Reorganização de fluxos vai tornar mais ágil o atendimento na ortopedia do HBDF
Reduzir o tempo de espera entre as etapas da internação, agilizar a liberação de leitos e ampliar o acesso ao tratamento ortopédico. Com esse objetivo, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) iniciou uma série de reuniões e oficinas para reorganizar os fluxos assistenciais da ortopedia do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). A iniciativa reúne profissionais de diferentes áreas para analisar toda a jornada da internação, desde a realização de exames e procedimentos cirúrgicos até transferências e planejamento da alta hospitalar, tornando o atendimento mais eficiente e integrado. O trabalho é coordenado pela Superintendência de Qualidade e Melhoria de Processos (Sumec), em parceria com a Gerência-Geral de Assistência (Gegas) do Hospital de Base, e utiliza ferramentas da metodologia Lean Healthcare, amplamente empregada para identificar oportunidades de melhoria e aumentar a eficiência dos serviços. Para a gerente-geral de Assistência do Hospital de Base, Ana Patrícia de Paula, a reorganização dos fluxos representa uma mudança na forma como o cuidado é conduzido dentro da unidade. O projeto busca fortalecer a integração entre as equipes para que o paciente tenha uma assistência mais contínua, segura e organizada durante toda a internação. A estratégia também incorpora o conceito de navegação do paciente, modelo que acompanha de forma organizada toda a trajetória da internação. O objetivo é garantir que as informações circulem entre as equipes de forma segura e que cada etapa do atendimento aconteça no momento adequado, favorecendo a continuidade do cuidado até a alta hospitalar. A iniciativa reúne profissionais de diferentes áreas para analisar toda a jornada da internação, desde a realização de exames e procedimentos cirúrgicos até transferências e planejamento da alta hospitalar, tornando o atendimento mais eficiente e integrado | Foto: Divulgação/IgesDF "O paciente precisa estar no centro de todas as decisões. Quando cada profissional compreende seu papel e atua de forma integrada com as demais equipes, conseguimos oferecer uma assistência mais segura, reduzir o tempo entre as etapas do cuidado e proporcionar uma experiência melhor para quem está internado", afirma. Para a gerente-geral de Excelência Operacional, Isabel Lima, um dos principais ganhos da iniciativa é a visão ampliada sobre a assistência prestada. "O mapeamento permite enxergar o processo como um todo, identificar o que agrega valor ao paciente e compreender as necessidades de cada área envolvida", destaca. Na prática, os resultados já começam a ser percebidos pelas equipes que atuam diretamente na unidade. A enfermeira da ortopedia Thailla Rocha acompanha de perto as discussões e observa avanços importantes na integração entre os profissionais. "A comunicação entre enfermagem, transporte, radiologia, gestão de leitos e demais setores envolvidos se fortaleceu significativamente, permitindo mais agilidade em etapas essenciais para o cuidado ao paciente", afirma. Segundo ela, essa aproximação tem contribuído para tornar a assistência mais fluida e organizada. "A realização de exames, o planejamento das cirurgias, as admissões, transferências e altas passaram a ocorrer de forma mais alinhada entre as equipes, reduzindo etapas desnecessárias e favorecendo uma condução mais eficiente da jornada do paciente", ressalta. Trabalho integrado As oficinas reúnem representantes da ortopedia, enfermagem, gestão de leitos, radiologia, transporte interno, higienização, hotelaria e outros setores que participam diretamente da jornada do paciente. Para a coordenadora de Melhoria Contínua, Bruna Canedo, reunir todos os envolvidos em um mesmo processo é o que permite identificar oportunidades de melhoria de forma mais eficiente. "Quando todas as equipes analisam juntas o fluxo completo, conseguimos identificar oportunidades de melhoria e direcionar esforços para tornar o processo mais integrado e eficiente", explica. Durante os encontros, os profissionais mapeiam cada etapa da assistência, identificando tempos de espera, pontos de atenção e