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Unidades Básicas de Saúde (UBSs)

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Preconceito contra pacientes com HIV ainda afasta pessoas de diagnóstico e cuidado

Mais da metade das pessoas que vivem com o vírus da imunodeficiência humana (HIV, sigla em inglês) no Brasil já enfrentou algum tipo de discriminação ao longo da vida. O estigma pode, muitas vezes, retardar o diagnóstico e o tratamento.  Diagnóstico precoce é crucial para evitar que a pessoa adoeça e transmita o vírus | Fotos: Breno Esaki/Arquivo Agência Saúde "Há alguns anos, o HIV adquiriu perfil de doença crônica, ou seja, não tem cura, mas tem tratamento eficaz e contínuo. A pessoa vivendo com o vírus e que realiza o cuidado de forma correta pode ter uma condição geral de saúde muito melhor do que alguém que não vive com HIV" Fabiana Borges, assistente social da Secretaria de Saúde Entre os 1.275 entrevistados para compor a segunda edição do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV de 2025, 22,8% disseram ter evitado realizar o teste por medo da reação de outras pessoas, enquanto 8,5% deixaram de procurar serviços de saúde após vivenciarem situações de discriminação.  "O preconceito é uma barreira para a adesão ao tratamento antirretroviral e para o acompanhamento no serviço de saúde. Pode romper laços familiares e afetivos, fragilizar a rede de apoio e prejudicar o acesso ao trabalho e ao emprego, apesar de existir legislação relacionada à questão", destaca a assistente social da Secretaria de Saúde (SES-DF) Fabiana Borges.  HIV e aids No Distrito Federal, os dados mais recentes do Boletim Epidemiológico da SES-DF apontam que foram registrados mais de 3,8 mil casos de HIV entre 2020 e 2024. Nesse período, a maior concentração ocorreu entre pessoas de 20 a 29 anos, faixa etária que representou 42,6% das notificações. Apesar de frequentemente associados, HIV e aids não são a mesma coisa. O HIV é um vírus que destrói as células de defesa T (CD4/CD8), tornando a pessoa vulnerável a doenças e infecções. Já na aids, a pessoa com HIV apresenta, por meio de exame laboratorial, uma contagem de células de defesa T (CD4/CD8) abaixo de 350 por milímetro cúbico de sangue. Somado a isso, o indivíduo passa a ter um conjunto de sintomas ou enfermidades.  Isso significa que a pessoa portadora do HIV, quando diagnosticada cedo e acompanhada adequadamente, não vai, necessariamente, desenvolver a aids, e pode ter uma vida de qualidade. “Há alguns anos, o HIV adquiriu perfil de doença crônica, ou seja, não tem cura, mas tem tratamento eficaz e contínuo. A pessoa vivendo com o vírus e que realiza o cuidado de forma correta pode ter uma condição geral de saúde muito melhor do que alguém que não vive com HIV”, reforça Borges.  Preconceito continua sendo um dos principais desafios no enfrentamento à infecção, uma vez que o estigma gera vergonha e medo em torno do vírus Mitos e públicos Embora os avanços científicos tenham transformado o tratamento do HIV, ainda persistem mitos e informações equivocadas sobre a infecção. O desconhecimento contribui para situações de discriminação em ambientes familiares, sociais e até mesmo nos serviços de saúde. “Ainda existem mentiras reproduzidas há mais de 50 anos. Uma delas é que o vírus só infecta pessoas de determinados grupos populacionais, quando na verdade pode atingir qualquer pessoa, a depender da situação de risco vivenciada”, enfatiza a assistente social.  Ainda de acordo com o boletim da SES-DF, apesar de os casos de HIV e aids serem predominantes entre a população masculina do DF, observou-se que as mulheres são as mais afetadas pelo adoecimento e óbitos por aids. O dado sugere, segundo o documento, a hipótese de diagnóstico mais tardio entre o público feminino, agravando o quadro.   Na rede pública, é possível ter acesso gratuito a preservativos internos e externos, além de testagem rápida, por meio das unidades básicas de saúde (UBSs) Prevenção [LEIA_TAMBEM]A rede pública do DF oferece gratuitamente diferentes estratégias de prevenção e cuidado. Nas unidades básicas de saúde (UBSs), a população tem acesso a preservativos internos e externos, testes rápidos para HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), além de acompanhamento especializado quando necessário. Também estão disponíveis a profilaxia pré-exposição (PrEP), indicada para pessoas com maior risco de exposição ao vírus, e a profilaxia pós-exposição (PEP), utilizada em situações de possível contato com o HIV, como casos de violência sexual ou acidentes ocupacionais. A orientação é que qualquer pessoa sexualmente ativa realize testagens periódicas. O diagnóstico precoce permite iniciar rapidamente o tratamento, proteger a saúde e interromper a cadeia de transmissão do vírus. “Ter medo do desconhecido é normal. A melhor forma de se livrar do medo é saber o que acontece no seu corpo e ter acesso à informação de qualidade e cientificamente comprovada. É importante fazer o teste, saber do diagnóstico e ter a certeza de que o tratamento é muito eficiente, gratuito, com poucos comprimidos ao dia e com direito garantido em lei ao sigilo do diagnóstico”, detalha Borges.   *Com informações da SES-DF  

