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GDF entrega licença ambiental do Assentamento Patrícia Aparecida, no Paranoá

O assentamento de trabalhadores rurais Patrícia Aparecida, na área rural do Paranoá, recebeu, nesta quinta-feira (8), a licença ambiental emitida pelo Instituto Brasília Ambiental. A medida assegura a regularização da área, que abriga 24 famílias instaladas no local desde 2013, e permite o desenvolvimento das atividades produtivas de forma sustentável e alinhada às normas ambientais. O documento tem validade de dez anos. Licença ambiental permite à comunidade aprimorar a produção, a partir da utilização de modelo agroecológico | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília  Com área total de 377 hectares, o assentamento está situado próximo ao entroncamento das rodovias BR-251 e DF-130, em região inserida na Zona Rural de Uso Controlado I do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot) e na Zona de Uso Sustentável da Área de Proteção Ambiental do Planalto Central. Por isso, o processo de regularização era essencial para assegurar a conformidade com as diretrizes de proteção ambiental do local. A Licença Ambiental Simplificada nº 24/2025 emitida pelo Brasília Ambiental autoriza a atividade de assentamento rural, com condicionantes e regras para o uso do solo, como a adoção obrigatória do modelo agroecológico de produção, a utilização exclusiva de irrigação por gotejamento e a proteção das áreas de preservação permanente. “Essas 24 famílias estão aqui há 13 anos, de forma precária, sem poder construir nada, sem água e sem luz, tudo na gambiarra. Hoje, estamos garantindo que elas possam viver com dignidade e produzir” Rôney Nemer, presidente do Instituto Brasília Ambiental Durante a solenidade, a chefe de gabinete da Vice-governadoria, Juliana Bonfante, anunciou que outras regiões serão contempladas. “O trabalho do Governo do GDF é regularizar e deixar tudo em ordem”, afirmou. “Aqui estava para se fazer [a regularização] há muito tempo, e agora está tudo certo. O governo tem muita coisa ainda para fazer em outros lugares. O trabalho continua.” Conquista O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, ressaltou que a entrega do documento corrige uma espera histórica. “Essas 24 famílias estão aqui há 13 anos, de forma precária, sem poder construir nada, sem água e sem luz, tudo na gambiarra", afirma. “Houve uma determinação do governador Ibaneis Rocha e da vice-governadora Celina Leão para que déssemos prioridade à regularização dessas áreas. Hoje, estamos cumprindo esse papel e garantindo que elas possam viver com dignidade e produzir." Segundo o gestor, além da segurança jurídica, a licença permite que o assentamento se consolide como espaço produtivo e ambientalmente responsável. “Eles sempre foram parceiros do meio ambiente”, lembrou. “Preservaram o Cerrado, não atrapalharam o refúgio de vida silvestre. As condicionantes que colocamos, na prática, eles já executam. Agora, vão poder ocupar a área de forma definitiva, com qualidade, infraestrutura e fornecer produção agrícola para toda a população do Distrito Federal.” A produtora Elenice Ramos comemora: “Sem essa licença, estava tudo travado: financiamento, empréstimo, banco. A gente precisava plantar e expandir nossa produção. Isso aqui é o início de tudo” Entre as exigências previstas estão a manutenção de faixas de proteção não edificáveis de 17,6 metros ao longo dos canais naturais de escoamento superficial, a implantação de fossas sépticas ou soluções ambientalmente adequadas para tratamento de efluentes domésticos, o cercamento das áreas de preservação permanente e a proibição de supressão de vegetação nativa sem autorização do órgão ambiental. [LEIA_TAMBEM]Além disso, o assentamento deverá desenvolver um projeto de educação ambiental junto às famílias, tendo como foco práticas agrícolas sustentáveis, reforçando o compromisso com a conservação dos recursos naturais e a produção responsável. Para quem vive da terra, a licença representa um divisor de águas. A produtora rural Elenice Moreira Ramos, de 61 anos, enfatizou que o documento abre caminhos promissores para o futuro da comunidade. No local, ela cultiva mandioca, além de hortaliças como quiabo, jiló, berinjela, pepino e outras variedades. “A importância é enorme, eu não tenho nem palavras”, declarou Elenice. “Sem essa licença, estava tudo travado: financiamento, empréstimo, banco. A gente precisava plantar e expandir nossa produção. Isso aqui é o início de tudo.” Pedro Paulo dos Santos produz jiló, quiabo, mandioca, pepino, tomate e maracujá: “Hoje, com a licença na mão, o mundo se abriu de novo. Trabalhamos com mais vontade e segurança”  O produtor rural Pedro Paulo dos Santos, 56, acompanha o assentamento desde o primeiro dia e também celebrou a regularização. “Antes era uma coisa, agora melhorou 150%”, avaliou ele, que produz tomate, pepino, mandioca, pimenta, quiabo, jiló e maracujá. “A gente trabalhava com medo de multa, sem tranquilidade. Hoje, com a licença na mão, o mundo se abriu de novo. Trabalhamos com mais vontade e segurança. Com esse documento, a vontade é crescer mais. Agora precisamos avançar também na parte da comercialização, e tenho certeza de que o governo vai ajudar.”    

