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Segurança Pública

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Segundo mais seguro do país, DF reduz roubos e mantém uma das menores taxas de homicídio da história

A combinação entre queda nos roubos, baixa letalidade e políticas integradas de segurança mantém o Distrito Federal na segunda posição entre as capitais mais seguras do país. Os resultados fazem parte do 2º Anuário de Segurança Pública da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), que também aponta uma das menores taxas de homicídio já registradas na capital. Segundo o secretário de Segurança Pública (SSP-DF) interino, Alexandre Patury, a manutenção dos índices positivos se deve, principalmente, à integração entre as forças de segurança e a sociedade civil. Ele destacou a atuação dos conselhos comunitários de segurança (Consegs) e reforçou que a segurança pública vai além da ação policial, envolvendo também educação, esporte e participação social. “Não é uma medida isolada, mas um conjunto de ações que tem garantido a redução dos índices, especialmente nos últimos três anos. Nossa expectativa é avançar ainda mais e alcançar o primeiro lugar em 2026”, afirmou. “O anuário aponta, por exemplo, que havia maior incidência de homicídios em distribuidoras durante a madrugada, entre a meia-noite e as 6h, nos fins de semana. A partir disso, regulamentamos o horário de funcionamento, o que reduziu esses crimes em cerca de 70%”, explicou o chefe da pasta. Ele também destacou ações como abordagens em áreas com maior vulnerabilidade, apreensão de armas brancas e operações focadas em regiões com maior mancha criminal, como Asa Norte, Taguatinga e Ceilândia. “É um conjunto de medidas que têm reduzido os índices. Só nos primeiros quatro meses de 2026, já registramos cerca de 30 homicídios a menos em relação ao mesmo período do ano passado, o que reforça nossa expectativa de avançar ainda mais e disputar o primeiro lugar como a capital mais segura do país”, ressaltou. Atualmente, o DF registra a menor taxa de mortes por intervenção legal no país, segundo o anuário. Com 15 ocorrências em 2025, o resultado mantém o histórico de baixa letalidade policial na capital e reflete uma política baseada em capacitação contínua, uso progressivo da força e respeito aos direitos humanos, fatores que contribuem para fortalecer a confiança da população nas forças de segurança. Reforço na segurança e respeito aos direitos humanos contribuem para que o DF tenha a menor taxa de mortes por intervenção legal no país | Foto: Matheus Borges/Agência Brasília Outros índices A segunda edição do Anuário de Segurança Pública do Distrito Federal amplia o escopo da análise ao trazer um recorte dos últimos dez anos das principais modalidades criminosas. Diferentemente da primeira edição, que se concentrou nos crimes violentos letais intencionais, aqueles que resultaram em morte, e nos casos de desaparecimento no DF, esta versão avança para o estudo da criminalidade violenta patrimonial, que impacta diretamente o sentimento de segurança da população e influencia a percepção do medo do crime. Os dados mostram que os roubos em comércio recuaram 29% no DF em 2025, e sete regiões administrativas não registraram ocorrências no período. O levantamento indica ainda que 68% dos casos se concentram em oito regiões, o que evidencia a priorização territorial e a atuação orientada por dados no enfrentamento a esse tipo de crime. Nesse contexto, a gestão baseada em evidências direciona o patrulhamento, a inteligência e as ações de prevenção situacional para áreas críticas, com impacto direto na sensação de segurança e no planejamento operacional. No caso do roubo de veículos, houve queda de 16% em 2025, com 860 ocorrências registradas, contra 1.018 no ano anterior. Na série histórica, a redução acumulada chega a 85% na última década. “O roubo de veículos apresenta queda consistente e funciona como um dos indicadores mais confiáveis da criminalidade, já que praticamente não há subnotificação, devido à obrigatoriedade de registro para acionamento de seguros e questões administrativas”, explica o subsecretário de Gestão da Informação, George Couto. “Já a queda de roubo em comércio é reflexo tanto das estratégias de enfrentamento quanto de mudanças no comportamento social, como o uso de meios de pagamento digitais e o aumento de sistemas de segurança, que reduzem a atratividade desse tipo de crime”, complementa George.

