Mais de 900 famílias são atendidas durante o GDF na Sua Porta em Ceilândia
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) prestou 970 atendimentos a famílias entre os dias 1º e 12 deste mês, durante a sexta edição do programa GDF na Sua Porta, em Ceilândia. Entre os serviços mais procurados pela população estiveram solicitações do Cartão Prato Cheio (504), agendamento de atendimento nos postos de Cadastro Único (256) e 186 consultas sobre a situação cadastral do programa Bolsa Família. Atendimento da sexta edição do programa foi prolongado por causa do feriado de Corpus Christi | Foto: Divulgação/Sedes-DF [LEIA_TAMBEM]“Com o feriado de Corpus Christi, foi possível estender um pouco mais nossa participação em Ceilândia, o que possibilitou atender mais de 100 pessoas por dia e bater o recorde de atendimentos”, enfatizou a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. “Esse projeto foi idealizado pela governadora Celina Leão e tem possibilitado que os atendimentos da assistência social estejam em diferentes locais, um trabalho em conjunto que cuida da população.” A Sedes-DF está presente em todas as edições do GDF na Sua Porta, com atendimento das 9h às 16h, mediante distribuição de senhas. Os serviços oferecidos são orientações e consultas socioassistenciais, agendamento para atualização do Cadastro Único nos postos parceiros, abertura de prontuário no Sistema Integrado de Desenvolvimento Social (Sids), emissão de isenção de taxa para segunda via de identidade, emissão da Carteira do Idoso e avaliação e inclusão no programa Cartão Prato Cheio. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social
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Centro de Referência da Mulher Brasileira oferece apoio psicossocial gratuito no DF
Ansiedade, baixa autoestima, dificuldades familiares, dependência financeira e situações de violência estão entre os motivos que levam mulheres a procurar as unidades do Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB). Os equipamentos da Secretaria da Mulher (SMDF) são gratuitos e voltados para o acolhimento, a qualificação e o fortalecimento feminino. Para atendimento, não é necessário fazer um agendamento prévio junto à Secretaria da Mulher | Foto: Divulgação/SMDF “Mulheres que enfrentam dificuldades emocionais, problemas familiares, dependência financeira, baixa autoestima ou que simplesmente precisam de orientação podem buscar esse auxílio” Jackeline Aguiar, secretária interina da Mulher O apoio psicossocial oferecido busca orientar, acolher e fortalecer mulheres em diferentes momentos da vida, ampliando o acesso aos direitos e à rede de proteção. O atendimento está disponível nas unidades do Recanto das Emas, Sol Nascente, São Sebastião e Sobradinho II. Para acessar o serviço, basta apresentar um documento oficial com foto. O primeiro acolhimento ocorre por demanda espontânea ou mediante agendamento, conforme a disponibilidade da equipe técnica. Não há necessidade de agendamento prévio. Para a secretária interina da Mulher, Jackeline Aguiar, essa é uma porta de entrada para mulheres buscarem ajuda. “Mulheres que enfrentam dificuldades emocionais, problemas familiares, dependência financeira, baixa autoestima ou que simplesmente precisam de orientação podem buscar esse auxílio”, reforça. “As mães também encontram suporte para participar das atividades com tranquilidade. As unidades contam com espaço destinado às crianças, reforçado por monitoras, para que elas possam participar das ações enquanto os filhos permanecem em um ambiente seguro”. O trabalho é realizado por profissionais multidisciplinares compostas por psicólogas, assistentes sociais, assistentes jurídicas e enfermeiras. Em cada unidade, a equipe tem capacidade para atender até 21 mulheres por dia, totalizando cerca de 714 atendimentos mensais entre atividades individuais e em grupo. Como funciona? “A partir da escuta qualificada, entendemos a demanda apresentada e construímos um plano de acompanhamento individual voltado à proteção e ao fortalecimento da autonomia dessa mulher” Amanda Araújo dos Santos, psicóloga Tudo começa com uma escuta qualificada, que permite identificar as necessidades de cada pessoa e definir os encaminhamentos