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Estudo ambiental de condomínio do Jardim Botânico é tema de encontro

O Instituto Brasília Ambiental realiza na quinta-feira (4), das 19h às 22h, a audiência pública virtual de apresentação e discussão do Relatório de Impacto de Vizinhança (Rivi) para parcelamento de solo urbano, referente ao licenciamento ambiental (licença prévia) do Residencial Villa Bela. O evento será transmitido ao vivo, pelo canal do Brasília Ambiental no YouTube. Na ocasião, será feita a exposição técnica do projeto e aberto um espaço para a participação de interessados. Residencial está localizado na Região Administrativa do Jardim Botânico | Foto: Arquivo/Agência Brasília O empreendimento está localizado no Setor Santa Bárbara, Rua dos Lírios, Lote 438, na Região Administrativa do Jardim Botânico. Todos os estudos, assim como as instruções de acesso ao canal de transmissão e o formulário para encaminhamento de contribuições, estão disponíveis no site do instituto. [LEIA_TAMBEM]“Nas audiências públicas são colhidas informações visando a aprimorar o processo e os estudos para a concessão de licenciamento de atividades e empreendimentos que empregam recursos naturais ou que possam causar algum tipo de poluição ou degradação ao meio ambiente”, lembra o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. “É por meio dessas iniciativas que garantimos o desenvolvimento de nossa cidade pautado pela escuta atenta da sociedade, pelo diálogo e o compromisso com a sustentabilidade e o bem-estar de toda a população”, reforça a vice-governadora Celina Leão. Pessoas interessadas em participar e que não possuam acesso à internet poderão acompanhar presencialmente o evento, por meio do ponto de transmissão disponibilizado no salão de festas do Condomínio Estância Del Rey, no Setor Habitacional Tororó, Jardim Botânico. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Licença ambiental: Condomínio Jardins do Lago dá mais um passo rumo à regularização