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Educação e Segurança Pública firmam parceria para cultura de paz nas escolas do DF

A Secretaria de Educação do Distrito Federal e a Secretaria de Segurança Pública formalizaram, nesta sexta-feira (13), uma parceria para ampliar ações de prevenção à violência e promoção da cultura de paz nas escolas públicas do DF. A iniciativa foi oficializada por meio de portaria conjunta assinada pela secretária de Educação, Hélvia Miridan Paranaguá Fraga, e pelo secretário de Segurança Pública, Sandro Torres Avelar. O ato ocorreu no auditório da IESB, no SGAS 613/614, L2 Sul. Cerca de 400 estudantes do ensino médio da rede pública participaram da atividade, que, nesta etapa, contempla a Coordenação Regional de Ensino do Guará. As ações já vêm sendo desenvolvidas em outras regionais do Distrito Federal. A parceria prevê a implementação, nas unidades escolares da rede pública, de dois programas voltados à formação cidadã dos estudantes: o Programa Turminha Mais Segura, direcionado aos alunos dos anos iniciais do ensino fundamental, e o Programa Formativo de Promotores de Segurança Cidadã, voltado aos estudantes do ensino médio. As ações incluem palestras educativas, apresentações teatrais e atividades formativas que abordam temas como prevenção à violência, bullying, cidadania, direitos humanos e segurança no trânsito. A proposta é fortalecer o ambiente escolar como espaço de diálogo, respeito e convivência. Cerca de 400 estudantes do ensino médio da rede pública participaram da atividade, que, nesta etapa, contempla a Coordenação Regional de Ensino do Guará. As ações já vêm sendo desenvolvidas em outras regionais do Distrito Federal | Fotos: André Amendoeira/SEEDF Segundo a secretária de Educação, a iniciativa reforça a importância da atuação conjunta entre as áreas de educação e segurança pública na prevenção à violência e no fortalecimento da convivência escolar. “O trabalho que a Secretaria de Educação vem desenvolvendo em parceria com a Secretaria de Segurança Pública tem justamente esse objetivo: enfrentar questões como o bullying e o cyberbullying dentro das escolas. Ficamos muito felizes em saber que essas informações e orientações estão chegando aos nossos estudantes”, afirmou Hélvia Paranaguá. “A rede pública tem desenvolvido diversos projetos voltados à convivência e à cultura de paz, e essa cooperação técnica fortalece esse trabalho. Já alcançamos cerca de 2 mil estudantes com essas ações, e a nossa expectativa é ampliar ainda mais esse alcance, levando essas iniciativas para cada vez mais escolas da rede”, completou. As ações do programa Turminha Mais Segura serão realizadas principalmente com estudantes dos anos iniciais do ensino fundamental, utilizando linguagem lúdica e atividades educativas para tratar temas relacionados à cidadania e à prevenção de acidentes e violências. Já o Programa Formativo de Promotores de Segurança Cidadã terá foco em estudantes do ensino médio, com palestras e encontros formativos voltados à conscientização sobre segurança, prevenção e convivência. A proposta é que os jovens atuem como multiplicadores dessas práticas em suas comunidades escolares. Hélvia Paranaguá e Sandro Torres Avelar assinam portaria conjunta que amplia ações de prevenção e cultura de paz nas escolas da rede pública do DF Para o secretário de Segurança Pública, a iniciativa fortalece a atuação preventiva e aproxima as forças de segurança da comunidade escolar. “A prevenção é uma das prioridades da segurança pública. Ao levar ações educativas para dentro das escolas, conseguimos dialogar diretamente com os estudantes e contribuir para a construção de ambientes mais seguros e conscientes”, destacou Sandro Torres Avelar. A portaria estabelece que as ações serão realizadas de forma articulada entre as duas secretarias e as Coordenações Regionais de Ensino, com apresentações, encontros formativos e atividades educativas ao longo do calendário escolar. A parceria terá vigência inicial de dois anos. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

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Segunda-feira de folia no DF tem forte atuação integrada e reforço no combate a furtos e crimes de oportunidade

