Resultados da pesquisa

mobilidade urbana

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Obras das calçadas e ciclovia da M2 entram na fase de concretagem em Ceilândia

As obras de implantação das novas calçadas e da ciclovia da M2 seguem em ritmo acelerado em Ceilândia. Após a retomada dos serviços nas últimas semanas, os trabalhos já alcançaram uma nova etapa, com a fase de concretagem sendo executada em diversos trechos da via. A intervenção faz parte do conjunto de investimentos realizados pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para ampliar a acessibilidade, garantir mais segurança aos pedestres e incentivar a mobilidade sustentável na cidade. Equipes da empresa responsável pela obra atuam simultaneamente em diferentes pontos, promovendo a execução das bases, instalação de meios-fios e aplicação do concreto nas áreas destinadas à circulação de pedestres. Além de melhorar o deslocamento diário da população, a obra contempla infraestrutura adequada para ciclistas, fortalecendo o uso da bicicleta como alternativa de transporte e lazer. A iniciativa beneficia diretamente moradores, comerciantes e usuários que circulam pela região, oferecendo mais conforto, acessibilidade e segurança. Para quem acompanha de perto as mudanças, os benefícios já são motivo de expectativa. As novas calçadas seguem os padrões de acessibilidade, incluindo espaços adequados para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Além de trazer mais segurança para quem pedala, a ciclovia vai deixar a região mais organizada e melhorar a circulação de moradores e trabalhadores que passam pelo local diariamente. Além de melhorar o deslocamento diário da população, a obra contempla infraestrutura adequada para ciclistas, fortalecendo o uso da bicicleta como alternativa de transporte e lazer | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia Com os serviços em andamento e a concretagem já visível em alguns trechos, a população começa a acompanhar de perto a transformação de uma área que por muito tempo aguardava por melhorias. "Estamos acompanhando de perto a execução dos serviços para garantir que a população receba uma infraestrutura de qualidade. Essa obra representa mais segurança, acessibilidade e qualidade de vida para quem vive e circula em Ceilândia", destacou o administrador regional de Ceilândia, Renato Santana. A expectativa é que, com as próximas etapas, a cidade passe a contar com um corredor mais seguro, acessível e adequado às necessidades de pedestres e ciclistas, reforçando o compromisso do GDF com a mobilidade urbana. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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Avenida Recanto das Emas terá obras com foco em acessibilidade, mobilidade e convivência

A Avenida Recanto das Emas, um dos principais eixos de circulação da região administrativa de mesmo nome, começa a ganhar novos contornos. Com a aprovação do projeto de requalificação viária pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF), o espaço passa a ser pensado não apenas como via de passagem, mas como parte do cotidiano de quem vive e circula pela cidade. Objetivo da proposta é reorganizar o espaço urbano a partir de investimento na acessibilidade | Imagem: Divulgação/Seduh A proposta, que abrange o trecho entre as quadras 101/201 e 104/206, vai além de ajustes técnicos: reorganiza o espaço urbano com foco na acessibilidade, na segurança e na qualidade de vida. A portaria que oficializa o projeto de sistema viário foi publicada nesta quinta-feira (23) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). Prioridade é a população Entre as principais mudanças está a criação de rotas acessíveis e a adequação de calçadas, garantindo o deslocamento seguro de pedestres, incluindo pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. A proposta segue princípios do desenho universal e dialoga com políticas públicas voltadas para a inclusão e para a mobilidade urbana. “A criação de praças e espaços de permanência reforça esse novo olhar: a avenida deixa de ser apenas um eixo de circulação e passa a incorporar áreas de convivência e uso coletivo” Marcelo Vaz, secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação Além disso, o projeto prevê a reforma de pontos de parada de transporte coletivo, melhoria nas travessias e implantação de medidas de moderação de tráfego, como plataformas elevadas nas esquinas, que contribuem para reduzir a velocidade dos veículos e aumentar a segurança viária. Mais verde e menos concreto A intervenção também propõe uma mudança importante na paisagem urbana. Áreas hoje impermeabilizadas darão lugar a espaços mais verdes, com a implantação de canteiros, jardineiras e o plantio de 93 novas árvores ao longo da avenida. “A criação de praças e espaços de permanência reforça esse novo olhar: a avenida deixa de ser apenas um eixo de circulação e passa a incorporar áreas de convivência e uso coletivo”, reforça o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação do DF, Marcelo Vaz. O projeto compreende cerca de 22,8 mil metros quadrados de área urbanizada, com mais de 12 mil metros quadrados destinados a espaços acessíveis e cerca de 3 mil metros quadrados de áreas verdes. Organização e mobilidade A proposta também reorganiza trechos de estacionamento, com previsão de vagas específicas para pessoas com deficiência (PcDs), idosos e motocicletas, além de melhorias na circulação local. As intervenções foram planejadas de forma a não interferir nas redes subterrâneas existentes, mantendo a viabilidade técnica do projeto. [LEIA_TAMBEM]Outro ponto importante é que a reforma atualiza e complementa um projeto urbanístico anterior, de 1993, alinhando a avenida às normas mais recentes de mobilidade, acessibilidade e planejamento urbano. “A aprovação do projeto representa mais um passo no processo de qualificação dos espaços públicos do Distrito Federal”, enfatiza o subsecretário de Projetos e Licenciamento de Infraestrutura, Vitor Recondo. “No Recanto das Emas, a intervenção reconhece a importância da avenida no dia a dia da população e propõe um redesenho que acompanha essa dinâmica.” A reforma aponta para uma cidade que se adapta, se reorganiza e se aproxima das pessoas, criando caminhos mais seguros, espaços mais acolhedores e uma relação mais equilibrada entre mobilidade e convivência urbana. Após a aprovação do sistema viário, o processo será encaminhado à Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) para a elaboração dos projetos complementares e do orçamento. A portaria também determina que os documentos urbanísticos sejam disponibilizados no Sistema de Documentação Urbanística e Cartográfica no prazo de até sete dias após a publicação. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF)  

