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Obras de drenagem na Descida do Mirante, em Arniqueira, entram na fase final

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. As obras de drenagem na região conhecida como Descida do Mirante, no Setor Habitacional Arniqueira (SHA), Conjunto 5, entraram na fase final com a implantação e interligação das bocas de lobo à nova galeria de águas pluviais, além da instalação de cerca de mil metros de meio-fio e da construção de 300 metros de calçadas. A intervenção, realizada pela Administração Regional de Arniqueira em parceria com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), busca solucionar um antigo problema provocado pelo grande volume e pela força das águas das chuvas que descem pelo local. Entre janeiro e agosto deste ano, foram implantados aproximadamente 600 metros de galeria subterrânea de águas pluviais, a partir das proximidades do Condomínio JK, seguindo pela Descida do Mirante. Para a execução da rede, foi necessário abrir a pista e retirar o pavimento existente. Após a conclusão dos serviços de drenagem, toda a extensão afetada pela intervenção recebeu nova pavimentação asfáltica. Agora, os trabalhos avançam para a etapa final, que inclui a ligação das bocas de lobo à galeria, a instalação de meio-fio nas laterais da via e a construção de mais de 300 metros de calçadas. Entre janeiro e agosto deste ano, foram implantados aproximadamente 600 metros de galeria subterrânea de águas pluviais | Fotos: Divulgação/Administração Regional de Arniqueira Ao todo, serão instalados aproximadamente mil metros lineares de meio-fio, sendo cerca de 500 metros em cada lado da pista. Além de delimitar a área entre a via e as calçadas, o meio-fio contribui para direcionar o escoamento das águas para as estruturas de captação, ajudando a reduzir o impacto das enxurradas sobre o pavimento, as calçadas e os acessos às residências. Para o administrador regional de Arniqueira, Wilson Valente, a conclusão da intervenção representa um avanço importante na infraestrutura urbana da região, especialmente diante da proximidade do período chuvoso no Distrito Federal. “Estamos concluindo uma obra muito importante para os moradores dessa região. Foram implantados 600 metros de galeria em um ponto onde, historicamente, a força das águas provocava muitos transtornos. Agora, estamos complementando esse trabalho com as bocas de lobo, a instalação do meio-fio e a construção de mais calçadas. Nosso objetivo é deixar todo esse sistema preparado para receber as águas das chuvas, proporcionando mais segurança e qualidade de vida para quem mora ou circula pelo local”, destaca o administrador. Um problema antigo A topografia acentuadamente íngreme da Descida do Mirante favorece a concentração e o aumento da velocidade das águas provenientes das partes mais altas do Setor Habitacional Arniqueira e também do Areal. Durante anos, nos períodos de chuvas mais intensas, as enxurradas provocaram danos ao pavimento, às calçadas, aos acessos e aos muros, além de dificultarem a circulação de pedestres e veículos. Moradores e comerciantes da região acompanham de perto os problemas provocados pelas chuvas e destacam as mudanças proporcionadas pela intervenção. Morador do setor há 12 anos, João Paulo Lourenço de Melo lembra das dificuldades enfrentadas durante os períodos de chuva. “Quando chovia forte, era praticamente impossível caminhar por aqui. A água descia com muita velocidade e tomava conta da rua e das laterais. As calçadas já estavam destruídas em vários pontos. Agora, com a galeria de águas pluviais, o novo asfalto, as bocas de lobo e o meio-fio, a situação mudou completamente. O lugar ficou muito bonito e, principalmente, muito melhor para quem mora e caminha aqui”, relata. Após a conclusão dos serviços de drenagem, toda a extensão afetada pela intervenção recebeu nova pavimentação asfáltica Joaquim Teodoro de Paula, morador há 13 anos, também acompanhou os problemas enfrentados na Descida do Mirante e recorda os prejuízos causados pelas enxurradas. “O volume de água que descia aqui era muito grande. A enxurrada passava pelas calçadas e arrancava praticamente tudo que encontrava pela frente. Tivemos até situações de muros atingidos e derrubados pela força da água. Era um problema muito sério. Com a implantação da galeria de águas pluviais e todas essas melhorias, acredito que a situação vai mudar muito por aqui”, afirma. A comerciante Rayane Alves Sousa, moradora da região há 12 anos, destaca as dificuldades de circulação durante as chuvas mais fortes. “No período chuvoso, isso aqui virava um verdadeiro caos. Quando vinha uma chuva forte, ninguém conseguia passar. Era impossível caminhar e até mesmo passar de carro, porque o volume e a velocidade da água eram muito grandes. Hoje, a gente vê outra realidade. Com essa obra, o local ficou muito melhor e mais seguro”, comemora. Infraestrutura para o período chuvoso Além de atender diretamente os moradores da Descida do Mirante, o novo sistema de drenagem deverá contribuir para controlar o fluxo das águas que descem das partes mais altas do Setor Habitacional Arniqueira em direção às áreas mais baixas da região, inclusive no sentido do Park Way, quadra 5. Segundo o administrador regional, a intervenção vai além da recuperação da superfície da via e atua diretamente na infraestrutura de drenagem. “Quem conhece a Descida do Mirante sabe a dimensão do problema que existia aqui. Não estamos falando apenas de asfalto novo ou calçadas. A galeria é uma obra de infraestrutura que fica debaixo da terra; ninguém vê, mas que tem enorme importância para a população. Estamos trabalhando para que a água seja captada e conduzida adequadamente para o córrego das proximidades”, ressalta Wilson Valente. A obra integra um conjunto de intervenções em sete áreas consideradas críticas de Arniqueira, voltadas à melhoria da infraestrutura urbana e à solução de problemas históricos provocados pelo forte escoamento das águas durante o período chuvoso. *Com informações da Administração Regional de Arniqueira  

