Resultados da pesquisa

Serviço de Limpeza Urbana (SLU)

Thumbnail

Onze mil ciclistas e corredores utilizam a pista do Autódromo de Brasília

O Autódromo Internacional de Brasília vem se firmando como o mais novo ponto de encontro dos esportes de rua no Distrito Federal. Em apenas 40 dias, 11 mil atletas garantiram acesso à pista de automobilismo para pedalar e correr durante as manhãs de segunda a sexta-feira.  Circuito mede 5,3 quilômetros de extensão e, desde a abertura em 5 de maio até o dia 15 deste mês, 7.488 ciclistas se cadastraram para ter acesso à pista | Divulgação/Casa Civil “A sustentabilidade e o sucesso deste projeto exigem a contrapartida da população. Os atletas precisam estar conscientes sobre o descarte correto de materiais, como garrafas de água, isotônicos e embalagens de gel de carboidrato” Laís Barufi, chefe de gabinete da Casa Civil Desde a abertura dos portões, em 5 de maio, até o dia 15 deste mês, 7.488 ciclistas se cadastraram para ter acesso à pista. E entre 15 de maio e 15 de junho, 3.643 corredores também realizaram o cadastro. A grande procura dos atletas representa um sucesso para a Casa Civil do GDF, que coordenou as tratativas com os órgãos responsáveis para viabilizar o acesso gratuito, seguro e estruturado à comunidade. A abertura do circuito atende a uma demanda antiga do segmento esportivo, que há anos pleiteava o uso seguro da pista oficial para treinamentos. Dias e horários O circuito do Autódromo Internacional de Brasília mede 5,3 quilômetros de extensão e é utilizado por atletas que buscam melhorar a performance em suas pedaladas ou corridas. O acesso é totalmente gratuito, mediante emissão antecipada de credencial digital pela plataforma Sympla. Para os ciclistas, a pista é liberada às terças, quartas e quintas-feiras, das 5h às 9h. Para os corredores, o espaço fica disponível nas sextas-feiras, no mesmo horário. Parcerias e melhorias contínuas [LEIA_TAMBEM]A chefe de gabinete da Casa Civil, Laís Barufi, reforçou o compromisso do GDF com a expansão e o aperfeiçoamento do projeto. “Sabemos da importância dessa conquista para Brasília. Estamos trabalhando em total alinhamento com a administração do autódromo para implementar melhorias estruturais e logísticas, garantindo que o espaço seja ainda mais seguro, confortável e otimizado para o treino dos nossos atletas”, afirmou. Entre as benfeitorias já realizadas na infraestrutura, a Companhia Energética de Brasília (CEB) instalou um novo sistema de iluminação externa na área do estacionamento. É mais visibilidade e segurança aos esportistas que chegam ao local nas primeiras horas da manhã. Limpeza da pista Segundo Barufi, a zeladoria e a manutenção do local contam com o suporte essencial do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), que faz o recolhimento dos resíduos descartados na pista e no gramado pelos frequentadores. “A sustentabilidade e o sucesso deste projeto exigem a contrapartida da população. Os atletas precisam estar conscientes sobre o descarte correto de materiais, como garrafas de água, isotônicos e embalagens de gel de carboidrato”, ressaltou a chefe de gabinete.  *Com informações da Casa Civil 

Ler mais...