A segunda-feira (16) de Carnaval no Distrito Federal foi marcada por grande presença de público, ambiente familiar e atuação integrada das forças de segurança. Com reforço no policiamento, ações preventivas e novas estratégias para coibir furtos de celulares e casos de assédio, a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) avalia o balanço do dia como positivo. A Operação Carnaval tem sido acompanhada de perto pelo secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, junto à equipe de gestores e a técnicos da pasta. Sandro Avelar (de boné branco) destaca a presença de família, jovens e crianças com segurança nos eventos de Carnaval por todo o DF | Foto: Divulgação/SSP-DF “Encerramos mais um dia de Carnaval com indicadores positivos e presença significativa de famílias, jovens e crianças nos eventos. Houve registros de atendimentos relacionados ao consumo excessivo de álcool, prontamente assistidos pelo Corpo de Bombeiros. Destaco a atuação integrada das forças de segurança, com forte presença da Polícia Militar, o trabalho essencial do Corpo de Bombeiros nos atendimentos e a atuação permanente da Polícia Civil no registro e na apuração das ocorrências. Seguimos trabalhando para garantir um Carnaval seguro para toda a população”, afirmou Avelar. O secretário-executivo de Segurança Pública, Alexandre Patury, reforçou as medidas adotadas para reduzir os crimes mais recorrentes do período, especialmente o furto de celulares — responsável por cerca de 70% das ocorrências registradas durante a festa. Segundo Patury, além das linhas de revista na entrada dos blocos — que em alguns locais chegam a quatro barreiras de controle — a grande novidade deste ano é a revista na saída dos eventos, implementada em conjunto com a Polícia Militar e com anuência do Ministério Público. “Precisamos do apoio da população. O policial vai pedir apenas que o folião mostre o celular desbloqueado. Ninguém vai acessar informações do aparelho. A maioria dos furtos ocorre por oportunidade, em meio à aglomeração. Essa medida é para dificultar a ação criminosa e proteger quem está ali para se divertir”, explicou. As revistas dos foliões este ano são realizadas na entrada e na saída dos blocos para tentar coibir o roubo de telefones celulares A atuação da Sala Lilás — van itinerante voltada ao acolhimento psicológico e multidisciplinar de vítimas de assédio sexual — também é um dos destaques da operação. Todos os agentes de segurança estão orientados a agir de forma imediata diante de qualquer denúncia, realizando a intervenção necessária e conduzindo o agressor à delegacia. As vítimas podem procurar qualquer policial nos blocos ou acionar diretamente a equipe da Sala Lilás para receber atendimento especializado e humanizado. PMDF A Polícia Militar do Distrito Federal mobilizou 2.142 policiais na segunda-feira, garantindo o policiamento de 36 eventos no Plano Piloto e nas regiões administrativas. A operação contou com tropas especializadas, uso de aeronave e drones com transmissão em tempo real e com a estrutura da Cidade da Segurança, instalada na Torre de TV, que centraliza comando e logística. A PMDF esteve presente em 36 eventos carnavalescos nesta segunda-feira, com um efetivo de mais de 2 mil oficiais Ao longo do dia, foram apreendidas 97 armas brancas e 11 porções de entorpecentes. A corporação lavrou 14 termos circunstanciados por porte de arma branca, registrou duas ocorrências por uso e porte de drogas, realizou três conduções à delegacia e cumpriu um mandado de prisão. No trânsito, foram aplicados 450 autos de infração e 97 condutores foram flagrados dirigindo sob influência de álcool. Segundo a PMDF, o planejamento prévio e a atuação preventiva foram decisivos para evitar ocorrências de maior gravidade, mesmo com público acima do estimado. CBMDF O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal mobilizou 287 militares e 26 viaturas dentro da Operação Carnaval 2026, garantindo presença estratégica nos blocos com