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programa Pontes para o Mundo

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Resultado definitivo da seleção do programa Pontes para o Mundo é publicado

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A Secretaria de Educação (SEEDF) divulgou, nesta quarta-feira (29), o resultado definitivo da seleção do programa Pontes para o Mundo. A relação dos 400 estudantes selecionados foi publicada nos sites da SEEDF e do programa. Os contemplados participarão de um intercâmbio no Reino Unido, Canadá, França e Espanha, no segundo semestre deste ano.  Após a publicação do resultado, os alunos selecionados deverão acompanhar as orientações da secretaria e cumprir as próximas etapas do processo, que incluem a entrega de atestado de saúde e da autorização de viagem, a participação nas reuniões preparatórias, a emissão do passaporte e os demais procedimentos necessários para o embarque. Os prazos de cada fase serão informados aos estudantes e seus responsáveis pelos canais oficiais do programa. Estudantes selecionados pelo Pontes para o Mundo deverão acompanhar as orientações da Secretaria de Educação e cumprir as próximas etapas do processo e os demais procedimentos necessários para o embarque | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF  Além disso, será necessário apresentar a documentação prevista no edital e nas orientações complementares do programa, incluindo os documentos pessoais do aluno e dos responsáveis, bem como as autorizações exigidas para a viagem internacional. O intercâmbio terá duração aproximada de três meses. Durante esse período, os participantes frequentarão instituições de ensino e participarão de atividades acadêmicas e culturais no país de destino. *Com informações da Secretaria de Educação  

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Inscrições para o programa Pontes para o Mundo 2026 são prorrogadas até o dia 21 deste mês

A Secretaria de Educação (SEEDF) prorrogou o período de inscrições para o programa Pontes para o Mundo 2026: agora, o prazo vai até o dia 21 deste mês. A mudança foi publicada na sexta-feira (10), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), por meio de retificação do Edital nº 18/2026.  Além da interação com pessoas de outra língua, o programa de intercâmbio permite aos estudantes aprimorar a vivência educacional | Foto: Jotta Castro/SEEDF “Alguns alunos ainda estavam enfrentando dificuldades para acessar o e-mail institucional, o que poderia comprometer a inscrição no programa; por isso decidimos ampliar o prazo, garantindo que todos tenham a oportunidade de participar do processo seletivo sem prejuízo”, explicou o coordenador do programa, David Nogueira. Com a alteração, o cronograma do programa também foi atualizado. Os interessados devem ficar atentos às próximas etapas do processo seletivo. A homologação das inscrições está prevista para o dia 22 deste mês, e as provas de línguas estrangeiras serão aplicadas em 23 e 24 de maio. O resultado final está previsto para ser publicado em 29 de junho. [LEIA_TAMBEM]Além da prorrogação, o edital traz ajustes na distribuição de vagas para estudantes dos colégios militares. Para esse público, as oportunidades estão divididas entre os idiomas inglês (com destino ao Reino Unido e Canadá) e espanhol. Criado no ano passado, o Pontes para o Mundo levou 102 estudantes da rede pública para um intercâmbio de três meses em instituições de ensino do Reino Unido. Em 2026, o programa foi ampliado. O número de alunos participantes subiu para 400, e, além das quatro nações que compõem o Reino Unido, serão incluídas instituições de ensino no Canadá, na França e na Espanha.  Acesse  o site oficial do programa.    *Com informações da Secretaria de Educação    

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CIL do Gama orienta estudantes sobre seleção do Pontes para o Mundo 2026

