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Setor Complementar de Indústria e Abastecimento

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Nova via entre o SCIA e o Setor Militar Urbano é liberada para o trânsito

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A nova via que liga o Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (SCIA), na Estrutural, ao Setor Militar Urbano (SMU) foi liberada para o trânsito nesta terça-feira (20/10) pela governadora Celina Leão. Com 7 quilômetros de extensão, a pista recebeu investimento de R$ 28,8 milhões e vai beneficiar cerca de 35 mil motoristas por dia. “Será uma alternativa, principalmente nos horários de pico”, lembrou a governadora Celina Leão | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília “A nova via será uma alternativa, principalmente nos horários de pico e no contrafluxo da Estrutural”, afirmou a governadora. “Como a pista é duplicada, vai ajudar a dar mais fluidez ao trânsito. A nova via também facilita o deslocamento para regiões como Estrutural, Taguatinga e Vicente Pires.” A pista conta com ciclovia e recebeu serviços de terraplenagem, pavimentação e drenagem. O trajeto começa no SCIA, passa entre o Complexo de Reciclagem e o Instituto Federal de Brasília (IFB), na Estrutural, e segue pela região do 1º Regimento de Cavalaria de Guardas (RCG), na DF-010, até o viaduto do SMU, na Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia), na DF-003. Já com uma ciclovia instalada, a nova via facilita o acesso ao Setor Militar Urbano e à Epia|  Foto: Vinicius Saiki/Divulgação  O presidente do Departamento de Estradas e Rodagem (DER-DF), Fauzi Nacfur Júnior, ressaltou que a nova ligação cria uma alternativa de acesso. “O apelido de ‘rota de fuga’ surgiu justamente por ser mais uma opção de entrada e saída para o SCIA”, apontou. “A via também facilita o acesso ao Setor Militar Urbano e à Epia. A pista já conta com ciclovia, que permite o deslocamento de bicicleta entre a Estrutural e o Setor Militar Urbano. E tem previsão de instalação da iluminação”. “Entre os beneficiados estão comerciantes, moradores da Estrutural, famílias da Chácara Santa Luzia, alunos do Instituto Federal de Brasília e mais de 600 famílias que trabalham na Centcoop” Wagner Rodrigues, administrador do SCIA/Estrutural Os recursos são provenientes do Tesouro do Distrito Federal e do Banco do Brasil. A empresa Costa Brava Projetos e Construções executou os serviços. A obra gerou cerca de 50 empregos. “Entre os beneficiados estão comerciantes, moradores da Estrutural, famílias da Chácara Santa Luzia, alunos do Instituto Federal de Brasília e mais de 600 famílias que trabalham na Centcoop [Central das Cooperativas de Trabalho de Materiais Recicláveis do Distrito Federal], uma das maiores cooperativas de catadores de materiais recicláveis da América Latina”, lembrou o administrador do SCIA/Estrutural, Wagner Rodrigues. 

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Audiência pública discute parcelamento urbano na Quadra 16 do SCIA

Brasília, 1º de setembro de 2022 – O Instituto Brasília Ambiental, por meio da Superintendência de Licenciamento (Sulam), promove, na próxima terça (6), a audiência pública virtual de apresentação e discussão do Relatório de Impacto de Vizinhança (Rivi) para parcelamento de solo urbano referente ao licenciamento ambiental de empreendimento na Quadra 16 do Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (SCIA). Área sobre a qual será debatido o Relatório de Impacto de Vizinhança | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A transmissão ao vivo será no canal do YouTube do Brasília Ambiental, das 19h às 21h45, com a exposição técnica do projeto e um espaço aberto para a participação de interessados. As instruções e procedimentos para acesso ao evento já estão disponíveis no site do instituto, assim como todos os documentos e estudos. As pessoas com dificuldade ou sem acesso à internet poderão acompanhar a audiência pública no auditório da Administração Regional do SCIA e Estrutural (Setor Central, Área Especial 5, Cidade Estrutural). Haverá um aparelho de celular com WhatsApp para eventual utilização do público presente. Essa audiência tem como objetivo colher informações para aprimorar o processo e os estudos de concessão de licenciamento a atividades e empreendimentos que empregam recursos naturais, ou que possam causar algum tipo de poluição ou degradação ao meio ambiente. *Com informações do Brasília Ambiental

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Brasília Ambiental age contra irregularidades em ARIE do SCIA

Já foram desfeitos cem metros da pista clandestina e toda a canalização irregular do rio, que retornou ao seu leito original| Foto: Brasília Ambiental A Superintendência de Fiscalização do Instituto Brasília Ambiental, junto com outros órgãos do GDF, está desconstituindo várias irregularidades feitas dentro da Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE) do Córrego Cabeceira do Valo, localizada nas regiões administrativas da Estrutural e do Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (SCIA). A operação está ocorrendo desde o dia 28 de janeiro e ainda não tem data para ser concluída. A ARIE continha uma pista clandestina que ligava o assentamento 26 de Setembro à Estrutural, uma canalização na cabeceira do rio desviando seu leito original, e muitos resíduos da construção civil. Já foram desfeitos cem metros da pista clandestina e toda a canalização irregular do rio, que retornou ao seu leito original. Foram refeitos também os taludes e retirados mais de 30 caminhões de resíduos. Os resíduos estão sendo levados para o aterro da Serviço de limpeza Urbana (SLU), que fica na Estrutural. A recomposição da área de preservação foi iniciada na semana passada, com plantio de 50 mudas. Porém, os auditores constataram, nesta segunda-feira (8), que todo o plantio feito foi retirado no final de semana. “Provavelmente pelos degradadores que não estão interessados na desconstituição da pista clandestina e da canalização irregular, locais onde foram feitos os primeiros plantios, visto que essas áreas estavam denudas de vegetação e vulneráveis a assoreamento”, esclarecem os auditores. A denúncia, sobre a ocorrência dessas irregularidades na ARIE, chegou à Sufam via Ouvidoria do GDF e por meio de uma operação conjunta do Brasília Ambiental com o DF Legal, realizada recentemente em parte do Assentamento 26 de setembro, na qual foi constatada a pista clandestina de acesso. Investigação Os degradadores ainda não foram identificados. Foi instaurado um inquérito policial para verificar a autoria dos danos. Foi solicitada perícia para quantificar os danos ambientais. A Polícia Civil, através da Delegacia Especial de Proteção ao Meio Ambiente e à Ordem Urbanística (Dema), está investigando o caso. Assim que os responsáveis forem identificados, o Brasília Ambiental vai tomar todas as medidas administrativas cabíveis referentes à questão ambiental. De acordo com a Diretoria de Fiscalização Ambiental do Instituto (Difis 2), que monitora e fiscaliza as Unidades de Conservação (UCs), parques e ARIEs e que coordena a operação, a ARIE do Córrego Cabeceira do Valo está em constante monitoramento tanto pelo Brasília Ambiental como pelos órgãos de segurança do GDF. “É um trabalho integrado com as forças de fiscalização e as forças de segurança do GDF, para evitar que se amplie a degradação dessa cabeceira”, garantem os auditores fiscais do Brasília Ambiental. Estão previstas, como próximas etapas dessa operação, a continuidade da remoção do material, a semeadura direta de gramínea nativa para fazer a estabilização do talude do rio, e o adensamento do plantio de mudas na área de preservação permanente para fazer a consolidação da APP de novo. Além do Brasília Ambiental, fazem parte dessa operação o DF Legal, Novacap, Polícia Militar, DEMA e SLU. *Com informações do Brasilia Ambiental

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