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Câncer renal tem no diagnóstico precoce um dos maiores desafios

Doença silenciosa, o câncer renal é um dos principais desafios para a saúde pública. A ausência de sintomas nas fases iniciais dificulta o diagnóstico; quando surgem, podem ser facilmente confundidos com outras condições. O alerta é de Gustavo Ribas, chefe da Assessoria de Política de Prevenção e Controle do Câncer da Secretaria de Saúde (SES-DF). O Hospital Regional da Asa Norte (Hran) é uma das unidades de saúde do DF que atuam com cirurgia oncológica  | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF “Mais da metade dos tumores renais é descoberta durante exames realizados por outros motivos, como ultrassonografia ou tomografia do abdômen”, explica o médico. “Por não existir programa de rastreamento populacional e, por frequentemente [o câncer] não causar sintomas iniciais, muitos casos podem permanecer silenciosos por anos.” “Quando identificado ainda localizado no rim, o câncer renal apresenta altas taxas de controle e cura, geralmente por meio de tratamento cirúrgico” Gustavo Ribas, chefe da  Assessoria de Política de Prevenção e Controle do Câncer da Secretaria de Saúde Com cerca de 400 mil diagnósticos e 170 mil mortes no mundo registrados em 2020, o câncer renal está entre os 13 tipos mais incidentes da doença — que, no Brasil, é responsável por quase 12 mil casos e representa cerca de 2% a 3% dos tumores mais frequentes em adultos. No Distrito Federal, são registradas aproximadamente 45 ocorrências anuais. O câncer renal ocorre quando células anormais passam a se multiplicar de forma desordenada nos rins. O carcinoma de células renais é o mais comum, representando cerca de 90% dos tumores que se originam nesse órgão. Sintomas e prevenção Os sintomas mais comuns do câncer renal incluem sangue na urina (hematúria), dor lombar persistente, massa palpável na região abdominal ou lombar, perda de peso sem explicação, fadiga, febre prolongada sem causa aparente e anemia.  Para identificar o problema, são feitos diferentes exames: ultrassonografia abdominal, tomografia computadorizada com contraste (principal exame para avaliação), ressonância magnética em situações específicas, testes laboratoriais de sangue e urina e biópsia, quando indicada. A detecção precoce é fundamental, aponta Gustavo Ribas. “Quando identificado ainda localizado no rim, o câncer renal apresenta altas taxas de controle e cura, geralmente por meio de tratamento cirúrgico”, reforça. Tratamento [LEIA_TAMBEM]A escolha do tratamento adequado seguirá a orientação de um especialista, que poderá se basear no tamanho do tumor de acordo com o estágio e indicar entre imunoterapia, radioterapia, crioterapia e, principalmente, cirurgia. É possível que os procedimentos sejam realizados separadamente ou combinados. A porta de entrada preferencial para os serviços da SES-DF na identificação da doença é a Unidade Básica de Saúde (UBS). A partir da primeira consulta, são solicitados exames de rastreio, e, a depender do caso, o paciente é direcionado ao serviço especializado para uma investigação mais aprofundada. Na rede pública, há quatro hospitais regionais com atividade em cirurgia oncológica: os de Sobradinho (HRS), Ceilândia (HRC), Gama (HRG) e Asa Norte (Hran). Além disso, no Centro de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon), no Hospital de Base (HBDF), há duas unidades de assistência de alta complexidade em oncologia (Unacons), no Hospital Universitário de Brasília (HUB) e no Regional de Taguatinga (HRT).   *Com informações da Secretaria de Saúde      

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GDF apresenta tecnologia para monitorar filas da saúde pública e ampliar realização de cirurgias no DF