Na noite desta segunda-feira (7), o Centro Interescolar de Línguas (CIL) do Gama promoveu uma apresentação sobre a edição deste ano do programa Pontes para o Mundo com o objetivo de incentivar a participação dos estudantes elegíveis e esclarecer dúvidas sobre o processo. Iêdes Braga, secretária de Educação interina: “A gente cria os filhos para o mundo, e o programa Pontes para o Mundo contribui justamente para essa travessia, ampliando os horizontes de cada estudante” | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF “Os pais podem ficar tranquilos, porque o Estado garante toda a estrutura necessária, desde a alimentação até o suporte presencial da equipe durante todo o período do intercâmbio” David Nogueira, coordenador do Pontes para o Mundo O coordenador do programa, David Nogueira, conduziu um passo a passo detalhado para a inscrição e explicou as etapas do processo seletivo. Ele também abordou os critérios de participação e apresentou a estrutura completa do programa, trazendo mais segurança para estudantes, pais e responsáveis. “Os pais podem ficar tranquilos, porque o Estado garante toda a estrutura necessária, desde a alimentação até o suporte presencial da equipe durante todo o período do intercâmbio”, reforçou. Ele lembrou que o Pontes para o Mundo oferece uma experiência de mobilidade acadêmica integral, permitindo que o estudante dê continuidade aos estudos em um sistema educacional internacional.  [LEIA_TAMBEM]David também destacou as estratégias adotadas para assegurar o desempenho acadêmico dos participantes. Entre elas, está a disponibilização de uma plataforma de estudos voltada ao Programa de Avaliação Seriada (PAS), além de acompanhamento contínuo e apoio psicológico para lidar com desafios como o choque cultural e a saudade de casa.  Autonomia Participantes do encontro, ex-intercambistas do Cemi Gama compartilharam experiências e orientações práticas sobre a prova de proficiência e a rotina no exterior. Eles destacaram que, além do aprendizado da língua, o principal ganho é o desenvolvimento da autonomia. “A gente cria os filhos para o mundo, e o programa Pontes para o Mundo contribui justamente para essa travessia, ampliando os horizontes de cada estudante”, afirmou a secretária de Educação interina, Iêdes Braga, que acompanhou a apresentação. O sonho perto da realidade Bianca Domiciano, alunos do CED 08 do Gama, já começou a se preparar: “Minha preferência é Londres, porque os estudantes da minha escola compartilharam experiências muito positivas” Para alguns estudantes, o intercâmbio começa a se concretizar como uma possibilidade real. É o caso de Bianca Domiciano, aluna do Centro Educacional (CED) 08 do Gama, que já começou a se preparar para o processo seletivo. “Minha preferência é Londres, porque os estudantes da minha escola compartilharam experiências muito positivas”, relatou. “Eles falaram sobre o acolhimento nas escolas e pelas famílias. A ansiedade existe, mas estou confiante.” Sua mãe, que também acompanhou a apresentação, pontuou: “O coração fica apertado, mas ela precisa voar. É uma chance única de crescimento, e eu vou apoiar”. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)    

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Edital de 2026 do Pontes para o Mundo será publicado nesta segunda (30) 

Lançada a edição de 2026 do programa Pontes para o Mundo, os estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal já podem se preparar para alçar voos mais altos. O novo edital da experiência acadêmica no exterior, promovida pela Secretaria de Estado de Educação (SEEDF), será publicado nesta segunda-feira (30), com início das inscrições na terça (31), marcando o começo de mais uma jornada rumo ao intercâmbio internacional. Este ano traz outra novidade: além do Reino Unido, França, Espanha e Canadá passam a fazer parte dos destinos do intercâmbio | Foto: Divulgação/SEEDF O lançamento deste ciclo reforça o convite para que os jovens aproveitem a oportunidade, se dediquem aos estudos e acompanhem atentamente o edital para participar do processo seletivo. “O programa representa uma chance concreta de transformação, incentivando os discentes a preparar-se para viver uma experiência que pode ampliar caminhos e perspectivas”, afirma a secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá. “Os resultados foram positivos, especialmente no fortalecimento da autonomia e da maturidade dos discentes, além da ampliação de seus projetos de vida” David Nogueira, coordenador da primeira edição do Pontes para o Mundo Neste ano, a iniciativa da SEEDF vai contemplar 400 estudantes com o intercâmbio de três meses. Além do Reino Unido, o programa passa a incluir Canadá, França e Espanha, ampliando as possibilidades de vivência acadêmica e cultural no exterior. Para participar, é necessário ter entre 16 e 17 anos, estar matriculado na segunda série do ensino médio da rede pública do DF e manter frequência mínima de 80%. Desta vez, os estudantes dos colégios militares também estão incluídos e poderão garantir uma vaga no programa. Todas as regras, prazos e etapas estarão detalhadas no edital e nos canais oficiais da secretaria. Plataforma digital A partir de terça-feira, quando começam as inscrições no novo site do programa, a plataforma reunirá, em um só lugar, todas as informações necessárias para quem deseja participar, desde orientações iniciais até detalhes sobre os destinos internacionais. De acordo com o coordenador da primeira edição, David Nogueira, o ambiente digital foi pensado para facilitar o acesso dos estudantes e centralizar o processo. “Além da inscrição, o site também funcionará como um guia preparatório para os participantes”, explica. Os alunos poderão conhecer melhor os países de destino, acessar informações práticas e se organizar para a experiência internacional.  Experiência que transforma [LEIA_TAMBEM]Criado em 2025, o Pontes para o Mundo levou 102 estudantes para o Reino Unido e permitiu aos participantes vivenciar novas culturas, desenvolver autonomia e ampliar perspectivas acadêmicas e pessoais. A primeira edição também serviu como base para o aprimoramento do programa. “Os resultados foram positivos, especialmente no fortalecimento da autonomia e da maturidade dos discentes, além da ampliação de seus projetos de vida”, avalia David Nogueira.  Para este novo ciclo, o programa será aperfeiçoado com reforço na preparação pré-embarque, no acompanhamento psicológico e pedagógico e nos mecanismos de monitoramento e avaliação. A cerimônia de lançamento do programa em 2026, no Cine Brasília, trouxe ainda mais inspiração para quem sonha em participar. Durante o evento, foi exibido o documentário Pontes para o Mundo: educação que amplia horizontes, apresentando a trajetória de estudantes da rede pública do DF que viveram essa experiência internacional em 2025.    *Com informações da Secretaria de Educação    