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População participa da elaboração do projeto de lei sobre a mobilidade urbana do DF

Com mais de 6.120 propostas já consolidadas, chegou a fase final do trabalho de atualização do Plano Diretor de Transporte Urbano do Distrito Federal (PDTU-DF) e a criação do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável do Distrito Federal (PMUS-DF). No próximo sábado (28), será realizada a audiência pública presencial para apresentação do relatório final e debate sobre o projeto de lei que vai instituir o novo plano. Quem quiser se antecipar e participar da elaboração do projeto de lei pela internet, pode inserir as sugestões diretamente no site do PDTU. A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) publicou a versão preliminar do texto, que ficará disponível para leitura e manifestações escritas até sexta-feira, dia anterior à audiência pública. “Estamos na reta final de um projeto que percorreu as 35 regiões administrativas em duas etapas de oficinas de debate com a população, além de três audiências públicas e reuniões virtuais com órgãos públicos e a sociedade organizada. É muito importante que a população participe da quarta audiência pública, onde vamos debater os últimos ajustes para aprimorar o plano de mobilidade urbana do DF e o texto que vai transformar as propostas em lei”, destacou o titular da Semob-DF, Zeno Gonçalves. No próximo sábado (28), será realizada a audiência pública presencial para apresentação do relatório final e debate sobre o projeto de lei (PL) que vai instituir o novo plano | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília O relatório final do PDTU/PMUS foi produzido pela equipe técnica da Semob e do LabTrans da Universidade Federal de Santa Catarina. O documento elenca as ações e obras que o GDF precisa realizar para melhorar a mobilidade urbana do DF nos próximos dez anos. De acordo com a minuta do projeto de lei, os dois planos serão unificados em um só planejamento estratégico, e passarão a ser chamados de Plano Diretor de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (PDTM-DF). Como participar pela internet Para se manifestar sobre a minuta do projeto de lei, basta acessar o site da Semob e clicar em PDTU (à direita do menu principal) ou diretamente no endereço do site do PDTU. Ao abrir a página, abaixo da foto principal, estão publicados um link para que a pessoa leia e opine sobre a minuta do projeto de lei do PDTU/Pmus, e outro sobre a convocação para a 4ª Audiência Pública — ambos com o botão clique aqui. Clicando para acessar a minuta do projeto de lei, o cidadão terá opções de incluir novo artigo no projeto de lei, manter o artigo como está ou sugerir alteração. Ao clicar para digitar a manifestação, será necessário fazer um breve cadastro com CPF para pessoa física ou CNPJ para pessoa jurídica, registrando também uma senha para o caso de desejar acessar o documento outras vezes. Audiência presencial A audiência pública presencial sobre o relatório final e o projeto de lei do PDTU será realizada no dia 28 de março, a partir das 9 horas, no auditório térreo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Na recepção, o público terá de assinar lista de presença, podendo se inscrever para intervenções orais e encaminhamento de propostas. A sessão será transmitida em tempo real pela internet com link de acesso disponível no site do PDTU. Serviço 4ª Audiência Pública do PDTU/Pmus Local: Auditório térreo do Dnit Endereço: Setor de Autarquias Norte Quadra 03 Lote A, Ed. Núcleo dos Transportes Recepção/inscrições: das 8h30 às 9h Duração: das 9h às 12h Transmissão online: link ficará disponível no site do PDTU *Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (Semob-DF)