A governadora Celina Leão apresentou, nesta quarta-feira (10), a tecnologia usada pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para monitorar, em tempo real, as filas da saúde pública. Prefeitos comunitários do Plano Piloto conheceram a ferramenta que acompanha consultas, exames e cirurgias e auxilia a Secretaria de Saúde (SES-DF) na definição de prioridades, no planejamento de vagas e na ampliação dos atendimentos. “Nós já contratamos 20 mil cirurgias, com editais abertos, justamente para reduzir as filas. São decisões tomadas em cima de dados, de priorização de recursos e de planejamento. Dessas, cerca de 10 mil pessoas já foram chamadas para consulta pré-operatória e aproximadamente 3 mil já fizeram a cirurgia”, destacou a governadora. Celina Leão: "Nós já contratamos 20 mil cirurgias, com editais abertos, justamente para reduzir as filas" | Foto: George Gianni/GDF Gestão tecnológica Segundo a chefe do Executivo, a utilização da tecnologia tem sido fundamental para garantir mais transparência, organização e eficiência na gestão da saúde pública. “Com esse painel, eu acompanho de dentro da minha sala todos os dados da saúde pública. Por isso, fizemos várias ações, como o SUS-DF e o OperaDF, para agilizar cirurgias eletivas e reduzir o tempo de espera da população”, explicou a governadora, ao se referir ao painel em tempo real instalado no gabinete. “Conseguimos visualizar quantos pacientes aguardam cirurgia, o perfil epidemiológico, faixa etária, sexo e até o nível de complexidade do atendimento" Juracy Lacerda, secretário de Saúde O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, ressaltou que o sistema permite cruzar informações sobre demanda reprimida e oferta de vagas disponíveis na rede pública. “Conseguimos visualizar quantos pacientes aguardam cirurgia, o perfil epidemiológico, faixa etária, sexo e até o nível de complexidade do atendimento. Isso ajuda a planejar melhor a rede e identificar quais pacientes podem precisar de cuidados mais específicos”, disse. Atualização de cadastro A governadora também pediu que a população mantenha os dados atualizados nas unidades básicas de saúde (UBSs) para facilitar o contato da Secretaria de Saúde. “Peço para que as pessoas atualizem seus telefones nas UBSs. Nós estamos chamando pacientes para cirurgias já contratadas, e muitas vezes não conseguimos contato porque o cadastro está desatualizado”, alertou. Celina Leão destacou ainda que os próprios hospitais parceiros estão realizando exames e avaliações pré-operatórias para agilizar os atendimentos. “Toda a parte de pré-exames, risco cardíaco e avaliação cirúrgica está sendo feita pelos hospitais para acelerar o processo”, disse.

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Sobradinho II e Planaltina ganham duas UBSs reformadas

A população de Planaltina, Arapoanga, Sobradinho, Sobradinho II e Fercal conta, agora, com duas unidades básicas de saúde (UBSs) reformadas. As melhorias incluíram intervenções no piso, parede e teto, além de readequações dos espaços internos. Todas as mudanças foram pensadas para levar mais conforto aos usuários e melhores condições de trabalho às equipes, com reflexo direto na ampliação da capacidade assistencial. "Vamos ganhar muito com um espaço mais amplo e adequado, bem como servidores melhor instalados. Nosso objetivo é prestar um bom atendimento à população sempre”, destaca a enfermeira da UBS 7 de Planaltina, Kaelly Thamara Sousa. A unidade localizada no Jardim Roriz passou por uma reestruturação que aumentou o número de consultórios (de três para seis) e criou salas exclusivas de curativos e acolhimento. Para as equipes, o local disponibiliza salas específicas aos agentes comunitários de saúde (ACSs) e novos espaços destinados à administração de medicamentos e ao funcionamento da farmácia. O banheiro masculino também foi ampliado, visando atender adequadamente pessoas com deficiência. UBS 6 de Sobradinho II passou por ampliação, passando a contar com três consultórios, além de salas de acolhimento separadas para cada equipe | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Pensando no conforto dos usuários, há, ainda, uma ala de espera externa coberta, oferecendo proteção contra a chuva e o sol. Os consultórios receberam aparelhos de ar-condicionado e a Sala de Vacina ampliou seus horários, atendendo todos os dias. Mais conforto Já a UBS 6 de Sobradinho II, situada no Vale das Acácias, no Setor de Mansões, conta com três consultórios, salas de acolhimento separadas para cada equipe — Vale das Acácias e Vila Rabelo — e salas específicas para medicação e curativos. Também foram instalados aparelhos de ar-condicionado nos consultórios e realizadas melhorias estruturais em pisos, paredes e teto. Para o supervisor da Gerência de Serviços da Atenção Primária 6 de Sobradinho, Rivaldo Gonçalves, a readequação atende especialmente a uma demanda antiga da região. “Antes, a equipe dedicada à população da Vila Rabelo fazia o atendimento na UBS 1 de Sobradinho II, um local mais longe. Com a revitalização, a comunidade é assistida em um espaço mais próximo dela", explica o gestor. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Referências no horário noturno, UBSs de Águas Claras, Ceilândia e Paranoá registraram 90 mil atendimentos em três anos