mais adequados. Foi em busca de auxílio para lidar com a ansiedade que a dona de casa Nicolly Ketlin Oliveira, de 20 anos, procurou uma das unidades. Mãe de Benjamin Silva, de 1 ano e 1 mês, ela encontrou no local um espaço de escuta e cuidado. “Eu tenho muita ansiedade, e a professora do curso que fiz me falou que tinha psicóloga para nos atender”, relata. “Hoje eu amo as terapias com ela. É um momento só para mim.” Além do acompanhamento, Nicolly participou das oficinas de capacitação nas áreas de crochê, amigurumi e empreendedorismo oferecidas pelo centro. Para ela, as atividades contribuíram para fortalecer a autoestima e enxergar novas possibilidades para o futuro. “A partir da escuta qualificada, entendemos a demanda apresentada e construímos um plano de acompanhamento individual voltado à proteção e ao fortalecimento da autonomia dessa mulher”, explica a psicóloga Amanda Araújo dos Santos. Keila Domingues, coordenadora de Enfrentamento à Violência Doméstica contra a Mulher, reforça: “O serviço psicossocial é fundamental porque muitas mulheres chegam até nós sem conseguir enxergar a própria dor. Nosso trabalho vai além da orientação; buscamos oferecer suporte emocional, fortalecer a autonomia e ajudá-las a recuperar a própria voz e dignidade”. [LEIA_TAMBEM]Todo o acompanhamento ocorre de forma sigilosa, respeitando a realidade de cada mulher e oferecendo um ambiente seguro para que elas compartilhem experiências e recebam o suporte necessário. Embora conte com psicólogas em sua equipe, o trabalho desenvolvido nas unidades do Centro de Referência da Mulher Brasileira não substitui a psicoterapia clínica tradicional. O foco do acompanhamento psicossocial é oferecer suporte, orientação e fortalecimento, considerando aspectos emocionais, sociais, familiares e econômicos que influenciam a vida de cada mulher. Veja abaixo o endereço de cada unidade do Centro de Referência da Mulher Brasileira no DF. Recanto das Emas • Endereço: Av. Buritis Quadra 203 Lote 14 • Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h • Telefones: (61) 3181-2665/3181-2666 Sol Nascente • Endereço: Trecho 2, Quadra 100 Conjunto A Lote SC1 – Pôr do Sol • Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h • Telefones: (61) 3181-2255/3181-2660 São Sebastião • Endereço: Área Especial AE 11, Centro de Múltiplas Atividades • Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h • Telefones: (61) 3181-2661 / 3181-2662 Sobradinho II • Endereço: AE 6 Comer Quadra 1 Setor Oeste • Atendimento: 9h às 18h – de segunda a sexta-feira • Telefones: (61) 3181-2663 / 3181-2664. *Com informações da Secretaria da Mulher
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Percentual de não comparecimento aos atendimentos agendados nos Cras tem redução de 25% em um ano
O serviço de lembrete e confirmação do agendamento por WhatsApp implementado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) há cerca de um ano tem gerado melhoria nos serviços e reduzido as faltas nos atendimentos das unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras). Segundo dados da secretaria, a taxa média de pessoas que não compareceram aos atendimentos foi reduzida de 28%, em 2024, para 21%, em 2025. Sistema de atendimento das unidades do Cras tem sido mais eficiente com a adoção de lembretes de agendamento | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A mensagem é enviada cinco dias antes do atendimento agendado, para que o cidadão possa se organizar em função do compromisso, com lembretes nos dias seguintes quando não forem respondidas as mensagens. A confirmação serve para que a equipe possa organizar os atendimentos e liberar vagas para quem precisa. “Nós estamos sempre inovando para reduzir o tempo de espera por atendimento” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social Embora tenha havido a redução, o percentual de 21% ainda representa em torno de 4 mil usuários que deixaram de comparecer aos atendimentos previamente agendados pelo telefone 156 e pelo site da Sedes-DF. As faltas prejudicam outras famílias em vulnerabilidade social porque aumentam o tempo de espera por atendimento. “Nós estamos sempre inovando para reduzir o tempo de espera por atendimento”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Quando