Thumbnail

Novo britador aumenta capacidade de reciclagem no DF

Há mais de cinco anos, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) realiza a reciclagem de parte dos resíduos da construção civil (RCC) recebidos na Unidade de Recebimento de Entulho (URE). Nesse período, já foram produzidas mais de 1,5 milhão de toneladas de agregados reciclados, como brita, rachão e areia, destinados a obras públicas em diversas regiões do Distrito Federal. A partir deste ano, essa capacidade será ampliada com a entrada em operação de um novo britador, já em funcionamento na unidade. Desde o início das atividades de reciclagem na URE, em 2021, o SLU já destinou cerca de 450 mil toneladas de materiais reciclados para utilização em obras públicas do DF, especialmente na melhoria de vias não pavimentadas. Com o objetivo de modernizar e ampliar a eficiência da gestão dos RCCs, o SLU iniciou a operação do novo britador em substituição ao equipamento antigo. A atualização tecnológica representa um aumento de aproximadamente 40% na capacidade de processamento da britagem, proporcionando maior produtividade, eficiência operacional e qualidade no material reciclado produzido pela URE. “Nossos agregados contribuem significativamente para a melhoria da qualidade de vida da população em diversas regiões. Com essa nova operação, vamos acelerar ainda mais o processo de reciclagem dos entulhos recebidos na URE, apoiando as obras do Governo do Distrito Federal e ampliando o reaproveitamento dos resíduos da construção civil”, destacou o diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho. Outro importante avanço já implementado na URE é a utilização da peneira escalpe para a pré-separação dos RCCs antes do processo de britagem. A tecnologia permite a retirada antecipada de materiais finos e inadequados, contribuindo para a melhoria do desempenho operacional, redução do desgaste dos equipamentos e aumento da qualidade dos agregados reciclados. Com o objetivo de modernizar e ampliar a eficiência da gestão dos RCCs, o SLU iniciou a operação do novo britador em substituição ao equipamento antigo | Foto: Divulgação/SLU Os RCCs recebidos na URE passam por um processo de triagem para garantir que os materiais britados sejam cada vez mais limpos e adequados para reutilização. Para reforçar essa etapa, o SLU também ampliou a equipe responsável pela separação manual das impurezas como plástico, madeira e metais, possibilitando a produção de agregados reciclados com menor índice de contaminação. Com todas essas melhorias, o SLU estima beneficiar aproximadamente 50% de todo o RCC recebido na URE, o que representa cerca de 60 mil toneladas de resíduos processados mensalmente. A iniciativa fortalece as ações de sustentabilidade, economia circular, reaproveitamento de materiais e destinação ambientalmente adequada dos resíduos da construção civil. A Administração Regional do Sol Nascente/Pôr do Sol, por exemplo, já utilizou cerca de 7 mil toneladas de RCCs britados em intervenções na região só neste ano. Uma delas foi na Quadra 76 do Pôr do Sol, na semana passada. "A utilização do RCC na melhoria e recuperação de vias é extremamente útil aqui no Sol Nascente/Pôr do Sol. Aproveito para ressaltar que, entre a administração e o SLU, existe uma parceria constante. Por isso, vamos, inclusive, estreitar ainda mais essa relação institucional, no sentido de intensificar e ampliar as ações visando ao combate do descarte irregular na região", disse Oseias Ribeiro, administrador do Sol Nascente/Pôr do Sol. *Com informações do Serviço de Limpeza Urbana (SLU)

Ler mais...

Thumbnail

Coleta seletiva feita por cooperativas de catadores completa 10 anos no DF

A coleta seletiva inclusiva, ou seja, aquela feita por cooperativas de catadores completou dez anos no Distrito Federal. O processo de inclusão dos catadores como prestadores de serviço começou em maio de 2016, quando o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) firmou os quatro primeiros contratos de coleta seletiva com cooperativas e associações da categoria. Ao longo desses dez anos, o número de contratos só aumentou, chegando, atualmente, a 31 cooperativas de catadores contratadas pelo SLU que prestam o serviço de coleta seletiva e triagem de material reciclável. As contratações garantem a cobertura dos custos operacionais das cooperativas, como equipes de coletores e motoristas, uniformes, equipamentos de proteção individual (EPIs), maquinário e veículos. "Os dez anos da coleta seletiva inclusiva mostram que é possível unir preservação ambiental, eficiência na gestão de resíduos e inclusão social. Reconhecer o trabalho dos catadores é essencial para fortalecer uma política pública que gera benefícios ambientais, sociais e econômicos para toda a população", destaca o diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho. Um dos principais diferenciais da coleta seletiva realizada pelos catadores é a mobilização comunitária promovida por esses profissionais. Os coletores e mobilizadores mantêm contato direto com a população, orientando e conscientizando sobre o descarte correto dos resíduos. Como resultado, o material reciclável coletado apresenta maior qualidade e melhor índice de aproveitamento. Ao longo desses dez anos, o número de contratos só aumentou, chegando, atualmente, a 31 cooperativas de catadores contratadas pelo SLU que prestam o serviço de coleta seletiva e triagem de material reciclável | Foto: Divulgação/SLU Em 2025, as cooperativas coletaram 11,5 mil toneladas de materiais recicláveis nas 25 regiões administrativas que atuam. Desse total, mais de 10 mil toneladas foram triadas e destinadas à comercialização, alcançando um índice de aproveitamento de 89%. O total geral de aproveitamento das coletas de todo o Distrito Federal, incluindo as das empresas, é cerca de 45%. Para a catadora Maria D'Ajuda Santos, que trabalha há 12 anos na cooperativa R3, sediada em Santa Maria, o trabalho em cooperativa proporcionou mais dignidade e independência. "O SLU acreditou nos catadores quando nos contratou para fazer a coleta seletiva e isso foi muito importante. Isso melhorou a nossa renda, nossas condições de trabalho e o meio ambiente. Hoje temos material reciclável de qualidade para separar e melhorar nossa qualidade de vida", ressalta. O objetivo do SLU é ampliar cada vez mais a coleta seletiva inclusiva, fortalecendo a inclusão socioeconômica dos catadores e expandindo o serviço para mais regiões administrativas do Distrito Federal. A participação da população é muito importante para a coleta seletiva. Basta dispor seus resíduos nos dias e horários das coletas informados no site www.slu.df.gov.br ou no aplicativo SLU Coleta DF. *Com informações do Serviço de Limpeza Urbana (SLU)

