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Projeto Acelera Tech forma alunos em Santa Maria 

Em parceria com o Instituto Bem Viver DF, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) promove nesta sexta (6), em Santa Maria, a cerimônia de formatura da primeira etapa da segunda edição do projeto Acelera Tech. Projeto investe em capacitação nas áreas de tecnologia, inovação e economia digital | Foto: Divulgação/Secti-DF “Investir em educação tecnológica é investir em inclusão, autonomia e geração de oportunidades para a população do Distrito Federal” Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Esta etapa marca o início de um cronograma que também contemplará outras regiões administrativas (RAs) do Distrito Federal ao longo dos próximos meses. A iniciativa oferece formação em tecnologia e inovação, contribuindo para o desenvolvimento de competências alinhadas às demandas do mercado de trabalho. “O Acelera Tech representa uma oportunidade concreta para que jovens e adultos desenvolvam novas habilidades e estejam mais preparados para os desafios de uma economia cada vez mais digital”, afirma o titular da Secti-DF, Rafael Vitorino. “Investir em educação tecnológica é investir em inclusão, autonomia e geração de oportunidades para a população do Distrito Federal.” [LEIA_TAMBEM]A cerimônia celebra a conclusão de mais uma etapa do projeto, que levou conhecimento e capacitação a jovens da região administrativa de Santa Maria, promovendo acesso a conteúdos voltados à tecnologia, inovação e economia digital. Durante o mês de maio, os alunos participaram de cursos nas áreas de informática, design gráfico e edição de vídeos mobile, adquirindo conhecimentos práticos voltados para a empregabilidade, para o empreendedorismo e para o uso estratégico das ferramentas digitais. Iniciativas como o Acelera Tech, reforça Rafael Vitorino, são estratégicas para ampliar o acesso à ciência e à tecnologia, estimular a formação de talentos e fortalecer o desenvolvimento socioeconômico do DF por meio da educação e da inovação.    *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação

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Treinamento prepara gestores das UPAs para liderar mudanças organizacionais

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) promoveu, nesta quarta-feira (6), um treinamento intensivo para gestores e líderes das unidades de pronto atendimento (UPAs). Liderado pelo superintendente de Qualidade e Melhoria Contínua de Processos, Clayton Sousa, o curso abordou temas como a gestão da mudança, competências comportamentais necessárias para os gestores e estratégias práticas para enfrentar os desafios dinâmicos do ambiente de saúde. Clayton Sousa, superintendente de Qualidade e Melhoria Contínua de Processos do IgesDF: “Nosso setor exige adaptação constante, e essas ferramentas ajudam os gestores a enfrentar os desafios de forma mais estruturada” | Foto: Divulgação/IgesDF “Nosso objetivo foi contextualizar a complexidade do ambiente de saúde, que é dinâmico e passa por constantes mudanças”, definiu o gestor. “Essas mudanças ocorrem tanto por necessidade quanto por desejo de melhorar. Para isso, os gestores precisam desenvolver habilidades comportamentais para sustentar o processo de mudança de forma eficaz.” Papel das lideranças Durante o treinamento, os participantes foram incentivados a refletir sobre o cenário desafiador das UPAs e as reações naturais às mudanças, abordando temas como a curva de mudança de Elizabeth Kubler-Ross – metodologia de gestão de mudança que ajuda a identificar os estágios emocionais das pessoas em momentos de transição e que descreve as fases emocionais pelas quais as pessoas passam em processos de transformação. O conteúdo incluiu estratégias práticas para comunicação clara, definição de propósitos e gestão das reações da equipe frente às mudanças. “A liderança é responsável por mitigar falhas e minimizar resistências”, apontou Clayton Sousa. “Quando os líderes conduzem a mudança de forma estruturada, os liderados avançam mais rapidamente pelas fases da curva de mudança, alcançando mais rapidamente o engajamento e o alinhamento com os objetivos propostos.” Os gestores participaram de atividades práticas, como uma autoavaliação em que identificaram sua fase atual na curva de mudança, e discussões em grupo sobre as necessidades de transformação nas UPAs. “Saíram do treinamento com uma revisão conceitual sobre o tema e com várias dicas práticas que podem ser aplicadas no dia a dia”, disse o superintendente. “Nosso setor exige adaptação constante, e essas ferramentas ajudam os gestores a enfrentar os desafios de forma mais estruturada”.   *Com informações do IgesDF

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