notamos a quantidade de abstenções, inovamos com ajuda da tecnologia porque sabemos que acontecem imprevistos e esquecimentos na correria do dia a dia das pessoas. A redução é positiva, mas o objetivo é orientar e conscientizar a população para que este índice reduza cada vez mais.” Orientações [LEIA_TAMBEM]Para agendar atendimento em qualquer um dos 32 equipamentos dos Cras no Distrito Federal, é preciso ir ao portal da secretaria ou entrar em contato com o telefone 156, a partir das 8h. O atendimento se dará conforme a disponibilidade de cada unidade. É importante que o usuário confira o número do GDF e o selo de verificação presentes no aplicativo. As mensagens também reforçam os documentos que devem ser levados e em alguns casos podem ocorrer ligações desse mesmo número, caso o atendimento não seja confirmado ou cancelado. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social
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Mulheres podem se inscrever para curso de mecânica no Detran-DF
O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) está com inscrições abertas para o curso Noções de Mecânica para Mulheres. As aulas serão ministradas no prédio da 906 Sul, de segunda-feira (8) ao dia 12, das 8h15 às 11h45. Podem participar do curso mulheres habilitadas interessadas em atualizar os conhecimentos | Foto: Divulgação/Detran-DF A capacitação é destinada a mulheres habilitadas que queiram atualizar os conhecimentos básicos sobre o funcionamento de veículos. Gratuito, o curso tem duração de 20 horas/aula. [LEIA_TAMBEM]A inscrição deve ser feita presencialmente na Escola Pública de Trânsito, localizada na EQS 713/913, com agendamento prévio pelo aplicativo Detran-DF Digital ou pelo Portal de Serviços do Detran-DF. Para se inscrever, é necessário apresentar a Carteira Nacional de Habilitação válida. Curso Noções de Mecânica para Mulheres ⇒ Data: 8 a 12 deste mês, com aulas da das 8h15 às 11h45, no prédio do Detran-DF da 906 Sul ⇒ Inscrições: Escola Pública de Trânsito (SEPS – 713/913 Sul – Bloco D – Edifício Detran-DF). *Com informações do Detran-DF
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Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue acende o alerta para baixos estoques no DF
O aposentado João Araújo, 61 anos, sabe o que é ter a própria vida garantida pela generosidade de outras pessoas. Em 2024, ele precisou de 13 bolsas de sangue durante uma cirurgia para troca de válvula no coração. “O médico me disse que minha cirurgia só pôde acontecer porque havia sangue disponível”, lembra. “Naquele momento, entendi o verdadeiro valor de quem doa. Sempre fui doador, e, se tudo der certo, quero voltar a doar novamente”. Luan Cruz doa sangue desde os 18 anos: “Comecei por curiosidade, mas hoje faço questão de doar regularmente. Sempre incentivo minha família a participar” | Foto: Divulgação/IgesDF No Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue, celebrado nesta terça-feira (25), iniciativas como a de João fazem a diferença. Luan Cruz, 25, é um doador voluntário e vai ao Hemocentro a cada três meses, desde a primeira doação que fez, aos 18 anos. “Comecei por curiosidade, mas hoje faço questão de doar regularmente”, conta. “Sempre incentivo minha família a participar. Costumo ir com meu pai, e já consegui levar todo mundo: meu pai, minha mãe e minha irmã”. Segundo a Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), o DF registra, em média, 50 mil doações por ano, volume suficiente para atender cirurgias de emergência, partos de risco, pacientes com câncer, anemias severas e vítimas de acidentes. Estoques “Estamos entre os maiores consumidores de sangue do Centro-Oeste, com aproximadamente 3 mil transfusões por mês, e dependemos exclusivamente da sensibilidade dos doadores para manter os estoques disponíveis” Luiz Henrique Ramos, chefe do Serviço de Hematologia, Hemoterapia e Transplante de Medula Óssea do Hospital de Base Para garantir estoques seguros, são necessárias cerca de 180 doações por dia. Este ano, no entanto, a média tem sido de 144 doações diárias, 20% abaixo do ideal. A FHB abastece todos os hospitais da rede pública do DF e instituições conveniadas, como o Hospital da