Capital LAB inicia ciclo de incubação de 20 projetos e fortalece o empreendedorismo científico no Distrito Federal
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Nesta quarta-feira (15/7), o programa Capital LAB deu início ao ciclo de incubação dos 20 projetos selecionados. O evento, realizado na sede do programa, no Setor Comercial Sul, marcou o começo da etapa prática de desenvolvimento dos negócios, reunindo participantes e equipe técnica. Durante os próximos cinco meses, as equipes terão acesso a mentorias, consultorias, oficinas e acompanhamento especializado para desenvolver ideias inovadoras e transformá-las em soluções para desafios da sociedade. Equipes selecionadas terão acompanhamento especializado durante os próximos cinco meses | Foto: Divulgação/Secti-DF O Capital LAB busca aproximar universidades, governo, empresas e pesquisadores, incentivando o empreendedorismo científico e transformando conhecimento em inovação. Além da incubação, o programa promove atividades de capacitação, hackathons, encontros com investidores e ações de difusão científica. Os 20 projetos foram escolhidos por meio de um processo seletivo que avaliou critérios como inovação, viabilidade, potencial de impacto e perfil das equipes. Ao longo da incubação, os participantes também contarão com infraestrutura de trabalho e suporte nas áreas jurídica, financeira, contábil e de comunicação. A iniciativa faz parte da estratégia de fortalecimento do ecossistema de ciência, tecnologia e inovação do Distrito Federal. Ao longo de sua execução, o programa pretende alcançar diretamente mais de 4 mil pessoas por meio de capacitações, eventos, laboratórios universitários e ações voltadas para o empreendedorismo e para a inovação. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação
Ler mais...
Da maquiagem à costura, Fábrica Social inicia formação de 800 alunos
A governadora Celina Leão abriu, nesta quinta-feira (18), a aula inaugural da primeira turma de 2026 da Fábrica Social, na Feira do Trabalhador, no Museu Nacional da República. Quase 800 alunos começam a formação gratuita nos cursos de corte e costura industrial e beleza, que serão ministrados nas unidades da Cidade do Automóvel e do Sol Nascente. Novidade desta edição, o curso de maquiagem foi incluído a partir de sugestão da governadora, dentro da estratégia de ampliar as opções de qualificação em áreas com demanda por serviços e possibilidade de renda imediata. Coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), o programa prepara os participantes para vagas no mercado de trabalho e também para o empreendedorismo. A governadora Celina Leão (C) inaugura na abertura da primeira aula na Fábrica Social; formação profissional impulsiona a autonomia financeira das mulheres | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “A gente está pensando em ver como pode crescer a Fábrica Social, mas, principalmente, crescer a renda dessas mulheres. Esse tipo de curso cria exatamente isso: autonomia financeira” Governadora Celina Leão “São quase 800 mulheres. Nós temos duas fábricas sociais e, cada vez mais, estamos melhorando esse acolhimento. Já temos o curso de corte e costura e o curso de maquiagem, e vamos agregando valor cada vez mais”, afirmou a governadora. Impacto direto Celina destacou que a qualificação tem impacto direto na autonomia financeira das alunas, especialmente em áreas que permitem atuação profissional dentro de casa, em pequenos negócios ou em empresas do setor. “A gente está pensando em ver como pode crescer a Fábrica Social, mas, principalmente, crescer a renda dessas mulheres. Esse tipo de curso cria exatamente isso: autonomia financeira”, disse. Exemplo disso é a aluna Orlene Maria de Amorim. Aos 56 anos, começou o curso de corte e costura com a expectativa de transformar a formação em trabalho. Ela conta que já tinha feito outras capacitações na área, mas vê na Fábrica Social uma estrutura mais completa. Curso vai além da formação técnica: os alunos recebem orientação sobre caminhos possíveis após a profissionalização “A pergunta que a gente faz aos nossos alunos é o que eles querem ser ao final: patrão ou empregado. Se quiserem ser patrões, vão participar de palestras de empreendedorismo, aprender como montar uma empresa, como estabelecer preço e como estruturar o negócio" Thales Mendes, secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda “É um curso muito bom, porque é completo. Tem serigrafia, modelagem, bordado e corte em máquinas. A pessoa sai profissional. Hoje eu já consigo pegar um tecido, colocar em cima de uma mesa e fazer o modelo que eu quero. Posso fazer um vestido sob medida. Para mim, é um sonho realizado”, compartilhou. Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes, a proposta da Fábrica Social atende a demanda do mercado de trabalho: “Todos os cursos de qualificação profissional, quando são desenhados, estão dentro de uma expectativa de consumo do mercado por aquele tipo de mão de obra. Hoje, temos mais de 80 vagas em aberto somente nas empresas que participam do programa do uniforme escolar do GDF. Nós vamos preparar essa mão de obra, e o mercado vai consumir essa mão de obra”. Além da formação técnica, os alunos recebem orientação sobre caminhos possíveis após a conclusão do curso. Quem busca emprego pode ser direcionado a empresas com vagas abertas. Quem pretende abrir o próprio negócio pode receber orientação sobre empreendedorismo, formação de preço, estruturação da atividade e acesso a microcrédito. Os cursos de corte e costura industrial serão ministrados nas unidades da Cidade do Automóvel e do Sol Nascente “A pergunta que a gente faz aos nossos alunos é o que eles querem ser ao final: patrão ou empregado. Se quiserem ser patrões, vão participar de palestras de empreendedorismo, aprender como montar uma empresa, como estabelecer preço e como estruturar o negócio. Ao final, podem aderir a um microcrédito para fazer com que a ideia se torne viável e concreta”, afirmou Thales. O microcrédito citado pelo secretário é voltado para o financiamento de ferramentas, máquinas e equipamentos para pequenos empreendedores. Segundo Thales, os empréstimos começam em R$ 1 mil e podem ser pagos em até 36 parcelas, com carência de até seis meses, conforme o perfil do negócio. Ampliação [LEIA_TAMBEM]De acordo com a governadora, o GDF estuda formas de aproximar a formação de áreas com maior fluxo de comércio e de serviços. Uma das possibilidades citadas é a região do Feirão dos Goianos, em Taguatinga, onde alunas poderiam prestar serviços ou produzir peças vinculadas à demanda do comércio local. Segundo Celina, a proposta ainda precisa de planejamento técnico para garantir que a capacitação se converta em renda. “É um plano de negócios que precisa ser feito com muita capacidade, para que a gente possa promover não só a capacitação, mas a autonomia financeira dessas mulheres”, afirmou Celina. “A mulher se forma e pode, dentro da casa dela, criar a renda dela.” A aula inaugural ocorreu durante a Feira do Trabalhador, que reuniu serviços de qualificação profissional, cadastro de currículos e oferta de vagas de emprego. Segundo a Sedet-DF, os cursos da Fábrica Social integram a política de qualificação profissional do GDF voltada a pessoas em situação de vulnerabilidade social.
Ler mais...
Apoio técnico fortalece protagonismo feminino no campo no DF
A força feminina está presente no campo do Distrito Federal: 35% dos quase 22,5 mil produtores rurais cadastrados na Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) são mulheres. Além disso, das cerca de 18 mil propriedades rurais cadastradas, 6.543 têm mulheres como proprietárias ou coproprietárias. São elas que cuidam de plantações, semeiam o futuro e transformam a matéria-prima em produtos que ganham o mundo, em programas de compras institucionais, feiras e festivais de agropecuária. Rozelita Urany Camargo, a Rosinha, exibe sobre uma mesa guloseimas que produz na agroindústria familiar, com assistência da Emater-DF | Fotos: Divulgação/Emater-DF O trabalho conta com apoio direto da Emater-DF, com assistência técnica completa, do planejamento à comercialização dos produtos in natura e da agroindústria, cursos sobre empreendedorismo e atividades não agrícolas, além de atividades comunitárias voltadas à inclusão social e cidadania. Nos primeiros seis meses deste ano, foram promovidos 29.929 atendimentos a 3.781 produtoras rurais nas áreas social, ambiental e econômica. “Atuamos desde o acesso às políticas públicas até a comercialização. O objetivo é que essas mulheres tenham autonomia econômica e consigam crescer com segurança” Aécio Prado, extensionista da Emater-DF “Atualmente, grande parte das propriedades são gerenciadas por mulheres, e a Emater-DF atua não só na parte produtiva, ensinando a produzir, na agricultura e na pecuária, mas também de forma social, prezando pelo desenvolvimento sociofamiliar, com a ampliação da nossa oferta de cursos e treinamentos, que vão desde empreendedorismo, panificação, ao cuidado com a saúde”, explica o presidente da Emater-DF, Cleison Duval. “O encontro distrital é o coroamento desse trabalho, em que enfatizamos como acreditamos nessas mulheres e damos espaço para que possam construir relações e trocar experiências.” Com o apoio técnico, a confeiteira Rozelita Urany Camargo, 54 anos, conseguiu expandir a produção e os canais de venda. Filha de produtores rurais, ela aprendeu a mexer com a terra ainda criança, mas encantou-se pela cozinha e hoje produz bolos, pães, tortas e biscoitos. “Os meus pais nos sustentaram com tudo daqui da terra. Plantavam milho, mandioca, faziam farinha e rapadura”, diz. Rosinha, como é chamada por amigos e familiares, começou a ter suporte direto da Emater-DF em 2021, por indicação de uma irmã. “Meus pais tinham essa chácara há muito tempo, eu nasci aqui, e eles já tinham assistência desde aquela época. Depois que minha mãe faleceu, eu estava perdida, até que o Aécio chegou aqui, provou meus biscoitos e falou: 'Onde é que você estava escondida?'