O Condomínio Jardins do Lago, no Jardim Botânico, recebeu a Licença de Operação na noite desta segunda-feira (14). O documento, concedido pelo Brasília Ambiental, foi assinado pela governadora em exercício Celina Leão e representa um importante passo para a regularização do condomínio. Na prática, a licença atesta que as exigências ambientais foram todas cumpridas. No total, são 160 lotes. O condomínio está na Macrozona Urbana do Distrito Federal, de acordo com o Plano Diretor de Ordenamento Territorial do DF (Pdot). A área se encontra dentro da Zona Urbana de Uso Controlado II, que busca equilibrar o desenvolvimento urbano com a preservação ambiental, considerando a proximidade com unidades de conservação e fontes de abastecimento de água. Celina Leão: “A licença ambiental é a mais delicada dentro do processo de regularização” | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília A governadora em exercício observa que as exigências ambientais são de extrema importância para a conservação, especialmente, de áreas ambientais sensíveis, caso da região onde é o condomínio. “A licença ambiental é a mais delicada dentro do processo de regularização. Todos os requisitos do Brasília Ambiental foram cumpridos e, hoje, damos esse importante passo com muita responsabilidade para a tão sonhada regularização”, afirmou Celina. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, explica que o condomínio cumpriu todas as exigências que incluem tratamento do esgoto, drenagem pluvial e permeabilidade do solo, entre outros. “Eles precisam ter o cuidado da preservação, como não adensar ou parcelar os lotes. O acompanhamento é constante. O próprio condomínio demonstrou total interesse na preservação ambiental que representa também qualidade de vida para os moradores”, disse. José de Souza Braga: “Segurança jurídica é o que a gente procura e buscamos estar atualizados com as normas” José de Souza Braga, presidente da Associação de Moradores do Condomínio Jardins do Lago Quadra 2, afirma que é um alívio para as famílias que há décadas lutam para conseguir regularizar suas casas. “Se não está regularizado, a gente não consegue nem fazer financiamento. Segurança jurídica é o que a gente procura e buscamos estar atualizados com as normas”, ressalta. A licença assegura que as ações corretivas e preventivas indicadas nos estudos ambientais sejam efetivamente aplicadas, contribuindo para a preservação dos recursos naturais, o controle da poluição e o cumprimento da legislação. O documento também evita sanções e penalidades, e promove o desenvolvimento sustentável da região.

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Área de Desenvolvimento de Sobradinho ganha licença ambiental prévia

O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, assinou na noite de quinta-feira (24), em Sobradinho, a Licença Prévia (LP) da Área de Desenvolvimento Econômico (ADE) da cidade. O documento tem validade de quatro anos e permite que a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) possa implantar lotes na região. A solenidade de assinatura contou com ampla participação da comunidade empresarial local. A Licença Prévia da Área de Desenvolvimento Econômico de Sobradinho foi assinada na quinta (24); documento permite a implantação de lotes na região | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Nemer destacou que a licença assinada marca o início da ampliação da ADE de Sobradinho. E ressaltou que o órgão ambiental não é contra o desenvolvimento, apenas cuida para que ele ocorra de maneira ambientalmente correta. “É preciso gerar emprego? É preciso. É preciso expandir? É preciso. É preciso crescer economicamente? É necessário. Mas tudo de forma ambientalmente sustentável. Temos concedido muitas licenças ambientais, mas todas dentro do prescrito nas normas ambientais”, reforçou. O dirigente ressaltou que a expedição da licença ambiental contribui para a geração de emprego na região. “Vocês agora vão poder, junto com a Terracap, construir esse setor para que possamos, em breve, ver muitos jovens, homens e mulheres adultos trabalhando, gerando emprego, gerando renda. Quem ganha com isso é toda a população de Sobradinho”, disse Nemer, dirigindo-se, principalmente, aos membros da Associação de Microempreendedores Individuais e Profissionais Liberais de Sobradinho (Ampec). O diretor de Licenciamento Ambiental do Instituto, Natanel Antunes Abade, afirmou que a atual gestão do Brasília Ambiental trouxe maturidade institucional para o órgão. “O resultado dessa maturidade é que conseguimos alcançar os anseios da sociedade, trabalhando com eficiência, sem descuidar da essência do licenciamento ambiental. Sempre que se trata de licenciamento temos que tratar de desenvolvimento econômico, social e ambiental”, explicou. Abade ressaltou que a licença foi concedida porque está tudo certo com o empreendimento do ponto de vista da localização territorial, do zoneamento ecológico econômico e das bacias hidrográficas.  Assegurou ainda que os Planos de Controle Ambiental estão todos previstos na LP. A licença deverá ser publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), em até 30 dias. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Mais de 6 mil pessoas são beneficiadas com renovação de licença ambiental do Tororó