Criança, o Instituto de Cardiologia do DF e o Hospital das Forças Armadas. No DF, estima-se que a cada cinco minutos uma pessoa precise de transfusão. Cada bolsa coletada pode salvar até quatro vidas. Os tipos sanguíneos com disponibilidade mais crítica no momento são AB negativo, O negativo e B negativo. O sangue B positivo está em nível regular, enquanto O positivo, A positivo e A negativo se mantêm adequados — mas toda doação é fundamental para equilibrar os estoques. “Estamos entre os maiores consumidores de sangue do Centro-Oeste, com aproximadamente 3 mil transfusões por mês, e dependemos exclusivamente da sensibilidade dos doadores para manter os estoques disponíveis”, explica o médico Luiz Henrique Ramos, chefe do Serviço de Hematologia, Hemoterapia e Transplante de Medula Óssea do Hospital de Base. Como doar [LEIA_TAMBEM]Para doar sangue, é necessário ter entre 16 e 69 anos, estar em boas condições de saúde e pesar mais de 51 kg. Quem passou por endoscopia ou outra cirurgia recente, ou teve algum problema de saúde, deve consultar as orientações no site do Hemocentro. As recomendações são claras. Após a gripe, só se pode doar sangue a partir de 15 dias depois do fim dos sintomas. Quem teve covid-19 deve esperar dez dias após o término dos sintomas para fazer a doação. Já quem apresentou episódio de dengue clássica precisa esperar um intervalo de 30 dias, e as pessoas que tiveram dengue hemorrágica só podem doar sangue após seis meses. Se você vai doar sangue, faça seu agendamento neste link. *Com informações do IgesDF
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Curta ‘O Futuro é Indígena’ celebra a força e sensibilidade da infância ancestral
O Memorial dos Povos Indígenas apresenta neste sábado (25), às 10h, o curta-metragem O Futuro é Indígena, obra que retrata a infância como força política e poética no contexto da luta dos povos originários. O filme acompanha Xiwariru, uma menina de sete anos da etnia javaé, durante o 20º Acampamento Terra Livre (ATL) de 2024 — o maior encontro de povos indígenas do país. O cotidiano de uma criança indígena em meio a rituais do Acampamento Terra Livre é o foco do filme | Foto: Divulgação Com narrativa sensível, o documentário revela o cotidiano da criança em meio às marchas, rituais e encontros que compõem o ATL. A partir de sua perspectiva, o curta apresenta uma nova forma de ver o mundo indígena, em que o futuro se desenha na continuidade das tradições e na presença ativa das novas gerações. Financiado pela Lei Paulo Gustavo, o filme apresenta uma equipe composta exclusivamente por mulheres — entre elas, mulheres indígenas, negras e com deficiência —, reafirmando o compromisso com a diversidade e a representatividade no audiovisual. Afetividade A diretora Julia Pá é conhecida por mergulhar nas comunidades que retrata, construindo relações de afeto e confiança com seus personagens. Em O Futuro é Indígena, ela amplia essas conexões para o público, promovendo empatia e reflexão sobre o papel das mulheres e das infâncias na resistência cultural. “Essa produção é um exemplo do poder transformador da cultura quando ela nasce do território e da vivência real”, avalia o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes. “A Lei Paulo Gustavo tem possibilitado que vozes historicamente silenciadas encontrem espaço e reconhecimento. O Futuro é Indígena traduz isso com beleza e verdade, reafirmando o compromisso do Distrito Federal com a diversidade e o protagonismo dos povos originários.” A exibição integra a programação cultural do Memorial dos Povos Indígenas, espaço dedicado à valorização das culturas ancestrais e à promoção de diálogos entre diferentes tradições. A entrada é gratuita. Serviço O Futuro é Indígena → Sábado (25), às 10h, no Memorial dos Povos Indígenas, com com interpretação em Libras. Exibição gratuita e aberta ao público, mediada pelo Educativo do Memorial. → 25 a 31: Exibição mediada pelo Educativo do Memorial em horários exclusivos para estudantes. Agendamento de visitas de escolas: arandueducativo@gmail.com / 61 99882-7400. *Com informações da Secec-DF
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Hospital Veterinário Público do DF registra cerca de 10 mil atendimentos no primeiro semestre de 2025