. Foi aquela luzinha no final do túnel”, recorda. [LEIA_TAMBEM]Aécio Prado, a quem ela se refere, é o extensionista responsável por prestar assistência a Rosinha e a outras propriedades de Samambaia. “Atuamos desde o acesso às políticas públicas até a comercialização. O objetivo é que essas mulheres tenham autonomia econômica e consigam crescer com segurança”, afirma ele. “Temos profissionais especializados para atuar em todas as etapas da produção, desde a infraestrutura até o produto final”. No caso de agroindústrias familiares como a de Rosinha, o acompanhamento começa ainda na fase de planejamento, incluindo orientação para obtenção de licenças, adequação às normas sanitárias, elaboração de projetos, capacitações e acesso a mercados institucionais. “Se a pessoa não tem estrutura, a gente começa pela planta baixa, acompanha a aprovação do projeto, a construção da agroindústria e todo o processo de regularização”, explica. Atualmente, Rosinha participa do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), fornecendo bolos para entidades socioassistenciais atendidas pelo governo, e já foi beneficiada pelo Programa de Fomento Rural do Ministério do Desenvolvimento Social, que oferece R$ 4,6 mil em duas parcelas para projetos de inclusão produtiva de famílias rurais em situação de pobreza. “Hoje a Emater-DF é uma família para mim, são meus anjos da guarda”, complementa Rosinha. Produtora rural, Michelly tem acompanhamento no cultivo: a orientação vai desde a escolha das sementes até a comercialização dos alimentos Protagonismo e variedade de culturas Outra frente do suporte da Emater-DF é o acompanhamento do cultivo, com orientação desde a escolha das sementes à comercialização dos alimentos. “Na parte de assistência técnica, trabalhamos com o plantio, irrigação, adubação, todo o trato da cultura, mas também mostrando como participar de programas de compras institucionais”, explica Prado. “Incentivamos o policultivo, em que o produtor trabalha com mais de uma cultura para oferecer variedade e evitar nuances de mercado, ganhando mais segurança financeira”. Foi assim que a produtora rural Michelly Priscilla Campos aumentou a variedade de culturas cultivadas no Núcleo Rural Boa Esperança, em Ceilândia. “Sempre plantamos hortaliças, mas há uns três anos começamos com o açaí e o café, com apoio da Emater-DF. Agora também estamos com o jiló, o maxixe e o quiabo”, explicou ela, acrescentando que a ampliação possibilitará a criação de uma agrofloresta na propriedade, mantida por ela e a família, com apoio de dois funcionários. “Ponho a mão na massa mesmo. Já tem 15 anos que estou aqui, colhendo e plantando todos os dias. A roça é a minha paixão” Michelly Priscilla Campos, produtora rural Para dar conta da demanda, Michelly começa o dia ainda de madrugada e divide os cuidados entre a própria chácara e as plantações do sogro. “Ponho a mão na massa mesmo. Já tem 15 anos que estou aqui, colhendo e plantando todos os dias. A roça é a minha paixão”, afirma. “A Emater-DF está sempre aqui com a gente, qualquer dúvida mandamos mensagem e rapidamente nos respondem”. Os resultados das colheitas de Michelly são direcionados ao Programa de Aquisição de Alimentos do governo federal e à Feira do Produtor de Ceilândia. “A minha vida é a roça. Nos dias de feira, acordo às 3h da manhã, organizo as coisas, dou café da manhã para os trabalhadores e já começamos as vendas. Na segunda e na sexta, é dia de colher, enquanto na terça colocamos adubo em tudo. E assim a gente continua trabalhando e vivendo da terra”, completa. Linha de crédito exclusiva para mulheres A governadora Celina Leão sancionou uma linha de crédito para mulheres do campo, em maio deste ano, com o objetivo de garantir autonomia e condições adequadas de trabalho ao público feminino. A modalidade faz parte do Fundo de Desenvolvimento Rural (FDR), da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF). Desde 2019 até maio deste ano, foram aprovados mais de R$ 67 milhões em crédito rural para 1.262 mil projetos elaborados pela Emater-DF. Com diferentes modalidades de financiamento, os recursos foram destinados ao fortalecimento da agricultura familiar e da produção rural, atendendo produtores individuais, associações e cooperativas, sobretudo aqueles que participam de programas de compras governamentais, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e o Programa de Aquisição da Produção da Agricultura (Papa-DF). Dois programas de crédito são mantidos pelo GDF: o Prospera, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet-DF), e o FDR, da Seagri-DF. As iniciativas de âmbito nacional englobam o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), e o Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), entre outras. Além da assistência técnica, a Emater-DF oferece cursos, oficinas e treinamentos voltados à gestão, liderança, empreendedorismo e processamento de alimentos. As capacitações são realizadas tanto nos escritórios locais quanto no Centro de Capacitação Tecnológica e Desenvolvimento Rural (Cepol). Outra iniciativa é o Encontro Distrital de Mulheres Rurais, que reúne moradoras de diversas regiões administrativas para um dia totalmente voltado à interação e à troca de conhecimento, com realização a cada dois anos.
Ler mais...