As unidades básicas de saúde (UBSs) 1 de Águas Claras, 7 de Ceilândia e a 1 do Paranoá são as mais procuradas pela população no período noturno, segundo levantamento da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). O relatório, feito com dados do Sistema InfoSaúde, mostra que os três equipamentos registraram, juntos, 89.474 atendimentos de janeiro de 2022 a outubro deste ano. Todas ultrapassaram a média geral de serviços no horário, que é de 12,99%. A UBS 7 de Ceilândia ocupa o primeiro lugar no ranking: os atendimentos noturnos equivalem a 24,55% do total — quase o dobro do índice geral. A unidade com melhor desempenho promoveu 155.268 assistências no período analisado, dos quais 38.114 ocorreram de 18h às 22h. Com isso, segundo o relatório da SES-DF, é possível afirmar que aproximadamente um em cada quatro atendimentos é feito à noite. O relatório, feito com dados do Sistema InfoSaúde, mostra que os três equipamentos registraram, juntos, 89.474 atendimentos de janeiro de 2022 a outubro deste ano | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Em seguida, destaque para a UBS 1 de Águas Claras. Na unidade, foram ofertados 130.625 atendimentos no período analisado, dos quais 24.100 foram realizados no horário noturno, equivalente a 18,45% do total. Já a UBS 1 do Paranoá registrou 168.307 acolhimentos, sendo 27.260 à noite, referente a 16,20% do total. Atualmente, a rede pública conta com 11 UBSs que funcionam de segunda à sexta-feira das 7h às 22h. Impacto Responsável pela UBS 1 de Águas Claras, a enfermeira de Saúde da Família, Greice Daiane Fredes, explica que são atendidos cidadãos com problemas agudos. “De 18h às 22h, fazemos o acolhimento da demanda espontânea, como febre, sintomas gripais, diarreia, náuseas, vômitos. São casos de menor complexidade que evitam que a pessoa precise procurar uma UPA”, afirma. Segundo a especialista, quadros agudos são queixas recentes, que surgiram há dois ou três dias, enquanto os crônicos são sintomas que duram mais de 10 a 15 dias. “Estes precisam de investigação com a equipe de referência. Se constatamos que não há risco imediato, fazemos o encaminhamento responsável para a UBS de origem, com tudo orientado por escrito”, explica. Qualquer pessoa com um quadro agudo pode ser acolhida em qualquer UBS, mesmo que não seja a unidade de referência dela. “Ter essa porta aberta desafoga outras unidades e oferece um atendimento mais próximo da casa do paciente", explica Greice Fredes, responsável pela UBS 1 de Águas Claras Com isso, o horário estendido significa bem-estar e comodidade para quem, por qualquer motivo, não pode se consultar durante o dia. “Ter essa porta aberta desafoga outras unidades e oferece um atendimento mais próximo da casa do paciente. E, como conhecemos muitos deles, conseguimos perceber quando algo se repete e orientar uma investigação mais aprofundada”, comenta Greice. Caso o quadro não possa ser solucionado totalmente na unidade, a equipe faz o encaminhamento responsável à uma unidade de pronto atendimento (UPA) ou a um hospital regional. “Na maioria das vezes, o paciente já sai daqui com a medicação em mãos e com todas as orientações de sinais de gravidade para buscar outra unidade, se necessário. Quando não conseguimos resolver por aqui, ele chega no outro local com um relatório explicando os sintomas e a justificativa do envio”, esclarece a enfermeira. Facilidade A ampliação do horário das UBSs beneficia, principalmente, quem trabalha em horário comercial e não consegue ir às unidades durante o dia. O enfermeiro Gustavo Soares, 23 anos, faz parte desse público que já recorreu à UBS 1 de Águas Claras diversas vezes após às 18h. “Todo mundo da família é atendido aqui. Hoje mesmo a gente veio para pegar medicamentos para minha irmã, que descobriu problemas cardíacos recentemente. Se não estivesse aberto, teríamos que comprar esses remédios, que são bem caros”, conta. “Todo mundo da família é atendido aqui. Hoje mesmo a gente veio para pegar medicamentos para minha irmã, que descobriu problemas cardíacos recentemente", conta o enfermeiro Gustavo Soares A estudante Isabelle Moura também costuma procurar o equipamento público durante à noite, depois de ser liberada do trabalho e faculdade. Na última visita, ela teve um retorno com o médico sobre uma questão dermatológica. “Esse horário é muito bom porque diminui a quantidade de pessoas dentro das UPAs, já que não são questões emergenciais. Quem está com uma dor de garganta, com febre, nauseada, consegue ser atendido com mais tranquilidade, em um lugar mais próximo de casa”, comenta. Fique de olho Informações sobre horários e o endereço das UBSs podem ser verificados no site da Secretaria de Saúde do DF Para encontrar sua unidade de referência, definida pelo endereço de moradia, clique aqui