possibilidades de aperfeiçoamento. A análise permitiu visualizar desde o planejamento da alta hospitalar até a realização de exames, o transporte interno, a higienização dos leitos e a comunicação entre os setores, criando uma base sólida para a elaboração de um plano de ação voltado à melhoria contínua. A iniciativa também beneficia pacientes que aguardam atendimento especializado. Com processos mais integrados e previsíveis, os leitos podem ser liberados mais rapidamente, ampliando a capacidade de atendimento da unidade e reduzindo o tempo de espera por novas internações. Para Bruna Canedo, o impacto vai além dos indicadores operacionais. "O principal resultado esperado é construir um fluxo cada vez mais eficiente, permitindo que o paciente receba a assistência necessária no tempo adequado e que as equipes atuem de forma mais integrada ao longo de toda a jornada hospitalar", pontua. As reuniões seguem em andamento e darão origem a novas ações de melhoria ao longo dos próximos meses. A expectativa é consolidar um modelo cada vez mais colaborativo, no qual diferentes áreas atuem de forma integrada para aprimorar os fluxos assistenciais da ortopedia do Hospital de Base. Mais do que otimizar processos, a iniciativa busca tornar a utilização dos recursos hospitalares mais eficiente, fortalecendo a capacidade de atendimento e beneficiando diretamente a população atendida. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
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Pacientes da ortopedia do Hospital de Base participam de festa junina
Por algumas horas, os corredores da ortopedia do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) deixaram de ser apenas um espaço de tratamento e recuperação para se transformar em um ambiente de celebração, música e encontros. Nesta quinta-feira (18), pacientes internados participaram de uma festa junina organizada pela equipe de enfermagem, que levou momentos de descontração e acolhimento à rotina hospitalar. A programação reuniu música ao vivo, forró, quadrilha improvisada, decoração temática, comidas típicas e até a leitura de um cordel, proporcionando uma tarde diferente para pacientes que enfrentam longos períodos de internação em decorrência de fraturas, cirurgias e outros tratamentos ortopédicos. A enfermeira Thailla Rocha da Silva, organizadora da ação, explica que a iniciativa surgiu da necessidade de tornar a internação mais leve para quem permanece dias ou até semanas longe de casa. "Nossos pacientes costumam ficar a partir de 15 dias internados com a gente, e isso é muito tempo para ficar longe da família. A ideia é fazer com que eles possam se divertir e afastar a mente do hospital, nem que seja por uns minutos", detalha. Internada há quase dois meses após sofrer uma fratura no fêmur, Lucilene Pereira dos Santos, 55 anos, fez questão de acompanhar toda a programação. Da cadeira de rodas, cantou, bateu palmas e aproveitou cada momento da festa. Pacientes internados participaram de uma festa junina organizada pela equipe de enfermagem | Foto: Ualisson Noronha/IgesDF "Nós ficamos com a cabeça cheia depois de ficar tanto tempo internado, mas essa festa foi ótima pra dar uma aliviada. Foi maravilhoso", comenta. Além da programação cultural, a celebração contou com cachorro-quente, canjica, curau, pipoca, paçoca, bolos e salgados. Tudo foi organizado pela própria equipe de enfermagem com apoio de doações da comunidade. O compromisso de incluir todos os pacientes também marcou a iniciativa. Pessoas com mobilidade reduzida ou impossibilitadas de caminhar foram levadas até os corredores para participar da comemoração. Foi o caso de Boa Ventura de Jesus Ribeiro Neto, de 49 anos. Internado há 18 dias após uma cirurgia no quadril e com previsão de alta para o mesmo dia, fez questão de participar da festa antes de deixar o hospital. "Sou nordestino e não resisto a uma festa junina. É muito ruim ficar acamado tanto tempo, mas assim deu pra dar uma distraída e curtir o momento com todo mundo", comemora. Com bom humor, o paciente brincou que a comemoração acabou se tornando uma despedida da equipe. "Organizaram uma despedida para mim", disse, sorrindo. *Com informações do IgesDF