Feira Junina dos Consegs Rurais valoriza agricultura familiar
Produtos artesanais, alimentos produzidos no campo, plantas ornamentais e espírito comunitário marcaram a Feira Junina dos Conselhos Comunitários de Segurança Rural (Consegs Rurais). O evento ocorreu na manhã desta sexta-feira (12), no Centro de Atenção Biopsicossocial (CAB), da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF). A iniciativa reuniu produtores e artesãos ligados aos Consegs Rurais, com foco no fortalecimento da agricultura familiar e no empreendedorismo, com a exposição de produtos como queijos, geleias, compotas, hortaliças, doces caseiros, sabonetes artesanais, plantas ornamentais e artigos religiosos. Venda de mudas e flores durante a Feira Junina dos Conselhos Comunitários de Segurança Rural | Foto: Divulgação/SSP-DF “Esta feira evidencia a força do campo, valoriza os produtores rurais e aproxima ainda mais a população das políticas públicas desenvolvidas pela SSP-DF” Gustavo Danzmann, subsecretário dos Conselhos Comunitários de Segurança “A segurança pública se fortalece quando ampliamos os espaços de diálogo, participação e integração com a população. Os Consegs Rurais têm desempenhado um papel estratégico nesse processo, aproximando o Estado das comunidades do campo e contribuindo para a construção de soluções que promovem não apenas segurança, mas também desenvolvimento, cidadania e qualidade de vida”, destacou o secretário de Segurança Pública, Alexandre Patury. O subsecretário dos Conselhos Comunitários de Segurança, Gustavo Danzmann, ressaltou que a feira representa, na prática, o conceito de participação social que orienta a atuação dos Consegs. “Os Consegs vão muito além das pautas relacionadas à criminalidade. Eles são instrumentos de mobilização social, de fortalecimento das comunidades e de construção coletiva de soluções. Esta feira evidencia a força do campo, valoriza os produtores rurais e aproxima ainda mais a população das políticas públicas desenvolvidas pela SSP-DF”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]Para Margarida Garcia, moradora da área rural de São Sebastião e expositora, a feira é uma forma de aproximação entre diferentes públicos. “Essa feira é muito importante para a área rural porque une mais as comunidades e fortalece a nossa parceria com a polícia. Quando a população e os produtores se aproximam, todos ganham, inclusive na segurança. Eu sempre participo quando posso. Também é uma oportunidade para as pessoas da cidade conhecerem os produtos rurais diretamente de quem produz, valorizando o trabalho do campo e fortalecendo a nossa região”, afirma. Consegs Atualmente, o Distrito Federal conta com Consegs Rurais em Brazlândia, Gama, Paranoá, Ceilândia, Taguatinga, Estrutural, Planaltina, PAD-DF e Lago Oeste. Além disso, estão em fase de implantação os conselhos de São Sebastião, Sobradinho e Samambaia Rural. A expansão integra o eixo Campo Mais Seguro – Segurança Integral, voltado ao fortalecimento das políticas públicas para as áreas rurais do DF. Os Consegs Rurais funcionam como espaços permanentes de diálogo entre moradores, produtores, forças de segurança e órgãos governamentais. Além de contribuir para o aprimoramento das ações de segurança no campo, os conselhos têm auxiliado na identificação de demandas relacionadas à infraestrutura, mobilidade, fiscalização e desenvolvimento local. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública
Ler mais...
Pixel Show abre com a expectativa de reunir mais de 20 mil pessoas
A abertura do Pixel Show Brasília 2026 marcou, nesta quinta-feira (21), o início de um dos grandes festivais de criatividade, inovação e economia criativa da América Latina. Realizado na Arena BRB Mané Garrincha, o evento segue nesta sexta-feira (22) e no sábado (23), com expectativa de receber mais de 20 mil participantes ao longo da programação. Programação reúne material de interesse para diversos públicos até domingo (24) | Foto: Divulgação/Secti-DF Promovido em parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) e o Instituto de Pesquisas e Estudos em Distribuição e Varejo, o festival reúne estudantes, profissionais, empreendedores, artistas, desenvolvedores, representantes de startups e entusiastas da tecnologia em um ambiente marcado por troca de conhecimento, geração de oportunidades e fortalecimento da economia criativa. “É esse ambiente de inovação que queremos fortalecer cada vez mais no Distrito Federal” Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Durante a programação, há palestras, painéis temáticos, workshops, masterclasses, experiências imersivas, espaços maker, exposições, atividades educacionais, apresentações culturais, rodadas de networking e ativações tecnológicas. O evento também conta com ambientes voltados à criatividade, inovação, inteligência artificial, games, audiovisual, design e empreendedorismo. Polo de inovação Um dos destaques da abertura foi a participação do humorista Maurício Meirelles, que levou ao público reflexões sobre comunicação, comportamento e as novas formas de interação no ambiente digital. Conhecido por unir humor, improviso e tecnologia em seus projetos, o artista protagonizou um dos momentos mais aguardados do primeiro dia do festival, reforçando a proposta do Pixel Show de conectar criatividade, inovação e as transformações da sociedade contemporânea. [LEIA_TAMBEM]“Eventos como o Pixel Show ajudam a consolidar Brasília como um polo nacional de inovação, tecnologia e economia criativa”, avalia o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal, Rafael Vitorino. “Mais do que apresentar tendências, eles criam oportunidades, aproximam talentos do mercado, incentivam o empreendedorismo e mostram como a tecnologia pode transformar a vida das pessoas. É esse ambiente de inovação que queremos fortalecer cada vez mais no Distrito Federal.” Entre os visitantes que participaram da abertura estava a estudante de design Ana Clara Rodrigues, de 22 anos, que ficou impressionada com as experiências tecnológicas apresentadas pelo festival. “É muito inspirador ver tantas soluções, tecnologias e ideias criativas reunidas em um único espaço”, disse. “A gente consegue enxergar possibilidades para o futuro e perceber como inovação e criatividade podem gerar oportunidades reais de trabalho, aprendizado e crescimento profissional. Estou ansiosa para participar das atividades dos próximos dias”. Em Brasília, o festival fortalece o posicionamento da capital como um território estratégico para iniciativas ligadas à tecnologia, à transformação digital e à economia criativa, promovendo capacitação, empreendedorismo e desenvolvimento tecnológico. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação
Ler mais...