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Descarte irregular de canetas emagrecedoras no lixo reciclável soma 1,3 tonelada no DF entre 2024 e 2025

Nos últimos 21 meses, 1,3 tonelada de canetas emagrecedoras usadas foi parar no lixo reciclável do Distrito Federal. O material, que deveria ser entregue em unidades de saúde ou farmácias, tem sido recolhido pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) junto a outros resíduos domésticos. Em 2024, 781 quilos foram coletados pelo sistema e, somente até setembro deste ano, mais meia tonelada foi descartada de forma errada, o equivalente a 36 mil unidades de medicamentos aplicados com agulhas. O descarte incorreto desses produtos preocupa o Governo do Distrito Federal (GDF) e já provocou acidentes com garis e cooperados, expostos diariamente a esse tipo de risco. A Resolução nº 222/2018 da Anvisa classifica esses itens como resíduos perfurocortantes, que exigem destinação especial. A Secretaria de Saúde (SES-DF) informa que possui empresa contratada para o recolhimento e a incineração dos resíduos, em conformidade com as normas sanitárias. Descarte incorreto desses produtos já provocou acidentes com garis e cooperados, expostos diariamente a esse tipo de risco | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília Risco aos trabalhadores da limpeza De janeiro a agosto de 2025, o SLU registrou 98 acidentes com garis provocados por materiais perfurocortantes, número que já corresponde a 77% do total de 2024. De acordo com o órgão, deve ocorrer aumento de até 15% nos acidentes em relação ao ano anterior. Segundo a diretora técnica do SLU, Andreia Almeida, os trabalhadores contam com Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), mas o risco permanece. “Os EPIs ajudam, mas não são indestrutíveis. Quando ocorre um corte, o trabalhador é levado à unidade de saúde e precisa iniciar o protocolo de profilaxia contra HIV e hepatites. É um processo pesado, tanto físico quanto emocional”, explica. Acidentes  O caso mais recente aconteceu no dia 31 de outubro, em uma usina de reciclagem do Distrito Federal. A cooperada Geane Francisca Lima, 42 anos, se feriu ao manusear uma caneta emagrecedora que havia sido descartada junto aos recicláveis. “Ela ficou presa na minha luva e no meu dedo. Doeu muito, sangrou na hora”, contou. Geane, que trabalha há três anos na cooperativa, foi encaminhada ao Hospital Regional do Guará, onde iniciou o tratamento preventivo contra infecções virais. “Tomei o coquetel e estou tomando por 30 dias. Fiquei com medo, porque a gente nunca sabe o que pode ter naquela agulha”, relatou. Mesmo com a recomendação médica de afastamento, ela voltou ao trabalho no dia seguinte. “O médico queria me dar atestado, mas eu ganho por diária, então se eu faltar eu perco. Minha mão inchou, ficou roxa, mas voltei. É importante que as pessoas tenham consciência, porque um dia de trabalho perdido é prejuízo para a gente, e o risco de pegar uma doença é muito grande”, completou. A cooperada também faz um apelo à população. “As pessoas precisam pensar no outro antes de jogar esse tipo de coisa no lixo. Um dia de trabalho perdido é prejuízo pra gente, e o risco é enorme. A gente pode pegar uma doença, um vírus, uma bactéria, qualquer coisa grave. É só levar numa farmácia ou numa UBS (Unidade Básica de Saúde). Não custa nada”, disse. O presidente da cooperativa, Janilson Santana Andrade, explica que o risco é recorrente e pede mais atenção da população. “A gente pede para os moradores do Distrito Federal terem cuidado com seringas, vidros e canetas emagrecedoras. Têm chegado muitas canetas emagrecedoras junto dos recicláveis”, afirma. Vantuil Costa: “Mesmo usando luvas reforçadas, os cooperados correm risco. Quando alguém se fura, precisa ir ao posto e tomar a medicação preventiva. Por isso, a gente faz um apelo para que as pessoas descartem de forma correta, levando às farmácias ou UBSs” Presidente de outra cooperativa parceira do SLU, Vantuil Costa confirma que o material é frequente. “Essas canetas chegam quase todo dia. Às vezes, vêm de três a cinco quilos de uma vez. Mesmo usando luvas reforçadas, os cooperados correm risco. Quando alguém se fura, precisa ir ao posto e tomar a medicação preventiva. Por isso, a gente faz um apelo para que as pessoas descartem de forma correta, levando às farmácias ou UBSs (unidades básicas de saúde)”, alerta. Para ele, o respeito ao trabalho dos catadores também passa pela responsabilidade no descarte. “Os cooperados fazem um trabalho importante para o meio ambiente e merecem gratidão. Se cada morador tiver consciência, os acidentes vão diminuir e o nosso serviço será mais seguro para todos”, afirma. Destino correto das canetas e agulhas A diretora técnica do SLU, Andreia Almeida, reforça que as canetas emagrecedoras e as agulhas devem ser entregues nas UBSs ou em farmácias. “Muita gente joga na coleta seletiva, o que é um erro. Esses materiais precisam ser acondicionados em caixas de papelão ou recipientes rígidos e levados a um ponto de entrega. É um cuidado simples que evita acidentes graves”, orienta. Ela ressalta que, embora as canetas sejam leves, o impacto é grande. “O problema não é o peso, é o risco. Um furo pode causar contaminação, afastamento e sofrimento psicológico no trabalhador”, completa. Conscientização e fiscalização A professora Amanda Antunes, 30 anos, que utilizou canetas de liraglutida e semaglutida para tratamento de obesidade, conta que no início fazia o descarte no lixo comum, mas mudou o hábito após orientação do marido, que é químico. “Ele me alertou sobre o risco para o meio ambiente e para os garis. Desde então, levo as canetas e agulhas nas farmácias que recebem esse tipo de material. Há redes de drogarias que têm pontos de coleta para medicamentos, blísteres e bulas. É mais seguro para todos”, relata. A professora Amanda Antunes utilizou canetas de liraglutida e semaglutida para tratamento de obesidade e conta que no início fazia o descarte no lixo comum, mas mudou o hábito após orientação do marido O descarte inadequado pode gerar autuação pelo DF Legal. Andréa Almeida lembra que condomínios já foram multados por armazenar resíduos perfurocortantes de forma irregular. “Depois das autuações, muitos passaram a separar corretamente e até receberam selo verde de reconhecimento”, afirma. O SLU mantém mobilizadores ambientais que percorrem as regiões administrativas orientando moradores e também oferece o aplicativo SLU Coleta DF, que traz instruções sobre o descarte correto de cada tipo de resíduo. O app está disponível gratuitamente para Android e iOS. Como descartar materiais perfurocortantes: — Canetas e agulhas: armazenar em caixas rígidas ou de papelão e entregar em UBSs ou farmácias; — Vidros quebrados: envolver em jornal ou acondicionar em caixas; — Espetos, garfos e tampas cortantes: colocar em garrafas PET bem fechadas; — Algodão e gazes com sangue: embalar em sacos plásticos separados; — Medicamentos vencidos: entregar nas unidades básicas de saúde.