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GDF na Sua Porta: Guará recebe R$ 19,5 milhões em obras de infraestrutura, saneamento e lazer

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A governadora Celina Leão assinou, nesta segunda-feira (31/8), 20 ordens de serviço que somam cerca de R$ 19,5 milhões para obras e serviços no Guará. O conjunto inclui a recuperação de cerca de 6,3 km de vias em 13 localidades, 3,5 km de calçadas, redes de água e esgoto, seis quadras poliesportivas, parquinhos, pontos de encontro comunitário (PECs), estacionamentos, drenagem e iluminação pública. As autorizações marcaram a 15ª edição do GDF na Sua Porta. A chefe do Executivo destacou que o programa reúne demandas do cotidiano identificadas nas regiões administrativas. “Tem coisas que, às vezes, parecem pequenas, mas são muito importantes para quem tem aquele problema diariamente — uma calçada quebrada, um asfalto ruim, um parquinho quebrado, um PEC quebrado”, afirmou. Segundo Celina, a assinatura das ordens abre uma etapa de execução e acompanhamento que pode se estender por três a quatro meses, de acordo com o tipo de serviço. “O mais importante no GDF na Sua Porta é que a gente dá todas as ordens de serviço no mesmo dia e acompanha e fiscaliza obra por obra”, disse. Celina Leão: "O mais importante no GDF na Sua Porta é que a gente dá todas as ordens de serviço no mesmo dia e acompanha e fiscaliza obra por obra" | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A maior parcela dos recursos, R$ 6,6 milhões, será destinada à recuperação do pavimento. Os serviços alcançam 13 pontos do Guará, Guará II, Guará Park e Bernardo Sayão, além de um trecho da Avenida Contorno, próximo à Feira do Guará. O trabalho prevê fresagem, técnica que retira a camada deteriorada antes da aplicação do novo asfalto. Esporte e lazer Seis quadras poliesportivas passarão por reforma, com investimento de R$ 2,31 milhões. Os espaços ficam no Guará, Guará II e Lucio Costa. Os PECs receberão R$ 740 mil. Cinco unidades passarão por manutenção e quatro novos espaços serão instalados. Entre os locais atendidos estão QI 4, QE 17, QE 34/36, QE 32 e QI 1. Uma das novas unidades, na QI 9, será destinada ao público idoso. O pacote prevê três novos parquinhos — na Rua 20 do Polo de Moda, no Lucio Costa e na QE 1—, além de manutenção em seis espaços já existentes. Também estão programados serviços nos alambrados e nas áreas dos brinquedos e a reposição de cerca de 280 toneladas de areia. Essa frente soma R$ 1,62 milhão. “Essa é a maior reivindicação da cidade. Onde a gente passa, o povo pergunta: ‘E o parquinho, Artur?’" Artur Nogueira, administrador regional do Guará Durante a apresentação, Celina Leão explicou que os novos modelos substituem as antigas estruturas de ferro por equipamentos feitos com madeira plástica. O administrador regional do Guará, Artur Nogueira, afirmou que a conservação dos parquinhos está entre os pedidos mais frequentes dos moradores. “Essa é a maior reivindicação da cidade. Onde a gente passa, o povo pergunta: ‘E o parquinho, Artur?’", relatou. Duas unidades do ParCão também integram as autorizações. Uma ficará no Lucio Costa e outra na EQ 19/21, ambas com cercamento e equipamentos. O investimento previsto é de R$ 240 mil. Calçadas e mobilidade As ordens destinam R$ 1,4 milhão à construção e recuperação de 3.535 metros de calçadas, distribuídos por nove pontos. Os trechos ficam em áreas como QE 1, QE 15, QI 6, QE/QI 18, QI 4 e QI 1. A governadora ressaltou que os serviços devem considerar a circulação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. “O que eu tenho pedido é que toda a nossa calçada seja feita com acessibilidade”, afirmou. Durante a apresentação, o administrador