Edição do Innova Summit bate recorde de público e recebe 60 mil pessoas
O último dia do Innova Summit, quinta-feira (14), consolidou o evento como um dos maiores encontros de empreendedorismo, inovação e negócios do país. Com auditórios lotados, intensa circulação de visitantes e uma programação totalmente gratuita, o Ulysses Centro de Convenções recebeu milhares de pessoas interessadas em conhecimento, networking e oportunidades. O evento reuniu estudantes, empreendedores, startups, investidores, criadores de conteúdo e profissionais de diferentes áreas | Foto: Divulgação/Secti-DF A iniciativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) em parceria com o Instituto Conecta Brasil e com a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) encerrou a edição de 2026 com mais de 60 mil visitantes ao longo dos três dias de programação, reforçando Brasília como um dos principais polos de inovação do país. O evento reuniu estudantes, empreendedores, startups, investidores, criadores de conteúdo e profissionais de diferentes áreas em uma grande imersão voltada para tecnologia, criatividade e transformação digital. “O Innova Summit mostra a capacidade que Brasília tem de reunir talentos, ideias e oportunidades em um ambiente acessível, dinâmico e inspirador"' Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal “O Innova Summit mostra a força do ecossistema de inovação do Distrito Federal e a capacidade que Brasília tem de reunir talentos, ideias e oportunidades em um ambiente acessível, dinâmico e inspirador. É um evento que aproxima pessoas do conhecimento, da tecnologia e das transformações que já estão moldando o futuro”, destaca o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal, Rafael Vitorino. Os destaques desta quinta-feira foram os painéis comandados por João Adibe, CEO da Cimed; pela influenciadora e empresária Mari Maria e pelo especialista em inovação e negócios Guto Galamba. Os três atraíram um grande público ao auditório principal, que permaneceu lotado durante toda a programação. João Adibe compartilhou experiências sobre liderança, crescimento empresarial e posicionamento de marca, enquanto Mari Maria falou sobre construção de autoridade digital, empreendedorismo feminino e os desafios de transformar influência em negócio. Já Guto Galamba trouxe reflexões sobre inovação, criatividade e transformação de mercado, despertando o interesse de empreendedores de diferentes segmentos. Muito além das palestras, o Innova Summit ofereceu uma experiência completa aos participantes. O evento contou com um ambiente totalmente voltado ao empreendedorismo feminino, espaços dedicados ao universo das startups, área gamer, palestras temáticas, praça de alimentação e ambientes de convivência preparados para estimular conexões, trocas de experiências e geração de negócios. Mari Maria falou no evento sobre construção de autoridade digital, entre outros temas A empreendedora Ana Clara Martins destacou a qualidade do conteúdo apresentado no evento: “Foi uma experiência transformadora. Além de aprender muito com pessoas que são referência no mercado, consegui fazer contatos importantes e enxergar novas possibilidades para o meu negócio. O Innova Summit realmente entrega conhecimento e oportunidades”. Já o universitário Lucas Ferreira ressaltou a estrutura e a diversidade de atrações oferecidas ao público: “É impressionante ver um evento desse porte totalmente gratuito. Passei pelos espaços de startups, games e palestras e saio daqui muito mais preparado e motivado. Sem dúvida, surgem oportunidades reais de networking e crescimento profissional”. *Com informações da Secti-DF
Ler mais...