maior concentração de público e resposta rápida às emergências. Neste terceiro dia de Carnaval, foram registrados 61 atendimentos distribuídos em oito pontos de apoio, sendo 48 ocorrências classificadas como de baixo risco (verde), 12 de médio risco (amarela) e uma de alto risco (vermelha). O consumo excessivo de álcool liderou os atendimentos, com 23 ocorrências, seguido por ferimentos incisivos (oito) e apoios a familiares (oito). Desmaios, agressões e outras situações somaram 22 registros. O Corpo de Bombeiros encaminhou três foliões a unidades hospitalares neste terceiro dia de DF Folia Apenas três foliões precisaram ser encaminhados a unidades hospitalares. Nos demais casos, o atendimento foi prestado no próprio local, com liberação após avaliação. A plataforma Carnaval Monumental/Diversidade concentrou o maior número de atendimentos (37), seguida pelo Parque da Cidade (14). Gran Folia e Galinho da Folia registraram cinco ocorrências cada. Além dos atendimentos emergenciais, o CBMDF realizou ações preventivas, vistoriando nove estruturas e ambientes envolvidos para avaliar as condições contra incêndio e pânico, garantindo a segurança dos locais de festa. O Corpo de Bombeiros reforça orientações para o último dia de folia: manter-se hidratado, consumir alimentos leves, identificar crianças e mantê-las sempre acompanhadas e, no caso de ingestão de bebida alcoólica, agir com moderação. Outra recomendação importante é ativar a ficha médica no celular, cadastrando informações de emergência como contatos familiares, tipo sanguíneo, alergias e uso de medicamentos. Esses dados, que podem ser acessados mesmo com o aparelho bloqueado, agilizam o atendimento em caso de necessidade. Polícia Civil A Polícia Civil do Distrito Federal mantém equipes tático-operacionais de todos os departamentos em campo e de sobreaviso, reforçando as centrais de flagrante e o Departamento de Polícia Técnica, com atenção especial às áreas de maior concentração de público. 117 Número de telefones celulares furtados desde o início do Carnaval Desde o início da folia até o momento, dados preliminares apontam 117 furtos de celular, sete furtos e dez roubos a transeuntes, além de três ocorrências de tráfico de drogas registradas no Núcleo Bandeirante, na Esplanada dos Ministérios e no Guará. A PCDF também investiga dois casos de desaparecimento — uma mulher de 30 anos, vista pela última vez nas proximidades do Museu da República, e um homem de 35 anos, no Setor Comercial Sul. De acordo com a corporação, os casos são tratados com prioridade máxima, com integração entre investigação, inteligência e apoio às famílias. Detran-DF O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizou mais uma etapa da Operação Folia Segura 2026 em Taguatinga, Ceilândia e Sobradinho. Foram abordados 352 veículos e realizados 338 testes de etilômetro. Ao todo, 16 condutores foram autuados por alcoolemia. Também foram registradas 16 infrações por condução sem habilitação, cinco CNHs suspensas, sete vencidas, além de outras irregularidades. Na área educativa, o Detran atuou com o Bloco de Carnaval Educativo no Parque da Cidade, alcançando cerca de 4 mil pessoas com orientações sobre os riscos da combinação entre álcool e direção. Ações educativas do Detran-DF buscaram conscientizar motoristas e pedestres [LEIA_TAMBEM]DF Legal A DF Legal fiscalizou 17 eventos de Carnaval, nesta segunda-feira, e fez a interdição de um bloco em Planaltina que ocorria sem as licenças obrigatórias, como da Vigilância Sanitária e do Corpo de Bombeiros. Já na fiscalização de ambulantes, pouco mais de 80 comerciantes irregulares foram orientados a se retirar dos blocos. Diversos ambulantes foram flagrados com garrafas de vidro, algo proibido por questões de segurança; os vasilhames também estavam sem rótulo, o que não garante a procedência correta. As equipes de fiscalização realizaram a apreensão de 121 garrafas em diversas regiões da área central de Brasília. *Com informações da SSP-DF