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Estudantes de Santa Maria investem na preparação para o programa Pontes para o Mundo 2026

Morar e estudar em outro país parecia um sonho impossível para muitos jovens que frequentam escolas da rede pública de ensino — mas, para alguns estudantes do Distrito Federal, tornou-se realidade graças ao programa Pontes para o Mundo, da Secretaria de Educação (SEEDF), que teve a primeira edição no ano passado. A experiência vivenciada pelos alunos que participaram em 2025 inspirou outros a acreditarem que é possível um adolescente de escola pública estudar no exterior. De olho no intercâmbio internacional, Maria Eduarda, Lara Caroline, Antony Lucas e Geovana Pietra têm reforçado os estudos para participar do programa | Foto: André Amendoeira/SEEDF De olho nessa oportunidade, um grupo de alunos do Centro de Ensino Médio (CEM) 404 de Santa Maria decidiu antecipar-se e iniciar os estudos ainda neste ano, com o objetivo de cumprir parte dos pré-requisitos exigidos. E, mesmo durante as férias, os adolescentes Maria Eduarda Silva Lima, 16 anos; Lara Caroline Aires da Silva, 15; Antony Lucas Aguiar Pimentel, 16; e Geovana Pietra de Sousa Silva, 15, seguiram com a preparação. Agora, já cursando o segundo ano do ensino médio, eles compartilham mais um sonho em comum: a aprovação em todas as etapas para participar da segunda edição do programa.  Preparação Reuniões presenciais e atividades online fazem parte da programação de estudo do grupo do CEM 404 Desde que soube do programa, Geovana começou a mobilizar os amigos. “Vi que tinha a possibilidade de fazer esse intercâmbio”, conta. “Então, eu e o Antony começamos a pesquisar como o programa funciona; e, como a gente não tinha a possibilidade de ir no ano passado, pensamos em focar para conseguir ir no próximo. Começamos a chamar todo mundo, a formar o grupo de estudos”. A rotina inclui, além dos estudos individuais, reuniões presenciais e online. Antony e Lara contam que têm conseguido estudar e tirar notas acima de 7. “A gente já faz juntos os trabalhos de todas as matérias, aproveita e estuda”, explicou Lara.  A dinâmica entre eles foi organizada durante o período de recesso e férias escolares, conta Maria Eduarda: “A gente estudou inglês ao longo de toda a semana em casa, e, no final de semana, fazíamos uma videochamada para treinar a conversação e resolver exercícios”. Inspiração no primeiro grupo  No ano passado, 102 alunos estudaram por três meses no Reino Unido, na primeira edição do programa  | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF O desejo de participar de um programa como o Pontes para o Mundo permeia os pensamentos do grupo há bastante tempo. Inspirados por filmes, reportagens e histórias de outros adolescentes que tiveram a oportunidade de ter essa experiência, eles estão empolgados com a possibilidade de aprovação no processo seletivo de 2026. “Confio muito no meu potencial, estudei bastante e quero muito viver isso, porque é o meu sonho e a minha expectativa é alta. Acho que vai ser uma experiência única” Antony Pimentel, aluno do CEM 404 de Santa Maria Ao mesmo tempo em que sonham e seguem na preparação para as etapas do processo de seleção deste ano, eles tentam manter os pés no chão sem permitir, entretanto, que o medo seja um elemento paralisador. “Eu tenho um certo medo de não conseguir passar na seleção, mas não é algo que me impeça”, relata Antony.  “Confio muito no meu potencial, estudei bastante e quero muito viver isso, porque é o meu sonho e a minha expectativa é alta”, anima-se.  “Acho que vai ser uma experiência única, algo que nunca imaginei viver na minha vida, e eu posso viver durante a minha adolescência, com outros jovens com quem posso criar uma conexão muito forte, formar um novo grupo de amigos.” Torcida organizada Se depender da torcida das famílias, todos já estarão com os passaportes carimbados. A mãe de Geovana, a servidora pública Andreza Silva de Souza, é uma das entusiastas dos projetos da adolescente. Quando soube da existência do programa, foi a primeira a incentivar a filha. “Falei que é uma oportunidade ímpar, ainda mais para os estudantes da rede pública, cuja realidade torna quase impossível conseguir fazer um intercâmbio”, conta. “Aí, expliquei que é melhor ela começar a se preparar antes, porque geralmente as pessoas esperam chegar o edital, então começar antes é uma opção para aumentar as chances.” Pontes para o Mundo 2026 [LEIA_TAMBEM]A publicação do edital da segunda edição do programa está prevista para o final deste mês, e a ideia inicial é de levar 400 alunos para o intercâmbio. Em relação aos países selecionados, há possibilidade de que os participantes sejam enviados para o Reino Unido, Canadá, França e Espanha.   Os critérios de seleção deste ano devem permanecer os mesmos, sendo os principais ter idade entre 16 e 17 anos, frequência mínima de 80%, estudar na segunda série do ensino médio de alguma escola pertencente à SEEDF. Este ano, a previsão é que estudantes dos colégios militares também sejam contemplados no edital com oito vagas para cada escola. As informações a respeito de todas as etapas do programa estarão disponíveis em breve no site da SEEDF e nos demais canais oficiais de comunicação da pasta. O coordenador da primeira edição do Pontes para o Mundo, David Nogueira, avalia que a primeira edição do programa foi fundamental para consolidar o modelo da iniciativa. “Os resultados foram muito positivos, especialmente no desenvolvimento da autonomia, da maturidade e na ampliação das perspectivas acadêmicas desses jovens”, aponta.  “Para a segunda edição, nossa expectativa é aprofundar e aperfeiçoar o programa a partir das lições aprendidas”, pontua o professor. “Estamos fortalecendo a preparação pré-embarque, ampliando o acompanhamento psicológico e pedagógico dos estudantes antes e durante a experiência no exterior, e aprimorando os instrumentos de monitoramento e avaliação.”   *Com informações da Secretaria de Educação    