Start BSB reúne startups em encontro do MultipliCidades e amplia conexões no DF
A construção de um ecossistema de inovação robusto depende da qualidade das conexões estabelecidas entre seus participantes. Foi com esse foco que o programa de incubação MultipliCidades promoveu, no sábado (25), seu primeiro encontro presencial, na Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF). Além das equipes executoras, participaram startups e especialistas em um ambiente voltado para a troca qualificada e para o fortalecimento de vínculos estratégicos. Encontro promoveu compartilhamento de experiências e troca de informações sobre desafios comuns | Foto: Divulgação/FAPDF A atividade integra o Start BSB – Programa de Startups, da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), uma importante política pública de fomento ao empreendedorismo inovador no DF e na Região Integrada de Desenvolvimento (Ride), que incentiva negócios em diferentes estágios de maturidade com capacitação, mentorias e subvenção econômica. Interação qualificada Ao criar um ambiente de proximidade e abertura, a iniciativa favoreceu o compartilhamento de experiências, a construção de confiança e o aprofundamento das relações entre os participantes. A troca direta entre empreendedores permitiu, além da exposição de desafios comuns, a identificação de soluções a partir de diferentes perspectivas — fator decisivo para o amadurecimento de startups que ainda estão em fase de estruturação e validação de seus modelos de negócio. Atividades desenvolvidas pelo grupo do programa possibilita construção de soluções de forma coletiva Esse tipo de dinâmica contribui para transformar programas de incubação em espaços efetivos de aprendizagem coletiva, nos quais o conhecimento circula de forma orgânica e se traduz em ganhos concretos para os negócios apoiados. Outro aspecto destacado pelo encontro foi o fortalecimento do senso de pertencimento entre os participantes. Ao possibilitar um contato mais próximo entre os empreendedores, a atividade contribuiu para reduzir o isolamento típico da jornada empreendedora e estimulou a formação de uma rede colaborativa baseada em troca, apoio mútuo e aprendizado contínuo. Nesse contexto, a incubação deixa de ser compreendida apenas como um conjunto de entregas e passa a operar como uma comunidade de prática — um ambiente no qual experiências são compartilhadas e soluções são construídas de forma coletiva. Propriedade intelectual [LEIA_TAMBEM]Um dos destaques do encontro foi a participação do especialista Stenio Diniz, padrinho do programa, que trouxe uma reflexão aprofundada sobre o papel da propriedade intelectual na valorização de startups. Ele lembrou que ativos intangíveis — como tecnologia, processos e conhecimento estruturado — exercem influência direta sobre o valuation (ou seja, o valor de mercado atribuído ao negócio, considerando seu potencial de crescimento, inovação e competitividade) das empresas, ampliando sua competitividade e seu potencial de atração de investimentos. A discussão aponta para uma diretriz central no ecossistema de inovação: o crescimento sustentável de startups não está associado apenas à execução operacional, mas também à capacidade de transformar conhecimento em ativos estratégicos, protegidos e reconhecidos pelo mercado. *Com informações da FAPDF
Ler mais...
Microcrédito e simplificação de processos impulsionam abertura de pequenos negócios no DF
O Governo do Distrito Federal (GDF) trabalha para impulsionar e fortalecer micro e pequenos negócios em todas as 35 regiões administrativas por meio da concessão de crédito e desburocratização de processos. Dados da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) apontam que, em 2024, foram identificados 56.323 novos registros de microempreendedores individuais (MEIs); no ano passado, o número aumentou, com 69.783 cadastros no modelo de negócio; e, no primeiro trimestre deste ano, o número chegou a 22.227. Atualmente, o DF conta com 247.878 microempresas ativas, distribuídas principalmente nos setores de serviços (59,86%), comércio (26,91%) e indústria (13,23%). Os empreendimentos são essenciais para a geração de emprego e renda, fortalecendo a economia local, segundo avaliação do secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes. “Esses empreendedores movimentam a economia, geram empregos e fortalecem a realidade das comunidades em todo o DF. Por isso, apoiar os pequenos negócios é também investir no crescimento sustentável da nossa cidade”, afirma. O programa Prospera é uma das principais estratégias para oferecer suporte aos empresários, sobretudo quando eles não contam com os recursos necessários para dar continuidade às operações. Em 2025, a iniciativa coordenada pela Sedet-DF liberou R$ 10 milhões para 419 empreendimentos. Já entre janeiro e março deste ano, foram destinados R$ 1,9 milhão para 88 negócios. Os valores são disponibilizados com taxas de juros baixas junto com acompanhamento especializado, para modernização, aquisição de equipamentos e capital de giro. "Quando ampliamos o acesso ao crédito e facilitamos a vida de quem quer empreender, abrimos caminho para que ideias saiam do papel e se transformem em renda e oportunidade" Thales Mendes, secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda “Quando ampliamos o acesso ao crédito e facilitamos a vida de quem quer empreender, abrimos caminho para que ideias saiam do papel e se transformem em renda e oportunidade”, salienta Thales Mendes. O programa contempla empresários do meio urbano e da área rural, dos setores formal e informal da economia, como feirantes, artesãos, trabalhadores autônomos, microempreendedores individuais, cooperativas de trabalho e produção. Foi graças ao Prospera que a empresária Nayhara Branquinho conseguiu abrir o tão sonhado bistrô gastronômico – o Modesto Despretensiosamente, focado em pizzas e comida afetiva. Antes da empreitada, ela trabalhava no setor público e tinha uma vida estável, portanto, nunca havia solicitado cartas de crédito. Quando iniciou a busca por investimento, se deparou com taxas elevadas e processos burocráticos complicados. “Fui de porta em porta em bancos e encontrei muitas barreiras. Quando você não tem tempo de empresa e faturamento, você não é ninguém. E é justamente quando mais precisa”, relata Nayhara. O período de aflição da empresária chegou ao fim quando ela conheceu o Prospera. “A