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Governador recebe livro institucional da TCB e destaca avanços no transporte público do DF

O governador Ibaneis Rocha recebeu, nesta quarta-feira (25), o livro institucional da Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB), entregue pela diretora-presidente da empresa, Maria Cecília Martins Lafetá. A publicação reúne a história dos 65 anos da companhia e destaca as transformações no transporte público do Distrito Federal nos últimos anos. A diretora-presidente da TCB, Maria Cecília Lafetá, com o governador Ibaneis: “Esse livro reúne meses de trabalho de uma equipe e traz a história da TCB, com ênfase nos últimos oito anos, período em que a empresa deixou de ser praticamente irrelevante para se tornar útil, com projetos que alcançam milhares de pessoas” | Foto: Renato Alves/Agência Brasília  “Quando assumimos, havia quem defendesse a extinção da TCB, mas fizemos o caminho inverso, aproveitando a expertise da empresa para assumir o transporte escolar e melhorar a vida de crianças e adolescentes”  Governador Ibaneis Rocha Durante a reunião, foram apresentadas ao chefe do Executivo as publicações que resgatam a trajetória da TCB desde a criação, além de registrar os avanços recentes promovidos no sistema de transporte coletivo. A TCB é uma das principais operadoras do sistema de transporte coletivo da capital e tem papel estratégico na execução de políticas públicas voltadas à mobilidade urbana. Ao receber o material, o governador Ibaneis Rocha reforçou o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) em continuar investindo na melhoria da mobilidade urbana, com foco na qualidade do serviço prestado aos usuários.  [LEIA_TAMBEM]“Quando assumimos, havia quem defendesse a extinção da TCB, mas fizemos o caminho inverso, aproveitando a expertise da empresa para assumir o transporte escolar e melhorar a vida de crianças e adolescentes”, afirmou. “Hoje também atendemos pessoas com deficiência, com transporte porta a porta. Isso mostra que vale a pena investir em uma empresa pública e fazer uma boa gestão.” A publicação reconhece, ainda, as mudanças implementadas ao longo da atual gestão, com foco na ampliação e modernização dos serviços oferecidos à população.  “Esse livro reúne meses de trabalho de uma equipe e traz a história da TCB, com ênfase nos últimos oito anos, período em que a empresa deixou de ser praticamente irrelevante para se tornar útil, com projetos que alcançam milhares de pessoas”, ressaltou a diretora-presidente da TCB. “Hoje, a nossa empresa não opera somente linhas, mas também realiza o transporte escolar de todas as crianças do Distrito Federal, além de oferecer serviços como o DF Acessível e, em breve, o transporte para pacientes em hemodiálise.”    * Colaboraram Karol Ribeiro e Carlos Eduardo Bafutto  

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Pesquisa mostra como as pessoas se deslocam do Entorno para o DF  