informou que uma das intervenções atenderá a região da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). O Guará II também ganhará três estacionamentos: na QE 44, conjuntos P e X; na QE 34, Conjunto H; e na QE 44, Conjunto C. O investimento soma R$ 850 mil. Outras nove intervenções abrangem redutores de velocidade em seis localidades — QE 44, QE 13, QE 19, EQ 15/17, Colônia Agrícola Águas Claras e QI 33. Saneamento R$ 4,2 milhões Valor das ordens de serviço assinadas voltadas para o esgotamento sanitário Quatro ordens de serviço são voltadas para o abastecimento de água e para o esgotamento sanitário. Juntas, somam R$ 4,2 milhões e devem atender 1.404 famílias, o equivalente a 4.634 moradores. Nas chácaras do Lucio Costa, duas etapas vão ampliar as redes e as ligações de água, com investimentos de R$ 1,9 milhão e R$ 1 milhão. O Residencial Ipê Amarelo, na Colônia Agrícola Águas Claras, receberá uma rede de esgoto, com R$ 203 mil destinados ao serviço. Outra obra, de R$ 1,1 milhão, abrange as chácaras 31, 32, 35 e 35B do Setor Habitacional Bernardo Sayão e prevê rebaixamento da tubulação, nova rede coletora e ligações de esgoto. Drenagem, iluminação e áreas públicas A drenagem urbana receberá R$ 1 milhão para serviços em 13 pontos. A programação inclui desobstrução e limpeza da rede, troca de tampas e grelhas e serviços em bocas de lobo e poços de visita. As ações abrangem locais como QI 12, QE 25, QE 19, Avenida Contorno, Iapi e EQ 15/17. Na iluminação pública, duas áreas esportivas receberão novos pontos do programa LedDáJogo: a quadra poliesportiva da QE 34 e o campo de futebol entre as QEs 19 e 21. Também estão previstos novos pontos de iluminação em frente ao Colégio Piaget, na QI 20, além de manutenção em cinco outros locais. O conjunto inclui, ainda, quatro pontos do programa De Cara Nova, serviços em praças, 145 ações de poda de árvores, recomposição de cerca de 5,5 mil metros quadrados de gramado e roçagem em diferentes áreas do Guará. Serviços durante a semana O GDF na Sua Porta permanece no Guará até sexta-feira (4/9), com equipes de diferentes órgãos concentradas na área em frente à administração regional. Além das obras autorizadas, a programação reúne serviços de limpeza e manutenção de áreas públicas e atendimentos à população. Entre eles estão 300 vagas para castração de animais. O agendamento pode ser feito de segunda a sexta-feira, a partir das 9h, na Administração Regional do Guará. Não é necessário levar o animal no momento do cadastro; o responsável recebe a orientação para encaminhá-lo posteriormente à clínica credenciada. Durante a agenda, foi informado que a rede destinada ao serviço passou de três para 19 clínicas credenciadas e conta agora com unidades mais próximas do Guará, em Vicente Pires. O programa 336 Número de ordens de serviço assinadas nas 15 primeiras edições do GDF na Sua Porta Criado em março deste ano, como primeiro ato oficial da governadora Celina Leão, o GDF na Sua Porta leva gabinetes móveis e serviços públicos às regiões administrativas. A iniciativa ouve os moradores, identifica prioridades locais e articula a atuação de órgãos e entidades para atender às demandas apresentadas. Com o Guará, o programa chega à 15ª edição. Ao todo, a governadora assinou 336 ordens de serviço para obras e manutenção da infraestrutura urbana, definidas a partir das demandas da população e do levantamento feito pelas administrações regionais. Ordens de serviço até o momento Itapoã: 17 Paranoá: 30 Riacho Fundo II: 31 Samambaia: 27 Colônia Agrícola 26 de Setembro: 9 Ceilândia: 35 Planaltina: 24 Plano Piloto: 21 São Sebastião: 17 Recanto das Emas: 15 Estrutural: 19 Sobradinho e Sobradinho II: 35 Sol Nascente/Pôr do Sol: 19 Taguatinga: 17 Guará: 20.  