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Estudantes do programa Pontes para o Mundo falam sobre experiência no Reino Unido

Em uma tarde marcada por emoção, apresentações culturais e encontros simbólicos, estudantes do Centro Educacional (CED) 06 de Ceilândia que participaram da primeira edição do programa Pontes para o Mundo prepararam uma homenagem para a secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá. A iniciativa partiu dos próprios intercambistas, que organizaram um momento especial de agradecimento pelas oportunidades proporcionadas pelo programa de intercâmbio internacional, responsável por levar estudantes da rede pública para uma experiência educacional no Reino Unido. Durante o encontro, os jovens entregaram flores à secretária e compartilharam relatos sobre as transformações vividas durante o período de estudos no exterior. Para Isabelle Neris, de 17 anos, estudante do terceiro ano do ensino médio, a homenagem foi uma forma de expressar a gratidão por uma experiência que ampliou horizontes acadêmicos e pessoais. “Planejamos essa homenagem porque o que a secretária Hélvia fez por nós foi muito importante e temos muita gratidão. Preparamos uma surpresa, um buquê de flores, e nós cinco [intercambistas] apresentaremos uma carta de agradecimento a ela”, contou a estudante. Estudantes que participaram do Pontes para o Mundo ao lado da professora de inglês Fernanda Santos, que incentivou a inscrição dos alunos no programa de intercâmbio internacional | Fotos: Felipe de Noronha/Ascom SEEDF Construindo pontes de transformação Os participantes do programa destacaram que a experiência internacional representou um marco em suas trajetórias escolares e pessoais, contribuindo para o fortalecimento da autonomia, da confiança e das perspectivas de futuro. Um dos estudantes, Enzo Cardoso, relatou que a vivência em colleges britânicos ampliou sua visão de mundo e reforçou sua segurança em relação ao domínio da língua inglesa. “Essa experiência foi muito importante na questão cultural. Antes da viagem eu não sabia muito bem o que faria no futuro. Hoje tenho mais perspectiva. Eu também era mais tímido e não confiava no meu inglês; agora sou mais confiante e sinto que estou mais fluente”, afirmou. Entre os relatos, o sentimento foi o de que a oportunidade representou a realização de um sonho que, para muitos, parecia distante. “Foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Desde criança eu sonhava em fazer intercâmbio, sempre planejei, mas pelas condições parecia impossível. Graças a Deus o governo conseguiu oferecer isso para a gente. Eu cresci muito, aprendi muita coisa e sou muito grata pela oportunidade”, destacou Isabelle. Intercambistas do CED 06 de Ceilândia homenageiam a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, durante encontro na unidade escolar Uma jornada para o protagonismo O programa Pontes para o Mundo levou 100 estudantes da rede pública do segundo ano do ensino médio para uma experiência educacional e cultural em instituições de ensino do Reino Unido. No CED 06 de Ceilândia, cinco alunos foram selecionados para participar da iniciativa, resultado de um trabalho pedagógico consistente e do incentivo constante de professores da unidade escolar. A professora de inglês Fernanda Santos foi apontada pelos estudantes como uma das principais incentivadoras para a inscrição no processo seletivo do intercâmbio. Para a educadora, o sucesso dos alunos reflete o esforço individual aliado ao apoio da comunidade escolar. “Eu sempre digo que o mérito é todo deles. Eu apenas fui uma facilitadora, alguém que estava ali para orientar e ajudar no processo. A conquista é deles, fruto do esforço e da dedicação. Nosso papel como educadores é impulsionar os alunos”, afirmou. A homenagem ocorreu durante uma cerimônia promovida pela escola para celebrar conquistas educacionais da comunidade escolar, reforçando o papel da educação pública como espaço de transformação social e ampliação de oportunidades para estudantes da rede. *Com informações da SEEDF