Inaugurado há sete anos, o Serviço Veterinário Público (Hvep), em Taguatinga, se consolidou como referência no atendimento gratuito a cães e gatos no Distrito Federal. De janeiro a julho deste ano, o hospital prestou cerca de 10 mil atendimentos, beneficiando aproximadamente 5,6 mil tutores. Hospital é referência no atendimento de animais domésticos e no apoio a tutores em situação de vulnerabilidade | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Vinculado à Secretaria Extraordinária de Proteção Animal (Sepan), do Governo do Distrito Federal (GDF), o serviço oferece consultas, internações, cirurgias e exames, além de desempenhar um papel social importante no combate ao abandono e no apoio a tutores em situação de vulnerabilidade. A diretora do Hvep, Lindiene Samayana, observou um aumento na procura: “Esse crescimento é vantajoso, porque acabamos levando educação e atendimento ao público. Mesmo tendo anos de funcionamento, o Hvep ainda não é conhecido por muitos tutores. Nesse primeiro semestre, foi praticamente o dobro de atendimentos que costumamos registrar”. Serviços oferecidos também estão disponíveis na unidade móvel do Hvep, em Água Quente Para ampliar o acesso, o Hvep mantém também uma unidade móvel, que desde 9 de junho atende no estacionamento da Administração Regional de Água Quente. No local são distribuídas dez senhas por dia, a partir das 8h, para consultas, triagem, vacinação, exames simples e orientações aos tutores. O serviço já passou por diversas regiões do DF, como Samambaia, Sobradinho, Riacho Fundo, Ceilândia, Sol Nascente e Estrutural. A unidade móvel não faz cirurgias ou exames de imagem - como raio-X e ultrassom. Para esses procedimentos, é necessário procurar a sede fixa em Taguatinga. “Ao longo dos anos, o hospital vem trazendo a importância da vacina, da castração, de passear com o cachorro na coleira”, afirmou a diretora do Hvep. “Hoje os tutores nos procuram para tirar dúvidas e realizar tratamentos básicos. Atualmente, o pet é mais que um bichinho no fundo do quintal: já faz parte da família, então o nosso objetivo é trazer essa qualidade de vida para o animal. Muitos tutores não conseguem chegar até nós por falta de transporte, mas a unidade móvel leva esse serviço onde o acesso é mais difícil.” Qualidade e confiança Francisco Ribeiro levou a cadelinha Chica para atendimento: “Acho que deveria haver mais hospitais como este, porque não só alivia o bolso, mas também a cabeça.” Entre os usuários, a confiança é um ponto comum. O operador de câmera Francisco Ribeiro, 51 anos, tutor da cachorra Chica, elogiou o serviço: “O atendimento aqui sempre foi ótimo. A Chica está com nódulos nas mamas e provavelmente fará cirurgia. Acho que deveria haver mais hospitais como este, porque não só alivia o bolso, mas também a cabeça. Antes, muita gente deixava o animal morrer, por falta de opção”. [LEIA_TAMBEM]Para o agente de segurança Alan Carlos Rodrigues, tutor da cadelinha Tracy, o trabalho do Hvep é indispensável. “Suspeitei de câncer de mama e a trouxe para cirurgia”, relatou. “Aqui explicam tudo para a gente e cuidam do pet com muito carinho. Eu já gastei mais de mil reais com exames na rede particular, mas o procedimento cirúrgico, que é o mais caro, será feito aqui. Isso ajuda muito”. A veterinária Marcella Uhdre, que atua no atendimento clínico-cirúrgico, reforça a importância da unidade: “Atendemos em média 150 animais por dia, muitos com casos graves, e temos todo o suporte de atendimento clínico, exames e o pós-operatório desses animais. A gente sabe que o custo do tratamento às vezes é muito alto para o tutor, e ter esse funcionamento público é importante para uma diminuição de pacientes doentes e abandonados na rua”. Serviço O Hvep funciona de segunda a sexta-feira e oferece atendimentos em clínica médica e cirúrgica, além de especialidades como cardiologia, oftalmologia, oncologia, ortopedia e dermatologia. A unidade fixa atende o DF e o Entorno, sem exigência de comprovação de baixa renda. O tutor pode ir presencialmente para a triagem, que funciona das 7h às 15h e atende por ordem de chegada, ou agendar online pelo site Agenda DF com vagas disponibilizadas diariamente, à meia-noite, no portal.