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Projeto de saneamento integrado de R$ 92 milhões transforma a comunidade de Santa Luzia, na Estrutural

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A comunidade de Santa Luzia, na Estrutural, vive uma nova realidade impulsionada pelas obras de saneamento integrado do Governo do Distrito Federal (GDF). Conduzido pela Caesb, o projeto, iniciado em 2025, tem investimento de R$ 92 milhões e beneficia diretamente cerca de 20 mil moradores. As intervenções preveem a implantação de 27 quilômetros de redes de abastecimento de água, 33 quilômetros de esgoto e 10 quilômetros de drenagem, além de duas estações elevatórias e quatro bacias de detenção. A governadora Celina Leão visitou as obras do projeto nesta segunda-feira (27/7).  “São quase R$ 100 milhões só nessa etapa de saneamento, mas aqui, no total, serão quase R$ 300 milhões investidos”, destacou a chefe do Executivo, ao mencionar os demais projetos do GDF na região. “É trazer a oportunidade de regularização para mais de 5 mil famílias. É trazer dignidade para as pessoas que moram aqui. A região tem sido transformada. Estamos quase finalizando a iluminação pública. A parte de água é um pouco mais demorada, mas essa cidade toda está recebendo um olhar muito cuidadoso nosso, e essa é uma obra  de que a gente tem muito orgulho. Estou combinando com o secretário de Governo [Takane do Nascimento] e com o administrador [Wagner Rodrigues] para colocar câmeras do programa DF 360 aqui, para termos as multas virtuais para aqueles que ainda insistem em sujar a cidade. Estamos disponibilizando lixeiras em toda a área e fazendo a coleta de forma regular. É cultural, mas são poucas as pessoas que ainda insistem no descarte irregular, e os outros pagam o preço”, afirmou a governadora.  Celina Leão destacou o "olhar cuidadoso" que a comunidade de Santa Luzia tem recebido do GDF | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O avanço da infraestrutura já é visível nas vias locais. Sete ruas estão prontas e outras 19 recebem as etapas de drenagem, água e esgoto. Na Rua Modelo, os trabalhos foram concluídos com 160 metros de pavimentação, instalação de calçadas, rede de drenagem e 56 ligações domiciliares com hidrômetros. As próximas etapas contemplam as ruas 2, 3 e 4 da comunidade. Para respeitar a divisa com o parque ambiental da região, o calçamento intercala asfalto e bloquetes de concreto. Parceria social  Sete ruas estão prontas, e outras 19 recebem as etapas de drenagem, água e esgoto O pilar social do saneamento também ganha destaque por parte da Caesb. A companhia mantém equipes em campo para garantir que a população acompanhe as obras e recebam suporte contínuo. Em parceria com a empresa Diagonal Social, é oferecido gratuitamente o curso de encarregado de obras 1, no Centro de Atendimento ao Morador (CAM). As aulas ocorrem no período noturno, e o espaço conta com uma brinquedoteca para os filhos dos alunos. Para avançar aos próximos módulos, exige-se frequência mínima de 80%.  “A comunidade tem nos ajudado em 100% e se envolvido. A gente está dando cursos para a comunidade e eles recebem o nosso pessoal com o maior carinho. A comunidade está inserida na obra”, destacou o presidente da Caesb, Luís Antônio Almeida Reis, durante a visita.

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GDF abre licitação de R$ 22,6 milhões para ampliar infraestrutura no Sol Nascente e reforçar drenagem em Ceilândia

A Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) publicou aviso de licitação para contratação de empresa especializada na execução de obras de infraestrutura complementar no Trecho 3 do Sol Nascente, com intervenções também voltadas ao reforço do sistema de drenagem em Ceilândia. O investimento estimado é de R$ 22,7 milhões. Sol Nascente terá obras que, assim como as de Ceilândia, seguem as normas técnicas previstas pela ABNT e pelo Dnit | Foto:  Joel Rodrigues/Agência Brasília-DF “A iniciativa faz parte do conjunto de investimentos voltados à urbanização de uma das regiões mais populosas do Distrito Federal” Valter Casimiro, secretário de Obras e Infraestrutura O projeto contempla serviços essenciais para a consolidação da infraestrutura urbana, incluindo pavimentação, implantação de meios-fios, construção de calçadas, sinalização horizontal e execução de sistemas de drenagem com dispositivos dissipadores, seguindo normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). “Nosso objetivo é não deixar nenhuma rua do Sol Nascente sem infraestrutura de qualidade; além disso, vamos reforçar o sistema de drenagem de Ceilândia, que hoje está subdimensionado para atender as reais necessidades da população”, explica o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro. [LEIA_TAMBEM]O edital já se encontra disponível, exclusivamente nos portais oficiais do governo federal e da SODF. As propostas poderão ser enviadas a partir das 8h desta quinta-feira (23), sendo a abertura prevista para 29 de maio. “A iniciativa faz parte do conjunto de investimentos voltados à urbanização de uma das regiões mais populosas do Distrito Federal, com foco na melhoria da mobilidade, na prevenção de alagamentos e na promoção de mais qualidade de vida para os moradores”, enfatiza o titular da SODF.   *Com informações da Secretaria de Obras e Infraestrutura

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Cerca de 257 mil toneladas de resíduos já foram retiradas de galerias pluviais e bocas de lobo desde 2024