Elaborada pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios Ampliada (Pdad-A) de 2024 traz recortes que apresentam dados sobre como as pessoas que moram na Periferia Metropolitana de Brasília (PMB) fazem o deslocamento para o Distrito Federal para trabalhar e estudar. Maioria das pessoas que vêm do Entorno para trabalhar no DF utiliza ônibus | Foto: Arquieo/Agência Brasília Aproximadamente 200 mil pessoas vêm para a capital a trabalho. Desse total, cerca de 122 mil trabalhadores utilizam ônibus no deslocamento. Quanto ao município de origem, a maioria dos trabalhadores é originária dos municípios goianos de Águas Lindas de Goiás (mais de 55 mil pessoas), Valparaíso de Goiás (mais de 42 mil pessoas), Novo Gama e Luziânia, com mais de 24 mil trabalhadores, cada um. “Ao divulgar esses resultados, o IPEDF fornece a base técnica indispensável para que gestores planejem soluções que reduzam o tempo de deslocamento e melhorem a qualidade de vida da população” Manoel Clementino, diretor-presidente do IPEDF Os moradores dos municípios goianos que se deslocam para o DF para estudar totalizam 44 mil pessoas, das quais aproximadamente 18 mil utilizam ônibus ou transporte escolar público. A média de 9 mil estudantes vêm do Novo Gama é seguida de Águas Lindas de Goiás (cerca de 8.300 estudantes) e de Valparaíso e Planaltina, com quase 8 mil estudantes, cada. “Esses dados evidenciam a forte integração da PMB com o DF”, avalia o diretor-presidente do IPEDF, Manoel Clementino. “Ao divulgar esses resultados, o IPEDF fornece a base técnica indispensável para que gestores planejem soluções que reduzam o tempo de deslocamento e melhorem a qualidade de vida da população. Produzir dados confiáveis é o primeiro passo para uma mobilidade urbana mais justa e conectada.” 1.272.908 Total de moradores dos 12 municípios do Entorno De acordo com os dados da pesquisa, a Periferia Metropolitana de Brasília, que engloba os 12 municípios do Entorno, reúne 1.272.908 moradores e 571.635 domicílios na área urbana da PMB. O secretário do Entorno do GDF, Cristian Viana, reforça: “A pesquisa do IPEDF é um divisor de águas para entendermos a realidade da mobilidade no Entorno. Vamos utilizar esses números para fortalecer as parcerias do GDF com o estado de Goiás e a União, priorizando um transporte público eficiente e acessível. Precisamos transformar o Entorno em um polo de desenvolvimento integrado”. [LEIA_TAMBEM]Sobre o deslocamento diário de mais de 200 mil trabalhadores da região do Entorno para o DF, o diretor de Estudos e Políticas Ambientais e Territoriais do IPEDF pontua: “Esse fluxo massivo de profissionais e trabalhadores demonstra a importância da investigação e estudo sobre a mobilidade dos moradores, uma vez que subsidia políticas e ações voltadas especialmente aos acessos, modos de se deslocar e melhorias das infraestruturas de transportes, considerando que o deslocamento cotidiano impacta diretamente a vida e a saúde da população”. Confira o relatório da pesquisa.  *Com informações do IPEDF  

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SIA amplia calçadas acessíveis e implanta ciclovias para melhorar mobilidade urbana

A Administração Regional do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) vem registrando avanços expressivos na execução de projetos de arquitetura e urbanismo voltados à qualificação da mobilidade urbana. As iniciativas têm como eixo central a implantação de calçadas acessíveis e seguras, plenamente alinhadas às normas técnicas de acessibilidade, reafirmando o compromisso com o direito de ir e vir, a inclusão social e a valorização dos espaços públicos. O SIA tem melhorado a mobilidade urbana da região com a implantação de calçadas acessíveis e ciclovias | Foto: Divulgação/Administração do SIA As intervenções abrangem trechos estratégicos do SIA, definidos a partir de critérios técnicos e da intensa circulação de trabalhadores, usuários do transporte público e pedestres em geral. Somados, os projetos já implantados e em fase de planejamento correspondem a aproximadamente sete quilômetros de calçadas, com destaque para os trechos 2 e 17 do SIA, além de áreas relevantes do Setor de Abastecimento e Armazenamento Norte (Saan), como as quadras 3 e 4, e do Setor Regimento de Cavalaria de Guardas (RCG). A esse conjunto soma-se ainda a execução de 1,2 quilômetro de novas calçadas no Setor de Oficinas Norte (SOF Norte), ampliando de forma significativa a malha de circulação segura para pedestres. No Trecho 17 do SIA, especialmente na Rua 3, localizada nos fundos do Centro de Progressão Penitenciária (CPP), foram desenvolvidos projetos de calçadas acessíveis ao longo de toda a via, incluindo a conexão com o Trecho 4. A região concentra elevado fluxo diário de pedestres, impulsionado pela presença de pontos de ônibus e de atividades produtivas, e a inexistência de infraestrutura adequada representava riscos constantes à segurança, sobretudo para pessoas com mobilidade reduzida. A implantação das calçadas assegura deslocamentos contínuos, seguros e acessíveis, promovendo mais dignidade, conforto e qualidade de vida aos usuários. [LEIA_TAMBEM]Paralelamente, o Setor de Oficinas Norte (SOF Norte) vem passando por um processo de requalificação urbana, com intervenções coordenadas pela Administração Regional do SIA, em parceria com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), a Novacap e o programa RenovaDF, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF). As ações têm como foco a melhoria da mobilidade, da acessibilidade e das condições de circulação para moradores, trabalhadores e frequentadores da região. No eixo da mobilidade ativa, a Administração Regional do SIA também tem investido no fortalecimento da integração entre os diferentes modais de transporte. Entre as ações de destaque está a implantação de ciclovia e a duplicação das vias do RCG, que passam a integrar um percurso de aproximadamente 8 quilômetros, conectando o Saan ao RCG e seguindo em direção ao Cruzeiro. A iniciativa amplia as alternativas de deslocamento sustentável, incentiva o uso da bicicleta como meio de transporte e promove conexões mais seguras e eficientes entre áreas industriais, comerciais e logísticas. “A atuação do DER na implantação da ciclovia no SIA, Saan, SOF Norte e RCG tem como objetivo oferecer uma infraestrutura adequada para a mobilidade ativa, promovendo conexões seguras", esclareceu o presidente do departamento, Fauzi Nacfur Júnior. De acordo com Bruno Oliveira, administrador do SIA, os projetos em andamento na região buscam tornar a mobilidade urbana mais humana, segura e inclusiva: "Estamos priorizando a implantação de calçadas acessíveis, a integração dos modais de transporte e a implantação de ciclovias, garantindo o direito de ir e vir de pedestres, ciclistas e de todos que circulam diariamente pela região". *Com informações da Administração Regional do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA)