A Licença Ambiental de Instalação (LI) do parcelamento de solo urbano do Setor Habitacional Tororó foi renovada neste domingo (14). A medida engloba toda a região de forma macro, orientando diretrizes de proteção ambiental para os empreendimentos que já existem e para aqueles que serão erguidos futuramente. O documento tem validade de seis anos. A ordem de serviço que autoriza o parcelamento de solo na região foi assinada pela vice-governadora Celina Leão, pelo presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, entre outras autoridades do Governo do Distrito Federal (GDF). A vice-governadora Celina Leão destacou o trabalho do GDF para a promoção de segurança jurídica com a regularização de áreas rurais e urbanas | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Conforme dados oficiais, atualmente, o Tororó reúne mais de 6,6 mil habitantes, em 1.900 lotes. “É um bairro inteiro com uma condição de regularidade que permite que todos os projetos dos condomínios estejam em conformidade com as leis ambientais”, enfatizou a vice-governadora Celina Leão. “Estamos mudando a pirâmide de ocupar primeiro e depois regularizar. Queremos regularizar as áreas e trazer autorização da área de meio ambiente para que os bairros comecem cumprindo toda a legislação e preservando o meio ambiente.” A vice-governadora destacou ainda que a promoção de segurança jurídica ocorre de forma concomitante nos meios urbano e rural. “Também não paramos de avançar na área rural, que é uma demanda muito antiga, seja de titularidade de terras ou de regularizações que precisavam ser passadas pelo Ibram. Paralelamente temos buscado tanto o desenvolvimento e o cuidado com as pessoas que estão no campo, como também aqui na cidade.” “É um sentimento imensurável poder dormir pensando ‘ah, essa casa é minha, eu tenho a minha escritura, eu vou poder passar o resto da minha vida aqui e passar para os meus filhos’. Isso não tem preço. A comunidade está ganhando paz de espírito”, diz a presidente do Movimento Comunitário do Jardim Botânico, Rose Marques Neste domingo (14), também foi autorizado o parcelamento de solo no Condomínio Mansões Rurais Lago Sul. O documento permite a realização de obras de infraestrutura, assim como a individualização das matrículas e registro junto ao cartório, e estipula ações de conservação do meio ambiente que devem ser feitas pelo empreendimento. “É o governo trazendo a importância do meio ambiente. Sem o meio ambiente e o Cerrado, falta água. A determinação do governador Ibaneis Rocha é desenvolver sempre, mas com sustentabilidade” Rôney Nemer, presidente do Instituto Brasília Ambiental O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, ressaltou que as duas licenças visam a preservação do bioma nativo, o Cerrado. “Estando tudo ordenado, conseguimos que os novos empreendimentos façam a preservação ambiental já na apresentação do projeto de ocupação urbana e aqueles que já ocuparam podem saber a forma de compensar o dano ambiental, se houver”, disse. “É o governo trazendo a importância do meio ambiente. Sem o meio ambiente e o Cerrado, falta água. A determinação do governador Ibaneis Rocha é desenvolver sempre, mas com sustentabilidade.” A superintendente de Licenciamento do Instituto Brasília Ambiental, Nathalia Almeida, explica que, embora tenham o mesmo objetivo – conservação do meio ambiente durante o processo de urbanização -, as duas licenças ambientais preveem diretrizes diferentes. “A licença do Setor Habitacional Tororó pega todas as propriedades que estão aqui e que surgirão, trazendo as regras que devem ser seguidas para os parcelamentos. Por exemplo, as áreas que têm que ser preservadas já são indicadas, assim como a quantidade de pessoas e de lotes e a infraestrutura que são permitidos. É como um guarda-chuva, porque todos os empreendimentos que vêm no futuro terão que seguir a sua própria licença e a licença do setor”, esclareceu. “Por outro lado, a licença do condomínio é específica para ele e todos os empreendimentos aqui da região precisam ter uma própria, com as peculiaridades de cada área.” Segurança jurídica Para a comunidade do Tororó, a renovação da Licença Ambiental de Instalação significa segurança jurídica. A presidente do Movimento Comunitário do Jardim Botânico, Rose Marques, 56 anos, mora na região há mais de duas décadas e está feliz com a medida. “É um sentimento imensurável poder dormir pensando ‘ah, essa casa é minha, eu tenho a minha escritura, eu vou poder passar o resto da minha vida aqui e passar para os meus filhos’. Isso não tem preço. A comunidade está ganhando paz de espírito”, afirmou. O mesmo sentimento é compartilhado pela presidente da Associação dos Empreendedores do Tororó, Maria José Feitosa, 53. Ela destacou as ações executadas por este GDF que agregam no desenvolvimento econômico do Jardim Botânico. “As maiores obras estão aqui neste momento, tanto de duplicação da DF-140, como o balão da DF-251 para a entrada principal do setor e pavimentação gradual das vias vicinais. O governo tem dado uma atenção bem especial e nós ficamos muito gratificados com a renovação da licença ambiental por mais seis anos”, comentou.

