conforme orientam os bombeiros. É comum as crianças brincarem com bombinhas. Mas, mesmo na utilização desse dispositivo pela garotada, a recomendação é contar com supervisão de um adulto. Outro detalhe importante é a procedência do equipamento, que deve ser adquirido sempre em lojas autorizadas e credenciadas. “Tanto os fogos de artifício quanto os rojões têm que oferecer condições de qualidade para utilização”, pontua o tenente Abreu. Outro detalhe pertinente, ele destaca, é o fato de que bebida, fogos de artifício e equipamentos inflamáveis não combinam. Em caso de queimadura, orienta, nunca se deve aplicar sobre o local atingindo qualquer produto: “O indicado é água fria e corrente, procurando, na sequência, atendimento médico”. Confira, abaixo, as orientações do CBMDF relativas à prevenção contra acidentes com fogo. Evite soltar fogos de artifício ou rojões perto de pessoas, animais, árvores ou rede elétrica. O indicado é fazê-lo em áreas preferencialmente abertas por especialistas Deixe sempre uma vasilha com água por perto no momento do disparo de um artefato e nunca reaproveite ou segure o objeto no caso de falhar, já que ele pode explodir Nada de rojões na mão. O ideal é fazer uso do explosivo com um suporte Respeite uma distância mínima de 50 metros da vegetação e jamais acenda fogo sob instalações elétricas, nem nas proximidades Limpe o local onde será feita a fogueira e coloque areia entre o solo e troncos Evite brincadeiras perto de fogueiras e redobre a atenção com crianças.

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São João tem forró e emprega artistas

| Foto: Joel Rodrigues, Agência Brasília O forró de Luiz Gonzaga, tocado sobre um pau de arara na região administrativa de São Sebastião, anunciava que a festa reinventada e sem aglomeração estava pronta para começar. Na carroceria decorada do caminhão guiado por uma kombi azul e branca, os forrozeiros do Trio Xodó davam ritmo à Caravana de São João, projeto apoiado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) que tem levado cultura de graça a milhares de moradores de 24 regiões administrativas e gerado emprego a centenas de artistas do DF (veja mais no vídeo abaixo). [Olho texto=”“É uma iniciativa maravilhosa, pois leva música e distrai quem está ansioso em casa nessa quarentena”” assinatura=”Renata Barbosa, técnica de enfermagem” esquerda_direita_centro=”centro”] A ação é capitaneada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa que, durante a pandemia do novo coronavírus, acelerou o trâmite para o empenho de termos de fomentos inscritos na lei de incentivo à cultura. Com isso, garantiu o trabalho de artistas impedidos de se apresentar diante do cancelamento das quadrilhas e festas juninas nos meses de junho e julho.  Pelo menos 300 artistas – entre músicos, cantores e dançarinos – foram contratados para a Caravana de São João, além de mais de 100 trabalhadores envolvidos no suporte como seguranças, brigadistas, técnicos de som e iluminação. Foram gerados 300 empregos, ao todo, entre os quais 250 diretos e 50 indiretos. “Trata-se de um projeto que mostra a importância dos recursos executados pelo GDF nesse delicado período de pandemia. Foram mais de R$ 22 milhões de termos de fomento e de recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), gerando centenas de empregos diretos e indiretos”, comemora o secretário de Cultura do DF, Bartolomeu Rodrigues. | Foto: Joel Rodrigues, Agência Brasília Programação Entre 24 de julho e 22 de agosto, 61 atrações locais passarão por 24 regiões administrativas (RAs), num total de 71 apresentações. Trios e bandas de forró, duplas sertanejas, duplas de repentistas e de emboladores de coco, além de bandas de reggae e de MPB, formam a programação. Todos estavam incluídos em projetos culturais aprovados pelo GDF antes da limitações impostas pela pandemia do novo coronavírus e precisaram se reinventar. Assista ao vídeo: Tudo isso estimulando a geração de renda em uma das classes mais afetadas pela falta de trabalho neste período de suspensão de atividades. “A Secretaria de Cultura e Economia Criativa está readequando todos os projetos aprovados para que a cadeia produtiva não pare. Além de promover o desenvolvimento social ao levar arte a mais de um milhão de pessoas sem que elas precisem sair de casa ou do trabalho”, afirma a subsecretária de Difusão e Diversidade Cultural, Mirella Ximenes. Música e conscientização Como em toda quadrilha que se preze, o mestre de cerimônias do forró itinerante mandava recados a quem estava nas calçadas. “Use a máscara, se higienize e vamos vencer essa pandemia”. No trajeto acompanhado pela equipe da Agência Brasília, o pau de arara com os forrozeiros circulou na avenida Comercial de São Sebastião no final da tarde de quinta-feira (13). As apresentações diurnas passam em frente aos comércios, enquanto as noturnas são direcionadas às áreas residenciais. [Numeralha titulo_grande=”250″ texto=”empregos diretos foram gerados pela Caravana de São João ” esquerda_direita_centro=”centro”] Na parada de ônibus à caminho do hospital onde trabalha, a técnica em enfermagem Renata Barbosa, de 26 anos, sacou o celular para gravar os músicos. “É uma iniciativa maravilhosa, pois leva música e distrai quem está ansioso em casa nessa quarentena”. Um pouco mais à frente, a atendente de uma loja de conveniência Cris Dayane, também de 26 anos, gostou do que viu. “Mesmo que rapidinho, descontrai e nos dá a oportunidade de conhecer coisas novas em um momento em que as festas e os shows estão proibidos”. O retorno dos moradores por onde passa a Caravana de São João tem deixado o produtor cultural Arkson Rangel emocionado. Para ele, a proposta de promover as atrações sobre o caminhão, com ritmos e características do Nordeste, foi gerar oportunidades de emprego aos artistas que estavam parados. “A Secretaria de Cultura nos deu todo o suporte, nos orientando como proceder entre uma atração e outra, sem comprometer a segurança das pessoas envolvidas. Mas a receptividade do público, essa sim, nos mostra que o trabalho é ainda mais recompensador”, conclui.

