Estudantes de engenharia visitam obras do Aldeias do Cerrado e conhecem de perto os diferenciais de um bairro planejado
Alunos do primeiro semestre do curso de engenharia civil da Universidade de Brasília (UnB) participaram, na tarde da última sexta-feira (4), de uma visita técnica ao Aldeias do Cerrado, novo empreendimento da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), em obras na região do Jardim Botânico. A atividade integrou o cronograma de uma aula especial sobre obras públicas, ministrada no início da semana, que contou com a presença do diretor técnico da Terracap, Hamilton Lourenço Filho. Acompanhados por representantes da Terracap, estudantes de engenharia puderam complementar ensinamentos com observações da prática profissional | Foto: Divulgação/Terracap Durante a visita, os estudantes puderam ver de perto o andamento da infraestrutura do projeto, que contempla obras de pavimentação, drenagem, rede elétrica, muros, portarias e áreas de lazer. Nos primeiros condomínios em obras — os residenciais dos Jacarandás e das Sucupiras —, estão sendo implantados campo de futebol, quadra de tênis e quadra esportiva, além de guarita, espaço gourmet, salão de festas, quiosque com churrasqueira e salão de jogos e academia. Os alunos também aproveitaram a oportunidade para tirar dúvidas técnicas sobre as soluções adotadas no canteiro de obras. Questionaram engenheiros e técnicos sobre a metodologia construtiva utilizada, a escolha dos maquinários, o uso de água no processo de compactação da terraplanagem, a aplicação do piso intertravado e os detalhes do sistema de drenagem. A interação permitiu que compreendessem, na prática, a importância de cada etapa na qualidade e durabilidade da infraestrutura urbana. Desenvolvimento urbano “Quando os alunos enxergam a complexidade de uma obra no campo, compreendem com mais clareza os desafios e a responsabilidade técnica envolvida”, afirmou Lourenço Filho. “Além disso, é uma oportunidade de apresentar o papel da Terracap no desenvolvimento urbano do DF e como cada etapa da obra é pensada para garantir qualidade de vida e sustentabilidade à população.” [LEIA_TAMBEM]Localizado em uma das áreas de maior potencial de expansão urbana de Brasília, o Aldeias do Cerrado foi concebido para oferecer qualidade de vida, integração com a natureza e segurança. O acesso é facilitado pelas rodovias BR-251 e DF-140, a poucos minutos da ponte JK e do Lago Sul. O projeto prevê 15 quadras residenciais com mais de 4.300 lotes voltados para habitações unifamiliares de baixa densidade, além de áreas comerciais e espaços reservados para equipamentos públicos. Os primeiros residenciais lançados contam com lotes amplos, variando entre 420 m² e 656 m², e são ofertados por meio de licitação pública. O cronograma das obras segue dentro do previsto, pontua o diretor técnico da Terracap: “Estamos com um ritmo forte de execução, respeitando todas as etapas técnicas”. A visita despertou o interesse dos estudantes pelo impacto prático da profissão. “É muito bom adquirir essas experiências logo no começo”, disse Thiago Naves, calouro da UnB. "A gente estuda teoria, mas ver como tudo funciona de verdade faz toda a diferença. Estou conhecendo um futuro que pode ser o meu”. A estudante Sarah Cristina Novaes reforçou: “Ter esse contato com a obra logo no início do curso é muito motivador. A gente começa a entender a importância do que está estudando e ganha mais vontade de seguir em frente”. *Com informações da Terracap
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Inaugurado o Centro da Juventude de Samambaia Sul