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Hospital de Base reduz em 55% cancelamentos de cirurgias ortopédicas e acelera atendimentos
Luiz Moreira deu entrada no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF), para colocar uma prótese no joelho e, em poucos dias, já estava em recuperação. A esposa dele, Maria Lucineide, conta que recebeu a ligação confirmando a cirurgia de forma rápida e organizada. “Foi tudo bem ágil. Entendemos que as informações sobre o caso dele estavam bem cuidadas e só temos a agradecer. Ele chegou, rapidamente fez a cirurgia e logo mais estará em casa”, afirma. A confirmação do procedimento de Luiz, feita diretamente com o paciente ou seus familiares, reflete uma mudança na forma de organizar as agendas cirúrgicas e acompanhar cada etapa antes da internação no Hospital de Base. Em 2025, por exemplo, houve uma redução histórica de 55% no índice de cancelamento na ortopedia e trauma, garantindo mais rapidez e segurança para pacientes que aguardam cirurgia. Luiz Moreira recebeu a ligação confirmando a cirurgia no joelho e foi prontamente atendido ao chegar ao Hospital de Base | Fotos por Divulgação/IgesDF A melhora veio a partir de uma maior integração entre médicos, equipe de enfermagem, área administrativa e outros profissionais da assistência, além da implementação da ferramenta Airtable para estruturar o planejamento das cirurgias. A plataforma permite acompanhar, em tempo real, o diagnóstico, a prioridade do caso, o tipo de procedimento e possíveis pendências, dando mais controle sobre cada etapa do preparo cirúrgico. Segundo o chefe do serviço da Ortopedia do Hospital de Base, Rodrigo do Carmo, o novo modelo trouxe mais segurança no planejamento das salas. “Com as informações organizadas em tempo real, conseguimos planejar melhor as salas, alinhar as equipes e reduzir imprevistos que antes levavam ao cancelamento das cirurgias”, explica. Rodrigo do Carmo explica que o novo sistema é mais organizado, o que aumenta o fluxo e diminui o número de cancelamentos de cirurgias A divisão por tipo de problema também possibilita agrupar cirurgias semelhantes, o que otimiza o uso de materiais e o tempo dentro do centro cirúrgico. “Isso gera mais eficiência, menos desperdício e mais segurança para o paciente”, completa. Organização que melhora o atendimento Antes, o controle era feito em planilhas menos integradas, o que dificultava a atualização simultânea dos dados e a visão completa da situação de cada paciente. Agora, exames, avaliação de risco para cirurgia, pendências e tempo de espera ficam centralizados e acessíveis às equipes. A assistente administrativo Mariana de Melo, que sugeriu a adoção da ferramenta, explica que o sistema ajuda a identificar rapidamente quem já pode ser incluído na agenda e quem ainda precisa concluir exames ou ajustes clínicos. “Conseguimos agrupar os pacientes por situação, ver o que falta e orientar os médicos com mais clareza. Isso facilita muito a organização”, relata. Ela destaca, ainda, que o histórico dos pacientes permanece registrado, o que é importante em um hospital em que muitas pessoas retornam para novos procedimentos. “Nada se perde. Temos o registro de todas as internações e conseguimos acompanhar a trajetória do paciente dentro do hospital”, acrescenta. Resultado direto para a população Gilson Batista reforça a importância da integração entre setores do hospital propiciada pelo sistema mais moderno Para o residente em ortopedia Gilson Batista, a mudança trouxe mais agilidade ao dia a dia das equipes. “Hoje todos conseguem acessar as informações ao mesmo tempo. Se eu atualizo um dado, todos já visualizam. Isso melhora o controle dos pacientes, da gestão de leitos e da programação das cirurgias”, destaca. [LEIA_TAMBEM]A integração também permite que a equipe de enfermagem e a gestão de leitos acompanhem as prioridades em tempo real, definindo com mais rapidez quem precisa ser internado e evitando atrasos no procedimento. Para o chefe do serviço, o resultado mostra como organização e planejamento fortalecem o cuidado. “Quando a informação circula de forma clara, o cuidado acontece com mais eficiência”, conclui. No caso de Luiz Moreira, a agilidade significou iniciar a recuperação sem longas esperas. “Para mim é uma sensação boa. A previsão era a de que eu ficasse aqui aguardando por um tempo para fazer o procedimento. Agora estou feliz que vou voltar pra casa com mais qualidade de vida que antes”, celebra. *Com informações do IgesDF