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Festas juninas: cuidados para evitar acidentes com fogueiras e fogos de artifício

Neste período de festas juninas é comum a utilização de fogos de artifício. Em razão disso, o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) faz orientações quanto à forma correta de manusear tais produtos e onde comprá-los. Observar se a loja tem autorização para comercializar o material é a primeira orientação. Para isso, a dica é verificar se o estabelecimento emite nota fiscal de venda e tem o certificado emitido pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP/DF). “O importante é comprar material de qualidade e em locais autorizados. Isso dará segurança durante a compra”, disse o representante do Serviço Operacional de Informação Pública do CBMDF, capitão Wilson Souza Mendes. É importante, ainda, que a caixa em que o produto é comercializado traga o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), o que mostra que o objeto passou por análise de segurança. Manuseio Antes de utilizar os artefatos, também é importante verificar a faixa etária permitida de cada produto. “Alguns são permitidos para crianças, as famosas “bombinhas”. Mesmo assim devem ser utilizadas com a supervisão de um adulto”, explicou Mendes. O capitão falou também da importância da não ingestão de bebidas alcoólicas durante a utilização dos fogos. “O manuseio deve ser feito por adultos, que não tenham ingerido bebidas alcoólicas. Outro cuidado importante é não reaproveitar os fogos que não funcionaram e colocá-los em um balde com água para neutralizar a carga explosiva”. Ao soltar os fogos de artifício, os seguintes cuidados também precisam ser considerados: Sempre utilizar os fogos em local afastado das pessoas, em áreas abertas e sem fiação elétrica e sem árvores próximas; Os rojões devem ser usados com um suporte, e não diretamente na mão; Em casos de eventos pirotécnicos, a apresentação deve ser feita por profissionais. Animais de estimação Os fogos podem causar certa irritabilidade em animais de estimação. “Os ouvidos destes bichinhos são sensíveis. Para aliviar o estresse causado, se possível, colocá-los dentro da residência. Caso tenha mais de um, separá-los em cômodos diferentes”, acrescentou o capitão Wilson Mendes. Fogueiras Uma outra orientação do CBMDF é não acender fogueiras embaixo ou próximas de árvores e da rede elétrica. A distância mínima deve ser de 50 metros da vegetação e devem ter o tamanho máximo de 1,5 metro. “Faça a limpeza do local onde será feita a fogueira e coloque uma camada de areia entre o solo e os troncos. Essa medida vai evitar que eles se espalhem. Se não for possível, faça uma limpeza no local”, explicou Wilson. Os cuidados com as crianças devem ser redobrados perto de fogueiras e as brincadeiras devem ser evitadas nestes locais. Em caso de acidente, a orientação é lavar a queimadura em água corrente e não usar qualquer produto sem indicação médica. “É importante também não estourar as bolhas provocadas pelo machucado. Elas são uma defesa natural do organismo para proteger de infecções. Procure um atendimento médico para os devidos cuidados ou ligue imediatamente para o 193”, enfatiza Mendes. No Distrito Federal não é comum soltar balões, mas o militar alerta sobre essa prática perigosa. “O balão pode cair em florestas, residências e indústrias e causar grandes prejuízos ambientais, patrimoniais ou machucar pessoas. Soltá-los, bem como fabricá-los, vende-los ou transportá-los é crime.”   *Com informações da Secretaria de Segurança Pública

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