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Mobilidade do DF avança em 2025 com tecnologia, novos ônibus, expansão de zebrinhas e patinetes

A mobilidade urbana do Distrito Federal avançou, em 2025, com a expansão dos zebrinhas e dos patinetes para diferentes regiões administrativas e a ampliação da frota de ônibus. Além disso, o GDF instituiu o programa Vai de Graça, que garante gratuidade no transporte público aos domingos e feriados. “O Vai de Graça é mais um programa de transferência de renda para a população que precisa utilizar ônibus e metrô”, afirmou o secretário de Transporte e Mobilidade do DF, Zeno Gonçalves. Segundo o gestor, a iniciativa deve encerrar o ano com mais de 30 milhões de viagens gratuitas. A tecnologia também facilitou a vida dos usuários do transporte coletivo, que passaram a contar com o aplicativo DF no Ponto e com um sistema acessível por meio de QR Codes fixados nas paradas de ônibus. Com os recursos, o cidadão acompanha os coletivos em tempo real e planeja rotas e horários, reduzindo o tempo de espera. Expansão dos zebrinhas e dos patinetes para diferentes regiões administrativas e ampliação da frota de ônibus marcaram a mobilidade urbana do DF em 2025 | Fotos: Agência Brasília Rodoviárias A concessão da Rodoviária do Plano Piloto representa um marco na mobilidade urbana do DF, com previsão de investimento de R$ 120 milhões para a modernização do espaço. Nos primeiros meses, o espaço recebeu certificação internacional, teve escadas e elevadores recuperados e passou a contar com fraldário, além de salas de amamentação e de monitoramento. A Rodoviária do Gama, que recebe cerca de 30 mil pessoas por dia, foi modernizada, com cobertura ventilada e acessibilidade universal. A obra custou R$ 9,1 milhões. Já o Terminal da Asa Sul, que atende 90 linhas de ônibus e o metrô, foi reformado com a recuperação de pavimentos e coberturas, além da substituição de bloquetes por concreto rígido nas vias de acesso. O GDF iniciou ainda a construção da Rodoviária da Estrutural, com investimento de R$ 3,9 milhões, que vai beneficiar mais de 38 mil moradores da região. Além disso, foi aberta licitação para a estação do Jardim Botânico, no valor de R$ 6,1 milhões. A Rodoviária do Gama, que recebe cerca de 30 mil pessoas por dia, foi modernizada, com cobertura ventilada e acessibilidade universal Mais ônibus O DF recebeu 343 novos ônibus em 2025, sendo 254 para renovação da frota, 87 para ampliação e dois para substituição, chegando a um total de 3.063 veículos em circulação. Trata-se da maior frota do país com tecnologia Euro 6, menos poluente, com idade média de 3,6 anos. No mesmo período, foram criadas 37 novas linhas. A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) também ampliou a oferta de zebrinhas, alcançando 27 linhas em 15 regiões administrativas. Ao todo, são 65 veículos em operação, incluindo o primeiro zebrinha elétrico. O Distrito Federal tem 65 zebrinhas operando em 15 regiões administrativas, incluindo a primeira versão totalmente elétrica Abrigos Foram implantados 654 novos abrigos em paradas de ônibus de 17 regiões administrativas, além da realização de 200 manutenções em estruturas já existentes. Outros 2 mil abrigos de concreto serão implantados em todo o DF a partir de janeiro de 2026. Vai de Bike e patinetes [LEIA_TAMBEM]O programa Vai de Bike construiu 27 km de ciclovias e instalou novos paraciclos. O DF encerra o ano com 737 km de ciclovias e 660 paraciclos instalados em rodoviárias e locais públicos de diversas regiões administrativas. O serviço de patinetes elétricos também foi ampliado e opera com 2.700 veículos em dez regiões do DF, com a expectativa de encerrar o ano com mais de 1,1 milhão de viagens realizadas. *Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF)