Diante do aumento das chuvas e dos recorrentes pontos de alagamento no Distrito Federal, as ações preventivas de limpeza e desobstrução da rede pluvial da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) têm sido fundamentais para viabilizar o escoamento adequado da água e reduzir transtornos à população. Desde janeiro de 2024, cerca de 257 mil toneladas de resíduos já foram retiradas de galerias, bocas de lobo e demais estruturas de drenagem em diversas regiões administrativas. O serviço é executado pela empresa Consórcio GNN Drenagem e integra um conjunto de medidas permanentes adotadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para preservar a infraestrutura urbana e aumentar a segurança em períodos de chuvas intensas. O contrato foi firmado pela Novacap, com investimento de R$ 57 milhões. As ações já alcançaram aproximadamente 1.864 quilômetros de redes e ramais, além de 23.102 bocas de lobo e 12.152 poços de visita. A limpeza é feita de forma mecanizada, com o uso de caminhões de hidrojateamento e sucção, além de equipamentos de videoinspeção, que permitem identificar obstruções e danos na tubulação. As ações preventivas de limpeza e desobstrução da rede pluvial são fundamentais para viabilizar o escoamento adequado da água e reduzir transtornos à população | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília O diretor de Obras da Novacap, André Vaz, explica que a manutenção do sistema de drenagem das cidades ocorre diariamente, com equipes da companhia e da empresa contratada distribuídas por todo o DF. No período chuvoso, as ações preventivas seguem em andamento, e a atenção aos pontos emergenciais, registrados pela população por meio dos canais de comunicação, é redobrada. “As atividades de manutenção e drenagem urbana são contínuas, porém assumem caráter prioritário nos períodos de maior intensidade pluviométrica”, esclarece o diretor. “Atualmente, as equipes operacionais estão atuando de forma intensificada, com o apoio de caminhões de hidrojateamento posicionados em pontos estratégicos, realizando a limpeza e desobstrução de galerias pluviais, com o objetivo de assegurar o adequado funcionamento do sistema de drenagem.” Murielle Mota, engenheira de operações: "Na seca, atuamos de forma preventiva, percorrendo as regiões administrativas. Já no período de chuvas, o foco é emergencial, principalmente em áreas mais críticas" Vaz destaca que a colaboração da população é indispensável para a eficiência do sistema. “Caso sejam identificados indícios de obstrução em dispositivos de drenagem, como bocas de lobo, ou acúmulo de água em vias públicas, orienta-se o registro junto à Administração 24 Horas, por meio do Portal do Cidadão. Essas informações permitem o direcionamento mais ágil e eficiente das equipes para os locais com maior criticidade”, orienta. [LEIA_TAMBEM]Atualmente, 18 maquinários estão em operação, entre caminhões-pipa e desobstruidores, distribuídos conforme cronograma da Novacap. A engenheira de operações do consórcio responsável pelo serviço, Murielle Mota, reforça que o trabalho é permanente e se adapta conforme o período do ano. “Na seca, atuamos de forma preventiva, percorrendo as regiões administrativas. Já no período de chuvas, o foco é emergencial, principalmente em áreas mais críticas. Muitas vezes, limpamos um local e, com a chuva seguinte, novos resíduos são carregados para a rede, exigindo retorno das equipes”, salienta. Nesta semana, as equipes trabalharam no estacionamento da Feira dos Importados de Taguatinga e na EQNP 11/7, em Ceilândia — áreas historicamente afetadas pelo acúmulo de água. Moradora de Ceilândia, a autônoma Cleusa Amaral, 35 anos, relata os impactos positivos do serviço. “Essa limpeza é boa para evitar problemas para nós. A água desce carregando muita sujeira, já alagou aqui várias vezes. É uma melhoria para nós, com certeza”, afirma. Cleusa Amaral, autônoma: "Essa limpeza é boa para evitar problemas para nós. A água desce carregando muita sujeira, já alagou aqui várias vezes" Como solicitar A limpeza e desobstrução de bocas de lobo e redes pluviais podem ser solicitadas pelo site Administração 24 Horas, pelo Participa DF ou presencialmente nas administrações regionais. A população pode demandar diversos serviços, como poda de árvores, recapeamento e recolhimento de inservíveis, além de registrar elogios, reclamações e questionamentos.

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GDF investiu R$ 7,4 milhões em recuperação de quase 10 mil km de estradas rurais nos últimos anos