Ler mais...

Thumbnail

SLU realiza limpeza imediata após implosão do Hotel Torre Palace

A implosão do Hotel Torre Palace, realizada na manhã deste domingo (25) marcou o fim de um dos edifícios mais emblemáticos de Brasília e mobilizou uma ampla operação de limpeza urbana para garantir a segurança e a rápida retomada da rotina na localidade. Logo após o término da demolição controlada, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) iniciou os trabalhos de limpeza das imediações. As equipes do SLU atuaram de forma imediata, realizando serviços de varrição, além da lavagem das vias com o apoio de caminhões-pipa. Participaram da ação mais de 20 garis removendo a poeira, resíduos e detritos resultantes da implosão, minimizando impactos ambientais e transtornos à população. “O SLU participou dessa operação desde o planejamento para traçar a estratégia de limpeza pública mais rápida e eficaz para minimizar o máximo de impacto na rotina de quem vive ou trabalha naquelas imediações”, explicou o diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho.  Participaram na ação mais de 20 garis removendo a poeira, resíduos e detritos resultantes da implosão, minimizando impactos ambientais e transtornos à população | Foto: Divulgação/SLU Vale ressaltar que a remoção dos entulhos da demolição em si não é de responsabilidade do SLU, apenas os resíduos que, inevitavelmente, se espalharam ao seu redor. A preparação e o pronto atendimento do SLU permitiram que ruas e calçadas fossem rapidamente limpas, garantindo melhores condições de circulação para pedestres e motoristas. No período da tarde, os garis concentraram os trabalhos apenas no rescaldo da operação, garantindo que toda a área pública ficasse completamente limpa e preparada para o início de mais uma semana de atividades na região. *Com informações do Serviço de Limpeza Urbana (SLU)

Ler mais...

Thumbnail

Coleta de lixo descartado irregularmente no DF custa R$ 5,8 milhões aos cofres públicos todos os meses