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Abertos novos processos seletivos na área de saúde com salários de até R$ 12,7 mil
A semana começou com boas notícias para quem busca oportunidades na área da saúde. O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu nesta segunda-feira (9) novos processos seletivos com salários que chegam a R$ 12.744,02. As vagas são para formação de cadastro reserva e contemplam diferentes perfis profissionais. O IgesDF é responsável pela administração do Hospital de Base, Hospital Regional de Santa Maria, Hospital Cidade do Sol e 13 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Os selecionados atuarão em uma dessas unidades, conforme necessidade da rede. IgesDF abriu processos seletivos para profissionais em diversas áreas da saúde | Foto: Divulgação/IgesDF Entre as oportunidades disponíveis estão cargos para técnico de enfermagem do trabalho, técnico de enfermagem em hemodinâmica, cirurgião-dentista intensivista e periodontista, enfermeiros especializados e médico ortopedista. Há também vaga para analista na área de ensino. Todos os cargos oferecem benefícios como auxílio-transporte, alimentação (de acordo com a jornada e o local de trabalho), clube de descontos, abono semestral e folga no dia do aniversário. As inscrições já estão abertas e os candidatos devem ler atentamente os editais disponíveis no site do IgesDF. Os documentos detalham os requisitos obrigatórios e desejáveis, a jornada de trabalho, o tipo de vínculo e os critérios de pontuação. A experiência mínima exigida é, em geral, de seis meses na área de atuação, com comprovação formal. Confira alguns destaques: Técnico de Enfermagem do Trabalho → Carga horária: 40h semanais → Salário: R$ 3.131,49 → Exige formação técnica, especialização em enfermagem do trabalho, registro no Conselho Regional de Enfermagem (Coren) e experiência mínima de seis meses na área. Cirurgião-dentista – Periodontia → Carga horária: 24h semanais → Salário: R$ 6.162,00 → Necessária graduação em odontologia, especialização em periodontia, registro no Conselho Regional de Odontologia (CRO) e experiência na área. Cirurgião-dentista – Intensivista → Carga horária: 24h semanais → Salário: R$ 6.162,00 → Exige residência multiprofissional ou pós em odontologia hospitalar/intensiva, registro no CRO e experiência específica. Técnico de Enfermagem – Hemodinâmica → Carga horária: 36h semanais → Salário: R$ 2.818,34 → Necessária formação técnica, registro no Coren e experiência de seis meses na área. Enfermeiro – Hemodinâmica → Carga horária: 36h semanais → Salário: R$ 4.669,05 → Requer graduação em enfermagem, registro profissional e experiência em hemodinâmica. Enfermeiro – Estomoterapeuta → Carga horária: 36h semanais → Salário: R$ 4.669,05 → Exige especialização na área e comprovação de atuação. Analista II – Ensino → Carga horária: 40h semanais → Salário: R$ 4.883,20 → Exige diploma do curso superior completo de pedagogia, letras ou administração, reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC). Médico ortopedista → Carga horária: 24h semanais → Salário: R$ 12.744,02 → Necessário ensino superior completo em medicina com especialização em ortopedia e traumatologia emitido pela AMB/Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), e experiência na área. O processo seletivo visa ampliar o banco de profissionais qualificados que podem ser convocados conforme a demanda assistencial. Para participar, os interessados devem acompanhar o portal oficial do IgesDF e seguir as orientações específicas de cada edital. Mais informações e editais completos estão disponíveis neste link. *Com informações do IgesDF
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Hospital de Base adquire novo aparelho de ressonância magnética para ampliar diagnósticos na rede pública