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GDF investe mais de R$ 1,7 bilhão na recuperação de vias desde 2019

Contar com um asfalto de qualidade representa mais do que apenas trafegar em uma pista com boas condições. Significa, por exemplo, que pais e mães terão mais segurança de que seus filhos chegarão bem na escola. Ou que um trabalhador terá mais tempo em casa, com a família, sem precisar gastar minutos preciosos desviando de buracos. Por falar em gastar, também significa menos dinheiro saindo de uma compra de mercado para arcar com a manutenção do carro ou da moto. Desde 2019, o GDF investiu mais de R$ 1,7 bilhão na recuperação de vias do Distrito Federal | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília O Governo do Distrito Federal (GDF) entende essa importância. E é por isso que, desde 2019, investiu mais de R$ 1,7 bilhão na recuperação de vias do DF — desde as enormes, como o Eixo Rodoviário, até as menores, que passam na porta da casa dos brasilienses de todas as regiões administrativas. “Uma das prioridades do nosso governo é levar mais qualidade de vida para a população. Temos investido desde o início da gestão em substituir o asfalto das principais vias do Distrito Federal. Muitas delas precisavam desse cuidado até pela idade da nossa cidade, que completou 65 anos. Esse esforço significa mais conforto e segurança no deslocamento dos nossos cidadãos”, destacou o governador Ibaneis Rocha. "Quando a gente previne e cuida antes, a gente evita muitos transtornos depois e melhora a vida das pessoas" Fauzi Nacfur Júnior, presidente do DER-DF "Uma das questões fundamentais de Brasília é que ela é uma cidade recentemente inaugurada — 65 anos é uma cidade muito nova ainda. Mas o asfalto, principalmente nas regiões mais antigas, estava muito deteriorado. O governo começou trabalhando na recuperação do Eixão. A primeira ação do governo Ibaneis, em 2019, foi logo recuperar o centro da cidade, porque o Eixão Sul e o Eixão Norte atravessam a nossa cidade. Depois, viemos para a W3, recuperando o asfalto, fazendo aquela faixa de ônibus que hoje é de concreto", recordou o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo. "E, junto com isso, a gente foi olhando as outras regiões, o que precisava ser feito. Foi feito um levantamento em todas as RAs das necessidades de melhoria do asfalto, e o DER [Departamento de Estradas de Rodagem] começou a atuar nas vias que competem a ele, e a Novacap [Companhia Urbanizadora da Nova Capital] naquilo que são as vias que competem a ela", acrescentou o titular da Segov-DF. Em suas pistas, a Novacap investiu R$ 1.161.600.000, usados para recuperação e manutenção de 968 quilômetros pelo DF. "Desde 2019, a atual gestão buscou mapear as demandas mais emergenciais e atuar de forma imediata e intensa nesses locais, mas sempre trabalhando paralelamente em diversos locais para resolver o problema no máximo de regiões ao mesmo tempo", apontou o presidente da companhia, Fernando Leite. "Para ter uma ideia, entre janeiro e julho deste ano, foram executados 90 mil m² de serviços, número que equivale a mais de 12 campos de futebol", destacou Leite, ressaltando que volume é quase o dobro do registrado no mesmo período de 2024, quando a companhia executou 58 mil m². José Humberto Pires de Araújo, secretário de Governo: "O governo começou trabalhando na recuperação do Eixão. Depois, viemos para a W3, recuperando o asfalto, fazendo aquela faixa de ônibus que hoje é de