Unidades de conservação ganham novos postos de coleta de resíduos eletrônicos
O Instituto Brasília Ambiental, por meio da Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P), está ampliando a quantidade de pontos de entrega voluntária (PEVs) para descarte de resíduos eletrônicos dentro das unidades de conservação (UCs) administradas pela autarquia. Agora, além dos seis locais já existentes, a sede do instituto, localizada na 511 Norte, e os parques ecológicos da Asa Sul e Olhos d’Água, na Asa Norte, também estão aptos a receber materiais como pilhas, carregadores, celulares, baterias, computadores, tablets, estabilizadores, fax, impressoras, HDs, televisores e aparelhos de micro-ondas, entre outros. “O objetivo do instituto, com a participação no programa Reciclotech, é incentivar o descarte consciente desses resíduos para evitar problemas ambientais, pois boa parte desses materiais contém substâncias tóxicas capazes de contaminar o solo e a água”, afirma o presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A iniciativa é fruto da parceria entre o Brasília Ambiental e a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF (Secti), por meio do programa Reciclotech. Este projeto trata do sistema de logística reversa do DF com parcerias junto a instituições da sociedade civil, como o Programando o Futuro, que faz a gestão destes resíduos. O Reciclotech executa, entre outras atividades, a criação e a implantação de locais estratégicos para a instalação dos pontos de coleta, incentivando a logística e o recolhimento destes materiais e dando a eles a destinação correta. Também propicia toda uma cadeia que envolve renda, além da capacitação de jovens e adultos na área da tecnologia. “É um serviço importantíssimo, para que os eletrônicos não virem lixos contaminantes descartados de forma incorreta, e sim resíduos triados e colocados de volta dentro da cadeia produtiva, entendendo que lixo é tudo o que não tem a correta destinação” Webert Oliveira, coordenador da A3P “O objetivo do instituto, com a participação no programa Reciclotech, é incentivar o descarte consciente desses resíduos para evitar problemas ambientais, pois boa parte desses materiais contém substâncias tóxicas capazes de contaminar o solo e a água”, explicou o presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer. Os parques ecológicos que já disponibilizam para a população pontos de coleta para o recebimento de resíduos eletrônicos são Três Meninas (Samambaia), Areal (Arniqueira), Veredinha (Brazlândia), Jequitibás (Sobradinho), Sucupira (Planaltina) e Paranoá. Os PEVs medem cerca de 1,5 m de altura por 1,12 m de largura e são confeccionados em estrutura de ferro, tendo também outros modelos confeccionados de materiais reciclados. Segundo o coordenador da A3P da autarquia ambiental, Webert Oliveira, a meta é ampliar os pontos de coleta para os demais parques administrados pelo Instituto. “A intenção é ter os pontos de coleta da logística reversa em todos os parques aptos a receber esse serviço. É um serviço importantíssimo, para que os eletrônicos não virem lixos contaminantes descartados de forma incorreta, e sim resíduos triados e colocados de volta dentro da cadeia produtiva, entendendo que lixo é tudo o que não tem a correta destinação. A nossa verdadeira busca é dar a destinação correta a esses resíduos”, concluiu. A comissão permanente da A3P no instituto foi implantada no ano de 2012, com a Instrução n° 135. O grupo lidera campanhas de sensibilização para a mudança de hábitos no cotidiano, por meio do uso consciente dos recursos naturais e economia, além do foco em capacitações e na qualidade de vida no trabalho. *Com informações do Brasília Ambiental
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Cooperação Técnica da UnB vai ajudar unidades de conservação do DF
O Instituto Brasília Ambiental e a Universidade de Brasília (UnB) celebraram Acordo de Cooperação Técnica (ACT) para a elaboração dos estudos que vão subsidiar a criação de unidades de conservação (UCs) e a elaboração ou revisão de Planos de Manejo das UCs distritais. A primeira unidade contemplada é o Parque Distrital dos Pequizeiros, localizada em Planaltina. Alunos da UnB em visita ao Parque Distrital dos Pequizeiros | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental De acordo com o presidente do Instituto, Rôney Nemer, trata-se de uma iniciativa de aproximação da Universidade com o instituto, “a fim de promover o compartilhamento de conhecimentos científicos e tecnológicos e a capacitação dos discentes.” A analista de atividades de meio ambiente, Danielle Lopes, esclarece que a cooperação interinstitucional envolve visitas de alunos às UC’s, geridas pelo Brasília Ambiental, para a execução de projetos de pesquisa e extensão universitária. Nessas visitas, além da disponibilização do espaço de pesquisa, o Instituto entra com a infraestrutura de transporte no deslocamento dos pesquisadores às UC’s. Os pesquisadores são alunos de graduação do Departamento de Geografia e professores de diversos departamentos, institutos e centros da UnB. “As visitas técnicas são feitas para obtenção de dados dos meios físico, biótico e socioeconômico”, completou Danielle Lopes. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Plano de manejo Os dados e informações, resultantes das pesquisas, serão entregues ao Brasília Ambiental sob a forma de relatórios técnicos, contendo o diagnóstico socioambiental das UCs, proposição de zoneamento ambiental e de programas de manejo. Segundo o Sistema Nacional de unidades de Conservação (SNUC), o Plano de manejo é o principal instrumento de gestão das unidades de conservação, no qual constam a caracterização da unidade, o zoneamento com as respectivas normas e os programas de gestão. O plano deve abranger a área da UC, sua zona de amortecimento e os corredores ecológicos, incluindo medidas com o fim de promover sua integração à vida econômica e social das comunidades vizinhas. *Com informações do Brasília Ambiental
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