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Abastecimento de água em Santa Luzia, na Estrutural, é reforçado

A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) vem executando novas ações de reforço no abastecimento de água potável no bairro Santa Luzia, na Estrutural. Antes mesmo da chegada das chuvas, um segundo chafariz foi instalado na comunidade. O número de viagens dos caminhões-pipa também aumentou, abastecendo os dois reservatórios, além de três creches e um projeto social da Universidade de Brasília (UnB) na comunidade. Com esse reforço, a média de abastecimento subiu de 350 mil litros de água por semana para 525 mil litros, beneficiando as 4.200 famílias que vivem no local. Um segundo chafariz foi instalado no bairro Santa Luzia, localizado na Estrutural; o número de viagens de caminhões-pipa que abastecem a comunidade também aumentou | Foto: Marco Peixoto/Caesb O abastecimento de água da comunidade foi prejudicado pela seca prolongada, que elevou o consumo e provocou o crescimento das ligações clandestinas de água, que, por sua vez, elevaram o desperdício. Com as medidas de reforço e a chegada das chuvas, a tendência é que o consumo se estabilize e o volume de água entregue pela companhia semanalmente atenda plenamente o bairro. Benefícios a caminho Serão investidos R$ 85 milhões do PAC; o projeto prevê a instalação de uma rede de abastecimento de água com 46.500 metros, abrangendo toda a área ocupada pela comunidade Localizado nas imediações do Parque Nacional de Brasília, o bairro de Santa Luzia é uma Área de Relevante Interesse Social (Aris) em processo de regularização. Essa condição permite ao Governo do Distrito Federal (GDF) instalar infraestrutura no bairro, como rede de água, esgoto e energia elétrica, além de sistemas de drenagem e de coleta de lixo. A Caesb, seguindo orientação do governador Ibaneis Rocha, coordenou um grupo de trabalho para propor obras e serviços conjuntos na região. O trabalho resultou no projeto Saneamento Integrado do Bairro Santa Luzia, aprovado no novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC Seleção). A obra tem previsão para ser licitada no início de 2025. Serão investidos R$ 85 milhões do PAC; o projeto prevê a instalação de uma rede de abastecimento de água com 46.500 metros, abrangendo toda a área ocupada pela comunidade. Além disso, a rede coletora de esgoto contará com 35.000 metros e duas estações elevatórias, que direcionarão o material coletado para a Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) Norte de Brasília, contribuindo para evitar a contaminação dos mananciais do Parque Nacional. Para as obras de urbanização, o projeto prevê a implantação de 5.000 metros de galerias de águas pluviais, além de bacias de absorção, pavimentação asfáltica e intertravada nas vias do bairro. Todas as etapas de execução do projeto serão acompanhadas por ações sociais e de educação sanitária e ambiental, com a participação de diversos órgãos do GDF. *Com informações da Caesb

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Paixão de Cristo no Morro da Capelinha terá fornecimento de 26 mil litros de água

O público que for prestigiar a Via Sacra no Morro da Capelinha, em Planaltina, na sexta-feira (29), poderá contar com o fornecimento de água potável no local. A Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) irá disponibilizar um total de 26 mil litros de água para garantir a hidratação de cerca de 150 mil pessoas esperadas no evento. No total, serão utilizadas cinco unidades móveis, sendo dois caminhões com caixas d’água de cinco mil litros cada e três veículos de menor porte, com caixas d’água de 500 litros cada. Um caminhão-pipa com 10 mil litros ficará no local para reabastecer as caixas d’água | Foto: Cristiano Carvalho/Ascom Caesb A estrutura da companhia no Morro da Capelinha terá vários pontos de distribuição em todo o percurso do espetáculo, desde o acesso ao local, pela DF-230, passando pelo portal de entrada até o último ato. No total, serão utilizadas cinco unidades móveis, sendo dois caminhões com caixas d’água de cinco mil litros cada e três veículos de menor porte, com caixas d’água de 500 litros cada. Um caminhão-pipa com 10 mil litros ficará no local para reabastecer as caixas d’água. Ao longo do trajeto serão instalados três pontos fixos, cada um deles com uma caixa d’água de 500 litros para apoio aos atores e integrantes da produção do evento. As tendas destinadas para atendimento das equipes de profissionais de saúde também contarão com mais dois pontos fixos. A companhia fará o abastecimento das baias de hidratação destinadas aos cavalos utilizados em cena. As equipes em serviço do Governo do Distrito Federal (GDF) terão o atendimento de unidades móveis dispostas em pontos estratégicos. Para reforço da hidratação dessas equipes e autoridades, serão destinados cerca de três mil copos de 200 ml com água potável tratada envasada pela Caesb. Um total de 15 colaboradores da companhia estará à disposição para garantir a eficácia da oferta de água no local, do início da manhã até o término do evento. A Caesb sugere que cada um leve a própria garrafa de água para reduzir o lixo produzido e manter o espaço livre de copos e garrafas plásticas descartáveis. Desde o dia 25 de fevereiro, a Caesb vinha fornecendo água potável para a hidratação de cerca de dois mil atores e figurantes que participaram dos ensaios prévios ao espetáculo, na Sexta-feira da Paixão. Os atendimentos ocorreram aos domingos em atenção à solicitação do Grupo da Via Sacra de Planaltina. *Com informações da Caesb

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Obra do aterro no Túnel de Taguatinga usa seis veículos diferentes

O nome lembra um famoso desenho infantil. Mas serve para carinhosamente apelidar a frota que atua no aterro do boulevard do Túnel de Taguatinga. A Patrulha da Terraplanagem é composta por seis tipos diferentes de veículos: escavadeira, caminhão, motoniveladora, trator, caminhão pipa e rolo compactador. Cada etapa do processo usa um equipamento diferente. “A escavadeira e o caminhão, por exemplo, levam a terra até o local que será terraplanado”, ensina José Alfredo Aguiar, um dos engenheiros civis que atuam na construção do túnel. “Nesta obra, usamos o material retirado da própria escavação. A prática gera bastante economia, mas exige alguns cuidados – a terra vem repleta de rochas que precisam ser catadas para não atrapalharem a compactação.” A Patrulha da Terraplanagem é composta por escavadeira, caminhão, motoniveladora, trator, caminhão pipa e rolo compactador | Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília O caminhão pipa entra em ação na fase de tratamento do solo. Aguiar explica que fazer um aterro é como seguir uma receita de bolo. “Se o solo está muito seco, é preciso molhar. Se está muito úmido, é preciso ‘abrir’ a terra para que ela possa secar”, comenta o engenheiro. “Testamos em laboratório o ponto de umidade ideal para que o solo seja compactado com perfeição. E reproduzimos essa condição no local da obra”, informa. Último veículo usado na terraplanagem, o rolo compactador comprime a terra para que o solo fique mais resistente e firme. O piso do boulevard deve ganhar aproximadamente 1,5 metros de altura ao final do aterro. O processo está em execução no trecho que vai da Avenida Samdu até a Avenida Comercial.

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