O volume de lixo e entulho descartado irregularmente que é recolhido pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) no Distrito Federal já se equipara ao da coleta regular e gera um gasto de mais de R$ 5,8 milhões todos os meses. Levantamento do órgão mostra que mais de 2 milhões de quilos de resíduos irregulares — cerca de 2,1 mil toneladas — são retirados das vias ou áreas públicas todos os dias, quantidade próxima ao volume de lixo recolhido regularmente e encaminhado diariamente ao aterro sanitário de Brasília, estimado em aproximadamente 2,2 mil toneladas. Esse volume adicional de resíduos irregulares recolhidos diariamente pelo SLU gera impacto direto nas contas públicas, uma vez que exige a mobilização de equipes, máquinas e caminhões além da coleta regular já programada. Apenas com a remoção de lixo e entulho descartados de forma inadequada em ruas, calçadas e terrenos públicos, o Governo do Distrito Federal (GDF) desembolsa cerca de R$ 5,8 milhões por mês, considerando as operações realizadas em 2024 e 2025 — recursos que poderiam ser direcionados a outras ações de manutenção e melhoria urbana. “A população muitas vezes não tem dimensão desses números. O que a gente retira diariamente das ruas por descarte irregular equivale praticamente a toda a coleta regular que chega ao aterro sanitário. É um volume muito alto e totalmente evitável”, afirma a diretora técnica do SLU, Andreia Almeida. Apenas com a remoção de lixo e entulho descartados de forma inadequada em ruas, calçadas e terrenos públicos, o Governo do Distrito Federal (GDF) desembolsa cerca de R$ 5,8 milhões por mês | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Segundo ela, o problema vai além da questão financeira. “Esse material vai parar em bocas de lobo, redes de drenagem e corpos hídricos, provocando alagamentos, erosão do solo e impactos ambientais. Também favorece a proliferação de vetores como ratos, baratas, escorpiões e mosquitos transmissores de doenças”, explica. Infrações e fiscalização O descarte irregular de lixo e entulho é classificado como infração administrativa grave e também como crime ambiental. A fiscalização é realizada pela DF Legal, responsável pela aplicação das penalidades, que variam de R$ 122,28 a R$ 305.803,16. Além da multa, o veículo utilizado no transporte do material pode ser apreendido. A DF Legal esclarece que não possui atribuição para efetuar prisões. Em 2025, a fiscalização realizou 10.806 vistorias relacionadas ao descarte irregular de resíduos da construção civil, resultando em 1.516 notificações e 275 multas. No caso do lixo domiciliar, foram 4.985 vistorias, com 1.170 notificações e 20 multas aplicadas. As ações contam com cerca de 60 auditores e incluem tanto a verificação de planos de gerenciamento de resíduos em obras e empresas quanto fiscalizações em pontos recorrentes de descarte irregular, inclusive com apoio de registros em vídeo. Expansão dos papa-entulhos Para reduzir o descarte irregular, o GDF vem ampliando a rede de equipamentos públicos destinados ao recebimento adequado de resíduos. Atualmente, o Distrito Federal conta com 26 papa-entulhos em operação, número que deve chegar a 43 até o fim do ano, com novas inaugurações em diferentes regiões administrativas. A iniciativa se soma à rede de papa-lixos e papa-recicláveis já existente.   “Hoje a população tem onde descartar. Se gerou até um metro cúbico de entulho, poda, galhada ou inservíveis, pode levar ao papa-entulho. Estamos avançando para que esses equipamentos estejam praticamente em todas as regiões do DF”, destaca Andreia Almeida. Em Ceilândia, maior região administrativa do Distrito Federal, o impacto do descarte irregular é sentido no cotidiano. O administrador regional Dilson Resende ressalta os prejuízos diretos. “Afeta a limpeza, a drenagem e aumenta o risco de insetos e doenças, como a dengue. A região tem papa-entulhos e coletas programadas, mas ainda é preciso conscientização”, afirma. Moradores da região relatam a recorrência do problema. Autônomo, Antônio Marcos da Silva destaca a importância da limpeza frequente. “É importante para evitar o mosquito da dengue, ratos e sujeira. Cada um deveria jogar o lixo no lugar certo”, diz. Já o pedreiro Francisco das Chagas dos Santos observa que, mesmo após a retirada dos resíduos, o descarte volta a ocorrer. “Eles limpam, mas depois o pessoal joga de novo. Junta inseto, rato, e fica praticamente na porta da casa da gente”, relata. Programa De Cara Nova Como parte das ações voltadas à redução do descarte irregular e à recuperação de áreas degradadas pelo acúmulo de lixo e entulho, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) também atua por meio do programa De Cara Nova. No Riacho Fundo II, um ponto que era alvo recorrente de descarte irregular passou por uma intervenção recente, com a retirada de cerca de 25 toneladas de resíduos, além do plantio de mudas de árvores, implantação de horta comunitária e criação de um Ponto de Encontro Comunitário (PEC) destinado ao convívio dos moradores. A iniciativa integra o conjunto de medidas adotadas pelo GDF para evitar a reincidência do descarte irregular, aliando limpeza urbana, uso adequado do espaço público e participação da comunidade. Segundo o SLU, a ocupação ordenada dessas áreas é fundamental para coibir novas irregularidades e ampliar a conscientização sobre o descarte correto de resíduos. “O que a gente retira diariamente das ruas por descarte irregular equivale praticamente a toda a coleta regular que chega ao aterro sanitário. É um volume muito alto e totalmente evitável”, afirma a diretora técnica do SLU, Andreia Almeida Como descartar corretamente Para entulho de obras, podas, galhadas e materiais similares, a orientação do SLU é utilizar os papa-entulhos, cujos endereços estão disponíveis no site do órgão. Caso a obra gere mais de 1 metro cúbico de entulho por dia, a legislação determina a contratação de empresa especializada, responsável pela destinação ambientalmente correta dos resíduos. No caso do lixo domiciliar, o descarte correto começa dentro de casa. A recomendação é separar os resíduos em dois grupos: recicláveis e orgânicos/rejeitos. Os recicláveis devem ser acondicionados, preferencialmente, em sacos verdes ou azuis; já os orgânicos e rejeitos, em sacos pretos ou cinza. Os dias e horários da coleta podem ser consultados no site slu.df.gov.br e no aplicativo SLU Coleta DF. Quando a coleta ocorre no período da manhã, os caminhões passam entre 7h e 15h20; no período noturno, a partir das 19h. A orientação é colocar o lixo o mais próximo possível do horário da coleta, evitando que os resíduos fiquem expostos nas vias públicas. Além da coleta convencional e da coleta seletiva porta a porta, o Distrito Federal dispõe de papa-entulhos, papa-lixos e papa-recicláveis. O uso correto desses serviços reduz custos, evita danos ambientais e contribui para uma cidade mais limpa e organizada. “A gestão de resíduos é compartilhada. Da porta para dentro, a responsabilidade é do morador. Separar e destinar corretamente não é opcional, é obrigação legal”, conclui Andreia Almeida.