gente descobriu por acaso e resolveu tentar. Foi totalmente diferente do atendimento de banco. Eles olharam nosso projeto, entenderam nossa realidade e confiaram na gente.” Nayhara Branquinho: "Empreender não é linear. Tem dias bons e ruins. Ter esse suporte faz com que a gente consiga se manter e crescer" | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Segundo ela, o acesso ao microcrédito do GDF foi decisivo para a abertura e manutenção do negócio, especialmente durante a pandemia. Os recursos foram utilizados desde a compra de equipamentos até a manutenção do fluxo de caixa em momentos críticos. “É um dinheiro que funciona como um respiro, sem burocracia excessiva e com condições coerentes. Você usa, comprova e segue em frente”, explica. A empresária também ressalta a agilidade no acesso ao crédito. “Teve uma situação recente em que a gente precisava de recurso urgente. Em duas semanas, o dinheiro já estava na conta. Isso faz toda a diferença para quem empreende”, diz. O negócio, que atualmente gera 65 empregos diretos e indiretos, já passou por diversos desafios, incluindo prejuízos e mudanças de ponto. “Empreender não é linear. Tem dias bons e ruins. Ter esse suporte faz com que a gente consiga se manter e crescer”, pontua. Apoio estratégico Com foco em desburocratizar processos, o GDF inaugurou, em janeiro deste ano, o Na Hora Empresarial, no Venâncio Shopping, no Setor Comercial Sul. A unidade tem se consolidado como parceira dos micro e pequenos empreendedores do DF, reunindo serviços essenciais para a abertura, regularização e expansão de empresas, com suporte presencial, sem filas e sem necessidade de agendamento. O Na Hora Empresarial já registrou mais de 15,5 mil atendimentos desde que foi inaugurado, no Venâncio Shopping | Foto: Divulgação/Sejus Desde a abertura até o dia 10 deste mês, foram registrados mais de 15,5 mil atendimentos — o que representa uma média de mais de 300 assistências por dia útil. “Ao reunir vários serviços em um só lugar e reduzir etapas burocráticas, conseguimos dar mais agilidade à abertura e à regularização de empresas, permitindo que o empreendedor foque no que realmente importa, que é fazer o negócio crescer e gerar renda”, explica o subsecretário do Na Hora Empresarial, da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), Rodrigo Barbosa. [LEIA_TAMBEM]Com 500 m², a unidade reúne órgãos fundamentais para o funcionamento pleno das empresas. A Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) presta atendimentos relacionados à emissão e regularização de licenças de funcionamento e atividades econômicas; a Vigilância Sanitária do DF, vinculada à Secretaria de Saúde (SES), atua com licenças e orientações técnicas para empreendimentos das áreas de alimentação, saúde e estética; e a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) oferece consultas de viabilidade urbanística e informações sobre uso e ocupação do solo. Os cidadãos têm acesso, ainda, aos serviços da Polícia Federal, responsável pela emissão de passaportes (com agendamento), controle e fiscalização de produtos químicos, segurança privada e registro e controle de armas de fogo. Graças à parceria com o órgão, o Na Hora Empresarial oferece ainda mais conveniência e segurança para empresários que necessitam dos documentos para viagens, missões comerciais e atividades internacionais. O espaço funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h. Acesse aqui mais informações.
Ler mais...
Incubadora Digital chega a Taguatinga e Vicente Pires com cursos de empreendedorismo e tecnologia
Taguatinga e Vicente Pires serão palco de muito aprendizado nas próximas semanas com o programa Incubadora Digital, promovido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF). Lançada no ano passado, a iniciativa busca ampliar o acesso da população a cursos de empreendedorismo e inovação. As atividades são gratuitas e seguem até 1º de maio. Em Taguatinga, a estrutura do programa foi instalada no Taguaparque, atrás do Centro Cultural. Em Vicente Pires, está no estacionamento da Administração Regional. Para participar, basta ter 14 anos ou mais e efetuar a inscrição online ou presencialmente. As turmas ocorrem em dois turnos — das 8h às 12h e das 13h às 17h. O programa Incubadora Digital chega a Taguatinga e Vicente Pires com aulas pela manhã e à tarde | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília São oferecidos cursos de informática básica e tecnologia, marketing digital e produção de conteúdo, empreendedorismo e modelos de negócio, vendas online, audiovisual, operações com drones e inovação digital. Além das formações, os participantes também têm acesso a mentorias e à possibilidade de ingressar no processo de incubação de projetos, com acompanhamento técnico voltado ao desenvolvimento de negócios. O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, enfatiza a importância de levar capacitação gratuita para perto dos cidadãos. “A Incubadora Digital representa um avanço importante na democratização do acesso à tecnologia no Distrito Federal. Estamos levando qualificação, oportunidades e ferramentas práticas diretamente para a população, estimulando o empreendedorismo e preparando cidadãos para as demandas reais do mercado”, salienta. [LEIA_TAMBEM]O programa é desenvolvido em parceria com o Instituto Sociocultural Humanidade Diversificada e Unida (Hdun) e já passou por diversas regiões administrativas. As estruturas móveis já alcançaram moradores de Planaltina, Arapoanga, Sobradinho, Sobradinho II, Fercal, Paranoá, Itapoã, Varjão, Lago Norte, Lago Sul, Jardim Botânico, São Sebastião, Riacho Fundo e Candangolândia. Os inscritos recebem uniforme e material educativo, e aqueles que concluírem os cursos receberão certificados. As carretas têm capacidade para comportar até 30 estudantes em cada turno, totalizando 60 pessoas por dia, e são equipadas com laboratórios completos, incluindo computadores, drones, estúdios para gravação de podcasts e outros equipamentos. Em dezembro do ano passado, o programa ganhou um ponto avançado fixo no Setor Comercial Sul (Quadra 02, Bloco C, Lote 115 — Edifício Paulo Sarasate). No local, são oferecidas capacitações gratuitas e atividades voltadas para o desenvolvimento de negócios, nas quais ideias e empresas selecionadas recebem auxílio profissional para impulsionar o crescimento estratégico. Acompanhe as atualizações pela rede social do programa.