Nos últimos anos, o Governo do Distrito Federal (GDF) intensificou as ações de manutenção e recuperação de estradas rurais. Entre 2019 e 2026, foram recuperados cerca de 9,5 mil quilômetros de vias em diferentes regiões do campo, com investimento superior a R$ 7,4 milhões. As intervenções buscaram aprimorar as condições de deslocamento, facilitar o escoamento da produção agrícola e ampliar a segurança nas áreas rurais. Secretarias, administrações regionais e outros órgãos importantes do GDF investem na manutenção das estradas rurais | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília As ações de manutenção das estradas rurais envolvem diversos órgãos do GDF, como as secretarias de Governo (Segov-DF) e de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), bem como o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), administrações regionais e a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). De acordo com o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, o trabalho é permanente e busca ampliar a infraestrutura definitiva em pontos estratégicos. “Em um período de muitas chuvas, naturalmente as estradas rurais sofrem muito”, aponta. “Cada vez que o governo entra com uma infraestrutura definitiva, amplia a economia, reduz o desperdício da produção e melhora a qualidade de vida das pessoas que vivem no campo”. Crescimento 1.700 km Total de estradas rurais do DF recuperadas em 2025 Os números mostram uma evolução gradual no volume de serviços ao longo dos anos. Em 2019, foram recuperados 1.144 quilômetros de estradas. A soma subiu para 1.320 km em 2020 e foi de 1.245 km em 2021. Em 2022, foram 1.054 km recuperados, incluindo 64 km dentro do programa Porteira para Dentro, voltado a vias internas das propriedades rurais. Em 2023, o total passou para 1.278 km, sendo 227 km pelo mesmo programa. O maior volume foi registrado em 2024, com 1.802 km de estradas coletivas recuperadas e 232 km dentro das propriedades. Já em 2025, foram 1.700 km recuperados, incluindo 248 km do Porteira para Dentro. Além da manutenção das vias, o GDF também executou obras de drenagem e estruturação das estradas rurais. Nos sete anos, foram construídos 2.350 peitos de pombo — estruturas que ajudam a direcionar a água da chuva —, além de 990 novos bolsões de drenagem e a recuperação de outros 115. Impacto real A comunidade rural do Distrito Federal reúne mais de 50 mil pessoas que vivem e trabalham no campo. De acordo com o secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do DF, Rafael Bueno, as estradas rurais são fundamentais para garantir a conexão entre os produtores e os centros de comercialização. “As estradas rurais são importantes canais de escoamento e interligação entre o produtor rural, a cidade e as escolas”, enfatiza Rafael Bueno. “Quando fazemos esse trabalho de manutenção, garantimos a trafegabilidade para que aquilo que foi produzido com tanto esforço chegue em perfeitas condições ao consumidor final.” O secretário lembra que o trabalho também contribui para o transporte escolar e para reduzir o tempo de deslocamento dos moradores da zona rural. Didárcio Barros, produtor rural em Água Quente, comemora a ação do GDF: “Eu gastava em torno de R$ 30 mil a R$ 40 mil nessa estrada, só para manter esses 800 metros de subida. Agora, quando a estrada precisa de reparo, o órgão público vem com as máquinas. Acabaram o sofrimento e o prejuízo” | Foto: Matheus Borges/Agência Brasília O resultado de todo esse investimento aparece na rotina de quem vive e trabalha no campo. Produtor rural na região de Água Quente, Didárcio Milhomens Barros, de 68 anos, relata que a melhoria das condições das vias reduziu prejuízos e facilitou a logística da produção de aves. “Com a estrada boa, o cliente vem e pega direto, sem problema. Agora está muito melhor para transitar”  Jurandi Silva, produtor do Incra 9 “A recuperação dessas estradas impacta muito, porque a infraestrutura para nós é essencial”, afirma. “Nessa granja, entra carreta o tempo todo; a cada 60 dias, entram 48 carretas só para pegar os frangos, fora os caminhões de ração que chegam todos os dias. Se não tiver estrada, a gente sofre, como estávamos sofrendo antes das intervenções.” Ele lembra que o período de chuvas provocava danos frequentes: “Eu gastava em torno de R$ 30 mil a R$ 40 mil nessa estrada, só para manter esses 800 metros de subida. Eram caminhões derrapando e atolando, daí a gente tinha que puxar com trator. Agora, quando a estrada precisa de reparo, o órgão público vem com as máquinas. Acabaram o sofrimento e o prejuízo”. Também produtor rural na região do Incra 9, Jurandi Barroso da Silva, 59, reforça a importância da recuperação das estradas para o escoamento da produção e o acesso de clientes às propriedades: “Quando a estrada está ruim, alguns clientes não vêm. A gente acaba perdendo venda ou tem que arrumar outro transporte para levar a mercadoria. Com a estrada boa, o cliente vem e pega direto, sem problema. Aqui passa ônibus escolar. Quando a estrada está ruim, ele atola e as crianças não conseguem ir para a escola. Agora está muito melhor para transitar”. Preservação ambiental [LEIA_TAMBEM]Além da manutenção tradicional, o GDF passou a adotar novas metodologias na recuperação das estradas. Entre elas está o uso de Resíduo da Construção Civil (RCC) e cascalho obtido com autorização ambiental, transformado em material de base para reforçar o solo das vias rurais. O coordenador da área rural do programa GDF Presente, William Lima da Silva, aponta que a prioridade é garantir vias seguras para moradores, estudantes e produtores. “Esse material ajuda a dar mais estabilidade para a estrada e melhorar a segurança viária”, avalia. “A prioridade é o caminho da escola, o escoamento da produção rural e o deslocamento dos moradores”. Na região de Água Quente, exemplifica ele, cerca de 10 a 15 quilômetros de vias receberam intervenções recentes. Outro ponto importante é o sistema de drenagem. Em vez de apenas nivelar o terreno, as equipes passaram a construir estruturas que direcionam a água da chuva para bolsões laterais. “Hoje há um trabalho para retirar essa água da estrada por meio de peitos de pombo e bolsões”, esclarece o secretário de Agricultura. “Essa água infiltra no solo, ajuda a recarregar o lençol freático e ainda aumenta o tempo entre uma manutenção e outra”. Caminho das Escolas Paralelamente à recuperação das estradas de terra, o GDF também investe na pavimentação de trechos estratégicos por meio do programa Caminho das Escolas. Entre 2019 e o início de 2026, foram recuperados ou pavimentados em torno de 52 quilômetros de vias, com investimento de cerca de R$ 69,7 milhões. “Quando pavimentamos uma via de terra, melhoramos o acesso de toda a comunidade escolar, diminuímos o tempo de deslocamento e proporcionamos mais segurança e qualidade de vida às crianças, pais e professores” Fauzi Nacfur Júnior, presidente do DER-DF O presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur Júnior, reforça que a iniciativa reflete diretamente no acesso dos estudantes às escolas. “O programa Caminho das Escolas é de suma importância por seu impacto social”, valoriza. “Quando pavimentamos uma via de terra, melhoramos o acesso de toda a comunidade escolar, diminuímos o tempo de deslocamento e proporcionamos mais segurança e qualidade de vida às crianças, pais e professores”, ressalta. Para o secretário-executivo da Seagri-DF, Pedro Paulo Gama, as ações vão além da mobilidade e têm papel estratégico no desenvolvimento do campo. “A correta manutenção das estradas rurais é muito importante na vida do produtor rural, não só para o trânsito das pessoas e transporte escolar, mas também para o escoamento da produção, evitando desperdício de mercadoria e prejuízos com veículos”, reforça. “A atuação conjunta entre os órgãos permite uma resposta mais ampla às demandas dos inúmeros núcleos rurais do DF”.  