concreto" | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Mudanças estruturais Em maio deste ano, o Governo do Distrito Federal lançou o programa GDF nas Ruas, dedicado principalmente à recuperação de asfaltos. A ação envolve a Secretaria de Governo (Segov-DF), as administrações regionais, a Novacap e o DER-DF. A justificativa para as intervenções é de que, em muitos pontos da cidade, o nível de degradação do asfalto já não permite mais apenas operações tapa-buraco, sendo necessário um trabalho mais aprofundado, com a restauração completa do pavimento. [LEIA_TAMBEM]"O GDF nas Ruas está recuperando, fazendo um trabalho de recapeamento, mas não é um recapeamento comum. Tem vias que nós tivemos que fazer uma verdadeira reestruturação, como foi o caso da pista de acesso ao Sesi, em Taguatinga. Foi preciso abrir toda a via, porque a base era muito ruim. E um asfalto só se concretiza como uma boa obra se tiver uma base muito boa, senão ele não funciona. E esse é um ponto importante nessa recuperação asfáltica que está sendo feita. Ela está sendo feita com qualidade", enfatizou o secretário de Governo. Esse trabalho aprofundado ajuda a evitar os gastos com ações mais pontuais — popularmente conhecidas como tapa-buraco. E é nessas mudanças preventivas que o DER-DF tem apostado mais. De 2019 ao fim de 2026, a autarquia terá investido, ao todo, R$ 542.895.902,76 em serviços de conservação de vias, sendo R$ 174.674.746,95 no período de 2019 a 2022 e R$ 368.221.155,81 de 2023 a 2026. "Quando você faz uma manutenção preventiva, você economiza no futuro em operações tapa-buraco. Hoje você tem muito menos operações assim. Estamos agora já no mês de novembro, que é um período chuvoso, e você anda nas principais vias do DF sem buracos. Por quê? Porque foi feito um trabalho preventivo", pontuou o presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur Júnior. "Quando a gente previne e cuida antes, a gente evita muitos transtornos depois e melhora a vida das pessoas, obviamente, porque você não está nem causando transtornos com operações nas vias e nem com buracos quebrando os veículos e causando acidentes", completou. A recuperação asfáltica feita pelo GDF nas Ruas não se limita ao recapeamento comum; muitas vias são reconstruídas, melhorando a qualidade da base e garantindo a durabilidade da nova pavimentação | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Futuro Além da recuperação de vias, o GDF tem investido em outras obras para melhorar o tráfego em pistas muito movimentadas. “Temos duas importantes que aumentam o fluxo na saída norte e na saída sul. Na saída sul, temos o alargamento da BR-040, com a construção de uma via marginal, que inclusive já foi entregue e inaugurada. E, na saída norte, estamos ampliando o fluxo BR-020 com a construção da terceira entre Sobradinho e Planaltina. Alguns trechos foram liberados e outros estão em concretização, mas isso já aumentou o fluxo da rodovia”, elencou o chefe da Assessoria de Acompanhamento de Projetos Estratégicos da Segov, Vilton Gonzaga. E o trabalho vai continuar no próximo ano. “O governador determinou que, em 2026, vamos priorizar essa recuperação asfáltica, que já está acontecendo em todas as cidades, além da reforma e da manutenção de calçadas, ciclovias e ambientes públicos, que são as pracinhas, os parques... Porque as grandes obras já estão feitas ou estão em fase de acabamento. Como a nossa meta é renovar a cidade, nós estamos caminhando nessa direção de ter Brasília totalmente renovada”, arrematou José Humberto.