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Educação pública do DF reduz fila de creches e leva alunos ao exterior em 2025

Escolas novas, ampliação de creches, estudantes no exterior e políticas voltadas à permanência escolar marcaram o ano de 2025 da rede pública de ensino do Distrito Federal. Ao longo do ano, a Secretaria de de Educação do DF (SEEDF) consolidou ações para ampliar o acesso à educação, modernizar a infraestrutura e garantir mais oportunidades a estudantes e famílias. Entre os destaques estão a redução histórica da fila por uma vaga em creche pública, a criação do programa de intercâmbio Pontes para o Mundo e o lançamento do Cartão Uniforme Escolar, que garante o acesso adequado de todos os estudantes da rede ao kit de sete peças de uniforme e fomenta a economia local. Um dos feitos da Secretaria de Educação em 2025 foi se aproximar mais de zerar a fila de espera por uma vaga em creche pública | Foto: André Amendoeira/SEEDF Dentro da ampliação das escolas públicas do DF, o Governo do Distrito Federal trabalha desde 2019 para zerar a fila de espera por uma vaga em creche pública. Em 2025, com a entrega e inauguração oficial de 9 Centros de Educação da Primeira Infância (Cepis), com investimento de R$ 80,9 milhões, a lista de espera caiu de 24 mil para cerca de 4,5 mil crianças — todas com previsão de atendimento no próximo ano. "Estamos muito perto de assegurar que nenhuma criança fique sem creche no Distrito Federal. Isso é mais do que uma meta administrativa, é um pacto social" Hélvia Paranaguá, secretária de Educação “Estamos muito perto de assegurar que nenhuma criança fique sem creche no Distrito Federal. Isso é mais do que uma meta administrativa, é um pacto social. Quando garantimos uma vaga de qualidade, em tempo integral, estamos oferecendo dignidade para as famílias, segurança para as mães que trabalham e oportunidades iguais desde os primeiros anos de vida”, comemora a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. O ensino regular também ganhou novas escolas. Foram concluídas seis unidades escolares, entre construções, reformas e reconstruções, com aporte de R$ 66,1 milhões. A rede recebeu blocos de salas de aula em 24 escolas, por meio de módulos educacionais, somando R$ 35,8 milhões em investimentos. Intercâmbio pelo mundo Ao garantir espaços novos, de qualidade e com segurança para que crianças e jovens estudem e se formem, o GDF aposta em uma formação de qualidade que abre portas no mundo acadêmico e profissional. A SEEDF lançou este ano o programa Pontes para o Mundo, com o objetivo de oferecer experiência internacional de ensino e inovação a estudantes da rede pública.  Alunos da rede pública de ensino do DF passaram 17 semanas em intercâmbio em países de língua inglesa, como Inglaterra e Escócia | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasíla A seleção ocorreu por meio de processo seletivo eliminatório e classificatório. O intercâmbio teve duração de 17 semanas, com participação em instituições de países de língua inglesa, como Inglaterra, País de Gales e Escócia. Os intercambistas da primeira edição concluíram a experiência com formatura realizada em novembro, marcando um passo importante na formação acadêmica e cultural. Uniforme para todos [LEIA_TAMBEM]Para fechar o ano, a Secretaria de Educação lançou o Cartão Uniforme Escolar, que vai garantir o acesso a uniformes para estudantes da rede pública e deve beneficiar cerca de 420 mil alunos, com investimento superior a R$ 120 milhões e a confecção de aproximadamente 3 milhões de peças. Cada estudante receberá R$ 282,99, por meio de cartão magnético emitido pelo Banco de Brasília (BRB), para a compra do uniforme em estabelecimentos credenciados. O valor será concedido conforme o número de estudantes vinculados ao mesmo responsável legal. *Com informações da Secretaria de Educação