A partir de agora a rede pública de saúde do Distrito Federal conta com um aparelho próprio de ressonância magnética. Com investimento de R$ 5,2 milhões, o novo equipamento está instalado no Hospital de Base (HBDF) e vai permitir exames de alta precisão para diversas especialidades médicas, como neurologia, ortopedia, cardiologia, oncologia e obstetrícia. Novo equipamento garante melhor qualidade de vida a pacientes | Foto: Alberto Ruy/IgesDF “Essa é uma entrega muito importante, principalmente para quem já está internado, porque garante maior rotatividade de leitos e menor tempo de espera”, afirmou a vice-governadora Celina Leão. “Essa é uma das três que serão entregues, com outra prevista para Santa Maria.” Adaptação No Hospital de Base, a vice-governadora Celina Leão enfatizou: “Essa é uma das três que serão entregues, com outra prevista para Santa Maria” | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Para receber a tecnologia, o Governo do Distrito Federal (GDF) precisou reformar a sala e torná-la apta à operação do equipamento. “Fizemos uma obra bastante complexa para o perfeito funcionamento da ressonância”, esclareceu o presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), Cleber Monteiro. “O investimento foi de mais de R$ 1 milhão para colocar ar-condicionado próprio para a máquina e adaptar todo o local.” O novo aparelho permite que sejam feitos exames não invasivos com alta precisão, essenciais para o diagnóstico e monitoramento de diversas doenças. O equipamento é recomendado para pacientes de todas as idades, incluindo crianças e gestantes. De acordo com o superintendente do Hospital de Base, Guilherme Porfírio, a nova aquisição traz outros benefícios para além da qualidade no atendimento à população. “Isso vai refletir em mais economia aos cofres públicos também”, avaliou Porfírio. “Antes, os pacientes precisavam ser encaminhados para clínicas parceiras da Secretaria de Saúde. Nesse intervalo, até liberar vaga para o exame, o paciente permanecia internado. Com o aparelho aqui dentro, a gente otimiza essa questão e gera uma redução de custo de aproximadamente R$ 800 por procedimento que era feito na clínica particular.” Mais investimentos “Em breve teremos a rede pública com tudo o que há na rede privada, com todos os equipamentos necessários para um atendimento de qualidade” Cleber Monteiro, presidente do IgesDF Segundo Cleber Monteiro, outros equipamentos de diagnóstico foram comprados para reforçar a demanda do sistema. “O Hospital de Santa Maria será o próximo a receber a ressonância magnética. Além disso, compramos também um angiógrafo e dois tomógrafos, todos para o Hospital de Base. Em breve teremos a rede pública com tudo o que há na rede privada, com todos os equipamentos necessários para um atendimento de qualidade”, afirma o gestor.
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Rede pública de saúde recebe equipamento para reabilitação de pacientes ortopédicos
A Secretaria de Saúde (SES-DF) recebeu nesta semana um equipamento de ponta para aparelhar a unidade de traumatologia e ortopedia do Hospital da Região Leste (HRL), referência em patologias cirúrgicas da coluna no DF. Conhecido como FES-cycling, o cicloergômetro com estimulador elétrico funcional é capaz de evitar uma atrofia muscular, pois ativa o músculo e reproduz o movimento que o paciente não consegue fazer sozinho. Hospital da Região Leste (HRL) receberá o cicloergômetro com estimulador elétrico funcional (FES-cycling) | Foto: Divulgação “O equipamento deve diminuir o ônus dos cofres públicos, evitando complicações no pré e pós-operatório” Cintia Lopes, chefe da Assessoria de Controle de Contrapartida de Ensino e Serviços da SES-DF O equipamento promove o exercício físico independentemente do nível de consciência ou capacidade física do paciente acamado. O tratamento, a estimulação e as configurações são operados por meio de uma tela sensível ao toque. O sistema produz relatórios e possibilita a análise comparativa e compartilhamento dos dados. “O FES-cycling oferece suporte para treinamento físico e reabilitação dos membros superiores e inferiores em situações de fraqueza muscular e ou de incapacidade de movimentação