Ana Vitória Venceslau, de 16 anos, quer estudar medicina e ingressar na Polícia Militar. Mateus Alves, de 19 anos, se prepara para fazer o curso de engenharia. Em comum na vida dos dois jovens está o ingresso em cursos profissionalizantes no Centro de Juventude de Samambaia Sul, inaugurado na tarde desta segunda-feira (21). Antes mesmo da abertura oficial, o equipamento já contava com filas de jovens que, da mesma forma que Ana e Mateus, encontraram ali um caminho para realizar os seus sonhos. O Centro da Juventude de Samambaia Sul será administrado pela Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (Adra), por meio de parceria com o GDF | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Além do Centro da Juventude de Samambaia Sul, já existem outros três, em Samambaia Norte, Estrutural e Ceilândia. Na próxima quinta-feira (24) será inaugurada a unidade do Recanto das Emas. Os centros atendem jovens de 15 a 29 anos e a manutenção de cada um custa R$ 600 mil por ano. [Olho texto=”“Esses centros da juventude têm proporcionado aos jovens do DF uma convivência diferenciada, assim como acolhimento, treinamento e capacitação” – Luana Machado, secretária da Juventude” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] “Esses centros da juventude têm proporcionado aos jovens do Distrito Federal uma convivência diferenciada, assim como acolhimento, treinamento e capacitação. Hoje, mais de dez mil jovens são atendidos nos três centros já existentes”, disse a secretária da Juventude, Luana Machado. Embora não esteja prevista no momento, a construção de mais um centro da juventude, a secretária Luana Machado disse que a meta é ter unidades em todas as regiões administrativas do DF. “Estou matriculada nos cursos de informática e design de sobrancelhas. Espero que eles me ajudem a chegar aonde quero, que é passar no concurso da Polícia Militar e cursar medicina”, explicou Ana Vitória. Também há quem já tenha passado por um centro e o considere fundamental em sua vida, como é o caso de Leonardo Alves Gomes, de 23 anos. Em 2020 ele ingressou no curso de teatro no Centro da Juventude de Ceilândia. Mateus Alves matriculou-se no curso de barbeiro e na oficina de jiu-jitsu. “Quero estudar engenharia. O curso de barbeiro servirá para que eu possa ter uma fonte de renda até a formatura” “Graças ao isso eu hoje faço parte do elenco profissional de uma peça de teatro. O centro da juventude teve extrema importância na minha vida”, conta Leonardo, que atualmente também trabalha como assistente administrativo no centro onde estudou. “A importância dessa política pública na vida dos jovens é absurda”, afirma ele. [Olho texto=”“Mais do que cursos profissionalizantes, os centros da juventude devem funcionar como centros de convivência, um lugar de acolhimento” – Jeconias Neto, diretor regional da Adra ” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Mateus Alves matriculou-se no curso de barbeiro e na oficina de jiu-jitsu. “Quero estudar engenharia. O curso de barbeiro servirá para que eu possa ter uma fonte de renda até a formatura”, disse o estudante. O novo centro, localizado na Quadra 313 de Samambaia Sul, tem capacidade para acolher mil jovens de forma direta, cujo atendimento é permanente, e 3 mil indiretos, que são familiares ou usuários esporádicos. Os jovens cadastrados contam com atendimento de psicólogo e assistente social, além de palestras, bate-papos e espaço para lazer. Entre os mil jovens cadastrados, 100 podem fazer cursos profissionalizantes nas áreas de empregabilidade e profissões do futuro, economia doméstica, depilação, design de sobrancelhas, cabeleireiro, informática e marketing digital. Também estão disponíveis as oficinas de futsal, jiu-jitsu, ginástica funcional e massoterapia. O Centro da Juventude de Samambaia Sul será administrado pela Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (Adra), por meio de parceria com o Governo do Distrito Federal (GDF). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] O diretor regional da Adra, Jeconias Neto, disse que a entidade ficará responsável pela gestão dos centros de Samambaia Sul e do Recanto das Emas. Uma emenda no valor de R$ 1,2 milhão do deputado Rodrigo Delmasso foi destinada à manutenção dos dois equipamentos. “Mais do que cursos profissionalizantes, os centros da juventude devem funcionar como centros de convivência, um lugar de acolhimento. Os bate-papos, por exemplo, são muito importantes para os jovens que nos procuram”, avaliou Jeconias.
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