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Ibaneis Rocha defende união de esforços entre governos no combate ao crime organizado no Rio de Janeiro

O governador Ibaneis Rocha defendeu nesta quinta-feira (30) a união entre governos estaduais e federal no enfrentamento ao crime organizado no Rio de Janeiro. O chefe do Executivo do Distrito Federal colocou à disposição do governo fluminense a estrutura de inteligência e perícia da Polícia Civil do DF, mas ponderou que a realidade das forças de segurança do Rio é distinta da de Brasília. “Nós temos uma Polícia Civil extremamente equipada na parte de inteligência e perícia, e isso colocamos à disposição do governo do Rio” Governador Ibaneis Rocha “Colocamos à disposição a nossa estrutura, mas acredito que o governo do Rio não aceitará o envio de policiais, porque o combate ao crime organizado nas favelas tem uma dinâmica totalmente diferente da de Brasília”, afirmou. “Nós temos uma Polícia Civil extremamente equipada na parte de inteligência e perícia, e isso colocamos à disposição do governo do Rio.” Enquanto Ibaneis Rocha cumpre agenda em Brasília, a vice-governadora Celina Leão representa o Distrito Federal em reunião no Rio de Janeiro com o governador Cláudio Castro e outros chefes de Executivos estaduais para discutir medidas de enfrentamento à violência no estado. Ibaneis destacou que a crise de segurança pública no Rio de Janeiro é histórica e exige ações conjuntas, sem politização. “O Rio vive uma situação complicada há pelo menos 50 anos, e agora chegou ao ápice. O momento não é de tentar culpar o governador Cláudio Castro, mas de unir forças — governo federal e governos estaduais —, porque o crime não fica restrito ao Rio. Quando é pressionado lá, se espalha para outras localidades”, observou.   Para Ibaneis, o enfrentamento ao crime deve ser tratado como uma política de Estado | Foto: Renato Alves/Agência Brasília O governador também chamou a atenção para o papel do governo federal no controle das fronteiras, portos e aeroportos, a fim de impedir a entrada de drogas e armamentos no país. “O Brasil não produz drogas nem armas. Tudo vem de fora. Precisamos reforçar o controle de fronteiras, e isso é tarefa da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal, que fazem um trabalho admirável, mas que precisa ser ampliado”, disse. Para Ibaneis, o enfrentamento ao crime deve ser tratado como uma política de Estado. “Temos que estruturar uma polícia de fronteira, o que não é fácil num país continental como o nosso, mas é necessário encarar isso com seriedade. Se não enfrentarmos o problema, colocaremos em risco a nossa população, que é pacífica, e, em especial, nossos jovens”, concluiu.

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Curso de comunicação não violenta forma 36 agentes da segurança pública no DF

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), em parceria com o Instituto de Comunicação Não Violenta do Brasil (CNV Brasil), promoveu, entre os dias 15 e 19 de setembro, um curso voltado à formação de agentes de segurança no tema da comunicação não violenta (CNV). Ao todo, 36 profissionais participaram da capacitação, entre servidores da SSP-DF, policiais militares, policiais civis e bombeiros militares. Com carga horária de 20h, a formação aprofundou conceitos e práticas da CNV como ferramenta de transformação social, promoção do diálogo e fortalecimento das relações humanas. Os participantes foram incentivados a aplicar a escuta ativa, reconhecer sentimentos e necessidades em situações de conflito e construir soluções colaborativas e pacíficas. Entre os alunos estavam servidores da SSP-DF, policiais militares, policiais civis e bombeiros militares | Foto: Divulgação/SSP-DF  “Investir na formação humana dos nossos profissionais é tão essencial quanto oferecer capacitação técnica. A Comunicação Não Violenta contribui diretamente para que os agentes estejam mais preparados para lidar com os desafios diários, promovendo relações de respeito, diálogo e confiança com a sociedade”, destacou o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. Representando o Instituto CNV Brasil, Jade Arantes ressaltou a relevância da abertura dos servidores ao novo aprendizado. “Na SSP-DF vivemos algo muito especial: pessoas que lidam diariamente com situações desafiadoras se abrindo para aprender novas formas de se comunicar. Saímos com a confiança de que empatia, firmeza e cuidado podem caminhar juntos e que isso faz diferença real no trabalho e nas relações dentro do sistema de segurança pública.” A CNV, desenvolvida pelo psicólogo Marshall Rosenberg, é uma abordagem que busca promover diálogos mais empáticos e eficazes. Baseada nos pilares de observação, sentimentos, necessidades e pedidos, a técnica encoraja a escuta ativa, o respeito mútuo e a comunicação clara e compassiva, evitando julgamentos e atitudes defensivas. "Com o curso, aprendi a importância de ouvir o outro com atenção genuína e sem julgamentos, o que ampliou minha capacidade de compreender as necessidades por trás de cada mensagem" Talita Gehre, assessora especial Segundo Talita Gehre, assessora especial da Subsecretaria de Ensino e Gestão de Pessoas da SSP, o aprendizado trouxe novas perspectivas para a vida profissional e pessoal. “Com o curso, aprendi a importância de ouvir o outro com atenção genuína e sem julgamentos, o que ampliou minha capacidade de compreender as necessidades por trás de cada mensagem. Saio dessa experiência com ferramentas práticas para construir diálogos mais respeitosos, empáticos, colaborativos e assertivos.” A capacitação gera impactos duradouros, como afirma a diretora do Centro de Atenção Biopsicossocial, Roberta Tomaz. “O curso de Comunicação Não Violenta proporcionou uma experiência enriquecedora, trazendo reflexões práticas e aplicáveis ao cotidiano profissional. A iniciativa contribui de forma significativa para fortalecer o diálogo, a empatia e a cooperação entre os servidores da SSP-DF e as forças de segurança, promovendo um ambiente de trabalho mais humano e eficaz.” A iniciativa integra o Programa Segurança Integral — eixo Servidor Mais Seguro (QVT360º), que valoriza e fortalece os profissionais de segurança pública do DF e amplia competências, promovendo o bem-estar físico e emocional. *Com informações da SSP-DF  