Ler mais...

Thumbnail

Coral dos Garis 2025: primeira apresentação será no Noroeste neste sábado (6)

As festas de fim de ano estão chegando e o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) preparou mais uma edição do projeto Coral dos Garis. Serão três apresentações em dezembro de 2025, sempre em locais públicos, em que 30 profissionais cantarão músicas natalinas. A primeira delas será no próximo sábado (6), às 17h, no Noroeste, em evento de Natal promovido pela Associação de Moradores e Comerciantes do Setor Noroeste. Na ocasião, a população também vai poder conferir carreata com caminhão de coleta do SLU iluminado, além de outras atrações promovidas pela associação. Serão três apresentações em dezembro de 2025, sempre em locais públicos, em que 30 profissionais cantarão músicas natalinas | Foto: Divulgação/SLU O Coral dos Garis 2025 tem o objetivo de valorizar os colaboradores da limpeza urbana do Distrito Federal. “Esse é mais um ano em que organizamos o coral e os caminhões de coleta iluminados como forma de valorizar os profissionais da limpeza urbana, que cuidam com tanto carinho das nossas cidades, e também de sensibilizar as pessoas para um gesto de solidariedade neste Natal”, disse o diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho. As outras duas apresentações do grupo serão no dia 10, na praça de alimentação do Venâncio Shopping, às 11h; e no dia 17, como parte do evento Nosso Natal, do GDF, na Expansão da Samambaia, também às 11h. *Com informações do Serviço de Limpeza Urbana (SLU)

Ler mais...

Thumbnail

Equipes do GDF trabalham no entorno do Autódromo de Brasília antes da reabertura do espaço