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Reunião discute relatório ambiental do empreendimento Reserva do Vale

O Instituto Brasília Ambiental realiza na quinta-feira (27), às 19h, audiência pública virtual e presencial de apresentação e discussão do Relatório de Impacto de Vizinhança (Rivi) para parcelamento de solo referente ao licenciamento ambiental do Reserva do Vale. O empreendimento está localizado no Setor Habitacional São Bartolomeu, Quadra Reserva do Vale, na região administrativa do Jardim Botânico. O evento terá ponto de acesso presencial e também será transmitido ao vivo via canal do YouTube do Brasília Ambiental. Interessados em acompanhar a audiência pública presencialmente poderão assistir à sessão no Condomínio Ecológico Parque do Mirante –  Rua Contorno, quadras 3 e 4, SHJB, sala de reunião da imobiliária RexJota. Na reunião, serão divulgados os impactos ambientais previstos durante as obras | Foto: Divulgação/ Brasília Ambiental Os estudos, instruções relativas aos canais de transmissão e respectivos procedimentos para acesso e participação da reunião estão disponíveis no portal do Brasília Ambiental. “As audiências públicas são parte do procedimento do licenciamento ambiental de empreendimentos de maior impacto. Nelas, são divulgados à comunidade afetada todos os impactos previstos durante as obras e funcionamento da atividade. Também é uma oportunidade de receber críticas, sugestões e demais contribuições para que o empreendimento reflita também o olhar da sociedade sobre ele”, explica a superintendente de Licenciamento do Brasília Ambiental, Nathália Almeida. *Com informações do Brasília Ambiental

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Audiência pública discutirá empreendimentos do Setor Habitacional São Bartolomeu

O Instituto Brasília Ambiental publicou, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (27), o aviso da audiência pública de apresentação e discussão do Relatório de Impacto de Vizinhança (Rivi) para parcelamento de solo referente ao licenciamento ambiental da Reserva do Vale. O empreendimento está localizado no Setor Habitacional São Bartolomeu, Quadra Reserva do Vale, lindeiro ao Condomínio Mansões Itaipu. Área demarcada em vermelho será objeto de discussão | Imagem: Brasília Ambiental O evento será realizado em 27 de junho, com início às 19h e encerramento previsto para as 22h, transcorrendo tanto no formato presencial quanto por transmissão simultânea – nesse caso, pelo canal do Brasília Ambiental no YouTube. Na ocasião, será feita a exposição técnica do projeto e aberto um espaço para a participação de interessados. Os estudos estão disponíveis no site do instituto. *Com informações do Brasília Ambiental

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Audiência pública debate impacto ambiental de conjunto habitacional em Sobradinho II