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Com foco em inovação, Segurança Pública do DF participa do Summit Meeting 2025

Dezoito servidores da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) e forças de segurança participam, nesta terça-feira (17), do Summit Meeting 2025, realizado no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília. Considerado um dos mais relevantes eventos do país nas áreas de tecnologia, inovação, governança e gestão pública, o encontro deste ano tem como tema “A Inteligência das Coisas a Serviço do Humano”. As vagas foram contratadas com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP). A edição de 2025 destaca os impactos das tecnologias disruptivas, especialmente da inteligência artificial, na transformação das políticas públicas e dos serviços à população. Entre os assuntos debatidos estão ética e regulação da IA, transformação digital, proteção de dados e inovação em segurança pública. Além disso, os participantes terão a oportunidade de assistir a renomados especialistas, líderes de pensamento e profissionais de destaque nas áreas de inovação, tecnologia, gestão de pessoas e transformação organizacional. A edição de 2025 destaca os impactos das tecnologias disruptivas, especialmente da inteligência artificial, na transformação das políticas públicas e dos serviços à população | Foto: Divulgação/SSP-DF A iniciativa visa à qualificação técnica de alto nível e ao fortalecimento institucional por meio do acesso ao que há de mais atual em soluções tecnológicas e governança inteligente. “Investir na capacitação dos nossos servidores é investir diretamente na qualidade da segurança pública oferecida à população. A presença da segurança pública no Summit Meeting 2025 reforça nosso compromisso com a modernização das políticas públicas e com a adoção de tecnologias que qualificam a gestão, otimizam recursos e colocam o ser humano no centro das decisões”, reforça o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. A presença no evento também proporciona o intercâmbio de ideias e boas práticas entre especialistas globais e gestores públicos de diferentes áreas. Para Pollinny Dias, designer gráfica da Subsecretaria de Ensino e Gestão de Pessoas da SSP-DF, a experiência é uma oportunidade de aprendizado com impacto direto nas ações da pasta. “Participar do Summit Meeting 2025 tem sido uma experiência enriquecedora. Os debates sobre inteligência artificial, inovação e o papel das tecnologias no serviço público reafirmam a importância de pensarmos soluções humanas e acessíveis. Como designer, levo daqui insights valiosos para aprimorar a comunicação interna e os projetos educacionais que impactam diretamente nossos servidores.” Na avaliação do policial militar Luiz Felipe Tavares, a discussão sobre o uso ético e inteligente da tecnologia é estratégica para a área de segurança. “O Summit Meeting 2025 reforçou que o equilíbrio entre tecnologia e humanidade será o diferencial das empresas de sucesso. A integração estratégica da IA, aliada à valorização de pessoas e à cultura de aprendizado contínuo, deve guiar os próximos passos das nossas organizações”. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)

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