Os preparativos para a reinauguração do Autódromo Internacional de Brasília se estendem para além do complexo esportivo. As áreas próximas ao local recebem uma ação de zeladoria promovida pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Por meio do programa GDF Presente, que reúne vários órgãos de governo, estão sendo feitos serviços de limpeza e varrição, desobstrução das bocas de lobo, manutenção de meios-fios, pavimentação e pintura de sinalização vertical e horizontal. O trabalho foi anunciado pelo governador Ibaneis Rocha durante visita para acompanhar a reta final das obras do autódromo. “Nós vamos fazer uma limpeza geral nas áreas externas aqui e o paisagismo, para que fique uma área bem bonita para a comunidade. A intenção é que fique tudo pronto para a reinauguração”, disse. A ação teve início esta semana após uma reunião entre os órgãos. “Essa é uma ação de zeladoria das áreas adjacentes ao autódromo. Estamos preparando tudo para a reinauguração. É uma determinação do governador Ibaneis Rocha e do secretário [de Governo] José Humberto Pires de Araújo. Será um evento que vai receber muita gente do Brasil e de fora, então estamos executando tudo que é necessário”, explica o coordenador do Polo Central Adjacente 3, Alexandro César. O trabalho foi anunciado pelo governador Ibaneis Rocha durante visita para acompanhar a reta final das obras do autódromo | Foto: Divulgação/GDF Presente A operação começou pela limpeza da região, com a retirada de inservíveis, lixo verde e entulhos. Também foi iniciada a retirada de terra das pistas, a manutenção dos meios-fios e das caixas de águas pluviais e a pintura da sinalização das vias e das placas. Ainda serão feitos os serviços de manutenção asfáltica, poda e desobstrução das áreas adjacentes. Participam da ação equipes do GDF Presente, da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran), da Administração Regional do Plano Piloto e da Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal). Autódromo Internacional de Brasília Inaugurado em 1974, o Autódromo de Brasília passou pela primeira grande reforma da sua história por meio do trabalho deste GDF. A obra foi dividida em três etapas. A primeira, prestes a ser entregue, teve investimento de R$ 60 milhões e foco na qualificação da pista, com a modernização do traçado, substituição completa do pavimento, criação de áreas de segurança e toda a terraplanagem e drenagem do espaço. Prevista para 2026, a segunda etapa contemplará a entrega definitiva de 40 boxes, do kartódromo e do centro médico, enquanto a terceira fase inclui a instalação de novos empreendimentos dentro do complexo, como lojas de carros e equipamentos esportivos, áreas de eventos e um Museu do Automobilismo. A expectativa é de que a reforma completa custe R$ 100 milhões.

Ler mais...

Thumbnail

Força-tarefa faz mutirão de limpeza em Ceilândia

A Administração Regional de Ceilândia, em parceria com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), iniciou na quinta-feira (16) um grande mutirão de limpeza que se estenderá até sábado (18). A ação tem como objetivo manter a cidade limpa, prevenir alagamentos e eliminar possíveis criadouros do mosquito da dengue, reforçando o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com a saúde e o bem-estar da população. Durante o primeiro dia do mutirão, foram realizados serviços de remoção mecanizada e manual, que percorreram diversos pontos da cidade, incluindo BR-070, QNO, QNN 5, QNN 9, QNN 25, QNR, Rodoviária da QNR, QNN 5/7, QNQ, QNO 15, Parque do Setor O, ADE Qd. 4, Avenida Elmo Serejo, vias e comércios do Setor O, além das vias Sul e Norte, Expansão do Setor O, QNN 3/5, QNN 23/25 e a via da administração regional. Ao todo, foram 672 toneladas de entulho retiradas pelas equipes do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). A iniciativa é fundamental para evitar o acúmulo de resíduos que possam obstruir bueiros e bocas de lobo, agravando os riscos de alagamentos com a chegada do período chuvoso, além de combater focos do mosquito da dengue e animais peçonhentos. A ação tem como objetivo manter a cidade limpa, prevenir alagamentos e eliminar possíveis criadouros do mosquito da dengue | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia “O SLU vem realizando mutirões com as regiões administrativas, intensificando o serviço de remoção de descartes irregulares em todo o Distrito Federal. Em Ceilândia, nossa presença tem sido constante, e agora as ações estão sendo reforçadas com a chegada do período de chuvas”, destacou o diretor-presidente substituto do SLU, Cleilson Gadelha. Moradora do P Sul, a auxiliar de serviços gerais Maria Aparecida Constantino destaca a importância da mobilização: “É muito importante ter essa iniciativa em nossa cidade. Mantê-la limpa ajuda a prevenir doenças e traz mais qualidade de vida para todos nós”, disse a moradora. O administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, reforça o caráter preventivo da ação. “O trabalho de limpeza não é apenas estético. Ele é fundamental para prevenir doenças e manter Ceilândia mais segura e organizada. Além disso, evita que o lixo jogado irregularmente obstrua a rede de águas pluviais”, ressaltou Dilson Resende. A administração também alerta que o descarte irregular de resíduos é considerado crime ambiental, sujeito a multas que variam de R$ 2,9 mil a R$ 29 mil. A colaboração da população é essencial para manter a cidade limpa e livre de focos do mosquito da dengue. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

Ler mais...