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Aprendizados e tecnologia para matar a saudade: família fala sobre experiências do Pontes para o Mundo

Da sala de casa, no bairro Vila Nova, em São Sebastião, dona Marly Alves abre diariamente o celular para fazer uma chamada de vídeo com as cidades de Cambridge e de Chester, na Inglaterra. A tecnologia, é claro, é que tem possibilitado essa conexão em tempo real com qualquer parte do planeta. Mas o fato de ter contatos do outro lado do Atlântico só foi possível pelo programa Pontes para o Mundo, do Governo do Distrito Federal (GDF), que enviou as duas filhas gêmeas de Marly para o Reino Unido. "A gente liga todo dia. O horário é difícil, porque elas estudam o dia todo e, quando elas chegam, eu estou no trabalho. Mas dá para falar um pouquinho na hora que eu chego, que já é hora delas dormirem", conta a educadora social, que nunca havia passado tanto tempo longe das filhas: "Elas fazem vôlei em um time aqui de São Sebastião e uma vez ficaram cinco dias em Minas, eu quase morri. Agora são três meses, meu Deus do céu." Do lado de lá, a saudade também é presença marcante. Mas, além da tecnologia, o aprendizado constante ajuda a amenizar a distância. "Sinto falta, mas é bom para a gente crescer e para aprender mais coisas", resume Lara Alencar, 16 anos. "Me tornei uma pessoa muito mais independente. Eu nunca saía de casa sozinha, estava sempre acompanhada, seja pela Lara, seja pela minha mãe ou meu pai. Agora, isso não é mais um problema para mim", emenda Larissa Alencar. Marly Alves fala diariamente com as filhas gêmeas, Lara e Larissa, que estão na Ingleterra pelo programa Pontes para o Mundo, do Governo do Distrito Federal (GDF) | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O objetivo do Pontes para o Mundo é exatamente proporcionar todo tipo de conhecimento — tanto aqueles obtidos na escola quanto as lições que os alunos aprendem ao morarem sozinhos em um país novo. Graças ao programa, 102 estudantes estão tendo a oportunidade de viver essa imersão, que vai durar três meses, com tudo pago. E haja coisa para conhecer. Ambas se impressionaram com as diferenças culturais — os brasileiros, afirmam, são mais "calorosos". Lara destaca a arquitetura de Chester: "A primeira coisa que fiz foi ir ao centro, ver a cidade toda. É muito diferente". Também tem gostado da vivência em inglês. "É melhor aprender aqui, porque fala toda hora, não tem como não aprender." Já Larissa percebeu uma diferença na iluminação de Cambridge. "As ruas são mais escuras. As luzes não são tão vibrantes quanto no Brasil, eles focam mais em um ponto fixo na rua e acaba não iluminando tanto", descreve. E relata estar na expectativa para ver a neve pela primeira vez: "A previsão diz que vai nevar semana que vem. Estou torcendo". Perto do fim da experiência — as formaturas estão marcadas para a próxima semana —, as gêmeas fazem coro ao avaliarem o impacto positivo do programa. "Acho que superou minhas expectativas. Eu vim para cá com muito medo e, quando cheguei, percebi que era melhor do que estava esperando. Gostei muito, de verdade. Voltaria todo ano se pudesse", aponta Lara. "Gosto muito da cidade, gosto muito das pessoas, das amizades que fiz, são pessoas que quero levar para o resto da vida. Os professores são ótimos, eles têm o cuidado de nos incluir nas coisas e eu adoro isso. Se pudesse, queria ter a experiência de fazer outros intercâmbios futuramente. E quero que outras pessoas tenham essa oportunidade, porque eu acho que é ótimo, você cresce como pessoa", completa Larissa. Por aqui, dona Marly projeta um futuro promissor para as filhas. "Para o crescimento delas, vai ser muito bom. Elas já são umas meninas espertas, já fazem inglês, mas, agora, aprendendo lá, vão chegar falando tudo. Vai ser bem melhor para entrar no mercado de trabalho, pelo inglês e por uma experiência dessa", ressalta. A mãe também já tem tudo pronto para a hora da volta, marcada para 4 de dezembro. "Reformamos a casa para ver se o tempo passava e eu não sentia tanta falta. Agora que está perto parece que está demorando mais. Estou naquela contagem regressiva. Elas dizem que querem que eu faça comida. Eu falo: 'Como vou fazer comida e buscar vocês [no aeroporto]?'. Mas eu vou preparar uma jantinha, sim", arremata, aos risos. Vivência Instituído em maio pela Secretaria de Educação, o Pontes para o Mundo tem o objetivo de proporcionar vivências acadêmicas, culturais e de inovação em instituições de ensino do Reino Unido. Ter boas notas na escola e falar outro idioma estão entre os pré-requisitos para participar do programa. Durante a estadia, os estudantes ficam em escolas parceiras, com rotina definida conforme o calendário local e atividades que vão além da sala de aula, como visitas técnicas e culturais e encontros com orientadores. A partir do próximo ano, o Pontes deve contar com mais vagas — um total de 400 —, além da expansão para outros países, como Japão, Alemanha e Espanha. A novidade foi anunciada pelo governador Ibaneis Rocha, que indicou ainda o envio de um projeto de lei para a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) para transformar a iniciativa em um programa permanente. Segundo o chefe do Executivo, o projeto é uma das inúmeras iniciativas deste GDF em prol de uma educação de qualidade.