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GDF inaugura Centro de Referência em Diabetes e Hipertensão em Ceilândia

Nesta quinta-feira (23), a Região de Saúde Oeste — que abrange Ceilândia, Brazlândia, Pôr do Sol e Sol Nascente — deu mais um passo importante na oferta de um atendimento humanizado e integral aos pacientes de alto risco de diabetes e hipertensão com a inauguração do Centro de Referência em Atendimento a Diabetes e Hipertensão (Cradh).  O ambulatório oferece atendimento integral e multidisciplinar com médicos de diversas especialidades — como endocrinologista e cardiologista — além de nutricionista, psicólogo, assistente social, farmacêutico, fisioterapeuta e enfermeiro. Os pacientes atendidos são encaminhados por meio das unidades básicas de saúde (UBSs) da região. Segundo a diretora de Atenção Secundária da região, Keila Lima, o serviço representou um marco para a equipe e reforçou o grande benefício de uma assistência integral em um só local. “O principal ponto positivo é que, agora, em vez da pessoa fazer todos esses atendimentos em outros lugares, ela pode fazer tudo no mesmo local”, explica. “O paciente já sai daqui, por exemplo, com a prescrição e o farmacêutico vai ensinar qual melhor horário e como identificar a medicação. Se o paciente tiver alguma resistência ao atendimento, o psicólogo também já vai ser acionado”, completou. O ambulatório oferece atendimento integral e multidisciplinar com médicos de diversas especialidades — como endocrinologista e cardiologista | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Para o funcionamento do ambulatório, o espaço passou por readequações estruturais para abrigar os consultórios e a equipe foi reorganizada para disponibilizar os profissionais necessários. O superintendente da Região de Saúde Oeste, Cézar Brenol Renk, demonstrou otimismo diante do novo local. “Com certeza, vamos ter um resultado fantástico de acolhimento e humanização a esse paciente de alto risco”, declarou. Planificação O novo centro é resultado da planificação da rede de atenção à saúde, estratégia que já demonstrou resultados em outras regiões, como o Centro de Atenção a Diabetes e Hipertensão (Cadh) e o Centro Especializado em Diabetes, Hipertensão e Insuficiência Cardíaca (Cedhic). A iniciativa busca integrar as Atenções Primária e a Especializada, organizando fluxos e facilitando o acesso aos serviços de saúde em um só lugar. De acordo com o subsecretário de Planejamento em Saúde da SES-DF, Rodrigo Vidal, a planificação traz uma reorganização do fluxo do paciente, fundamental para um bom atendimento. “Temos profissionais e estrutura. O que é necessário é uma organização, e a planificação traz essa reorganização do ambiente e do fluxo do paciente. Os pacientes ficam gratos com isso”, explicou. O chefe da Assessoria de Humanização da SES-DF, Rodrigo Valim, destaca que a planificação beneficia toda a rede. “A planificação sintoniza e conecta com a necessidade do usuário. Esse ambulatório vai servir como modelo até para as unidades, porque é uma organização de processos não só para atenção especializada, mas também para a atenção primária. Isso fortalece a integração”, afirmou.   *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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DF comemora 35 anos do SUS com mais de 400 unidades para atendimento