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GDF reduz fila de perícias médicas na Subsaúde, mas alerta para alto índice de não comparecimento
O tempo médio de espera para agendamento de perícias médicas no Governo do Distrito Federal (GDF) está atualmente em torno de 30 dias — um avanço significativo, resultado direto de uma série de medidas adotadas pela Subsecretaria de Segurança e Saúde no Trabalho (Subsaúde), da Secretaria de Economia (Seec-DF). Para homologação do atestado, é fundamental que o servidor compareça à perícia médica | Foto: Vinicius de Melo/Seec-DF No entanto, um novo desafio tem comprometido a eficiência do serviço: o não comparecimento dos servidores agendados, situação que já representa 30% do total de atendimentos previstos. "Quando o servidor marca e não vem, tira a vez de outro servidor e compromete o trabalho de toda uma equipe, da recepcionista ao médico perito”, adverte a subsecretária de Saúde, Luiza Carolina Barreiros. “Precisamos contar com mais colaboração por parte dos servidores. Queremos oferecer serviços melhores e mais eficientes.” [LEIA_TAMBEM]Comparecer à perícia médica agendada para homologação do atestado é uma obrigação funcional. Sem essa validação, o atestado particular não tem valor legal, e a ausência ao trabalho pode ser considerada injustificada. O documento só é aceito após homologação feita pela equipe médica. A subsecretária reforça: “Essa ausência não prejudica só o servidor que perde o agendamento - ela atrasa o atendimento de outros colegas e desorganiza toda a dinâmica da equipe. O nosso objetivo é garantir um serviço rápido e eficiente para todos, mas isso só é possível com a colaboração de quem agenda a perícia”. Os agendamentos de perícias médicas são feitos às segundas, quartas e sextas-feiras a partir das 16h, neste site. *Com informações da Secretaria de Economia
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Novas exposições priorizam pessoas cegas ou com baixa visão
O Governo do Distrito Federal (GDF) consolida seu compromisso com a inclusão cultural com duas exposições inovadoras, fomentadas pelo Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC), que priorizam a acessibilidade de pessoas cegas ou com baixa visão. As mostras O que nos toca, da artista Bety Alvarenga, e Sensibilità, de Claudia Bertolin, redefinem a experiência artística ao transformar o tato em protagonista e promover a democratização da arte. Em cartaz no JK Shopping a partir deste domingo (27) e no Venâncio Shopping em outubro, a mostra O que nos toca desafia o público a compreender as obras por meio do tato | Foto: Divulgação/Secec-DF O projeto “Sensibilità: uma experiência sensorial e inclusiva”, de Claudia Bertolin, percorre shoppings do DF entre julho e outubro. A exposição exibe obras criadas com a técnica de fusing (fusão de vidro e metal), além de peças produzidas por pessoas com deficiência visual em oficinas realizadas no Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV) e na Biblioteca Braille Dorina Nowill. Com curadoria de Bisser Nai, a mostra integra audiodescrição via QR Code, descrições em Braile, intérpretes de Libras e mediação tátil. A temporada, no JK Shopping (Taguatinga), vai deste domingo (27) até o dia 7 de setembro, seguindo para o Venâncio Shopping (Plano Piloto) de 1º a 29 de outubro, com visitação sempre das 10h às 22h. Sensibilità incorpora elementos que também tocam a audição, estimulando o diálogo multissensorial | Foto: Rafael Fernandes/Divulgação Já no período de 5 a 15 de agosto, a