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Alunos do Pontes para o Mundo conhecem famílias anfitriãs no Reino Unido

O programa Pontes para o Mundo segue a todo vapor em solo estrangeiro. Desde a última sexta-feira (5), com a chegada dos estudantes ao Reino Unido, deu-se início a uma das etapas mais aguardadas da iniciativa: a hospedagem com as respectivas host families, as famílias anfitriãs que receberam os jovens brasileiros. O grupo de 102 estudantes foi dividido por cidades da Escócia, País de Gales e Inglaterra, onde ficará hospedados durante os três meses de intercâmbio. A partir de agora, os alunos passam a conviver com famílias locais para frequentar escolas britânicas e praticar a língua inglesa diariamente. O aluno do Centro de Ensino Médio (CEM) 01 de Sobradinho, Wagner Alves Santos, de 17 anos, foi acolhido por uma família em Cambridge, na Inglaterra, formada por um casal e dois filhos.  O secretário-executivo Isaias Aparecido acompanhou o encontro com a família anfitriã (Mr. Sharoon and Mrs. Ruby) do estudante Wagner Alves | Fotos: Jotta Casttro/Ascom SEEDF  “Eles parecem ser bem tranquilos. Acredito que vai ser uma boa experiência”, conta Wagner, animado com a oportunidade de desenvolver o idioma cujos primeiros contatos foram feitos por meio de músicas, filmes e pesquisas na internet. “Minha escrita, leitura e escuta são boas, mas agora vou ter a chance de melhorar a fala, que sempre foi o meu maior desafio.” Além do aprendizado da língua inglesa, a vivência junto à host family representa a chance de criar laços, conhecer novas culturas e construir memórias que vão acompanhar os jovens por toda a vida. “Quero voltar para o Brasil com o inglês muito mais desenvolvido e com muitas histórias para contar”, resume Wagner. Um sonho internacional De Santa Maria para o Reino Unido, aos 16 anos, o estudante Renan Miguel Martins, do Centro Educacional (CED) 310 de Santa Maria, está prestes a viver uma experiência transformadora no exterior. Apaixonado pelo aprendizado de idiomas, ele conta que o contato com o inglês veio principalmente por meio de jogos e aplicativos. “Eu colocava tudo em inglês, em vez de português. Aí, se quisesse entender, tinha que pesquisar. Isso me ajudou muito”. O estudante Renan Miguel Martins, de 16 anos, na van, a caminho de seu novo lar na Inglaterra Renan, que vai estudar no tradicional Cambridge Regional College, conta que o processo de inscrição para o Pontes pelo Mundo foi o passo certeiro para a realização de um sonho. Ele reconhece que a decisão de viajar não foi fácil para sua mãe. “Ela ficou com bastante medo. A princípio, não queria deixar eu ir. Foi uma luta. Precisei da ajuda de muita gente, pessoas que ligaram para conversar com ela”, relembra. Agora, Renan está se sentindo realizado nesta primeira etapa do programa, pronto para viver em uma casa de família inglesa, ao lado de Allison e Mark, um casal que, segundo ele, “tem quatro netos, dois filhos adultos e até um gato”.  “É muito importante ver de perto a forma como as famílias recebem nossos estudantes. Esse cuidado faz toda a diferença para que eles se sintam em casa e consigam viver essa experiência da melhor forma possível, aproveitando cada oportunidade de aprendizado e crescimento pessoal que vão adquirir ao longo destes três meses”. Isaias Aparecido, secretário-executivo da Secretaria de de Educação do Distrito Federal (SEEDF) Acompanhamento O secretário-executivo da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), Isaias Aparecido, acompanha a delegação de estudantes na chegada ao Reino Unido, e visitou a residência da família anfitriã que recebe o aluno Wagner Alves Santos. “É muito importante ver de perto a forma como as famílias recebem nossos estudantes. Esse cuidado faz toda a diferença para que eles se sintam em casa e consigam viver essa experiência da melhor forma possível, aproveitando cada oportunidade de aprendizado e crescimento pessoal que vão adquirir ao longo destes três meses”, afirmou.  *Com informações da Secretaria de Educação do DF  