voluntária”, afirma a diretora do hospital, Tatiana Sanches. Contrapartida O aparelho custou R$ 275 mil, tendo sido custeado pela faculdade Unieuro em contrapartida por estágios realizados na rede pública. “O equipamento deve diminuir o ônus dos cofres públicos, evitando complicações no pré e pós-operatório – isso favorece a rotatividade dos leitos ofertados, reduzindo a demanda reprimida”, ressalta a chefe da Assessoria de Controle de Contrapartida de Ensino e Serviços da SES-DF, Cintia Lopes. Em 2024, o HRL executou 625 procedimentos de coluna e de mão. Foram 298 e 327 intervenções nessas especialidades, respectivamente. A diretora do hospital, Tatiana Sanches, explica que o cicloergômetro é uma tecnologia inovadora. “O FES-cycling oferece suporte para treinamento físico e reabilitação dos membros superiores e inferiores em situações de fraqueza muscular e ou de incapacidade de movimentação voluntária”, afirma. O cicloergômetro é de fácil movimentação dentro da unidade hospitalar e se ajusta à condição do leito do paciente, com controles eletrônicos de altura e profundidade. “Beneficiará não apenas a parte motora, mas também melhora a circulação, respiração, evita trombose e contraturas”, complementa a fisioterapeuta Ana Claudia Lamotte, do HRL. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Hospital Regional de Santa Maria realiza cirurgia inédita de lesão do plexo braquial
O Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) realizou um procedimento inédito: a primeira cirurgia de lesão do plexo braquial do centro cirúrgico. O procedimento de alta complexidade repara os nervos do plexo braquial danificados por uma lesão ou outra condição. O objetivo da cirurgia é restaurar a função dos nervos e aliviar os sintomas, como fraqueza, dor e perda de sensibilidade no braço, antebraço e mão. O procedimento foi realizado nesta terça-feira (10) pelos ortopedistas especialistas em cirurgia da mão e microcirurgia, membros da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão, Lucas Barbosa Nonato e Marlos Fernandes. “O plexo braquial é um conjunto de nervos com origem na medula espinhal na região do pescoço e desce por todo o membro superior. Essa lesão apresenta uma incidência no Distrito Federal de, aproximadamente, 1,75 casos para cada 100 mil habitantes e gera paralisia do membro superior”, explica o ortopedista Lucas. O HRSM conta com quatro especialistas em cirurgia da mão e microcirurgia | Foto: Divulgação/ IgesDF Segundo o especialista, o paciente submetido ao procedimento foi vítima de um acidente automobilístico que ocasionou em um trauma grave no membro superior direito, evoluindo com lesão completa do plexo braquial. O procedimento cirúrgico durou cerca de oito horas. “Foi realizada uma cirurgia eletiva do tipo neurotização, que consiste em uma transferência de nervos doadores saudáveis para uma região de nervos com lesão completa irreparável. A cirurgia tem o objetivo de restabelecer a funcionalidade do membro superior com estabilidade do ombro e flexão do cotovelo, restabelecendo a qualidade de vida para atividades do dia a dia”. O corpo médico do HRSM conta com uma equipe especializada em cirurgia da mão e microcirurgia, responsável por esses tipos de casos. Até 2019 havia apenas um especialista na área, em 2020 a equipe ganhou mais um membro e, atualmente, são quatro especialistas. *Com informações do IgesDF
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Festa junina alegra internação de ortopedia no Hospital de Base
Na manhã desta terça-feira (25), o andar da internação da ortopedia do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) se transformou em um verdadeiro arraial junino. Colaboradores e pacientes participaram de uma festa animada com música ao vivo, dança, comidas típicas e enfeites coloridos, resgatando a nostalgia das tradicionais festas juninas. Arraial junino foi planejado para levantar o ânimo e alegrar pacientes internados há muito tempo | Fotos: Izabela Carvalho/IgesDF Os colaboradores estavam vestidos a caráter e promoveram uma quadrilha junina que animou todo o andar. A iniciativa trouxe um momento de alegria e descontração para todos, especialmente