Nesta terça-feira (30), às 19h, o Instituto Brasília Ambiental realiza audiência pública de apresentação e discussão do Relatório de Impacto Ambiental Complementar (Riac) para parcelamento de solo urbano, referente ao licenciamento ambiental (licença de instalação) do Residencial Calliandra. O empreendimento está localizado às margens do Córrego Paranoazinho, na Bacia Hidrográfica do Rio São Bartolomeu, região do Grande Colorado, nos limites de Sobradinho II. Arte: Brasília Ambiental Segundo a Superintendência de Licenciamento do Instituto, o encontro ocorre presencialmente no escritório da Urbanizadora Paranoazinho, localizado no Edifício Hyara Center, Lote 6B, Jardim Europa II, Avenida São Francisco, no Grande Colorado. O evento também poderá ser acompanhado, ao vivo, pelo canal do YouTube do Brasília Ambiental, com início às 19h e encerramento previsto para as 22h. Na ocasião, será feita a exposição técnica do projeto e aberto um espaço para a participação de interessados. Todos os estudos, assim como as instruções de acesso ao canal de transmissão e o formulário para encaminhamento de contribuições, estão disponíveis no site do Instituto. “As audiências públicas são parte do procedimento de licenciamento ambiental de empreendimentos de maior impacto. Nelas, são divulgados à comunidade afetada todos os impactos previstos durante as obras e funcionamento da atividade. Também é uma oportunidade de receber críticas, sugestões e demais contribuições para que o empreendimento reflita o olhar da sociedade sobre ele”, explica a superintendente de Licenciamento do Brasília Ambiental, Nathália Almeida. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Consulta inédita sobre regulamentação de audiências públicas é lançada

O Instituto Brasília Ambiental quer ouvir a população do Distrito Federal sobre a proposta de instrução normativa que regulamentará as audiências públicas dos processos de licenciamento ambiental conduzidos pela autarquia distrital. A consulta pública será realizada entre os dias 15 e 30 deste mês. A ideia da consulta é aperfeiçoar as sessões públicas e os debates promovidos no âmbito dos processos de licenciamentos ambientais | Foto: Divulgação/ Brasília Ambiental A etapa de audiência pública nos processos de licenciamento ambiental está prevista na Lei Orgânica do Distrito Federal, na Lei nº 5.081/2013, na Lei nº 41/1989 e nas resoluções do Conama nº 237/1997, nº 1/1986 e nº 9/1987. Essa fase garante a participação popular no processo de licença ambiental de um empreendimento, de forma a contribuir para a manutenção da qualidade ambiental. A ideia dessa consulta, a primeira realizada pela Superintendência de Licenciamento do instituto, é que o público participe da construção da nova normatização, visando aperfeiçoar as sessões públicas e os debates promovidos no âmbito dos processos de licenciamentos ambientais realizados pelo Brasília Ambiental. “É de fundamental importância a colaboração do máximo de pessoas na elaboração da instrução normativa. Esse momento reforça a transparência e a democracia participativa, onde também são considerados os interesses e preocupações da comunidade e das partes interessadas. E, como consequência, beneficia o meio ambiente e proporciona uma gestão ambiental mais eficaz e responsável”, esclarece a superintendente de Licenciamento Ambiental, Nathália Almeida. As sugestões deverão ser encaminhadas para o correio eletrônico sulam@ibram.df.gov.br. Para acessar o formulário que deverá ser preenchido para a participação na consulta pública, basta clicar neste link. E clique aqui para ler a minuta sugerida da nova instrução normativa. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Licença ambiental beneficia mais de 2,3 mil moradores em Sobradinho II