Nesta sexta-feira (19), o Brasil comemora os 35 anos da Lei nº 8.080, que regulamentou o Sistema Único de Saúde (SUS), previsto na Constituição Federal de 1988. Com o desafio de garantir saúde para todos os cidadãos, a norma previu responsabilidades para governos municipais, estaduais e federal, além de estabelecer uma situação única para o Distrito Federal: reunir em uma só Secretaria de Saúde obrigações tanto de municípios quanto de estados.  Cabe à Secretaria de Saúde do DF (SES-DF) oferecer atendimento integral aos 2.996.899 habitantes da capital — de idosos a recém-nascidos. Além disso, quem for de qualquer outro estado brasileiro também tem direito a atendimento no DF. A SES-DF está estruturada com 409 unidades distribuídas por todo o território da capital. Só de Unidades Básicas de Saúde (UBSs) são 181, uma tarefa típica de municípios. Por outro lado, há três hospitais especializados, tal como um estado. Destaque, ainda, para 14 hospitais gerais, 18 centros de atenção psicossocial, 19 policlínicas, 35 centros de especialidades e 13 unidades de pronto atendimento.  O GDF vem investindo em inovação e gestão para manter a qualidade do atendimento pelo SUS nas unidades de saúde | Foto: Ualisson Noronha/Arquivo Agência Saúde “Celebrar os 35 anos do Sistema Único de Saúde é reconhecer um dos maiores avanços sociais do Brasil. Renovamos o compromisso de fortalecer o SUS, investir em inovação e gestão, e mantê-lo como símbolo de equidade e esperança para as futuras gerações”, afirma o secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda. Atenção Primária Principal porta de entrada para a oferta de serviços do SUS, a chamada Atenção Primária à Saúde (APS) está em expansão. Até o fim de 2018, eram 173 UBSs. Agora, as 181 UBSs permitiram a ampliação do cuidado: a cobertura da APS saltou de 61,11% da população em janeiro de 2022 para 78,58% no fim de 2024. Isso se reflete nos cadastros: no mesmo período, eram 1,75 milhões de usuários cadastrados e, no fim do ano passado, o número chegou a 2,25 milhões. Entre 2022 e 2024, houve um salto de 30,5% nos atendimentos: de 3.130.332 para 4.085.135, representando maior oferta de serviços de prevenção, promoção de saúde, diagnóstico e tratamento. Mais de 80% das demandas de saúde podem ser solucionadas na APS, desde o acompanhamento de doenças crônicas ao combate à obesidade, alcoolismo e tabagismo, além de vacinação, pré-natal, consultas, coletas de exames, entrega de medicamentos, planejamento reprodutivo e outras demandas gerais. Atualmente, três UBSs estão sendo construídas e o projeto de outras duas está em fase de execução | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde A projeção é ampliar ainda mais os números de atendimento. A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) trabalha na construção de três novas UBSs, duas em Brazlândia e uma na Ponte Alta do Gama. Santa Maria recebeu uma nova unidade este mês e Estrutural e Vila Rabelo estão com projetos adiantados. A estrutura modular de cada uma permitirá o atendimento de 300 pacientes por dia, em média.  Integração A SES-DF também avança na oferta de serviços especializados. De 2019 a 2025, o número de leitos das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) subiu 73%, de 386 para 668. Essa ampliação é relevante tanto para atender pacientes em quadro clínico grave quanto para permitir procedimentos cirúrgicos que exigem os chamados “leitos de retaguarda”.  Na Atenção Especializada, a flexibilidade da SES-DF é destaque em termos de contratos e parcerias. Hoje, as 13 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), o Hospital da Criança de Brasília (HCB) e o Hospital de Base (HBDF) estão sob gestão contratualizada, isso é, são unidades gerenciadas por organizações de saúde. Já com o Hospital Universitário de Brasília (HUB), unidade federal administrada pela empresa pública EBSERH, há um contrato de resultados.  Outro instrumento adotado é a contratação de serviços na rede de saúde complementar. Transplantes, anestesias, radioterapias, leitos de UTI, hemodiálises, cirurgias eletivas e tratamentos cardiológicos são exemplos de atendimento do paciente do SUS por instituições privadas. Todos são encaminhados para o tratamento por meio do Complexo Regulador do DF, conforme critérios que envolvem, por exemplo, o grau de complexidade da enfermidade.  A Atenção Especializada abarca, ainda, policlínicas, ambulatórios e centros especializados, incluindo os de saúde mental, como os centros de atenção psicossocial (Caps). O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também é vinculado à SES-DF. *Com informações da Secretaria de Saúde

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UBSs do DF realizam mais de 2,1 milhões de atendimentos no 1º semestre de 2025

De janeiro a junho deste ano, as unidades básicas de saúde (UBSs) da Secretaria de Saúde (SES-DF) realizaram mais de 2,1 milhões de atendimentos, segundo dados do Portal de Informações e Transparência da Saúde do Distrito Federal (InfoSaúde-DF). Desse total, 302,9 mil foram de saúde bucal. Para o titular da SES-DF, Juracy Lacerda, os números reforçam a importância da Atenção Primária à Saúde (APS) como a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS). "O cuidado contínuo e próximo à população é uma das premissas do SUS e as UBSs oferecem esse atendimento inicial. Estamos investindo cada vez mais na melhoria dos serviços oferecidos", afirmou.  Nas UBSs, o cidadão é acolhido por uma equipe multiprofissional qualificada. O atendimento é feito por médicos de família e comunidade e enfermeiros, que acompanham a saúde dos pacientes em todas as fases da vida, com foco na integralidade do cuidado e na construção de vínculos duradouros. Unidades básicas de saúde são a porta de entrada para atendimento do SUS no Distrito Federal | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF Integralidade De acordo com o coordenador da Atenção Primária à Saúde no DF, Fernando Moreira, que também é médico de família e comunidade, o modelo adotado permite um acompanhamento mais eficaz e preventivo. “Cuidar de uma população que envelhece exige proximidade e vínculo. A maioria dos problemas de saúde está relacionado ao modo de vida, às condições de moradia, trabalho e relações sociais. E tudo isso se acompanha melhor quando se está por perto”, destaca. As 181 UBSs da Secretaria de Saúde atuam na prevenção e no tratamento dos problemas de saúde mais frequentes, enquanto os hospitais lidam com casos de maior complexidade e urgência. Cada UBS é formada por Equipes de Saúde da Família (eSF), compostas por médicos de família, enfermeiros, técnicos de enfermagem e agentes comunitários de saúde, além das Equipes de Saúde Bucal (eSB), com dentistas e técnicos. O cuidado é ampliado com o apoio das equipes multiprofissionais (eMulti), que contam com psicólogos, nutricionistas, terapeutas ocupacionais, farmacêuticos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas e assistentes sociais. O médico de família é o primeiro contato do cidadão com a rede pública e atua também na coordenação do cuidado, orientando e encaminhando para outros níveis de atenção, como hospitais e ambulatórios especializados, quando necessário “O objetivo da Atenção Primária é justamente promover saúde antes que os problemas se agravem. Por isso, as UBSs desenvolvem ações de prevenção de doenças, promoção da saúde, acompanhamento de condições crônicas como hipertensão e diabetes, além de serviços em saúde da mulher, bucal, vacinação, entre outros”, explica Moreira. Serviço As UBSs estão presentes em todas as regiões do Distrito Federal, facilitando o acesso da população ao atendimento de saúde de forma ágil, acolhedora e resolutiva. São espaços pensados para acompanhar as pessoas ao longo da vida, promovendo saúde e prevenindo doenças com base na realidade local. Confira aqui a sua unidade básica de saúde de referência. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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