exposição O que nos toca estará em cartaz na galeria Espelho-d'Água (Câmara Legislativa do DF), convidando o público a sentir arte além da visão. São 15 obras táteis em 3D, elaboradas com a técnica de arte francesa, pela qual Bety Alvarenga recria ícones da arte como Michelangelo, Da Vinci, Frida Kahlo e Tarsila do Amaral em relevos de papel, tecidos e algodão. [LEIA_TAMBEM]A mostra oferece audiodescrição por auriculares, identificação em Braile e mediação especializada. Ambas as iniciativas reforçam o impacto social da arte inclusiva. Enquanto O que nos toca propõe uma imersão empática - desafiando videntes a explorar obras de olhos vendados -, Sensibilità amplia o diálogo multissensorial, incorporando audição. Os projetos, viabilizados pelo FAC, destacam-se não apenas pela acessibilidade, mas pela construção de pontes entre diferentes formas de perceber o mundo. Para o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, essas exposições representam o que há de mais potente na política cultural do DF: arte feita para todos, com sensibilidade, inovação e inclusão. “Ao apoiar projetos dessa natureza, o FAC reafirma nosso compromisso com a acessibilidade e com uma cultura verdadeiramente democrática, que acolhe e transforma”, afirma. Serviço Mostra Sensibilità: uma experiência sensorial e inclusiva → JK Shopping (Taguatinga) de domingo (27) a 7 de setembro, e no Venâncio Shopping (Plano Piloto) de 1º a 29 de outubro. → Visitação: das 10h às 22h Mostra O que nos toca → Galeria Espelho-d'Água (Câmara Legislativa do DF), de 5 a 15 de agosto → Agendamentos para grupos: (61) 98157-4141 ou (61) 98123-0490 (WhatsApp). → Entrada franca e classificação indicativa livre em todas as exposições. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa
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Programa ‘O câncer não espera. O GDF também não’ já atendeu mais de 160 pacientes
O programa “O câncer não espera. O GDF também não” já apresenta avanços concretos no atendimento a pacientes com câncer no Distrito Federal. Desde o dia 5 deste mês, quando a iniciativa foi implementada, mais de 160 pacientes já foram atendidos. A expectativa é garantir mais de 1,3 mil novos tratamentos oncológicos em todo o Distrito Federal (DF) em três meses, contribuindo para a regularização do fluxo em toda a rede. Dentre os pacientes atendidos desde a implementação do programa, 87 tiveram consultas marcadas | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde Foram 161 pacientes atendidos. Desse total, 87 tiveram consultas marcadas com oncologistas. A Secretaria de Saúde (SES-DF) reforça a importância de os usuários manterem os cadastros atualizados nas unidades básicas de saúde (UBSs) de referência e atenderem as ligações para não perder a oportunidade de agendamento. “Com o desenho da linha de cuidado e algumas ações internas, conseguimos, antes mesmo da implementação do programa, reduzir de forma significativa a fila e o tempo de espera”, afirma o secretário de Saúde, Juracy Lacerda. “A expectativa é muito grande para que em três meses nós tenhamos praticamente uma fila basal.” A ampliação do acesso está sendo possível devido à reestruturação da linha de cuidado da rede pública. No âmbito interno, as principais ações foram a criação de uma fila única para pacientes oncológicos, a ampliação para dois turnos de atendimento em radioterapia, o aumento de 50% das vagas de radioterapia e a ampliação de consultas. *Com informações da Secretaria de Saúde
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