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Estudantes do Pontes para o Mundo visitam pontos turísticos de Londres

Os estudantes do programa Pontes para o Mundo já estão no Reino Unido para o início do intercâmbio. Mas, antes de seguir para os respectivos colleges, nesta sexta-feira (5), o grupo aproveitou para conhecer alguns dos pontos turísticos mais famosos da cidade, como o Big Ben, o Parlamento, o Westminster, o rio Tâmisa e a roda-gigante London Eye. A visita também serviu como um momento de descanso após a longa viagem. O coordenador do programa, David Nogueira, foi o guia turístico dos alunos. Ele falou sobre a importância da primeira experiência e os passeios. “Aproveitamos o dia em Londres para mostrar um pouco do centro político e histórico da cidade. Foi uma oportunidade de descanso e também de contato inicial com a cultura local. Até o fim do dia, os 102 estudantes estarão nos seus respectivos colleges, prontos para iniciar essa nova etapa.” Entre os estudantes presentes, está Maria Fernanda Caldeira, de 17 anos, que vive a primeira experiência internacional. Bailarina desde os três anos de idade, ela contou que o passeio por Londres foi marcante e já rendeu muitas fotos perto dos pontos turísticos mais famosos. “Foi incrível estar diante do Big Ben, do Parlamento e da London Eye. Eu sempre dancei em diferentes palcos, mas nunca imaginei que teria a chance de conhecer esses lugares. Essa oportunidade me inspira ainda mais, tanto na dança quanto na vida. Quero aproveitar ao máximo cada momento do intercâmbio.” A estudante e bailarina Maria Fernanda Caldeira, 17 anos, em Londres | Foto: Jotta Casttro/Ascom SEEDF Apoio psicológico A chegada dos intercambistas no Reino Unido conta com o acompanhamento da Diretoria de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante (Diase) da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), que desde o Brasil prepara os alunos e as respectivas famílias para os desafios emocionais da viagem. O trabalho de acolhimento incluiu conversas sobre expectativas, orientações sobre sentimentos comuns, como ansiedade e saudade, além de suporte especial durante a viagem para os estudantes que apresentaram medo de voar de avião. [LEIA_TAMBEM]A psicóloga Clara Outeiral, que integra a equipe responsável, explica que esse vínculo inicial é fundamental para o bem-estar dos participantes. “Nosso trabalho começou ainda no Brasil, com a preparação psicológica dos estudantes e de suas famílias. Agora, esse vínculo ajuda no acolhimento, no enfrentamento da ansiedade, do medo e da saudade, que são sentimentos normais nesse processo. O mais importante é que eles saibam que não estão sozinhos e que podem contar com redes de apoio sempre que precisarem". Durante a preparação, os alunos aprenderam técnicas de autorregulação sem recurso externo, que são estratégias que podem ser usadas em situações de ansiedade para ajudar no autocontrole. Entre elas, está o controle da respiração, conhecido como respiração em caixa (4x4): inspirar por quatro segundos, segurar o ar por quatro segundos, expirar por quatro segundos e manter os pulmões vazios por mais quatro segundos. É um exercício simples, que pode ser feito em qualquer lugar, e é eficaz para reduzir os sinais físicos da ansiedade e do estresse. *Com informações da Secretaria de Educação

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