Mais um passo dado rumo à regularização do Condomínio Vivendas Bela Vista, localizado no Setor Habitacional Grande Colorado, em Sobradinho II. O governador Ibaneis Rocha assinou, neste sábado (25), a licença ambiental do residencial que ocupa área de 100 hectares e reúne população estimada de 2.379 habitantes, distribuídos em 718 lotes. Mais de 2,3 mil moradores do Condomínio Vivendas Bela Vista, em Sobradinho II, são beneficiados com a licença ambiental assinada pelo governador Ibaneis Rocha neste sábado (25) | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília “Trabalhamos dentro do governo para dar celeridade às regularizações e dificilmente passa uma semana sem que a gente receba um documento de regularização de alguma área aqui em Sobradinho”, afirmou Ibaneis Rocha. “Toda vez que eu assino esses documentos, eu assino com muita alegria, com muita felicidade, porque eu sei o sofrimento de cada um dos moradores dessa região”, disse. O Governo do Distrito Federal (GDF) tem se empenhado em regularizar áreas residenciais em todas as regiões, dando fim aos tempos de derrubada. De 2019 para cá, foram entregues as licenças ambientais dos condomínios Entrelagos, no Itapoã, e Estância Quintas da Alvorada, no Jardim Botânico. Já o Residencial Mansões Itaipu, também no Jardim Botânico, recebeu sua licença de instalação. “É muito bom ter a segurança jurídica dos nossos imóveis, poderemos deixar herança para os nossos filhos e fazer qualquer mudança dentro da legalidade e com transparência”, disse Clerton Geórgio Melo, morador do Vivendas Bela Vista Mais do que oferecer segurança jurídica aos cidadãos, a legalização de condomínios residenciais são essenciais para a proteção do meio ambiente. Segundo Rôney Nemer, presidente do Brasília Ambiental, as ocupações irregulares muitas vezes pecam pela supressão equivocada de vegetação, o aterro de nascentes e a contaminação de córregos. “É a licença ambiental que define os parâmetros para regularização, que identifica o que precisa ser feito para que o meio ambiente seja preservado”, explicou Rôney. “E o GDF tem trabalhado para que se possa regularizar o máximo possível dentro da questão ambiental, sempre priorizando a preservação e a proteção do meio ambiente”, completou. Morador do Vivendas Bela Vista desde 2007, o aposentado Clerton Geórgio Melo, 57 anos, conta que a luta pela regularização surgiu ainda nos anos 1990 e, desde então, mobiliza toda a comunidade do residencial. “Foi muito árduo o nosso caminho para chegar aqui. Agora estamos no momento de sorrir e agradecer”, comemorou. “É muito bom ter a segurança jurídica dos nossos imóveis, poderemos deixar herança para os nossos filhos e fazer qualquer mudança dentro da legalidade e com transparência”. O administrador de Sobradinho II, Diego Rodrigues Matos, ressaltou que a licença ambiental é uma grande conquista para a comunidade. “O governo está mostrando que é possível regularizar os condomínios”, observou. O gestor ainda agradeceu as diversas melhorias feitas na região administrativa. “Só posso agradecer porque, como administrador, a gente recebe as demandas dos moradores e consegue dar uma resposta positiva para eles”, afirmou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Nos últimos quatro anos, o GDF entregou grandes obras na região de Sobradinho, como o Complexo Viário Governador Roriz, o Viaduto do Comper, a reforma da rodoviária, a pavimentação da DF-440, entre o Condomínio RK e a vicinal VC-263, e pavimentação de áreas de escolas rurais por meio do programa Caminho das Escolas. Encontro de clubes Depois de assinar a licença ambiental do Condomínio Bela Vista, Ibaneis Rocha esteve no 10º Encontro Interclubes, no Iate Clube de Brasília. A reunião, organizada pelo Sindicato de Clubes e Entidades de Classe Promotoras de Lazer e Esportes do Distrito Federal (Sinlazer), definiu o orçamento do setor para 2024. “A gente tem trabalhado muito forte para dar segurança jurídica às instituições. E os clubes merecem uma atenção muito especial pelo grande trabalho social que fazem na cidade”, observou o governador do DF. “Nós avançamos muito na questão do licenciamento, na entrega de documentos. São coisas que demoram muito tempo para serem feitas”.

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