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GDF conclui obras de infraestrutura no Núcleo Rural Sobradinho, no Itapoã, com investimento de R$ 32 milhões

Mais infraestrutura para os moradores do Núcleo Rural Sobradinho, no Itapoã. O governador Ibaneis Rocha participou, na manhã deste sábado (21), da cerimônia de entrega das obras de drenagem, pavimentação, construção de calçadas e acessibilidade na região. O investimento total foi de R$ 32 milhões. “As pessoas aqui viviam com o pé na lama, com o pé na poeira, não tinham tranquilidade, e nós fizemos todo o trabalho de asfalto, drenagem, ligamos todas as redes de esgoto e estamos fazendo essa avenida que vai se tornar a avenida principal do Itapoã”, afirmou Ibaneis Rocha. O Núcleo Rural Sobradinho, no Itapoã, passou por obras de drenagem, pavimentação e construção de calçadas, ganhando mais segurança e acessibilidade | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Ao todo, foram pavimentados 9,61 km de vias, além da recuperação de 1,87 km de pavimento após serviços de drenagem. Também foram executados 18,56 km de meios-fios, 4.136 m² de calçadas, 4,4 km de cordão para calçadas, 8.725 metros de rede de drenagem para captação de água da chuva e 123 bocas de lobo duplas, além do plantio de 14.580 m² de grama. Os serviços foram executados pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). “Essa obra tem uma função estratégica. A Avenida Brasil deslocou o centro da cidade para nós, passou a ser a avenida mais importante da nossa cidade. Então, aqui começou a construção desse fórum, tivemos essa praça, abrimos a rede de drenagem. Essas quadras não tinham infraestrutura nenhuma. Foi feita drenagem, asfalto, calçada e meio-fio. São 18 quadras aqui, além das quadras da Avenida Brasil. Isso deu dignidade a esses moradores”, comemora o diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite. Para Dilson Bulhões, administrador do Itapoã, as obras representam melhorias significativas para os moradores e para a urbanização da região: “Isso aqui era um lixão e tinha uma invasão muito grande. Hoje, nós temos urbanização. Essas quadras, desde o início do Itapoã, nunca foram asfaltadas. Além de fazer o asfalto nessa região, foi feita também a drenagem. Essa Avenida Brasil vai chegar lá na DF-001, atravessando o Itapoã Parque”. As obras contemplaram os condomínios Mandala e Del Lago II; as quadras 361 a 375; e a quadra 378, conjuntos N, O, P, Q e K, bem como a Avenida Brasil. Leonilson Andrade, morador do Itapoã: "Nós vivíamos na base do atoleiro. Hoje é um dia de festa. Estamos comemorando a pavimentação das cinco quadras que restavam e da Avenida Brasil" | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Leonilson Andrade é um dos moradores da região há 17 anos. E lembra bem das dificuldades antes das obras: “Nós vivíamos na base do atoleiro. Os caminhões e carros sempre atolavam. A comunidade descia a pé até lá embaixo, na lama, para pegar ônibus de madrugada, sendo assaltada. Hoje é um dia de festa. Estamos comemorando a pavimentação das cinco quadras que restavam e da Avenida Brasil”.

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Ceilândia recolhe mais de 147 toneladas de entulho em uma semana