Ler mais...
Celina Leão participa do 4º Congresso Realize, no Parque da Cidade
A governadora Celina Leão participou, nesta terça-feira (31), do 4º Congresso Realize, no Parque da Cidade, em agenda voltada à autonomia econômica das mulheres no Distrito Federal. Promovido pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria da Mulher (SMDF), o encontro ocorreu no Estacionamento 12 e reuniu cerca de 600 participantes. A governadora Celina Leão interage com a atleta de futevôlei Lana Miranda, que proferiu palestra durante o encontro | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Com o tema “Do fazer com as mãos ao florescer como negócio”, o congresso teve palestras sobre gestão de negócios, precificação, marketing, posicionamento de marca e acesso a oportunidades, além de atendimentos gratuitos de beleza, feirinha de artesanato, espaço kids, coffee break e almoço. Para Celina, é preciso mostrar que a mulher pode e deve ocupar espaços de poder. “Elas precisam ser respeitadas, valorizadas, amadas, cuidadas, e é isso que nós queremos fazer todos os dias pelas nossas mulheres”, afirmou. “Quando eu me sento na cadeira de governadora, cada uma de vocês se senta comigo, mostrando que nós estamos em todos os lugares e que sabemos fazer e fazer bem-feito”. O público é formado por mulheres atendidas nas unidades da SMDF, participantes do programa Realize e beneficiárias dos cursos oferecidos pela pasta. A proposta é transformar habilidades e talentos em oportunidades concretas de geração de renda, com foco no protagonismo feminino e na independência financeira. Qualificação e renda Giselle Ferreira, secretária da Muher, lembrou que o programa é uma política pública efetiva: “Fazemos esse acompanhamento o ano todo e, neste congresso, reunimos mulheres que passaram por capacitação e tiveram acesso à informação nos nossos equipamentos públicos” O Realize desenvolve habilidades socioemocionais e competências voltadas à vida profissional, com ênfase no empreendedorismo e na autonomia econômica. A iniciativa também oferece ferramentas de planejamento profissional e mantém acompanhamento psicossocial das alunas após o fim dos cursos. Segundo a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, o programa é uma política pública efetiva. “Fazemos esse acompanhamento o ano todo e, neste congresso, reunimos mulheres que passaram por capacitação e tiveram acesso à informação nos nossos equipamentos públicos”, enfatizou. A artesã Djanira da Silva participa do congresso desde a edição anterior: “Aqui a gente recebe orientação, aprende mais e vai se capacitando. É importante que outras mulheres também venham participar” “A motivação para a criação do Realize foi perceber que muitas mulheres, inclusive com excelentes currículos e formações, ficavam paralisadas em suas vidas por fragilidades e dificuldades emocionais” Renata D'Aguiar, subsecretária de Promoção das Mulheres A subsecretária de Promoção das Mulheres, Renata D’Aguiar, ressaltou que o programa nasceu da necessidade de fortalecer emocionalmente as participantes: “A motivação para a criação do Realize foi perceber que muitas mulheres, inclusive com excelentes currículos e formações, ficavam paralisadas em suas vidas por fragilidades e dificuldades emocionais. O Realize nasceu para fortalecer emocionalmente as mulheres, sejam elas donas de casa, sejam empreendedoras, sejam trabalhadoras”. O congresso integra a programação do Março Mais Mulher, calendário de ações promovido pelo GDF ao longo de março para ampliar o acesso das mulheres à qualificação, ao acolhimento e a oportunidades de geração de renda. Exemplo que vem do esporte O evento contou com a palestra da atleta de futevôlei Lana Miranda. Com dez títulos mundiais, ela levou ao congresso um relato sobre superação no esporte e defesa da autonomia feminina. [LEIA_TAMBEM]Ao compartilhar a própria trajetória em uma modalidade marcada pelo machismo, a atleta incentivou as participantes a acreditarem no próprio potencial e a persistirem na busca pelos próprios sonhos. “Ver um evento como esse, levando autonomia para as mulheres, é motivo de alegria”, declarou. “Quero transmitir a energia que o esporte me deu para que elas possam florescer e realizar os sonhos delas”. Entre as participantes do congresso, a artesã Djanira Maria da Silva falou sobre a importância do programa para mulheres que querem transformar habilidades manuais em fonte de renda. Participando do evento pela segunda vez, ela contou que trabalha com artesanato e crochê e vê no Realize uma oportunidade de aprender como apresentar e comercializar melhor os próprios produtos. “Faço artesanato, crochê e outras peças, e quero aprender como levar isso para o público”, explicou. “Aqui a gente recebe orientação, aprende mais e vai se capacitando. É importante que outras mulheres também venham participar. Muitas fazem crochê, manicure e outros trabalhos, e aqui podem aprender para crescer e expandir isso lá fora.”
Ler mais...