Thumbnail

GDF já instalou mais de 26 mil lixeiras desde 2020; vandalismo compromete parte do serviço

Mais de 26 mil lixeiras foram instaladas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) desde 2020 em diferentes regiões administrativas. O trabalho, executado pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU), é fundamental para manter as ruas e áreas públicas limpas. Só em 2025, foram 4.929 novas unidades colocadas à disposição da população. Mas, ao mesmo tempo em que a rede de lixeiras se expande, a depredação e o mau uso desses equipamentos têm gerado prejuízos ao erário e impactos diretos na limpeza e infraestrutura urbana. Segundo o SLU, cerca de seis mil lixeiras já foram destruídas ou furtadas nos últimos cinco anos, o que representa um prejuízo de aproximadamente R$ 600 mil aos cofres públicos. “Já instalamos mais de 26 mil, mas hoje não temos nem 20 mil nas ruas. Muitas são quebradas, levadas para casa ou usadas de forma inadequada”, explica a diretora técnica do SLU, Andrea Almeida. De acordo com a gestora, as consequências vão além da perda financeira. Quando não há lixeiras disponíveis, resíduos acabam descartados de forma inadequada, chegando a bueiros e bocas de lobo, o que agrava situações de alagamentos em épocas de chuva. “O cidadão precisa entender que a lixeira é um bem público, feita para minimizar o impacto do descarte de pequenos volumes. Só com serviços de catação e varrição, o SLU destina R$ 16 milhões por mês. O objetivo das lixeiras é também minimizar esse custo”, reforça Andrea. Segundo o SLU, cerca de seis mil lixeiras já foram destruídas ou furtadas nos últimos cinco anos, o que representa um prejuízo de aproximadamente R$ 600 mil aos cofres públicos | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Para tentar reduzir os danos, novos modelos de lixeiras vêm sendo implantados desde 2024, incluindo estruturas mais robustas de metal e suportes próprios para áreas de maior circulação. Além disso, está em fase final uma nova licitação para a instalação de mais 10 mil unidades entre este ano e o próximo. A população pode contribuir e solicitar a instalação de novas lixeiras pelo aplicativo Coleta DF, pela Ouvidoria no telefone 162 ou no site do Participa DF. Crime Casos de depredação de lixeira pública são considerados crime de dano ao patrimônio público, previstos no artigo 163 do Código Penal. A pena é de detenção de 1 a 6 meses ou multa. Tratando-se de bem público, incide a forma qualificada do mesmo artigo. Nesse caso, a pena sobe para detenção de 6 meses a 3 anos e multa, além da pena correspondente à violência, se houver. Para quem presenciar alguma situação de depredação, denúncias podem ser feitas anonimamente pelo telefone 197.

Ler mais...

Thumbnail

Assentamento 26 de Setembro passa a contar com coleta convencional de resíduos porta a porta

A partir desta segunda-feira (20), a região da 26 de Setembro passa a contar com o serviço de coleta convencional porta a porta. A medida implementada pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) leva mais comodidade, regularidade e eficiência ao recolhimento dos resíduos domiciliares da comunidade. Até então, a coleta na região era realizada ponto a ponto, por meio de papa-lixos, o que exigia que os moradores se deslocassem para o descarte do lixo doméstico. Com a mudança, o caminhão do SLU passará diretamente nas vias residenciais em dias e horários específicos. A coleta será feita no período diurno. O cronograma ficou definido da seguinte forma: - Segundas, quartas e sextas-feiras: Avenida Principal, Avenida do Valo e Ruas 1, 2 e 3; - Terças, quintas e sábados: Estrada da Graciosa, Ruas 5 e 6, Avenida São Joaquim e Rua Juscelino Kubitschek. Com a implantação do serviço porta a porta, o SLU espera não apenas facilitar o descarte correto dos resíduos pelos moradores, mas também reduzir significativamente os pontos de descarte irregular. A autarquia orienta que os moradores coloquem seus resíduos para fora nos dias e horários corretos, devidamente acondicionados, para garantir que o serviço seja realizado com eficiência e segurança. O cronograma da coleta também pode ser consultado diretamente no aplicativo SLU Coleta DF, disponível gratuitamente para Android e iOS. A ferramenta permite ao cidadão acompanhar os dias e horários da coleta convencional e seletiva em todas as regiões administrativas do Distrito Federal. *Com informações do Serviço de Limpeza Urbana (SLU)

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador