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Agentes de saúde fazem atuação preventiva contra escorpiões

Diariamente, agentes de saúde visitam casas, empresas, lojas e estabelecimentos públicos e privados para prevenir e controlar a presença de escorpiões. A cada visita, eles atuam na orientação e avaliação de medidas de controle. "Os escorpiões gostam de viver perto da gente porque oferecemos as condições para isso", observa o biólogo Israel Moreira.  Ambientes escuros e úmidos, como caixas de esgoto, entulho, restos de materiais de construção e amontoados de objetos, são os principais abrigos para escorpiões. Eles costumam passar o dia escondidos, preferindo sair no período noturno em busca de presas. Sua alimentação é baseada em um tipo de inseto também muito comum: baratas. De acordo com o biólogo, a desinsetização é relevante não para eliminar diretamente os escorpiões, mas para controlar a presença de baratas. A redução desses insetos elimina uma das condições que favorecem a presença do aracnídeo. "Existem pesticidas que matam o escorpião, mas não se sabe ainda se o uso dessas substâncias é seguro. Isso porque, muitas vezes, são produtos que acabam estimulando o deslocamento dos escorpiões e, assim, facilitando a ocorrência de acidentes", explica Moreira. Encontrei um escorpião. E agora? Ao encontrar um escorpião, a orientação é evitar contato direto com o animal. Caso a pessoa se sinta segura e protegida para realizar a captura, deve utilizar um recipiente adequado, sem tocar no escorpião com as mãos. Apesar de não terem postura agressiva contra humanos, os escorpiões se tornam perigosos quando se sentem ameaçados. Caso consiga capturá-lo com segurança, o ideal é mantê-lo em um recipiente fechado e ligar para o número 160 ou para o 162. "Recolher o escorpião é importante porque, dessa forma, saberemos qual espécie está infestando a casa da pessoa", alerta Moreira. Visita técnica Quando em ação, os agentes de saúde seguem um protocolo básico de visita técnica: procuram escorpiões em todos os locais onde eles poderiam estar escondidos, levantando tampas de esgoto e de caixas de gordura, observando pontos com concentração de folhas e com atenção especial a áreas semelhantes a um quintal. Até espelhos são usados para tentar localizar o aracnídeo eventualmente abrigado em bordas internas de caixas de esgoto.  Assim como os agentes de saúde, a população deve ficar atenta: os escorpiões foram responsáveis por 2.817 acidentes registrados na capital entre janeiro e agosto, sendo 38 deles classificados como graves.

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Centro de Atenção Biopsicossocial do DF contabiliza mais de 800 atendimentos em seu primeiro ano

O Centro de Atenção Biopsicossocial (CAB), vinculado à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), completa um ano de funcionamento. Com mais de 800 atendimentos realizados, o local se consolida como referência no suporte à saúde física e mental dos servidores da segurança pública. A iniciativa integra o programa DF Segurança Integral, no âmbito do Eixo 5 – Servidor Mais Seguro, que prioriza ações preventivas, cuidado contínuo e fortalecimento institucional a partir das pessoas. Ao longo do primeiro ano, o centro estruturou um modelo de atendimento integrado, voltado às demandas reais do cotidiano dos profissionais de segurança. “Não há segurança pública eficiente sem o cuidado efetivo com quem atua nesta área, principalmente na linha de frente”, afirma o secretário de Segurança Pública interino, Alexandre Patury. “O CAB materializa uma política estruturante de valorização profissional e o cuidado do GDF com quem cuida. A saúde física e mental são condições indispensáveis para a tomada de decisão, para o equilíbrio emocional e para a qualidade do serviço prestado à população. É um investimento direto na capacidade operacional e na sustentabilidade do nosso sistema de segurança.” Em seu primeiro ano de funcionamento, o Centro de Atenção Biopsicossocial (CAB) prestou mais de 800 atendimentos | Fotos: Divulgação/SSP-DF Modelo integrado O centro opera com uma abordagem multidisciplinar, colocando o servidor de forma integral — para além da função que exerce. O espaço se consolidou como ponto de acolhimento e suporte, com serviços que combinam ciência, escuta qualificada e práticas complementares, ampliando o acesso dos servidores a estratégias de cuidado antes pouco estruturadas no âmbito institucional. “O CAB foi estruturado a partir de uma lógica de gestão baseada na integração da saúde ocupacional, prevenção e monitoramento contínuo do bem-estar dos servidores. Ao consolidar fluxos de atendimento e ampliar o acesso a serviços especializados, a iniciativa fortalece a capacidade institucional da segurança pública, ao mesmo tempo em que reduz fatores de risco associados ao estresse ocupacional e ao adoecimento”, ressalta o secretário-executivo de Gestão Integrada, Marcos Leôncio. Ao longo do ano, o CAB realizou 440 atendimentos em fisioterapia, com foco na prevenção e no tratamento de dores crônicas e lesões relacionadas à atividade operacional Resultados Os dados do primeiro ano demonstram não apenas a procura crescente pelo serviço, mas também a efetividade das ações implementadas. No campo da saúde mental, foram realizadas 228 sessões de psicoterapia, com alta adesão e baixo índice de faltas. Também foram realizados 440 atendimentos em fisioterapia, com foco na prevenção e no tratamento de dores crônicas e lesões relacionadas à atividade operacional. O setor registrou crescimento de 168% no último trimestre e encerrou o período com lista de espera zerada. [LEIA_TAMBEM]Em relação ao equilíbrio e à inovação, foram realizadas 170 sessões de práticas integrativas, como auriculoterapia e ventosaterapia, ampliando o cuidado com abordagens complementares. Servidores que atuam em programas estratégicos da pasta, como Viva Flor, Diretoria de Monitoramento de Pessoas Protegidas e Copom Mulher, têm suporte especial nos atendimentos. Expansão Em 2026, o CAB avançou na ampliação de seus serviços, incorporando o suporte em condicionamento físico, com a entrega de aparelhos de academia, que podem ser utilizados por todos os servidores da segurança pública. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Carnaval de Brasília movimenta mais de R$ 100 milhões e firma posição como rota da folia no país

O DF Folia 2026 bateu recordes de público e de investimento: levou cerca de 1,5 milhão de foliões para as ruas da cidade, durante os quatro dias de Carnaval, superando a marca de 1 milhão do ano passado. O número reflete a bem-sucedida iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), em parceria com a Associação Artise de Arte, Cultura e Acessibilidade, abrangendo agremiações e brincantes da capital.  Carnaval deste ano teve como uma das principais características a descentralização da folia, o que contribuiu para girar a economia local | Foto: Divulgação/Secec-DF O crescimento da festa, ano após ano, pode ser notado pelo número de blocos, que passou de 56, em 2024, para 65, em 2025. Neste ano, apresentaram-se 76 blocos. No mesmo período, o investimento saltou de R$ 6,2 milhões para R$ 10 milhões, com expectativa de retorno de mais de R$ 100 milhões para os cofres do DF. Isso porque, com um público estimado de mais de 1,5 milhão de pessoas, foram movimentados cerca de R$ 75 milhões no período — considerando-se um gasto médio de R$ 50,00 por pessoa.   “O DF Folia 2026 reafirma uma convicção que temos na Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF: cultura é política pública estruturante, é desenvolvimento e é pertencimento” Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa Em outra ponta, para cada R$ 1 investido em cultura, há um retorno estimado de R$ 3 para a economia — o que representa mais de R$ 30 milhões. Isso consolida o DF como local que produz cultura de qualidade, promove um Carnaval democrático, acessível e seguro. A festividade alcançou 18 regiões administrativas do DF, sem contar os Territórios Folia na Esplanada dos Ministérios, Museu Nacional e Setor Comercial Sul. Cultura e valorização “O DF Folia 2026 reafirma uma convicção que temos na Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF: cultura é política pública estruturante, é desenvolvimento e é pertencimento”, aponta o titular da Secec-DF, Claudio Abrantes. “Cada recurso investido retorna em geração de trabalho, renda e fortalecimento das identidades culturais dos nossos territórios”, enfatiza o secretário. “Mais de 20 mil oportunidades de emprego foram geradas. Só nos blocos, 10 mil pessoas atuaram diretamente, sem falar nos brigadistas, seguranças, produtores e ambulantes. Mais do que números, estamos falando de cidadania, acesso à cultura e valorização da nossa gente.”  Outro destaque foi o trabalho desempenhado pelas forças de segurança. Durante o período festivo, mais de 1,5 milhão de pessoas foram revistadas nos acessos aos blocos e às estações de transporte, resultando na apreensão de 459 armas brancas, 595 objetos com potencial de uso como arma e uma arma de fogo. “A descentralização dos recursos garantiu que os próprios blocos pudessem contratar seus fornecedores, estruturar suas equipes e organizar suas cadeias produtivas localmente” Dorival Brandão, coordenador-geral da DF Folia A atuação preventiva também contou com drones para monitoramento em tempo real, câmeras com reconhecimento facial e reforço nas delegacias, com ampliação do atendimento por meio da Delegacia Eletrônica, na Cidade da Segurança Pública. O Detran-DF efetuou cerca de 2,7 mil abordagens, com 133 autuações por alcoolemia. O Corpo de Bombeiros reforçou o efetivo com 1.019 militares a mais e atendeu 230 ocorrências nos eventos, sendo 46% relacionadas ao consumo excessivo de álcool. Folia descentralizada  [LEIA_TAMBEM]A descentralização é um dos pilares da DF Folia. Em 2026, blocos carnavalescos foram para as ruas de diversas regiões da capital. Em Taguatinga, o Mamãe Taguá apresentou a proposta de diversidade cultural, alegria e brincadeira, sem precisar se deslocar até o Plano Piloto.  Na Praça da Bíblia, o CarnaSarau  também levou o Carnaval para perto dos moradores da região, sem necessidade de grandes deslocamentos para curtir a folia, com a mistura de culturas que é a cara de Ceilândia. “A  descentralização dos recursos garantiu que os próprios blocos pudessem contratar seus fornecedores, estruturar suas equipes e organizar suas cadeias produtivas localmente”, explica o coordenador-geral do DF Folia, Dorival Brandão. “Isso fez com que o investimento público circulasse diretamente nas comunidades, gerando trabalho, renda e desenvolvimento cultural.”  Confira a agenda dos blocos, pois a festa continua até 1º de março. Veja também as redes sociais do DF Folia.     *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa  

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Ceilândia reforça ações preventivas contra alagamentos com limpeza diária e obras na rede pluvial

A Administração Regional de Ceilândia tem reforçado, de forma contínua, as ações de prevenção a alagamentos, com foco na limpeza urbana diária, manutenção da rede de drenagem e acompanhamento de obras estruturantes. Somente as equipes da administração recolhem, em média, 40 toneladas de lixo por dia das ruas da cidade, volume que, quando descartado de forma irregular, acaba comprometendo o funcionamento da rede de águas pluviais e provocando alagamentos em períodos de chuva intensa. Como parte das medidas preventivas, a administração realizou, nesta semana, a limpeza de 20 bocas de lobo na região da Guariroba, com a retirada de lixo e matéria orgânica acumulados. As ações fazem parte de um planejamento permanente, voltado à redução de pontos críticos e à melhoria do escoamento das águas das chuvas em toda a cidade. Além da manutenção diária, Ceilândia conta com obras estruturantes em andamento, como a implantação da rede de águas pluviais na QNP 32, no Setor P Sul, que vai ampliar a capacidade de drenagem e contribuir para o escoamento mais eficiente das águas pluviais, reduzindo riscos de alagamentos na região. Como parte das medidas preventivas, a administração realizou, nesta semana, a limpeza de 20 bocas de lobo na região da Guariroba, com a retirada de lixo e matéria orgânica acumulados | Foto: Divulgação/Administração de Ceilândia Na semana retrasada, a Novacap atuou na região com caminhão hidrojato, realizando o desentupimento da rede de águas pluviais na QNN 8 da Guariroba, nas proximidades da estação do metrô, como parte das ações integradas de prevenção a alagamentos durante o período chuvoso. De acordo com o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, o trabalho é preventivo e depende também da colaboração da população. “Estamos atuando diariamente na limpeza das ruas, no recolhimento de resíduos e na manutenção preventiva da rede. Mas é fundamental que a população evite jogar lixo nas vias públicas, porque esse material vai parar na rede de drenagem e causa entupimentos”, ressaltou. A administração regional destaca que todas as demandas são mapeadas e encaminhadas aos órgãos competentes, especialmente nos casos que exigem intervenções mais complexas. A atuação direta da administração ocorre principalmente na limpeza mecânica da rede pluvial, enquanto os serviços estruturais são executados pela Novacap. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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