para os pacientes internados há muito tempo. “É importante trazer o clima das festas juninas para os nossos pacientes que estão internados há bastante tempo. Isso ajuda a levantar o ânimo e trazer um pouco de alegria para o ambiente hospitalar”, comentou a enfermeira chefe da ortopedia, Elaine Mendes. Colaboradores do HBDF participaram de quadrilha, que se apresentou o andar do hospital | Fotos: Izabela Carvalho/IgesDF Rodrigo Roberto, de 39 anos, está internado aguardando uma cirurgia ortopédica. Ele destacou a importância desse tipo de evento: “Estar internado é muito sofrido. Trazer um pouco do clima das festas juninas para cá conforta nossos corações.” *Com informações do IgesDF
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Tecnologia avançada para cirurgias mais precisas chega ao Hospital da Região Leste
De olho no melhor atendimento à população e no que há de mais moderno, a Secretaria de Saúde (SES-DF) fez mais uma entrega nesta segunda-feira (24). Dessa vez, à Unidade de Ortopedia e Traumatologia do Hospital da Região Leste (HRL), no Paranoá. A novidade é o OPMI Pentero 800, um microscópio de alta complexidade que permite procedimentos com técnicas microcirúrgicas e de alto sucesso resolutivo. Com o novo aparelho, o Hospital da Região Leste pode se tornar a primeira unidade a fazer implantes de mão e dedo na rede pública do DF | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF O equipamento oferece uma visão mais clara, estável e otimizada às operações – principalmente as que envolvem coluna e mãos – e 20% mais iluminação aos cirurgiões, todos treinados para mexer no OPMI. “É um aparelho extremamente tecnológico, capaz de entregar mais celeridade e precisão aos procedimentos”, explica a diretora do HRL, Tatiana Sanches. A melhoria das técnicas, segundo a profissional, reduz o tempo cirúrgico, diminui o trauma tecidual, propicia uma visualização aprimorada das estruturas neurais, possibilitando análises mais precisas e controle mais eficaz de sangramentos, por exemplo. Além disso, o microscópio armazena fotos e vídeos das cirurgias para futuros estudos e checagens. Potencial “Os pacientes terão cirurgias mais seguras e seremos capazes de ampliar as técnicas ofertadas como a remoção de tumores na coluna”, afirma a colaboradora da RTD em Neurocirurgia de Coluna, Rosana Coccoli | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Fruto de emenda parlamentar do senador Izalci Lucas, por intermédio da SES-DF no processo de solicitação, a aquisição do equipamento reforça ainda a capacidade de novas cirurgias. “Com o microscópio, o HRL poderá, por exemplo, se tornar a primeira unidade a realizar implantes de mão e de dedo na rede pública de saúde do Distrito Federal”, revela a diretora. Além de expandir o leque de técnicas cirúrgicas ofertadas aos usuários, como a remoção de tumores na coluna, o aparelho amplia também a qualidade técnica dos médicos. É o que afirma a colaboradora da referência técnica distrital (RTD) em Neurocirurgia de Coluna, Rosana Coccoli: “O OPMI admite uma visualização mais precisa das estruturas nervosas. Dessa forma, é possível ter uma cirurgia ainda mais acurada e a redução dos riscos de lesões”, avalia. O HRL é referência em cirurgias de mão e de coluna em todo DF e Entorno. Em funcionamento há 11 anos, o hospital realizou, em 2023, mais de 430 procedimentos de coluna e 360 de mão. Em geral, são operações que podem durar até 12 horas e que contam com a atuação de uma equipe formada por 11 profissionais qualificados, entre ortopedistas e neurocirurgiões. *Com informações da SES
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Parlamentar elogia atendimento no Hospital Regional de Santa Maria em visita de fiscalização
O Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) recebeu, nesta segunda-feira (10), a visita do deputado distrital Pastor Daniel de Castro e sua equipe. O objetivo foi verificar os fluxos de atendimento nas principais portas de entrada de emergência do HRSM. O pronto-socorro infantil seguia sem bandeira; a clínica cirúrgica, a ortopedia e o Centro Obstétrico (CO) funcionavam sem nenhum tipo de restrição e atendendo a todos os pacientes que buscavam a unidade hospitalar. Apenas a especialidade de clínica médica estava com bandeira amarela. A visita ocorreu nos prontos-socorros adulto e infantil e na sala de monitoramento do HRSM, onde foi apresentada a taxa de ocupação da unidade nesta segunda-feira, que operava com 150% de sua capacidade | Foto: Davidyson Damasceno/IgesDF “Essa visita foi fiscalizatória, por isso vim sem avisar. Vim avaliar o que está funcionando a contento da população e aquilo que precisa ser melhorado e que possa ser crítica da população. Mas, em um contexto geral, 80% dos pacientes elogiam o trabalho e o atendimento, a humanização que o Hospital Regional de Santa Maria tem”, afirmou. “Trabalhamos com transparência. Onde tem trabalho, produção e transparência não precisa ter medo de receber entidades fiscalizadoras. Temos mais de 100% de ocupação e eles viram que é a nossa realidade, além de verificar os mecanismos de atendimento” Eliane Abreu, superintendente do HRSM Segundo ele, as críticas pontuais serão registradas num relatório. Além disso, será traçado um plano de metas e sugeridas possíveis soluções. Na percepção dele, através de emendas parlamentares é possível ajudar a saúde e mitigar o sofrimento da população. O distrital já destinou o total de R$ 1 milhão em emenda parlamentar para o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), sendo R$ 500 mil em 2023 e R$ 500 mil neste ano. Os valores estão sendo utilizados para uma reforma no Hospital de Base e a compra de uma autoclave para o Centro Cirúrgico do HRSM. A visita ocorreu nos prontos-socorros adulto e infantil e na sala de monitoramento do HRSM, onde foi apresentada a taxa de ocupação da unidade nesta segunda-feira, que operava com 150% de sua capacidade. De acordo com os dados, somente no PS adulto foi realizado um total de 30 mil atendimentos de janeiro até 9 de junho deste ano. No mesmo período, foram feitos 14.376 atendimentos no PS infantil. Já no Centro Obstétrico, foram 10.250 atendimentos de janeiro até o último domingo, sendo 55% de pacientes de fora do Distrito Federal. Na avaliação do deputado distrital Pastor Daniel, “em um contexto geral, 80% dos pacientes elogiam o trabalho e o atendimento, a humanização que o Hospital Regional de Santa Maria tem” Desafios No Centro Obstétrico, o parlamentar viu que mesmo com 16 leitos oficiais, a unidade tinha 37 pacientes internadas no momento da visita, o que significa uma taxa de ocupação de 225%. Mesmo sendo referência para pacientes de alto risco, o HRSM atende todas as gestantes que chegam em busca de atendimento. Para o responsável técnico (RT) de Ginecologia/Obstetrícia do HRSM, Manoel Augusto Ribeiro Alves, o maior desafio enfrentado pela equipe do Centro Obstétrico é o grande número de gestantes que chegam até o hospital sem ter realizado um pré-natal adequado. “Às vezes temos tempo de fazer exames e ter um desfecho favorável, mas às vezes chegam pacientes em trabalho de parto ou com quadro clínico grave, de quem não fez nenhuma consulta de pré-natal, não tem nenhum exame de acompanhamento. Isso resulta no alto índice de partos prematuros realizados aqui, sendo cerca de 40%”, informou. A superintendente do HRSM, Eliane Abreu, acha muito positiva a visita dos deputados distritais ao hospital. “Trabalhamos com transparência. Onde tem trabalho, produção e transparência não precisa ter medo de receber entidades fiscalizadoras. Temos mais de 100% de ocupação e eles viram que é a nossa realidade, além de verificar os mecanismos de atendimento”, afirmou. Ao término da visita, Pastor Daniel de Castro enfatizou que o Hospital Regional de Santa Maria é uma unidade que funciona muito bem, atende além da capacidade física e todo mundo trabalha com esforço e dedicação. “É um hospital muito bom. Quando ouvimos da maioria que estão satisfeitos, vamos atrás dos problemas relatados pela minoria e trabalhamos em cima para dar resolutividade. No contexto geral, o hospital está dando resposta, pois todos se unem para que o resultado entregue seja positivo e todos que precisem sejam bem-atendidos e saiam falando bem”, concluiu. *Com informações do IgesDF
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