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Vigas da nova ponte erguida entre Guará e Núcleo Bandeirante são içadas

As vigas que vão sustentar a nova ponte erguida na pista de ligação Guará–Núcleo Bandeirante começaram a ser içadas nesta segunda-feira (1º). A construção da travessia faz parte da obra de duplicação do trecho, executada pela Secretaria de Obras e Infraestrutura do Distrito Federal (SODF), com investimento de mais de R$ 12,5 milhões, incluindo aditivo. A estrutura passará por cima do Córrego Vicente Pires e será composta por dez vigas de concreto armado, totalizando 40 metros de extensão. “O içamento das vigas marca um avanço decisivo nesta obra, que vai transformar a mobilidade entre o Guará e o Bandeirante”, enfatiza o titular da pasta, Valter Casimiro. “Estamos superando um dos momentos mais complexos da construção com total segurança e precisão técnica. A cada etapa concluída, reafirmamos o compromisso do Governo do Distrito Federal em entregar uma infraestrutura moderna, eficiente e preparada para atender à demanda crescente da população.” As vigas da ponte erguida na pista de ligação Guará–Núcleo Bandeirante começaram a ser içadas | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A nova ponte vai receber o fluxo de veículos no sentido Guará–Núcleo Bandeirante, enquanto a estrutura existente será responsável pelo tráfego no sentido oposto. Segundo o engenheiro da SODF e executor do contrato, Luiz Antônio Mundim, a liberação da passagem vai desafogar mais um ponto de engarrafamento na região, gerando conforto aos motoristas e fluidez ao trânsito. “Há um ano abrimos a via duplicada provisoriamente e o resultado foi positivo, deu uma desafogada muito boa no trânsito tanto de manhã como no final da tarde. Com a ponte liberada, vamos ter outro aumento no conforto. Eu mesmo, que moro em Samambaia, passo por aqui duas, três vezes por semana, e vejo que melhorou muito, ficou outra coisa”, afirma Mundim. Após a instalação das vigas, haverá a construção do tabuleiro da ponte, por onde os carros passarão, também em concreto armado, seguida da pavimentação. [LEIA_TAMBEM]Em funcionamento desde o ano passado, a pista duplicada tem 1,2 km de extensão e está localizada entre a Avenida Contorno, no Guará II, e a interseção com a DF-079, a Estrada Parque Vicente Pires (EPVP), na altura da Quadra 03 do Park Way. O trajeto atende quem acessa a DF-079, rumo à EPVP e à Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB), além de outras quadras do Guará, Águas Claras, Núcleo Bandeirante, Setor Habitacional Bernardo Sayão, Arniqueiras e Park Way. Quem utiliza o trecho diariamente nota os benefícios gerados pela duplicação da via. “Ajudou bastante. Antigamente era só uma via e, com o aumento da população que passa aqui, tinha muito engarrafamento. Agora com a ponte, vai ser ainda melhor, mais qualidade de vida, porque tudo que a gente quer depois do trabalho é chegar em casa mais rápido”, afirma o motorista Israel Gonçalves, 41 anos, morador do Polo de Modas. O motorista Israel Gonçalves é um dos beneficiados pela duplicação da pista: "Ajudou bastante. Agora com a ponte, vai ser ainda melhor, mais qualidade de vida, porque tudo que a gente quer depois do trabalho é chegar em casa mais rápido" A analista de sistemas Wendy Fernandes, 48, também utiliza a duplicação para chegar em casa, em Águas Claras, com maior agilidade. Ela conta que, mesmo em horário de pico, os engarrafamentos diminuíram e os motoristas ganharam tempo na rotina. “Passo aqui toda semana. Antes demorava 40 minutos do fim do Guará até em casa, agora está bem mais rápido”, comenta. O projeto também engloba a construção de 2,5 km de calçadas e 3,5 km de ciclovias, além de serviços de drenagem, com abertura de novas bocas de lobo, instalação de manilhas de concreto e construção de bacias de detenção. Além disso, foram instaladas 82 luminárias de LED no trecho da duplicação, com investimento de R$ 422.598,81 por parte da Companhia Energética de Brasília (CEB).

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Liberação do viaduto entre Epig e ESPM inicia operação do corredor de ônibus a partir desta quarta-feira (26)

O trânsito no Setor Policial Sul passa a operar com uma nova dinâmica após a liberação total do novo viaduto construído na ligação entre a Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) e Estrada Setor Policial Militar (ESPM). A partir de agora, os ônibus com porta dos dois lados passam pela parte de baixo do viaduto. O trajeto vale tanto para os coletivos que seguem em direção ao Setor Policial Sul, eixinhos, L2 e L4 Sul e Terminal Asa Sul, quanto para aqueles que vêm no sentido contrário e precisam acessar a EPTG. A liberação permite o funcionamento completo do corredor de ônibus da ESPM, garantindo deslocamentos mais rápidos, contínuos e organizados até o Terminal Asa Sul. Os demais veículos — carros, motos, caminhões e ônibus com porta em apenas um dos lados — seguem circulando pela parte superior do viaduto, como já ocorre atualmente. Com a reconfiguração da via, o Setor Policial Sul passa a contar com três faixas para o tráfego geral, o que deve reduzir engarrafamentos e melhorar a fluidez da região | Foto: Divulgação/SODF As melhorias incluem também a ampliação da passarela de pedestres da Octogonal, permitindo o acesso seguro ao canteiro central, onde já estão instaladas as novas estações de embarque e desembarque. Com a reconfiguração da via, o Setor Policial Sul passa a contar com três faixas para o tráfego geral, o que deve reduzir engarrafamentos e melhorar a fluidez da região. O secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro, destaca que a liberação marca um avanço importante para quem utiliza o transporte coletivo diariamente: “Dar funcionalidade ao corredor de ônibus da ESPM é fundamental para reduzir o tempo de deslocamento dos passageiros. Os ônibus ganham um trajeto mais rápido e seguro, livre do trânsito comum. Isso melhora a qualidade do serviço e traz mais eficiência para toda a mobilidade do DF.” O secretário de Mobilidade, Zeno Gonçalves, reforça a importância da prioridade ao transporte público: “Os corredores exclusivos trazem velocidade, previsibilidade e conforto para o usuário. Quando o ônibus tem prioridade, toda a cidade ganha: o sistema fica mais eficiente e o trânsito fica mais organizado para todos.”   *Com informações da SODF

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