Entre os dias 6 e 12 de março, a Administração Regional de Ceilândia intensificou os trabalhos de manutenção urbana, recuperação asfáltica e limpeza pública em diferentes pontos da cidade. As ações ocorreram em parceria com diversos órgãos do Governo do Distrito Federal, entre eles a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), o Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal (SLU) e o programa GDF Presente. Durante o período, as equipes atuaram em diversas frentes de recuperação asfáltica em vias estratégicas da região. Os serviços foram executados na Via 04, Via N3 Norte, Via O2, Via O3, Via M3 Sul, na entrada do Hospital Regional de Ceilândia, no cruzamento semafórico da Via NM3 com a O4, nas quadras EQNN 17/19 e QNO 20, além da Área de Desenvolvimento Econômico do P Sul. Aproximadamente 24 toneladas de massa asfáltica foram usadas em serviços de recuperação de vias em Ceilândia | Fotos: Divulgação/Administração de Ceilândia  Somente nas intervenções executadas pelas equipes técnicas foram utilizadas cerca de 24 toneladas de massa asfáltica. A operação contou também com o apoio de equipes da Novacap, com caminhão térmico e rolo compressor, para dar continuidade aos serviços nas quadras EQNM 5/7 e EQNM 23/25, em Ceilândia Sul. Segundo o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, o trabalho integrado entre os órgãos do governo permite ampliar a capacidade de atendimento às demandas da população. “Estamos atuando diariamente em várias frentes de trabalho para melhorar a infraestrutura da cidade. A retirada de entulho, a recuperação de vias e os serviços de manutenção urbana são fundamentais para garantir mais qualidade de vida e segurança para os moradores de Ceilândia”, destacou. [LEIA_TAMBEM]Limpeza Outro destaque da semana foi a intensificação da limpeza urbana e a retirada de materiais descartados irregularmente em diferentes pontos da cidade. Ao todo, 147 toneladas de entulho foram removidas das vias públicas. As equipes também recolheram 680 quilos de inservíveis e lixo verde em áreas próximas à estação de metrô e na avenida onde ficam unidades do Sesc e do Iesb. As ações ocorreram em áreas como QNN 36, QNN 37, QNN 30, QNN 27, QNM 14, EQNO 03/05, EQNO 04/06 e conjuntos da QNN 01, além de pontos do Setor O e da Área de Desenvolvimento Econômico. De 6 a 12 de março, foram recolhidas 147 toneladas de entulho descartados irregularmente em diferentes pontos da cidade Drenagem As equipes também realizaram a limpeza de 40 bocas de lobo na Avenida N3 Norte, ação importante para evitar alagamentos e garantir o escoamento adequado das águas pluviais, especialmente no período chuvoso. Além dos serviços de limpeza e pavimentação, as equipes executaram diversos serviços de infraestrutura urbana. Entre os trabalhos realizados estão: implantação de oito peças de meio-fio na avenida de acesso à Feira do Produtor, próximo ao balão da UPA da QNM 27; reparos e revitalização de calçadas no canteiro central da Avenida N3, na altura da QNN 31, em frente ao Iesb; preparação e regularização de área para construção de novas calçadas no Setor O; e reparos no telhado da Associação de Cadeirantes, localizada na Praça do Trabalhador (QNM 13). *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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Limpeza de becos reforça combate ao descarte irregular em Ceilândia

Em parceria com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Administração Regional de Ceilândia iniciou uma ação de limpeza de becos e áreas públicas para melhorar a segurança, a mobilidade e a qualidade de vida da população.  Maquinário faz limpeza nos becos de Ceilândia: administração local recomenda que população adote descarte correto de lixo | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia Entre os pontos atendidos estão os becos da QNP 11/15, no P Norte, onde as equipes retiraram diversos tipos de resíduos, como entulho da construção civil, lixo doméstico, móveis descartados irregularmente e colchões velhos. Outro ponto contemplado foi o espaço ao lado do Centro de Educação Infantil 1 de Ceilândia, também no P Norte. A área recebeu serviços de roçagem do mato alto e retirada de lixo, proporcionando mais segurança e qualidade de vida para alunos, pedestres e moradores da região. Combate à dengue Além de melhorar o aspecto urbano, as ações ajudam a prevenir problemas de saúde pública. O acúmulo de lixo e mato alto pode favorecer a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya, além de atrair roedores e animais peçonhentos, como ratos e escorpiões. [LEIA_TAMBEM]“Esse trabalho é fundamental para garantir mais segurança, melhorar a circulação de pedestres e evitar problemas de saúde pública”, afirma o administrador de Ceilândia. “Também contamos com a colaboração da população para não descartar lixo de forma irregular e ajudar a manter a cidade limpa.” Desde o início deste ano, já foram retiradas cerca de 2,4 mil toneladas de lixo descartado irregularmente em áreas públicas da cidade. Esse tipo de material também contribui para alagamentos no período chuvoso, pois é levado pela água até as bocas de lobo, provocando entupimentos e comprometendo o sistema de drenagem das águas pluviais. A Administração Regional de Ceilândia reforça a importância da colaboração da população no descarte correto de resíduos, evitando jogar lixo em becos, vias e áreas públicas. Além dos mutirões, equipes seguem atuando diariamente em diferentes regiões da cidade, mantendo frentes de trabalho permanentes. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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Chuvas fortes atingem Ceilândia e mobilizam equipes da administração regional

As fortes chuvas que atingiram Ceilândia na noite desta quarta-feira (18) mobilizaram equipes da administração local, que percorreram os principais pontos críticos da cidade, como a Avenida do P Sul, P Norte, Setor O e a QNN 08, próximo à estação de metrô, em Ceilândia Sul. Em ação conjunta, equipes da administração local, do SLU e da Novacap saíram às ruas para reparar estragos da chuva | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia Em parceria com o SLU e a Novacap, a Administração Regional de Ceilândia entrou em ação. “O volume de chuvas foi muito grande e, em alguns pontos, o sistema não comporta toda a vazão”, avaliou o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende. [LEIA_TAMBEM]Foi feito um mapeamento das áreas mais afetadas para execução de ações emergenciais, como retirada de galhos, limpeza de vias e sinalização de buracos, garantindo mais segurança aos motoristas até que o serviço definitivo da operação seja executado. Por meio da Novacap, o Governo do Distrito Federal (GDF) já publicou um aviso de licitação que prevê a contratação de empresa especializada para elaboração do projeto executivo de engenharia voltado à adequação e à ampliação do sistema de drenagem pluvial urbana em Ceilândia. O investimento estimado é de cerca de R$ 14 milhões.   *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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